A Nova Linha de Montagem Genética

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 10 JUNHO 2012

A analogia de como as crianças são cultivadas como vegetais, e como são doutrinadas pelo sistema educacional tradicional é uma forma útil para entender como a sociedade é hoje. Pode-se pensar no planeta como uma linha de produção gigante, onde as pessoas nascem, supostamente são educadas e cultivadas em famílias e bairros onde eles trabalham e vivem. É como um viveiro. Mas o que acontece se houvesse uma maneira real de literalmente ‘criar’ pessoas em grande escala, como os seres humanos produzem carros e outras máquinas ou peças, ou pecas para as máquinas? Bem, há perspectivas concretas neste momento para ter uma “linha de montagem humana”, onde o complexo militar-industrial será capaz de produzir pessoas.

A Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) tem-se associado com a Venter Launch Assembly Line for Genetic Engineering para começar o que poderia ser a próxima geração de seres inteligentes. Vou abster-me de chamar esses seres de pessoas, porque não está claro neste momento como alguém pode nascer em um laboratório e ser parecido com um de nós. Em vez disso, ao que parece, a aventura da DARPA é mais sobre como usar biologia e engenharia genética para produzir células vivas que se tornem em uma espécie de vida, talvez de seres humanos.

O programa é chamado de Living Foundries, e é algo que já tem sido discutido antes. No entanto, a efetiva implementação de técnicas previamente relatadas ou planejado é o que tem levado muitos leitores a ficar extremamente chocados. A notícia de que um grupo de cientistas bem financiados pretende ter uma fábrica de seres humanos deve ser chocante, a menos que as pessoas não entendam o seu significado. Como na maioria dos casos, este novo avanço tecnológico tem o potencial para o bem e o mal. Depende de quem o gerencia. Infelizmente, no caso da criação de organismos vivos a partir de materiais sintéticos, aqueles com a ciência e os recursos para gerenciar o projeto são as mesmas pessoas que no passado trabalharam em favor de grupos que não têm necessariamente a melhor das intenções .

O programa Living Foundries não é novo. Ele foi anunciado no ano passado pela DARPA depois de dar cerca de US $ 15 milhões em dinheiro para pesquisa a um grupo de companhias que iniciaram o processo. Uma dessas instituições é o Instituto J. Craig Venter. Seu diretor, o Dr. Craig Venter, foi o primeiro em completar a seqüência do genoma humano, que mais tarde tornou-se uma aventura bem sucedida para criar DNA sintético conhecido como GNA. Os campos da biologia e da engenharia genética sao responsáveis, entre outras coisas, pela produção de teia de aranha super forte, mas também são os ramos da ciência que permitiram que os seres humanos forem contaminados com minúsculos cristais, que, foi demonstrado,  desenvolvem filamentos semelhantes a fios eléctricos. Este fenômeno é conhecido como a doença de Morgellons. A Engenharia genética, a biologia e a nano tecnologia são os criadores do que parece ser uma campanha de re-engenharia humana para fazer com que todos se tornem seres transcendentes. Leia mais sobre as conclusões sobre o programa de uso de chemtrails ou (trilhas químicas) em nosso artigo: Além da Geoengenharia, que explica como Morgellons não é um transtorno mental, como muitos médicos gostam de chamá-lo.

De acordo com DARPA, Living Foundries “procura criar no âmbito da engenharia à biologia, acelerando assim a concepção biológica, construção, testes e expandir a complexidade dos sistemas que podem ser modificados. O programa visa desenvolver novas ferramentas, tecnologias e metodologias para separar o desenho biológico da produção, desempenho, padrões e ferramentas para a concepção e gestão da complexidade biológica através da abstração e padronização.” Prestem muita atenção ao termo “padronização”. Como em muitos de seus projetos, a DARPA apresenta esta nova aventura e um desafio para a tecnologia atual para criar uma ferramenta mais produtiva e eficiente, em que novos e melhores resultados são obtidos. Desta perspectiva, a DARPA expressa necessidade de um grande número de disciplinas envolvidas, em vez de apenas uma.

No artigo referenciado acima, descreve como várias disciplinas devem estar envolvidas na criação desses avanços tecnológicos. Estas incluem a nano tecnologia, biologia, engenharia genética e outras. Em 20 de março, revelamos o sistema utilizado atualmente — pulverização de químicos em aerossol — com a qual o complexo militar-industrial já está implementando a tecnologia de re-engenharia de seres humanos desde dentro. O anúncio feito pelo Departamento de Defesa simplesmente confirma o que relatamos em relação à engenharia humana. Uma questão importante e o porque da participação das disciplinas descritas acima. Como ajudam a criar novas formas de vida, ou se necessário, re-engenhar formas de vida existentes. Eu vou explicar em breve, mas talvez é igualmente importante entender se a re-engenharia de organismos vivos, incluindo humanos, requer reengenharia do ambiente onde vivemos e onde novos organismos vivirão. A resposta é SIM, e também está em andamento.

Este é o momento onde é importante conhecer e compreender o novo campo de estudo e aplicação: a Transbiología. Esta é a manipulação de ocorrência natural de seres biológicos através da nano tecnologia ou biotecnologia, bem como a criação de novas formas de vida através da utilização de técnicas avançadas de engenharia genética. Hoje, não apenas os avanços científicos permitem às pessoas determinar a seqüência do DNA humano, que é de onde cientistas começam a ‘inovar’, mas também aplicações comprovadas para transformar esse conhecimento em produtos. No caso da doença de Morgellons, os cientistas desenvolveram cristais que criam filamentos ou fibras. Eles também produzem suas próprias células vermelhas similares as do sangue humano, a quais são capazes de resistir condições extremas, tais como níveis elevados de calor, exposição a produtos químicos, frio, ácidos, e assim por diante. Estas fibras, até tem a capacidade de crescer fora do corpo humano, em um ambiente de laboratório. Fibras semelhantes as encontrados em tecidos humanos de pacientes que sofrem de Morgellons são também encontradas em tecidos humanos que não estão contaminados com Morgellons. Em outras palavras, o corpo das pessoas cujas peles estão abertas para tentar expelir o material estranho ao tecido humano, o qual é criado usando nano tecnologia, estão tentando eliminar este material, enquanto que o resto da população parece ter aceitado esses materiais sintéticos em seus corpos.

“Para alcançar esta visão requere-se uma abordagem multidisciplinar, que é mais — que exige uma disciplina de engenharia de construção nova e integração de novas ideias, abordagens e instrumentos que abrangem os campos da ciência da computação e engenharia elétrica, a química e as ciências biológicas. As melhores inovações introduzem novas arquiteturas e ferramentas em uma plataforma de tecnologia aberta para mudar rapidamente para criar novos projetos desde a concepção até a execução.” Esta é talvez a melhor indicação para confirmar o que a DARPA está fazendo, exceto que não é um projeto para ser concluído no futuro, mas um que já foi lançado. Observe que o projeto requer a aplicação de diferentes técnicas que os pesquisadores encontraram em suas descobertas sobre Morgellons, incluindo o fato de que esses materiais foram criados sinteticamente. Por favor, tente mentalmente associar as palavras em negrito para o seguinte: Na indústria da nano tecnologia, os cientistas usam o que chamam de pirâmide de nano-tecnologia para exibir e organizar o processo seguido para criar novos materiais ou elementos. Tal pirâmide começa na parte inferior com materiais simples que são então convertidos em estruturas. Estas estruturas ajudam na realização dos processos que finalmente criam “dispositivos”.

Se você não vê provas suficientes aqui que DARPA tem vindo a trabalhar neste projeto e desenvolveu produtos como resultado de seus experimentos, por favor, preste atenção a própria declaração da agência. O anúncio oficial da busca de ferramentas avançadas para a nova capacidade foi feito em 2011. Estas ferramentas e capacidades, a DARPA disse, tinham que produzir uma plataforma tecnológica criar um sistema de produção orgânica de forma rápida, segura e previsível. “Os objetivos destas ferramentas e recursos avançados são para comprimir o projeto biológico, construção e ciclo de testes em pelo menos 10 vezes a velocidade anterior ao longo do tempo e com menos custo, aumentando a complexidade dos sistemas que podem ser projetados e executados. Estes desenvolvimentos devem permitir que a capacidade de desenvolver e construir novos sistemas rapidamente para desenvolver a capacidade e enfrentar desafios novos e complexos. ”

Uma vez que o complexo militar-industrial já completou algumas de suas criações nos experimentos ao ar livre, tanto para os seres humanos mudar desde dentro como para para alterar o ambiente em que os seres humanos vivem, o próximo pass é criar organismos sintéticos. Este esforço pode começar com a construção de um stock de peças a serem feitas com base no DNA humano ou uma combinação de DNA e GNA. Este estoque de peças em um futuro muito próximo garantirá a existência do que DARPA quer: a procura de uma fonte inesgotável de partes humanas sintéticas para avançar a transformação da humanidade e do mundo em que vivemos em um novo ambiente que é maduro o suficiente e adequado para a fusão de máquinas com os seres humanos. Em um futuro não muito distante, os responsáveis pela indústria militar não precisarao mais seres humanos reais, porque eles serão capazes de criar novos.

A biologia sintética, também conhecida como Transbiología tem a capacidade de produzir novos materiais com novos recursos que estarão disponíveis da mesma forma que o acesso a televisão por satélite hoje: sob demanda. Note também que esta tecnologia está sendo desenvolvida para atender às necessidades militares, e não às necessidades dos consumidores ou humanos. O campo da engenharia genética já produziu organismos avançados, como vírus e patógenos violentos criados pela equipe de pesquisa do Dr. Kawaoka, que também foi financiado pelo complexo militar-industrial. Eles conseguiram produzir uma cepa do vírus do H5N1 que se espalha muito mais rápido devido a alterações genéticas feitas nos genes do vírus.

Sob o plano da DARPA, o curso de seu novo programa, supostamente “criara peças, reguladores, equipamentos e circuitos” que podem ser usados para produzir sistemas genéticos. Estes sistemas servem então como elementos de prova para a criação de novos materiais que permitem a implementação da “linha de montagem”.

La Nueva Línea de Ensamblaje Genética

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 10 JUNIO 2012

La analogía de cómo los niños se cultivan como verduras son adoctrinados por el sistema educativo tradicional es una forma útil para entender como y porqué la sociedad es hoy día. Se podría pensar en el planeta como una gigantesca línea de producción, donde la gente nace, supuestamente son educados y cultivados en familias y barrios donde trabajan y viven. Es como un vivero. Pero ¿y si existiera una manera real de literalmente ‘crear’ la gente en una escala masiva, al igual que los seres humanos producen coches y otras máquinas o incluso piezas de repuesto para las máquinas? Pues bien, las perspectivas sin duda existen en este momento para tener una ‘línea de montaje de humanos’ de donde el complejo militar-industrial será capaz de producir personas.

La Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) se ha asociado con la Venter Launch Assembly Line for Genetic Engineering para comenzar lo que podría llamarse la próxima generación de seres inteligentes. Me abstendré de llamarlos seres humanos, porque no está claro en este punto ¿cómo es que un ser nacido en un laboratorio se parecerá a uno de nosotros. En cambio, parece, la aventura de DARPA es más sobre como usar la biología y la ingeniería genética para producir células vivas que luego se convirtieran en una especie de seres vivos, tal vez seres humanos.

El programa se llama Living Foundries, y no es algo de lo que no se ha hablado antes. Sin embargo, la aplicación efectiva de las técnicas previamente reportadas o proyectadas es lo que ha hecho que a muchos lectores se les caigan las mandíbulas. La noticia de que un grupo de científico bien financiado tiene la intención de tener una fábrica de organismos creados por el hombre debe ser impactante, a menos que la gente no comprenda su significado. Como en la mayoría de los casos, este nuevo avance tecnológico tiene el potencial para el bien y el mal. Depende de quién lo maneja. Por desgracia, en el caso de la creación de los organismos vivos, los que tienen la ciencia y los recursos para gestionar el proyecto son los mismos que en el pasado han demostrado que funcionan en nombre de grupos que no necesariamente tienen la mejor de las intenciones.

El programa Living Foundries no es nuevo. Este fue anunciado el año pasado por DARPA después de dar unos US$ 15 millones en dinero para la investigación a un puñado de instituciones que iniciarían las investigaciones. Entre estas instituciones está el Instituto J. Craig Venter. Su director, el Dr. Craig Venter, fue el primero en completar la secuencia del genoma humano, que luego se convirtió en una exitosa aventura de crear el ADN sintético o GNA. Los campos de la biología y la ingeniería genética son responsables, entre otras cosas, por la producción de tela de araña super resistente, pero también son las ramas de la ciencia que han hecho posible que los seres humanos se contaminen con cristales minúsculos, que se ha demostrado, desarrollan filamentos semejantes a alambres eléctricos. Este fenómeno es mejor conocido como la enfermedad de Morgellons. La biología, la ingeniería genética y la nanotecnología son los creadores de lo que parece ser una campaña para re-ingeniar a la humanidad y hacer que todos se conviertan en seres trascendentes. Lea más acerca de las conclusiones sobre el programa en curso de re-ingeniería humana con Chemtrails (trillas químicas) en nuestro artículo: Más allá de Geoingeniería, donde se explica cómo Morgellons no es un trastorno mental, como a muchos médicos les gusta llamarlo.

Según DARPA, Living Foundries “busca crear el marco de la ingeniería a la biología, lo que aceleraría el diseño biológico, construcción, prueba y la ampliación de la complejidad de los sistemas que pueden ser modificados. El programa tiene como objetivo desarrollar nuevas herramientas, tecnologías y metodologías para separar el diseño biológico de la fabricación, rendimiento, normas y herramientas de diseño y gestión de la complejidad biológica a través de la abstracción y la normalización.” Por favor, preste mucha atención al término “normalización”. Al igual que en muchos de sus proyectos, DARPA presenta esta nueva aventura como un reto para la tecnología actual para crear una herramienta más productiva y eficiente desde donde nuevos y mejores resultados se obtendrán. Desde esta perspectiva, DARPA expresa su necesidad de tener una gran cantidad de disciplinas involucradas, en lugar de sólo una.

En el artículo referido anteriormente, se explica cómo varias disciplinas deben participar en la creación de estos avances tecnológicos. Entre ellos se encuentran nanotecnología, la biología, la ingeniería genética y otras. El pasado 20 de marzo, revelamos inclusive el sistema que se utiliza actualmente — aspersión de aerosoles — con el cual el complejo militar-industrial ya está implementando la tecnología de Living Foundries para re-ingeniar a los seres humanos desde adentro. El anuncio del Departamento de Defensa de EE.UU. simplemente confirma lo que hemos informado con respecto a la ingeniería humana. Una pregunta importante sobre la participación de las disciplinas antes mencionadas es ¿por qué? ¿Cómo ayudan a crear nuevas formas de vida, o para si es el caso, re-ingeniar formas existentes de vida? Voy a explicar esto en un momento, pero quizá es igualmente importante entender si la reingeniería de organismos vivos, incluyendo los seres humanos, requiere la reingeniería del entorno donde vivimos y donde los nuevos organismos vivirán. La respuesta es SÍ, y está también en camino.

Es aquí donde es importante conocer y entender el nuevo campo de estudio y su aplicación: la Transbiología. Esta es la manipulación de los seres biológicos de origen natural a través de la nanotecnología o la biotecnología, así como la creación de seres vivos nuevos a través del uso de técnicas avanzadas de ingeniería genética. Hoy en día, contamos con avances científicos que no sólo permiten a las personas crear la secuencia del ADN humano, que es de donde se ha empezado a ‘innovar’, sino que también las aplicaciones probadas para convertir ese conocimiento en productos. En el caso de la enfermedad de Morgellons, los científicos desarrollaron cristales que desarrollan filamentos o fibras que crean sus propias células rojas de la sangre capaces de resistir condiciones extremas, tales como altos niveles de calor, exposición a productos químicos, frío, ácido, y así sucesivamente. Estas fibras, incluso tienen la capacidad de crecer fuera del cuerpo humano en un entorno de laboratorio. Fibras similares a las encontradas en tejido humano de pacientes que sufren de Morgellons son también econtradas en tejidos humanos que no están contaminados con Morgellons. O sea, el organismo de las personas cuyas pieles se abren para intentar expulsar el material ajeno al tejido humano, el cual es creado usando nanotecnología, es una señal de que sus cuerpos están intentando deshacerse de este material, mientras que el resto de la población parece haber aceptado esos materiales sintéticos en sus cuerpos.

“Para lograr alcanzar esta visión se requiere un enfoque que es más multidisciplinar — se requiere una disciplina de ingeniería de nueva construcción y la integración de nuevas ideas, enfoques e instrumentos de los campos que abarcan ciencias de la computación y la ingeniería eléctrica, de la química y las ciencias biológicas. Las mejores innovaciones introducen nuevas arquitecturas y herramientas en una plataforma de tecnología abierta para moverse con rapidez a crear los nuevos diseños, desde la concepción hasta la ejecución.” Este es quizás el mejor comunicado para confirmar lo que DARPA está haciendo, excepto que no es un proyecto que se completará en el futuro, sino que ya se ha puesto en marcha. Tenga en cuenta que el  proyecto requiere la aplicación de diferentes técnicas las cuales investigadores han encontrado en sus hallazgos sobre Morgellons, entre otros el hecho que estos materiales fueron creados sintéticamente. Por favor, intente asociar mentalmente las palabras en negrita a lo siguiente: En la industria de la nano-tecnología, los científicos utilizan lo que ellos llaman la pirámide de la nano-tecnología con el fin de mostrar y organizar el proceso que se sigue para crear nuevos materiales o elementos. Esa pirámide comienza en la parte inferior con materiales simples que luego son convertidos en estructuras. Esas estructuras ayudan en la realización de los procesos que finalmente crean “dispositivos”.

Si usted no ve prueba suficiente aquí que DARPA ha estado trabajando en este proyecto y ha desarrollado productos como consecuencia de sus experimentos, por favor, preste atención a la propia declaración de la agencia. El anuncio oficial de la búsqueda de herramientas avanzadas para obtener nuevas capacidades se hizo en 2011. Estas herramientas y capacidades, dijo DARPA, tenían que producir una plataforma tecnológica de forma rápida, segura y predecible para crear un sistema de producción biológica. “Los objetivos de estas herramientas y capacidades avanzadas son para comprimir el diseño biológico, construcción, ciclo de pruebas que fueran al menos 10 veces más rápidos en el tiempo y con menor costo, mientras que se aumenta la complejidad de los sistemas que pueden ser diseñados y ejecutados. Estos avances deberían permitir la capacidad de diseñar y construir rápidamente nuevos sistemas para crear capacidades nuevas y para hacer frente a desafíos complejos.”

Dado que el complejo militar-industrial ya ha probado algunas de sus creaciones en los experimentos al aire libre, tanto para cambiar a los seres humanos desde adentro como para alterar el medio ambiente donde viven los seres humanos, el siguiente paso lógico es la creación de organismos sintéticos. Este esfuerzo probablemente empezará con la construcción de un stock de piezas que se harán sobre la base de ADN humano o una combinación de ADN y GNA. Este stock de piezas que, en un futuro muy cercano, garantizará la existencia de lo que en última instancia DARPA busca: una fuente inagotable de piezas de repuesto humanos sintéticos para avanzar rápidamente la transformación de la humanidad y el mundo en que vivimos en un nuevo entorno que es lo suficientemente maduro y adecuado para la fusión de las máquinas con los humanos. En un futuro no muy lejano, los responsables de la industria militar ya no necesitarán de seres humanos reales, ya que serán capaces de crear unos nuevos.

La biología sintética, también conocida como Transbiología, tiene la capacidad de producir nuevos materiales con nuevas capacidades que estarán disponibles de la misma manera que se accede a la televisión por satélite hoy en día: on-demand. Tenga en cuenta también que esta tecnología se está creando para satisfacer las necesidades militares, no las necesidades del consumidor o humano. El campo de la ingeniería genética ha producido ya los organismos avanzados, como los virus y agentes patógenos violentos como los creados por el equipo de investigación del Dr. Kawaoka, que también es financiado por el complejo militar-industrial. Se las arreglaron para producir un virus H5N1 de la gripe que se propaga mucho más rápido debido a las alteraciones genéticas hechas a los genes del vírus.

Según el plan de DARPA, el curso de su nuevo programa, supuestamente creará “piezas, reguladores, dispositivos y circuitos” que se pueden utilizar para producir sistemas genéticos. Estos sistemas a continuación servirán como campos de prueba para la creación de nuevos materiales que permitan implementar su “línea de montaje”.

Tecnologia ao Serviço da Manipulação Humana

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 26 DE MARCO 2012

Geo-engenharia é, em essência, a manipulação artificial e deliberada do clima através da aplicação de tecnologias existentes para alterar os padrões climáticos e do tempo sobre uma área do planeta Terra. Mas, o que seria se a Geo-engenharia estivesse sendo usada para mudar a vida além do clima? E se essa engenharia incluisse seres humanos? Por que isto não tem sido relatado na mídia? Ignorância? Acobertamnento? Você vai ler aqui primeiro.

Muitas das táticas utilizadas pelas elites para realizar seus planos são bem sucedidas devido à sua implementação dissimulada e este é o caso com a modificação biológica da humanidade. As táticas mais eficazes para a invasão começam, sempre, desde dentro. Foi o que aconteceu em Tróia e funcionou. A engenharia humana dissimulada vai além do planejamento social e da medicina moderna para tentar mudar a todos desde dentro; célula por célula, tecido por tecido, fibra por fibra. Um grande esforço está em andamento não só para mudar a biosfera, mas também para mudar a humanidade.

O cavalo de tróia usado para executar este plano é a ferramenta de modificação meteorológica que milhões de pessoas conhecem como trilhas químicas ou Chemtrails. Até não muito tempo atrás, trilhas químicas eram uma forma de geo-engenharia do planeta, mas a pulverização de materiais de aerossol na atmosfera, a fim de limitar a quantidade de luz solar que atinge o planeta, não é o único propósito das trilhas químicas. Pesquisadores descobriram que o processo de geo-engenharia vai muito além da modificação climática feita pelo homem. O que os cientistas e bioeticistas estão propondo é transformar o homo sapiens em andróides humanos não para o bem do progresso, mas para mais facilmente nos controlar.

O ENVENENAMENTO DO PLANETA

Pesquisadores e organizações independentes que estudam os efeitos das trilhas químicas no meio ambiente e na população coletaram provas suficientes sobre os seus efeitos negativos nas plantas, animais, água e pessoas. O que os cientistas descobriram é que o nosso planeta está sendo saturado com dezenas de milhares de vezes mais dos valores normais de metais como alumínio, bário e sais sulfúricos que os apoiadores da geo-engenharia estão usando para impedir a luz solar de chegar ao planeta. O uso de chemtrails como uma ferramenta de geo-engenharia do planeta começou no início da década de 1960, quando os governos começaram a pulverização com produtos químicos a fim de “ajudar o meio ambiente”. Desde então, o planeta perdeu 22 por cento da luz solar. A formação de nuvens artificiais é admitida pela NASA. Essas nuvens são chamadas de jet-cirrus. Esta admissao nos ajuda a separar dois termos que muitas vezes são confundidos ou tratados como se fossem iguais. Contrails, ou trilhas de condensação, se formam atrás dos aviões em altas altitudes. Nestas altitudes, a umidade é muito baixa, fazendo com que as contrails desapareçam quase instantaneamente. Nuvens, por outro lado, se formam em altitudes mais baixas, onde a umidade é maior. Por mais de 50 anos, os céus do planeta foram tratados com trilhas químicas, em uma combinação de substâncias químicas emitidas por sistemas de escape em aviões de passageiros ou desde aviões militares e do governo que são contratados exclusivamente e equipados com recipientes para transportar grandes quantidades de produtos químicos.

Na Califórnia e no Havaí, por exemplo, pesquisadores, cientistas independentes e pessoas em geral mediram as quantidades de metais pesados presentes na água e no solo para revelar o envenenamento ao qual o planeta está sendo sujeitado através das trilhas químicas. As amostras revelaram que as quantidades de metais pesados atingiram dezenas de milhares de vezes mais do que os valores normais. Em todo os Estados Unidos e na Europa, pessoas relatam a morte de milhares de árvores e outras formas de plantas e animais que, quando analisados, têm um denominador comum: altas concentrações de metais pesados e outras substâncias químicas. Surpreendentemente, a maioria das áreas com a maior porcentagem de mortes de animais e plantas estão longe de centros industriais, o que rejeita a idéia de que sua morte é uma conseqüência direta da poluição industrial ou atividade humana. As árvores que estão morrendo estão localizadas em florestas ou paraísos tropicais onde a concentração de poluentes ambientais é baixa. A fim de confirmar que esses animais e plantas estão morrendo devido aos produtos químicos pulverizados do céu, as análises foram, também, realizadas no solo e na água correspondentes onde estas plantas se encontram para confirmar a presença dos mesmos produtos químicos. Testes de laboratório confirmaram.

A pesquisadora Deborah Whitman, que realizou sua própria análise de plantas e árvores que morreram na cidade de Solana Beach, Califórnia, descobriu que os níveis de alumínio eram de 387 miligramas por quilograma, bário de 18,4, estrôncio de 113 e titânio de 15,2.

Juntamente com a carga de metais pessados e outras substâncias químicas que são pulverizadas diariamente por aviões em todo o mundo, os pesquisadores descobriram que outros materiais presentes nas trilhas químicas estão levando as pessoas a desenvolver erupções e feridas na pele. Estes materiais incluem sais metálicos ou óxidos, produtos biológicos e fibras ou filamentos. A pulverização desses materiais mudou o ar que os seres humanos e animais respiram. O ar não é mais neutro, uma qualidade necessária para todas as formas de vida. As fibras e filamentos são invisíveis a olho nu, mas são facilmente observadas usando “luz negra”. Foi assim que pesquisadores e cientistas descobriram tais partículas, chamando-as de “chuva seca”. Estudos mostram que, para o planeta ter precipitação, as partículas de poeira e outros elementos naturais formam um núcleo que se torna instável e precipita sob a forma de chuva. Mas o que acontece quando alguém injeta partículas menores que o normal na atmosfera? Essas partículas nunca se tornam instáveis. Com isso, formam nuvens que parecem neblina e que cobrem o céu depois de um avião pulverizar produtos químicos. Quanto menor for a partícula, mais estável a gota de água e menos precipitação. Isso é o que muitos chamam de geo-engenharia.

O biólogo aposentado e especialista em água Francis Mangels descobriu, através de análise laboratorial, que os níveis toleráveis de bário, alumínio e titânio na água e no solo foram ultrapassados exponencialmente. Em locais onde os níveis de alumínio tinham de ser de 0,5 microgramas por litro, Mangels descobriu que a água tinha 12.000 microgramas por litro, 24.000 vezes maior que a quantidade normal. Neve no Monte Shasta apresentou níveis de 61.000 microgramas por litro, ou 122.200 vezes maior que o nível normal. Em uma outra análise, água em Bellavista, Califórnia, apresentou nível de alumínio de 375.000 microgramas por litro. O nível de bário atingiu 3090 microgramas por litro e de estrôncio 345 microgramas por litro. As amostras de água e solo subterrâneos apresentaram níveis normais de metais o que significa que estes aumentos de metais nas aguas e nos solos nao sao naturais.

RE-ENGENHARIA DA HUMANIDADE

Pode haver evolução quando os seres humanos se transformarão em seres robóticos sem capacidade para reproduzir ou ter livre arbítrio? O problema é que esse processo já começou e ninguém parece notar.

O uso de sais metálicos ou óxidos em chemtrails tornou o ar que respiramos condutor. Como conseqüência, os seres humanos e animais que respiram o ar também se tornaram condutores, adquirindo a capacidade de transmitir energia. Juntamente com metais, chemtrails também contém fibras ou filamentos que não são formados naturalmente. Esta fibras são a principal causa de uma doença conhecida como Síndrome de Morgellons. Tal síndrome não é reconhecido pela comunidade médica, que simplesmente chama a doenca de  “parasitose mental”. Pacientes com Morgellons apresentam lesões de pele que nunca cicatrizam e constantemente expelem algum tipo de material fibroso que permanece anexado à pele. Em muitos casos, essas fibras são acompanhadas por partículas metálicas compostas dos mesmos metais pesados que são pulverizados pelas trilhas químicas.

Embora os pesquisadores não saibam como essas fibras entram no corpo humano, eles podem provar que as fibras não são feitas de nenhum material natural que vive no planeta Terra. O pesquisador independente Clifford Carnicom encontrou estas mesmas fibras e filamentos em amostras de ar coletadas em diferentes locais do planeta Terra, como, por exemplo, no estado do Novo México, nos Estados Unidos. Mas estas fibras não estão sozinhas. Juntamente com elas, os pesquisadores descobriram organismos que se parecem com glóbulos vermelhos com um tamanho de 2 microgramas. Esses organismos apresentam estruturas celulares internas semelhantes às dos glóbulos vermelhos humanos.

Os materiais encontrados nos filamentos transportados pelo ar continham organismos que eram uma combinação dos três tipos de seres que existem na natureza – Bactérias, Archaea e Eukarya. Em outras palavras, era uma forma de vida híbrida extremamente resistente a condições adversas – uma qualidade dos organismos Archaea-, parecia uma bactéria e se reproduzia como uma Eukarya.

Como conseqüência dos seres humanos ter essas fibras em seus corpos através da respiração, as pessoas estão abrigando três diferentes formas de vida dentro de si, que estão contidas em um único organismo com a capacidade de se reproduzir dentro de nós. Os seres humanos ainda são humanos ou somos agora híbridos? Segundo a pesquisadora Sofia Smallstorm, os seres humanos estão sendo modificados a desde  dentro. Cada vez que uma fibra ou filamento se espalha em colônias e as colônias se espalham em mais colônias, o homo sapiens é cada vez menos humano. “Há materiais que são estranhos ao corpo humano que estão crescendo dentro de nós”, diz Smallstorm. Ela atribui o aparecimento desses organismos à Transbiologia, ou a manipulação de seres biológicos que ocorrem naturalmente através da nanotecnologia ou da biotecnologia. Uma vez no corpo, os filamentos ou fibras criam os seus próprios glóbulos vermelhos capazes de resistir condições extremas, tais como calor, níveis elevados de produtos químicos, frio, ácido e assim por diante. Estas fibras podem, até, crescer fora do corpo humano em um ambiente de laboratório.

Na indústria da nano-tecnologia, os cientistas usam o que chamam de pirâmide nano-tecnologica, a fim de mostrar e organizar o processo seguido para criar novos materiais ou elementos. Essa pirâmide começa na parte inferior com materiais simples que são, então, transformados em estruturas. Essas estruturas ajudam na conclusão de processos que, finalmente, criam “dispositivos”. Portanto, a biotecnologia e a nanotecnologia estão sendo usadas para alterar o funcionamento natural dos nossos corpos humanos de uma forma incremental. Estudos mostram, ainda, que a nano-tecnologia e as indústrias de biotecnologia têm produzido materiais semelhantes, se não iguais, aos encontrados em análises de tecido humano. Pessoas com estágios avançados da Síndrome de Morgellons têm testemunhado estruturas cristalinas que começam a aparecer a partir das fibras que crescem para fora de seus corpos. Imagine-se dentro de um computador que tem cabos ou fios que não foram corretamente ligados. Essas fibras passam de translúcidas ou brancas para coloridas. Mais tarde, as fibras coloridas crescem micro placas ou placas de aspecto metálico que também aparecem em várias cores. Muitas das fibras coletadas das peles dos pacientes com Morgellons parecem ser feitas de polietileno de alta densidade, como relatado pela pesquisadora Jan Smith. Há evidência que confirma que as indústrias da nano-tecnologia e da biotecnologia estão produzindo algo que os investigadores chamam de GNA, um análogo sintético de DNA, que é infiltrado em seres humanos através das fibras e das placas que se formam destas fibras e se desenvolvem no interior do corpo humano. GNA contém vários polímeros condutores e nanopartículas de ouro. GNA é composto, principalmente, de glucanos de celulose. Observados atraves da espectroscopia Raman, parecem uma conbra ou um filamento de arame.

UMA RAÇA HUMANA HIBRIDA E ESCRAVA

As formas e as dimensões das fibras variam. O que não varia é a sua capacidade de imitar o DNA humano e espalhar-se dentro do corpo para se reproduzir e tomar conta. Para mais informações sobre este detalhe específico, vá ao Grupo de Pesquisa Morgellons. A finalidade desta transformação é um e um só: fazer os seres humanos responsivos a uma certa ressonância ou sinal de frequência de rádio. Hoje em dia, o cientistas sabem que a ressonância do planeta está entre uma faixa saudável de 3-69 Hertz.

“Todas as coisas que vibram neste mundo têm a sua própria freqüência” natural “, escreve Sanjay Aqrawal em um artigo intitulado “Brain Entrainment and Schumann Resonance “. Quando uma coisa é submetida a uma força externa que faz com que esta vibre a uma frequência específica, o objeto responde “alegremente” por meio de uma vibração na amplitude máxima (energia). A frequência natural deste objeto é conhecida como sua “ressonância” ou frequência “ressonante” e o fenômeno é conhecido como ‘ressonância’. Físicos descrevem ressonância como a tendência de um sistema a oscilar com uma maior amplitude em algumas frequências do que em outras, utilizando a sua energia vibracional armazenada.

Ressonância Schumann (RS) é a ressonância eletromagnética global que ocorre como um conjunto de picos em uma frequência extremamente baixa (ELF) da porção do espectro eletromagnético da Terra entre 3 e 32 Hz, com picos distintos de 7,83, 14,3, 20,8, 27,3 e 33,8 Hz. Relâmpagos provocam a (RS) na cavidade formada pela superfície condutora da Terra e a ionosfera.

A onda estacionária normal criada no interior da cavidade Schumann ocorre a um comprimento de onda igual à circunferência da Terra e com uma frequência de base (e mais alta intensidade) entre 6-8 Hz (7,83 Hz). Alguns chamam essa freqüência básica de “batimento cardíaco” da Terra ou o “diapasão” do planeta, sugerindo que ele gera propriedades curativas naturais quando as coisas vivas estão no seu ritmo. Todos os sistemas biológicos ressonam nesta mesma gama de frequências.

Leia mais sobre a ressonância do cérebro humano e planetário aqui.

A nanotecnologia diz que os pontos quânticos, as pequenas partículas encontradas em pacientes com Síndrome de Morgellons, têm uma capacidade muito alta para “afinamento”. O Efeito Piezo é a capacidade que alguns cristais, cerâmica, metais, proteínas e DNA humano para criar uma tensão interna uma vez que uma pressão externa é aplicada. Como explicado por Sofia Smallstorm, quando uma pessoa aplica uma determinada frequência a um cristal gera uma tensão. Inversamente, quando você coloca uma tensão a um cristal, ele responde com uma frequência. De acordo com Clifford Carnicom, quando ele aplicou uma frequência de luz azul (375 nm) a uma estrutura de filamento feito dos mesmos materiais encontrados em tecidos dos pacientes com Síndrome de Morgellons, resultou na expansão acelerada ou crescimento da estrutura de filamentos em um período de apenas 24 horas após a exposição. Poderíamos associar estranhas mudanças no comportamento humano à constante exposição das mais recentes tecnologias, tais como telefones celulares, computadores, televisão, rádio e os sinais de internet sem fio? Como as freqüências emitidas por essas tecnologias mudam a ressonância natural da Terra ou a freqüência? Como elas mudam ressonâncias humanas ou animais? Elas estão contribuindo com o processo de modificacao humana ocorrendo dentro dos nossos corpos? Será que estamos sendo modificados desde o nosso interior com a ajuda das tecnologias nas quais estamos tão profundamente viciados? Qual o papel que HAARP desempenha?

“O que está acontecendo com os seres humanos no nível bioquímico?”, pergunta Sofia Smallstorm. “Ligações elétricos são ligações químicas e eletromagnetismo é capaz de mudar o que está acontecendo em nossos corpos.” Ela acredita que outras freqüências, diferentes da nossa própria ou da ressonância harmônica do planeta Terra, estão suprindo os componentes sintéticos em nossos corpos com o poder que eles precisam para realizar a sua missão.

De onde poderia vir esta tecnologia se nao fosse da nanotecnologia e da biotecnologia? Conhecam a Biologia Sintética, um campo de estudo e de aplicação que usa recursos e ciência da genética, radiação, robótica, nanotecnologia, inteligência artificial e tecnologia da informação para “melhorar e ultrapassar” os limites da natureza. Apenas há um ano atrás, a revista Time publicou um artigo sobre o que os trans-humanistas chamam “The Singularity”. Este conceito é baseado na idéia de que os seres humanos, sem sombra de dúvida, se fundirão com máquinas em um futuro próximo. Já não estamos nos tornando máquinas? O artigo diz que o homo sapiens não será mais reconhecido. Os seres humanos, diz Time, vão, finalmente, concluir seu caso de amor com a imortalidade. Seja qual for a definição que é dada ao termo, inclui a engenharia reversa de seres humanos como somos conhecidos hoje em algo mais avançado. Mas para quê?

Os proponentes e executores do fenômeno das trilhas químicas estão conscientemente modificando a humanidade para ter a capacidade de seguir uma freqüência diferente, para responder e operar sob um “coração novo”. Sob esta nova freqüência, os humanos não terão mais a capacidade de pensar por si mesmos ou ter liberdade de escolha, pois eles vão ser dirigidos pela fonte que manipula esta freqüência específica em que os seres humanos irão funcionar. Não há mais livre arbítrio. Mas as mudanças do cavalo de tróia – que está sendo implantado por aqueles que estão ampla e abertamente pulverizando os céus do mundo – não se limitam a modificações elétricas. Através desta tecnologia, os humanos também vão perder a capacidade de se reproduzir. Eles se tornarão andróides humanos, ou o que apoiadores do trans-humanismo chamam de Homo Evolutis.

Atualmente, tanto a NASA quanto o Google financiam e apoiam a Universidade da Singularidade, um lugar onde as pessoas são ensinadas sobre este novo estado de inteligência. De acordo com este novo sistema de educação, a humanidade torna-se transcendente em um lugar no espaço e no tempo em que as regras da física não mais se aplicam. Seguidores e estudiosos desta teoria incluem Ray Kurzweil, autor de “The Singularity is Near”, um livro que inspirou o filme “O Homem Transcendente”. Segundo Kurzweil, os avanços na tecnologia são impulsionados exponencialmente, não de forma linear. Os defensores deste tipo de futuro acreditam que a tecnologia permitirá que os seres humanos possam assumir o controle de seu próprio futuro.

A questão é, então, quem tem as ferramentas e o potencial para criar fibras artificialmente replicantes, glóbulos vermelhos e organismos nano que imitam a reprodução celular humana? Quem está agora modificando a todos nós sem nossa autorização? São estes mesmos indivíduos que irão decidir o que é feito com a humanidade uma vez que todos estiverem devidamente modificados para obedecê-los? O Kurzweil acredita que os cientistas vão, finalmente, completar a engenharia reversa do cérebro humano até 2020. O que mais resta para a classe tecnocrata no controle das indústrias farmacêutica, biotecnologia, nanotecnologia e biologia sintética para controlar nossos cérebros? Claro, as elites tecnocráticas não apresentam este avanço como uma ferramenta de controle. Em vez disso, apresentam como uma oportunidade de alcançar a imortalidade, para usar inteligência artificial e criar um sistema onde todos nós podemos estar conectados, onde não há dor, nem sofrimento, nem escravidão, além da escravidão de nossa mente, que é o que eles estão procurando. Tecnologias como “The Singularity” serão, gradativamente, apresentadas como uma visão moderna da vida para que mais pessoas, não importando o status econômico ou social, optem em se conectarem com a “matriz”, para usar um termo familiar. É isso mesmo. O cenário que esta versão do futuro implica é a capacidade fazer um download dos nossos cérebros em um computador e vice-versa. Também será apresentada a nós como a solução universal para todos os problemas humanos, médicos ou de outros tipos.

Segundo Ray Kurzweil, até 2029, as máquinas vao alcançar e ultrapassar a inteligência humana, chegando a um nível de consciência por ele definido como “super-inteligência” que os seres humanos serão capazes de “usar” conectando-se ao sistema. A partir desse estado, no entanto, não há como voltar atrás. Mas o que vai acontecer uma vez que as máquinas ultrapassarem os níveis humanos? Sofia Smallstorm se pergunta se essas máquinas super-inteligentes verão os humanos como seus criadores e os respeitarão como tal; se eles competirão com os humanos por recursos; ou se eles verão os humanos como uma ameaça à sua existência suprema. E os criadores das máquinas? E a elite tecnocrática cada vez mais poderosa? O que eles vão fazer com esse poder recém-descoberto de controlar remotamente cada um de nós?

O Homem Transcendente já está aqui, personificado pela Internet, a World Wide Web, pela série de computadores que já dizem o que você deseja pesquisar antes mesmo de terminar de digitar. Uma tendência que já vemos é como o ser inteligente artificial, que conhecemos como a Internet, já está transformando o homo sapiens em uma criatura não-biológica, um recipiente vazio à espera de uma tomada ao qual se conectar. O que acontecerá quando os processos biológicos forem executados pela tecnologia e todos os seres vivos se transformarem em andróides biológicos não-reprodutivos; uma população de uma espécie projetada sob o controle de máquinas ou, pior ainda, de poderosos mestres trans-humanistas? No caso de você não ter entendido, o Homo Evolutis não será um ser humano melhor; na verdade, não será um ser humano. Será um produto regido por uma patente, que será propriedade de alguém ou algo, cujo principal objetivo não é melhorar a humanidade, mas degradá-la. Os bio-andróides perfeitos que os trans-humanistas estão procurando é “um ser sem sexo, sem capacidade de reprodução, um trabalhador mais eficiente, algo que não pode ser distraído por amor ou luxúria, será livre de doença para que possa trabalhar por tempo indeterminado. Então você vai ter os “e-mpregados” e a “e-lite”, adverte Smallstorm.

É a busca do Super Humano também a morte da raça humana e a ascensão do Homo Evolutis?

Vou deixá-lo com uma citação de Ray Kurzweil e sua visão do futuro e “The Singularity”: “Deus existe? Bem, eu diria que ainda não “.

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