Banco Central Europeu: U$ 1 trilhão só serve para ganhar tempo

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 17, 2010

A corrupção e as mentiras do Banco Central Europeu e das suas filiais ao redor do mundo são ilimitadas. Há um ano atrás, o seu escritório nos Estados Unidos, -a Reserva Federal- solicitou 700 milhões de dólares para ‘salvar’ a economia. Isso, nós aprendemos mais tarde, revelou-se uma mentira. Foi uma mentira não só porque o dinheiro não era para fazer “mágica” econômica tal como foi prometido, mas também porque não erão somente U$700 milhões e, sim, mais de U$ 25 bilhões. Há poucos dias atrás, a União Européia lançou um pacote de ajuda de 1 trilhão de dólares que, segundo eles, serviria para manter a região economicamente estável. Agora, o BCE disse que o trilhão só serve para ganhar tempo. Tempo para quê? Resposta: Tempo para os bancos fazerem os preparativos finais para o colapso total da economia global. Existe alguém que ainda não vê isso?

Este tem sido o padrão mostrado ao longo da história com a elite liderada pelos bancos.  Eles criam problemas e apresentam soluções “milagrosas” que, também, ajudam a consolidar o poder e controle. Desta vez, porém, é definitiva. A linha inferior é esta, os banqueiros jogaram todas as suas cartas e, de uma vez, se converterão nos proprietários de tudo e de todos. A economia e o estado do mundo correram para baixo de modo incontrolável e nem mesmo eles podem salvá-los neste momento. Não que eles tiveram a intenção de fazê-lo.

Um por um, os países que foram vítimas de abutres financeiros ao longo de 100 anos fazem fila para pular além da borda do cânion. Como nos lembramos, tudo começou na Islândia, onde os funcionários agora parecem tentar lutar contra a corrupção enviando banqueiros para a cadeia. A crise mudou-se para a Grécia, onde as nuvens de dívida fiscal envolveram um país que, pelo contrário, é considerado um paraíso. Com Goldman Sachs como portador da lança, os banqueiros adicionaram mais um país à sua valiosa coleção. Nenhum banqueiro foi preso ou processado ainda. Em contrapartida, a Grécia sucumbiu à União Européia, enquanto os banqueiros tomam conta dos fundos de pensão e da poupança através do endividamento.  Os gregos agora estão imersos em uma dívida ainda maior através de um pacote de ajuda que assegura que a jóia do Mediterrâneo seja propriedade dos bancos.

Dois gigantes estão em linha para seguir os passos da Grécia e a Islândia. Portugal e Espanha começaram o processo de colapso através da redução dos salários, congelamento das pensões e o aumento dos impostos. Com uma população à beira do colapso social, as duas nações podem ver protestos no estilo tailandês mais cedo do esperado. A razão pela qual isso não aconteceu ainda? A Engenharia Social, é claro. A atenção do povo é desviada para o futebol e os torneios de tênis assím como cinzas vulcânicas imaginárias. Com o desemprego em torno de 20%, tanto Espanha como Portugal tiveram uma queda quieta livre de dor, mas as últimas medidas de austeridade provavelmente estouraram a bolha que isolou os dois países nos últimos dois anos. As subidas de impostos e os cortes nos serviços sociais foram bastante aplaudidos pelo Banco Central Europeu, bem como o líder do mundo em falências, Barack Obama. Esses aplausos decorrem do fato que as medidas os ajudam a ganhar tempo para consolidar o poder e os recursos. Cada vez que um país anuncia um pacote de medidas de austeridade, significa que mais dinheiro do povo, que já pagam impostos para tudo, é usado para pagar os empréstimos que os bancos já fizeram para estes países. É o banco que tem a prerrogativa de pedir aos países para reembolsar o empréstimo na totalidade, se desejar. Foi o que aconteceu na Islândia, Grécia e é por isso que eles precisam ser resgatados. O problema é que o plano de resgate financeiro vem dos banqueiros com quem os países inicialmente estavam em dívida. Você começa a entender a idéia? Por isso é chamado Consolidação.

A forma na qual os bancos operam é como um pescador que pesca um peixe grande. O pescador coloca a isca, -o banco oferece empréstimos-, o peixe morde a isca -os países aceitam os empréstimos-, e o pescador pode, então, escolher puxar o peixe para fora devagar, esperando que este continue travado no gancho, ou decide dar um grande puxão. A primeira opção fará com que a captura seja quase certa, mas vai demorar mais tempo. A segunda, dará uma recompensa mais rápida, mas o resultado pode ser também que o cordão seja cortado e, como resultado, o peixe escape. Há quase um século atrás, os banqueiros decidiram tentar a primeira opção para puxar a corda devagar deixando que o peixe se sentisse confortável. Agora, o peixe -a gente-, sabe que está preso e está fortemente puxando a corda. O pescador está desesperado porque o peixe pode escapar e está pensando seriamente em puxar a corda rápido e forte.

Parece impossível escapar do desastre econômico mundial que começou há aproximadamente uma década e que somente foi mascarado pelos números falsos de crescimento e recuperação econômica. Não houve geração de empregos significativa nas maiores economias do mundo e, até Jean Claude Trichet,  manifestou o seu pessimismo sobre as esperanças de um final feliz. Ele, claro, conhecia o resultado há muito tempo, provavelmente desde que chegou ao BCE. Ele disse, na semana passada, que os Estados Unidos estavam em uma situação semelhante à da Grécia. Outros cúmplices de Trichet também contribuiram à lista de frases memoráveis. George Soros, por exemplo, disse que o euro estava em uma situação precária e muito perto do colapso.

Pode-se facilmente ver o desespero da elite quando Nicolas Sarkozy bate o punho na mesa e Angela Merkel relutantemente apóia um pacote de ajuda que, em teoria, salvaria a Europa da ruína, mas na verdade não salvará ninguém. Como o BCE disse, o pacote só serve para ganhar tempo. O colapso financeiro foi precipitado ainda mais rapidamente devido ao fato de que mais pessoas estão entendendo este tipo de fraude e como elas foram enganadas durante as últimas décadas submetendo as suas poupanças e pensões  às organizações supranacionais. Como alguém disse, você pode enganar algumas pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo. O mundo tem sido oprimido durante séculos, até mesmo milhares de anos, pelos impérios, os banqueiros e a elite. Agora, a moeda se inverteu e a pressão está sobre os opressores.  Eles têm que escolher entre fazer o colapso ocorrer de forma lenta ou abrupta. A Comissão Trilateral reuniu-se este mês. A reunião do Grupo Bilderberg é em Junho. O pescador está desesperadamente pensando em puxar a corda fortemente.

Fique atento.

Banco Central Europeo: $1 trillón de dólares solo sirve para ganar tiempo

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 16, 2010

La corrupción y mentiras del Banco Central Europeo y sus sucursales en todo el mundo no tienen límites. Hace un año, su oficina en los Estados Unidos, -la Reserva Federal- solicitó $700 millones de dólares para ‘salvar’ la economía. Esto, después supimos, resultó ser una mentira. Una mentira no solo porque el dinero no era para hacer ‘magia’ económica como lo habían prometido, sino también porque no era el total previsto, Hasta donde supimos eran más de $25 billones de dólares. Hace unos días, la Unión Europea creó un paquete de ayuda de $1 trillón de dólares que, dijeron, serviría para mantener a la región economicamente estable. Ahora, el mismo BCE, dice que ese trillón de dólares sólo sirve para ganar tiempo. ¿Tiempo para qué?  Respuesta: Tiempo para que los banqueros puedan hacer los últimos preparativos del colapso completo de la economía mundial. ¿Hay alguien que todavía no lo vé?


Este ha sido el patrón que se muestra a lo largo de la historia con el que las élites encabezada por los bancos causan problemas para presentar a continuación una solución ‘milagrosa’ que además les ayuda a consolidar el poder y control.
Esta vez, sin embargo, es definitiva. El final es este y los banqueros ya jugaron todas sus cartas para finalmente y de una vez por todas convertirse en los dueños de todo y de todos. La economía y el estado del mundo se han precipitado cuesta abajo de manera tan incontrolable, que ni siquiera ellos pueden salvarla esta vez. No es que alguna vez tuvieran la intención de hacerlo.

Una a una, las naciones que han sido presa de los buitres financieros a lo largo de 100 años, hacen cola para dar un salto más allá del borde del cañón. Como recordamos, todo comenzó en Islandia, donde las autoridades parecen estar ahora poniéndose al día con la corrupción encarcelando y demandando banqueros. La crisis se trasladó a Grecia, donde nubes de deuda fiscal envolvieron por completo a un país que de otro modo es considerado un paraíso. Con Goldman Sachs como portador de lanza, los banqueros añadieron una nación más a su valiosa colección. Todavía no hay banqueros encarcelados o demandados. En cambio, Grecia sucumbió a la Unión Europea, el sueño de los oficiales administrativos de aprovechar los fondos de pensiones y los ahorros griegos mediante una mayor inmersión del país en deuda a través de un paquete de ayuda que les asegura la Joya del Mediterráneo.

Dos gigantes ahora están en línea para seguir a Grecia e Islandia.  Portugal y España iniciaron el proceso de colapso mediante la reducción de los salarios, congelando las pensiones, y aumentando los impuestos. Con una población al borde del colapso social, ambas naciones podrían ver protestas en las calles al estilo tailandés más pronto de lo esperado. La razón por la cual no ha ocurrido todavía? Ingeniería Social, por supuesto. La atención de la gente es desviada hacia torneos de fútbol y tenis así como ceniza volcánica imaginaria. Con alrededor del 20% de desempleo tanto España como Portugal habían tenido un descenso tranquilo, pero las últimas medidas de austeridad seguramente desinflarán el colchón de goma en el que se han sentado en los últimos dos años. Las alzas de impuestos y recortes de servicios sociales fueron muy aplaudidos por el Banco Central Europeo, así como por el líder del mundo en bancarrota, Barack Obama. Ese aplauso se origina en el hecho de que les ayuda a ganar tiempo para seguir consolidando el poder y los recursos. Cada vez que un país anuncia un paquete de medidas de austeridad, significa que más dinero de la gente -que ya paga impuestos por todo- se usa para pagar a los bancos los préstamos previamente contraídos por esos países. Es el banco, el que tiene la prerrogativa de pedirle al país que pague el préstamo en su totalidad si así lo desea. Eso es lo que pasó en Islandia, Grecia y es por eso que necesitan ser rescatados. El problema es que el plan de rescate financiero proviene de los mismos banqueros con quien inicialmente estaban en deuda. Se entiende la idea? Se entiende por qué se llama Consolidación?

La forma en que operan los bancos es como un pescador que coge un pez grande. El hombre pone el cebo, -el banco ofrece los préstamos-, el pez muerde -los países aceptan los préstamos-, el pescador puede entonces elegir tirar del pez fuera lentamente, con la esperanza que este siga atrapado en el anzuelo, o puede decidir darle un gran jalón. La primera opción hará que la captura sea casi segura, pero llevará más tiempo. La segunda, retribuye al pescador más rápido, pero el resultado también podría ser que el cordón se corte y como consecuencia, el pescado se escape. Hace casi un siglo, los banqueros decidieron probar la primera opción para tirar de la cuerda lentamente y dejar que el pez se sintiera cómodo. Ahora, el pez -el pueblo- descubrió que está atrapado y está fuertemente tirando de la cuerda. El pescador está desesperado porque el pez puede escapar y está considerando seriamente dar un tirón grande.

Parece imposible que el mundo escape de la catástrofe económica en la que ha estado en la última década, que sólo fue enmascarado por números falsos de crecimiento y recuperación. Sin empleo real generado en las economías más grandes del planeta, hasta Jean Claude Trichet mostró su pesimismo sobre las esperanzas de un final feliz. Él, por supuesto, ha sabido de esto por mucho tiempo, probablemente todo el tiempo que ha estado en el BCE. Él dijo la semana pasada que Estados Unidos estaba en una situación similar a la de Grecia. Otros baqueros cómplices de Trichet y las élites han contribuido también a la lista de frases memorables.  George Soros, por ejemplo, dijo que el Euro se encontraba en una situación muy precaria y muy cerca del colapso.

Uno puede fácilmente ver la desesperación de las élites cuando Nicolas Sarkozy puñetea la mesa y Angela Merkel participa a regañadientes de un paquete de ayuda que en teoría salvaría a Europa de la ruina, pero que en realidad no salva a nadie. Como dice el BCE, sólo gana tiempo. El colapso financiero se precipitó aún más rápido debido al hecho que más gente entiende de que se trata este fraude y cómo fueron engañados por las últimas décadas al confiarle sus ahorros y pensiones a organizaciones supranacionales. Como alguien decía, se puede engañar a algunas personas por algún tiempo, pero se puede engañar a toda la gente todo el tiempo. El mundo ha sido oprimido durante siglos, incluso miles de años por los imperios, banqueros y las élites. Ahora la moneda se ha invertido y la presión es para los opresores. Tienen que elegir entre hacer que el colapso ocurra despacio o que ocurra precipitadamente. La Comisión Trilateral se reunió este mes. El Grupo Bilderberg se reúne en junio. El pescador está desesperadamente pensando en dar un tirón grande.

Manténgase en sintonía.

Portugal Recorta Salarios y Sube Impuestos para pagar Bancos

El Gobierno portugués ha aprobado medidas adicionales de austeridad para profundizar en el recorte de déficit presupuestario, que incluyen la reducción del 5% en los salarios de los empleados públicos y un alza del IVA de un punto porcentual.

Terra.es

El Gobierno de Portugal ha aprobado nuevas medidas de austeridad, acordadas con el principal partido de la oposición, que permitan recortar el déficit presupuestario del país, y que incluyen unrecorte del 5% en los salarios de los empleados públicos de mayor jerarquía y un alza del IVA de un punto porcentual.

El primer ministro portugués, José Sócrates, ha anunciado que también se impondrá una tasa extraordinaria a los ingresos de hasta el 1,5% y que se incrementará un 2,5% el impuesto a los beneficios de los bancos y las grandes empresas.

En rueda de prensa, Socrates ha asegurado que estas medidas permitirán al país reducir su déficit presupuestario en 2010 hasta el 7,3% del Producto Interno Bruto (PIB), un punto por debajo del 8,3% anunciado en el mes marzo.

El primer ministro portugués ha reclamado a todos sus compatriotas que hagan ‘este esfuerzo’ para defender al país, al euro y a Europa. ‘Estas medidas son cruciales para restablecer la confianza y conseguir financiación para la economía’, ha afirmado.

El Gobierno portugués pretende ahora recortar su objetivo de déficit fiscal para 2011 en dos puntos porcentuales, frente a su anterior previsión del 4,6%, gracias a estas medidas de austeridad, que ahorraríanunos 2.000 millones de euros.

Al igual que las duras medidas anunciadas el miércoles por España, los ajustes anunciados por el país son el precio a pagar a cambio de la protección de la red de seguridad de 750.000 millones de euros anunciada el lunes por los ministros de Finanzas de la Unión Europea.

Ambos anuncios corresponden a un intento coordinado de la zona euro que hasta ahora ha logrado calmar los peores temores de los mercados a una propagación de la crisis griega.

Sindicatos se mobilizan en España contra Planes de Austeridad

Los sindicatos saldrán a la calle. Cándido Méndez afirma que habrá movilizaciones “con toda probabilidad” ya que el recorte del Gobierno va a suponer “un ajuste duro” que afectará a muchas familias. El Secretario General de Comisiones Obreras, Ignacio Fernández Toxo anuncia una respuesta “masiva”.

Terra.es

El secretario general de UGT, Cándido Méndez, ha dicho que las medidas anunciadas por el Gobierno supondrán un “ajuste duroprotestas” que afectará a muchas familias, por lo que ha avanzado que “con toda probabilidad” habrá movilizaciones en las próximas semanas.

Así lo ha expresado el líder de UGT tras el anuncio del presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, de las medidas para lograr una reducción adicional del déficit durante 2010 y 2011, entre las que se contempla la rebaja del 5% de media las retribuciones del personal del sector público.

En declaraciones a los periodistas a la entrada de la escuela Julián Besteiro, el líder de UGT ha afirmado que las medidas anunciadas suponen “una quiebra del discurso político” del presidente del Gobierno y un “cambio de escenario en las relaciones con los sindicatos”.

El Gobierno “ha incumplido” con el acuerdo de negociación colectiva de los empleados públicos al reducir el 5% sus salarios, lo que supone “un duro golpe” a la economía nacional y también un “duro ajuste” que afectará a miles de familias, por lo que anunció que “habrá una canalización del conflicto social“.

Por su parte, el secretario general de CCOO, Ignacio Fernández Toxo, ha señalado que el plan del Gobierno es “injusto” y “antieconómico”, por lo que merece la “máxima sanción social” y una contestación “masiva” en las calles.

El presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, mantendrá mañana a las 13.30 un encuentro con los líderes de CCOO y UGT para explicarles las medidas que va a tomar para acelerar la reducción del déficit público.

Según confirmaron fuentes de presidencia del Gobierno, Zapatero estudia reunirse otro día con los representantes de las organizaciones empresariales, aunque aún no hay una fecha concreta.

Uno de los objetivos de la reunión de mañana es explicar a los sindicatos que el recorte del 5% de los salariosde los empleados públicos es un promedio y que no se aplicará de manera generalizada. Al ser así, algunos empleados públicos, los situados en la parte inferior de la escala, no verán recortados sus salarios, aunque si se les aplicará la congelación salarial que pretende implementar el Ejecutivo el año que viene.

El recorte de los salarios en 2010 y la congelación de los mismos en 2011 no sólo afectará a los funcionarios españoles, sino a todo el personal del sector público.

Unión Europea Felicita al Gobierno por Planes de Austeridad

El comisario europeo de Asuntos económicos y monetarios, Olli Rehn, ha declarado que las medidas de ajuste presupuestario anunciadas por el Gobierno español “parecen ir en la buena dirección”. En una rueda de prensa, el responsable comunitario se ha reservado, no obstante, una valoración definitiva en espera de un análisis detallado del paquete presentado ante el Congreso porJosé Luis Rodríguez Zapatero.

El presidente del Gobierno ha anunciado en el pleno del Congreso las medidas para situar el déficit en el 3 por ciento en 2013. Entre ellas, el Gobierno va a rebajar una media del 5% las retribuciones de los empleados públicos para este año y las va a congelar en 2011, va a suprimir el cheque-bebé a partir de enero, va a suspender la revaloración de las pensiones y reducir la ayuda al desarrollo.

España Sigue El Camino de Grecia y Puede Ser El Próximo País En Caer

Terra.es

El presidente del Gobierno ha anunciado en el Congreso los ajustes que se tomarán para combatir la crisis.- El sueldo de los funcionarios disminuirá un 5%.- Las pensiones se congelarán en 2011.- Los miembros del Gobierno reducirán un 15% su sueldo.- Y se eliminará el cheque bebé de 2.500.- El PP le reprocha que no elimine ministerios ni subvenciones a sindicatos.- Montilla anuncia que se rebajará el sueldo… y al resto del Gobierno catalán.

José Luis Rodríguez Zapatero, ha anunciado en el pleno del Congreso las medidas para situar el déficit en el 3 por ciento en 2013. Espainl Gobierno va a rebajar una media del 5% las retribucionesde los empleados públicos para este año y las va a congelar en 2011.

Esta medida ha sido anunciada por el presidente del Gobierno,José Luis Rodríguez Zapatero, en su comparecencia extraordinaria en el Congreso y que se aprobará el próximo viernes en el Consejo de Ministros. La rebaja de los salarios será proporcional a los ingresos, es decir, que afectará más a los salarios más altos, y también se recortará en un 15% el sueldo de los miembros del Gobierno.

En el inicio de su comparecencia, Zapatero ha justificado las nuevas medidas para la reducción del déficit, un esfuerzo “especial, singular y extraordinario” que es necesario “precisamente ahora”, cuando se están viendo “signos” que ponen de manifiesto el inicio de la recuperación económica.

El Gobierno suprimirá a partir del 1 de enero de 2011 el denominado cheque-bebé, la prestación de 2.500 euros por nacimiento, para reducir el déficit público. Además, el Ejecutivo suspenderá en 2011 la revalorización de las pensiones, excepto las no contributivas y las mínimas. Asimismo, el plan incluye la eliminación del régimen transitorio para la jubilación parcial previsto en la Ley 40/2007.

El presidente del Gobierno ha anunciado que la ayuda oficial al desarrollo por parte de España se reducirá en 600 millones de euros entre el presente año y 2011. Esta reducción adicional supondrá un recorte de 5.000 millones de euros de gasto en 2010 y de 10.000 en el siguiente ejercicio.

El PP pide la supresión de ministerios

Por su parte, el presidente del PP, Mariano Rajoy, ha pedido al presidente del Gobierno que suprima la vicepresidencia tercera del Gobierno, fusione varios ministerios y recorte subvenciones, entre otras, las que se dan a organizaciones empresariales, sindicales y políticas. Entre los ministerios que se verían afectados por esta medida estarían Igualdad Vivienda y Cultura.

Igualmente, ha reclamado la revisión de todas las partidas de subvenciones y eliminación de todas aquellas que no estén debidamente justificadas, así como la reducción de las demás, por ejemplo de las que corresponden a organizaciones empresariales, sindicales y políticas.

Además, Rajoy acusó a Zapatero de haber “improvisado en tres días” un recorte de 15.000 millones del déficit publico y aseguró que de haber aplicado dicha reducción hace tres meses, como le pedían “desde hace meses” los ‘populares’ ahora no tendría que recortar los derechos de pensionistas y madres con la congelación de las pensiones y la supresión de las ayudas por nacimiento de hijo.

Por su parte, el portavoz del PNV, Josu Erkoreka, afirmó que las medidas “duras y drásticas” anunciadas hoy por el presidente implicarán que éste “deba comerse un bocado de miles de frases” que ha pronunciado públicamente. Erkoreka abogó por que las medidas se hubieran decidido con un criterio fijado en el Parlamento español y no en una “oscura” oficina de Bruselas impuestas por un tecnócrata europeo, una hipótesis que le pone “a temblar”.

Montilla se bajará el sueldo… y el de todo su Gobierno

El presidente de la Generalitat, José Montilla, anunció este miércoles que el recorte presupuestario que próximamente aprobará la Generalitat implicará una rebaja de las retribuciones de los consejeros y los altos cargos de la Generalitat, empezando por el suyo, y que será “ejemplar“.

La Generalitat expresó hoy su total apoyo a los recortes presupuestarios y salariales anunciados por el presidente del Gobierno porque van “en la buena dirección”. Así lo expresó hoy el conseller de Economía y Finanzas, Antoni Castells, e indicó que las comunidades autónomas deben hacer un esfuerzo y apretarse el cinturón, aunque señaló que la administración que más debe hacerlo es la estatal porque, del 11% de déficit, el Estado genera el 9,2%.

“Hay que hacer lo que sea para sostener y cosolidar el euro“, dijo Castells, quien aseguró que la reducción del déficit ordenada por la UE debe ir acompañada de medidas concretas y que tengan efectos reales en la economía, por lo que rechazó los brindis al sol, dijo.

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