Estamos a Três mutações de uma Pandemia de Influenza

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 13 MAIO 2012

A estrada para o inferno está pavimentado com boas intenções. Este é o mínimo que pode ser dito sobre a criação do vírus da gripe mais virulenta H5N1 em dois laboratórios em os EUA e na Holanda. É um caso em que a droga é pior do que a doença. Depois de muita celebração, os cientistas revelaram que suas experiências de mutação do vírus da gripe H5N1 tinham sido bem sucedidas, e os resultados foram obtidos por vários grupos na Europa e América. O que eles não parecem perceber é que os resultados destas experiências, como em qualquer pesquisa científica relevante, devem ser publicados para a comunidade médica e o público. A sua satisfação com os resultados das experiências, ou talvez a sua incompetência, cegou o bom senso, que regressou depois às suas cabeças. Então veio a censura.

Inicialmente, os procedimentos usados para produzir o vírus mutante da gripe aviária foram bloqueados depois que vários avisos foram emitidos pela possibilidade de que terroristas utilizaram os resultados para produzir uma arma biológica e usá-la em cidades com alta densidade populacional. Surpreendentemente, foi exatamente isso o que os cientistas fizeram. Eles criaram uma arma biológica em laboratório confirmaram os resultados reproduzindo eles em diferentes laboratórios, mostraram os resultados aos gestores da comunidade científica e autoridades do governo, e agora os resultados serão publicados para que qualquer pessoa com conhecimento cientifico crie uma pandemia.

O cientista-chefe e virologista Yoshihiro Kawaoka, que trabalha na Universidade de Wisconsin-Madison e na Universidade de Tóquio, confirmou que houve três alterações no gene original do vírus para aumentar a capacidade de “saltar” dos animais para seres humanos. Kawaoka e a sua equipa confirmaram que, após a aplicação de alterações no gene, o vírus pode facilmente ser transmitido entre mamíferos. O resultado final desta pesquisa é a produção de um vírus híbrido, que pode-se espalhar tão rápido quando o ar possa levá-lo ao redor do planeta. Não pode ser mais fácil do que isso, certo? Após a obtenção do novo vírus, os pesquisadores injetaram ele em furões, onde mutações no gene chamadas hemaglutininas – o H do nome do vírus H5N1 – fizeram o resto.

Segundo a pesquisa, uma das mutações observadas no vírus híbrido é semelhante a outra encontrada no vírus que afeta áreas do mundo, como o Oriente Médio, Ásia, Europa e África, onde já matou pelo menos 345 pacientes, mesmo sem ter sido modificado. As mortes são 345 casos notificados como mortes ou complicações do vírus, embora muitos outros casos, foram deixados de fora ou simplesmente não declarados. Os cientistas dizem que o trabalho realizado sobre o vírus H5N1 era necessário para aprender sobre como ele pode evoluir durante uma pandemia. Eles acreditam que após a primeira mutação no Oriente Médio, África e Ásia, o vírus vai continuar a mudar e que suas experiências e resultados podem ajudar a salvar muitas vidas, uma vez que haverá tempo para produzir uma vacina para combate-lo. Alguém vê um interes$e econômico? Este é o $, o perdão, o S no aspecto da saúde que poucas pessoas sabem do experimento. Como se a ameaça que um vírus como este possa ser transmitido para os seres humanos não fosse perigoso o suficiente, o patógeno tem a capacidade de “pular” de humano para humano, como outras cepas de gripe.

O problema com as crises criadas por seres humanos irresponsáveis, como esse vírus híbrido feito em laboratório, é que os cientistas não tem criado a cura para a infecção que provoca um organismo em constante mudança, e só garante que as pessoas terão que usar vacinas e outros medicamentos pelo resto de suas vidas sem ter segurança de estar protegidos. Mesmo a impossibilidade científica de medir se um vírus como o H5N1 tem o potencial para se tornar em uma praga fora de controle ou não, foi suficiente para deter um grupo de cientistas bem financiados antes que eles criaram uma monstruosidade como esta. “Nosso estudo mostra que poucas mutações de aminoácidos são suficientes para fazer um vírus com uma H5 hemaglutinina aviária adquirir a capacidade de se espalhar em mamíferos”, disse Kawaoka.

O estudo de Kawaoka foi publicado na revista Nature. O seu é um dos dois documentos em torno do qual os cientistas, e funcionários do governo e especialistas em biossegurança discutiram antes que os resultados foram finalmente publicados. A maior parte da oposição veio dos EUA e seu Conselho Consultivo Nacional para as Ciências e a Biossegurança, uma organização que protestou contra a publicação por motivos de segurança nacional. Aqueles a favor da publicação dos resultados contrastaram as preocupações de saúde pública com uma declaração dizendo que era essencial compartilhar informações a fim de harmonizar a análise e resposta às epidemias ou pandemias de gripe. Todos os demais, deram um palpite de que os interessados em trocar informações estão mais interessados em manter o fluxo de dinheiro para poder financiar suas pesquisas. Mas os cientistas disseram que era necessário para monitorar o vírus H5N1 e as mudanças naturais e o que elas significavam para a comunidade científica e do público.

Kawaoka ganhou a admiração dos colegas no estilo de uma estrela de rock, uma situação perigosa se analisamos o que o financiamento ilimitado e o gênio fazem quando estão fora de controle. Em 2003, a China culpou diretamente os EUA pela morte de cidadãos chineses que foram infectados com uma estirpe de SARS violenta. Naquela época, a China lançou a idéia de que o vírus da SARS foi o produto de um experimento de laboratório que criou uma arma biológica, um vírus que foi criado para atingir uma raça específica. Outros relatos da mídia tradicional ainda aventuraran-se a especular sobre o vírus H5N1 que Kawaoka e seus colegas produziram em seus laboratórios. Outro cientista, Ron Fouchier, que também publicou os resultados de suas experiências após o governo holandês permiti-lo, anunciou a sua realização na semana passada. Sua experiência será publicada na revista Science em uma data ainda a ser determinado. Como em muitos casos, o governo dos EUA foi o financiador mais importante de experiências realizadas por Kawaoka.

As consequências da criação artificial ou mutação de um vírus são bem conhecidas pela comunidade científica. A pandemia de gripe H1N1 de 2009 foi o resultado de jogos científicos que criaram um vírus híbrido, com um gene hemaglutinina mutante do vírus H5N1 fundidos com os restantes sete genes do vírus H1N1. Naquela época, os cientistas não haviam criado uma cura para a pandemia e a indústria farmacêutica beneficiou-se enormemente, oferecendo uma vacina inútil e perigosa que ainda não tinha sido devidamente testada, e estava relacionada com centenas de efeitos colaterais e reações alérgicas não reveladas pelos fabricantes. Apesar das incógnitas, funcionários públicos e empresas farmacêuticas garantiram a segurança da vacina e justificaram a ausência de ensaios válidos em humanos pelo aparecimento inesperado do vírus H1N1. Os fabricantes de vacinas aumentaram sua renda média de 50 bilhões de dólares por ano como resultado direto da venda de vacinas, que foram compradas pelos governos com dinheiro do contribuinte. Em 2009, os povos do mundo foram mais uma vez sujeitos de experimento realizado sob o pretexto de que era necessário saber qual seria a dose correta para os seres humanos. É importante lembrar que os fabricantes de vacinas são imunes a ação legal se uma pessoa ferida por uma vacina decide processar por danos a sua saúde.

“É realmente um estudo maravilhoso”, disse Richard Webby, diretor de um centro de colaboração da Organização Mundial da Saúde que se concentra nos estudos de vírus da gripe em animais e pássaros no Hospital St. Jude Children em Memphis, Tennessee. A Organização Mundial da Saúde foi uma das muitas entidades que desfilaram ao redor do mundo implorando para que as pessoas usaram a vacina H1N1 para evitar a temida pandemia. Em meados de 2009, os EUA concordou em gastar pelo menos 1 bilhão de dólares na produção de uma vacina contra a gripe, o que me faz perguntar quanto desse dinheiro foi para financiar experiências como as conduzidas pelo Kawaoka e sua equipe.

Embora não mostrou nenhuma prova da sua opinião, Webby disse que as mutações como as que transformaram o vírus H5N1 em uma arma biológica não podem ocorrer na natureza. Claro, ninguém está esperando que o vírus atinja o nível de pandemia virulenta sozinho, sendo que pode ser criado em laboratório por cientistas. Ele disse que o vírus, tal como produzido no laboratório por Kawaoka exige alterações nas funções conhecidas por ser chave para que o vírus da influenza aviária de o salto e seja capaz de infectar os seres humanos. “Estes incluem mudar o tipo de receptores de células que se ligam ao vírus, os receptores que são tipicamente encontrados em pessoas, mas apenas nas profundezas dos seus pulmões, os que são diferentes aos encontrados no trato respiratório superior, onde o vírus da gripe humana se adjunta. ”

Outros cientistas como o Webby vem a pesquisa como uma valiosa peça de trabalho que irá ajudar especialistas no estudo do mecanismo de mutação do vírus, que é mais eficaz quando se estende de mamífero-a-mamífero. Um desses cientistas é Adolfo Garcia-Sastre, virologista especialista em gripe e que trabalha no Mount Sinai Hospital, em Nova York. Apesar de um aviso de cientistas sobre a possibilidade de uma infecção em massa, Garcia-Sastre diz que o vírus não pode tão facilmente ser transmitido entre humanos. Ele acredita que o trabalho ajuda os cientistas selecionar vírus com mutações dos que não têm para estudar e encontrar soluções para uma ameaça de pandemia. Isto é, no entanto, se os cientistas que estudam o vírus tem a intenção de realmente ajudar os seres humanos para evitar a pandemia. O problema com a sua premissa é que o sistema existente para monitorar o comportamento de vírus e outros patógenos é bastante pobre. Essa deficiência no monitoramento cresce exponencialmente quando se considera que as alterações feitas em um laboratório podem passar despercebidas por muito tempo, talvez até o momento em que o vírus é liberados no ar. Em um ambiente de laboratório, onde o dinheiro e o tempo são ilimitados, os cientistas podem resolver as questões pendentes e alcançar qualquer resultado desejado, como fez Kawaoka. Por exemplo, os genes que estão ausentes podem ser adicionados ou removidos para alterar a virulência e tipo de ser vivo no qual o vírus seria mais mortal.

Se algo de positivo saiu desta descoberta científica é o fato de que os cientistas que estudam os vírus da gripe e outros que gostam de brincar de Deus com formas de vida perigosas, tais como vírus e bactérias, estarão diretamente sob o microscópio enquanto criam novas formas de patógenos para pesquisa ou armas biológicas. Richard Webby, acredita que o resultado vai acabar em monitoramento para o tipo de pesquisa feita por cientistas de todo o mundo. “Claro que vai ser mais papelada. Mas no longo prazo certamente será muito mais fácil do que tem até dezembro do ano passado.” Claro, mas que poderia deter um cientista, ou qualquer outro profissional, de mentir sobre os resultados experimentais com a intenção de tornar seu sonho de ser reconhecido ou para obter mais fundos para seu projeto? Basta olhar para a ciência do clima (Climategate, o falso gráfico hockey stick, a elevação do nível do mar), a fim de encontrar uma resposta para esta pergunta. Ou talvez se nós não vamos tão longe, o que pode impedir que uma empresa farmacêutica ou entidade controlada pelo governo realize experimentos a céu aberto? Lembra do  experimento de Tuskegee?

Eu acho que tudo se resume em Confiança. Confiamos nós nossos cientistas sedentos por fama ou empresas farmacêuticas que os contratam, ou governos que experimentaram em seres humanos sem seu consentimento? … e que continuam a fazê-lo hoje?

Anticorpos Induzidos por Vacinas são Desnecessários para Combater Doença

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 15 ABRIL 2012

Historicamente, o estabelecimento médico-farmacêutico promoveram vacinas como a solução milagrosa para todos os problemas de saúde que os seres humanos enfrentam. Casas farmacêuticas concluiram que as vacinas eram necessárias porque o corpo necessita delas para construir anticorpos para combater doenças e que as vacinas eram a melhor ferramenta para garantir que o sistema imunológico humano tivesse a capacidade de produzir estes anticorpos. No entanto, as vacinas são coqueteis ineficazes e tóxicos de metais pesados e vírus vivos, que não só nao previnem doenças mas que as causam.

Inúmeros estudos — por favor, faça sua própria investigação — têm mostrado a ligação entre ingredientes das vacinas, como o mercúrio, o esqualeno, adjuvantes e condições médicas, como o autismo, câncer, condições do sistema nervoso, danos ao cérebro, e assim por diante. Os profissionais médicos como Russell Blaylock e Andrew Wakefield tem falado interminavelmente sobre os perigos das vacinas — devido a forma em que são produzidas — para a saúde humana. Mas apesar dos inúmeros estudos e avisos de profissionais médicos, autoridades de saúde e empresas farmacêuticas sempre trabalharam em conjunto para impor regras — não leis — que todos devem ser vacinados para seu próprio bem.

Enquanto a maioria das políticas oficiais do governo indicam que as vacinas são devidamente testadas e continuamente monitoradas pelos seus possíveis efeitos colaterais e reações, a maioria das vacinas são testadas e monitoradas apenas pelos produtores destas vacinas, que enviam seus resultados para as autoridades “vigilantes”. Estas autoridades permitem aos fabricantes a liberdade de produzir vacinas em massa, que mais tarde são recomendadas e acrescentadas à lista cada vez maior de vacinas, especialmente crianças, que são injetadas desde o nascimento.

Só que agora há um problema, um problema novo para o cartel médico-farmacêutico: O corpo humano não necessita de anticorpos induzidos pelas vacinas para combater doenças, vírus, bactérias ou outros agentes patogénicos. O nosso sistema imunológico na verdade, tem a capacidade de produzir anticorpos naturais que por sua vez, funcionam como defesas contra as doenças. O sistema imunológico humano é composto de características originais e outros que são fabricados pelo organismo — criado depois que uma pessoa nasce e cresce — que trabalham juntos para manter o corpo a salvo de doenças sem a necessidade de produtos artificiais criados em laboratórios. Isto pode vir como uma surpresa para muitos, mas não para outros indivíduos que estão bem informados sobre como evitar e curar doenças.

A pseudociencia usada para implementar as políticas de vacinação diz que quando uma pessoa é injectada com uma vacina, o sistema imunológico responde aos ingredientes da vacina como se fosse um ataque real a partir de um vírus ou outro agente patogénico. O corpo responde a este suposto ataque, criando anticorpos para tratá-lo. No futuro, se o vírus ou o organismo ataca a pessoa novamente, o sistema imunológico sabe como reagir e se defender do ataque. Isso é explicado como se o sistema imunológico “aprendesse” como agir em caso de uma infecção. O problema é que o suposto “aprender” para combater a doença é algo que o corpo já sabe como fazê-lo; é uma habilidade natural, como é sua capacidade de produzir anticorpos. O que a reação induzida pela vacina realmente faz é alterar a resposta natural do sistema imunitário humano que por sua vez prejudica o sistema imunológico, porque ao longo do tempo, o corpo não pode responder a outros vírus ou organismos que podem causar doenças mais do que aquelas injectadas através de uma vacina. Este é o caso com a gripe comum.

O vírus da influenza é um organismo que está sempre mudando, nunca é o mesmo. Quando as pessoas injetadas com a vacina contra a gripe comum que contem a cepa do ano passado, elas acham que estarão protegidos, mas a nova cepa não tem nenhum problema para entrar num sistema imunológico degradado  que não é apenas indefeso contra ela, mas também incapaz de lidar com a nova versão do vírus em si.

Este é o momento onde o estudo publicado na revista Immunity confirma nossas suspeitas. O estudo mostra que anticorpos induzidos pela vacina são incapazes de combater doenças por si sós, uma característica que só ocorre naturalmente em anticorpos produzidos pelo nosso sistema imunológico. Este é o fato que absolutamente quebra o mito de que as vacinas são necessárias para manter as pessoas livres de vírus ou bactérias que podem causar doenças. Como em muitos outros casos, a teoria científica alegada é apenas isso, uma teoria. Como mencionado no estudo, as vacinas não ajudam a prevenir ou combater infecçoes. “Nossos resultados contradizem a visão atual de que os anticorpos criados em resposta às vacinas são absolutamente necessários para sobreviver a infecções com vírus como o VSV (vírus da estomatite vesicular), e estabelecer uma função inesperada para as células B como guardiões de macrófagos na imunidade antiviral “, diz Dr. H. von Andrian Uldrich Harvard University Medical School.

Dr. von Andrian acrescentou que “é importante dissecar o papel dos anticorpos e interferon na imunidade contra vírus similares, que atacam o sistema nervoso, tais como raiva, vírus do Nilo Ocidental e Encefalite.”

Então, se as vacinas não funcionam como anunciadas pelas grandes empresas farmacêuticas, e se são prejudiciais para o sistema imunológico natural, porque as agências governamentais sempre recomendam que todos usemos tais vacinas? De acordo com o neurocirurgião Russell Blaylock, as vacinas suprimem o sistema imunológico sendo que este não pode produzir citocinas de tipo Th2 e também suprimem a imunidade celular. O resultado é um enfraquecimento do sistema imunológico que resulta em um corpo fraco que é mais vulnerável às doenças, e que também faz com que o corpo leve mais tempo para se recuperar. O que os resultados deste estudo representam é o prego final no caixão da pseudociência das vacinas. As vacinas foram — segundo os cientistas — a melhor invenção desde o advento da roda, para tornaran-se um mal perigoso, mas necessário, e agora são um método ineficaz para combater doenças.

“Incrivelmente, nunca houveram estudos controlados comparando uma população de pacientes vacinados contra outro grupo de pacientes não vacinados,” diz o Dr. Phillip Incao. A crítica do Dr. Incao é suportada por muitos médicos independentes como o Harold Buttram. “Não houve nenhum estudo desta natureza, e, aparentemente, nunca foi tentado”, diz Dr. Buttram.

Além das informações acima, é importante dizer que a vacinação obrigatória atual — não há lei que obrigue ninguém a usar uma vacina — em quase todos os países violam o Código de Nuremberg, o conjunto de regras que todos os profissionais da medicina devem seguir, quando se trata da utilização de vacinas. De acordo com o Sistema de Informação de Efeitos Adversos Causados por Vacinas (VAERS), existem pelo menos 2.142 mortes confirmadas e 3.177 pessoas portadoras de deficiências permanentes entre 1991 e 2001, que foram causadas por vacinas. Veja a pagina Vigilância após a Imunização. Mas, na realidade, as estatísticas globais mostram que as conseqüências são muito piores. As mortes são entre 21,420 a 142.800 mortes, se considerarmos que apenas 1,5 a 10% de eventos adversos são relatados.

Segundo o Instituto Mundial das Vacinas, estas são responsáveis por causar doenças como a AIDS, Câncer, Diabetes, Audição e perda de visão, hepatite B, MMR, caxumba, poliomielite, rubéola e autismo, sem que ninguém jamais demonstrasse que uma vacina curou ou ajudou a tratar nenhuma doença.

Se você está curioso para saber quais são alguns dos ingredientes utilizados na produção de vacinas — muitos dos que se acumulam em seu corpo — por favor, seja corajoso e veja a lista fornecida pela CDC.

As vacinas nunca ajudaram a reduzir a incidência de nenhuma doença, muito menos a cura-las. Veja os gráficos abaixo que demonstram como as vacinas sempre foram usadas DEPOIS que as doenças começaram a desaparecer o qual foi usado para justificar o seu uso.

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Re-infecção em vacinados contra a gripe é de 70% na Grã-Bretanha

Um detalhe muito importante que é omitido nos relatos da mídia corporativa: a maioria dos pacientes infectados foram previamente vacinados.

NaturalNews.com
Versão Português Luis R. Miranda

Uma pandemia de gripe suína se espalha na Grã-Bretanha, embora 70 por cento dos pacientes com mais de 65 anos foram vacinados contra a gripe suína no ano passado. Este ano, esse número é quase o mesmo – 68,5% – mas os que acreditam na pseudociencia das vacinas insistem que as vacinas devem ser usadas a cada ano, embora a gripe continue infectando pessoas.A farsa das vacinas

O que esses defensores de vacinas absolutamente não suportam, no entanto, é como muitos que estão doentes com a gripe este ano também foram vacinados no ano passado. Este pequeno detalhe é deixado de fora de todos os relatos da mídia sobre as vacinas contra a gripe. Eles simplesmente se recusam a falar esse número tão importante, deixando os leitores a fazer a conclusão errônea de que apenas aqueles que não foram vacinados ficam doentes com a gripe.

Vale a pena repetir, a maioria dos pacientes infectados foram previamente vacinados.

De fato, dos 450 pacientes em estado crítico na Inglaterra agora ocupados com a gripe, não tenho dúvida de que a maioria das pessoas doentes infectadas estão receberam a vacina contra a gripe no passado.

Estas estatísticas não estão disponíveis ao público ou a imprensa, é claro, porque elas mostram a grande mentira da indústria de vacinas: As vacina contra a gripe simplesmente não funciona em 99 por cento das pessoas!

Na verdade, as pessoas que são mais suscetíveis a contrair a gripe são as mesmas pessoas que são vacinadas. Por que isso? Como as vacinas enfraquecem o sistema imunológico a longo prazo, isso deixa as pessoas mais vulneráveis a infecções futuras. As vacinas não permitem ao sistema imunológico a chance de praticar a sua resposta adaptativa à invasão de microrganismos ou vírus, causando assim uma atrofia da mesma maneira que uma pessoa em cadeira de rodas iria experimentar a atrofia dos músculos da perna.

O sistema imunológico é como um músculo: Use ou perca!

As vacinas contra a gripe fornecer um vírus enfraquecido para o sistema imunológico (junto com outros produtos químicos conservantes que podem ser extremamente perigosos para a saúde neurológica). É como se você fosse para a academia, e deixasse o seu treinador fazer o trabalho pesado para você. Obviamente, não vamos ter músculos muito fortes, no final, porque seu corpo não terá uma forte resposta adaptativa.

O mesmo vale para as vacinas: Se o seu corpo é exposto ao vírus da gripe enfraquecido a cada ano, torna-se lento e fraco, e quando um dia entra em contacto com um vírus forte que circulam na natureza, o sistema imunológico não está em boa forma para o desafio.

A deficiência de vitamina D é muito comum na Grã-Bretanha
Enquanto isso acontece, uma pessoa que é deficiente em vitamina D também tem uma resposta fraca do seu sistema imunológico, porque a vitamina D ativa o sistema imunológico para fazer seu trabalho. Em pessoas com níveis muito baixos de vitamina D, mesmo aquelas vacinas que contêm vírus enfraquecido não irá solicitar uma resposta de anticorpos. Mas ao invés de prescrever a pacientes que consumam vitamina D, os médicos prescrevem as vacinas, em quanto as autoridades de saúde, como robós pedem a todos que recebem injeções múltiplas, como se injetar uma vacina ineficaz após a outra ajuda o paciente.

Isso é idiota, é claro. E a outra coisa estúpida sobre tudo isso é que se as pessoas têm níveis adequados de vitamina D no sangue, não há necessidade de vacinas contra a gripe, em primeiro lugar! Isso pode ser porque as pessoas têm um forte sistema imunológico saudável e uma grande quantidade de vitamina D que é universalmente eficaz para pôr fim a todas as cepas da gripe, com quase 100% quando os níveis de vitamina D são 50-70 (ng / dl).

As três principais razões por trás da pandemia de gripe na Grã-Bretanha

Portanto, a verdadeira razão pela qual a Grã-Bretanha está enfrentando uma pandemia de gripe suína agora tem realmente três razões:

# 1) É inverno no Hemisfério Norte, e a Grã-Bretanha é tão distante para o norte (do Equador) que as pessoas que lá vivem não estão gerando bastante vitamina D. Isso significa que praticamente toda a população britânica tem uma deficiência de vitamina D durante o inverno.

# 2) A maioria da população britânica tem sido objeto de vacinas contra a gripe em anos anteriores, o que enfraquece o sistema imunológico e os torna mais vulneráveis às cepas da gripe este ano.

# 3) A cepa da gripe em si é tão bem sucedido na natureza precisamente porque os britânicos tem estados de imunossupressão cronica (deficiência de vitamina D, estresse crônico, maus hábitos alimentares e assim por diante). Isto cria um “caldo de cultura viral, o que incentiva mutações mais rápidas do vírus que fazem as vacinas ser obsoletas de qualquer forma.

A pergunta que você não pode pedir os charlatães que apóiam vacinas

Os charlatães na comunidade médica consideram que se por magia conseguem convencer 100 por cento das pessoas a se vacinarem, isto acabaria com o problema. Em suas próprias mentes, eles se convenceram, não cientificamente, que a vacina é igual à proteção automática e completa contra o vírus da influenza.

E, no entanto, ainda não se atrevem a fazer esta simples pergunta: De todos os doentes com a gripe que agora jazem em leitos de hospital na Grã-Bretanha, que percentagem foram vacinados contra a gripe no ano passado ou este ano?

A resposta a esta questão expõe a descarada fraude da indústria de vacinas, pois a resposta é um número muito grande. Ninguém na indústria médica se atreve a fazer essa pergunta, é claro, porque eles percebem que o monitoramento da taxa real de re-infecção dos destinatários da vacina da gripe pode expor o seu charlatanismo e fraude, fazendo que ainda mais pessoas percam a fé nas vacinas, que, afinal, são vendidas com base em uma propaganda totalmente adulterada.

A propaganda de vacinas contra a gripe, é claro, exige que as pessoas nunca verifiquem os fatos científicos sobre quantas pessoas são vacinadas contra a gripe, mas contraem a gripe de qualquer maneira. (A taxa de re-infecção.) É por isso que você nunca vai ver uma resposta honesta a essa pergunta em hospitais, empresas de vacina ou médicos que recomendam vacinas.

Todo mundo deve continuar a tomar suas vacinas contra a gripe. Mas não perguntem se elas realmente funcionam, porque esta questão não tem permissão para ser discutida pelo culto da medicina que domina a paisagem da assistência dos pacientes em todo o mundo.

Nós não queremos interferir com a ciência atual como esquema lucrativo, certo?

Influenza H1N1: A fraude que foi… o Perigo que está por chegar

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Setembro 9, 2010

Gostaria de uma vacina contra a gripe comum, misturada com um vírus H1N1? Como você se sentiria se esta vacina fosse obrigatória? As pessoas não acreditaram a fraude do ano passado, mas como na melhor das seqüelas de Hollywood, os vilões se tornaram mais agressivos do que nunca. As empresas farmacêuticas estão trabalhando em um plano destinado a, através de seus governos controlados, proibir as pessoas ir à escola, trabalhar ou ter uma vida normal, se não se injetam com seus produtos tóxicos. Os controladores chegam de mãos vazias, como no ano passado, sem estudos científicos, e sem ciência.

Os países da Oceania e Finlândia já provaram o amargor da nova vacina híbrida. Crianças e adultos que tomaram o novo “coquetel” sofrem de efeitos colaterais terríveis tais como temperaturas corporais elevadas, convulsões, vômitos e hemorragias graves. Tanto assim, que o governo australiano tem parado de usar a mistura tóxica. Barbara Loe Fisher, fundadora da National Vaccine Information (NVIC), é uma das especialistas que estudam e analisam a fraude da falsa pandemia de gripe H1N1 do ano passado, e as alterações potencialmente nocivas que são introduzidas na nova vacina contra a gripe A nesta temporada. Os resultados da sua pesquisa evidenciam coisas que vão além do que qualquer cidadão doutrinado ou desinformado poderia duvidar.

É relatado que na Finlândia os casos de narcolepsia em crianças aumentaram em 300 por cento após a injeção com a nova vacina durante a campanha de vacinação mais recente. O Instituto Nacional de Saúde da Finlândia (THL) suspendeu o uso de vacina H1N1 pelo medo que a vacina continue causando distúrbios neurológicos em crianças e jovens, como tem acontecido nos últimos seis meses. A narcolepsia é um distúrbio neurológico que pode ser desencadeado por um vírus. “Um paciente que sofre de narcolepsia pode adormecer, de repente, por exemplo, enquanto, fala ou come, sem aviso prévio. Seus músculos também podem enfraquecer de repente, e subitamente colapsar. Nenhuma cura é conhecida para a doença “, relata o site de notícias YLE da Finlândia.

“Há uma correlação clara entre o tempo dos casos e a vacina contra a gripe H1N1”, relata o Helsingin Sanomat. Um número anormalmente elevado de casos de narcolepsia, na Suécia, também surgiram como resultado da vacina H1N1 durante um programa de vacinação. De acordo com a Kari Lankinen, médica chefe da agência finlandesa de medicamentos, os médicos foram cúmplices em esconder a relação entre a vacina contra a gripe A e a narcolepsia e como isto afetaria a sua carreira, a publicação de artigos em revistas internacionais, etc. Os médicos que fizeram os comentários nos últimos meses, agora trabalham com o Instituto Nacional de Saúde e Assistência (THL) “, relata YLE.fi. No total, cerca de 750 finlandeses têm experimentado efeitos colaterais resultantes da vacina H1N1, de acordo com o Times de Helsínquia.

Tanto a FDA como a Organização Mundial da Saúde recomendam a vacina H1N1 para ser incluída na vacina contra a gripe tradicional e, portanto, os serviços de saúde em todo o mundo combinam agora as duas vacinas. Como informamos no início deste ano, o presidente do Conselho de Saúde da Europa, Wolfgang Wodarg confirmou que o surto de gripe H1N1 de 2009 foi uma farsa fabricada por empresas farmacêuticas em conjunção com a OMS para obter enormes lucros, sem se importar com a saúde pública.

O perigo que vem

Ambas as vacinas contra a gripe tradicional e a H1N1 estão associadas a uma série de efeitos colaterais em todo o mundo, incluindo síndrome de Guillain-Barré e distonia, uma doença neurológica incapacitante. A vacina contra a gripe tradicional também tem sido associada com convulsões em crianças menores de 5 anos de idade.

Muitos lotes de vacinas contra a gripe H1N1 incluem esqualeno e mercúrio entre os seus ingredientes, duas substâncias que foram directamente ligados à explosão de autismo entre crianças, bem como outras doenças. Enquanto isso, pessoas dentro do governo e as forças armadas tiveram o privilégio de receber a vacina sem estes aditivos. Por quê? A chanceler alemã, Angela Merkel e os ministros do governo, bem como os soldados alemães estavam entre aqueles que receberam a versão “amigavel” da vacina.

A fim de evitar ações judiciais contra as empresas farmacêuticas, estas foram legalmente isentas por todos os governos que utilizaram a vacina em suas populações. Sanofi-Pasteur, GlaxoSmithKline e outros fabricantes de vacinas têm agora direito a imunidade. Por quê? A verdade é que a vacina contra a gripe para o inverno de 2010-2011, terá três vírus de tipo A ou B, e um deles é o H1N1. No ano passado, os cidadãos tinham a opção entre a vacina contra a gripe comum ou H1N1, mas este ano vão ser forçados a usar ambas. Então, as vacinas que causam o síndrome de Guillain-Barré, que afetaram e continuam a afetando a criação de células brancas no sangue, causando uma reação auto-imune e paralisia facial, devem ser tomadas por todos, porque nenhuma outra opção existe para aqueles que confiam a sua saúde e suas vidas para as vacinas. Os governos é claro, dizem que não sabem se essas reações são causadas pelas vacinas.

“Eu acho que não é razoável pedir às mulheres grávidas se injetar uma vacina que não tenha sido estudada, e cujos efeitos colaterais têm sido tão nitidamente negativos para os pacientes”, diz Barbara Loe Fisher, diretora do Centro de Informação sobre Vacinas

Mas a questão é mais séria do que um estudo clínico pode revelar. Timerosal, o preservativo de mercúrio usado em quase todas as vacinas é uma substância que não pode ser descartada no lixo uma vez que as vacinas expiram. A razão é que é tão tóxico que está proibido descartá-lo como qualquer outro produto. Mas para as autoridades de saúde é uma boa ideia usar vacinas com timerosal nas pessoas. Cerca de 12.000 crianças nos Estados Unidos foram usados como cobaias para uma vacina contra a gripe H1N1 contendo esqualeno, um ingrediente perigoso que tem sido diretamente relacionado com casos de Síndrome da Guerra do Golfo e uma série de outras doenças debilitantes. (NVIC.org). “É perigoso para as mulheres e as crianças que estão em suas barrigas.” A pergunta que Fisher e outros que monitoram a criação e utilização de vacinas é, onde esta a ciência que apoia a eficácia e segurança de produtos farmacêuticos tais como vacinas? A resposta que Fisher encontra uma e outra vez é que os dados obtidos nestes dois aspectos são quase inexistentes ou inconclusivos. “Como é que estão solicitando que todos se injetem com algo que não sabemos como nos afetará?”, diz Fisher.

E para aqueles que acreditam que a dose de mercúrio é muito baixa em uma vacina para prejudicar um ser humano, devem saber que a vacina contra a gripe A tem uma dose 25.000 vezes superior ao que é considerado uma quantidade segura. O Dr. Kent Holtorf, especialista em doenças infecciosas, alertou que a vacina é mais perigosa que a gripe. “Tenho uma grande preocupação com a vacina contra a gripe A H1N1. Foi introduzida no mercado muito rapidamente, e tem níveis muito mais elevados de adjuvantes, timerosal e esqualeno “, acrescenta Holfort. Quando o repórter perguntou se ele iria injetar a vacina nos seus filhos, Holtorf disse que “absolutamente não. Seria uma aposta muito arriscada.”

Outros doutores têm enfatizado os efeitos colaterais de outros ingredientes. O esqualeno contribuiu para a cascata de reações chamada síndrome da Guerra do Golfo. (Desenvolvido por soldados que foram vacinados), que também ficaram doentes com problemas de artrite, fibromialgia, linfadenopatia, erupção cutânea, erupção fotossensível, fadiga crônica, dores de cabeça crônica, perda de cabelo anormal do corpo, lesões de pele que não cicatrizam, úlceras, tontura, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações de humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, hemossedimentação (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, doença de Raynaud, síndrome de Sjogren , diarreia crónica, suores nocturnos e febre. Esses sintomas e problemas de saúde foram confirmados pelo médico e micropaleontologo Viera Scheibner.

“As vacinas, como tem sido constantemente encontrado, são prejudiciais para os seres humanos. Nunca foi provado que uma vacina trata ou cura qualquer doença, mas para aquelas pessoas que querem usar as vacinas, o mínimo que eles merecem é ter estudos científicos comprovando a eficácia e segurança das vacinas”, diz Barbara Loe Fisher. “Nem o governo nem nenhuma organização internacional têm o direito ou o poder de obrigar ninguém a usar um produto, muito menos se não foi cientificamente testado e aprovado. Fisher assim como médicos que foram consultados para este artigo concordam que as pessoas têm e devem conservar o direito de escolher se querem ou não usar uma vacina ou qualquer outro produto.

Assim, quando o médico, o diretor da escola ou da faculdade ou o seu patrão diga que é necessário injetar a vacina para trabalhar ou estudar, ensine-lhe a diferença entre um mandato e uma lei, e explique que não há lei obrigando ninguém a usar nenhuma vacina. Nenhum governo tem o poder de criar uma lei que obrigue um cidadão a ser injetado. Isso é inconstitucional. Se você é discriminado porque não vacinou-se ou não vacinou suas crianças, saiba que as leis, a ciência e a verdade estão do seu lado.

OMS Distribui Vacinas para Esterilizar a População

Os efeitos das vacinas não serão vistos somente nas gerações atuais. Estes ser inda mais sérios nas futuras gerações.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Setembro 9, 2010

Além do recente relatório sobre a forma como a Fundação Rockefeller desenvolve vacinas para reduzir a fertilidade -que descreve os esforços da Fundação e o financiamento desde 1960 nas chamadas vacinas “anti-fertilidade” -outra série de documentos que têm surgido, sem dúvida, mostram que o Fundo de População das Nações Unidas, o Banco Mundial e a Organização Mundial de Saúde se uniram no esforço para desenvolver esta iniciativa ainda mais. Este estava sob a responsabilidade de um grupo que queria criar vacinas para regular a fecundidade dos ciudadãos.

Apenas quatro anos após a Fundação Rockefeller lançou um financiamento maciço e operações sobre vacinas anti-fertilidade, um Grupo de Trabalho foi criado sob os auspícios da Organização Mundial da Saúde, o Banco Mundial e o Fundo para a População Nações Unidas. Sua missão, de acordo com um dos seus membros:

“A pesquisa básica e clínica no desenvolvimento de vacinas para controle de natalidade dirigidos a gametas e embriões pré-implantação. Estes estudos envolveram o uso de procedimentos avançados em química de peptídeos, a tecnologia de hibridoma e genética molecular, e avaliar uma série de novas abordagens em vacinologia geral. Como resultado deste esforço colaborativo internacional, um protótipo de vacina anti-HCG foi submetido a ensaios clínicos, criando a possibilidade de que um método totalmente novo de planejamento familiar pudesse estar disponível antes do final da década.”

No que respeita ao âmbito da competência do Grupo de Trabalho, o encarregado de Biotecnologia e desenvolvimento relatou:

“O Grupo de Trabalho atua como um órgão de coordenação global para a vacina anti-fertilidade para a pesquiça e desenvolvimento nos diversos grupos de trabalho e apóia pesquisas sobre diferentes abordagens, tais como vacinas anti-esperma e anti óvulo para neutralizar as funções biológicas de hCG. O Grupo de Trabalho desenvolveu um protótipo de vacina anti-hCG.

Um membro do Grupo de Trabalho, P.D. Griffin, delineou o plano de fundo e efeitos das vacinas para a regulação da fertilidade. Griffin:

“O Grupo de Trabalho continua a coordenar a sua investigação com outros programas de desenvolvimento de vacina da OMS e de outros programas nacionais e internacionais envolvidas no desenvolvimento de vacinas para a regulação da fertilidade.”

Griffin também admitiu que um dos propósitos de vacinas é implementa-las nos países em desenvolvimento. Griffin:

“Se as vacinas foram desenvolvidas para inibir a fertilidade sem efeitos secundários aceitáveis, seria uma adição atrativa ao arsenal de métodos de regulação da fertilidade e podem ter impacto significativo sobre os programas de planeamento familiar.

Além disso, uma das vantagens da VRF sobre “métodos disponíveis atualmente, de regulação da fertilidade”, disse o grupo de trabalho, é o seguinte (179):

“Baixo custo e facilidade de fabricação e de entrega nos serviços de saúde existentes.”

Em 1978, o Grupo de Trabalho da OMS (então chamado Grupo de Trabalho sobre métodos imunológicos para a regulação da fecundidade), salientou a utilidade destas vacinas em relação à possibilidade de “síntese em grande escala e fabricação” da vacina:

“As vantagens potenciais de uma abordagem imunológica para regulação da fecundidade pode ser resumido da seguinte forma: (a) a possibilidade de uso freqüente, possivelmente pelos paramédicos, (b) o uso de antígenos ou fragmentos de antígeno que não são farmacologicamente ativos e (c) no caso de antígenos de composição química conhecida, não há possibilidade de síntese em larga escala e a fabricação da vacina a um custo relativamente baixo. “

Em 1976, o Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Capacitação em Pesquisa de Reprodução Humana publicou um relatório, observando:

“Em 1972, a Organização (…) expandiu seu programa de pesquisa em reprodução humana para fornecer uma abordagem internacional para intensificar os esforços para melhorar os actuais métodos de regulação da fertilidade, para desenvolver novos métodos e para ajudar as autoridades nacionais no desenvolvimento de melhores formas de prestar esses serviços contínuamente. O programa está intimamente integrado com a pesquisa da OMS com outras relativas à prestação de cuidados de planejamento familiar, serviços de saúde, que por sua vez ajuda a OMS, e aos programa de assistência técnica dos governos no nível de serviço. “

Embora o termo “vacina anti-fertilidade”, cunhada pela Fundação Rockefeller, este foi substituído por um mais burocrático “Vacinas para a Regulação da Fertilidade (VRF). Além disso, a linha do tempo mostra conclusivamente que a OMS, o Fundo de População das Nações Unidas e o Banco Mundial continuam em um caminho traçado pela Fundação Rockefeller no final de 1960. Por extensão, se mostra que todas as organizações estão perfeitamente entrelaçadas sob o princípio de “ditadura científica”. A relação entre a OMS e da Fundação Rockefeller é intensa. No boletim de 1986, da Organização Mundial da Saúde, essa relação é descrita em detalhe. Aqui, se fala do uso de “gossipol” como um agente anti-fertilidade:

“A Fundação Rockefeller apoiou ensaios clínicos em pequena escala na China e estudos clínicos no Brasil e na Áustria. A dose no teste chinês foi reduzida de 20 mg a 15 ou 10 mg / dia durante a primeira fase, a fim de ver se no lugar de observar azoospermia severa, oligospermia seria adequado como efeito secundário aceitável. Entretanto, tanto o programa da OMS para a reprodução humana e da Fundação Rockefeller estão apoiando estudos em animais para melhor definir o mecanismo de ação do gossipol.

Em agosto de 1992, uma série de reuniões foram realizadas em Genebra, na Suíça, em relação as vacinas de “regulação da fertilidade”. Segundo um documento (classificado pela OMS como de distribuição limitada) nessas reuniões tinham cientistas e médicos de todo o mundo, incluindo o investigador biomédico, da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID), Jeff Spieler.

Em 1986, Mr. Spieler, disse:

“Há uma nova abordagem à regulação da fecundidade é o desenvolvimento de vacinas contra as substâncias necessárias para a reprodução humana. Os candidatos potenciais à interferência imunológica incluem os hormônios reprodutivos, o óvulo e o esperma e antígenos derivados de tecido embrionário ou fetal. (…). Uma vacina anti-fertilidade deve ser capaz, de forma segura e eficaz, de inibir uma substância humana, e você vai precisar de algum caminho para se tornar antigênica. A vacina de regulação da fecundidade também teria produzir e manter a imunidade efetiva de pelo menos 95% da população vacinada, um nível de protecção que raramente é atingido mesmo com as vacinas de maior sucesso que tratam infecções virais e bacterianas. Mas enquanto estes desafios pareciam intransponíveis anos atrás, os avanços recentes em biotecnologia, especialmente nos campos da biologia molecular, engenharia genética e produção de anticorpos monoclonais, permitiram a produção de vacinas anti-fertilidade.”

“As vacinas que interferem com a função do esperma e a fertilização podem estar disponíveis para testes em humanos da década de 1990”, escreveu Spieler.

Para a utilização generalizada destas vacinas, Spieler escreve, a vacina deve ganhar “responder a todas as variações nas respostas individuais a imunização com vacinas para regular a fertilidade.” “A investigação”, continua Spieler, “também é necessária na área de “vacinas básicas” para encontrar o melhor caminho para o transporte de proteínas, adjuvantes e sistemas de distribuição.”

No documento de 1992, o problema das “variações nas respostas individuais” também é discutido:

“Devido à diversidade genética das populações humanas, diz o documento, “a resposta imune às vacinas são frequentemente diferentes de um indivíduo a outro em termos de amplitude e duração. Tais diferenças podem ser parcialmente ou completamente superadas com vacinas para a regulação da fecundidade (VRF) devidamente projetadas e com melhorias em nossa compreensão do que é necessário para desenvolver e controlar a resposta imunológica provocada por diferentes vacinas.”

O que emerge desses fatos é claro. A OMS como um organismo de coordenação global, iníciou nos anos 70 e continuou depois com o desenvolvimento da vacina “anti-fertilidade, financiada pela Fundação Rockefeller. O que também é cada vez mais claro é que a pesquisa foi estendida para os sistemas de entrega com que estes componentes anti-fertilidade podem estar associados, como nas vacinas anti-virais. É um programa anti-fertilidade em grande escala contra as pessoas, a fim de reduzir a população mundial: um sonho há muito acalentado pela elite mundial.