A Revolução que os Globalistas Desejavam

Como a mídia tradicional publica mentiras, as pessoas são cooptadas e os globalistas afirmam seu poder

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Março 4, 2011

Deixe-me ir direto ao ponto. Glenn Beck não é um patriota ou nada parecido. Beck é uma máquina de relações públicas usada para vender publicidade na Fox News. Como ele, existem muitos outros na mídia, assim como há muitos ‘especialistas’ que manipulam a verdade. Então, porque Glenn Beck fala algumas verdades com precisão sobre o que está acontecendo no Egito?

Muitas pessoas no mundo acordaram para a realidade e, durante esse despertar, rejeitaram as mentiras e desinformação que a mídia oferece. Então a mídia emprega hoje uma “nova tática”. Essa “nova tática” envolve parecer que estão dizendo a verdade aos espectadores, leitores e ouvintes para, depois, encher suas mentes com informações falsas ou parcialmente falsas. Isso é feito em uma tentativa de salvarem-se do buraco no qual caíram já que as pessoas não confiam neles.

No relato ou discussão de qualquer assunto, a mídia tradicional informa as pessoas de 10 por cento da verdade e 90 por cento de mentiras. É aí onde está a armadilha. É uma operação psicológica (psy-op) para voltar a ganhar a confiança do público, mas muitas pessoas ainda não entendem isto. A mídia tradicional sabe quem é o público, como pensam e como chegar até eles. Eles empregam as mais doces combinações de palavras para atrair e manter os seus seguidores e tentar obter novos todos os dias.

É por isso que Glenn Beck e outros, as vezes, dizem às pessoas toda a verdade para, depois, contar mentiras. Exemplos disso são desnecessários, uma vez que qualquer um pode ver não só na Fox, mas também na CNN, MSNBC, CBS, ABC, Al-Jazeera, Globo, jornais e revistas populares que mascaram sua agenda com caras bonitas, apresentadores que parecem ser inteligentes e estúdios modernos. Mas o objetivo geral é o de vender mentiras. Não duvidem disso.

Exatamente como Glenn Beck apresentou em seu show muitas vezes, a situação no Egito, hoje, é uma cópia do que aconteceu no Irã em 1979. Mas ninguém parece entendê-lo completamente bem, porque ninguém se preocupa o suficiente. Ninguém se lembra do Irã em 1979. A agitação no oriente médio é interminável e muito antiga. Mas é importante saber o que origina a agitação, a perseguição, a violência e a destruição. Vamos citar apenas algumas razões pelas quais esta agitação acontece: sanções econômicas, tarifas comerciais, medidas de austeridade, fome, guerra, opressão, corrupção, trabalho escravizante e assim por diante.

O mundo não está prestes a ser dominado por poucas mãos, como Beck assinalou em um dos seus shows. O mundo tem estado nas mãos de um punhado de pessoas por pelo menos um século. A mídia tradicional não consegue entender isso, disse Beck. Outra mentira. A mídia conhece e muito bem, eles simplesmente não dizem o que sabem. Beck, assim como outros apresentadores, sabem que, se a mídia tradicional dissesse às massas como as coisas realmente funcionam, veríamos a situação do Egito repetindo-se não só no Oriente Médio, mas em qualquer outro lugar. De fato, a revolução do Egito pode ter começado como um movimento justo para destronar um ditador mas, certamente, não evoluiu como tal.

Beck tem razão quando diz que o conflito no Oriente Médio está prestes a destruir o Ocidente, mas isso não é uma surpresa, pois foi sempre sobre isso. As potências militares e econômicas ocidentais, através do seu complexo militar-industrial, sempre criaram e usaram os conflitos no Oriente para ter uma desculpa para encher seus bolsos com dinheiro e acumular o controle dos recursos e das pessoas. Nada de novo aqui.

Por que o Oriente supostamente odeia o Ocidente?

O Oriente não odeia o Ocidente. Essa é outra mentira da mídia tradicional. São os globalistas quem odeiam tanto o Oriente como o Ocidente e querem causar conflito para conseguir o controle completo de ambos os hemisférios, como originalmente planejado. O conflito entre as civilizações sempre foi estimulado por pequenos grupos de pessoas que procuram promover o controle de impérios e acumular poder enquanto oprimem os povos. Assim, os cidadãos do Leste não odeiam os cidadãos do Ocidente. Os ditadores fantoches do Oriente odeiam seus povos orientais, pois eles vendem as suas vidas aos controladores no Ocidente. As marionetes do Ocidente também odeiam seus países porque eles também vendem seu povo para os globalistas. Todos os conflitos religiosos e culturais são causados pela introdução de falácias que as pessoas acreditam como reais, como a ‘justiça social’, o multiculturalismo e o radicalismo religioso apoiados por frases como “você está do nosso lado ou do lado do inimigo”.

A mídia tradicional tem a ousadia de culpar as pessoas de pensamento progressivo por este desastre que já se arrasta por mais tempo do que qualquer progressista poderia imaginar. Tirania e corrupção não são características dos progressivos; é uma meta histórica dos globalistas. Para alcançar isto, eles utilizam nomes diferentes, políticas diferentes e, mais importante do que isso, empregam diferentes grupos sociais, religiões, ditadores e presidentes marionetes que seguem ideologias diferentes. Dessa forma, eles sempre podem amarrar todos nós. As mesmas políticas que a mídia tradicional descreve como originárias do movimento progressivo também foram produzidas e executadas pelos conservadores. Ambos os grupos produziram e executaram essas políticas porque eles são ambos controlados e cooptados por organizações e fundações globalistas.

Glenn Beck corretamente afirma que muito do ódio do Oriente é causado pela hipocrisia ocidental, especialmente a hipocrisia americana. Em parte, isso é verdade. O MAS é que esta hipocrisia não é apenas americana ou ocidental. Os Estados Unidos, assim como outros líderes do G-8 e do G-20 são dirigidos por governos fantoches que realizam os planos dos globalistas. Portanto, as pessoas responsáveis por tal hipocrisia são os globalistas no controle e não os americanos, franceses, britânicos, alemães ou gregos. Esta é a diferença entre a maneira em que a mídia atribui a culpa e a realidade que a mesma mídia nao conta.

Crédito deve ser dado à mídia tradicional porque eles têm sido capazes de manter os verdadeiros controladores escondidos ‘atrás da cortina’. Assim como Glenn Beck tentou fazer em seu show em 31 de janeiro, a mídia corporativa é especializada em mentir com uma cara séria. E ninguém pode ter uma cara mais de mentiroso e sério do que Beck. Além de detalhar o que chamou a ‘insurreição que vem’, Beck criticou Hosni Mubarak por tortura, seqüestro, espionagem e por oprimir e abusar do povo egípcio. Mas nem ele nem nenhum outro apresentador disse nada quando George W. Bush -outro fantoche presidente- fez exatamente a mesma coisa durante o seu governo.

No entanto, a farsa acabou. Muitas pessoas aprenderam a ver através das mentiras e da desinformação para reconhecer que os seus opressores não vivem em seus países. Eles também aprenderam que as agendas econômicas e políticas que causaram sua miséria e dor juntamente com a morte de milhares ou milhões de seus cidadãos chegam do estrangeiro. Eles não querem outro boneco, eles querem construir o país que querem para si e suas famílias. Mas a única maneira de alcançar este objetivo é libertar-se das cadeias que os impede de ser livres.

Como o congressista Ron Paul apontou, é a ocupação americana do Oriente Médio que tem servido como uma grande desculpa para a formação de grupos radicais, muitos deles apoiados pelos mesmos poderes ocidentais que afirmam estar lutando contra o terrorismo. Entre eles, a Irmandade Muçulmana, uma criação de agências de inteligência britânicas.

As guerras entre civilizaçoes não acontecem devido ao fato de que alguns são livres e prósperos e outros não. As guerras mais sangrentas da história não aconteceram por causa de diversidade religiosa, mas como as diferenças religiosas e movimentos religiosos têm sido usados para criar ódio entre os povos.

O complexo militar industrial criou ditadores de todas as cores e formas e os colocou no poder por séculos e os seus membros e especialistas têm confessado isto em público. Zbigniew Brzezinski não só mostrou sua preocupação com o aumento da oposição mundial contra a agenda globalista como também admitiu que era pessoalmente responsável pela criação do ditador oriental Mao Tse Tung, que foi levado ao poder pelos globalistas, assim como foi Adolf Hitler. O número de mortes devido às políticas e perseguições que esses dois tiranos realizaram são contados de forma conservadora hoje por dezenas de milhões.

Atualmente, os Estados Unidos, controlado pelos globalistas, apóia ditadores no Egito, Arábia Saudita, Tunísia, Iêmen e presidentes fantoches em toda a América Latina, Europa e outras regiões do mundo. O apoio a estes ditadores e presidentes títeres é dado em uma diversidade de maneiras. Egito recebe bilhões de dólares por ano, em grande parte em ajuda militar. Iêmen recebe uma grande parcela do orçamento da USAID. Muito disso, diz a organização, é para programas relacionados com a “paz e a segurança”. E quando a ajuda não vai na forma de dinheiro, como no caso da Arábia Saudita, está previsto e entregue por meio de tratados de armas.

Egito 2011 é o Irã em 1979

Vamos explicar isto o mais claramente possível. A revolução que está acontecendo hoje no Egito é uma cópia do que aconteceu no Irã no final dos anos 1970. Hosni Mubarack é um fantoche do sindicato internacional do crime conhecido como os globalistas. Os globalistas são um grupo de empresas e personalidades corruptas que controlam quase todos os aspectos de nossas vidas hoje. Eles conseguiram isso através da criação e imposição de um esquema para ter uma economia planificada, com desenvolvimento planejado e controlado, crescimento, educação, ou devo dizer treinamento planejado, entre outras coisas. Este regime lhes permitiu manter e aumentar o controle sobre a política, economia, política monetária e fiscal, investigação e utilização de recursos naturais, controle de natalidade, entretenimento e da mídia.

Justo como o conflito no Irã em 1979 não aconteceu porque os iranianos queriam obter democracia, o conflito em desenvolvimento em todo o Oriente Médio não é sobre democracia. É o mesmo cenário que existia no Irã, onde estudantes foram enganados em apoio a uma revolução, mas não a revolução do povo. A revolução iraniana não era sobre a liberdade e seu estado atual é um exemplo fiel disso. Antes de tornar-se no que é hoje, o Irã era um dos aliados mais fortes dos Estados Unidos, assim como o Egito é hoje. Jimmy Carter chegou fazer um brinde com o xá do Irã para apresentar a prosperidade do pais. O Xá era um ditador e um boneco, como Mubarak é hoje. Ele torturou milhares de pessoas e cometeu outros crimes que poucos lembram. Assim como acontece no Egito hoje, os grupos de estudantes apoiaram a revolução e estabeleceram um regime chamado ‘moderado’.

Então vamos ver … Em ambos os casos, a revolução foi liderada por estudantes co-optados. Em ambos os casos, eles queriam acabar com o reinado de um ditador brutal e em ambos os casos eles não conseguiram nenhum desses objetivos. Na verdade, eles acabaram sendo mais oprimidos do que nunca. No caso do Irã, um mês depois da revolução da “liberdade”, os EUA decidiram que o Xá não estava funcionando e enviaram extremistas islâmicos para assumir o poder com o aiatolá Komeni na cabeça. Dessa revolução surgiu a crise dos reféns na Embaixada dos EUA, onde pelo menos 60 pessoas foram sequestradas por mais de um ano.

Voltando para 2011

A solução que EUA tem estado cozinhando por um alguns anos é a instalação de Mohammed ElBaradei como o salvador do Egito. O boneco novo que irá fazer a devida diligência dos globalistas, como Mubarak fez. Da mesma forma, os bonecos na Jordânia, Marrocos, Sudão, Paquistão e Afeganistão fazem hoje sua parte para manter os globalistas no poder. Assim como Barack Obama faz o mesmo nos Estados Unidos e Inácio Da Silva fez a sua parte até janeiro de 2011 no Brasil.

Hoje, junto com o Egito, países como Argélia, Marrocos, Líbia, Sudão, Jordânia, Síria e Paquistão exibem revoluções populares. Todos eles são governados por ditadores que o governo fantoche dos EUA têm apoiado ao longo dos anos. Por que então os EUA, mesmo agora, tenta acabar com esses regimes? Porque os globalistas são as pessoas menos confiáveis que existem lá fora. Eles fazem de tudo para avançar sua agenda. Eles vão tirar quem eles precisam para aumentar seu controle e sua riqueza.

As mesmas pessoas no poder são os que provocam e co-optam a insurreição Egito, Iêmen, Turquia, Jordânia, Arábia Saudita e outros países ao redor do mundo. Eles sempre usaram os movimentos populares para enganar as pessoas e trazer “mudanças”. Isto é mais claro nas áreas do mundo onde as pessoas estão cansadas de ser escravos, mas não sabem como prosseguir para uma mudança real. Essa mudança não é compreendida pelas massas que, simplesmente, vão junto com a farsa. Idéias como a justiça social e a igualdade são apenas mentiras que são plantadas para atrair a atenção das pessoas. Na realidade, o objetivo é estabelecer um sistema comunista baseado na distribuição de riqueza. Mas essa riqueza não vai acabar nas mãos daqueles que mais necessitam. Muito pelo contrário. Ela vai acabar nas mãos dos globalistas. Estes globalistas controlam tudo desde lugares onde não existe extradição ou acordos para casos criminais até onde nunca podem ser vistos ou responsabilizados. Até agora.

No final de 2010, as pessoas na França, Grécia, Irlanda e Itália tinham manifestado a sua raiva nas ruas sobre os planos de austeridade planejados pelos seus governos, assim como reduções salariais, o confisco dos fundos de pensão públicos e privados, etc.

O que o ódio dos globalistas implica?

É o ódio globalista para com o povo, o verdadeiro capitalismo e o livre mercado que tem destruído um sistema que, embora imperfeito, poderia ter ajudado a melhorar as condições de vida para mais de milhares de pessoas. Mas as políticas de desregulamentação permitiram que os globalistas fizessem o que queriam e suas ganâncias cresceram fora de controle. Então, por que os globalistas querem efetivamente o colapso do mundo ao criar conflito na África, o Oriente Médio, Europa e Ásia? Essa não é a pergunta certa a fazer. A pergunta certa é: por que não? Isso lhes daria a desculpa perfeita para lançar seu tão aguardado assalto militar sobre as populações e impor a lei marcial e a militarização de, basicamente, todos os cantos do planeta sob o pretexto da segurança nacional ou internacional. Eles poderiam proibir as viagens, o comércio e, de fato, suspender toda a atividade econômica como é conhecida hoje. Tudo em nome da paz e a segurança, é claro. Nos termos do Tratado START, o exército do mundo poderia finalmente ser enviado para continuar com sua missão de manter a “paz e segurança” sempre que for necessário e, através da cláusula de emergência, fazer com que cada pais desse suas armas às Nações Unidas.

Além disso, eles poderiam avançar os seus novos regulamentos em matéria de produção alimentar, o uso de energia com a tecnologia ‘smart grid’, leis usando como desculpa o falso aquecimento global antropogênico, a proibição formal de livre expressão, o estabelecimento de zonas de livre expressão, maior regulamentação e controle da mídia, censura dos meios de comunicação alternativos e assim por diante. Como as coisas estão agora, os preços dos alimentos aumentaram somente no último ano em até 3,4 por cento em muitos países do mundo ocidental. A disponibilidade de alimentos é uma das ferramentas favoritas dos globalistas para escravizar as pessoas. A fome é uma das razões pelas quais muitos cidadãos pobres e de classe média protestam nas ruas hoje. Quem controla a produção e distribuição de alimentos mantém os dependentes como reféns. O impulso para um sistema centralizado de normas no âmbito do Codex Alimentarius proporciona um controle quase completo dos governos quando se trata de produção de alimentos, enquanto que proíbem as pequenas produções agrícolas de usar suplementos e medicina alternativa.

Segundo as leis de uso de energia recentemente aprovadas, os países cujos governos apóiam a imposição de taxas de emissões de carbono usam um mandato que limita quanta energia as pessoas podem usar e impõe restrições em diversos tipos de produção de energia, impostos, encargos e taxas para as empresas de pequeno e médio porte de acordo com o tipo de energia que utilizam. Em outros casos, os obrigam a comprar créditos de carbono. Com o novo sistema a ser implantado, os governos usam a tecnologia inteligente para regulamentar a forma como os cidadãos e as pequenas empresas utilizam energia, enquanto isenta as grandes corporações. Os subsídios do governo vão facilitar a aquisição e instalação de medidores inteligentes que permite aos governos controlar remotamente quem pode usar a energia, quanto e quando. Os profissionais de segurança têm questionado o uso destes medidores, mas a burocracia tem encontrado uma maneira de contornar as críticas e impor o seu uso.

Se você é um daqueles que odeia a intervenção do governo ou, simplesmente, prefere manter sua privacidade intacta, você está sem sorte. Protestar contra o controle do governo vai ficar mais difícil a cada dia. A liberdade de expressão é outro dos nossos direitos que pode se transformar em um luxo. Como pudemos testemunhar na América do Norte, América Latina, África e Oriente Médio, os ditadores e os globalistas não gostam da oposição da opinião pública. Eles, portanto, estabeleceram as chamadas “zonas de livre expressão” em faculdades e lugares públicos. Estas áreas estao localizadas longe da vista e da mente das pessoas, tornando o protesto público inócuo. Aqueles que não se atrevem a respeitar as regras ilegais são imediatamente acalmados por spray de pimenta, cães da polícia ou canhões de som.

A liberdade de expressão não seria completamente eliminada a menos que o governo controle a mídia. Como eles fazem isso? Não é através do envio de um bando de capangas para tomar conta das transmissões, das ondas de rádio ou prensas. Simplesmente compram a mídia com dinheiro do contribuinte. E quando se trata de mídia alternativa como blogs, sites de notícias e produtoras independentes eles estão trabalhando em um “kill switch” para a internet, o qual permite bloquear segmentos completos da net. Enquanto isto, engenheiros e advogados de segurança e privacidade alertaram em setembro de 2010 sobre um projeto de lei circulando no Congresso dos EUA que efetivamente impõe censura na internet. O projeto conhecido como Combate à Violação das Leis de Direitos do Autor foi patrocinado por membros de ambos os partidos Republicano e Democrata. “Se essa lei tivesse sido efetivada 5 ou 10 anos atrás, o YouTube não existiria hoje”, disse Peter Eckersley, técnico sênior da Electronic Frontier Foundation. O projeto não tem nada a ver com a violação de direitos autorais, é claro, mas com controle do governo sobre a internet e censura de daqueles que os burocratas consideram “perigoso”. Este projeto de lei, aprovado pela Comissão Judiciária do Senado com votação de 19-0 nunca recebeu um voto completo, mas com certeza acabará voltando como aconteceu com a Lei de Segurança Cibernética.

Então o que podemos tirar de tudo isso?

Em primeiro lugar, estar preparado. Ser auto-suficiente. Não espere que seu governo venha em seu auxílio quando você precisar de alimentos para comer, água para beber e energia para sobreviver a uma situação caótica. Os burocratas simplesmente não virão. Os governos, especialmente os governos grandes, são incapazes de ajudar a todos quando as catástrofes, violência, caos e instabilidade surgem. Em muitos casos, os próprios governos, a mando dos globalistas, causam o conflito e o caos sem ter a intenção de ajudar as pessoas necessitadas. Estar preparado é fundamental para sobreviver a qualquer situação difícil. Ser pró-ativo e não reativo é a solução. Ser auto-suficiente. Não espere até que os supermercados fiquem sem comida para começar a armazenar alimentos não perecíveis. Algumas lojas já estão sem alimentos devido à disparada dos preços do petróleo, a escassez artificial e a instabilidade da moedas. Ser independente. Ter sua própria fonte de água. Organizar pequenos grupos de bairro para se apoiarem mutuamente e melhorar as chances da sua família de superar uma crise e conseguir lidar com a escassez de comida e água. Leva apenas algumas semanas para que as pessoas com fome se tornem violentas quando o alimento e a água são escassos ou inexistentes. Leva apenas meses para que pessoas desesperadas matem para sobreviver. Finalmente, de maneira nenhuma, você pode pensar que o que está acontecendo hoje no Oriente Médio não pode acontecer aonde você vive amanhã. Esse seria o maior erro que você pode cometer.

Tratado START: Un Ejército Mundial bajo el Poder de las Naciones Unidas

Por Mark Matheny
Adaptación Luis R. Miranda

Sin que el ciudadano medio se de cuenta, el plan para el desarme completo y total en un mundo supuestamente pacífico continúa su camino. Conocido como el Tratado START, el orden del día para entregar el control militar total a las Naciones Unidas está llevandose a cabo por la administración Obama, en cooperación con el gobierno ruso y las Naciones Unidas.

Todo el poder militar estará en manos de las Naciones Unidas y todos los ejércitos de los países se disolverán.

Se espera que el Senado estadounidense discuta el miércoles la ratificación del tratado con el gobierno ruso, tan pronto como el paquete fiscal esté en manos de Harry Reid.

A fin de mantener la apariencia de que luchan por el pueblo, el lado derecho del sistema tiene a sus republicanos “oponiéndose” al Tratado. Cuando se le preguntó, sin embargo, si los 67 votos necesarios para ratificar el tratado estaban allí, Harry Reid, dijo confiar en que los 67 votos estaban seguros.

“Para tener transparencia, para comprender las reglas que ponen esta estructura en actividad, necesitamos START y lo necesitamos mucho”, dijo el general James Cartwright, vicepresidente del Estado Mayor Conjunto en una conferencia de la Casa Blanca.

El Secretario de Prensa de la Casa Blanca (del Ministerio de la Verdad de Obama), Robert Gibbs, dijo el viernes que la cámara se quedaría en la sesión de este año por el tiempo necesario para ratificar el acuerdo START.

Por supuesto, a través de los años, los Estados Unidos y Rusia han jugado con todos con su “guerra fría” para asustar a las masas con la amenaza de aniquilación nuclear, y con la intención de convencer a las naciones a firmar los tratados de reducción de los arsenales nucleares a casi nada, mientras que al mismo tiempo dan más autoridad a la organización criminal de delincuentes llamada Naciones Unidas.

De acuerdo a un documento poco discutido conocido como “La Publicación 7277 del Departamento de Estado, publicado en 1961 durante la administración Kennedy, y titulado” La libertad de la guerra: Estados Unidos Programa de Desarme General y Completo en un Mundo en Paz “, describe que la agenda real es que todas las fuerzas militares nacionales queden en control de las Naciones Unidas.

El nombre de esta fuerza, según el documento, sería La Fuerza de Paz de las Naciones Unidas, y estaría compuesta por internos de la policía o de las fuerzas militares de cada uno de los países del mundo.

En la sección DESARME META Y OBJETIVOS dice el documento:

El objetivo principal de los Estados Unidos es un mundo libre, seguro y pacífico de estados independientes que se adhieren a las normas comunes de justicia y de la conducta internacional y someten el uso de la fuerza para el Estado de Derecho, un mundo que ha logrado general y completo desarme bajo control internacional eficaz, y un mundo en el que la adaptación al cambio se lleva a cabo de conformidad con los principios de las Naciones Unidas. Este es un ejemplo de doble discurso. Mientras se dice que los países serán independientes, al mismo tiempo se fuerza a quedar bajo el control de las Naciones Unidas; un órgano no gubernamental compuesto por oficiales no electos quienes entonces tendrían todo el poder militar existente en sus manos.

Con el fin de hacer posible el logro de ese objetivo, el programa establece los siguientes objetivos específicos hacia los cuales las naciones deben dirigir sus esfuerzos:

• El desmantelamiento de todas las fuerzas armadas nacionales y la prohibición de su restablecimiento en cualquier forma que no sean los necesarios para preservar el orden interno y para las contribuciones a las Fuerzas de Paz de las Naciones Unidas;

• La eliminación de los arsenales nacionales de todos los armamentos, incluyendo todas las armas de destrucción masiva y los medios para su entrega, excepto los necesarios para la Fuerza de Paz de las Naciones Unidas y para mantener el orden interior de cada país;

• La institución de medios eficaces para la ejecución de los acuerdos internacionales, para la solución de controversias, y para el mantenimiento de la paz de conformidad con los principios de las Naciones Unidas;

• La creación y el funcionamiento eficaz de una Organización Internacional de Desarme en el marco de las Naciones Unidas para garantizar el cumplimiento en todo momento con todas las obligaciones de desarme.

Cada vez que el Tratado START se menciona en las noticias, sin embargo, el énfasis ha sido para referirse a los primeros principios del Tratado START de los que el presidente republicano Ronald Reagan habló en Ginebra el 29 de junio de 1982, como para recordarnos el hecho de que fue la Derecha la que inició el proceso para cumplir el objetivo de librar al mundo de la guerra. (Esto ayuda a Obama en sus discursos para ganar el apoyo de los elementos belicista neoconservadores del paradigma Izquierda / Derecha).

Si nos remontamos en el tiempo, sin embargo, podemos ver los comienzos de este tratado realmente bajo el presidente demócrata Kennedy. En un discurso que Kennedy dio al frente de los delegados de las Naciones Unidas, destacó la importancia del papel de las Naciones Unidas:

“Porque en la creación de esta organización descansa la única alternativa real a la guerra …”.

Los ejércitos del mundo formaran la "Fuerza de Paz" de las Naciones Unidas.

La “única alternativa real” se refería al desarme completo de todos los estados-nación con la excepción de una fuerza militar controlada por la ONU, compuesta por fuerzas de todos los países.

También en la publicación 7277, se afirma, en la sección titulada PRINCIPIOS RECTORES:

• A medida que los estados renuncien a sus armas, las Naciones Unidas debe ser reforzado progresivamente con el fin de mejorar su capacidad para garantizar la seguridad internacionales


• El desarme debe proceder lo más rápidamente posible, hasta que se cumpla

Desde 1967, el importe total de armas nucleares entre los EE.UU. y Rusia juntos ha pasado de 60.000 armas nucleares a sólo 1.900 en Estados Unidos, y 2.000 en Rusia. Eso significa que se eliminaron 1.322 armas nucleares por año durante los últimos 43 años. Yo consideraría que fue un proceso rápido en el esquema de las cosas.

El documento describe un total de tres etapas que se llevarán a cabo, mientras que se fortalecen las instituciones internacionales. Esto también se realiza en instituciones como las Naciones Unidas, la OTAN, el Fondo Monetario Internacional, Organización Mundial del Comercio, Banco de Pagos Internacionales, y a través de muchas Organizaciones no Gubernamentales.

En la Etapa I, algunos de los objetivos son:

• La reducción de los vectores estratégicos

• La reducción de las armas y las fuerzas armadas

• El fortalecimiento de las Fuerzas de Paz de la ONU

En la Etapa I, el documento propone la reducción de de las Fuerzas Armadas de los Estados Unidos y Rusia a 2,1 millones en cada país. La cantidad de armas de todo tipo en consecuencia se reduce también. En la actualidad los EE.UU. tiene alrededor de 2,5 millones de soldados, mientras que Rusia tiene cerca de 21.5 millones de soldados.

En la ETAPA II se describe la creación de una fuerza de paz internacional permanente en las Naciones Unidas, así como

• el desmantelamiento o la reconversión de ciertas bases e instalaciones militares dondequiera que se encuentren.

Creo que esto puede considerarse un paso que se ha logrado aquí en los EE.UU. bajo el programa REX 84 y HR 645 con la conversión de algunas bases militares de EE.UU. en campos concentración.

Teniendo en cuenta el hecho de que hay alrededor de 20 países en el mundo que actualmente tienen poco o nada de fuerzas militares, esto deja alrededor de 175 países que con fuerzas militares. Si se suman los números actuales combinados de las fuerzas de los 175 países (con Rusia, EE.UU., China, India, Vietnam, Corea del Norte y del Sur, e Irán da un total de 2,1 millones) llegamos a una fuerza total de 47.354.590 [1] tropas. Estas tropas de todos los 175 países estarán bajo el control de las Naciones Unidas.

En ETAPA III:

• Los Estados conservan sólo las fuerzas, armamento no nuclear, y otras estructuras necesarias para mantener el orden interno, y para apoyar y dar fuerza de trabajo acordado para un Grupo de Paz de la ONU.

• La Fuerza de Paz de las Naciones Unidas, equipado con los tipos armas, sería totalmente funcional.

• La fabricación de armamento sería prohibida con excepción de los tipos y las cantidades acordadas para ser utilizadas por la Fuerza de Paz de la ONU y las necesarias para mantener el orden interno. Todos los otros armamentos serían destruidos o convertidos para fines pacíficos.

Al finalizar esta etapa, las Naciones Unidas, en efecto, será el órgano ejecutor del Nuevo Régimen Mundial, haciéndose pasar por uno que “mantiene la paz”. En los EE.UU. se ha completado la parte de esta etapa que menciona a las fuerzas que mantienen el “orden interno” en sus respectivos países. Nuestra fuerza interior se llama el Departamento de (Interior) de Seguridad. Todos los otros departamentos y agencias se han combinado a través de la Ley Patriota y Ley de Comisiones Militares.

Para entender la potencia de las Naciones Unidas en la finalización de la Etapa III, el documento afirma:

En la Etapa III, el desarme controlado y progresivo y continuará según los principios y procedimientos del derecho internacional el cual conduciría a un punto en que ningún Estado tendría el poder militar para desafiar el progresivo fortalecimiento de la Fuerza de Paz de las Naciones Unidas y todas las controversias internacionales se resolverán de conformidad con los principios acordados del derecho internacional de conducta. En otras palabras, la ONU tendrá el poder militar y de derecho internacional y podrá usarlos contra cualquier Estado de desafíe su poder militar y político. Por esto que es tantos tratados se firman en el marco legal de las Naciones Unidas, pues una vez que la ONU sea el Gobierno Mundial, ningún país podrá operar si no cumple las directrices acordadas en esos tratados.

Si se tiene en cuenta el hecho de que hay aproximadamente 6,5 millones de habitantes en la tierra, esto, entonces significaría que sólo el 7% de la población mundial podría estar armado. O para decirlo de otra manera, cerca del 93% de la población del mundo estaría desarmado! Esta sería entonces la posición ideal para imponer medidas de reducción de población que han estado en boca de gente como Ted Turner, David Rockefeller, Bill Gates, y otros globalistas.

El actual Tratado START siendo empujado por Barry Seotoro (Obama) así como el Senado y la Cámara de Representates del Congreso tiene que ser definitivamente detenido.

Usted no oirá a nadie contar esta historia, mucho menos a los medios de comunicación corporativos tradicionales.