Equador tenta chantagear o mundo para ‘salvar’ suas florestas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 12 MAIO 2012

Se você está cansado de ouvir os ambientalistas dizer como é bom ter uma Nova Ordem Mundial, seja paciente, porque eles vêm com mais ‘grandes’ idéias. Em preparação para a reunião do Rio sobre o Meio Ambiente, que é patrocinado pelas Nações Unidas, ONGs ambientalistas e políticos, os cúmplices do globalismo já estão pedindo a implementação de um Fundo Climático (GCF) para ajudar a “salvar” as florestas do mundo. Em um artigo anterior, dizemos como o Fundo Climático da ONU está buscando imunidade diplomática, um pedido sem precedentes, tendo em conta que o que entidade deve fazer é redistribuir a riqueza — não que esta é uma coisa positiva, é exatamente o oposto. Duas semanas atrás, perguntamos sobre a razão para essa necessidade, e parte da resposta é que, embora o Fundo Climático é uma criatura da ONU, não está coberta pela imunidade que protege outras organizações das Nações Unidas, tais como Organização para a Convenção sobre Mudanças do Clima (UNFCC).

Por que o Fundo Climático precisa imunidade? Eu gostaria de ouvir suas sugestões.

Como explicado acima, a única finalidade do Fundo é, como membros da ONU confessaram, redistribuir a riqueza do planeta, mas essa riqueza não vai para as mãos das pessoas mais necessitadas nos países mais pobres. Além disso, os políticos não eleitos e participantes em reuniões anteriores da ONU vão obter o financiamento necessário para o Fundo Climático — tirando dinheiro a traves de impostos — das classes média e baixa nos países desenvolvidos, para dar aos ricos nos países subdesenvolvidos. Como e que isso vai ajudar a salvar o planeta de uma catástrofe que não existe, mas que muitos temem? Também aceito sugestões sobre esta pergunta.

O GCF foi criado durante as últimas negociações sobre o clima em Durban, em que 194 Estados-membros votaram a favor da formação de um órgão provisório para tentar estabelecer a melhor forma de gastar cerca de 6.700 mil milhões de dólares até junho de 2013. Bem, agora parece haver uma grande oportunidade de gastar esse capital. O país sul-americano do Equador adotou oficialmente o Fundo Climático como a única maneira de “salvar” o seu valioso Parque Nacional Yasuni. A Embaixadora do Equador na ONU, Ivonne A-Baki, solicitou que o dinheiro dado ao Fundo seja usado para pagar seu plano de comércio de ‘petróleo pela floresta’. O plano diz que o Equador vai manter as suas florestas intactas, enquanto o resto do mundo pague o país por não usar seus recursos naturais como petróleo e gás natural, que estão em áreas protegidas e parques nacionais, como o citado Yasuní.

O modelo estabelecido pelo GCF é semelhante ao do regime de crédito de carbono, onde países e empresas pagam taxas que lhes permite poluir. Desta vez, porém, países como o Equador estão buscando um incentivo financeiro para não desenvolver os seus recursos naturais e, em vez optar por manter seu povo pobre e subdesenvolvido. Não me interpretem mal, não há nada negativo sobre o desejo de preservar a natureza em seu estado original. O problema surge quando um país como o Equador solicita incentivos financeiros como condição para proteger suas florestas. Nenhum país do mundo precisa de ajuda financeira, a fim de proteger o seu ambiente se ele realmente pretende mante-lo. O planeta não precisa de um sistema de socialista global e nenhum país deve exigir dinheiro da classe média ou pobre em outras nações para implementar programas de conservação.

Equador é um dos vários países latino-americanos com muitos recursos naturais, os quais já sao usados pela industria. O problema com o Equador é o mesmo que outras nações da América Latina: a corrupção do governo. Porque a maioria da população vive em condições deploráveis, poderíamos pensar que a assistência financeira internacional pode ser uma solução para a pobreza no país, mas é importante dizer que o Equador é membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a organização que se sente livre para manipular os preços do petróleo ao seu gosto. A nação do Equador é um dos maiores exportadores de petróleo da América Latina, com um total de cerca de 285.000 barris por dia (bbl / d). De acordo com a Energy Information Administration dos Estados Unidos, em 2011, o setor de petróleo do Equador representou cerca de 50 por cento das receitas de exportação. Por que é que os equatorianos não gozam dos benefícios dos recursos do seu país, então? O conluio entre o governo e as empresas forçou o país a importar produtos petrolíferos refinados, devido à falta de capacidade de refino doméstica — não por acaso — para atender a demanda local. A maioria do petróleo do Equador é enviado para a China em troca de empréstimos do China Development Bank.

Por que a embaixadora do Equador na ONU usa um tom ameaçador para solicitar fundos para preservar o Parque Nacional Yasuni? Bem, essa política vem do escritório do presidente Rafael Correa, que disse que não vai perfurar ali, enquanto a comunidade internacional pague ao país 3,6 bilhões de dólares, o que é aproximadamente a metade do valor das reservas de petróleo. Em outras palavras, os políticos concordam em entregar os recursos naturais  às Nações Unidas, em troca por apenas a metade do valor de seus recursos naturais. Isso é um roubo, certo?

Quando os políticos e as organizações internacionais mais importantes falam sobre a preservação das florestas e dos recursos naturais, muitas vezes eles usam pontos de discussão espirituais e coletivistas, e no caso do Equador, não é a exceção. A embaixadora chama a religiosidade das pessoas ao dizer que o Yasuní é solo sagrado e protegido por Deus, enquanto mostra uma pulseira que diz “Juntos para a Yasuni”, ela diz que a pulseira esta encantada. “Você fica lá apenas um dia, e fica revitalizado, é como estar em um spa. É tão pura, tão limpa. “É como um spa no que muitos parques nacionais ou áreas de conservação, eventualmente se tornam, uma vez que sao dados às Nações Unidas. A ONU, através de suas políticas de conservação, e em parceria com organizações globalistas conhecidas como a União Internacional para Conservação da Natureza, a World Wildlife Fund, The Nature Conservancy, o Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Organização para a Ciência e a Cultura, entre outros, tentam destruir a propriedade privada em todo o mundo, e fazê-lo em nome da conservação. Esses escritos do ambientalismo moderno baseiam-se em seguir religiosamente os escritos da Avaliação da Biodiversidade das Nações Unidas, um documento que orienta sobre o chamado “desenvolvimento sustentável” e os escritos de Agenda 21; ambos os documentos são conjuntos de politicas para destruir a sociedade como e conhecida hoje.

Países como Equador pararam de mendigar e passaram a exigir que os países industrializados e organizações internacionais não eleitas fazam alguma coisa para “ajudar” a manter as reservas naturais e parques nacionais, como condição para não explorar o petróleo e outros recursos . Há um senso de auto-direito em alguns países em desenvolvimento, cujas formas de governo socialista e comunista tem alienado o capitalismo verdadeiro — não o corporatismo — em quanto vem como seus sonhos de se tornar uma nação de primeiro mundo desaparecem tão rápido quanto as empresas estrangeiras, ao serem eliminadas iniciativas privadas de desenvolvimento, e o governo passou a promover políticas globalistas de controle da população para torná-los mais dependentes. Agora, dadas as suas políticas isolacionistas, eles acham que é apropriado solicitar subornos em troca de promover a agenda do falso ambientalismo globalista e a falsa agenda de conservação.

O termo mais comumente usado é “justiça climática” que está associada com a suposta obrigação que os países industrializados têm de pagar aos países pobres para financiar o custo do que eles chamam de danos ecológicos que as nações desenvolvidas têm feito ao planeta. O problema com este pensamento é que não têm sido os países industrializados que causaram danos irreparáveis ao planeta, mas as grandes multinacionais que controlam os governos de fora e os políticos corruptos que formam esses governos. Para acabar com esse tipo de câncer, nao é necessário que cada um pague as dívidas dos outros, mas arrancar esses debedores desde a raiz. Corporações, não os governos, são responsáveis por danos ecológicos. Nem os Estados Unidos, China, Austrália, Espanha, Alemanha ou Rússia, mas a Monsanto, Cargill, BP, Exxon Syngenta e muitas outras empresas são as que tem uma dívida impagável com os habitantes da Terra. Portanto, é importante concentrar os esforços sobre os verdadeiros culpados.

Aqueles que dirigem a agenda de fantasia do desenvolvimento sustentável terao ampla oportunidade para expressar as suas preocupações durante a reunião do Rio +20 que se realizará a partir do 06 de junho, onde nações como o Equador, mais uma vez exigirão que a classe média e os pobres nos países desenvolvidos paguem — por meio de impostos — o sistema de corrupção que existe nos mais altos níveis do governo em todo o mundo em desenvolvimento. Mas esse modelo de feudalismo pode ter seus dias contados, porque, mais ambientalistas bem-intencionados perceber o que está por trás do suposto plano para conservar as florestas e outros recursos, o que resultara em menos apoio para as medidas apresentadas em fóruns como Durban e Rio. O qué quer o falso ambientalismo? “Basicamente, o que o assunto do Yasuni representa é uma questão de quem deve a quem? É esta idéia de que o Norte pague ao Sul para manter o óleo no subsolo “, diz Kevin Koenig da organização Amazon Watch. Portanto, a agenda de conservação como um todo não tem nada a ver com conservação. Por um lado, este é um grupo de ressentidos e aspirantes a líderes do Terceiro Mundo que estão dispostos a manter seus povos pobres e famintos enquanto alguém lhes paga para isso. Por outro lado, é um programa de desindustrialização corporativa global projetado para tornar os ricos ainda mais ricos e os pobres ainda mais pobres.

Apenas um mês antes da reunião Rio +20, é fácil ver que os grupos que professam políticas anti humanas descobriram uma maneira comum de realizar seu plano e as duas partes esperam o mesmo resultado: defraudar as pessoas ao redor do mundo incutindo a crença de que os seres humanos são maus, que o mundo vai acabar se os parques nacionais não são dados  às  Nações Unidas como o maior latifundiário do planeta. Por sua vez, a ONU vai manter o terceiro mundo pobre e subdesenvolvido, em nome da salvação de todos nós. Para tornar essa meta uma idéia brilhante, eles usam e usarão celebridades, estrelas de cinema e políticos famosos que consolidem a falsa agenda de conservação. No entanto, a conservação não será feita para as gerações futuras, como eles dizem, mas para oligarcas internacionais que financiam e controlam quase todas as organizações ambientais e organizações não-governamentais que promovem o desenvolvimento sustentável.

Se você gosta da idéia de um sistema global neofeudalista sinta-se livre para apoiar a ONU no seu plano de fazer de todos nós seus escravos.

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Ecuador Intenta Chantajear al Mundo para ‘salvar’ sus Bosques

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 12 MAYO 2012

Si usted está cansado de escuchar los llamados ambientalistas sobre como un Nuevo Orden Mundial es ventajoso para todos, sea paciente, porque ellos vienen con más ‘grandes’ ideas. En preparación para la Cumbre de Rio sobre el Medio Ambiente, las cual es patrocinada por las Naciones Unidas, políticos y ONG’s ambientalistas, cómplices dek globalismo ya están llamando a la implementación de un Fondo Climático (GCF) para ayudar a “salvar” los bosques del mundo. En un artículo anterior, le informamos cómo el Fondo Climático de la ONU está tratando de obtener inmunidad diplomática, una solicitud sin precedentes si se tiene en cuenta que todo lo que se supone que este órgano debe hacer es redistribuir la riqueza — no es que esto sea una cosa positiva; es todo lo contrario. Hace unas dos semanas, preguntamos sobre el porqué de esta necesidad, y parte de la respuesta es que, aunque el Fondo Climático es una criatura de la ONU, no está cubierta por la inmunidad que protege a otras organizaciones de las Naciones Unidas, tales como la Organización Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (UNFCC).

¿Por qué el Fondo Climático necesita inmunidad? Me gustaría escuchar sus sugerencias.

Como se explicó anteriormente, el único propósito del Fondo es, como miembros de la ONU han confesado, un plan para redistribuir la riqueza del planeta, pero esta riqueza no irá a las manos de las personas más necesitadas en los países más pobres. Además, los políticos y los participantes no elegidos en anteriores reuniones de la ONU van a obtener la financiación necesaria para su Fondo Climático de dinero de los contribuyentes de las clases medias y bajas en los países desarrollados, para dárselo a la gente rica de los países subdesarrollados. ¿Cómo es que esto va a contribuir para salvar el planeta de una condición que no existe pero que muchos temen?

El GCF fue creado durante las últimas negociaciones sobre el clima de Durban, en la que 194 Estados miembros votaron a favor de la formación de un órgano provisional que tratara de establecer la mejor manera de gastar alrededor de $ 6,700,000 millones hasta junio de 2013. Bueno, ahora parece que hay una gran oportunidad para gastar ese capital. El país sudamericano de Ecuador ha adoptado oficialmente al Fondo Climático como la única manera de “salvar” su valioso Parque Nacional Yasuní. La embajadora de Ecuador en las Naciones Unidas Ivonne A-Baki, ha solicitado que el dinero dado al Fondo se utilice para pagar por su plan de comercio de petróleo por bosques. Los planes dicen que Ecuador mantendrá sus bosques intactos, mientras el resto del mundo  paga al país por no utilizar sus recursos naturales como el petróleo y gas natural, los cuales están en áreas protegidas y parques nacionales como el citado Yasuní.

El modelo que se establecerá con el GCF es similar al esquema de créditos de carbono, donde los países y las empresas podrían pagar las cuotas que les permiten contaminar. Esta vez, sin embargo, países como Ecuador busca un incentivo financiero para no desarrollar sus riquezas naturales, y en lugar optan por mantener a su población pobre y subdesarrollada. No me malinterpreten, no hay nada negativo sobre el deseo de preservar la naturaleza en su estado original. El problema viene cuando un país como el Ecuador solicita incentivos financieros, como condición para proteger sus bosques. Ningún país del mundo necesita la ayuda financiera con el fin de proteger su medio ambiente si realmente tiene la intención de conservar. El planeta no necesita un sistema de bienestar global y ningún país debe exigir dinero de la gente de clase media o pobre en otras naciones para llevar a cabo programas de conservación.

Ecuador es uno de varios países de América Latina con un montón de recursos naturales, muchos de los cuales ya se han abierto para uso industrial. El problema con el Ecuador es el mismo que otras naciones de América Latina: la corrupción gubernamental. Debido a que la mayoría de su población vive en condiciones deplorables, podríamos pensar que la ayuda financiera internacional puede ser una solución a la pobreza del país, pero es importante decir que el Ecuador es miembro de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), el cartel que se siente en libertad de manipular los precios del petróleo a su gusto. La nación de Ecuador es uno de los mayores exportadores de petróleo en América Latina, con un importe neto de alrededor de 285.000 barriles por día (bbl / d). Según la Administración de Información y Energía de los Estados Unidos, en 2011, el sector petrolero de Ecuador representaba cerca del 50 por ciento de los ingresos de exportación. ¿Por qué es que los ecuatorianos no disfrutan de los beneficios de sus riquezas naturales, entonces? La connivencia del Gobierno con las empresas ha obligado al país a importar productos refinados del petróleo, debido a la falta de suficiente capacidad de refinación nacional — no por casualidad — para satisfacer la demanda local. La mayoría del petróleo de Ecuador se envía a China, a cambio de préstamos del Banco de Desarrollo de China.

¿Por qué la embajadora de Ecuador ante las Naciones Unidas usa un tono amenazante para solicitar fondos a fin de preservar el Parque Nacional Yasuní? Bueno, esta política viene de la oficina del presidente Rafael Correa, quien dijo que no iba a perforar allí mientras la comunidad internacional subvencionará al país con $ 3600 millones, que es aproximadamente la mitad del valor de las reservas de petróleo. En otras palabras, los políticos están de acuerdo en entregar los recursos naturales del país a las Naciones Unidas a cambio de sólo la mitad del valor de sus recursos naturales. Eso es un robo, ¿no?

Cuando los políticos y las grandes organizaciones internacionales hablan de la preservación de los bosques y los recursos naturales, estos suelen emplear puntos de conversación espiritual y colectivista, y en el caso de Ecuador, no es una excepción. La embajadora del país apela a la religiosidad de la gente cuando dice que el Yasuní es una tierra sagrada y que está protegida por Dios, mientras que muestra un brazalete que dice “Juntos por el Yasuní”, ella dice que es una pulsera encantada. “Tú te quedas allí sólo un día, y te rejuveneces, es como estar en un spa. Es tan pura, tan limpia.” Es algo así como un spa en lo que muchos parques nacionales o áreas de conservación acaban convirtiéndose, una vez que son dados a las Naciones Unidas. La ONU, a través de sus políticas de conservación, y en asociación con organizaciones globalistas conocidas como la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza, el Fondo Mundial para la Naturaleza, The Nature Conservancy, el Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente, la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Organización para la Ciencia y la Cultura, entre otros, intentan acabar con la propiedad privada en todo el mundo, y lo hacen en nombre de la conservación. Estos escritos de ambientalismo de tiempos modernos se basan en seguir religiosamente los escritos de la Evaluación de la Biodiversidad de las Naciones Unidas, un documento que impulsa el llamado “desarrollo sostenible” y los escritos de la Agenda 21.

Países como Ecuador han dejado de mendigar y han comenzado a exigir que los países industrializados y las organizaciones internacionales no electas hagan algo con el fin de “ayudar” a mantener las reservas naturales y parques nacionales, como condición para no explotar el petróleo y otros recursos. Hay un sentido de auto-derecho en algunos países en desarrollo cuyas formas de gobierno  socialista y comunista han alienado al verdadero capitalismo de libre mercado — no el corporativismo –, por lo que han visto cómo sus sueños de convertirse en una nación del primer mundo desaparecen tan rápido como lo han echado las empresas extranjeras, pues han eliminado las iniciativas privadas locales, mientras el gobierno impulsa políticas globalistas de control de la población para hacerlos más dependientes. Ahora, teniendo en cuenta sus políticas aislacionistas, les resulta apropiado solicitar sobornos a cambio de impulsar la agenda globalista del falso ecologismo y la conservación. El término más comúnmente utilizado es “justicia climática” que está asociado a la supuesta obligación que los países industrializados tienen de pagar a los países pobres para financiar el costo de lo que llaman daño ecológico, que las naciones desarrolladas han causado al planeta. El problema con esta forma de pensamiento es que no han sido los países industrializados los que causaron daños irreparables al planeta, sino las grandes multinacionales que desde afuera controlan a los gobiernos y los políticos corruptos que los forman. Para acabar con este cáncer, no es necesario hacer con que unos paguen las deudas de otros, sino arrancar a los verdaderos debedores de raíz. Las corporaciones, no los gobiernos son responsables por el daño ecológico. No es Estados Unidos, China, Australia, España, Alemania o Rusia, sino Monsanto, Cargill, BP, Exxon Syngenta y muchas otras corporaciones las que tienen una deuda impagable con todos los habitantes del planeta. Por esto es importante enfocar los esfuerzos en hacer con que los verdaderos responsables paguen.

Aquellos que impulsan la agenda fantasiosa del desarrollo sostenible tendrán una gran oportunidad para expresar sus preocupaciones durante la Cumbre de Rio+20, a realizarse a partir del 06 de junio, donde las naciones como Ecuador, una vez más demandaran que la gente de clase media y los pobres en los países desarrollados subvencionen — a través de los impuestos — el sistema de corrupción que ha existido en los más altos niveles del gobierno en todo el mundo en desarrollo. Pero este modelo de feudalismo puede tener sus días contados, pues incluso a medida que más burócratas y ambientalistas bien intencionados se dan cuenta de lo que está detrás de el plan para supuestamente conservar los bosques y otros recursos, habrá menos y menos apoyo a las medidas presentadas en foros como el de Durban y Rio. Y de que es lo que se trata todo este falso ambientalismo? “En el fondo, algo de lo que esta iniciativa Yasuní se trata es de ¿Quién le debe a quién? Es esta idea del Norte pagar al Sur para mantener el petróleo bajo tierra”, dice Kevin Koenig de la organización Amazon Watch. Por lo tanto, la agenda de la conservación en su conjunto no tiene nada que ver con la conservación. Por un lado, se trata de un grupo de resentidos y aspirantes a líderes del Tercer Mundo, que están dispuestos a mantener a su gente con hambre y pobres siempre y cuando alguien les pague para hacerlo. Por otro lado, se trata de un programa de desindustrialización corporativa global destinado a hacer que los ricos sean aún más ricos y los pobres aún más pobres.

Apenas un mes antes de la Cumbre de Río +20, es más fácil ver que los grupos que profesan políticas anti humanas han descubierto una manera común de llevar a cabo su plan y ambas partes esperan el mismo resultado: estafar a los pueblos del mundo inculcando la creencia que los seres humanos son malos, que el mundo va a terminar si los parques nacionales no son dados a las Naciones Unidas como el mayor propietario de tierras en el planeta. A su vez, la ONU mantendrá al tercer mundo pobre y subdesarrollado, en nombre de la salvación de todos nosotros. Con el fin de hacer que este objetivo sea visto como una idea brillante, ellos usan y usarán celebridades, estrellas de cine y políticos famosos que lleven a la consolidación de la falsa agenda de conservación. Sin embargo, esa conservación no será hecha para las generaciones futuras, como ellos dicen, pero para los oligarcas mundiales que financian y controlan casi todos los organismos ambientalistas y organizaciones no gubernamentales que impulsan el desarrollo sostenible.

Si a usted le gusta esta idea de un sistema global neofeudalista, siéntase libre de apoyar a la ONU en su plan de hacernos esclavos.

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Ecuador Tries to Blackmail the World to “save” its Forests

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | MAY 3, 2012

If you are tired of hearing so-called environmentalists parading their idea for a New World Order, be patient, because they’ve got another great idea. In preparation for the United Nations Environmental — I use the term loosely — Summit in Rio, politicians supported by green ONGs are already calling for the implementation of a Green Climate Fund (GCF) to help “save” the world’s forests. In a previous article, we informed how the UN Climate Fund is seeking diplomatic immunity, an unprecedented request if one takes into account that all what this organ is supposed to do, is to redistribute wealth. About two weeks ago, we asked where does the need for immunity stem from, and part of the answer is that although the GCF is a child of the UN, it is not covered by the immunity that protects other UN organizations, such as the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC).

Why would the Green Climate Fund need immunity, though? I would like to hear your suggestions.

As explained before, the Green Climate Fund’s only purpose is, as UN members have confessed, a plan to redistribute the wealth of the planet, except that wealth does not seem to be going to the neediest people in the poorest countries. Additionally, politicians and unelected participants in previous UN meetings plan to obtain the funding for their Green Climate Fund from taxpayer money taken from middle and lower classes in developed countries, to give it to rich folks in underdeveloped nations. How will that contribute to saving the planet from the nonexistent condition they fear so much?

The GCF was created during the last Durban climate talks, in which 194 member states voted for the formation of an interim body that sought to establish the best way to spend around $6.7 million up until June 2013. Well, now there seems to be a great opportunity to get the GCF started. The South American country of Ecuador has officially embraced the Green Climate Fund as the only way to “save” its valuable Yasuní National Park. Ecuadorean ambassador to the United Nations Ivonne A-Baki, has requested that cash given to the GCF be used to pay for its plan to trade oil for forests. The plans says that Ecuador will maintain its forests intact, as long as the GCF pays the country for not using its natural resources, many of which are below protected areas and national parks such as the one cited Yasuní

The model to be established by the GCF is similar to the failed carbon credit scheme — for as little as it lasted –, where countries and corporations could pay fees that enabled them to pollute. This time, however, countries like Ecuador seek a financial incentive not to develop their natural riches, and instead choose to keep its population poor and underdeveloped. Don’t take me wrong, there is nothing negative about wanting to preserve nature in its original state. The problem comes when a country like Ecuador requests financial incentives as a condition to protect their forests. No country in the world needs financial aid in order to protect its environment if it actually intends to conserve. The planet does not need a global welfare system and no country requires money from middle class or poor folks in other nations to conserve.

Ecuador is one of several countries in Latin America with plenty of natural resources, many of which have been already opened for industrial use. The problem with Ecuador is the same that other nations in Latin America face: Government corruption. Although most of its population lives in deplorable conditions, and anyone may say that international financial aid may be a solution to the country’s poverty, it is important to say that Ecuador is a member of the Organization of Petroleum Exporting Countries (OPEC), the cartel that feels at liberty of manipulating oil prices to their liking. The nation of Ecuador is one of the largest exporters of oil  in Latin America’s, with a net amount of about 285,000 barrels per day (bbl/d) as of 2010. According to the United States Energy Information Administration, in 2011, Ecuador’s oil sector accounted for about 50 percent of Ecuador’s export earnings. Why can’t the Ecuadorians enjoy the benefits of their natural riches, then? Government collusion with corporations has forced the country to import refined petroleum products due to the lack of sufficient domestic refining capacity — not by chance — to meet local demand. Most of Ecuador’s oil is sent to China, in exchange for loans from the China Development Bank.

Why is Ecuador’s Ambassador to the UN using a threatening tone to request funds in order to preserve the Yasuní National Park? Well, the call came out of the office of the president Rafael Correa, who sad that he would not drill there as long as the international community subsidized the country’s welfare state — $3.6 billion — which is about half of the value of the oil reserves. In other words, politicians agree to hand over the country’s natural resources to the United Nations in exchange for only half of the value. Now that is a steal, isn’t it?

When politicians and large international organizations talk about preserving forests and natural resources, they usually employ spiritual and collectivist talking points, and in Ecuador’s case, it is not an exception. The country’s Ambassador to the UN appeals to people’s religiousness when she says that Yasuní is a sacred land and that is protected by God, as she shows a bracelet that reads “Together for the Yasuní”, her charm bracelet. “You stay there just one day, and you are rejuvenated like being in a spa for the month. It’s so pure, so clean.” Something like a spa is what many national parks or conservation areas end up turning into, once they are yielded to the United Nations. It is the UN through its supposed conservation policies, and in association with known globalist organizations such as the International Union for Conservation of Nature, the World Wildlife Fund, The Nature Conservancy, the United Nations Environment Programme, the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization, among others, the one attempting to end with private property around the world; all in the name of conservation. In modern times it all stems from the UN Biodiversity Assessment, a document driven by the so-called “sustainable development” and the writings of Agenda 21.

Countries like Ecuador have stopped begging and have started demanding that industrialized nations and international unelected organizations do something in order to “help” them maintain natural reserves and national parks as a condition not to drill for oil and other resources. There is a sense of self-entitlement in some developing nations whose socialist and communist forms of government have alienated free market capitalism — not corporatism — and therefore have seen their dreams to become a first world nation disappear as fast as they have kicked out foreign enterprises, or eliminated local private entrepreneurship by using the power of the State to keep people under control and ever more dependent. Now, given their isolationist policies, they find it kosher to request bribes in exchange for driving the globalist agenda of fake environmentalism and conservation. The most commonly used term is “climate justice” which is associated to industrialized countries’ “obligation” to pay poor countries to remain underdeveloped and to finance the cost of what they call ecological damage that those developed nations have caused to the planet.

Those pushing the agenda of make-believe sustainable development will have a great opportunity to express their concerns during the June 2012 Rio+20 Summit, where nations like Ecuador will once again demand that middle-class and poor people in the developed nations sustain — through taxation — the bribery system that has existed at the highest levels of government all over the developing world. But the gravy train seems to be running out of fuel even as more bureaucrats and well-intentioned environmentalists climb on to carry out the real agenda that is little known by most of them. “At its root, some of what this Yasuní initiative is about is ‘Who owes who?’ and this idea of the North paying the South to keep oil in the ground, said Kevin Koenig of Amazon Watch. So, the whole conservation agenda is not even about conservation. On one hand, it is about a resentful group of third world wannabe leaders, who are happy to keep their people hungry and poor as long as someone pays them to do so. On the other hand, it is about a corporate global deindustrialization program aimed to make the rich even richer and the poor even poorer.

Just a month before the Rio+20 summit, it’s easier to see they’ve figured out a way to carry out their plan and both sides expect the same result: Swindle the people of the world into believing that humans are bad, that the world will end if property is not given to the United Nations as the largest land-owner on the planet. In turn, the UN will keep the third world poor and underdeveloped in the name of saving us all. In order to make it look cool and trendy, they’ll use celebrities, movie stars and famous politicians who will push the false agenda of conservation. However, such conservation will not be for future generations as they publicly claim, but for the global oligarchs that finance and control almost every single environmental agency and NGO that pushes for sustainable development. Do you like it the idea? Feel free to jump on.