…E agora por um Banco e uma Moeda Mundial

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 19, 2010

Desde a infância tenho ouvido sobre a possibilidade de uma moeda global. Naquele tempo, ninguém por perto conseguia me explicar como iria surgir e quem a controlaria. A resposta a estas questões já estão claras. Dominic Strauss-Kahn respondeu às minhas questões de infância. Uma moeda global gerida por um Banco Central Global. O chefe do FMI disse que isto é necessário durante uma reunião na qual reafirmou sua opinião de que esta crise é uma “oportunidade.”

Segundo Kahn, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Pagamentos Internacionais seriam de última instância nos casos em que a economia global ficasse em ruínas. Kahn disse que a nova moeda seria um ativo “livre de risco para o sistema independente de moedas nacionais” e um banco mundial central “também poderia servir como um emprestador de última instância”. Que inteligente o Sr. Kahn! O problema é que estas ideias não são novas e não são dele. A criação de uma instituição financeira global tem estado em formação ao longo de décadas.

A idéia de um órgão mundial que controle a emissão de moeda e a política financeira como um todo foi criado antes do nascimento das Nações Unidas, a Liga das Nações e da União Européia. Este princípio de concentração do poder e política foi originalmente concebido para acumular o controle sob o pretexto de evitar a corrupção econômica e os desastres financeiros. No entanto, não demorou muito para descobrirmos que é exatamente o oposto. Assim como a criação da Liga das Nações, as Nações Unidas e a União Européia não acabou com as guerras, a instabilidade econômica não terminará com a criação de uma organização supranacional -na verdade será perpetuada.

Revisemos alguns acontecimentos passados. Desde que as Nações Unidas nasceram, temos experimentado conflitos em todos os continentes. Esses conflitos não ocorreram entre países, mas eram desestabilizações realizadas com grupos criminosos patrocinados por governos ou agências de inteligência. Mossad, a MI6, a CIA, os talibãs e o IRA são apenas alguns exemplos. Guerras patrocinadas por países são uma coisa do passado, pois os banqueiros entenderam que poderiam causar conflitos usando e controlando as organizações terroristas que fariam o trabalho para eles.

No mundo da economia e finanças, os impérios, ou os países que aspiravam a tornar-se impérios, tinham e ainda têm os instrumentos para a realização de terrorismo económico e financeiro. As corporações que operavam fora dos governos, inicialmente contrataram instituições financeiras para realizar atividades fraudulentas. Depois, as corporações se tornaram o governo e, em seguida, era mais fácil realizar suas operações de terrorismo financeiro. Multinacionais da Banca estabeleceram uma nova ordem controlada por elas, acabaram com a supervisão dos governos e criaram políticas que efetivamente as transformou em donas da economia mundial.

Assim, os banqueiros não precisam de Al-Qaeda, MI6, Mossad ou a CIA para colocar o mundo de joelhos. Esse objetivo poderia ser alcançado através de Wall Street, o FMI e o Banco Internacional de Pagamentos. A criação de blocos regionais para promover o comércio e a troca era uma desculpa para consolidar o poder e os recursos. Essa idéia foi mais tarde provada em todo o mundo, promovendo a criação de uma instituição financeira global que irá lidar com a questão do dinheiro e em que condições este é fornecido.

Quais foram os resultados da concentração de política financeira e económica na Europa? Nós estamos vendo agora. Islândia, Grécia e agora Espanha, Portugal e Inglaterra estão em ruínas. Por quê? Porque a homogeneização financeira não se destina a promover economias estáveis e políticas econômicas sólidas, mas a reforçar o controle e a implementação de políticas que permitam aos banqueiros consolidar ainda mais poder. O objetivo dos banqueiros nunca foi uma economia estável, com uma política monetária sólida, porque nesse tipo de mundo eles têm menos controle e a riqueza não está concentrada em suas mãos.

Vejamos outro exemplo que a historia nos dá: A criação de políticas globalistas como acordos de livre comércio. NAFTA, CAFTA, GATT por citar alguns, foram as tropas no terreno para os banqueiros. O fim do mundo industrial, o fim do capitalismo como funcionou com sucesso durante algum tempo, deu lugar à abertura das fronteiras para o fluxo de produtos tóxicos e baratos assim como imigrantes ilegais. Os acordos de livre comércio não só destruiram a indústria, mas também aniquilaram a rede de segurança social nas nações do mundo ocidental. Enquanto o dinheiro das cidades e povos foi roubado e usado para investir em produtos financeiros imaginários, estrangeiros ilegais espremiam os serviços sociais básicos, já enfraquecidos, em todas as nações da América e da Europa.

Hoje, os políticos mais influentes e as estrelas da cultura pop justificam a falta de respeito para as nações, suas constituições e leis, para permitir não só acordos de livre comércio, mas o fluxo contínuo de imigrantes ilegais nas fronteiras. Aplicar as leis de imigração e a constituição é visto como racista e os defensores da imigração legal são rotulados como injustos, desumanos e simplesmente loucos. Este é exatamente o resultado que os banqueiros queriam. Dividir para conquistar nunca foi melhor. As políticas de imigração são definitivamente radicais em um mundo onde todas as pessoas, inconscientemente, acreditam que a abertura das fronteiras é normal e as mercadorias baratas feitas pelos escravos na América Latina e Ásia são os melhores pelo seu preço.

Agora que demos uma olhada para trás, vamos olhar para o futuro. Como seria um mundo com maior concentração de poder e controle nas mãos dos responsáveis pela crise atual? Vamos ser otimistas e dizer que não poderia ser pior, certamente, não melhor. A centralização de poder e do governo a nível regional é o que causou a confusão em que estamos agora, a centralização nas mãos daqueles que financiaram Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein e que agora controlam as finanças e os governos dos Estados Unidos, Inglaterra, Ásia e África vai fazer o mundo mais caótico do que já é. Para seu benefício, é claro. A história não mente, não é?

Aqueles que prometeram o fim da guerra, só trouxeram mais conflito. Aqueles que prometeram estabilidade financeira só criaram mais desigualdade, pobreza e miséria. Será que você deixaria as chaves de sua casa nas mãos do ladrão que está fora de sua propriedade para cuidar dela? Você não faria isso. Você não deveria. Na eleição seguinte, sem importar onde você mora, vote por você e vote os ladrões fora do governo. Essa é a única forma de derrotar a sua agenda de conquista e escravidão. Muitas pessoas já estão trabalhando ativamente para acabar com a tirania global criada décadas atrás, assim que você não está sozinho.

Agora, basta de falar! Vamos agir! Abaixo está uma lista de algumas das empresas fraudulentas que controlam o mundo de hoje. Eu estou esperando que você lhes negue o privilégio de conduzir a sua vida. Pare o uso, a compra e o consumo dos seus produtos. Vamos usar o globalismo contra eles mesmos. Um boicote mundial dos seus produtos baratos, tóxicos e fraudulentos é o primeiro passo.

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

Sugira o nome de mais empresas através da seção de comentários. Além disso, participe na nossa pesquisa sobre as corporções e seu controle sobre os governos.

…Y ahora Por Un Banco y Una Moneda Global

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 18, 2010

Desde que era niño he oído sobre la posibilidad de una moneda mundial. En aquel entonces nadie a mi alrededor supo explicar cómo surgiría y quién la controlaría. La respuesta a estas preguntas ya están claras. Dominic Strauss-Kahn, respondió a mis preguntas de infancia. Una moneda mundial administrada por un banco central global. El jefe del FMI dijo que esto era necesario en Zürich, Suiza, durante una reunión en la que confirmó su opinión de que esta crisis “es una oportunidad”.

Según Kahn, el Fondo Monetario Internacional y el Banco Internacional de Divisas serían una cosa de último recurso, en los casos en que la economía mundial cayera en ruinas. Kahn dijo que la nueva moneda sería un “activo libre de riesgo para el sistema independiente de las monedas nacionales”, y que un “banco central mundial también podría servir como un prestamista de última instancia”. Qué inteligente del Sr. Kahn! El problema es que estas ideas no son nuevas y no son suyas. La creació de un organismo financiero mundial ha estado en formación durante décadas.

La idea de un organismo mundial que controle la emisión de moneda y de toda la política financiera se creó antes que las Naciones Unidas, la Liga de Naciones y la Unión Europea. Este principio de concentrar el poder y la política fue originalmente concebido para amasar control con la excusa de que evitaría la corrupción económica y el desastre. Sin embargo, no pasó mucho tiempo para descubrir que es exactamente lo contrario. Así como la creación de la Liga de Naciones, las Naciones Unidas y la Unión Europea no puso fin a las guerras, la inestabilidad económica tampoco acabará con la creación de una organización supranacional. De hecho, lo perpetuarán.

Echemos un vistazo a los acontecimientos pasados. Desde que las Naciones Unidas nació, hemos experimentado conflictos en todos los continentes. Esos conflictos no fueron las obras de países contra países, sino la desestabilización llevada a cabo con grupos de delincuentes patrocinados por gobiernos o por organismos de inteligencia. Mossad, el MI6, la CIA, los talibanes y el IRA son sólo algunos ejemplos. Guerras patrocinadas por países son cosa del pasado, y en sus cartas de intención, los países que impulsaron la creación de la Liga de Naciones y la ONU sabían que no serían necesarias como una herramienta, ya que ellos también controlan las organizaciones terroristas que harían el trabajo para ellos.

En el mundo de la economía y las finanzas, los imperios, o los países que aspiran a convertirse en imperios también tienen sus herramientas para llevar a cabo terrorismo económico y financiero. Las corporaciones que inicialmente operaban fuera del gobierno contrataron entidades financieras para llevar a cabo sus actividades fraudulentas. A continuación, las Corporaciones se convirtieron en el gobierno y entonces fue más fácil llevar a sus operaciones de terrorismo financiero. Las corporaciones multinacionales de Banca establecieron un nuevo orden controlado por ellos mismos, acabaron con la supervisión gubernamental y crearon las políticas que efectivamente los convirtieron en los amos de la economía mundial.

Así, los banqueros no necesitaban de Al-Qaeda, el MI6, el Mossad o la CIA para poner al mundo de rodillas. Ese objetivo se podría lograr a través de Wall Street, el FMI y el Banco Internacionales de Divisas. La creación de bloques regionales para promover el comercio y el intercambio fue una excusa para consolidar el poder y los recursos. Esta idea más tarde se probó a nivel mundial, promoviendo la creación de una entidad financiera global que controlará la emisión de dinero y las condiciones en que se prestáse ese dinero.

¿Cuáles fueron los resultados de la concentración de la política financiera y económica en Europa? Los estamos viendo ahora. Islandia, Grecia y ahora España, Portugal e Inglaterra están en ruinas. ¿Por qué? Debido a que la homogeneización financiera no está destinada a promover economías estables y políticas económicas saludables, sino para reforzar los controles y llevar a cabo políticas que permitan a los banqueros consolidar aún más. El objetivo de los banqueros nunca ha sido contar con una economía estable, con una política monetaria sólida, ya que en ese tipo de mundo ellos tienen menos control y la riqueza no se concentra en sus manos.

Echemos un vistazo a otro ejemplo nos ofrece la historia: La creación y adopción de políticas globalistas como los acuerdos de libre comercio. NAFTA, CAFTA, GATT por mencionar algunos, fueron las tropas sobre el terreno para los banqueros. El fin del mundo industrial, el fin del capitalismo -ya que trabajó con éxito durante algún tiempo-, dio paso a la apertura de las fronteras para el flujo de productos tóxicos baratos y de inmigrantes ilegales. Los acuerdos de libre comercio no sólo destruyeron la industria, sino también aniquilaron la red de seguridad social en las naciones del mundo occidental. Mientras que los dineros de las ciudades y pueblos fueron robados y usados para invertir en productos financieros imaginarios, los extranjeros ilegales exprimieron los servicios sociales básicos -ya debilitados- en todas las naciones de las Américas y Europa.

Hoy en día, los políticos más influyentes y las estrellas de la cultura pop  justifican la falta de respeto hacia las naciones, sus constituciones y leyes al permitir que no sólo los acuerdos de libre comercio, pero el continuo flujo de inmigrantes ilegales a través de todos los lugares posibles en las fronteras. Hacer cumplir leyes de inmigración y la constitución es visto como racista y los que proponen la inmigración legal son etiquetados como injustos, inhumanos y simplemente locos. Este es exactamente el resultado que los globalistas bancarios esperaban. Dividir y conquistar nunca ha tenido mejores resultados. Las políticas de inmigración, son definitivamente radicales en un mundo donde todos inconscientemente creen que las fronteras abiertas son lo normal y los artículos baratos hechos por esclavos en Asia y América Latina son lo mejor por su precio.

Ahora que hemos dado una mirada hacia atrás, vamos a echar una mirada hacia adelante.¿Cómo sería un mundo con más concentración de poder y el control en manos de los responsables de la actual crisis? Seamos optimistas y digamos que no podría ser peor; ciertamente no será mejor. La centralización del poder y del gobierno a nivel regional es lo que causó el lío en que estamos en este momento, la centralización en manos de los que financiaron a Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein y que ahora controlan las finanzas y los gobiernos de los Estados Unidos, Gran Bretaña, Asia y África, hará que el mundo gire aún más fuera de control. Para su beneficio, por supuesto. La historia no miente, ¿verdad?

Aquellos que prometieron el fin de las guerras, sólo trajeron más, y los que prometieron la estabilidad financiera sólo crearon más desigualdad, pobreza y miseria. ¿Confiaría las llaves de su casa al ladrón que está fuera de su propiedad para que cuide de ella? Usted no lo haría. Usted no debería. En las próximas elecciones, donde viva donde viva, vote por usted y vote a los ladrones fuera del gobierno. Esa es la única manera de derrotar su agenda de conquista y esclavitud. Muchas personas ya están trabajando activamente para poner fin a la tiranía mundial que crearon hace décadas, por lo que usted no está solo.

Ahora, basta de charla! Vamos a actuar! Abajo aparece una lista de algunas de las empresas que en forma fraudulenta están a cargo del mundo de hoy. Estoy esperando que usted les niegue el privilegio de dirigir su vida. Deje de usar, comprar o de cualquier manera consumir sus productos. Vamos a utilizar su globalismo en su contra. Un boicot global de sus productos baratos, tóxicos y fraudulentos será el primer paso.

Disney                              Adidas                         Time Warner                  IBM

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

Sugiera el nombre de más corporaciones a través de la sección de comentarios.  También, responda a nuestra encuesta sobre las corporaciones y su control sobre los gobiernos.

Una Válvula de Escape Llamada Inmigración Ilegal

“Creo que las instituciones bancarias son más peligrosas para nuestras libertades que los ejércitos permanentes. Si el pueblo permite un día que los bancos privados controlen la emisión de su moneda, primero por la inflación, luego por deflación, los bancos y corporaciones que crecerán alrededor de estos, privarán a la gente de toda la propiedad hasta que sus hijos un día despierten sin hogar en el continente que sus padres conquistaron. El poder de emisión debería ser tomado de los bancos y restaurado a la gente, a quien le pertenece.

Thomas Jefferson, tercer presidente de EUA (1743 – 1826)

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 27, 2010

Como hispano sé lo que es vivir en un país menos desarrollado.  Viví en uno por los primeros 18 años de mi vida.  Desde pequeñoillegal immigration entendí lo que era no poder tenerlo todo, pues los salarios de mis padres, un educador y una secretaria, no alcanzaban para darme aquello que más quería, pero sí con mucho sacrificio aquello que necesitaba.  También como hispano se lo que es vivir en un país identificado como desarrollado; aunque no en todo.  Viví 10 años en Norteamérica donde todo es abundancia y donde las oportunidades existen.  Así lo demuestra la historia.  Sin embargo, esas oportunidades por muchos erroneamente identificadas como el sueño Americano, simplemente no caen en las manos; hay que buscarlas.  El sueño americano nunca existió.  Es una de esas invenciones corporativas.

Por esto, y mucho estudio de la historia que no está en los libros de texto, siento que entiendo como es que la inmigración ilegal ha sido usada por las corporacionespara promover sus interéses y destruir el último faro que brilla por la libertad.  Esto viene aconteciendo desde hace mucho tiempo, por lo menos unos 50 años.  Como parte del plan de retroceso, los gobiernos y las economías en manos de las corporaciones usan la inmigración ilegal para destruir sociedades completas y consolidar los recursos.

Porqué es que quienes apoyan el respeto de las leyes de inmigración son calificados de racistas?  Porque los grupos que apoyan la inmigración ilegal, los cuales son financiados por las corporaciones, creen que esta bien aplicar las leyes de forma selectiva; de la manera que les conviene.

En el documental Food, Inc, se muestra esta tendencia.  Inmigrantes ilegales son traidos de México para trabajar ilegalmente en una empresa procesadora de carne.  Para mantener a la policía de inmigración en raya, la empresa acuerda permitir redadas semanalmente en donde se detienen entre 15 y 20 trabajadores, quienes son deportados a sus países.  El día siguiente, la empresa de carnes ya tiene otros trabajadores ilegales esperando para llenar los puestos vacíos que sus compatriotas dejaron la noche anterior.  Cuando estas redadas son reportadas en los noticieros de televisión, la acción policial es ensalsada como la mano fuerte contra la inmigración ilegal y no se reporta la corrupción que existe en cada una de ellas.  Los medios de comunicación corporativos son entonces cómplices de esta explotación, pues utilizan la noticia como una manera de atraer su morboza audiencia al tiempo que los mantiene ignorantes de los acuerdos entre la policía y la empresa.

Es muy fácil abogar por los derechos de los inmigrantes ilegales desde el punto de vista humano, pues es ‘inhumano’ enviarles de regreso a sus paises de origen ‘separandolos de sus familias.’  Pero desde el punto de vista legal, frío y simple, no se pueden tener dos estándares.  O se respetan las leyes que rigen una nación, o se permite la anarquía que las corporaciones quieren.  Eso es lo que reina en America Latina, y por eso es que la gente deja su familia atrás para buscar una mejor vida.

La inmigración masiva hacia Estados Unidos, Canadá y Europa es el resultado del fracaso de los políticos y gobernantes latinoamericanos de proveer a sus compatriotas de mejores condiciones de vida.  Es también consecuencia de la adopción de políticas que las corporaciones ven como confortables para sus intenciones globalistas.  Estas políticas forzan a quienes son desterrados por multinacionales a buscar mejores perspectivas de vida.  Esas perspectivas son reconocidas en lugares en donde se gana diez veces más dinero por el mismo trabajo, y donde el dinero alcanza para más, mucho más.

La inmigración ilegal a América del Norte y Europa es una válvula de escape para los políticos irresponsables que dejan que las corporaciones se adueñen de sus países a cambio de propinas indecentes, de posiciones y de reconocimientos tales como premios nobel y membresías beneméritas.  Mientras los políticos reciben reconocimientos, su gente debe renunciar a su família y a su patria para buscar condiciones de vida humanas.  Esa falta de condiciónes, es lo que hace que inclusive países con más recursos tengan mayores índices de pobreza.  Los banqueros corporatistas al mando de las grandes multinacionales se las han ingeniado para mantener al tercer mundo en la miseria, mientras consolidan su poder y riqueza en unos pocos países a los que, a través de cada crisis económica, les exprimen de sus recursos. Entonces, debe ser dicho y aclarado de una vez por todas: No son los gringos, o los europeos quienes explotan a los inmigrantes, sino, las élites que controlan esos gobiernos.

América Latina es un ejemplo claro de esta política de consolidación.  Desde Argentina hasta México; desde Nicaragua hasta Brasil, todos los países son manejados como tableros de ajedrez en un esfuerzo para consolidar poder y riqueza.  El efecto directo de esta acción es la pobreza extrema y la inmigración ilegal a tierras con más oportunidades.  La consecuencia inmediata para los países desarrollados que reciben a los inmigrantes ilegales es el desmoronamiento de sus economías por el sobreuso de su red de seguridad social.  A pesar de esto, aquellos que claman por el fín de la inmigración ilegal, son llamados de racistas e inhumanos, aunque sus peticiones no tienen nada que ver con ninguna de las dos.

Veamos varios ejemplos que nos ayuden a ilustrar los puntos anteriores.  México tiene más recursos naturales que Estados Unidos.  Sin embargo, la brecha entre ricos y pobres es abismal.  El tratado de libre comercio entre ambas naciones -una política globalista de consolidación- acabó con la clase media y ahora solo existen dos clases, los señores feudales y el resto.  A pesar de los resultados clarísimos que las políticas neoliberales y los tratados de comercio como NAFTA y CAFTA muestran, más países en America Latina continuan adoptando acuerdos de ese tipo con Europa, China y el mismo Estados Unidos.  El gigante del norte perdía el año pasado más de 500 mil empleos al mes debido a la crisis económica causada por los mismos banqueros que controlan el ciclo económico.  NAFTA hizo que decenas sino cientos de empresas mudaran sus operaciones a Brasil, Costa Rica, México, India, China y otros países en desarrollo.  Allá, con poca o ninguna regulación laboral, las empresas pagan una fracción de los salários que deberían pagar en Europa o Estados Unidos y legalmente explotan una mano de obra que en muchos casos es tan calificada como la estadounidense o europea, pues tienen educación universitaria o son debidamente preparados para el puesto por la mismas empresas. La única diferencia es el color de su piel y su nacionalidad. No es este el ejemplo más claro de racismo? Por supuesto los gobiernos incompetentes se niegan a pedir mejores condiciones para sus trabajadores en su propia tierra.

En los países en desarrollo, la llegada de empresas como Intel, General Motors, Citi, JP Morgan y otras es visto como un triunfo por sus gobernantes mediocres.  Lo que nunca se detalla, son las concesiones hechas a las mismas empresas para que se establezcan en los países.  Estas concensiones incluyen pero no se limitan a exensiones fiscales totales, extensas jornadas de trabajo en horarios inusuales y por la misma paga, pocas o nulas posibilidades de crecimiento dentro de la empresa, acuerdos de competencia que limitan o prohiben la llegada de otras empresas del mismo tipo, zero impuestos a las exportaciones e importaciones, zero impuesto a la producción, zero garantías sociales para los trabajadores y muchas otras.

Brasil es otro ejemplo de como la globalización es aplicada para el perjuicio de la sociedad. Recientemente, el presidente Luiz Inacio Da Silva, quien clamó por la creación de un Nuevo Order Mundial y además persigue la silla de Secretário General de la ONU, dio documentos a millones de ilegales de países como Argentina, Uruguay, Bolivia y Ecuador, sin antes hacer un estudio profundo de la necesidad o no de trabajadores extranjeros en el país. La prensa y una gran parte de la sociedad casi se arrodilló ante Lula por su decisión tan ‘acertada’ y humana, pero nadie se preguntó si la legalización de tantos afectaría la disponibilidad de trabajos para los propios ciudadanos brasileños. La medida fue aún más aplaudida porque la decisión de legalizar a los trabajadores se hizo principalmente para poder recolectar más impuestos que continuen financiando uno de los Estados de corrupción más impunes en el mundo; 3.7 en la escala, o sea, super corrupto.

Y qué sucede cuando un estado o un país decide ponerle límites a la inmigración ilegal? Recientemente, el estado de Arizona aprobó legislación que manda a las autoridades arrestar y deportar a aquellos que esten en el territorio ilegalmente. Mucho antes de la aprobación de la misma, cientos de personas se juntaron en las afueras del congreso para demandar que la ley no pasara y los medios de comunicación brindaron su ya conocida cobertura mediocre, queriendo convertir a los inmigrantes ilegales en víctimas de la nueva ley. Aunque la ley no es perfecta, pues permite que los policías demanden identificación a quien sea considerado suspechoso de estar en el estado ilegalmente, lo cual viola leyes de privacidad, la misma es un paso importante para el cumplimiento de las leyes de migración existentes. La reaccción del gobierno mexicano no se hizo esperar. Inmediatamente, se calificó la ley de una desgracia y de persecución contra los latinos. El presidente Felipe Calderón dijo que “Ellos tienen derecho a estar allá, son trabajadores ejemplares.” Porqué entonces no se les da trabajo en México? El presidente Barack Obama, también criticó la ley diciendo que esta amenaza nociones básicas de justicia y dijo que se vigilaría su aplicación para asegurarse que no habrían abusos a los derechos civiles. Claro está que para Obama no es una prioridad respetar las leyes del país. Mas bien, ahora mismo él trabaja con congresistas para pasar legislación que daría luz verde a la legalización de unos 30 millones de inmigrantes ilegales en ese país. No es una sorpresa que el número de ciudadanos que apoya su gestión sea la más baja en el primer año de cualquier otro presidente. Solo 29% en la más reciente encuesta apoya fuertemente su gestión, mientras 60% de los encuestados apoyan leyes como la que Arizona aprobó la semana pasada contra la inmigración ilegal. Vea el resultado aquí.

La reforma a las leyes migratorias conocida como “Comprehensive Immigration Reform”, o la no aprobación de legislación alguna, es lo que las corporaciones apoyan, pues les permitirá continuar su reino de explotación de la mano de obra. Este hecho es simplemente ignorado por quienes quieren la legalización masiva. Para ellos este tema es sobre raza, lo cual es un punto que se origina en las organizaciones pagadas por las corporaciones para promover sus intereses, tales como LA RAZA.  Los medios de comunicación corporativos y los grupos pro inmigración ilegal polarizan cada vez más a la población con sus discursos anti-yanqui, y pro-invasión de la región sur oeste de Estados Unidos que según muchos, pertenece a México.

Ahora, tanto demócratas como republicanos -ambos grupos controlados por banqueros y corporaciones- trabajan en la redacción y aprobación de la nueva ley que además de legalizar millones, también les daría seguro de salud del tipo recientemente aprobado por la administración Obama. Esta política junto con otras perforán aún más la red de seguridad social y terminarán en el colapso total del sistema democrático -que es lo que las élites quieren para llevar a cabo su más preciado proceso de consolidación en la historia y anexarse los recursos naturales e infraestructura en Estados Unidos. Es un plan diabólico, no hay duda. Se polarizan las masas poblacionales para mantenerlas ocupadas mientras los banqueros les roban todo; hasta sus patrias. Y que sucederá cuando no haya más una válvula de escape llamada Estados Unidos para absorber a los despatriados de América Latina y el resto del mundo? Para dónde ira la presión de esta olla llamada Tercer Mundo? Juzgue usted!