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Mudança climática causada pela Geo-engenharia

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 9 DEZEMBRO, 2012

Embora a atividade antropogênica como a causa do aquecimento global é uma farsa, mas o planeta está, de fato, ficando mais quente. A novidade aqui é que, diferente do que os alarmistas têm dito há décadas, tal aquecimento, na velocidade em que está acontecendo, não pode ser causado ​​pela queima de combustíveis fósseis ou de atividade industrial. Existe um componente mais poderoso no aquecimento global: a atividade solar.

O sol passou por altos e baixos ao longo de sua existência, assim como as temperaturas do planeta. Mas, na Terra, existe um segundo componente no aquecimento global que está afetando a estabilidade do planeta. A geo-engenharia, a modificação artificial do tempo ao longo de uma área determinada, é diretamente responsável pelo clima incomum e os padrões climáticos visto nos últimos 15 anos. Tal técnica vem sendo utilizada por, pelo menos 60 anos, e as patentes para os diferentes tipos de Geo-engenharia foram concedidas há muito tempo. A aplicação de vários tipos de engenharia planetária foram testadas, exaustivamente, em laboratório e em campo aberto.

O mais popular dos métodos de engenharia planetária é o uso de Chemtrails. Chemtrails são chuvas de produtos químicos despejados sobre determinadas áreas com o propósito de alterar os padrões climáticos. A utilização de produtos químicos tais como bário, alumínio e estrôncio, que foram pulverizados sobre o planeta nas últimas 6 décadas permitiram aos militares testarem os efeitos de tais produtos químicos sobre os padrões climáticos a fim de produzir formas de criar ou controlar elementos do tempo tais como chuva, tempestades, ventos e outros.

O projeto para manipular o clima foi focado em como aplicações militares de geo-engenharia poderiam proporcionar vantagens para as forças armadas dos Estados Unidos em qualquer possível luta contra inimigos em potencial, mas, hoje, outros países como a Rússia e a China também possuem tal tecnologia para modificar o clima. Os estudos começaram nos anos 40 e as aplicações e testes começaram nos anos 50. Ao injetar produtos químicos na atmosfera, os proponentes da modificação do tempo são capazes de fazer chover, causar inundações, evitar chuvas, causar secas, criar e direcionar tempestades e, até mesmo, causar atividade sísmica. (Veja o link com a lista de patentes).

Como ocorre o aquecimento?

Embora a modificação do tempo é geralmente focada em uma determinada área, as conseqüências da manipulação do clima sobre áreas limitadas nos últimos 60 anos trouxe um efeito colateral perigoso. A injeção de núcleos de condensação, que teve como objetivo parar o suposto aquecimento global causado pelo homem, teve a consequência não intencional de aprisionar mais calor que eliminar, através do bloqueio do sol. Mais calor ficou preso na atmosfera do que a quantidade que foi supostamente desviada por partículas metálicas pulverizadas por aviões. Esse é o testemunho do ex-chefe encarregado do FBI, Ted L. Gunderson.

O acúmulo excessivo de calor, no entanto, é apenas uma das muitas consequências diretas da geo-engenharia. Múltiplos experimentos realizados pelos militares em todo o mundo interromperam o ciclo hidrológico e tornaram o planeta mais escuro. De acordo com o Geoengineeringwatch.org, algumas das consequências das intervenções para modificar o clima são: quantidades médias de chuvas reduzidas em todo o planeta, ciclos hidrológicos totalmente interrompidos mundialmente, perda de céu azul e luz solar direta afetando a fotossíntese, aumento da seca mundial, dizimação da camada de ozônio, solos contaminados, águas contaminadas, atmosfera e ar contaminados, ​​impactos negativos para todas as formas de vida, aumento da queda de raios causando incêndios florestais.

O escurecimento global aumentou nos últimos 50 anos e muitos especialistas acreditam que a Terra é, pelo menos, 25 por cento mais escura do que antes. Tanto a interrupção do ciclo hidrológico e o escurecimento do planeta causaram danos a todas as formas de vida. De acordo com o pesquisador de Geo-engenharia Dane Wigington, a extinção de espécies acelerou devido à modificação do tempo. A taxa de extinção aumentou em 1.000 vezes. A mídia, porém, agiu rápido responsabilizando as emissões humanas de CO2 e a poluição industrial pelo escurecimento global. Um exemplo disso é o documentário recentemente produzido pela BBC chamado Horizon.

O atual aquecimento provocado pela Geo-engenharia também causou a rápida perda de gelo do Ártico. O rompimento de um reservatório gigantesco de metano no Ártico provoca o derretimento de 130.000 quilômetros quadrados de gelo por dia na região. “O metano é 100 vezes mais eficiente que o CO2 como um gás de estufa”, diz Wigington. Atualmente, pesquisadores da Geo-engenharia, como o Sr. Wigington, acreditam que pelo menos três novas estações de Geo-engenharia estão sendo construídas no Ártico, que somam um total de 21 em todo o mundo. Instalações de Geo-engenharia estão espalhadas por quase todo o mundo ocidental, incluindo o Alasca, América do Sul, Europa, Ásia, Austrália e Caribe. Para uma lista completa das estações, por favor, clique aqui.

Apesar dos danos já causados ​​pela Geo-engenharia, membros do governo dos EUA, como John Holdren, incentivam o uso de técnicas de geo-engenharia como a pulverização de aerossóis de metais pesados, como uma forma de diminuir as conseqüências do aquecimento global criado pelo homem. Holdren e os que apoiam os impostos de carbono, como Al Gore e James Hansen, não esclareceram quais seres humanos são os responsáveis ​​pelo aquecimento global. A questão do aquecimento global é uma farsa dupla. Primeiro, é uma crise falsa no sentido de que as atividades tradicionais da humanidade não são a causa principal do aquecimento. Segundo, o aquecimento global real vem sendo causado pela Geo-engenharia que os militares e os governos usam desde a década de 1950.

Alarmistas do aquecimento global que estão usando tal farsa como um esquema para ganhar dinheiro e que estão pressionando para a imposição de um regime fiscal obrigatório global de carbono para “nos salvar” de uma desgraça se esqueceram de dizer ao público que foram seus experimentos que causaram tal aquecimento, não o uso de combustíveis fósseis e a industrialização, que, também, contribuem para a poluição do planeta, mas em uma escala muito menor quando comparados com os efeitos da Geo-engenharia.

As aplicações da geo-engenharia

Como foi mencionado antes, a Geo-engenharia foi considerada como uma ferramenta para fornecer uma vantagem para aqueles que procuram a guerra e é, exatamente, o que os geo-ataques mais recentes fizeram. Mas a geo-engenharia não se limita a pulverização de metais pesados ​​sobre a população. Um segundo elemento, talvez o mais poderoso no esquema de modificação do tempo é o Programa de Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Freqüência (HAARP). Chemtrails e HAARP estão mais relacionados do que antes se pensava.

Depois dos aviões pulverizarem partículas metálicas de aerossol sobre a atmosfera, esta camada do planeta se torna mais condutora, estando pronta para ser disparada com raios de alta frequência. A aplicação de tal energia cria protuberâncias na atmosfera, o que, por sua vez, produz vácuo. O vácuo, então, afeta o comportamento normal da corrente de ar, provocando reações anormais nos padrões climáticos locais, regionais e globais. Hoje em dia, HAARP é capaz de aquecer a ionosfera em até 15.000 graus Farenheit.

Tanto a pulverização de aerossóis quanto HAARP são fundamentais na criação e manipulação de tempestades. Isso é como furacões podem ser criados e, literalmente, conduzidos sobre uma área do planeta. O tempo em que os militares precisavam esperar as condições ideais para realizar seus experimentos e ataques já passou. Agora, eles podem criar essas condições, preparar o campo e realizar o ataque. No século 21, o que está em pauta é a encomenda do tempo. Estima-se que cerca de 20 milhões de toneladas de nano partículas de alumínio, bário, estrôncio e chumbo foram pulverizadas no planeta desde que a Geo-engenharia começou em 1950.

Agora que o clima é feito sob encomenda, os que possuem informações sobre o uso da tecnologia de modificação do tempo estão apostando em eventos climáticos ou nas consequências desses eventos. A modificação do tempo através de chemtrails e HAARP se tornou um produto que é negociável. Em 2004, Andrea Psoras, da QED International respondeu uma carta da Commodities Future Trading Commission (CFTC) sobre seu pedido para avaliar a regulação de “Contratos de eventos”.

Psoras respondeu dizendo que nem tudo era commodity e que nem tudo coberto por seguro deveria ser considerado negociável. Em uma tentativa de alertar sobre o uso descontrolado da tecnologia de modificação do tempo para a guerra ou para negociar contratos de evento, ela também mencionou o pedido dos congressistas Dennis Kucinich e John Glenn ao Congresso de proibir o uso de armas no espaço.

O que a modificação do tempo é capaz de fazer?

Nos anos 40 e 50, a modificação do tempo era sobre usos potenciais das diferentes tecnologias para alterar os padrões climáticos. Hoje, as tecnologias são totalmente operacionais. Os detalhes sobre como o tempo pode causar estragos são muito claros. Um relatório revelador intitulado “O Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o tempo até 2025”, foi tornado público por volta de 1996. O documento descreve como a modificação do tempo vai se tornar parte da segurança nacional com “aplicações domésticas e internacionais.”

“Uma capacidade de modificação de clima global, precisa, em tempo real, robusta e sistemática irá fornecer CINCs (Comandos Unificados) com um multiplicador de força poderosa para alcançar objetivos militares.” O documento cita como um comitê presidencial de consultoria em 1957 reconheceu o potencial militar da modificação do tempo, o que poderia ser mais importante do que a bomba atômica. Um outro trecho diz que a modificação do tempo é a “Alteração dos fenômenos climáticos sobre uma área determinada, por um período d e tempo limitado”. Como explicado no documento, a modificação do tempo é dividida em duas categorias: supressão e intensificação de fenômenos meteorológicos. Em casos extremos, diz o relatório, pode incluir a criação de novos padrões de clima, atenuação e controle de tempestades e, até mesmo, a alteração do clima global em longa extensão e duração.

Hoje, precipitação, nevoeiro e tempestades são criados e conduzidos pela tecnologia de modificação do tempo sobre qualquer área do planeta, daí o termo “clima por encomenda”. Governos como o chinês, russo e americano já mostraram sua capacidade de conduzir os fenômenos climáticos.

Quando se trata de precipitação, a técnica mais eficaz é a utilização de motores de pós-combustão do tipo jato para gerar partículas de carbono enquanto voam em massas de ar específicas. Muitas vezes, os aviões injetam hidrocarbonetos no ar, outras vezes é uma mistura de metais pesados como descrito anteriormente. É por isso que contrails se transformaram em chemtrails. O documento intitulado “O Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o tempo até 2025”, admite que veículos aéreos não tripulados (UAV) são tão eficazes quanto os aviões pilotados por humanos na pulverização dos produtos químicos, mas que os UAV têm outra vantagem: Eles podem voar sobre uma determinada área sem serem detectados pelo radar. O uso de UAV tem ajudado os militares a controlarem o resultado de seus experimentos de uma forma mais eficiente. Por exemplo, a pulverização química de núcleos ao longo de uma área específica pode ser obtida com maior precisão de modo que a chuva cai antes de atingir o local natural de precipitação. Isto é como os manipuladores do tempo conseguem causar seca.

Nevoeiro é um outro elemento do tempo que pode ser facilmente afetado por programas de modificação do tempo. A tecnologia permite que os manipuladores tempo injetem núcleos na névoa quente, por exemplo, para dissipá-la controlando o tamanho, qualidades, dispersão e flutuação. De acordo com um artigo de novembro 1995 de J. Storrs Hall intitulado Overview of Nanotechnology”, nano-partículas se comunicam umas com as outras e orientam o seu comportamento em um esforço para gerar uma rede de sensores de grande porte que aumenta os efeitos da sua capacidade para alterar a sua temperatura e polaridade.

Projetos de pesquisa do Exército datados da década de 1990 também demonstraram como a névoa pode ser feita utilizando equipamento comercial e como este nevoeiro bloqueia os raios UV com sucesso, os espectros de infravermelho e visível, o que ajuda os militares a esconder as emissões de tais espectros quando são enviados de suas armas a laser . Estas experiências são explicadas por Robert A. Sutherland em seu artigo de 1991 intitulado “Resultados de experiências com nevoeiro produzidos pelo homem”, que foi publicado nos Anais da Conferência Atmosférica Battlefield em 1991.

Quando se trata de tempestades, manipuladores meteorológicas não decepcionaram. A tecnologia atual lhes permite alterar variáveis, tais como a libertação de calor latente, a quantidade de vapor de água para o desenvolvimento das nuvens, aquecimento da atmosfera para aumentar a instabilidade e, em geral, proporcionar ou criar condições para tornar a atmosfera instável o suficiente para causar tempestades. Com a modificação de tempestades vem a modificação do tempo espacial. O controle e modificação da ionosfera feito com a tecnologia HAARP tem, pelo menos, duas funções: melhorar as comunicações deterioração a dos inimigos em potencial e utilizar a ionosfera para manipular padrões climáticos.

Como explicado anteriormente, atingindo a ionosfera com raios de alta freqüência faz com que protuberâncias apareçam e essas protuberâncias, por sua vez, criam vácuos. Os vácuos, então, afetam o comportamento do ar, o que afeta diretamente o clima em todo o planeta. Fazendo a ionosfera mais estável para fins de comunicação, os manipuladores militares pretendem usá-la para a sua vantagem ou bloqueá-la de modo que outros militares não possam se comunicar corretamente.

Apêndice A do documento “O Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o tempo até 2025” explica porque a ionosfera é importante para a modificação do tempo. “Essa região é composta de camadas de partículas eletricamente carregadas livres que transmitem, refratam e refletem ondas de rádio, permitindo que essas ondas possam ser transmitidas a grandes distâncias. “Infelizmente, para os manipuladores militares, a ionosfera não é estável. Na verdade, ela muda assim como as mudanças climáticas da Terra. Felizmente, para eles, a ionosfera também pode ser modificada.

“Embora a ionosfera atue como um ” espelho ” natural de ondas de rádio HF, se encontra num estado de fluxo constante e, portanto, a sua” propriedade espelho “pode ​​ser limitada. Como o clima terrestre, as propriedades da ionosfera mudam de ano para ano, de dia para dia, e até mesmo de hora para hora. Esta variabilidade da ionosfera, chamada clima espacial, pode causar insegurança nas comunicações terrestres e espaciais que dependem de reflexão ionosférica ou transmissão. Variabilidade do clima espacial afeta a forma como a ionosfera atenua, absorve, reflete, refrata e altera a propagação, fase e amplitude características de ondas de rádio. Estas mudanças de tempo podem surgir a partir de determinadas condições climáticas, tais como: (1) a variabilidade da radiação solar que entra na atmosfera superior, (2) o plasma solar que entra no campo magnético da terra, (3) as marés gravitacionais atmosféricas produzidas pelo sol e lua, e (4) o inchaço vertical da atmosfera devido ao aquecimento diurno do sol. O clima espacial também é significativamente afetado pela atividade solar, a inclinação do campo geomagnético da Terra e mudanças ionosféricas abruptas resultantes de eventos como tempestades geomagnéticas da terra. ”

Dado que os manipuladores militares são, agora, capazes de modificar a quantidade de radiação solar que chega a uma determinada área de terra através de chemtrails, como se comporta a atmosfera e a modificação da atmosfera para torná-la útil para os seus fins de modificação de clima e comunicação, a modifcacação do clima já não é mais uma “teoria da conspiração”. Na verdade, o sucesso da modificação da atmosfera e da ionosfera tem sido demonstrado por meio de técnicas de modificação terrestres que utilizam aquecimento por alta frequência, aquecimento oblíquo de frequência elevada, o aquecimento por microondas e o aquecimento magnetosférico. Para mais detalhes sobre estas experiências, leia a pesquisa realizada pelo Capitao Mike Johnson em Setembro 24, 1992: Pesquisa sobre Modificação Atmosférica na União Soviética.

No que se refere à criação de uma ionosfera artificial uniforme que serve os propósitos do complexo militar industrial, já existem capacidades de decapitar qualquer estado em qualquer lugar do mundo. Este fato foi confirmado pelo Dr. Bob Bowman, o ex-diretor de Desenvolvimento avançado em programas espaciais para a Força Aérea dos EUA durante a administração dos presidentes Ford e Carter. Veja uma entrevista de 30 minutos com o Dr. Bowman aqui. Uma ionosfera artificial modificada cria um espelho para a radiação eletromagnética de uma freqüência selecionada ou uma faixa de freqüências. A nano tecnologia oferece a possibilidade de criar nuvens de partículas de microcomputadores que se comunicam umas com as outras para criar um clima simulado. Por sua vez, esta simulação permite que os manipuladores modifiquem o clima de uma forma efetiva fazendo parecer que forças naturais foram responsáveis ​​por tal tempo, não a Geo-engenharia.

“Precauções contra armas não convencionais devem ser intensificadas visto que terroristas desenvolvem armas químicas, biológicas e métodos eletromagnéticos que podem criar buracos na camada de ozônio ou provocar terremotos ou vulcões”, disse o ex-secretário de Defesa dos EUA, William Cohen, falando na Universidade da Geórgia em 1997. Ele estava certo. Os terroristas tomaram posse plena de tais armas e agora as estão usando para artificialmente modificar o tempo em seu próprio benefício, enquanto arrasa o meio ambiente. Com todas essas informações, podemos tranqüilamente concluir que eles não vão ter que esperar até 2025 para controlar o tempo. Eles já o fazem.

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Climate Change more likely spurred by Planetary Geo-engineering

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | NOVEMBER 27, 2012

Anthropogenic activity as the cause of planetary warming may be a hoax, but the planet is indeed getting warmer. The news here is that different from what climate alarmists have said for decades, such warming, at the rate it is happening, may not be caused by the burning of fossil fuels or industrial activity. There is a more powerful driver of global warming, and that is solar activity.

The sun has experienced lows and highs throughout its existence and so have all the planet’s temperatures. But on Earth there is a second component of global warming that is affecting the planet’s stability. Geo-engineering, which is the artificial modification of the weather over a determined area, seems to be directly responsible for the unusual weather and climate patterns seen in the last 15 years. The technique has been used for at least 60 years, the patents for the different kinds of Geo-engineering have been awarded for a long time and the application of the various types of planetary engineering have been tested exhaustively in laboratory and in open air.

The most popular of all methods of planetary engineering is the use of Chemtrails. Chemtrails are showers of chemicals poured over determined areas with the intent of affecting weather patterns. The use of chemicals such as aluminum, barium and strontium, which have been sprayed over the planet for the past 6 decades allowed military contractors to test the effects of such chemicals on weather patterns in order to produce ways to drive or control weather elements such as rain, storms, winds and others.

The project to manipulate the weather was focused on how military applications of Geo-engineering could provide advantages for the United States armed forces in any possible fight against potential enemies, but today other nations such as Russia and China also possess technology to modify the weather. The studies seem to have begun back in the 1940’s, and applications and tests began to run in the 1950’s. By injecting chemicals into the atmosphere, proponents of weather modification and its use as a force magnifier are able to make it rain, cause floods, prevent rainfall, cause droughts, create and direct storms and even cause seismic activity. (see link with list of patents).

HOW THE WARMING OCCURS

Although weather modification is usually focused on a determined area, the consequences of manipulating the weather over limited areas for the past 60 years brought along a dangerous side effect. The injection of condensation nuclei as part of military operations and weather modification experiments that sought to stop the supposed man-made global warming had the unintended consequence of trapping more heat that it actually kept out by supposedly blocking the sun. More heat was trapped under the atmosphere than the amount that was supposedly deflected by the metallic particles sprayed by airplanes. That is the testimony of former Chief Agent in charge of the FBI, Ted L. Gunderson.

The excessive accumulation of heat, however, is only one of the many direct consequences of Geo-engineering. Multiple experiments conducted by the military and military contractors all over the world disrupted the hydrologic cycle and made the planet darker. According to Geoengineeringwatch.org, some of the consequences of interventions to modify the weather are: Greatly reduced overall global rainfall, completely disrupted global hydrological cycle, loss of blue skies and direct sunlight, thus effecting photosynthesis, greatly increased global drought, greatly diminished crop yields, decimated ozone layer, Northern and Southern hemispheres, contaminated soils, contaminated waters, contaminated atmosphere and breathable air column, unquantifiable negative impacts to all life forms, increased dry lightning strikes creating record forest fires, possible triggering of climate feed back loops like methane hydrate and clathrate releases. 

Global dimming increased over the last 50 years, and many experts believe that the Earth is now at least 25 percent darker than before. Both the disruption of the hydrologic cycle and darkening of the planet have in turn caused more damage to all forms of life. According to Geo-engineering researcher Dane Wigington, the extinction of species has been greatly accelerated due to weather modification. The rate of extinction has increase by 1,000 times. The establishment media though, have acted fast to blame global dimming on human emissions of CO2 and industrial pollution. An example of this is the BBC’s recently produced documentary called Horizon.

The current warming triggered by Geo-engineering has also caused the rapid loss of Arctic ice. The breaking of a gigantic methane reservoir in the arctic causes the melting of 130,000 square kilometers of ice a day in that region. “Methane is 100 times more effective than CO2 as a green house gas,” says Wigington. Currently, Geo-engineering researchers such as Mr. Wigington believe that at least three new Geo-engineering stations or facilities are being constructed in the Arctic, which will add up to a total of 21 around the world. Geo-engineering facilities are spread over most of the Western world, including Alaska, South America, Europe, Asia, Australia and the Caribbean. For a complete list of these stations please click here.

Despite the damage already caused by Geo-engineering, members of the U.S. government such as White House Science Czar John Holdren called for the use of Geo-engineering techniques such as aerosol spraying of heavy metals as a way to slow down the consequences of what climate alarmists led by the United Nations call man-made global warming. Holdren and other carbon tax pushers such as Al Gore and James Hansen have not been clear about which humans are the ones responsible for such warming, but today, we know that the usual suspects are also involved in the current decimation of natural resources such as air, water and soil. The global warming issue is then a double hoax. First, it is a fake crisis in the sense that humanity’s traditional activities are not the main cause of such warming. Second, real warming has been caused by Geo-engineering which militaries and governments have been playing with since the 1950’s.

Climate alarmists at the highest levels, who are using global warming as a money-making scheme and who are pushing for the imposition of a global mandatory carbon tax scheme to “save us” from doom, forgot to tell the public that it was their open air experiments the ones that caused almost all the warming, instead of the use of fossil fuels or industrialization, which they blame for it. The last two activities also contribute to the pollution of the planet but at a much smaller scale when compared with the effects of Geo-engineering, which has been happening non-stop since at least the beginning of the 1950’s.

THE APPLICATIONS OF GEO-ENGINEERING

As mentioned before, Geo-engineering was first sought as a tool to provide an advantage for those waging war anywhere on the planet and that is exactly what the experiments and more recent geo-attacks have done. But Geo-engineering is not limited to the spraying of heavy metals over the population. A second element, perhaps the most powerful one of the weather modification scheme is the High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP). Chemtrails and HAARP are more related than first thought.

After airplanes spray aerosolized metallic particles on the atmosphere, this layer of the planet becomes more conductive, which means it is ready to be shot at with high frequency rays. The application of such energy creates bulges in the atmosphere, which in turn produce a vacuum. The vacuum then affects the normal behavior of the jet stream, that later causes abnormal reactions in local, regional and global weather patterns. Today, HAARP is capable of heating up the ionosphere by up to 15,000 degrees Farenheit at any given time.

Both aerosol spraying and HAARP are instrumental in the creation and manipulation of storms. That is how hurricanes can be triggered and literally driven over any area of the planet. Long are the days when the military industrial complex needed to wait for the right conditions to exist to carry out their experiments and attacks. Now, they can even create those conditions, prepare the field and carry out the attack. In the 21st century, the new thing is made-to-order weather. It is estimated that some 20 million tons of nano particles of aluminum, barium, strontium and led have been sprayed over the planet since Geo-engineering began back in the 1950’s.

Since weather is now made-to-order, a new caveat is added to local or planetary weather modification. Financial vultures who have information on the use of weather modification technology, are now betting on weather events or on the consequences of those events. Weather modification through chemtrails and HAARP has now become a product that is tradeable. Back in 2004, Andrea Psoras, from QED International responded a letter from the Commodities Future Trading Commission (CFTC) regarding its request to evaluate the regulation of something called “Event Contracts”.

Ms. Psoras responded by saying that not everything was a commodity and that neither anything that was covered by insurance should be exchange tradeable. In an attempt to warn about the uncontrolled use of weather modification technology to wage war or to trade event contracts, she also mentioned Congressmen Dennis Kucinich and John Glenn’s request to Congress to ban the use of space-based weapons.

WHAT IS WEATHER MODIFICATION CAPABLE OF DOING?

Although back in the 1940’s and 1950’s weather modification was all about potential uses of the different technologies, to change weather patterns, today those technologies are completely operational. The details about the power of weather-based weapons have to wreak havoc is very clear, as researchers have discovered for the past two decades of study. A revealing report titled Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather by 2025, was made public around 1996. The document describes how weather modification will become part of what it calls national security with both “domestic and international applications.”

“A global, precise, real time, robust and systematic weather modification capability will provide war fighting CINC’s (Commander in Chief of a Unified Command) with a powerful force multiplier to achieve military objectives.” The paper cites how a 1957 presidential advisory committee recognized the military potential of weather modification, which could be more significant than the atom bomb. Another extract then confesses that weather modification is the “alteration of weather phenomena over a determined area for a limited period of time.” As explained on the document, weather modification is split into two categories: suppression and intensification of weather phenomena. In extreme cases, the report says, it may include the creation of whole new weather patterns, attenuation and control of storms and even the alteration of global climate on a far reaching and long-lasting extent.

“Extreme and controversial examples of weather modification, creation of made to order weather, large scale climate modification, creation and / or steering of storms,” and so on. “With enough lead time and the right conditions, you could get made to order weather,” said mathematician William Brown on his article “Learn how to tame Chaos“, which was published on New Scientist Magazine in May 1992. Today, precipitation, fog, and storms are created and driven at will by weather modification technology over any area of the planet, hence the term make to order weather. Governments like the Chinese, Russian and American have already shown their ability to drive weather phenomena.

When it comes to precipitation, the most cost effective technique is the use of afterburner-type jet engines to generate carbon particles while flying to specific air mass. Many times, airplanes inject hydrocarbons into the air, other times is a mixture of heavy metals as described above. That is why contrails have now turned into chemtrails. The document titled Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather by 2025, admits that unmanned aerial vehicles (UAV) are as effective as human piloted planes when spraying the chemicals but that UAV’s have another advantage: They can fly over a determined area without being detected by radar. The use of UAV’s has greatly helped the military and its contractors to more efficiently control the outcome of their experiments. For example, spraying chemical nuclei over a specific area can be achieved with more precision so that rain falls before it reaches its natural place of precipitation. This is how the weather manipulators manage to cause drought.

Fog is another weather element that can easily be affected by weather modification programs. Technology allows weather manipulators to inject nuclei into warm fog, for example, to dissipate it by managing the size, dispersal qualities and buoyancy. According to a November 1995 paper by J. Storrs Hall titled “Overview of Nanotechnology“, nano-particles communicate with each other and steer their behavior in an effort to generate a large sensor network which enhances the effects of their capacity to change their temperature and polarity. Army research projects dated to the 1990’s also demonstrated how fog can be produced using commercial equipment and how this fog successfully blocks the UV, IR and visible spectrums, which helps the military hide the emissions of such spectrums while sent out from their laser weapons. These experiments are explained by Robert A. Sutherland in his 1991 paper “Results of man-made Fog Experiments“, which was published in the Proceedings of the 1991 Battlefield Atmospheric Conference.

When it comes to storms, weather manipulators have not been disappointed. Current technology enables them to change variables such as latent heat release, the amount of water vapor for cloud development, surface and lower atmospheric heating to increase instability and in general provide or create conditions to make the atmosphere unstable enough to cause storms to appear. With storm modification comes space weather modification. The control and modification of the ionosphere done with HAARP technology serves at least two functions: improve communications while deteriorating that of potential enemies and to use the ionosphere to manipulate weather patterns.

As explained earlier, shooting up the ionosphere with high frequency rays causes bulges to appear and these bulges in turn create vacuums. The vacuums then affect jet stream behavior, which directly affects weather and climate everywhere on the planet. As for making the ionosphere more stable for communication purposes, the military manipulators intend to use the ionosphere as a sort of clean sheet from where they intervene all kinds of communications for their advantage; either to enhance for their benefit or to block it  so that other militaries can’t communicate properly.

Appendix A of the Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather by 2025 document explains why the ionosphere is important for space weather modification. “This region consists of layers of free electrically charged particles that transmit, refract, and reflect radio waves, allowing those waves to be transmitted great distances around. The interaction of the ionosphere on impinging electromagnetic radiation depends on the properties of the ionospheric layer, the geometry of transmission, and the frequency of the radiation.” Unfortunately for the military manipulators, the ionosphere is not stable. In fact it changes just as the Earth’s weather changes. Fortunately for them, the ionosphere can also be modified.

“Although the ionosphere acts as a natural “mirror” for HF radio waves, it is in a constant state of flux, and thus, its “mirror property” can be limited at times. Like terrestrial weather, ionospheric properties change from year to year, from day to day, and even from hour to hour. This ionospheric variability, called space weather, can cause unreliability in ground- and space-based communications that depend on ionospheric reflection or transmission. Space weather variability affects how the ionosphere attenuates, absorbs, reflects, refracts, and changes the propagation, phase, and amplitude characteristics of radio waves. These weather dependent changes may arise from certain space weather conditions such as: (1) variability of solar radiation entering the upper atmosphere; (2) the solar plasma entering the earth’s magnetic field; (3) the gravitational atmospheric tides produced by the sun and moon; and (4) the vertical swelling of the atmosphere due to daytime heating of the sun. Space weather is also significantly affected by solar flare activity, the tilt of the earth’s geomagnetic field, and abrupt ionospheric changes resulting from events such as geomagnetic storms the earth.”

Given that the military manipulators are now able to modify the amount of solar radiation that gets to a determined area on Earth through chemtrails, how the atmosphere behaves and molding the ionosphere to make it useful for their purposes of weather and communication modification, the theory of owning the weather by 2025 has now become practice, while removing the “conspiracy theory” aspect from itself. In fact, upper atmospheric and ionospheric modification success has been demonstrated through ground based modification techniques that utilize high frequency heating, oblique high frequency heating, microwave heating and magnetospheric heating. For more details on these experiments, read Captain Mike Johnson’s September 24, 1992 work titled Upper Atmospheric Research and Modification-Former Soviet Union.

As for the creation of an artificial uniform ionosphere which serves the purposes of the military industrial complex, capabilities already exist to decapitate any State anywhere in the world. This fact was confirmed by Dr. Bob Bowman, the former Director of Advanced Space Programs Development for the U.S. Air Force in the Ford and Carter administration. See a 30 minute interview with Dr. Bowman here. An artificially modified ionosphere creates a mirror for electromagnetic radiation of a selected frequency or a range of frequencies. Nanotechnology now offers the possibility to create clouds of microcomputer particles which communicate with each other to create simulated weather. In turn, this simulated weather allows the manipulators to effectively modify the weather in a way that seems as if natural forces were responsible for such weather, as supposed to Geo-engineering technologies.

“Precautions against unconventional arms must be intensified as potential terrorists develop chemical, biological weapons and electromagnetic methods that could create holes in the ozone layer or trigger earthquakes or volcanoes,” said former U.S. Secretary of Defense, William Cohen speaking at the University of Georgia in 1997. He was right. The terrorists have taken full possession of such weapons and are now using them to artificially modify the weather for their own benefit while destroying the environment. With all of this information, we can calmly conclude that they won’t have to wait until 2025 to own the weather. They already do.

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Antártida era uma vez uma Floresta Verde

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 12 AGOSTO, 2012

Um dos pontos que alarmistas do clima nunca consigo entender é a explicação de como a mudança climática ocorre ao longo de séculos ou milênios, e como os padrões do tempo tem pouco a ver com a limitada influência da atividade humana.

Vários exemplos vêm à mente quando se tenta explicar como o clima tem mudado sempre, sem assistência humana. Londres já esteve completamente congelado, e é agora um lugar onde os seres humanos podem viver. As terras que agora são desertos, uma vez alojaram formas de vida no que foram florestas tropicais exuberantes.

O exemplo mais recente de como a mudança climática é independente da atividade humana é a descoberta de que o pedaço de terra hoje conhecido como Antártida, costumava ser uma floresta tropical 52 milhões de anos atrás. Os cientistas chegaram a essa conclusão depois de analisar o fundo do mar a 1.000 metros de profundidade, onde encontraram pólen, esporos e restos de uma floresta subtropical. Esta descoberta no entanto, mais uma vez foi usada para promover as os cenários apocalípticos que as corporações por trás do movimento ambiental quer que todos acreditem.

Segundo os cientistas, as correntes oceânicas quentes e o excesso de dióxido de carbono no ar, originou há 52 milhões de anos atrás, uma floresta tropical na costa da Antártida, disseram os pesquisadores da Universidade de Frankfurt e do Centro de Pesquisa sobre a Biodiversidade e o Clima da Alemanha. Isto confirma descobertas anteriores que mostram como o aumento de CO2 na atmosfera só cria um mundo com recursos naturais abundantes, onde todas as formas de vida são beneficiadas.

Os cientistas chegaram a essa conclusão depois de analisar o fundo do mar a 1.000 metros de profundidade, onde há restos de esporos e pólen, restos de um mundo tropical ou subtropical. O estudo, publicado na revista Nature detalha como a Antártida teria sido uma selva, como é conhecido hoje em áreas dos trópicos.

“Naquela época, a temperatura estava entre 50 e 60 graus mais quente do que agora”, disse o especialista em Climatologia Paleolítica na Universidade de Frankfurt, Jörg Pross. E pensar que há ‘cientistas’ que dizem que o aumento de 1 ou 2 graus Celsius poderia causar um desastre global.

“O alto teor de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera e as correntes oceânicas quentes foram os responsáveis ​​pela situação climática”, disse Pross. “A concentração de dióxido de carbono teria sido mais que o dobro do que hoje.”

A análise permite que os cientistas desenvolvam uma previsão sobre o clima futuro da Terra. “Se continuarmos com as atuais emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis, a concentração de CO2 na atmosfera atingira o nível em menos de cem anos”, disse Pross.

Os cientistas estimam que, nas condições vistas ha 52 milhões de anos, lugares como a costa leste dos Estados Unidos e grande parte da Alemanha teriam estado submersas na água. Eles acreditam que o nível do mar poderia ter sido entre 70 e 80 metros mais alto do que hoje. Enquanto a Antártida era como um paraíso exuberante, outras partes do mundo eram mundos gelados como os pólos sao hoje, da mesma forma que os desertos são agora inabitáveis, mas eram o lar de milhares de espécies que viveram há milhões de anos.

Até agora, os pesquisadores foram incapazes de encontrar restos de animais em seus buracos, a 200 quilômetros da costa de Wilkes na Antártica oriental. “Mas deve ter havido uma grande quantidade de insetos”, disse o cientista. Graças ao pólen e esporos encontrados, eles foram capazes de reconstruir o mundo tropical onde hoje só é possível ver blocos de gelo, mas onde antes havia plantas, palmeiras e árvores.

Como explicado acima, o segredo para a sobrevivência da espécie humana não se baseia em voltar a viver em cavernas, ou em cidades prisão, como os oligarcas querem fazer hoje, mas em encontrar formas inovadoras para adaptar e melhorar as formas existentes de vida. Isso é o que a humanidade fez antes da revolução industrial, e é isso que precisa fazer agora. Inovação, é claro, inclui encontrar formas de garantir nossa sobrevivência, e não o desaparecimento da humanidade como um todo para que algumas pessoas possam viver como reis por um longo tempo.

Os resultados não são apenas a confirmação de que a natureza é mais poderosa do que os seres humanos e qualquer coisa que tenhamos sido capazes de fazer durante os últimos 60 ou 70 anos, mas também que não importa o que os seres humanos façam. O planeta terá sempre uma maneira de adaptar-se, evoluir e se tornar “imune”. Isso é o que todas as espécies que vivem neste planeta fizeram e estão fazendo. É aí que a discussão deve centrar-se, em vez de falar sobre como as pessoas devem pagar impostos para financiar a oligarquia, para que seus membros possam tentar salvar a todos nós — uma coisa que não podem sequer começar a fazer.

La Antártida fue una vez una Selva Verde

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 12 AGOSTO, 2012

Uno de los puntos con los que los alarmistas del clima nunca pueden comprender es la explicación sobre como el cambio climático se produce a lo largo de siglos o milenios, y cómo los patrones del clima tienen poco que ver con la escasa influencia de la actividad humana.

Varios ejemplos vienen a la mente al tratar de explicar cómo el clima ha estado cambiando siempre, sin ayuda humana. Londres estuvo una vez completamente congelado, y ahora es un lugar donde los seres humanos pueden vivir. Las tierras que ahora son desiertos alojaron formas de vida que sólo pueden existir en la exuberante selva tropical.

El ejemplo más reciente ejemplo de cómo el clima cambia de forma independiente de la actividad humana es el descubrimiento de que el pedazo de tierra conocido hoy como la Antártida, solía ser una selva tropical hace 52 millones de años. Los científicos llegaron a esta conclusión después de analizar el fondo del mar a 1.000 metros de profundidad, donde encontraron polen, esporas y restos de un bosque subtropical. Este descubrimiento sin embargo, una vez más ha sido utilizado para avanzar el escenario del fin del mundo global que las corporaciones detrás del movimiento ambientalista quiere que todos crean.

Según los científicos, las corrientes cálidas del océano y el exceso de dióxido de carbono en el aire, originó 52 millones de años atrás, una selva tropical en la costa de la Antártida, dijeron los investigadores de la Universidad de Frankfurt y el Centro Alemán de Investigación de la Biodiversidad y el Clima. Este hecho confirma los hallazgos previos que mostraron cómo una mayor cantidad de CO2 en la atmósfera sólo crea un mundo con abundantes recursos naturales, donde todas las formas de la vida se ven beneficiadas.

Los científicos llegaron a esta conclusión después de analizar el fondo del mar a 1.000 metros de profundidad, donde se encuentran restos de polen esporas, los restos de un bosque tropical o subtropical. El estudio publicado en la revista Nature detalla lo que habría sido una selva, como se conoce hoy en día en las zonas de los trópicos.

“En ese momento la temperatura era de entre 50 y 60 grados más caliente que ahora”, dijo el experto en climatología del Paleolítico en la Universidad de Frankfurt, Jörg Pross. Y pensar que hay ‘científicos que dicen que 1 o 2 grados centígrados más causarían un desastre global.

“El alto contenido de dióxido de carbono (CO2) en la atmósfera y las corrientes oceánicas cálidas fueron los responsables de la situación climática”, dijo Pross. “La concentración de dióxido de carbono habría sido más del doble que el de hoy”.

El análisis permite a los científicos desarrollar una predicción sobre el comportamiento futuro del clima en la Tierra. “Si continuamos con las actuales emisiones de CO2 mediante la quema de combustibles fósiles sin obstáculos, la concentración de CO2 en la atmósfera alcanzará el nivel en menos de un centenar de años”, dijo Pross.

Los científicos estiman que bajo las condiciones vistas hace 52 millones de años, lugares como la costa este de los Estados Unidos y gran parte de Alemania habrían estado sumergidas bajo el agua. Ellos creen que el nivel del mar podría haber estado entre 70 y 8o metros más alto que en la actualidad. Mientras que la Antártida parecía un paraíso exuberante, otras partes del mundo eran mundos helados como lo son los polos hoy en día, de la misma manera que los desiertos son lugares inhabitables hoy, pero que fueron el hogar de miles de especies que vivieron millones de años atrás.

Hasta ahora, los investigadores no han podido encontrar restos de animales en sus agujeros a 200 kilómetros de la costa de Wilkes en el este de la Antártida. “Pero debe haber habido una gran cantidad de insectos”, dijo el científico. Gracias al polen y las esporas encontradas fueron capaces de reconstruir el mundo de la época, donde hoy en día sólo se pueden ver bloques de hielo, pero donde una vez existieron plantas, palmeras y árboles.

Como se explicó antes, el secreto para la supervivencia de la especie humana no se basa en volver a vivir en cavernas, o en ciudades de prisión, como los oligarcas quieren hacer hoy, pero en encontrar formas innovadoras para adaptarse y mejorar las formas actuales de vida. Eso es lo que la humanidad hizo antes de la revolución industrial, y eso es lo que tiene que hacer ahora. La innovación, por supuesto, incluye encontrar maneras para asegurar nuestra supervivencia, no la desaparición de la humanidad como un todo para que unas pocas personas puedan vivir como reyes durante mucho tiempo.

Los resultados no sólo son una confirmación de que la naturaleza es mucho más poderosa que cualquier cosa que los seres humanos han sido capaces de hacer durante los últimos 60 o 70 años, pero también que no importa lo que los humanos hagan en este planeta. El planeta siempre tendrá una manera de sacudirse, adaptarse, evolucionar y tornarse “inmune”. Eso es lo que todas las especies que viven en este planeta han hecho y siguen haciendo. Ahí es donde la discusión se debe concentrar, en lugar de hablar sobre cómo la gente debe pagar impuestos para financiar la clase oligárquica, para que sus miembros puedan intentar salvarnos a todos — lo cual ni siquiera pueden empezar a hacer.

Antarctica was once a Green Rainforest, scientists report

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | AUGUST 3, 2012

One point with which climate alarmists always struggle with, is understanding, explaining or accepting how climate patterns occur throughout centuries or millenia, and how those patterns have little to do with the insignificant influence of human activity.

Several examples come to mind when trying to explain how climate has always been changing, without human help. London was once completely frozen, and now it is a place where humans can live. Lands that are now deserts, used to host live forms that can only exist in lush rainforests or jungles.

The most recent example of how climate changes independently of human activity is the discovery that the piece of land known today as Antarctica, used to be a tropical jungle 52 million years ago. Scientists arrived to this conclusion after analyzing the ocean floor 1,000 meters deep, where they found pollen, spores and remains of a subtropical forest. This discovery however, has once again been used to advance the global doomsday scenario that the corporations behind the fake green movement want us all to believe in.

According to scientists, warm ocean currents and excess carbon dioxide in the air originated 52 million years ago a rainforest on the coast of Antarctica, researchers said today at the University of Frankfurt and the German Research Center for Biodiversity and Climate (BiK .) This fact confirms previous findings that showed how a larger amount of CO2 in the atmosphere only creates a world with abundant natural resources, where all forms of life benefit from.

Scientists reached this conclusion after analyzing the seabed 1,000 meters deep, where they found pollen and spores, remnants of a tropical or subtropical forest. The study published in the journal Nature gives details about what would have been considered as a jungle in today’s world.

“At that time the temperature was between 50 and 60 degrees warmer than now,” said the expert on Paleolithic climatology at the University of Frankfurt Jörg Pross. So much of the climate warming up by 1 or 2 more degrees celsius.
“The high content of carbon dioxide (CO2) in the atmosphere and the warm ocean currents were responsible for the climatic situation,” said Pross. “The concentration of carbon dioxide would have been more than twice that of today”.

The analysis of the past allows scientists to develop a prediction about the future behavior of the climate on Earth. “If we continue with current CO2 emissions through burning fossil fuels unhindered, the concentration of CO2 in the atmosphere will reach the level in less then a hundred years,” said Pross.

Scientists estimate that under the conditions seen 52 million years ago, places like the east coast of the United States and much of Germany would have been submerged under the water. They believe that the sea level could have been as much as 70 to 8o meters higher than today. While the Antarctica looked like a lush paradise, other parts of the world most likely would have been the icy cold worlds that the poles are today, in the same way than deserts are uninhabitable places today, but that were the home of thousands of species of living things millions of years ago.

So far, researchers have failed to find remains of animals in their holes at 200 kilometers off the coast of Wilkes Land in East Antarctica. “But there must have been a lot of insects,” said the scientist. Thanks to the pollen and spores found were able to reconstruct the plant world of the time, so that where today only you can see blocks of ice, growing all kinds of jungle plants like palms and baobab trees.

As explained before, the secret for the survival of the human species is not based on getting back to living in caverns, or prison cities, as the oligarchs wish to do today, but to find innovative ways to adapt and improve current ways of life. That is what humanity did before the industrial revolution, and that is what it needs to do now. Innovation of course includes finding ways to assure our survival first, not the demise of humanity as a whole so a few people can live like kings for a long time.

The findings are not only a confirmation that nature is much more powerful than whatever humans have been able to do for the past 60 or 70 years, but also that no matter what humans throw at this planet, it will always find a way to get around it, adapt, evolve and become ‘immune’ to it. That is what all species that live in this planet have done and continue to do. That is where the discussion should be moving towards, as supposed to talking about how to tax people in order to finance the oligarchical class, so its members can attempt to save us all — which they can’t even begin to do.