Chefe da Interpol quer uma Identidade Biométrica Global

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 8, 2011

O chefe da Interpol, tem enfatizado a necessidade de um cartão de identidade global verificável por via electrónica (e-ID) como parte de um sistema que inclui trabalhadores migrantes. Ronald K. Noble disse isso em um fórum internacional em projetos de identificação de cidadãos, passaportes eletrônicos e gerenciamento de controle de fronteiras.

Falando na quarta reunião anual ID World da EMEA, o Secretário Geral da Interpol, Ronald K. Noble disse que a regulação dos níveis de migração e de gestão da segurança nas fronteiras apresentam problemas para os países e para o mundo e a Interpol oferece sua experiência para ajudar a resolve-lo.

“Num momento em que os migrantes estão atingindo níveis recordes, há uma necessidade de que os governos implementem sistemas nacionais que permitam a identificação dos imigrantes e seus documentos sejam verificados a nível internacional através da Interpol”, disse Noble.

“A vasta maioria dos imigrantes são cidadãos cumpridores da lei (então, por que essa identificação é necessária?) que gostariam de ter sua identidade verificada em mais de um país, usando a mesma identificação. Se os países emitem autorizações de trabalho e de residência em um formato de identificação eletrônica que atendem aos padrões internacionais comuns para os trabalhadores migrantes e de seus próprios países se beneficiariam porque melhoraria a eficácia, segurança nacional e a corrupção seria reduzida. ” (Note que quando os globalistas querem implementar um novo sistema de controle, oferecem sempre a desculpa de conveniência e segurança).

Aqueles que participaram do fórum ouviram explicações de como os cartões de identificação globais, exigem o desenvolvimento de um mecanismo para incluir as características de identificação biométrica, incluindo impressões digitais e DNA, porque de acordo com a INTERPOL isto verifica sistematicamente as informações numa base de dados global.

“Hoje a Interpol ajuda os países membros com a verificação de documentos de viagem dos passageiros dos transportes aéreos internacionais cerca de 500 milhões de vezes por ano. Seria uma extensão natural desse serviço ajudar os países membros para determinar se os portadores de uma identidade em todo o mundo possuem uma identidade válida ou são procurados internacionalmente por crimes cometidos e devem ser aprendidos pela Interpol, quando solicitam um emprego ou uma autorização de residência “, disse o chefe da Interpol. (Note a premissa que INTERPOL tem para estabelecer este sistema de control: Todos são culpados ate não ser provada sua inocência. No passado, todos eram inocentes ate ser provada sua culpabilidade em qualquer crime.)

“A emissão de cartões de identificação eletrônica em um formato verificável global também pode reduzir a corrupção e permitir que os titulares sejam elegíveis para os regimes de remessa eletrônica para incentivar um maior desenvolvimento económico e a prosperidade dos países membros da Interpol “concluiu Noble. (De novo a carta da conveniência sendo usada)

Os oradores principais do foro foram o ministro do Interior paquistanês, Rehman Malik, Vice-Presidente de Integridade do Banco Mundial, Leonard McCarthy, o diretor de Assuntos Internacionais da Comissão Europeia e Director-Geral da Administração Interna, Luís Sorek, Chefe da Autoridade de Identidade dos Emirados Árabes Unidos, Ali Al-Khouri, e Tariq Malik, do Banco de Dados Nacional e da Autoridade do Registro do Paquistão. (Todos estes membros de organizações globalistas ou controladas por elas.)

Parte da soberania de um país inclui o controle de suas próprias fronteiras, a definição das políticas sobre a migração e o trabalho doméstico, bem como formas de identificar os seus cidadãos e visitantes. A maioria dos países nao têm leis que exigem que seus cidadãos obtenham documentos de identificação e muito menos estão obrigados a carrega-los. No entanto, se atribui a organizações globalistas como a Interpol o papel de polícia global para implementar políticas de controle em todos os países onde atua, que são a maioria.

Para uma apresentação detalhada sobre o que significa este programa de identidade global, ver o documentário “Shadow Government” (Governo Sombra), clicando aqui.

Para obter uma lista completa dos países que fazem parte da INTERPOL, clique aqui.

Jefe de INTERPOL quiere una Identidad Biométrica Global

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 8, 2011

El jefe de INTERPOL, ha hecho hincapié en la necesidad de una tarjeta de identidad a nivel mundial verificable electrónicamente (e-ID) para un sistema que incluya a los trabajadores emigrantes. Ronald K. Noble dijo esto en un foro internacional sobre proyectos de identificación ciudadana, pasaportes electrónicos y la gestión de control de fronteras.

En su intervención en la cuarta cumbre anual de la EMEA MUNDO ID, el Secretario General de INTERPOL, Ronald K. Noble, dijo que la regulación de los niveles de migración y la gestión de la misma en las fronteras presenta problemas de seguridad para los países y para el mundo y que INTERPOL se ofrece para ayudar a resolverlo.

Una identificación biométrica mundial ha estado en las mentes de las organizaciones globalistas desde hace décadas.

“En una época en la que la migración mundial está alcanzando niveles récord, hay una necesidad de los gobiernos para poner en práctica sistemas a nivel nacional que permitan la identificación de los emigrantes y que sus documentos sean verificados a nivel internacional a través de INTERPOL”, dijo el Noble.

“La gran mayoría de los inmigrantes son ciudadanos respetuosos de la ley (entonces, ¿para qué se necesita esta identificación?) a quienes les gustaría tener su identidad verificada en más de un país utilizando el mismo documento de identidad. Si los países han de expedir permisos de trabajo y residencia en un formato de e-ID que cumplen las normas comunes a nivel internacional, tanto los trabajadores emigrantes como los propios de los países se beneficiarían porque mejoraría la eficiencia, la seguridad a nivel nacional y mundial mejoraría y la corrupción se habría reducido “. (Noten como cuando los globalistas quieren implantar un nuevo sistema de control, siempre lo ofrecen con la excusa de la conveniencia y la seguridad).

Los que atendieron el foro ID WORLD escucharon como este tipo de tarjetas requiere el desarrollo de un mecanismo que permita que las características de identidad biométrica sean incorporadas, entre ellas las huellas dactilares y el ADN, pues según la INTERPOL comprueba de forma sistemática la información en bases de datos mundiales.

“INTERPOL ayuda en la actualidad a los países miembros a verificar documentos de viaje de los viajeros aéreos internacionales aproximadamente 500 millones de veces al año. Sería una extensión natural de este servicio ayudar a los países miembros para determinar si los portadores de un documento de identidad a nivel mundial se verificaron en posesión de un documento de identidad válido o son buscados a nivel internacional para su detención a través de INTERPOL, al solicitar un trabajo o un permiso de residencia”, agregó el jefe de INTERPOL.

“La emisión de tarjetas de identificación electrónica en un formato a nivel mundial verificable también reduciría la corrupción y permitiría que los titulares de las tarjetas puedan optar a los regímenes de remesas electrónicas que fomentará un mayor desarrollo económico y la prosperidad en los países miembros de INTERPOL”, concluyó el Sr. Noble.

Entre los oradores principales en el Foro Mundial de identificación estaban el ministro paquistaní de Interior, Rehman Malik, el Vicepresidente de Integridad del Banco Mundial Leonard McCarthy, el responsible de asuntos internacionales de la Comisión Europea y Director General de Asuntos de Interior, Luis Soreca, el Jefe de la Autoridad de Identidad de los Emiratos Arabes Unidos, Ali Al-Khouri, y Tariq Malik, de la Base de Datos Nacional y Autoridad de Registros de Pakistán. (Todos estos miembros de organizaciones globalistas o controlados por las mismas.)

Parte de la soberanía de un país incluye controlar sus propias fronteras, establecer políticas de migración y trabajo internas, así como las maneras de identificar a sus ciudadanos o visitantes. La mayoría de países no tiene leyes que obliguen a sus ciudadanos a obtener documentos de identificación o mucho menos a portarlos. Sin embargo, organizaciones globalistas de control como la INTERPOL se adjudican el papel de policía planetaria para implantar sus políticas de control en todos los países donde opera; que son la mayoría.

Para ver una presentación detallada sobre lo que significa el impulso por una identidad global, vea el documental “Shadow Government” (Gobierno en las Sombras) clicando aquí.

Para ver una lista completa de los países que son parte de INTERPOL, clique aquí.