Austeridad en el Reino Unido cortará 10 billones de Libras en Beneficios Sociales

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | OCTUBRE 9, 2012

El ministro británico de Economía, George Osborne, dijo el lunes que tiene la intención de recortar otros 10.000 millones de libras en el gasto mediante la reducción de las prestaciones sociales para 2016-17. Osborne dijo que el objetivo es reducir el déficit.

Al hablar a una audiencia de Tories, Osborne dijo que quiere eliminar la ayuda a numerosas familias y eliminar subsidios de vivienda para las personas que son menores de 25 años de edad.

Estos recortes se sumarían a la reducción de 18.000 millones de libras eliminados de las cuentas del gobierno a través de la aprobación de un proyecto de ley anunciado en 2010, que afectó a las pensiones y los subsidios y ha significado el despido de cientos de miles de trabajadores del sector público.

En su discurso ante los militantes Tories, con quienes se reunió durante la Conferencia Anual del Partido Conservador, el ministro de Economía insistió en decir que si bien las personas más ricas deben soportar el peso de la crisis, también es “justo” que los recortes se distribuyan a lo largo de toda la población, incluyendo a los ciudadanos que dependen de los programas patrocinados por el Estado. Osborne se negó en varias ocasiones a imponer mayores impuestos a los más ricos en el Reino Unido.

Prometió sin embargo, que limitará el ingreso de los ciudadanos que reciben prestaciones sociales, así como la ayuda dada a los desempleados, los jóvenes, las madres solteras, los discapacitados y las familias de bajos ingresos, por lo que estas personas no recibieran más ayuda que los que salen a buscar trabajo.

El anuncio de Osborne sobre la reducción de las prestaciones sociales fue criticado inmediatamente por los grupos de dependientes, mientras que el ministro dijo que se descarta subir los impuestos a las rentas altas. ¿Cómo es que los más ricos van a soportar el peso de la crisis, entonces?

También descartó la idea de un nuevo impuesto a las mansiones de más de dos millones de libras, una idea introducida por primera vez por los demócratas liberales, socios en la coalición de gobierno.

El ministro advirtió a la gente que iba a combatir el fraude fiscal con el fin de aumentar los ingresos. Él dijo que iba a luchar “sin piedad” contra la evasión de impuestos y penalizar a los que intentan evadir el pago por medio de maniobras contables.

“Vamos a terminar lo que empezamos”, dijo Osborne a sus aliados compañeros de partido, mientras recordó a la multitud sobre el plan del gobierno para reducir el déficit y la deuda, el cual él asocia a cortar la ayuda a las personas más necesitadas, mientras que el tamaño del gobierno sigue siendo el mismo.

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Jornal Zero Hora Mente para seus Leitores

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Junho 8, 2010

As trilhas químicas não enfeitam ou adornam o céu. Elas são parte de um experimento de geo-engenharia usado globalmente que pretende limitar a quantidade de luz solar que o planeta recebe com o objetivo de diminuir o falso aquecimento global. Como The Real Agenda já reportou, trilhas químicas ou chemtrails, como se chamam em inglés, são compostas de cristais de óxido de alumínio, bário e enxofre que, segundo alguns cientistas, bloqueiam e refletem a luz solar com o objetivo de diminuir a temperatura do planeta. O problema com estas trilhas é que, inevitavelmente, os componentes químicos tornam-se parte do ar que as pessoas respiram, causado-lhes graves problemas respiratórios e outrascomplicações da saúde.

Geo-engenharia, ou a manipulação artificial das condições meteorológicas e padrões climáticos, é um tema que gerou polêmica depois que se descobriu que agências governamentais estudaram e continuam estudando a aplicação de técnicas de modificação do tempo, que eles dizem, é para eliminar ou limitar o aquecimento global e outras “doenças” atmosféricas. Como aconteceu com outros produtos artificiais, tais como alimentos transgênicos, a maioria de nós era ignorante sobre o assunto e levou um esforço gigante da mídia alternativa para descobrir e expor este programa. Veja o vídeo das trilhas químicas nos céus de São Leopoldo, RS, Brasil e de aviões espalhando-as aqui.

Trilhas Químicas sobre Sao Leopoldo, Brazil

O uso de trilhas químicas não é apenas uma questão de mudança do clima, mas implica um conjunto de mudanças ambientais. As primeiras consequências diretas da pulverização de compostos químicos têm sido uma multiplicidade de complicações de saúde às populações, como os efeitos neurológicos e alterações comportamentais, perturbações da circulação sanguínea, problemas cardíacos, efeitos sobre os olhos e a visão, falhas reprodutivas, danos ao sistema imunológico e gastrointestinal, danos ao fígado e às funções renais, defeitos de audição, distúrbios do metabolismo hormonal, efeitos dermatológicos, asfixia e embolia pulmonar. Como sabemos isso? Os testes realizados em pessoas que sofrem de alguma ou várias destas complicações apresentam níveis elevados de um ou mais dos produtos químicos pulverizados sobre centros populacionais. Em outros testes, amostras de ar também apresentaram altas concentrações de bário e alumínio.

Mas, se esses rastros químicos não são tóxicos, como o Jornal Zero Hora diz, porque a Monsanto, uma empresa química, está criando sementes que podem suportar os produtos químicos utilizados nestes percursos? Segundo a Dra. Ilya Sandra Perlingieri, os produtos químicos aplicados às áreas povoadas e despovoadas estão prejudicando não só o ambiente mas também a saúde humana.

“… Nós também sabemos que certos tipos de produtos químicos podem danificar a saúde humana e dos animais, especialmente o sistema imunológico … … os perigos das alterações hormonais estão agora mais amplamente explicadas na Internet, mas não são bem conhecidos pelas pessoas que escutam notícia dos meios de comunicação tradicionais. (1) A maioria destes produtos químicos altamente tóxicos são invisíveis e, portanto, estão facilmente fora do nosso radar coletivo. Com o nível de estresse criado deliberadamente pela crise financeira orquestrada pelas elites, onde milhões de pessoas perderam seus empregos e lares, um ambiente degradado não é prioridade para ninguém, especialmente se há pouca informação ao respeito. Este cenário faz parte de uma perspectiva mais ampla e é o que Naomi Klein escreve em seu livro “The Shock Doctrine”. Temos grandes crises, uma após a outra, sendo difícil manter o contato com nossa rotina diária, muito menos ter tempo para considerar as implicações toxicológicas de enormes quantidades de metais pesados e produtos químicos que envenenam nossa cadeia alimentar e, portanto, a nossa suposta saúde. ” Estamos no topo de uma cadeia alimentar em ruínas. ”

Leia a avaliação completa da Dra. Perlingieri sobre a geo-engenharia e as alterações climáticas aqui.

A pesar das consequências negativas, existem cientistas que insistem no uso de trilhas químicas. “Eu sugiro que tanto o óxido de

Depóis de 30 a 60 minutos as trilhas se extendem e encobrem o céu em São Leopoldo

alumínio quanto partículas de sílica podem ser usadas na estratosfera diluídas como um aditivo no combustível usado na aviação”, escreveu o engenheiro John Gorman, que conduziu experimentos para testar a viabilidade de tal cenário. “Nós queremos queimar combustível contendo o aditivo especificamente quando a aeronave esteja passeando na baixa estratosfera”, acrescenta. Relatórios de trilhas químicas ao longo de centenas de cidades em países ao redor do mundo são agora comuns. Plumas de fumaça pintam os céus azuis de cinza, após aviões comerciais e privados liberam os produtos químicos. Ambas agências governamentais e instituições como a Força Aérea ou empresas privadas contratadas são responsáveis por operar os aviões, colocar os componentes químicos em tanques independentes ou até mesmo no combustível que as naves usam.

Com todos os efeitos negativos que as trilhas tiveram sobre as populações, muitos cientistas fizeram pronunciamentos sobre os perigos que este tipo de geo-engenharia representa para o ambiente e as pessoas. Dan Schrag, da Universidade de Harvard, alertou que qualquer intenção de mudar o ambiente, incluindo o próprio ecossistema, poderia ter conseqüências desastrosas, entre elas, secas e outros desastres naturais. “Eu acho que nós deveríamos considerar a engenharia climática apenas como uma resposta de emergência a uma crise climática, mas não existem provas que mostrem uma crise climática”, disse Schrag. Alan Robock, professor da Rutgers University, diz que as consequências poderão ir muito mais longe do que secas. Estas experiências, ele diz, “poderiam criar catástrofes”, danificando a camada de ozônio e, potencialmente, alterando a estratosfera, eliminando os padrões climáticos, tais como a estação das chuvas, da qual bilhões de pessoas dependem para suas lavouras e alimentos para a população “. O problema é que este é exatamente o que o uso de trilhas químicas pretende fazer: mudar os padrões meteorológicos. A utilização de produtos químicos para bloquear os raios do sol implicará em mudanças drásticas na biosfera e atmosfera, tais como o ciclo hidrológico, padrões de vento e como o sol impulsiona os ventos ao redor do planeta. Com isso, outros aspectos tais como fertilidade do solo e a disponibilidade de água começam a aparecer.

Não deixe que as mentiras do jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, confundam você. Geo-engenharia e trilhas químicas não é o mesmo que contrails ou trilhas de condensação. Enquanto os contrails desaparecem após alguns minutos no céu, chem-trails são deixadas por aviões que cruzam o céu várias vezes, produzindo figuras como um tabuleiro de xadrez, círculos e semi-circulos.

Se os seres humanos são responsáveis pelo aquecimento global, por que bloquear o sol? A verdade é que o sol é o mais gigantesco corpo quente do sistema solar e como tal, o elemento que determina o clima. Diferentes cálculos estimam que a atividade humana emite apenas entre 4 e 6 por cento do total de CO2 na atmosfera, portanto, tendo pouca influência sobre os padrões climáticos. Erupções vulcânicas e o sol, por exemplo, têm um efeito maior no clima do que qualquer atividade humana. O CO2 é realmente o que a maioria da biosfera usa como alimento. Um ambiente rico em CO2, então, fornece mais combustível para as plantas e as árvores e mais alimentos para animais e seres humanos.

Em una ou duas horas, os compostos químicos formam uma neblina o névoa que mais tarde cai como chuva ácida.

Outra conseqüência das trilhas químicas é a chuva ácida. Gotas de chuva contendo elementos químicos causam enorme acidificação dos lagos e rios, contribuindo com o envenenamento dos humanos, árvores em altitudes elevadas e muitos solos florestais sensíveis. Mas não só aqueles que rejeitam a teoria do aquecimento global antropogênico são céticos sobre o uso de trilhas químicas. O cientista chefe do Greenpeace no Reino Unido, Doug Parr, um defensor da explicação do aquecimento global antropogênico, desqualifica as tentativas de Geo-engenharia do planeta como “estranhas” e “perigosas”. Uma reportagem da KSLA no início deste ano constatou que experimentos químicos com aerosóis vêm acontecendo por décadas. A reportagem revelou experimentos expostos em 1977 em audiências do Senado dos Estados Unidos. O relatório mostrou as experiências com compostos bioquímicos em humanos e relatou que “239 áreas povoadas foram contaminadas com agentes biológicos, entre 1949 e 1969.

Então, para os que escreveram o artigo na Zero Hora, -o qual não tem o nome do repórter- estas trilhas não significam nada mais do que condensação casual de contrails, mas as provas mostram exatamente o oposto. Os repórteres no jornal são ignorantes ou simplesmente mentem para os seus leitores deliberadamente.

Se o objetivo final da Geo-engenharia é reduzir os efeitos do aquecimento global devido à atividade humana e às suas consequentes emissões de gases estufa, pensaríamos que este método teria pelo menos uma boa chance de funcionar, não é? Bem, acontece que a Geo-engenharia bioquímica não tem efeito nenhum para evitar o aquecimento que cientistas corruptos dizem causam o efeito estufa na atmosfera. Portanto, o uso de trilhas químicas é, no mínimo, uma solução incompleta e, no máximo, um envenenamento massivo da humanidade.

O cientista David Suzuki diz que a geo-engenharia é uma “loucura” e vai mais longe ao dizer: “Se nós aprendemos alguma coisa do passado, é que apesar de estarmos muito hábeis em inventar novas e poderosas tecnologias, nosso conhecimento de como o mundo e as coisas estão interligadas é quase zero. ”

No final de tudo isso há um aspecto mais preocupante da geo-engenharia. Nós todos sabemos o que os governos são capazes de fazer quando querem manipular as pessoas: guerras inexplicáveis, pandemias inexistentes, eventos terroristas … Embora o uso de produtos químicos como arma de guerra é geralmente visto como moralmente e universalmente proibido, temos visto evidências muito convincentes de que essa proibição nem sempre é respeitada. Segundo um artigo publicado na Revista Wired Magazine, outras formas de geo-engenharia, tais como fertilização dos oceanos, podem ser usados para proliferação de algas que esterilizam os oceanos, isto, por sua vez destruirá a pesca e os ecossistemas de água.

Mesmo os globalistas das Nações Unidas, tradicionalmente defensores destas politicas, manifestaram sua preocupação com a

Algumas trilhas tomaram completamente os céus de São Leopoldo em 03 de junho.

utilização das trilhas químicas. A 14ª Sessão do Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico, Técnico e Tecnológico foi o primeiro lugar onde o Conselho das Nações Unidas discutiu a geo-engenharia, desde a assinatura do Tratado ENMOD em 1976. O tratado proibiu a geo-engenharia, quando ela é usada para objetivos “hostis”. SBSTTA 14 irá recomendar à Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica a imposição de uma moratória sobre todas as atividades de modificação do clima através de geo-engenharia em uma reunião em Nagoya, Japão em outubro 2010. Naturalmente, o conhecimento se dissemina mais rápido e melhor quando as pessoas mais a nível local são responsáveis por informar sobre estas questões. Então, conte à sua família, amigos e conhecidos sobre a origem e os perigos de armas laser e a modificação do clima com geo- engenharia ao redor do globo. Assim como OS POVOS expuseram as mentiras sobre o aquecimento global antropogênico e Climategate, é nosso dever expor isso também.

Então, por que adotamos uma técnica de modificação do clima que é prejudicial aos seres humanos e cujo principal objetivo não pode ser alcançado? Quem se beneficia deste tipo de tecnologias de geo-engenharia se são adotadas por outras razões? Certamente não será o meio ambiente. Mais respostas sobre trilhas químicas ou chemtrails, suas origens e o que elas significam pode ser encontrado em A Ciência da “Farmacologia do Ar” ou “Chemtrails”. Aos meus colegas na Zero Hora quero dizer: não custa nada escrever uma reportagem completa com fontes confiáveis e com fatos. Mas acho que todos sabemos porque este jornal evita escrever a verdade. Como parte do grande império da Globo, talvez é dificil falar ou escrever a verdade. Somente os que se prestam para mentir ou falar meias verdades por causa da sua ignorância -voluntária ou não- e /ou preguiça profissional têm espaço numa empresa como o Jornal Zero Hora ou o império Globo.

Celulares Podem ser Responsaveis por Desaparecimento das Abelhas

London Telegraph

Seu desaparecimento causou alarme em toda a Europa e América do Norte, onde os ativistas acusaram o uso de agrotóxicos, as alterações climáticas artificiais e o advento dos produtos geneticamente modificados pelo que agora é conhecido como a “desordem do colapso da colônia.” Grã-Bretanha tem visto um declínio de 15 por cento da sua população de abelhas nos últimos dois anos, o que levou a um aumento de furtos de colméias.

Agora, pesquisadores do Punjab Chandigarh’s University afirmam ter encontrado a causa que poderia ser o primeiro passo para reverter o declínio: Eles estabeleceram que a radiação dos telefones móveis é um fator chave para o fenômeno e dizem que os telefones estão interferindo com os sentidos de navegação das abelhas.

Eles montaram um experimento controlado em Punjab no início deste ano comparando o comportamento e produtividade das abelhas em duas seções – uma equipada com dois telefones celulares que eram ligados por duas sessões de quinze minutos por dia durante três meses. O outro tinha colméias sem telefones.

Após três meses, os pesquisadores registraram uma queda drástica no tamanho da colméia equipada com os telefones móveis e uma redução significativa no número de ovos postos pela rainha. As abelhas também pararam de produzir mel.

A abelha-rainha na colméia com celulares produziu menos da metade de ovos comparado com as quantidades produzidas pelas suas colegas nas colméias sem telefones celulares.

Eles também encontraram um declínio dramático no número de abelhas operárias que retornaram para a colméia após a coleta de pólen. Por isso, a quantidade de néctar produzido na colméia também diminuiu.

Ved Prakash Sharma e Neelima Kumar, os autores do relatório publicado na revista Current Science, escreveram: “O aumento do uso de aparelhos eletrônicos levou a electropoluição do meio ambiente. O comportamento e a biologia das abelhas tem sido afetados por electrosmog porque estes insetos têm magnetita em seus corpos, o que as ajuda na navegação.

“Há relatos de desaparecimento repentino das populações de abelhas em colônias. A razão ainda não está clara. Nós comparamos o desempenho de abelhas em colônias contendo radiação de celulares com outras colônias onde não houve a presença de telefones.

“A diminuição significativa da colônia e a taxa de colocação de ovos da rainha foi observada. O comportamento das forrageiras expostas a radiação foi negativamente influenciado pela exposição; não havia mel nem pólen na colônia no final do experimento. ”

Tim Lovett, da Associação Britânica de Apicultores, disse que as colônias foram bem sucedidas em Londres, onde existe uma utilização alta de telefones móveis. “Os trabalhos anteriores nesta área tem indicado que o uso de telefones móveis não é um fator real”, disse ele. “Assim que os novos dados chegarem, vamos comparar.” Ele disse: “No momento, achamos que é mais provável que seja uma combinação de fatores incluindo doenças, pesticidas e a perda do habitat”.

O Governo do Reino Unido reservou £ 10.000.000 para a investigação do declínio de polinizadores, como abelhas, mas a BBKA alegou que muito mais dinheiro é necessário para a investigação do problema, incluindo estudos sobre pesticidas, doenças e novas tecnologias, como telefones celulares.

De acordo com a Universidade de Durham, as abelhas na Inglaterra estão desaparecendo mais rapidamente do que em qualquer outro lugar na Europa, com mais da metade das colméias morrendo ao longo dos últimos 20 anos. As estatísticas mais recentes mostram que, no último inverno, o declínio das abelhas na Grã-Bretanha diminuiu, com apenas uma em cada seis colméias perdidas. Isto é ainda acima da taxa natural de dez por cento, mas é uma grande melhora em relação aos anos anteriores.

Houve um aumento no número de furtos de colméias em todo o mundo e os apicultores da Alemanha começaram a instalar dispositivos de localização GPS para suas colméias.

Brasil Viola Liberdades Civis

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 11, 2010

O Brasil é conhecido pelo samba, praias maravilhosas e pessoas amigas. O país é muitas vezes comparado com nações mais desenvolvidas por causa de seu tamanho, população e recursos. Mas há mais uma coisa pela qual o Brasil é similar ao mundo dos chamados desenvolvidos: O Brasil também viola as liberdades civis dos seus cidadãos. Diferente, por exemplo, dos Estados Unidos ou Inglaterra, a polícia aqui não importuna muito os cidadãos. No entanto, a violação das suas liberdades e direitos ainda é feito em silêncio. O Brasil é um país com um acesso muito limitado à informação e as pessoas aqui sabem muito pouco sobre seus direitos e deveres. Este panorama é um terreno fértil para o abuso do governo e a corrupção.

O gigante da América do Sul é conhecido pela sua impunidade ao longo dos anos. A corrupção corre solta de norte a sul e de leste a oeste. Em uma pesquisa recente, foi determinado que o Brasil está entre os primeiros países em corrupção e impunidade. Embora muita desta corrupção eleva-se a funcionários públicos que prestam e recebem grandes somas de dinheiro por favores políticos, há muito mais do que a corrupção da burocracia. A ex-colônia Portuguesa rapidamente adopta medidas globalistas de controle populacional, bem como os Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Ao longo dos últimos 12 meses, alguns jornais revelaram nas entrelinhas de suas páginas o caráter quase obrigatório da campanha de vacinação contra a gripe H1N1, que embora tenha sido provada uma farsa, continua a ser implementada em todo o país. Felizmente, algumas pessoas foram informadas sobre os perigos da vacina e a campanha não tem tido os resultados esperados pelas autoridades de saúde do governo. De acordo com o jornal Zero Hora, apenas 670.000 idosos foram vacinados ao invés de 1,4 milhões no estado de Rio Grande do Sul. Menos de 50 por cento tomaram a vacina contra a gripe regular. No entanto, isto não significa que o Brasil pode escapar do controle da Organização Mundial de Saúde.  As campanhas continuarão a ser realizadas em todo o país.

O Brasil também utiliza uma forma sintética de fluoreto de sódio na água potável, uma prática historicamente adotada pelas suas supostas vantagens no cuidado dos dentes, embora foi determinado que esta crença nao é mais que pseudociência. Recentemente, esta publicação entrevistou uma química do SEMAE, uma organização governamental que cuida da qualidade da água na cidade de São Leopoldo, Brasil. Com um mestrado em química, Juliana da Silva Chaves não só admitiu que nunca viu um estudo confirmando o benefício do uso do ingrediente que ela identificou como flúor, como também confessou que o flúor é colocado na água com base na crença de que ajuda a promover saúde bucal. Novamente, a química confirmou que esta afirmação foi passada para ela mas nenhum estudo foi mostrado para conferir a veracidade da mesma. Quando perguntamos sobre os perigos do fluoreto de sódio e outras substâncias na água potável, ela disse que nunca aprendeu nada sobre a toxicidade em cursos universitários ou de formação. De fato, o flúor provoca cárie dentária, câncer bucal e diversos distúrbios neurológicos, além de diminuição da inteligência.

O país está em estágio final na adoção de Cartões de Identificação que possuem um chip de rádio frequência, assim como Scanners de Corpo Inteiro nos aeroportos. Estas duas últimas tecnologias já estão sendo utilizadas ou entrarão em vigor nos próximos 10 anos. No caso dos scanners que emitem radiação, há vários deles em aeroportos nacionais e internacionais. Segundo o jornal Zero Hora do Estado do Rio Grande do Sul, passageiros que embarquem nas cidades de Guarulhos, Rio de Janeiro, Recife e Manaus podem ser selecionados como candidatos para provar um destes scanners Esta medida é rejeitada pelos grupos de vigilância da privacidade até mesmo nos países mais desenvolvidos não só pela radiação que emitem, mas também devido ao fato de que os corpos das pessoas são vistos completamente nus nas imagens que a máquina gera.

De acordo com muitos grupos de direitos civis, o uso de scanners é uma grave violação das leis de privacidade. As imagens geradas a partir dos scanners são salvas no disco rígido e mantidas para posterior utilização na vigilância. Embora as autoridades do Brasil neguem a capacidade dos scanners para fornecer essas imagens, Angelo Gioia, da Polícia Federal no Rio de Janeiro, admitiu que é um método mais invasivo de vigilância. Atualmente, a legislação brasileira permite buscas de pessoas quando há suspeitas fundadas de atividades ilícitas, mas não regulamenta a utilização deste tipo de scanner. Goia acredita que não deve haver limites quando se trata de segurança. O custo de cada scanner corporal é de U$170.000. A tecnologia de digitalização opera com base na utilização de ondas e radiação sobre um corpo para medir a energia refletida, e assim processar uma imagem 3D das ondas milimétricas. Os usuários dos scanners são expostos a ondas eletromagnéticas entre 3 e 30 gigahertz, algo próximo ao que emite um telefone celular. Os promotores dos scanners nos aeroportos sempre citam os enormes benefícios que estes proporcionam na prevenção de riscos de segurança, tais como armas, explosivos, etc. Mas a verdade é que uma revisão normal ou cães farejadores de bombas são tão úteis ou mais precisas. Assim como tem sido feito em outros países, no Brasil, o uso destas tecnologias é apresentada como uma conveniência, para que mais pessoas as recebam e aprovem. Pouco se falou sobre a violação ao direito à privacidade das pessoas e suas propriedades. Além da comodidade, há um outro fator injetado na aprovação dos scanners: Medo. A ameaça do terrorismo é a carta extra sob a manga sempre pronta para ser mostrada no caso das pessoas queixarem-se ou acharem os scanners um inconveniente.

Como é a situação do terrorismo aqui no Brasil? Comparado com outros países como a Irlanda, Israel, Palestina, Paquistão e Grã-Bretanha, a existência de terrorismo é nula. O país nunca sofreu um grande ataque terrorista na história moderna. O mais próximo ao terrorismo são os tiroteios ocasionais entre traficantes e policiais militares em pequenos bairros do Rio ou de São Paulo. Então, por que o Brasil precisa de scanners? A resposta é que não precisa. Como em muitos outros países, a adoção desta tecnologia é sinónimo da perda das liberdades civis, onde os cidadãos são culpados antes de serem provados inocentes. Na verdade, a história mostra que os ataques terroristas mais incríveis foram do tipo bandeira falsa, ou false-flag. Para Gerald Celente, conhecido estudioso das tendências mundiais e fundador do Instituto de Pesquisa e Tendências, 2010 será o ano dos ataques patrocinados pelos governos. “É o crash de 2010 como o previmos”, diz Celente. “O colapso da economia global em março de 2009, quando os mercados foram inflados com dinheiro falso.” Celente previu a atual crise, queda das bolsas, agitação civil na Grécia e o colapso da Islândia, Argentina, Portugal, Espanha, bem como a crise nos Estados Unidos e no Reino Unido. “Quem acredita que esse tipo de coisas como scanners e identificação con chip são benéficos, merece o que recebe.” Gerald Celente alerta as pessoas sobre o que vai acontecer uma vez que estes tipos de políticas estiveren totalmente implementadas. Assista a este clip no minuto 5 com 30 segundos.

Quando se trata do Cartão Nacional de Identificação no Brasil, informações sobre o assunto são muito escassas. A maioria das pessoas aqui visitam escritórios da Polícia Federal em todo o país para renovar suas licenças de motorista ou de identificação e não sabem ou não querem saber sobre a nova tecnologia utilizada nos referidos documentos. Em outros países onde foi implementado, o Cartão de Identidade Nacional é rejeitado pelos cidadãos informados, bem como grupos que apoiam a privacidade, porque contém todas as informações relacionadas ao portador do cartão, número da identidade, endereço físico e número de identificação único que inclui uma grande variedade de informações privadas, tais como contas bancárias, de poupança, local de trabalho, histórico de votação e outras.

No Brasil, o novo Cartão de Identificação Nacional prevê um número de identificação único de acordo com o estado onde a pessoa vive. No sul, as pessoas terão identificação com um número de 10 dígitos exclusivo, em Brasília, sete dígitos, São Paulo, 9 dígitos. A emissão do novo cartão terá início em Outubro de 2010 e estima-se que todos os cidadãos, imigrantes naturalizados e legais farão parte do banco de dados até 2020. De acordo com o especialista em tecnologia RFID Chris Paget, Radio Frequency Technology, do tipo usado em cartões de identidade nacional, tem sido usada há anos em cartões de crédito e verificação. “Houve centenas de milhões de cartões emitidos com RFID. O problema é que as pessoas não sabem que a tecnologia está contida nos cartões e, portanto, eles não fazem nada para protegê-los.” Parece estranho que a tecnologia que é criada para manter-nos seguros, precisa ser protegida. Agora, qualquer pessoa com um leitor de RFID pode encontrar cartões de crédito e cartões de ponto de verificação e obter informações suficientes para cloná-lo e usá-lo em uma transação. Então, por que os países, literalmente, querem contar e ter um controle tão exato dos seus cidadãos? Dra. Katherine Albrecht, fundadora e diretora da organização CASPIAN de Privacidade do Consumidor, considera que há uma pressão enorme para que os governos numerem e identifiquem a todos os seus cidadãos e, no processo, usem a tecnologia criada por mega corporações que estariam, então, no controle de informações pessoais tais como número de identificação, contas bancárias, segurança social, contas de fundos de pensão, números de cartões de crédito e assim por diante. “Estamos vendo isso na China, onde 1 bilhão de pessoas foram identificadas com cartões de identidade nacionais com dispositivos de rádio freqüência. Eles estão fazendo o mesmo no México, e na India, onde 1,2 bilhões de pessoas também foram submetidas a este processo.”

De acordo com o historiador Daniel Estulin, o uso de cartões de identidade nacional, juntamente com outras tecnologias, é um impulso para a criação de uma sociedade sem dinheiro. “Não será necessário usar dinheiro, porque você tem o crédito atribuído ao seu número de identificação. O problema é que você não será quem vai determinar se terá ou não créditos a serem colocados no cartão. O governo vai ter esse poder; as empresas donas da tecnología o terão, não os cidadãos “. Estulin, bem como Albrecht reconhecem a existência de bases de dados dos governos para quem procura emprego, crédito e para aqueles no sistema criminal, e alertam que o uso de cartões de identidade nacional vai permitir a criação de um banco de dados mundial, onde todos serão incluídos.

No Brasil, a emissão do Cartão de Identificação Nacional começará como um projeto piloto em cada região. A placa será semelhante a um cartão de crédito, com um chip contendo informações como o CPF ou Cadastro de Pessoa Física, número de registo de eleitores, impressão digital, íris ou uma imagem digitalizada que será aceita pelo sistema denominado AFIS ou de Identificação Automática de Impressões Digitais. Este sistema é reconhecido em todo o mundo e é utilizado pelos governos em todos os cinco continentes. O número resultante será padronizado RG ou Registro Geral. Com esse banco de dados local, regional e nacional, o Brasil será um dos últimos gigantes do planeta a sucumbir ao plano de se submeter a um programa de registro global onde as empresas conhecem cada ser humano, não importando onde eles vivam.