Universidades de EUA e Farmaceuticas Experimentam Ilegalmente em Africanos

Tradução Luis Miranda
People’s Constitution
09 de novembro de 2011

Um novo relatório culpa proeminentes instituições educacionais e empresas farmacêuticas como Pfizer, a Columbia University, Johns Hopkins University, e o Population Council (Conselho da População), por seu envolvimento em experimentação humana ilegal em África.

O relatório é intitulado “Pesquisa sem Consentimento em África: A Terceirização Tuskegee”, em referência a experimentos ilegais realizado em humanos em Tuskegee, Alabama, entre 1932 e 1972 pelo Serviço de Saúde Pública dos EUA. Neste experimento, cerca de 6oo Afro-americanos do sexo masculino foram observados em um estudo sobre a progressão da sífilis não tratada. Alguns dos homens foram intencionalmente infectados com a doença e a todos eles foi negada a cura. Infelizmente, o relatório não aponta a ninguém como responsável por este crime contra a humanidade.

Os novos detalhes do relatório detalham os experimentos conduzidos por pesquisadores dos EUA e companhias farmacêuticas em africanos que geralmente não tem educação, são pobres e tem falta de compreensão plena dos seus direitos. Eles muitas vezes são levados a crer que eles estão recebendo tratamento médico em serviços de saúde do governo ou ministérios da saúde.

Essas práticas remontam às experiências atrozes conduzidas por pesquisadores de EUA na Guatemala em 1940, onde centenas de guatemaltecos foram deliberadamente infectados com doenças sexualmente transmissíveis, sem informação ou consentimento. Presidente Obama se desculpou formalmente com a Guatemala por estes experimentos no ano passado.

Experimentação humana nos Estados Unidos é regulada pelo Escritório de Integridade de Pesquisa e Órgãos de Pesquisa Institucional e Ética. Muitos países Africano não tem essas instituições, mas, mesmo quando elas existem, a falta de independência e o fato de serem controladas por funcionários corruptos do governo não ajudam manter a segurança durante os experimentos.

Em um experimento sobre HIV patrocinado pela Gilead Sciences, o Centers for Disease Control (CDC) e a Fundação Bill e Melinda Gates, operado pela Family Health International, detalhes dos experimentos foram dados em Inglês para as pessoas em Camarões , embora muitos só falavam francês e / ou eram analfabetos. Cinco mulheres foram infectadas com o HIV no experimento, mas não foram dadas drogas anti-retrovirais.

Em outro experimento de Pfizer na Nigéria liderado por médicos dessa empresa, pesquisadores injetaram as crianças com um antibiótico chamado Trovan durante uma epidemia de meningite, sem fornecer suas famílias com formulários de consentimento informado que divulgassem plenamente os efeitos colaterais e o propósito do experimento. Onze crianças morreram e muitas ficaram paralisadas.

Na África do Sul e Namíbia, mães com HIV / AIDS são rotineiramente esterilizadas sem seu consentimento. Os países que realizam esses procedimentos são conhecidos por receber fundos em subsídios e incentivos de agências de ajuda tais como a USAID, a ONU, a Fundação Bill e Melinda Gates, a Fundação Rockefeller e outras.

O relatório disse que pesquisadores dos EUA e as empresas farmacêuticas violam as leis e protocolos da Declaração de Helsinki (1964) e do Relatório Belmont, que fornecem diretrizes éticas na experimentação humana.

Além disso, os resultados de experiências antiéticas e fraudulentas são lavadas nos Estados Unidos e na Europa através do sistema de revisão por pares, mas muitos dos “pares” que revêm essas experiências estão envolvidos em conduta antiética. Outros estão preocupados com a possibilidade de alienação profissional se falam sobre a corrupção e dos experimentos ilegais.

Os autores fazem vários pedidos para acabar com essas práticas. Entre as medidas propostas estão audiências no Congresso onde o assunto seja levado ao conhecimento do público e a promulgação de novas leis para garantir que os produtos farmacêuticos não sejam aprovados pela Food and Drug Administration (FDA), a menos que sua pesquisa esteja em conformidade com os princípios éticos estabelecidos.

Universidades de EE.UU. y Farmacéuticas Experimentan Ilegalmente en Africanos

Traducción Luis Miranda
People’s Constitution
09 de noviembre 2011

Un nuevo informe culpa a prominentes instituciones educativas y compañías farmacéuticas como Pfizer, la Universidad de Columbia, Johns Hopkins University, y el Population Council, por su participación en la experimentación humana ilegal en África.

El informe se titula “Investigación sin Consentimiento en África: La externalización de Tuskegee”, en referencia a los experimentos humanos ilegales realizados en Tuskegee, Alabama, entre 1932 y 1972 por el Servicio de Salud Pública de los EE.UU.. En ese experimento, unos 6oo hombres afro-americanos fueron observados en un estudio sobre la progresión de la sífilis no tratada. Algunos de los hombres fueron intencionalmente infectados con la enfermedad y a todos ellos se les negó la cura. Lamentablemente, el informe señala, nadie era responsable de este crimen contra la humanidad.

Los nuevos detalles del Informe detalla los experimentos dirigidos por investigadores de los EE.UU. y las compañías farmacéuticas sobre los africanos, que por lo general carecen de educación, son pobres, y carecen de la comprensión plena de sus derechos. A ellos a menudo se les hace creer que están recibiendo el tratamiento médico de los servicios de salud gubernamentales o ministerios de salud.

Estas prácticas se remontan a los experimentos atroces llevados a cabo por investigadores de los EE.UU. en Guatemala en la década de 1940, donde cientos de guatemaltecos fueron infectados deliberadamente con enfermedades de transmisión sexual sin información ni consentimiento. El presidente Obama se disculpó formalmente con Guatemala por estos experimentos el año pasado.

Experimentación con seres humanos en los Estados Unidos está regulada por la Oficina de Integridad en la Investigación y varias Juntas de Investigación Institucional de Ética. Muchos países africanos carecen de estas instituciones, pero incluso cuando existen, carecen de independencia y son controladas por funcionarios corruptos del gobierno.

En un experimento sobre el VIH patrocinado por Gilead Sciences, el Centro para el Control de Enfermedades (CDC), y la Fundación Bill y Melinda Gates y que es operado por Family Health International, se dieron detalles de los experimentos en inglés a personas en Camerún, aunque muchos sólo hablaban francés y/o eran analfabetas. Cinco mujeres fueron infectadas con el VIH en el experimento, pero no se les dio los medicamentos antirretrovirales.

En otro experimento en Nigeria dirigido por médicos de Pfizer, los investigadores inyectaron a los niños con un antibiótico llamado Trovan durante una epidemia de meningitis sin proporcionar a sus familias con los formularios de consentimiento informado que revelen completamente los efectos secundarios y el propósito del experimento. Once niños murieron y muchos se quedaron paralizados.

En Sudáfrica y Namibia, las madres con VIH / SIDA son rutinariamente esterilizadas sin su consentimiento. Los países que llevan a cabo estos procedimientos son conocidos por recibir fondos en forma de subvenciones e incentivos de las organizaciones de ayuda USAID, ONU, Bill y Melinda Gates Foundation, Rockefeller Foundation y otros.

El informe explica que los investigadores de EE.UU. y las empresas farmacéuticas violan las leyes y los protocolos de la Declaración de Helsinki (1964) y el Informe Belmont que proporcionan las directrices éticas sobre la experimentación con seres humanos.

Por otra parte, los resultados de experimentos poco éticos y fraudulentos se lavan en los Estados Unidos y Europa a través del sistema de revisión por pares. Muchos de los “pares” que revisan estos experimentos están involucrados en la misma conducta sin ética que deben evitar. Otros están preocupados por la posibilidad de alienación profesional si hablan.

Los autores hacen varias peticiones para que estas prácticas terminen. Entre las medidas propuestas están la realización de audiencias en el Congreso para que el asunto sea llevado a la atención del público y la promulgación de nuevas leyes para asegurar que los medicamentos no sean aprobados por la Administración de Medicamentos y Comidas (FDA) a menos que la investigación en la que se basan cumplan con los principios éticos de investigación.

U.S. Universities and Big Pharma Conduct Illegal Human Experiments in Africa

People’s Constitution
November 9, 2011

A new policy brief faults prominent institutions and drug companies like Pfizer, Columbia University, Johns Hopkins University, and Population Council, for their involvement in unethical and illegal human experimentation in Africa.

The report is titled “Non-Consensual Research in Africa: The Outsourcing of Tuskegee” in reference to the illegal human experiment conducted in Tuskegee, Alabama, between 1932 and 1972 by the US Public Health Service. In that experiment, some 600 impoverished African-American men were observed in a study on the progression of untreated syphilis. Some of the men were intentionally infected with the disease and all of them were denied the cure. Regrettably, the report notes, no one was held accountable for this crime against humanity.

The new report details human experiments led by US researchers and drug companies on Africans who are typically undereducated, poor, and lack full understanding of their rights. The human subjects often are led to believe that they are receiving medical treatment from governmental health services or health ministries.

These practices hearken back to the appalling experiments carried out by US researchers in Guatemala in the 1940s where hundreds of Guatemalans were deliberately infected with sexually transmitted diseases without information or consent. President Obama formally apologized to Guatemala for these experiments last year.

Human experimentation in the United States is regulated by the Office of Research Integrity and various Ethical Research Institutional Boards. Many African countries lack these institutions. Even when they exist, they lack independence and are controlled by corrupt government officials.

In one experiment on HIV sponsored by Gilead Sciences, the Centers for Disease Control, and the Bill and Melinda Gates Foundation and operated by Family Health International, Cameroonian subjects were given details about the experiment in English even though many spoke only French and were illiterate. Five women were allegedly infected with HIV in the experiment but were not given antiretroviral drugs.

In another experiment in Nigeria led by Pfizer physicians, researchers injected children with an antibiotic called Trovan during a meningitis outbreak without providing their families with informed consent forms that fully disclose the side effects and purpose of the experiment. Eleven children died and many were left paralyzed.

In South Africa and Namibia, mothers with HIV/AIDS are routinely sterilized without their informed consent. Countries that perform these procedures are known to receive funding in the form of grants and incentives from USAID and other aid organizations.

The report explains that US researchers and drug companies violate the laws and protocols of the Declaration at Helsinki (1964) and the Belmont Report which provide ethical guidelines on human experimentation.

Moreover, the results of unethical and fraudulent experiments are laundered in the United States and Europe through the peer-review system. Many of the “peers” who review these experiments are themselves involved in the same unethical conduct. Others are concerned about the possibility of professional alienation if they speak out.

The authors make several demands so that these practices are ended. They include holding congressional hearings so that the matter is brought to the public’s attention and enacting new legislation to ensure that drugs are not approved by the FDA unless the research on which they are based comply with ethical research principles.

Disclosure and Deceit: Secrecy as the Manipulation of History, not its Concealment

by Dr. T. P. Wilkinson
Global Research
May 21, 2011

The declassification of official secrets is often seen as either a challenge or a prerequisite for obtaining accurate data on the history of political and economic events. Yet at the same time high government intelligence officials have said that their policy is one of ‘plausible deniability’. Official US government policy for example is never to acknowledge or deny the presence of nuclear weapons anywhere its forces are deployed, especially its naval forces. The British have their ‘Official Secrets’ Act. When the Wikileaks site was launched in 2007 and attained notoriety for publication of infamous actions by US forces in Iraq and Afghanistan, this platform was heralded and condemned for its disclosures and exposures.

Julian Assange is quoted as saying that when he receives documents classified under the UK Official Secrets Act he responds in accordance with the letter of the law – since it is forbidden to withhold or destroy, his only option is to publish. The question remains for historians, investigators, and educated citizens: what is the real value of disclosures or declassification? Given the practice of plausible deniability, does disclosure or declassification constitute proof, and if so by what criteria? Both facts and non-facts can be concealed or disclosed.

Information is not self-defining Ultimately there remain two questions: does the secret document (now public) really constitute the ‘secret’? What is the ‘secret’ for which we use the document to actually refer? Is secrecy the difference between the known and unknown, or the known and untold?

Some benefit can be found by borrowing theological concepts. We can distinguish between a mystery revealed and a supernatural truth which, by its very nature, lies above the finite intelligence. But a secret is something unknowable either by accident or on account of accessibility. I believe that the popularised form of disclosure embodied in Wikileaks should force us to distinguish between those beliefs we have about the nature of official action and the conduct of people working within those institutions and the data produced. Wikileaks is clearly a platform for publishing data but much of the response to these documents is more based on mystery than on secrecy. That is to say that the disclosures are treated as revelation in the religious sense – and not as discovery in the sense of scientia – knowledge. Why is this so? Wikileaks is described as a continuation of the ethical and social responsibility of journalism as an instrument to educate and inform the public – based on the principle that an informed public is essential to a democracy and self-governance. By collecting, collating and disclosing documents ‘leaked’ to it, Wikileaks also attacks what Assange calls the invisible government, the people and institutions who rule by concealing their activities from the people – and brings to light their wrongdoing.

There are two traditions involved here that partially overlap. In the US the prime examples are the ‘muckraking journalism’ originating in the so-called Progressive Era, spanning from 1890s to 1920s, and more recently the publication of the Pentagon Papers through Daniel Ellsberg. While liberals treat both of these examples favourably, their histories, however, are far more ambivalent than sentimentally presented. To understand this ambivalence, itself a sort of plausible deniability, it is necessary to sketch the history of journalism in the US – the emergence of an unnamed but essential political actor – and some of the goals of US foreign policy since the end of the 19th century. This very brief sketch offers what I call the preponderance of facticity – as opposed to an unimpeachable explanation for the overt and covert actions of the US.

First of all it is necessary to acknowledge that in 1886 the US Supreme Court endowed the modern business corporation with all the properties of citizenship in the US – a ruling reiterated with more vehemence this year by another Supreme Court decision. As of 1886, business corporations in the US had more civil rights than freed slaves or women. By the end of the First World War, the business corporation had eclipsed the natural person as a political actor in the US. By 1924 US immigration law and the actions of the FBI had succeeded in damming the flow of European radicalism and suppressing domestic challenges to corporate supremacy. Thus by the time Franklin Roosevelt was elected, the US had been fully constituted as a corporatist state. US government policy was thereafter made mainly by and for business corporations and their representatives. Second, professional journalism emerged from the conflict between partisan media tied to social movements and those tied to business. The first journalism school was founded in 1908 at the University of Missouri with money from newspaper baron Joseph Pulitzer. As in all other emerging professions at that time, it was claimed that uniform training within an academic curriculum would produce writers who were neutral, objective, and dispassionate – that is to say somehow scientific in their writing.

A professional journalist would not allow his or her writing to be corrupted by bribery or political allegiances. These professional journalists would work for commercial enterprises but be trained to produce value-free texts for publication.. The US has always refused to call itself an empire or to acknowledge that its expansion from the very beginning was imperial. The dogma of manifest destiny sought to resolve this contradiction by stipulating that domestic conquest was not imperial. Control of the Western hemisphere has always been defined as national security, not of asserting US domination. Likewise, it is impossible to understand the actions of the US government in Asia since 1910 without acknowledging that the US is an empire and recognising its imperial interests in the Asia–Pacific region. It is also impossible to understand the period called the Cold War without knowing that the US invaded the Soviet Union in 1918 with 13,000 troops along with some 40,000 British troops and thousands of troops recruited by the ‘West’ to support the Tsarist armies and fascist Siberian Republic. It is essential to bear these over-arching contextual points in mind when considering the value of classified US documents and their disclosure, whether by Wikileaks or Bob Woodward. It is essential to bear these points in mind because the value or the ambivalence of ‘leaks’ or declassification depends entirely on whether the data is viewed as ‘revelation’ or as mere scientific data to be interpreted.

Revelation and heresy For the most part the disclosures by Wikileaks have been and continue to be treated as ‘revelation’ and the disclosure itself as heresy. This is particularly the case in the batches of State Department cables containing diplomatic jargon and liturgy. The ‘revelation’ comprises the emotional response to scripture generated by members of the US foreign service and the confirmation this scripture appears to give to opinions held about the US – whether justified or not. Just as reading books and even the bible was a capital offence for those without ecclesiastical license in the high Middle Ages, the response of the US government is comprehensible. It is bound to assert that Wikileaks is criminal activity and to compel punishment. Yet there is another reason why the US government reaction is so intense. As argued above, the primary political actor in the US polity is the business corporation. In Europe and North America at least it is understood: (1) that the ultimate values for state action are those which serve the interests of private property; and (2) that the business corporation is the representative form of private property.

This in turn means that information rights are in fact property rights manifest as patents, copyrights, and trade or industrial secrets. Since the state is the guardian of the corporation, it argues that the disclosure of government documents should only be allowed where the government itself has surrendered some of its privacy rights. This is quite different from the arguments for feudal diplomatic privilege, even though business corporations have superseded princely states. The argument for state secrecy now is that the democratic state constituted by business corporations is obliged to protect the rights and privileges of those citizens as embodied in their private property rights – rights deemed to be even more absolute than those historically attributed to natural persons, if for no other reason than that corporations enjoy limited liability and immortality, unlike natural persons. When the US government says it is necessary for other states to treat Assange as an outlaw and Wikileaks as a criminal activity, it is appealing on one hand to the global corporate citizenry and on the other, asserting its role – not unlike the Roman Catholic Church of the Middle Ages – as the sole arbiter of those rights and privileges subsumed by Democracy in the world. Many of those who lack a religious commitment to the American way of life have still recognised the appeal to privacy and ultimately to private property which are now deemed the highest values in the world – so that trade, the commerce in private property, takes precedence over every other human activity and supersedes even human rights, not to mention civil rights.

Ellsberg In 1971 Daniel Ellsberg leaked the Pentagon Papers to the New York Times, which began their publication. This leak was treated as a landmark, although it would take several years before the US withdrew its forces from Vietnam and many more before hostilities were formally ended. What then was the significance of the ‘leak’? The documents generally point to the failures of the military, omitting the role of the CIA almost entirely. Today it is still largely unknown that Ellsberg was working with the CIA in counter-insurgency programs in Vietnam. Did the Pentagon Papers thus serve the interests of plausible deniability – a disclosure of secrets designed not to reveal truth, but to conceal a larger truth by revealing smaller ones? On the other hand, the collection of essays, Dirty Work, edited by Philip Agee and Lou Wolf, showed how the identity of CIA officers could be deciphered from their official biographies, especially as published in the Foreign Service List and other government registers. This type of disclosure allows the competent researcher to recognise ‘real’ Foreign Service officers as opposed to CIA officers operating under diplomatic cover. Agee and his colleague Lou Wolf maintained that disclosure of CIA activities was not a matter of lifting secrets but of recognising the context in which disparate information has to be viewed to allow its interpretation.

To put it trivially: in order to find something you have to know the thing for which you are searching. In order to be meaningful, disclosures of intelligence information must explain that intelligence information seeks to deceive the US public. For example, the CIA and those in the multi-agency task forces under its control produced an enormous amount of reports and documentation to show what was being done to fulfil the official US policy objectives in Vietnam. One of these programs was called Rural Development. This CIA program was run ostensibly by the USAID and the State Department to support the economic and social development of the countryside. This policy was articulated in Washington to fit with the dominant ‘development’ paradigm – to package the US policy as aid and not military occupation. And yet, as Douglas Valentine shows in his book The Phoenix Program, Rural Development was a cover for counterinsurgency from the beginning. The Phoenix Program only became known in the US after 1971, and then only superficially. The information released to the US Congress and reported in the major media outlets lacked sufficient context to allow interpretation. There was so little context that the same people who worked in the Phoenix program in Vietnam as 20-year-olds have been able to continue careers operating the same kinds of programmes in other countries with almost no scrutiny.

Two people come to mind: John Negroponte, who is alleged to have provided support to death squads in Honduras during the US war against Nicaragua and later served as ambassador to occupied Iraq, began his foreign service career in Vietnam with one of the agencies instrumental in Phoenix. The other person died recently: Richard Holbrooke began his career with USAID in Vietnam, went on to advise the Indonesian dictatorship, went to manage the ‘diplomatic’ part of the US war in Yugoslavia and finally served as a kind of pro-consul for Central Asia with responsibility for the counterinsurgency in Afghanistan. As the secret weapon in US imperial policy, the counterinsurgency or rural development or ‘surge’ policies of the US government never include an examination of the professionals who managed them. It used to be said among some critics that one could follow General Vernon Walters’ travel itinerary and predict military coups. But that was not something ‘leaked’ and it did not appear in the mainstream media analysis.

The illusion of objective neutrality So if much of what we see ‘leaked’ is gossip in the service of plausible deniability, what separates the important gossip from the trivial? I suggest it is a return to consciously interested, humanistic values in historical research. We have to abandon the idea that the perfect form of knowledge is embodied in the privilege of corporate ownership of ideas, and domination of the state. We also have to abandon the illusion of objective neutrality inherited from Positivism and Progressivism, with its exclusionary professionalism. Until such time as human beings can be restored to the centre of social, political and economic history we have to recognise the full consequences of the enfranchisement of the business corporation and the subordination of the individual to role of a mere consumer. If we take the business corporation, an irresponsible and immortal entity, endowed with absolute property rights and absolved of any liability for its actions or those of its officers and agents, as the subject of history it has become, then we have to disclose more than diplomatic cables. We have to analyse its actions just as historians have tried to understand the behaviour of princes and dynasties in the past. This is too rarely done and when often only in a superficial way. I would like to provide an example, a sketch if you will, of one such historical analysis, taking the business corporation and not the natural person as the focus of action.

In 1945, George Orwell referred to the threat of nuclear war between the West and the Soviet Union as a ‘cold war’. He made no reference to the 1918 invasion of the Soviet Union by British troops. In 1947, US Secretary of State Bernard Baruch gave a speech in South Carolina saying ‘Let us not be deceived: we are today in the midst of a cold war’. The speech had been written by a rich newspaperman named Herbert Swope. In 1947, George Kennan published his containment essay, ‘The Sources of Soviet Conduct’, in Foreign Affairs under the name ‘X’. In it he describes a supposed innate expansionist tendency of the Soviet Union – also no mention of the US invasion or the devastation of WWII, which virtually destroyed the Soviet Union’s manpower and industrial base. In April 1950, NSC 68 is published – classified top secret until 1975 – outlining the necessity for the US to massively rearm to assert and maintain its role as the world’s superpower. At the end of summer 1950, war breaks out in Korea. President Truman declared an emergency and gets UN Security Council approval for a war that lasts three years, killing at least 3 million Koreans – most of whom die as a result of US Air Force saturation bombing of Korea north of the 38th parallel. Truman proclaims that US intervention will be used to prevent the expansion of the Soviet Union or as Ronald Reagan put it then – Russian aggression. After being utterly routed by the army of North Korea, the US bombs its way to the Yalu only to be thrown back to the 38th parallel by China. In 1954, the US organises the overthrow of the Arbenz regime in Guatemala and begins its aid and covert intervention in Vietnam beginning a war that only ends in 1976. Meanwhile Britain suppresses the Malaysian independence movement. Between 1960 and 1968, nationalist governments have been overthrown in Indonesia, Congo, Ghana, Brazil. Cuba is the great surprise amidst the literally hundreds of nationalist, anti-colonial movements and governments suppressed by the US.

William Blum has catalogued the enormous number of overt and covert interventions by the US in his book Killing Hope. The amazing thing about much of what Blum compiled is that it was not ‘secret’. It was simply not reported or misreported. Blum makes clear – what should be obvious – that the Soviet Union was not a party to a single war or coup from 1945 to 1989 and that the US government knew this. Much of this early action took place when John Foster Dulles was US Secretary of State and his brother was head of the CIA. The Dulles brothers were intimately connected to corporations they represented in their capacity as ‘white shoe’ lawyers in New York. In fact the founder of the OSS, the CIA’s predecessor, William Donovan, was also a corporate lawyer both before and after his service in the OSS. In other words the people who have commanded these foreign policy instruments have almost without exception been the direct representatives of major US business corporations. In each case the public pretext has been the threat of communism or Soviet expansion. Yet the only consistent quality all of these actions had was the suppression of governments that restricted the activities of US or UK corporations. Of course, communism has long been merely a term for any opposition to the unrestricted rights of business corporations.

One could say people like Donovan or Dulles were seconded to government office. However, the direct financial benefit that someone like Dulles obtained when he succeeded in deposing Arbenz in Guatemala came from his shareholding in United Fruit, the instigator and financial backer of the CIA co-ordinated coup. Perhaps the more accurate interpretation of this secret activity is that the business corporation, which previously employed law firms and Pinkertons, had shifted the burden of implementing corporate foreign policy to the taxpayer and the state. Now the interest of the US in Latin America has been well researched and documented. But the persistence of the Vietnam War and the silence about the Korean War have only been matched by the virtual absence of debate about the overthrow of Sukarno and the Philippine insurgency. The Philippines became a footnote in the controversy about US torture methods in Iraq and elsewhere as it was shown that the ‘water cure’ was applied rigorously by American troops when suppressing the Philippine independence movement at the beginning of the 20th century.

Lack of context not knowledge The study of each of these Asian countries – and one can add the so-called Golden Triangle; and I would argue Afghanistan now – has been clouded not by lack of evidence or documentation but by lack of context. If the supposed threat posed by communism, especially Soviet communism is taken at face value – as also reiterated in innumerable official documents both originally public and originally confidential – then the US actions in Asia seem like mere religious fanaticism. The government officials and military and those who work with them are so indoctrinated that they will do anything to oppose communism in whatever form. Thus even respected scholars of these wars will focus on the delusions or information deficits or ideological blinders of the actors. This leads to a confused and incoherent perception of US relations in Asia and the Pacific. The virtual absence of any coherent criticism of the Afghanistan War, let alone the so-called War on Terror, is symptomatic not of inadequate information, leaked or otherwise. It is a result of failure to establish the context necessary for evaluating the data available. It should not surprise anyone that ‘counter-terror’ practices by US Forces are ‘discovered’ in Afghanistan or Iraq, if the professional careers of the theatre and field commanders (in and out of uniform) are seriously examined.

Virtually all those responsible for fighting the war in Central Asia come from Special Operations/CIA backgrounds. That is what they have been trained to do. If we shift our attention for a moment to the economic basis of this region, it has been said that the war against drugs is also being fought there. However, this is counterfactual. Since the 1840s the region from Afghanistan to Indochina has been part of what was originally the British opium industry. China tried to suppress the opium trade twice leading to war with Britain – wars China lost. The bulk of the Hong Kong banking sector developed out of the British opium trade protected by the British army and Royal Navy. Throughout World War II and especially the Vietnam War the opium trade expanded to become an important economic sector in Southern Asia – under the protection of the secret services of the US, primarily the CIA. Respected scholars have documented this history to the present day. However it does not appear to play any role in interpreting the policies of the US government whether publicly or confidentially documented. Is it because, as a senior UN official reported last year, major parts of the global financial sector – headquartered in New York and London – were saved by billions in drug money in 2008? Does the fact that Japan exploited both Korea and Vietnam to provide cheap food for its industrial labour force have any bearing on the US decision to invade those countries when its official Asia policy was to rebuild Japan as an Asian platform for US corporations – before China became re-accessible (deemed lost to the Communists in 1948)? Did the importance of Korean tungsten for the US steel industry contribute to the willingness of people like Preston Goodfellow, a CIA officer in Korea, to introduce a right-wing Korean to rule as a dictator of the US occupied zone? Is there continuity between Admiral Dewey’s refusal to recognise the Philippine Republic after Spain’s defeat – because the 1898 treaty with Spain ceded the archipelago to the US – and the refusal of General Hodge to recognise the Korean People’s Republic in Seoul when he led the occupation of Korea in 1945? As John Pilger suggests, were the million people massacred by Suharto with US and UK support a small price to pay for controlling the richest archipelago in the Pacific? Was the Pol Pot regime not itself a creation of the US war against Vietnam – by other means?

Is it an accident that while the US was firmly anchored in Subic Bay, armed and funded Jakarta, occupied Japan and half of Korea, that the US was prepared to bomb the Vietnamese nationalists ‘into the Stone Age’? It only makes sense if the US is understood as an empire and its corporate interests are taken seriously when researching the history of the US attempts to create and hold an Asian empire. The resistance to this perception can be explained and it is not because of an impenetrable veil of secrecy. It is not because of the accidentally or inaccessibly unknown. Rather it is because US policy and practice in the world remains a ‘mystery’, a supernatural truth, one that of its very nature lies above the finite intelligence. The quasi-divine status of the universal democracy for which the USA is supposed to stand is an obstacle of faith.

Engineering consent In the twentieth century two conflicting tendencies can be identified. The first was the emergence of mass democratic movements. The second was the emergence of the international business corporation. When the Great War ended in 1918, the struggle between these two forces crystallised in the mass audience or consumer on one hand and the mass production and communication on the other. As Edward Bernays put it: ‘This is an age of mass production. In the mass production of materials a broad technique has been developed and applied to their distribution. In this age too there must be a technique for the mass distribution of ideas.’ In his book, Propaganda, he wrote ‘The conscious and intelligent manipulation of organised habits and opinions of the masses…’ was necessary in a democracy, calling that ‘invisible government’.

Like his contemporary Walter Lippmann, a journalist, he believed that democracy was a technique for ‘engineering the consent’ of the masses to those policies and practices adopted by the country’s elite – the rulers of its great business corporations. By the 1980s the state throughout the West – and after 1989 in the former Soviet bloc – was being defined only by ‘business criteria’, e.g. efficiency, profitability, cost minimization, shareholder value, consumer satisfaction, etc. Political and social criteria such as participatory rights or income equity or equality, provision of basic needs such as education, work, housing, nutrition, healthcare on a universal basis had been transformed from citizenship to consumerism. The individual lost status in return for means tested access to the ‘market’. In order for the state to function like a business it had to adopt both the organisational and ethical forms of the business corporation – a non-democratic system, usually dictatorial, at best operating as an expert system. As an extension of the property-holding entities upon which it was to be remodelled, the state converted its power into secretive, jealous, and rigid hierarchies driven by the highest ethical value of the corporation – profit.

Journalists and ‘corporate stenographers’ While historical research should not be merely deductive, it is dependent on documents. The veracity of those documents depends among other things on authenticity, judgements as to the status, knowledge or competence of the author, the preponderance of reported data corresponding to data reported elsewhere or in other media. A public document is tested against a private or confidential document – hence the great interest in memoirs, diaries and private correspondence. There is an assumption that the private document is more sincere or even reliable than public documents. This is merely axiomatic since there is no way to determine from a document itself whether its author lied, distorted or concealed in his private correspondence, too. Discrepancies can be explained in part by accepting that every author is a limited informant or interpreter. The assumptions about the integrity of the author shape the historical evaluation. In contemporary history – especially since the emergence of industrial-scale communications – the journalist has become the model and nexus of data collection, author, analyst, and investigator. Here the journalist is most like a scholar. The journalist is also a vicarious observer.

The journalist is supposed to share precisely those attributes of the people to whom or about whom he reports. This has given us the plethora of reality TV, talk shows, embedded reporters, and the revolving door between media journalists and corporate/state press officers. In the latter the journalist straddles the chasm between salesman and consumer. This is the role that the Creel Committee and the public relations industry learned to exploit. The journalist George Creel called his memoir of the Committee on Public Information he chaired – formed by Woodrow Wilson to sell US entry into World War I – How We Advertised America. The campaign was successful in gaining mass support for a policy designed to assure that Britain and France would be able to repay the billions borrowed from J. P. Morgan & Co. to finance their war against Germany and seize the Mesopotamian oilfields from the Ottoman Empire. Industrial communications techniques were applied to sell the political product of the dominant financial and industrial corporations of the day. The professional journalist, freed from any social movement or popular ideology, had already become a mercenary for corporate mass media.

The profession eased access to secure employment and to the rich and powerful. The journalists’ job was to produce ideas for mass distribution – either for the state or for the business corporation. Supporting private enterprise was at the very least a recognition that one’s job depended on the media owner. Editorial independence meant writers and editors could write whatever they pleased as long as it sold and did not challenge the economic or political foundation of the media enterprise itself. In sum the notion of the independent, truth-finding, investigative journalist is naïve at best. We must be careful to distinguish between journalists and what John Pilger has called ‘corporate stenographers’. This does not mean that no journalists supply us with useful information or provide us access to meaningful data. It means that journalism, as institution, as praxis, is flawed – because it too is subordinated to the business corporation and its immoral imperatives. Wikileaks takes as its frame of reference the journalism as it emerged in the Positivist – Progressive Era – a profession ripe with contradictions, as I have attempted to illustrate.

Were Wikileaks to fulfil that Positivist–Progressive model, it would still risk overwhelming us with the apparently objective and unbiased data – facts deemed to stand for themselves. Without a historical framework – and I believe such a framework must also be humanist – the mass of data produced or collated by such a platform as Wikileaks may sate but not nourish us. We have to be responsible for our interpretation. We can only be responsible however when we are aware of the foundations and framework for the data we analyse. The deliberate choice of framework forces us to be conscious of our own values and commitments. This stands in contrast to a hypothetically neutral, objective, or non-partisan foundation that risks decaying into opportunism – and a flood of deceit from which no mountain of disclosure can save us.

A Revolução que os Globalistas Desejavam

Como a mídia tradicional publica mentiras, as pessoas são cooptadas e os globalistas afirmam seu poder

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Março 4, 2011

Deixe-me ir direto ao ponto. Glenn Beck não é um patriota ou nada parecido. Beck é uma máquina de relações públicas usada para vender publicidade na Fox News. Como ele, existem muitos outros na mídia, assim como há muitos ‘especialistas’ que manipulam a verdade. Então, porque Glenn Beck fala algumas verdades com precisão sobre o que está acontecendo no Egito?

Muitas pessoas no mundo acordaram para a realidade e, durante esse despertar, rejeitaram as mentiras e desinformação que a mídia oferece. Então a mídia emprega hoje uma “nova tática”. Essa “nova tática” envolve parecer que estão dizendo a verdade aos espectadores, leitores e ouvintes para, depois, encher suas mentes com informações falsas ou parcialmente falsas. Isso é feito em uma tentativa de salvarem-se do buraco no qual caíram já que as pessoas não confiam neles.

No relato ou discussão de qualquer assunto, a mídia tradicional informa as pessoas de 10 por cento da verdade e 90 por cento de mentiras. É aí onde está a armadilha. É uma operação psicológica (psy-op) para voltar a ganhar a confiança do público, mas muitas pessoas ainda não entendem isto. A mídia tradicional sabe quem é o público, como pensam e como chegar até eles. Eles empregam as mais doces combinações de palavras para atrair e manter os seus seguidores e tentar obter novos todos os dias.

É por isso que Glenn Beck e outros, as vezes, dizem às pessoas toda a verdade para, depois, contar mentiras. Exemplos disso são desnecessários, uma vez que qualquer um pode ver não só na Fox, mas também na CNN, MSNBC, CBS, ABC, Al-Jazeera, Globo, jornais e revistas populares que mascaram sua agenda com caras bonitas, apresentadores que parecem ser inteligentes e estúdios modernos. Mas o objetivo geral é o de vender mentiras. Não duvidem disso.

Exatamente como Glenn Beck apresentou em seu show muitas vezes, a situação no Egito, hoje, é uma cópia do que aconteceu no Irã em 1979. Mas ninguém parece entendê-lo completamente bem, porque ninguém se preocupa o suficiente. Ninguém se lembra do Irã em 1979. A agitação no oriente médio é interminável e muito antiga. Mas é importante saber o que origina a agitação, a perseguição, a violência e a destruição. Vamos citar apenas algumas razões pelas quais esta agitação acontece: sanções econômicas, tarifas comerciais, medidas de austeridade, fome, guerra, opressão, corrupção, trabalho escravizante e assim por diante.

O mundo não está prestes a ser dominado por poucas mãos, como Beck assinalou em um dos seus shows. O mundo tem estado nas mãos de um punhado de pessoas por pelo menos um século. A mídia tradicional não consegue entender isso, disse Beck. Outra mentira. A mídia conhece e muito bem, eles simplesmente não dizem o que sabem. Beck, assim como outros apresentadores, sabem que, se a mídia tradicional dissesse às massas como as coisas realmente funcionam, veríamos a situação do Egito repetindo-se não só no Oriente Médio, mas em qualquer outro lugar. De fato, a revolução do Egito pode ter começado como um movimento justo para destronar um ditador mas, certamente, não evoluiu como tal.

Beck tem razão quando diz que o conflito no Oriente Médio está prestes a destruir o Ocidente, mas isso não é uma surpresa, pois foi sempre sobre isso. As potências militares e econômicas ocidentais, através do seu complexo militar-industrial, sempre criaram e usaram os conflitos no Oriente para ter uma desculpa para encher seus bolsos com dinheiro e acumular o controle dos recursos e das pessoas. Nada de novo aqui.

Por que o Oriente supostamente odeia o Ocidente?

O Oriente não odeia o Ocidente. Essa é outra mentira da mídia tradicional. São os globalistas quem odeiam tanto o Oriente como o Ocidente e querem causar conflito para conseguir o controle completo de ambos os hemisférios, como originalmente planejado. O conflito entre as civilizações sempre foi estimulado por pequenos grupos de pessoas que procuram promover o controle de impérios e acumular poder enquanto oprimem os povos. Assim, os cidadãos do Leste não odeiam os cidadãos do Ocidente. Os ditadores fantoches do Oriente odeiam seus povos orientais, pois eles vendem as suas vidas aos controladores no Ocidente. As marionetes do Ocidente também odeiam seus países porque eles também vendem seu povo para os globalistas. Todos os conflitos religiosos e culturais são causados pela introdução de falácias que as pessoas acreditam como reais, como a ‘justiça social’, o multiculturalismo e o radicalismo religioso apoiados por frases como “você está do nosso lado ou do lado do inimigo”.

A mídia tradicional tem a ousadia de culpar as pessoas de pensamento progressivo por este desastre que já se arrasta por mais tempo do que qualquer progressista poderia imaginar. Tirania e corrupção não são características dos progressivos; é uma meta histórica dos globalistas. Para alcançar isto, eles utilizam nomes diferentes, políticas diferentes e, mais importante do que isso, empregam diferentes grupos sociais, religiões, ditadores e presidentes marionetes que seguem ideologias diferentes. Dessa forma, eles sempre podem amarrar todos nós. As mesmas políticas que a mídia tradicional descreve como originárias do movimento progressivo também foram produzidas e executadas pelos conservadores. Ambos os grupos produziram e executaram essas políticas porque eles são ambos controlados e cooptados por organizações e fundações globalistas.

Glenn Beck corretamente afirma que muito do ódio do Oriente é causado pela hipocrisia ocidental, especialmente a hipocrisia americana. Em parte, isso é verdade. O MAS é que esta hipocrisia não é apenas americana ou ocidental. Os Estados Unidos, assim como outros líderes do G-8 e do G-20 são dirigidos por governos fantoches que realizam os planos dos globalistas. Portanto, as pessoas responsáveis por tal hipocrisia são os globalistas no controle e não os americanos, franceses, britânicos, alemães ou gregos. Esta é a diferença entre a maneira em que a mídia atribui a culpa e a realidade que a mesma mídia nao conta.

Crédito deve ser dado à mídia tradicional porque eles têm sido capazes de manter os verdadeiros controladores escondidos ‘atrás da cortina’. Assim como Glenn Beck tentou fazer em seu show em 31 de janeiro, a mídia corporativa é especializada em mentir com uma cara séria. E ninguém pode ter uma cara mais de mentiroso e sério do que Beck. Além de detalhar o que chamou a ‘insurreição que vem’, Beck criticou Hosni Mubarak por tortura, seqüestro, espionagem e por oprimir e abusar do povo egípcio. Mas nem ele nem nenhum outro apresentador disse nada quando George W. Bush -outro fantoche presidente- fez exatamente a mesma coisa durante o seu governo.

No entanto, a farsa acabou. Muitas pessoas aprenderam a ver através das mentiras e da desinformação para reconhecer que os seus opressores não vivem em seus países. Eles também aprenderam que as agendas econômicas e políticas que causaram sua miséria e dor juntamente com a morte de milhares ou milhões de seus cidadãos chegam do estrangeiro. Eles não querem outro boneco, eles querem construir o país que querem para si e suas famílias. Mas a única maneira de alcançar este objetivo é libertar-se das cadeias que os impede de ser livres.

Como o congressista Ron Paul apontou, é a ocupação americana do Oriente Médio que tem servido como uma grande desculpa para a formação de grupos radicais, muitos deles apoiados pelos mesmos poderes ocidentais que afirmam estar lutando contra o terrorismo. Entre eles, a Irmandade Muçulmana, uma criação de agências de inteligência britânicas.

As guerras entre civilizaçoes não acontecem devido ao fato de que alguns são livres e prósperos e outros não. As guerras mais sangrentas da história não aconteceram por causa de diversidade religiosa, mas como as diferenças religiosas e movimentos religiosos têm sido usados para criar ódio entre os povos.

O complexo militar industrial criou ditadores de todas as cores e formas e os colocou no poder por séculos e os seus membros e especialistas têm confessado isto em público. Zbigniew Brzezinski não só mostrou sua preocupação com o aumento da oposição mundial contra a agenda globalista como também admitiu que era pessoalmente responsável pela criação do ditador oriental Mao Tse Tung, que foi levado ao poder pelos globalistas, assim como foi Adolf Hitler. O número de mortes devido às políticas e perseguições que esses dois tiranos realizaram são contados de forma conservadora hoje por dezenas de milhões.

Atualmente, os Estados Unidos, controlado pelos globalistas, apóia ditadores no Egito, Arábia Saudita, Tunísia, Iêmen e presidentes fantoches em toda a América Latina, Europa e outras regiões do mundo. O apoio a estes ditadores e presidentes títeres é dado em uma diversidade de maneiras. Egito recebe bilhões de dólares por ano, em grande parte em ajuda militar. Iêmen recebe uma grande parcela do orçamento da USAID. Muito disso, diz a organização, é para programas relacionados com a “paz e a segurança”. E quando a ajuda não vai na forma de dinheiro, como no caso da Arábia Saudita, está previsto e entregue por meio de tratados de armas.

Egito 2011 é o Irã em 1979

Vamos explicar isto o mais claramente possível. A revolução que está acontecendo hoje no Egito é uma cópia do que aconteceu no Irã no final dos anos 1970. Hosni Mubarack é um fantoche do sindicato internacional do crime conhecido como os globalistas. Os globalistas são um grupo de empresas e personalidades corruptas que controlam quase todos os aspectos de nossas vidas hoje. Eles conseguiram isso através da criação e imposição de um esquema para ter uma economia planificada, com desenvolvimento planejado e controlado, crescimento, educação, ou devo dizer treinamento planejado, entre outras coisas. Este regime lhes permitiu manter e aumentar o controle sobre a política, economia, política monetária e fiscal, investigação e utilização de recursos naturais, controle de natalidade, entretenimento e da mídia.

Justo como o conflito no Irã em 1979 não aconteceu porque os iranianos queriam obter democracia, o conflito em desenvolvimento em todo o Oriente Médio não é sobre democracia. É o mesmo cenário que existia no Irã, onde estudantes foram enganados em apoio a uma revolução, mas não a revolução do povo. A revolução iraniana não era sobre a liberdade e seu estado atual é um exemplo fiel disso. Antes de tornar-se no que é hoje, o Irã era um dos aliados mais fortes dos Estados Unidos, assim como o Egito é hoje. Jimmy Carter chegou fazer um brinde com o xá do Irã para apresentar a prosperidade do pais. O Xá era um ditador e um boneco, como Mubarak é hoje. Ele torturou milhares de pessoas e cometeu outros crimes que poucos lembram. Assim como acontece no Egito hoje, os grupos de estudantes apoiaram a revolução e estabeleceram um regime chamado ‘moderado’.

Então vamos ver … Em ambos os casos, a revolução foi liderada por estudantes co-optados. Em ambos os casos, eles queriam acabar com o reinado de um ditador brutal e em ambos os casos eles não conseguiram nenhum desses objetivos. Na verdade, eles acabaram sendo mais oprimidos do que nunca. No caso do Irã, um mês depois da revolução da “liberdade”, os EUA decidiram que o Xá não estava funcionando e enviaram extremistas islâmicos para assumir o poder com o aiatolá Komeni na cabeça. Dessa revolução surgiu a crise dos reféns na Embaixada dos EUA, onde pelo menos 60 pessoas foram sequestradas por mais de um ano.

Voltando para 2011

A solução que EUA tem estado cozinhando por um alguns anos é a instalação de Mohammed ElBaradei como o salvador do Egito. O boneco novo que irá fazer a devida diligência dos globalistas, como Mubarak fez. Da mesma forma, os bonecos na Jordânia, Marrocos, Sudão, Paquistão e Afeganistão fazem hoje sua parte para manter os globalistas no poder. Assim como Barack Obama faz o mesmo nos Estados Unidos e Inácio Da Silva fez a sua parte até janeiro de 2011 no Brasil.

Hoje, junto com o Egito, países como Argélia, Marrocos, Líbia, Sudão, Jordânia, Síria e Paquistão exibem revoluções populares. Todos eles são governados por ditadores que o governo fantoche dos EUA têm apoiado ao longo dos anos. Por que então os EUA, mesmo agora, tenta acabar com esses regimes? Porque os globalistas são as pessoas menos confiáveis que existem lá fora. Eles fazem de tudo para avançar sua agenda. Eles vão tirar quem eles precisam para aumentar seu controle e sua riqueza.

As mesmas pessoas no poder são os que provocam e co-optam a insurreição Egito, Iêmen, Turquia, Jordânia, Arábia Saudita e outros países ao redor do mundo. Eles sempre usaram os movimentos populares para enganar as pessoas e trazer “mudanças”. Isto é mais claro nas áreas do mundo onde as pessoas estão cansadas de ser escravos, mas não sabem como prosseguir para uma mudança real. Essa mudança não é compreendida pelas massas que, simplesmente, vão junto com a farsa. Idéias como a justiça social e a igualdade são apenas mentiras que são plantadas para atrair a atenção das pessoas. Na realidade, o objetivo é estabelecer um sistema comunista baseado na distribuição de riqueza. Mas essa riqueza não vai acabar nas mãos daqueles que mais necessitam. Muito pelo contrário. Ela vai acabar nas mãos dos globalistas. Estes globalistas controlam tudo desde lugares onde não existe extradição ou acordos para casos criminais até onde nunca podem ser vistos ou responsabilizados. Até agora.

No final de 2010, as pessoas na França, Grécia, Irlanda e Itália tinham manifestado a sua raiva nas ruas sobre os planos de austeridade planejados pelos seus governos, assim como reduções salariais, o confisco dos fundos de pensão públicos e privados, etc.

O que o ódio dos globalistas implica?

É o ódio globalista para com o povo, o verdadeiro capitalismo e o livre mercado que tem destruído um sistema que, embora imperfeito, poderia ter ajudado a melhorar as condições de vida para mais de milhares de pessoas. Mas as políticas de desregulamentação permitiram que os globalistas fizessem o que queriam e suas ganâncias cresceram fora de controle. Então, por que os globalistas querem efetivamente o colapso do mundo ao criar conflito na África, o Oriente Médio, Europa e Ásia? Essa não é a pergunta certa a fazer. A pergunta certa é: por que não? Isso lhes daria a desculpa perfeita para lançar seu tão aguardado assalto militar sobre as populações e impor a lei marcial e a militarização de, basicamente, todos os cantos do planeta sob o pretexto da segurança nacional ou internacional. Eles poderiam proibir as viagens, o comércio e, de fato, suspender toda a atividade econômica como é conhecida hoje. Tudo em nome da paz e a segurança, é claro. Nos termos do Tratado START, o exército do mundo poderia finalmente ser enviado para continuar com sua missão de manter a “paz e segurança” sempre que for necessário e, através da cláusula de emergência, fazer com que cada pais desse suas armas às Nações Unidas.

Além disso, eles poderiam avançar os seus novos regulamentos em matéria de produção alimentar, o uso de energia com a tecnologia ‘smart grid’, leis usando como desculpa o falso aquecimento global antropogênico, a proibição formal de livre expressão, o estabelecimento de zonas de livre expressão, maior regulamentação e controle da mídia, censura dos meios de comunicação alternativos e assim por diante. Como as coisas estão agora, os preços dos alimentos aumentaram somente no último ano em até 3,4 por cento em muitos países do mundo ocidental. A disponibilidade de alimentos é uma das ferramentas favoritas dos globalistas para escravizar as pessoas. A fome é uma das razões pelas quais muitos cidadãos pobres e de classe média protestam nas ruas hoje. Quem controla a produção e distribuição de alimentos mantém os dependentes como reféns. O impulso para um sistema centralizado de normas no âmbito do Codex Alimentarius proporciona um controle quase completo dos governos quando se trata de produção de alimentos, enquanto que proíbem as pequenas produções agrícolas de usar suplementos e medicina alternativa.

Segundo as leis de uso de energia recentemente aprovadas, os países cujos governos apóiam a imposição de taxas de emissões de carbono usam um mandato que limita quanta energia as pessoas podem usar e impõe restrições em diversos tipos de produção de energia, impostos, encargos e taxas para as empresas de pequeno e médio porte de acordo com o tipo de energia que utilizam. Em outros casos, os obrigam a comprar créditos de carbono. Com o novo sistema a ser implantado, os governos usam a tecnologia inteligente para regulamentar a forma como os cidadãos e as pequenas empresas utilizam energia, enquanto isenta as grandes corporações. Os subsídios do governo vão facilitar a aquisição e instalação de medidores inteligentes que permite aos governos controlar remotamente quem pode usar a energia, quanto e quando. Os profissionais de segurança têm questionado o uso destes medidores, mas a burocracia tem encontrado uma maneira de contornar as críticas e impor o seu uso.

Se você é um daqueles que odeia a intervenção do governo ou, simplesmente, prefere manter sua privacidade intacta, você está sem sorte. Protestar contra o controle do governo vai ficar mais difícil a cada dia. A liberdade de expressão é outro dos nossos direitos que pode se transformar em um luxo. Como pudemos testemunhar na América do Norte, América Latina, África e Oriente Médio, os ditadores e os globalistas não gostam da oposição da opinião pública. Eles, portanto, estabeleceram as chamadas “zonas de livre expressão” em faculdades e lugares públicos. Estas áreas estao localizadas longe da vista e da mente das pessoas, tornando o protesto público inócuo. Aqueles que não se atrevem a respeitar as regras ilegais são imediatamente acalmados por spray de pimenta, cães da polícia ou canhões de som.

A liberdade de expressão não seria completamente eliminada a menos que o governo controle a mídia. Como eles fazem isso? Não é através do envio de um bando de capangas para tomar conta das transmissões, das ondas de rádio ou prensas. Simplesmente compram a mídia com dinheiro do contribuinte. E quando se trata de mídia alternativa como blogs, sites de notícias e produtoras independentes eles estão trabalhando em um “kill switch” para a internet, o qual permite bloquear segmentos completos da net. Enquanto isto, engenheiros e advogados de segurança e privacidade alertaram em setembro de 2010 sobre um projeto de lei circulando no Congresso dos EUA que efetivamente impõe censura na internet. O projeto conhecido como Combate à Violação das Leis de Direitos do Autor foi patrocinado por membros de ambos os partidos Republicano e Democrata. “Se essa lei tivesse sido efetivada 5 ou 10 anos atrás, o YouTube não existiria hoje”, disse Peter Eckersley, técnico sênior da Electronic Frontier Foundation. O projeto não tem nada a ver com a violação de direitos autorais, é claro, mas com controle do governo sobre a internet e censura de daqueles que os burocratas consideram “perigoso”. Este projeto de lei, aprovado pela Comissão Judiciária do Senado com votação de 19-0 nunca recebeu um voto completo, mas com certeza acabará voltando como aconteceu com a Lei de Segurança Cibernética.

Então o que podemos tirar de tudo isso?

Em primeiro lugar, estar preparado. Ser auto-suficiente. Não espere que seu governo venha em seu auxílio quando você precisar de alimentos para comer, água para beber e energia para sobreviver a uma situação caótica. Os burocratas simplesmente não virão. Os governos, especialmente os governos grandes, são incapazes de ajudar a todos quando as catástrofes, violência, caos e instabilidade surgem. Em muitos casos, os próprios governos, a mando dos globalistas, causam o conflito e o caos sem ter a intenção de ajudar as pessoas necessitadas. Estar preparado é fundamental para sobreviver a qualquer situação difícil. Ser pró-ativo e não reativo é a solução. Ser auto-suficiente. Não espere até que os supermercados fiquem sem comida para começar a armazenar alimentos não perecíveis. Algumas lojas já estão sem alimentos devido à disparada dos preços do petróleo, a escassez artificial e a instabilidade da moedas. Ser independente. Ter sua própria fonte de água. Organizar pequenos grupos de bairro para se apoiarem mutuamente e melhorar as chances da sua família de superar uma crise e conseguir lidar com a escassez de comida e água. Leva apenas algumas semanas para que as pessoas com fome se tornem violentas quando o alimento e a água são escassos ou inexistentes. Leva apenas meses para que pessoas desesperadas matem para sobreviver. Finalmente, de maneira nenhuma, você pode pensar que o que está acontecendo hoje no Oriente Médio não pode acontecer aonde você vive amanhã. Esse seria o maior erro que você pode cometer.