Medicamentos Psiquiátricos: Uma Descoberta Surpreendente

Por Shane Ellison
Master of Science
Tradução: Luis R. Miranda

Faço perguntas para tentar encurtar as  conversas. Evito contato visual com estranhos, com medo (talvez seja ansiedade) de  aprender muito sobre eles. Secretamente, acho que Metallica estaria fazendo música melhor se eles usaram drogas e álcool, ao invés de “terapia”. Estou tentando dominar a lei da não atração para me proteger do trabalho “real” pequenas casas e carros antigos. E eu estou sempre dando conselhos a outros apenas para dar conselhos a mim mesmo.

Os medicamentos psiquiátricos podem me ajudar?

Talvez estas perguntas são o que me motivou a prosseguir uma carreira como químico e desenhar drogas, ganhando vários prêmios pelo meu trabalho. Nada me excita mais do que as drogas e como elas afetam o corpo (exceto o abdômen da minha esposa). Estudei anatomia molecular, arriscando minha vida para misturar e combinar produtos químicos explosivos em um balão fundo redondo, e até mesmo vendi minha alma para as grandes companhias farmacêuticas em troca por um laboratório de química e um capuz.

Durante esse tempo, fiz algumas descobertas surpreendentes sobre medicações psiquiátricas, incluindo antidepressivos, antipsicóticos, estimulantes e medicamentos anti-ansiedade. Entender o que eu aprendi ajudará protege-lo dos efeitos colaterais que estão sendo descobertos cortesia do grande número de pacientes que os usam em nome da saúde mental.

Seu inferno pessoal

Os antidepressivos aumentam a capacidade de lidar com tempos difíceis, alterando os níveis da molécula serotonina no cérebro. Supõe-se que nos ajuda a encontrar a felicidade quando estamos cobertos por uma avalanche de mal. Mas isso nunca foi testado. No entanto, as drogas aumentam os níveis de serotonina ao “seletivamente” diminuir e até deter a recaptação de entre as células cerebrais. E deste processo de onde a sigla SSRI foi inventada – “inibidor seletivo da recaptação da serotonina.” É um nome inovador, mas uma idéia estúpida. Nada é seletivo no corpo.

Na tentativa de bloquear a recaptação de serotonina, os antidepressivos podem impedir a liberação da mesma e de outro composto do cérebro conhecido como dopamina. As áreas do cérebro responsáveis pela liberação e recaptação desses neurotransmissores são tão semelhantes (afinal, trabalham na mesma molécula) que um medicamento antidepressivo não é o suficiente inteligente para entender como eles funcionam. Então ele faz o que qualquer droga idiota faria, ele bloqueia ambos. É por isso que os usuários muitas vezes trazem um olhar vidrado. Completamente sob o encanto psiquiátrico.

Sintómas como profunda tristeza, medo, raiva e agressão podem ocorrer ao longo do tempo. Com a remoção da serotonina e dopamina do cérebro, os usuários dos antidepressivos não podem encontrar ou sentir felicidade. Em vez disso, eles ficam  enterrados em uma avalanche de oscuridão. E se você não pode encontrar ou sentir a felicidade na vida, qual é o ponto? O que vai prevenir você para não quebrar o pescoço de um colega? Não muito, quando você vive em um inferno antidepressivo.

Acho que isso é tudo opinião?

De acordo com o FDA, os antidepressivos podem causar pensamentos e comportamentos suicidas, pioram a depressão, ansiedade, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, impulsividade, agressividade, surtos psicóticos e violência. Alguns chegam a causar ideação homicida de acordo com os fabricantes. Muitos usuários de antidepressivos no longo prazo, dizem que não se sentem normais, são zumbis entorpecidos.

Mas os efeitos colaterais destas drogas não estão limitados ao seqüestro de seus sentimentos e estado emocional, causando estados violentos e psicóticos. Efeitos colaterais físicos ocorrem também, e incluem sangramento anormal, defeitos de nascimento, ataque cardíaco, convulsões e morte súbita. Mais de cento e setenta avisos foram emitidos em estudos sobre os antidepressivos, para soar o alarme sobre os efeitos colaterais.

Apenas para uso em Elefantes

Os Psiquiatras prescrevem antipsicóticos como Zyprexa e Seroquel para qualquer coisa, desde esquizofrenia, transtorno bipolar, transtorno delirante, depressão psicótica, autismo ou qualquer outra coisa imaginável, incluindo “transtorno invasivo do desenvolvimento”, que é perfeito para atingir as metas de vendas, porque as drogas são recomendadas para crianças que sofrem de irritabilidade, agressividade e agitação. É uma pena, porque esses medicamentos são inúteis, apenas sedativos para acalmar elefantes com raiva, não para curar uma doença psiquiátrica.

Segundo um estudo publicado na revista Psychological Medicine, os medicamentos antipsicóticos causam encolhimento do cérebro, o volume de massa cerebral. Originalmente concebido para aqueles considerados “esquizofrênicos”, as empresas farmacêuticas criaram uma brilhante campanha de marketing para vender estes medicamentos a um maior número de usuários de antidepressivos no mercado. Provavelmente você já viu os anúncios: ” se a sua medicação para a depressão não está trabalhando, então a culpa não é da droga, e sua porque você tem transtorno bipolar! ”

Uma vez ingeridos, os antipsicóticos navegam através da corrente sanguínea, onde são transportados para o cérebro. Como uma maré negra gigante, os antipsicóticos cobrem o cérebro e bloqueiam a transmissão de ondas cerebrais. O usuário não tem mais uma atividade normal no cérebro. A motivação, a unidade e os sentimentos de recompensa são exterminados. Se os psiquiatrias considera este tratamento como uma cura, eles são os loucos.

Se você já viu alguém que sofreu un destes “derrames” cortesia de seguir as ordens do médico, não pode errar detectando um dos efeitos colaterais mais comuns. E chmado Acatisia, ou movimentos involuntários, tiques, espasmos na face e no corpo inteiro podem ser efeitos colaterais permanentes para os usuários de antipsicóticos.

Antipsicóticos também causam obesidade, diabetes, derrame cerebral, eventos cardíacos, problemas respiratórios, pensamentos delirantes e psicose. Os reguladores de medicamentos em E.U., Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul alertam que eles também podem levar à morte. Por isso não me surpreende que os psiquiatras consideram esta uma cura …

Use isso para pular o Grand Canyon

Se você estiver indo para tentar saltar sobre o Grand Canyon em sua motocicleta, ou descendo do Monte Kilimanjaro, os estimulantes são muito bons. Elas inundam o cérebro com dopamina, provocando uma onda de adrenalina desumana, responsável por nos fazer acreditar que a vida é grande, apesar da morte iminente ao tentar usar esses “talentos”. Fora isso, ou você é um louco da velocidade, um estudante de faculdade tentando aprender um semestre inteiro de Biologia em 4 horas, ou um aluno da quinta série “, seguindo as ordens do médico”.

Os melhores estimulantes que são prescritos hoje não são nada mas que uma mistura de anfetaminas embaladas com nomes comerciais, tais como Adderall, Ritalin e Dexedrine. Bandidos de rua vendên-los como metanfetamina, cocaína dos pobres, cristal, gelo e speed. Não é extranho que as crianças abusem do Ritalin, Adderall e essas drogas ao invés de drogas de rua, porque eles são mais baratas de obter e são “legais”, por isso, são chamados de cocaína para crianças.

Mesmo a DEA classifica o Ritalin na lista II, o que significa que tem um alto potencial de abuso, como cocaína e morfina. Eles têm todos os mesmos efeitos, independentemente do que eles são chamados: a sobrecarga no seu sistema nervoso central, levando a ataques cardíacos e / ou insuficiência cardíaca. E as crianças estão caindo mais rápido do que os viciados do Meth nas ruas.

Eu não estou exagerando.

Onze agências reguladoras internacionais e a FDA emitiram avisos de que estimulantes como a Ritalin causa dependência, depressão, insônia, dependência de drogas, mania, psicose, problemas cardíacos, derrame e morte súbita.

Queime o cérebro com drogas anti-ansiedade

Se você não é homem o suficiente para uma droga capaz de sedar um elefante, como os antipsicóticos, os psiquiatras prescrevem drogas anti-ansiedade, especialmente benzodiazepinas. A escolha entre os dois é como decidir se você quer bater a cabeça com um bastão de alumínio ou um de madeira. Os medicamentos contra a ansiedade seriam o bastão de madeira.

Descoberto nos laboratórios de química Hoffman La Roche, em 1955, os medicamentos contra a ansiedade são projetados para ativar receptores do sono no cérebro. Assim, em vez de estar cheio de ansiedade, o paciente é colocado para dormir. Este é um tratamento que os psiquiatras têm praticado por décadas. Mas, ainda não funcionou, porque os problemas de drogas são mais perigosos do que a ansiedade. O uso de drogas anti-ansiedade é acompanhada por uma série de efeitos colaterais desagradáveis, tais como convulsões, agressão e violência, uma vez que a droga desaparece. Alucinações, delírios, confusão, comportamento anormal, agressividade, agitação, irritabilidade, depressão e pensamentos suicidas são todos os resultados possíveis de acordo com os documentos que as grandes companhias farmacêuticas haviam guardado fortemente até recentemente.

Quando você para de usar a droga pode ser mais difícil abandoná-la do que quando se trata de abandonar a heroína. Alguns descreveram a reação a algo similar a puxar centenas de anzóis da sua pele, sem anestesia. Se você duvidar de sua natureza aditiva, vá ao Google e digite os nomes de algumas das principais drogas para “tratar” a ansiedade como Xanax e Klonopin e encontrará milhoes de resultados como os descritos acima.

Os efeitos colaterais dos medicamentos psiquiátricos se estendem incontrolavelmente. E a maioria são escondidos dos pacientes e os médicos também. Felizmente, a Terceira Comissão de Direitos Humanos resolveu este problema com um banco de dados de última geração que permite às pessoas pesquisar a lista de reacções adversas, submetidas à FDA sobre os medicamentos psiquiátricos. Ela também fornece avisos de regulamentação internacional de drogas e estudos publicados sobre os efeitos colaterais da droga.

Então, a psiquiatria pode me ajudar? Não. E isso é surpreendente, porque medicações psiquiátricas são alguns dos medicamentos mais vendidos, para selar as esperanças e sonhos de milhões de pessoas. Independentemente do estado de espírito em que eu possa estar, não existe remédio único para curar, tratar ou resolver os problemas de saúde mental.

Enquanto as pessoas podem sofrer miseravelmente pressão emocional ou mental que pode afectar o seu estilo de vida, a pseudo-ciência da psiquiatria ainda tem que resolver todos estes problemas, por enquanto, de facto, só contribui para a má saúde, visto com a vasta gama de efeitos colaterais. As campanhas de marketing e artigos fantasmas escritos  em revistas médicas são concebidos para esconder esses fatos. Mas a base de dados sobre efeitos colaterais dos medicamentos psiquiátricos cortesia do CCHR garante que todos os pacientes tenham acesso à verdade, o que poderia salvar sua vida ou a de um familiar ou amigo querido.

Medicinas Psiquiátricas: Un Descubrimiento Sorprendente

Por Shane Ellison
Master en Ciéncias
Traducción: Luis R. Miranda

Hago preguntas con la intención de acortar las conversaciones. Evito el contacto visual con extraños por miedo (tal vez es la ansiedad) por aprender mucho de ellos. En secreto, creo que Metallica estaría haciendo mejor música si usaran drogas y alcohol, en lugar de “terapia.” Estoy tratando de dominar la Ley de la no atracción para protegerme del “trabajo real, “casas pequeñas y coches viejos. Y, estoy dando constantemente consejo sólo para darmelos a mi mismo.

Pueden los medicamentos Psiquiatricos ayudarme?

Tal vez estas preguntas son las que me motivaron a seguir una carrera como químico y a hacer diseño de fármacos, ganando varios premios por mi trabajo. No hay nada que me entusiasme más que las drogas y cómo afectan al cuerpo (excepto los abdominales de mi esposa). He estudiado su anatomía molecular, arriesgo mi vida para mezclar y combinar productos químicos explosivos en un matraz de fondo redondo, e incluso vendí mi alma a las grandes empresas farmacéuticas a cambio de un laboratorio químico y una capucha.

Durante este tiempo, he hecho algunos descubrimientos sorprendentes sobre medicamentos psiquiátricos, que incluyen antidepresivos, antipsicóticos, estimulantes y drogas contra la ansiedad. Entender lo que he aprendido lo protegerá de la inundación de efectos secundarios que ahora se están descubriendo a velocidades vertiginosas, por cortesía de la gran cantidad de pacientes que los toman en nombre de la salud mental.

Su propio infierno

Los antidepresivos aumentan la “capacidad” de enfrentar momentos difíciles al modificar los niveles de la molécula conocida como serotonina en el cerebro. Se supone que nos ayuda a encontrar la felicidad cuando estamos cubiertos por una avalancha de maldad. Pero, nunca ha sido probado. Sin embargo, los medicamentos intentan aumentar los niveles de serotonina al “selectivamente” detener la recaptación de entre las células cerebrales. Aquí es de donde la sigla ISRS fue implementada – “inhibidor selectivo de recaptación de serotonina.” Es un nombre innovativo, pero una idea estúpida. Nada es selectivo en el cuerpo.

Al tratar de bloquear la recaptación de la serotonina, los antidepresivos también pueden impedir su liberación y la de otro compuesto del cerebro conocido como dopamina. Las áreas del cerebro responsables de la liberación y recaptación de estos neurotransmisores son tan similares (después de todo, trabajan en la misma molécula) que un medicamento antidepresivo no es lo suficientemente inteligente como para entender como funcionan. Así que hace lo que cualquier tonto medicamento haría, bloquea los dos. Es por eso que los usuarios suelen llevar una mirada vidriosa en sus ojos. Completamente bajo el hechizo psiquiátrico, con la mirada perdida.

Profunda tristeza, miedo, ira y agresión pueden aparecer con el tiempo. Al eliminar la serotonina y la dopamina del cerebro, los usuarios de antidepresivos a largo plazo no pueden encontrar o sentir la felicidad. En su lugar, pueden quedar enterrados en una avalancha de maldad. Y si usted no puede encontrar o sentir la felicidad en la vida, ¿qué sentido tiene? ¿Qué le va detener de romperse su propio cuello o asesinar a tiros a sus compañeros de clase? No mucho, cuando se vive en un infierno antidepresivo.

Piensa que todo esto es opinión?

Según la FDA, los antidepresivos pueden causar pensamientos suicidas y comportamiento, empeoramiento de la depresión, ansiedad, ataques de pánico, insomnia, irritabilidad, hostilidad, impulsividad, agresividad, episodios psicóticos y violencia. Algunos incluso causan la ideación homicida de acuerdo con los fabricantes. Muchos usuarios de antidepresivos a largo plazo dicen que ya no se sienten normales -son zombies entumecidos.

Pero los efectos secundarios de estos fármacos no se limitan al secuestro de sus sentimientos y estado emocional, provocando estados violentos y psicóticos. Los efectos físicos secundarios ocurren demasiado e incluyen sangrado anormal, defectos de nacimiento, ataque al corazón, convulsiones y muerte súbita. Más de ciento setenta advertencias reguladoras de medicamentos y estudios han sido emitidos en los antidepresivos, para hacer sonar la alarma sobre estos efectos secundarios.

Para Uso Exclusivo del Elefante

Los psiquiatras prescriben medicamentos antipsicóticos como Zyprexa y Seroquel, para cualquier cosa; desde la esquizofrenia, trastorno bipolar, trastorno delirante, depresión psicótica, autismo o cualquier otra cosa que pueda imaginar, incluso de “trastorno generalizado del desarrollo,” que es perfecto para aumentar las ventas porque está dirigida a los niños que sufren de irritabilidad, agresividad y agitación. Es una pena porque estos medicamentos no sirven para nada, solo para sedantes elefantes furiosos, no curar la enfermedad psiquiátrica.

Según un estudio publicado en Psychological Medicine, los fármacos antipsicóticos causan la reducción del cerebro -el volumen de la masa cerebral. Originalmente diseñado para quienes son considerados “esquizofrénicos”, las compañías farmacéuticas crearon una campaña de marketing brillante para vender estos medicamentos a un mayor número de usuários de antidepresivos en el mercado. Usted probablemente ha visto los anuncios, si su “medicación de la depresión” no está funcionando, entonces no culpe al medicamento, pues usted tiene un trastorno bipolar! ”

Una vez ingeridos, los antipsicóticos navegan a través del torrente sanguíneo, donde son transportados al cerebro. Al igual que un derrame de petróleo gigante, los antipsicóticos cubren el cerebro en una mancha de medicamentos, donde se bloquea la transmisión de las ondas cerebrales. El usuario queda sin actividad cerebral normal. La motivación, la unidad y los sentimientos de recompensa son exterminados. Si la psiquiatría considera esto un tratamiento, ellos son los locos.

Si alguna vez has visto a alguien que ha sufrido del “derrame” cortesía de seguir las órdenes del médico, no puede equivocarse al detectar uno de los efectos secundarios más comunes. Se llama Acatisia. Movimientos involuntarios, tics, espasmos en la cara y el cuerpo entero puede llegar a ser los efectos secundarios permanentes para los usuarios de antipsicóticos.

Los antipsicóticos también causan obesidad, diabetes, problemas cerebrovasculares, eventos cardíacos, problemas respiratorios, pensamiento delirante y psicosis. Los reguladores de medicamentos en EE.UU., Canadá, Reino Unido, Irlanda, Australia, Nueva Zelanda y África del Sur advierten que también pueden conducir a la muerte. No me sorprendería que los psiquiatras consideran esta una cura…

Use esto para saltar el Gran Cañón

Si usted va a intentar saltar sobre el Gran Cañón en su moto, o andar deslizarse por las faldas del Monte Kilimanjaro, los estimulantes son muy buenos. Ellos inundan el cerebro con dopamina y desencadenan una oleada de adrenalina inhumana, responsable de hacer que creamos que la vida es grandiosa, a pesar de la muerte eminente al intentar estas proezas. Fuera de eso, o eres un monstruo de la velocidad, un estudiante universitario tratando de aprender todo un semestre de Biología en 4 horas, o un niño de quinto grado “, siguiendo las órdenes del médico.”

Los mejores estimulantes que se recetan hoy en día no son más que una mezcla de anfetaminas empaquetados con nombres comerciales como Adderall, Dexedrine y Ritalin. Matones callejeros que los venden como metanfetamina, la cocaína del pobre, cristal, hielo, cristal y velocidad. No es de extrañar que los niños abusan de Ritalin, Adderall y estos medicamentos más que de drogas de la calle, pues son más baratos de obtener y son “legales”, por lo tanto, son llamados la cocaína para niños.

Incluso la DEA de los EE.UU. clasifica Ritalin en la Lista ll, lo que significa que tiene un alto potencial de abuso, igual que la cocaína y la morfina. Todos ellos tienen los mismos efectos independientemente de cómo se llamen: la sobrecarga en le sistema nervioso central conduce a ataques al corazón y / o insuficiencia cardíaca. Y los niños están cayendo más rápido que los adictos a Metanfetamina en las calles.

No estoy exagerando.

Once agencias de reglamentación internacional de las drogas y nuestra propia FDA ha emitido advertencias de que los estimulantes como el Ritalin causan adicción, depresión, insomnio, dependencia de drogas, manías, psicosis, problemas cardíacos, problemas cerebrovascular y muerte súbita.

Quémese el cerébro con medicamentos contra la ansiedad

Si aún no eres lo suficientemente hombre para una droga que podría sedar a un elefante, como los antipsicóticos, los psiquiatras te prescribirán medicamentos contra la ansiedad, sobre todo las benzodiacepinas. La elección entre los dos es similar a decidir si te quieres golpear la cabeza con un bate de aluminio o una de madera. Los medicamentos contra la ansiedad serían el bate de madera.

Descubiertos en los laboratorios de química de Hoffman La Roche en 1955, medicamentos contra la ansiedad tienen como objetivo activar los receptores del sueño en el cerebro, sólo un poco. Así, en vez de estar lleno de ansiedad, se le pone a dormir. Se trata de un “tratamiento” que los psiquiatras han estado “practicando” durante décadas. Pero, todavía no ha funcionado, porque drogar sus problemas es más peligroso que la ansiedad. El uso de medicamentos contra la ansiedad se acompaña de una serie de desagradables efectos secundarios tales como convulsiones, agresión y la violencia una vez que la droga desaparece. Alucinaciones, delirios, confusión, comportamiento anormal, hostilidad, agitación, irritabilidad, depresión y pensamientos suicidas son todos los resultados posibles de acuerdo con documentos que las grandes empresas farmacéuticas habían custodiado investigación fuertemente hasta hace poco tiempo.

Al dejar de usarlas, las drogas podrían ser más difíciles de abandonar que cuando se trata de dejar la heroína. Algunos han calificado la reacción a algo similar a tirar cientos de anzuelos de pescar de su piel, sin anestesia. Si usted duda de su naturaleza adictiva, vaya a Google y escriba los nombres de algunas de las drogas principales para “tratar” la ansiedad como Xanax y Klonopin y esto es lo que encontrará:

“Abstinencia Klonopin” 1.860.000 resultados
“Abstinencia Xanax” 1.980.000 resultados
La exposición de Psiquiatría: Cómo obtener la verdad

En resúmen, los efectos secundarios de medicamentos psiquiátricos se extienden incontrolablemente. Y la mayoría se ocultan de los pacientes y médicos por igual. Afortunadamente, la Tercera Comisión de Derechos Humanos ha resuelto este problema con una base de datos de última generación que permite a la gente buscar la lista de reacciones adversas de los informes enviados a la FDA sobre los medicamentos psiquiátricos. También proporciona advertencias internacionales de reglamentación farmacéutica y estudios publicados sobre los efectos secundarios de los fármacos.

Entonces, ¿la psiquiatría me puede ayudar? No. Y eso es sorprendente debido a que los medicamentos psiquiátricos son algunos de los medicamentos de mayor venta, a punto de sellar las esperanzas y los sueños de millones. Independientemente del estado mental en el que yo pueda estar (o cualquier otra persona ), no hay un solo medicamento que cure, trate o resuelva los problemas de la salud mental.

Mientras que las personas pueden sufrir miserablemente de presión emocional o mental que puede afectar su estilo de vida, la pseudo-ciencia de la psiquiatría aún tiene que resolver todos estos problemas, pues por ahora de hecho sólo contribuye a la mala salud como se ha visto con la amplia gama de efectos secundarios. Las campañas de marketing y escritos fantasmas en revistas médicas están diseñados para ocultar estos hechos. Pero la base de datos sobre los efectos secundarios de los medicamentos psiquiátricos cortesía de CCHR asegura que todos los pacientes tengan acceso a la verdad, a los hechos documentados, lo que podría salvar su vida o la de un ser querido.

Brasil Viola Liberdades Civis

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 11, 2010

O Brasil é conhecido pelo samba, praias maravilhosas e pessoas amigas. O país é muitas vezes comparado com nações mais desenvolvidas por causa de seu tamanho, população e recursos. Mas há mais uma coisa pela qual o Brasil é similar ao mundo dos chamados desenvolvidos: O Brasil também viola as liberdades civis dos seus cidadãos. Diferente, por exemplo, dos Estados Unidos ou Inglaterra, a polícia aqui não importuna muito os cidadãos. No entanto, a violação das suas liberdades e direitos ainda é feito em silêncio. O Brasil é um país com um acesso muito limitado à informação e as pessoas aqui sabem muito pouco sobre seus direitos e deveres. Este panorama é um terreno fértil para o abuso do governo e a corrupção.

O gigante da América do Sul é conhecido pela sua impunidade ao longo dos anos. A corrupção corre solta de norte a sul e de leste a oeste. Em uma pesquisa recente, foi determinado que o Brasil está entre os primeiros países em corrupção e impunidade. Embora muita desta corrupção eleva-se a funcionários públicos que prestam e recebem grandes somas de dinheiro por favores políticos, há muito mais do que a corrupção da burocracia. A ex-colônia Portuguesa rapidamente adopta medidas globalistas de controle populacional, bem como os Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Ao longo dos últimos 12 meses, alguns jornais revelaram nas entrelinhas de suas páginas o caráter quase obrigatório da campanha de vacinação contra a gripe H1N1, que embora tenha sido provada uma farsa, continua a ser implementada em todo o país. Felizmente, algumas pessoas foram informadas sobre os perigos da vacina e a campanha não tem tido os resultados esperados pelas autoridades de saúde do governo. De acordo com o jornal Zero Hora, apenas 670.000 idosos foram vacinados ao invés de 1,4 milhões no estado de Rio Grande do Sul. Menos de 50 por cento tomaram a vacina contra a gripe regular. No entanto, isto não significa que o Brasil pode escapar do controle da Organização Mundial de Saúde.  As campanhas continuarão a ser realizadas em todo o país.

O Brasil também utiliza uma forma sintética de fluoreto de sódio na água potável, uma prática historicamente adotada pelas suas supostas vantagens no cuidado dos dentes, embora foi determinado que esta crença nao é mais que pseudociência. Recentemente, esta publicação entrevistou uma química do SEMAE, uma organização governamental que cuida da qualidade da água na cidade de São Leopoldo, Brasil. Com um mestrado em química, Juliana da Silva Chaves não só admitiu que nunca viu um estudo confirmando o benefício do uso do ingrediente que ela identificou como flúor, como também confessou que o flúor é colocado na água com base na crença de que ajuda a promover saúde bucal. Novamente, a química confirmou que esta afirmação foi passada para ela mas nenhum estudo foi mostrado para conferir a veracidade da mesma. Quando perguntamos sobre os perigos do fluoreto de sódio e outras substâncias na água potável, ela disse que nunca aprendeu nada sobre a toxicidade em cursos universitários ou de formação. De fato, o flúor provoca cárie dentária, câncer bucal e diversos distúrbios neurológicos, além de diminuição da inteligência.

O país está em estágio final na adoção de Cartões de Identificação que possuem um chip de rádio frequência, assim como Scanners de Corpo Inteiro nos aeroportos. Estas duas últimas tecnologias já estão sendo utilizadas ou entrarão em vigor nos próximos 10 anos. No caso dos scanners que emitem radiação, há vários deles em aeroportos nacionais e internacionais. Segundo o jornal Zero Hora do Estado do Rio Grande do Sul, passageiros que embarquem nas cidades de Guarulhos, Rio de Janeiro, Recife e Manaus podem ser selecionados como candidatos para provar um destes scanners Esta medida é rejeitada pelos grupos de vigilância da privacidade até mesmo nos países mais desenvolvidos não só pela radiação que emitem, mas também devido ao fato de que os corpos das pessoas são vistos completamente nus nas imagens que a máquina gera.

De acordo com muitos grupos de direitos civis, o uso de scanners é uma grave violação das leis de privacidade. As imagens geradas a partir dos scanners são salvas no disco rígido e mantidas para posterior utilização na vigilância. Embora as autoridades do Brasil neguem a capacidade dos scanners para fornecer essas imagens, Angelo Gioia, da Polícia Federal no Rio de Janeiro, admitiu que é um método mais invasivo de vigilância. Atualmente, a legislação brasileira permite buscas de pessoas quando há suspeitas fundadas de atividades ilícitas, mas não regulamenta a utilização deste tipo de scanner. Goia acredita que não deve haver limites quando se trata de segurança. O custo de cada scanner corporal é de U$170.000. A tecnologia de digitalização opera com base na utilização de ondas e radiação sobre um corpo para medir a energia refletida, e assim processar uma imagem 3D das ondas milimétricas. Os usuários dos scanners são expostos a ondas eletromagnéticas entre 3 e 30 gigahertz, algo próximo ao que emite um telefone celular. Os promotores dos scanners nos aeroportos sempre citam os enormes benefícios que estes proporcionam na prevenção de riscos de segurança, tais como armas, explosivos, etc. Mas a verdade é que uma revisão normal ou cães farejadores de bombas são tão úteis ou mais precisas. Assim como tem sido feito em outros países, no Brasil, o uso destas tecnologias é apresentada como uma conveniência, para que mais pessoas as recebam e aprovem. Pouco se falou sobre a violação ao direito à privacidade das pessoas e suas propriedades. Além da comodidade, há um outro fator injetado na aprovação dos scanners: Medo. A ameaça do terrorismo é a carta extra sob a manga sempre pronta para ser mostrada no caso das pessoas queixarem-se ou acharem os scanners um inconveniente.

Como é a situação do terrorismo aqui no Brasil? Comparado com outros países como a Irlanda, Israel, Palestina, Paquistão e Grã-Bretanha, a existência de terrorismo é nula. O país nunca sofreu um grande ataque terrorista na história moderna. O mais próximo ao terrorismo são os tiroteios ocasionais entre traficantes e policiais militares em pequenos bairros do Rio ou de São Paulo. Então, por que o Brasil precisa de scanners? A resposta é que não precisa. Como em muitos outros países, a adoção desta tecnologia é sinónimo da perda das liberdades civis, onde os cidadãos são culpados antes de serem provados inocentes. Na verdade, a história mostra que os ataques terroristas mais incríveis foram do tipo bandeira falsa, ou false-flag. Para Gerald Celente, conhecido estudioso das tendências mundiais e fundador do Instituto de Pesquisa e Tendências, 2010 será o ano dos ataques patrocinados pelos governos. “É o crash de 2010 como o previmos”, diz Celente. “O colapso da economia global em março de 2009, quando os mercados foram inflados com dinheiro falso.” Celente previu a atual crise, queda das bolsas, agitação civil na Grécia e o colapso da Islândia, Argentina, Portugal, Espanha, bem como a crise nos Estados Unidos e no Reino Unido. “Quem acredita que esse tipo de coisas como scanners e identificação con chip são benéficos, merece o que recebe.” Gerald Celente alerta as pessoas sobre o que vai acontecer uma vez que estes tipos de políticas estiveren totalmente implementadas. Assista a este clip no minuto 5 com 30 segundos.

Quando se trata do Cartão Nacional de Identificação no Brasil, informações sobre o assunto são muito escassas. A maioria das pessoas aqui visitam escritórios da Polícia Federal em todo o país para renovar suas licenças de motorista ou de identificação e não sabem ou não querem saber sobre a nova tecnologia utilizada nos referidos documentos. Em outros países onde foi implementado, o Cartão de Identidade Nacional é rejeitado pelos cidadãos informados, bem como grupos que apoiam a privacidade, porque contém todas as informações relacionadas ao portador do cartão, número da identidade, endereço físico e número de identificação único que inclui uma grande variedade de informações privadas, tais como contas bancárias, de poupança, local de trabalho, histórico de votação e outras.

No Brasil, o novo Cartão de Identificação Nacional prevê um número de identificação único de acordo com o estado onde a pessoa vive. No sul, as pessoas terão identificação com um número de 10 dígitos exclusivo, em Brasília, sete dígitos, São Paulo, 9 dígitos. A emissão do novo cartão terá início em Outubro de 2010 e estima-se que todos os cidadãos, imigrantes naturalizados e legais farão parte do banco de dados até 2020. De acordo com o especialista em tecnologia RFID Chris Paget, Radio Frequency Technology, do tipo usado em cartões de identidade nacional, tem sido usada há anos em cartões de crédito e verificação. “Houve centenas de milhões de cartões emitidos com RFID. O problema é que as pessoas não sabem que a tecnologia está contida nos cartões e, portanto, eles não fazem nada para protegê-los.” Parece estranho que a tecnologia que é criada para manter-nos seguros, precisa ser protegida. Agora, qualquer pessoa com um leitor de RFID pode encontrar cartões de crédito e cartões de ponto de verificação e obter informações suficientes para cloná-lo e usá-lo em uma transação. Então, por que os países, literalmente, querem contar e ter um controle tão exato dos seus cidadãos? Dra. Katherine Albrecht, fundadora e diretora da organização CASPIAN de Privacidade do Consumidor, considera que há uma pressão enorme para que os governos numerem e identifiquem a todos os seus cidadãos e, no processo, usem a tecnologia criada por mega corporações que estariam, então, no controle de informações pessoais tais como número de identificação, contas bancárias, segurança social, contas de fundos de pensão, números de cartões de crédito e assim por diante. “Estamos vendo isso na China, onde 1 bilhão de pessoas foram identificadas com cartões de identidade nacionais com dispositivos de rádio freqüência. Eles estão fazendo o mesmo no México, e na India, onde 1,2 bilhões de pessoas também foram submetidas a este processo.”

De acordo com o historiador Daniel Estulin, o uso de cartões de identidade nacional, juntamente com outras tecnologias, é um impulso para a criação de uma sociedade sem dinheiro. “Não será necessário usar dinheiro, porque você tem o crédito atribuído ao seu número de identificação. O problema é que você não será quem vai determinar se terá ou não créditos a serem colocados no cartão. O governo vai ter esse poder; as empresas donas da tecnología o terão, não os cidadãos “. Estulin, bem como Albrecht reconhecem a existência de bases de dados dos governos para quem procura emprego, crédito e para aqueles no sistema criminal, e alertam que o uso de cartões de identidade nacional vai permitir a criação de um banco de dados mundial, onde todos serão incluídos.

No Brasil, a emissão do Cartão de Identificação Nacional começará como um projeto piloto em cada região. A placa será semelhante a um cartão de crédito, com um chip contendo informações como o CPF ou Cadastro de Pessoa Física, número de registo de eleitores, impressão digital, íris ou uma imagem digitalizada que será aceita pelo sistema denominado AFIS ou de Identificação Automática de Impressões Digitais. Este sistema é reconhecido em todo o mundo e é utilizado pelos governos em todos os cinco continentes. O número resultante será padronizado RG ou Registro Geral. Com esse banco de dados local, regional e nacional, o Brasil será um dos últimos gigantes do planeta a sucumbir ao plano de se submeter a um programa de registro global onde as empresas conhecem cada ser humano, não importando onde eles vivam.