O que está acontecendo no Oriente Médio?

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
27 Fevereiro, 2011

Se a crise no Oriente Médio e Norte da África bloqueia a produção de petróleo na Líbia e na Argélia, os preços do petróleo podem explodir e atingir 220 dólares por barril. Segundo um novo relatório da Nomura-Tóquio, a parada simultânea de OPEP vai reduzir a capacidade de produzir 2,1 milhões de barris por dia. Durante a Guerra do Golfo em 1990-1991, os preços do petróleo saltaram 70% em sete meses, quando a capacidade foi reduzida para apenas 1,8 milhões de barris por dia.

Ex-Secretário de Estado Henry Kissinger

Ex-Secretário de Estado Henry Kissinger

Porter Stansberry, fundador da Stansberry Investment Research & Associates, chegou à mesma conclusão. Ele concorda que no final de 2012, o preço do petróleo, que vai atravessar a 200 dólares o barril, fará com que o dólar deixe de ser a moeda reserva mundial. Além disso, não havera fornecimento de petróleo do Oriente Médio. O que isto significa é que tudo o que hoje é avaliado em dólares sera profundamente afetado, inclusive a dívida pessoal, de empresas e dos governos. Os analistas concluem que nem a Arábia Saudita, que visa suprir o mercado com mais petróleo pode acalmar a crise provocada pelos globalistas que controlam o Oriente Médio, Europa, Ásia e América.

Vários reportes da mídia indicam que Muammar Kadafi, atual ditador da Líbia, está decidido a sabotar a sua produção de petróleo, o que permitirá acelerar a crise. De acordo com Lindsey Williams, um confidente de duas empresas produtoras de petróleo, cujos diretores como Ken Fromm da Atlantic Richfield, os globalistas que controlam o fornecimento de petróleo irao violar um acordo com a OPEP assinado em 1977 pelo ex-secretário de Estado dos Estados Unidos Henry Kissinger, onde os EUA e outras nações ocidentais se comprometeram a não usar suas grandes reservas e, em vez, comprar apenas petróleo do Oriente Médio. Em contrapartida, os árabes usariam parte do dinheiro recebido para comprar títulos da dívida emitidos pelos Estados Unidos. Esse dinheiro foi usado para financiar o sistema baseado em dívida econômica que a os Estados Unidos tem usado por décadas. No final de 2012, o acordo será quebrado pelos globalistas e com isto a oferta da OPEP. Isso vai forçar as empresas a explorar as reservas nos Estados Unidos, um plano que elas já tinham preparado.

Williams forneceu um relato detalhado quatro meses atrás sobre como o Oriente Médio explodiria em caos, o que é realidade hoje no Egito, Líbia, Jordânia, Paquistão, entre outros. Os seus comentários foram acertados, porque eles foram obtidos de fontes primárias, com quem viveu por muitos anos e quem deram a informação para ele. São precisamente estas fontes globalistas que também planejaram a execução de múltiplas marchas e protestos no Oriente Médio para desestabilizar o mundo árabe e ter uma desculpa para realizar o seu plano, que inclui a violação do acordo assinado na década de setenta. Uma vez que os globalistas violem o acordo feito com os árabes, eles não terão os dólares para comprar dívida dos EUA, o que irá enfraquecer ainda mais a moeda reserva atual. Além disso, qualquer dívida comprada por árabes e outros como a China, será desvalorizada e seus investimentos perdidos.

Em 1971, Ken Fromm, disse a Lindsey Williams que os produtores não abirirían estoques americanos de petróleo até o preço chegar a US $ 200 por barril. Esse preço será atingido, de acordo com várias fontes, em 2012. Nos EUA, a falta de petróleo vai trazer conseqüências graves, assim como para quase todo o planeta. Entretanto, o maior produtor de petróleo atual, a Rússia, assinou um acordo com a China, que da aos asiáticos todo o petróleo e gás natural necessário para desenvolver sua economia e tornar se a maior economia do mundo.

Segundo Williams, os globalistas começaram a explorar as enormes reservas em território dos EUA, que permaneceram fechadas como uma condição do acordo assinado entre Kissinger e da OPEC em 1977. Atualmente, de acordo com o U.S. Geological Service (USGS), existe abaixo dos estados de Dakota do Norte, Dakota do Sul e Montana, um poço de petróleo com reservas de 503 bilhões de barris. Este poço percorre a fronteira norte cruzando ate o Canadá. A existência deste e de outros poços de petróleo com o óleo chamado “light sweet”, tem sido de conhecimento dos globalistas por décadas e é muito relevante porque este tipo de óleo requer pouco ou nenhum processamento industrial, o que significa que estaria disponível para uso quase que imediatamente.

Este óleo pode ser produzido a um custo de apenas US $ 16 dólares por barril, um preço que certamente os globalistas não irão pedir quando seja vendido a centros de distribuição. Em vez disso, segundo Williams, as corporações manterão o preço em 200 dólares ou mais, de modo que os consumidores tenham que pagar cerca de 7 ou 8 dólares para comprar gasolina em postos. De acordo com Williams, há petróleo suficiente no poço no norte para atender a demanda dos EUA até 2041. Alem deste poço, se devem acrescentar outras reservas de petróleo na América do Norte debaixo das Montanhas Rochosas, que é considerado o maior de todos os poços disponíveis no mundo e que não tem sido explorado. Segundo estudos, as reservas disponíveis nas Montanhas Rochosas atingem 2 trilhões de barris. James Bartis, um dos pesquisadores que participaram do estudo, disse que os Estados Unidos tem mais petróleo do que qualquer outro país no mundo, inclusive mais do que a soma de vários países produtores juntos. Outros poços encontrados em território americano incluem Gull Island, no Alasca e outros em Texas.

Quais serão os resultados desta mudança? Primeiro, nenhum, porque os globalistas que causam as crises econômicas, guerras e problemas sociais ainda estarão no poder e talvez serão mais poderosos do que nunca. Analistas acreditam que um mundo novo surgirá do desastre que os globalistas estão causando no Oriente. De fato, uma das maiores mudanças será a imposição de uma nova moeda reserva, dada a queda do dólar. Lindsey Williams diz que os corporatistas que são responsáveis pela atual destruição dos Estados Unidos e Europa Ocidental finalmente reconstruirão estas duas regiões do planeta, mas eles dominarão ambas mais do que nunca.

O analista de inteligência Wayne Madsen, que trabalhou para a National Security Agency (NSA) e agora é uma repórter investigativo, em Washington, DC, também concorda com Williams e o historiador Webster G. Tarpley. Segundo Madsen, os globalistas que agora causam o conflito no Norte de África são também responsáveis por protestos no Bahrein, Grécia, Turquia, Irã e Paquistão. Ele também concorda com o fato de que todos os presidentes e ditadores foram cuidadosamente selecionados e colocados ao redor do mundo para realizar os planos dos globalistas, que como troco, agora estão sendo derrubados. Madsen acredita que Kadafi provavelmente acabará fugindo de Líbia para qualquer uma das outras ditaduras que ele tem protegido, como o Zimbabué, Gâmbia, ou até mesmo a África do Sul. No Iêmen, Madsen disse que os movimentos independentes recuperarão o poder dos ditadores que os têm oprimido durante tanto tempo.

Historiadores como Webster Tarpley concordou com essa descrição em várias aparições na mídia dos EUA e a Europa. Como exemplo, Tarpley citou o discurso de Barack Obama na quarta-feira, dizendo que sua equipe de segurança nacional estava em processo de negociação com os aliados no mundo para intervir na Líbia com a intenção de “apaziguar” qualquer ação considerada extrema pelos os EUA e seus aliados. Obama fez comentários demagógicos dizendo que os Estados Unidos apoiariam os povos dos países orientais que estão sendo abusados por ditadores. Obama, contudo, não faz o que ele prega em seu próprio quintal. “Os direitos à liberdade de expressão e de reunião são invioláveis”, disse Obama, que permite a opressão de seus próprios cidadãos, quando expressam seu descontentamento com a economia ou a maneira em que o próprio Obama dirige os destinos dos EUA.

Enquanto Obama entende claramente que a origem do conflito no Oriente Médio é conseqüência direta das ações de seu país e do império anglo-saxão que o controla, ele não poupou esforços para insistir que nenhuma potência ocidental foi responsável por esse conflito. Para conseguir entender porque os globalistas causam esses distúrbios é necessario conhecer o contexto, a história, a origem da miséria de milhares de árabes que foram oprimidos por muitos anos. O que a grande maioria dessas pessoas não percebem é que estão sendo objecto de uma nova decepção, porque aqueles que alegam estar ajudando eles, realmente estão dando mais do mesmo. Resta saber se o povo permitira que isso aconteça ou saíra às ruas para exigir uma mudança real, ao invés de ser enganado, mais uma vez, por aqueles que os tem mantido no actual sistema neo-feudal durante muitas décadas.

What’s happening in the Middle East?

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
February 24, 2011

If the crisis in the Middle East and North Africa blocks oil production in Libya and Algeria, oil prices could explode and reach $ 220 per barrel. According to a new report from Nomura-Tokyo, the simultaneous interruption will reduce the capacity of OPEC to produce 2.1 million barrels a day. During the Gulf War in 1990-1991, oil prices jumped 70% in seven months, when the capacity was reduced to only 1.8 million barrels a day.

Former Secretary of State, Henry Kissinger.

Porter Stansberry, founder of Stansberry & Associates Investment Research, reached the same conclusion. The agreement is the fact that by the end of 2012, the price of oil, which will cross the $ 200 a barrel, will make the dollar collapse as a reserve currency. In addition, there will be no supply of oil from the Middle East. What this means is that everything valued in dollars will be profoundly affected, including personal, business and government debt. Analysts conclude that even Saudi Arabia, which aims to supply the market with more oil, cannot calm the crisis caused by the globalists who control the Middle East, Europe, Asia and America.

Several media reports indicate that Muammar Qaddafi, Libya’s current dictator, intends to sabotage its oil production, which would accelerate the crisis. According to Lindsey Williams, a confidant of two oil producing company directors like Ken Fromm of Atlantic Richfield, the globalists who control the oil supply will violate an agreement made with OPEC in 1977, signed by former Secretary of State Henry Kissinger, where the U.S. and other Western nations pledged not to use its vast reserves and instead buy oil produced in the Arab world. In return, the Arabs would use some of the money received to buy debt issued by the United States. This money has been used to finance the debt-based economic system that America has used for decades. In late 2012, “the agreement will be broken by the globalists,” which will end OPEC’s supply to the Western world. This will force companies to exploit massive reserves in the United States.

Williams provided a detailed account four months ago, that the Middle East would explode in chaos, which is true today in Egypt, Libya, Jordan, Pakistan, and others. The success of his comments are a result of information from first-hand sources, with whom he shared time for many years and who gave him the information. It is precisely these sources who also planned the execution of many of the marches and protests in the Middle East to destabilize the Arab world and unleash their plan that includes the violation of the agreement signed in the seventies. Once the globalists violate the agreement made with the Arabs, they will not have the dollars to purchase U.S. debt, which will further weaken the current reserve currency. Furthermore, any debt bought by Arabs and others like China, will be devalued and lost.

In 1971, Ken Fromm told Lindsey Williams that the producers would not open American reserves until the price of oil reached $ 200 per barrel. This price will be achieved according to various sources in 2012. The lack of oil will bring serious consequences, for the U.S. and the entire planet. Meanwhile, Russia, the largest oil producer of oil today, and China, have signed a deal to give the chinese all the oil and natural gas to develop its economy and become the world’s number one, above the United States.

According to Williams, the globalists will begin exploiting the huge reserves in U.S. territory, which have remained closed as a condition of the agreement signed between Kissinger and OPEC in 1977. Currently, the U.S. Geological Survey (USGS) says, there is a massive oil well right below the states of North Dakota, South Dakota and Montana, with oil reserves of about 503 billion barrels. This oil well runs through the northern border to Canada. The existence of this and other oil wells with oil of the “light sweet” type, has been there forever and the globalists have known it for decades. What is relevant about this detail is that “light sweet” oil requires little or no industrial processing, which means that would be available for use almost immediately.

This oil could be produced at a cost of just $ 16 dollars per barrel, a price that certainly the globalists will not offer to distribution centers. Instead, they will keep the price at $ 200 or more, so that consumers have to pay 7 or 8 dollars at their favorite gas stations. According to Williams, there is enough oil in this well to meet U.S. demand until 2041. To that we must add the other oil reserves in North America hidden beneath the Rocky Mountains, which is considered the largest of all wells available in the world that has not been exploited. According to studies, the available reserves in the Rocky Mountains reach 2 trillion barrels. James Bartis, one of the researchers who participated in the study, said the United States has more oil than any other country in the world, even more than several producers put together. Another massive well is found in Gull Island Alaska.

What will be the results of this massive shift in oil supply? For one, none, because the globalists that cause economic crises, wars and social unrest would still be in power and perhaps more powerful than ever. Analysts believe that a new world will emerge from the disaster that the globalists are causing in the East. In fact, one of the biggest changes will be the imposition of a new reserve currency, given the fact the dollar will not occupy that position anymore. Lindsey Williams says that the people responsible for the actual destruction of America and Western Europe will eventually rebuild these two regions of the planet, but will also have even more power over them.

Intelligence analyst Wayne Madsen, who worked for the National Security Agency (NSA) and is now an investigative reporter in Washington, DC, also agrees with Williams and Tarpley. According to Madsen, the same globalists who caused the conflict in North Africa are also responsible for the protests in Bahrain, Greece, Turkey, Iran and Pakistan. He also agrees with the fact that all these presidents and dictators have been carefully selected and placed around the world to carry out the plans of the globalists, who as payment, now get themselves overthrown. Madsen believes that Mummar Qaddafi will probably end up running out of Libya to any of the dictatorships that he has protected in the region in a matter of days, such as Zimbabwe, Gambia, or even South Africa. In Yemen, Madsen said, the independent movements will regain power from the dictators who have oppressed them for so long.

Historians such as G. Webster Tarpley has agreed with this description in several media appearances in the U.S. and Europe. Tarpley exemplifies actions such as Barack Obama’s speech Wednesday night where he said that his national security team was in the process of negotiating with allies in the world plans to intervene in Libya with the intention to appease any actions considered extreme by the U.S. and its allies. In his speech Obama used demagogic comments to support his points, saying the United States supported the people in the Middle East who are being abused by dictators. Obama however, does not do what he preaches in his own backyard. “The rights to free speech and assembly are inviolable,” said Obama, who allows oppression of American citizens when they express their discontent with the economy or the way Obama himself directs the destiny of the country.

While Obama clearly understands that the conflict in the Middle East is a direct consequence of the actions of his country and the Anglo-Saxon Empire that controls it, he has spared no effort to insist that no Western power was responsible for that conflict. He takes advantage of the fact that many people do not understand the context, history or source of the misery for thousands of Arabs who have been oppressed for many years. What the vast majority of these people do not realize is that they are being subject of a new deception, because those who claim to be helping them, are really giving them more of the same. It remains to be seen if the people allow this to happen or take onto the streets to demand accountability, but for real, without being duped, once again, by those who have kept them inside the current neo-feudal system for decades.


¿Qué está pasando en el Medio Oriente?

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Febrero 24, 2011

Si la crisis que afecta el Oriente Medio y África del Norte bloquea la producción de petróleo en Libia y Argelia, el precio del petróleo puede estallar y llegar a $220 por barril. Según un nuevo informe de Nomura-Tokio, la paralización simultánea reducirá la capacidad de OPEC de producir 2,1 millones de barriles al día. Durante la Guerra del Golfo, en 1990-1991, los precios del crudo saltaron 70% en siete meses, cuando la capacidad se redujo a sólo 1,8 millones de barriles diarios.

Antiguo Secretário de Estado estadounidense, Henry Kissinger

Porter Stansberry, fundador de Stansberry & Associates Investment Research, ha llegado a la misma conclusión. El coincide en que para finales de 2012, el precio del crudo, que surcará los $200 por barril, hará que el dólar colapse como moneda reserva. Además, no habrá oferta de crudo del Medio Oriente. Lo que esto significa es que todo aquello que este valorado en dólares se vera profundamente afectado, inclusive deuda personal, comercial y gubernamental. Analistas concluyen que ni siquiera Arabia Saudita, que pretende suplir el mercado con más de su petróleo podrá apaciguar la crisis causada por los globalistas quienes controlan el Medio Oriente, Europa, Asia y América.

Medios de comunicación indican que Muammar Qaddafi, actual dictador de Libia pretende sabotear su producción de crudo, lo cual aceleraría la crisis. Según Lindsey Williams, un confidente de dos empresas productoras de petróleo, cuyos directores como Ken Fromm de Atlantic Richfield, los globalistas que controlan la oferta de crudo violarán un acuerdo firmado con OPEC en 1977, firmado por el antiguo Secretário de Estado, Henry Kissinger, donde Estados Unidos y otras naciones occidentales se comprometieron a no usar sus extensas reservas y en lugar comprar sólo crudo del Oriente. A cambio, los árabes usarían parte del dinero recibido para comprar deuda emitida por Estados Unidos. Este dinero ha sido usado para financiar el sistema económico basado en deuda que Estados Unidos ha usado por décadas. A finales de 2012, el acuerdo será quebrantado por los globalistas, y OPEC cerrará su suministro. Esto obligará a las empresas a explotar las masivas reservas en Estados Unidos.

Williams informó detalladamente hace cuatro meses como el Medio Oriente explotaría en caos, lo cual es realidad hoy en Egipto, Libia, Jordania, Pakistán, y otros. El acertó en sus comentarios porque fueron fuentes de primera mano, con quienes ha convivido por muchos años quienes le dieron la información. Son precisamente estas fuentes globalistas quienes además planearon la ejecución de numerosas marchas y protestas en el Oriente para desestabilizar el mundo árabe y desencadenar su plan que incluye la violación al acuerdo firmado en los años setentas. Una vez que los globalistas violen el acuerdo hecho con los árabes, ellos no tendrán los dólares para continuar comprando deuda norteamericana, lo cual debilitará aún más la actual moneda reserva. Así mismo, toda la deuda comprada por los árabes y otros como China, será desvalorizada y sus inversiones perdidas.

En 1971, Ken Fromm dijo a Lindsey Williams que las empresas productoras no abirirían las reservas estadounidenses hasta que el precio del petróleo llegasen a $200 dólares por barril. Este precio será alcanzado según diversas fuentes, en 2012. En Estados Unidos, la falta de crudo traerá graves consecuencias, así como para casi todo el planeta. Mientras tanto, Rusia, el mayor productor de petróleo hoy, y China, quienes han firmado un acuerdo para dar a China todo el crudo y gas natural para desarrollar su economía y tornarla la número uno del mundo, por encima de Estados Unidos.

Según Williams, los globalistas comenzarán a explotar las gigantescas reservas existentes en territorio estadounidense, las cuales se han mantenido cerradas como condición del acuerdo firmado entre Kissinger y OPEC en 1977. Actualmente, según el Servicio Geológico de Estados Unidos (USGS), solo debajo de los estados de Dakota del Norte, Dakota del Sur y Montana, el país tiene reservas de crudo 503 mil millones de barriles. Esta caldera de petróleo se extiende a través de la frontera norte hasta Canadá. La existencia de este y otros pozos petroleros con el llamado crudo “light sweet”, ha sido de conocimiento de los globalistas por décadas y de gran relevancia pues este tipo de petroleo necesita poco o ningún procesamiento industrial, lo que significa que estaría disponible para uso casi inmediato.

Este petróleo podría ser producido a un costo de apenas $16 dolares por barril, un precio que desde luego los globalistas no ofrecieran cuando este llegue a los centros de distribución. En lugar, los controladores mantendrán el precio en $200 o más, para que los consumidores tengan que pagar unos 7 u 8 dolares al comprarlo en puestos de gasolina. Según Williams, existe suficiente crudo en el pozo al norte del país para satisfacer la demanda estadounidense hasta 2041. A esto se deben sumar las otras reservas petroleras en América del Norte escondidas bajo las Rocky Mountains, el cual es considerado como el mayor de todos los pozos disponibles del mundo y que tampoco ha sido explotado. Según estudios realizados, las reservas disponibles en las Rocky Mountains llegan a 2 trillones de barriles. James Bartis, uno de los investigadores que participó en el estudio, dijo que Estados Unidos tiene mas petroleo que cualquier otro país en el mundo; inclusive mas de lo que producirían varios de los que se consideran hoy los mayores productores. Otros pozos se encuentran en Gull Island en Alaska y Texas.

¿Cuáles serán los resultados de este cambio? Por un lado, ninguno, pues los globalistas que originan las crisis económicas, bélicas y sociales aún estarían en el poder y quizás más poderosos que nunca. Analistas creen que un nuevo mundo surgirá del desastre que los globalistas llevan a cabo en el Oriente. De hecho, uno de los grandes cambios será la imposición de una nueva moneda reserva, ante la caída del dólar. Lindsey Williams dice que los controladores que son responsables por la actual destrucción de Estados Unidos y Europa occidental eventualmente reconstruirán estas dos regiones del planeta, pero las tendrán aún más dominadas que antes.

El analista de inteligencia Wayne Madsen, quien trabajo para la Agencia de Seguridad Nacional (NSA), y es ahora un periodista investigativo en Washington, DC, también coincide con Williams y Tarpley.  Según Madsen, los mismos globalistas que causaron el conflicto en África del Norte también son responsables por las protestas en Bahrein, Grecia, Turquía, Irán y Pakistán. El también concuerda con el hecho que todos estos presidentes y dictadores han sido cuidadosamente seleccionados y colocados alrededor del mundo para llevar a cabo los planes de los globalistas, quienes como paga, ahora les quieren derrocados. Madsen adicionalmente cree que Qaddafi probablemente terminará huyendo de Libia hacia alguna de las otras dictaduras que él mismo ha protegido, tales como Zimbabwe, Gambia, o inclusive África del Sur. En Yemen, Madsen dice, los movimientos independientes recobrarán poder de los dictadores quienes les han oprimido por mucho tiempo.

Historiadores como Webster G. Tarpley ha concordado con esta descripción en varias apariciones en medios de comunicación estadounidenses y europeos. Tarpley cita acciones como el discurso de Barack Obama durante la noche del miércoles, diciéndo que su equipo de seguridad nacional estaban en el proceso de negociar planes con aliados del mundo para intervenir en Libia con la intención de apaciguar cualquier acción considerada extrema por Estados Unidos y sus aliados. Obama continuó con comentarios demagógicos diciendo que Estados Unidos apoyaba a la gente de los países del Oriente quienes estaban siendo abusados por dictadores. Obama sin embargo, no hace lo que predica en su propio patio. “Los derechos a la libre expresión y de asamblea son inviolables,” dijo Obama, quien permite la opresión de sus propios ciudadanos cuando estos expresan su descontento con la economía o la forma en que el propio Obama dirige los destinos estadounidenses.

Aunque Obama claramente entiende que el origen del conflicto en el Oriente es una directa consecuencia de las acciones de su país y del imperio Anglo-Sajón que lo controla, no escatimó ningún esfuerzo para insistir en que ningún poder occidental era responsable por tal conflicto. Desde luego para entender el porque los controladores decidieron causar estos disturbios hay que conocer el contexto, la historia, el origen del malestar de miles de árabes quienes han sido oprimidos por muchos años. Lo que la gran mayoría de estas poblaciones ignoran es que están siendo sujeto de un nuevo engaño, porque quienes pretenden estar ayudándoles, realmente les están dando mas de lo mismo. Resta ver si las poblaciones permitirán que esto suceda o se volcarán a las calles a pedir cuentas, pero de verdad, sin ser engañados -una vez más- por quienes les han mantenido en el actual sistema neo-feudal por décadas.

Israeli Intelligence Suppressing Dissent in the United States

Snatch & Grab Police operated during G-20 meeting in Philadelphia

Kurt Nimmo

On the Alex Jones Show yesterday, investigative journalist Wayne Madsen discussed the involvement of a shadowy Israeli company in an effort by Pennsylvania’s Homeland Security to spy on activists exercising their First Amendment.

On Wednesday, Infowars.com reported that Pennsylvania paid a Philadelphia-based nonprofit $125,000 to compile a list of activists as part of the state Homeland Security’s federally mandated mission to protect public infrastructure. Madsen, citing a story published on late Wednesday by the Philadelphia Citypaper, revealed that the “non-profit” operates not only out of Philadelphia, but Israel as well.

Research conducted by Citypaper journalist Isaiah Thompson shows that the company, the Institute of Terrorism Research and Response (ITRR), in fact does not operate under non-profit status, as reported yesterday by the Pittsburgh Tribune-Review. “Although the group claims nonprofit status on its website and is listed as a nonprofit corporation by the Pennsylvania Department of State, a search on websites Guidestar.org and IRS.gov yielded no indication that the organization enjoys tax-exempt status. An email seeking clarification of the group’s nonprofit status was not returned,” writes Thompson.

ITRR’s website describes the company as “the preeminent Israeli/American security firm providing training, intelligence and education to clients across the globe.” ITRR categorizes itself as a “Targeted Action Monitoring Center” that does not function as a “clipping service, but a powerful fusion center of battle-tested operatives, analysts, and researchers who have real-life experience fighting both terrorists and criminal entities […] distinguished among other agencies by its access to a vast network of on-the-ground key-sources in virtually every region of the world.”

For a company boasting specialized counter-terror services, there is virtually no information available on it in the mainstream media. Citypaper’s research turned up a scattering of lackluster ITRR reports published in trade publications, primarily dealing with international terrorism. One report, authored by an intern, details the use of Twitter by “religious, anarchists, anti-government, and anti-globalization” activists who are described as extremists.

In addition, ITRR participated in a 2008 Philadelphia “Emergency Preparedness and Prevention and Hazmat Spills Conference” sponsored by the EPA.

According to the ITRR website, courses offered by the company “are approved by the Israeli Department of Defense (note: this page has since been removed from the website) and ITRR shares a relationship with the Israel Export & International Cooperation Institute, an organization promoting trade opportunities, joint ventures, and strategic alliances between international businesses and Israeli companies. Interestingly, ITRR also shares a partnership with Philadelphia University.

ITRR’s two principles are Aaron Richman, a former Israeli police captain, and Michael Perelman, a former York police commander. The Associated Press yesterday cited an interview conducted in 2007 with Perelman where he admitted ITRR information came from news and internet sites, as well as “on the ground” sources who check on travel routes used by company clients including Harvard University and the United Nations.

The ITRR, however, does more than scour the internet and news services and repackage information for its clients. Pennsylvania Homeland Security director James F. Powers Jr. told the Philadelphia Inquirer in July that ITRR operatives posed in chat rooms as people opposed to last year’s G-20 summit in Pittsburgh and compromised the Pittsburgh Organizing Group, an anarchist organization. “We got the information to the Pittsburgh Police, and they were able to cut them off at the pass,” Powers told Inquirer columnist Daniel Rubin.

On Thursday, the scandal widened when Pittsburgh officials refused to comment on the role ITRR played in tracking and disabling activist groups that planned to protest the 2009 G20 summit in their city. Police Chief Nate Harper and Mayor Luke Ravenstahl’s spokeswoman, Joanna Doven, said they could not talk about information provided by ITRR, according to the Pittsburgh Tribune-Review.

The evolving scandal reveals how far the state of Pennsylvania and apparently the city of Pittsburgh will go in order to deny citizens their First Amendment right to protest and petition the government and demonize disfavored political groups.

ITRR’s connection to Israel also raises the specter that the company is a front for an Israeli intelligence operation and the Israelis gained more than they gave in the relationship with Pennsylvania’s Homeland Security and apparently the city of Pittsburgh.

The use of an Israeli company is especially egregious considering the track record of Israel in violating the civil and human rights of the Palestinians and its far reaching global intelligence operations, including the assassination of activists in foreign countries.

From dancing Israelis on September 11, 2001, to Israeli spies posing as art students and Israeli intelligence operatives shadowing and presumably handling Mohammad Atta and other supposed hijackers in Florida, there is evidence of Israel spying on Americans and running intelligence operations on U.S. soil.

The Lawrence Franklin espionage scandal, otherwise (and more accurately) known as the AIPAC espionage scandal, remains largely unpunished to this day. Lawrence Franklin, a policy analyst under Under Secretary of Defense for Policy Douglas Feith and then-Deputy Secretary of Defense Paul Wolfowitz — both key pro-Israel neocons in the Bush administration — passed on a classified presidential directive and other sensitive documents pertaining to U.S. deliberations on foreign policy regarding Iran to AIPAC and subsequently to the Israeli government.

False flag events staged by Israel against the United States are legendary. In fact, the Israeli Mossad admits it uses false flag in most of its operations to cover its tracks.

On June 8, 1967, during the Six-Day War, Israel directly attacked a United States Navy technical research ship, the USS Liberty, and killed 34 crew members and wounded 170. The attack was swept under the rug and never appropriately investigated.

Less deadly instances of Israeli treachery continue unabated. On September 7, the American-Arab Anti-Discrimination Committee accused Israeli agents of posing as FBI agents in an effort to harass and intimidate Muslims. The ADC called on the Department of Justice, Department of State, and other federal agencies to investigate.

“Israel’s undercover operations here, including missions to steal U.S. secrets, are hardly a secret at the FBI, CIA and other U.S. intelligence agencies. From time to time, in fact, the FBI has called Israeli officials on the carpet to complain about a particularly brazen effort to collect classified or other sensitive information, in particular U.S. technical and industrial secrets,” Jeff Stein wrote for the Washington Post on September 2. Stein quotes a CIA official as stating that Israeli intelligence operatives are “all over the place” in the United States.


Kurt Nimmo edits Infowars.com. He is the author of Another Day in the Empire: Life In Neoconservative America.