Darpa trabalha na próxima geração de scanners para aeroportos

Os novos scanners substituirão os defeituosos, inúteis e perigosos scanners corporais nos que os governos gastaram milhões de dólares.

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 8 SETEMBRO 2012

Quanto tempo levou? Hmmm … … Vamos ver … cinco anos para que o Departamento de Segurança Interna (DHS), o principal impulsionador dos scanners de corpo inteiro, admitisse que o seu brinquedo favorito é uma peça defeituosa, inútil e perigosa. Muitos de nós já sabíamos há algum tempo, é claro, e eles também. A imprecisão, a falta de eficácia e as consequências adversas para a saúde do uso de scanners de corpo inteiro foi demonstrado muitas vezes antes, mas o DHS esperou até que não podia mais esconder a fraude, para mostrar um leve interesse em “melhorar” a tecnologia.

Como relatado anteriormente, aqueles que têm mais a perder devido à adoção de scanners de corpo inteiro são os seus operadores, que têm ficado gravemente doentes depois de trabalhar em torno dos scanners por 5 ou 10 anos. Em nosso artigo de 28 de junho de 2011, foi revelado como muitos operadores de scanner de corpo inteiro, de repente começaram a descobrir vários tumores cancerígenos em seus corpos. Naquele momento, o Centro de Informação de Privacidade Eletrônica obteve documentos que mostram como os trabalhadores da Administração de Segurança de Transporte ficaram doentes com câncer, doença cardíaca e vascular cerebral após ser exposto à radiação de scanners.

Este fato foi negado pelo DHS e TSA, da mesma forma que negam a ineficácia dos scanners para detectar objetos escondidos. O perigo de se tornar doente devido à radiação, em conjunto com a explícita violação da privacidade e da incapacidade demonstrada dos scanners para detectar objetos colados a um corpo humano, reforçou as chamadas das  organizações de direitos humanos para acabar com o uso de scanners assim como a presença de trabalhadores da TSA em postos de controle inconstitucionais nos aeroportos.

Como na maioria dos casos de fraude do governo, o DHS solicitou nova tecnologia para realizar buscas e apreensões ilegais de bens pessoais em 180 aeroportos em todo os Estados Unidos. Parece que mais de 700 scanners de corpo inteiro simplesmente não estão fazendo o trabalho como deveriam. O DHS já solicitou a DARPA pesquisar e criar uma nova geração de sistemas de imagens que são menores, mais precisos e menos propensos a ser adulterados.

Como muitos leitores devem se lembrar, o DHS jurou que as imagens dos passageiros não eram armazenadas após a conclusão de uma análise, mas o público mais tarde soube que os scanners realmente gravam imagens em computadores que estão conectados a eles. Trabalhadores da TSA foram descobertos usando imagens para fazer piadas sobre os passageiros. Mas as imagens não são apenas armazenadas. Os scanners sao equipados com a tecnologia para enviar imagens para um banco de dados. Na verdade, a TSA forçou os fabricantes a produzir scanners que tivessem a capacidade de armazenar e transmitir imagens.

Algumas semanas atrás, o DHS e DARPA anunciaram que os novos scanners terão dois objetivos principais. Primeiro, o que eles chamaram de “melhoria no uso do tempo na medição de pressão.” De acordo com as duas organizações, este aspecto será melhorado para poder recolher as imagens. Os scanners também serao mais leves e terão uma capacidade de detecção mais exata e confiável, eles disseram. Isso é como dizer, “Vamos violar os direitos de privacidade de maneira um pouco mais confortável.”

“A pesquisa busca usar novas formas de identificar os passageiros que agora usam os aparelhos convencionais de raios-X e sistemas de dupla projeção de energia Multi View”, explicaram.

O segundo objectivo consiste em tornar os chips de memória menos susceptíveis de ser adulterado. Os chips devem ter níveis elevados de funcionalidade a um custo inferior, enquanto consomem menos energia e são mais fiáveis. Isto significa que os viajantes serão despojados de seus direitos constitucionais com tecnologia que funciona em harmonia com a natureza. Os scanners devem ter “alta resistência ao desgaste.”

A chegada dos scanners de corpo inteiro veio depois que um suposto terrorista tentou detonar uma bomba — o famoso bombardeiro da cueca — em um avião para Detroit, Michigan. Este suposto plano terrorista era falso e por muitos considerado um evento de bandeira falsa para justificar a adoção dos scanners. Na verdade, o suposto terrorista foi mais tarde identificado como agente duplo da CIA, que foi assistido ao abordar o avião, mesmo sem ter seu passaporte. Kurt Haskell e sua esposa, que foram testemunhas a bordo do voo 253 da Northwest Airlines viram como Umar Farouk Abdulmutallab embarcou em Amsterdã.

Sobre o uso indiscriminado de scanners, a ACLU disse que as máquinas produzem “imagens notavelmente gráficas dos corpos dos passageiros, essencialmente tirando uma foto nua da pessoa.” Tanto o DHS quanto o TSA ignoraram perguntas sobre privacidade e segurança. Como muitos leitores sabem, os scanners de raios-X de retroespalhamento literalmente realizam uma “gravação virtual nua”, que só se justifica pela Constituição se os oficiais tem causa provável.

Tanto o DHS quanto DARPA se reunirão em 18 de setembro para discutir detalhes da próxima geração de scanners. A nova estratégia vai incluir tanto o registro ilegal de passageiros, bem como uma nova maneira de rastrear bagagens. Para este fim, a DARPA apresentará o seu programa de Medição de Informação Compresionada, um sistema criado “para obter mais informações dos passageiros.”

Microsoft Kinect Abre o Caminho para Espionagem Doméstico

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 06 ABRIL 2012

A tirania não é horrível só por causa do caos que provoca, mas também pela maneira que estende seus tentáculos antes de apertar o cerco sobre as populações inocentes. Tirania virá em uniforme, diz um provérbio. Mas na maioria das vezes o uniforme é somente o último passo no processo de controle total de uma sociedade. Hitler, talvez o melhor exemplo do que os tiranos podem realizar, não chegou ao poder com seu exército de bandidos em “camisas pardas” arrombando portas e invadindo propriedades. Foi um processo gradual que inteligentemente conduziu uma série de ações através de uma série de passos que acabou com os alemães pedendo medidas tirânicas em nome do bem comum.

No século XX, depois que Hitler foi deposto e no tempo que passou no século XXI viram a ascensão de níveis de tirania que somente HG Wells foi capaz de imaginar. Este é um sinal de que tiranos fantoches não são a pedra angular da tirania, mas as mulas que carregam a tirania através das décadas. Apesar que a tirania do século XXI parece ter suas raízes no mesmo princípio que se originou no início dos últimos dois séculos — asegurança — este princípio só pode se tornar uma razão para que a tirania seja bem sucedida quando ela se torna uma necessidade. Mas a segurança não é mesmo o princípio mais importante que movimenta os regimes tirânicos. Para um governo assumir o controle de maneira temporária ou permanente,  ela usa outras ferramentas para completar o ataque à liberdade e o progresso de uma rede de segurança fora de controle. Esta ferramenta é de tecnologia.

Levaria muito mais tempo para atingir um estado completo de tirania se tiranos tentam impor esse estado pela força. É por isso que homens e mulheres por trás dos regimes opressivos usam dois de seus melhores aliados para conseguir seu objetivo: o tempo e os avanços tecnológicos. Mudanças progressivas durante longos períodos de tempo de uma forma que as condições planejadas préviamente destinadas a promover um certo objetivo, são mais bem aceitas pelas pessoas que estão preocupadas com sua segurança 24 horas por dia. Esta é a razão pela qual um clima de insegurança, juntamente com a implementação de políticas que reduzem a liberdade e desviam a atenção da perda de liberdade são uma combinação perfeita para a melhor versão da tirania do século XXI. No caso da nossa sociedade moderna, a dependência tecnológica tem assumido o papel que a escassez de alimentos e conflitos, por exemplo, desempenharam no passado.

Uma das melhores formas de realizar a política tirânica é manter a população distraída, enquanto as políticas são criadas, aceitas e colocadas em funcionamento. Em uma época onde a insegurança econômica facilmente distrai as pessoas e não deixá-las abrir os olhos e ver o que realmente está acontecendo, a tecnologia, agora mais do que nunca, desempenha um papel monumental no avanço da agenda tirânico criada muitos anos atrás. Não apenas países, mas as empresas e indivíduos adotaram a tecnologia como parte de suas vidas diárias, mas passaram a depender em um grau que não é mais uma opção simplesmente “se desligar”. As transações financeiras, o comércio, a gestão de recursos e a educação são apenas algumas das áreas em que a tecnologia se tornou um mal necessário. O problema é que, na sua maior parte, os usuários de tecnologia tem apenas uma vista míope do que é oferecido por avanços tecnológicos. Este é um problema porque a tecnologia é definitivamente uma espada de dois gumes.

Quando se trata de tecnologia e suas aplicações, os dois gumes da espada são geralmente definidos como (1) a comodidade que proporciona para nossas vidas diárias, e (2) o tipo de aplicações que pode ter. O pensamento unidimensional sempre limita-se aos benefícios e a conveniência. Na verdade, estes são os termos em que a tecnologia é sempre apresentada. Por outro lado, as consequências não tão positivos ou mau uso da tecnologia é o que sempre é escondido do público desavisado, que só entende os avanços tecnológicos como forma de entretenimento. E o ópio de uma população que está machucada financeiramente, mentalmente e carece a capacidade – foi concebido assim – para ver além das suas necessidades de entretenimento. O pensamento bidimensional ou tridimensional, cria novas e diferentes formas de entendimento. O pensamento tridimensional também mostra a ponta da espada, que corta facilmente a ignorância e permite que os regimes opressivos alcançem sua tirania, contanto que sempre é reconhecido pelos tiranos, mas não por usuários de tecnologia.

É desejável ter uma ferramenta de busca que sabe o que queremos encontrar, mesmo antes que escrevemos palavras na tela do computador? Claro que é. Mas as pessoas devem perguntar: Como é que a empresa por trás da ferramenta de pesquisa consegue criar esta nova tecnologia? Será que tem outras aplicações? serão estas aplicações tão benéficas quanto os resultados de pesquisa? Google anunciou publicamente que irá utilizar cada câmera e microfone incorporado em computadores para espionar as pessoas a criar perfis para fins comerciais. Embora essa forma de espionagem é já alarmante, é preciso perguntar o que mais eles vão fazer?

É confortável ter aparelhos novos e mais eficientes em sua casa? Sim. No entanto, é nossa tarefa investigar se a conveniência desses dispositivos compensam a perda de privacidade, por exemplo. Recentemente, o chefe da CIA, David Petraeus, disse publicamente que a organização juntamente com a Agência de Segurança Nacional (ASN), estaria usando os avanços tecnológicos para espionar as pessoas através de seus aparelhos domésticos usando a tecnologia de passar informações através das linhas de energia elétrica. Esta técnica, aliás, não está limitado aos Estados Unidos. Na verdade, nestes momentos, a América está construindo uma instalação do tamanho de sete estádios de futebol que vai acolher o maior aparato de inteligência do planeta. A NSA é conhecida por seu programa Echelon e trabalhar com Centros de Fusão a nível nacional nos Estados Unidos. Tanto o Echelon como os Centros de Fusão são a maior força de espionagem com a capacidade de operar em todo o mundo.

É desejável ter um dispositivo de comunicação que nos permite falar com qualquer pessoa, em qualquer lugar, desde que haja um sinal eletromagnético disponível? Claro. Mas, novamente, devemos também saber que, além de questões de saúde, os celulares são basicamente espiões portátieis para que os donos das corporações, que não conseguem dormir à noite pensando em maneiras de espionar tudo o que fazemos, possam alcançar seu sonho. Recentemente, os telefones móveis da Apple e Google foram notícia por sua capacidade de gravar os movimentos dos usuários e deliberadamente enviar as informações para um servidor controlado por inteligência artificial (AI). Esta informação foi recolhida sem que os usuários estiverem cientes; sem o seu consentimento ou permissão.

O que pensa sobre este assunto o Eric Schmidt, CEO da Apple? “Se você tem algo que você não quer que ninguém saiba, talvez não deveria faze-lo em primeiro lugar.” Por que os usuários de tecnologias, como telefones celulares, não percebem que os iPhones, os telefones da Microsoft e Android de Google vão ser usados para fazer muito mais do que uma chamada telefônica? Porque a tecnologia tornou-se — não por coincidência — o ópio do povo. Os consumidores foram doutrinados e programados pelos sistemas de educação para perder sua capacidade de pensar criticamente e inovar. Historicamente, os seres humanos tornaram-se usuários em vez de criadores. Por pelo menos um século — na sociedade moderna — os criadores são os tiranos que perceberam que a tecnologia poderia ser usada para escravizar, enquanto funciona como uma distração para as massas decadentes.

Tal como os romanos tinham os seus jogos de gladiadores, hoje temos jogos de futebol, programas de TV e, claro, nossos iPhones, laptops e consolas de jogos de vídeo. Você já ouviu falar de Kinect? Se não, esta plataforma de vídeo games da Microsoft é a mãe de todas as ferramentas de espionagem para uso doméstico. Se você gosta do McLanche Feliz ou Jack-in-a-Box, você vai adorar Kinect. Enquanto todo mundo estava dormindo, os tiranos descobriram uma maneira de fazer-nos desfrutar da nossa servidão, e tem feito um excelente trabalho. Não só distraem as pessoas com jogos de vídeo que tornam-as em psicopatas ou retardados mentais, mas também serão vítimas diretas de espionagem que é realizado pelo complexo militar-industrial. O âmbito das tecnologias como a Kinect, apenas anuncia-se como moda e diversão, mas vai além do que a maioria dos usuários pode entender. Com empreiteiros militares já trabalhando em maneiras de “melhor” usar a tecnologia incorporada no Kinect, eles dizem publicamente que pretendem espionar as pessoas através da consola de jogos para roubar suas informações.

Mas, que é o que há exatamente dentro de Kinect? Como explicado pela mídia, a mais recente plataforma de jogos Microsoft Xbox 360 tem:

* Quatro microfones, ou dispositivos binaural

* Duas câmeras

* Um diodo emissor de infravermelho

* Um ventilador

* 64 MB de SDRAM DDR2 Hynix

* Um pequeno motor

* Um acelerômetro de três eixos

* Um Sensor Primer PS1080-A2.

“Kinect é baseado na tecnologia do Sensor Primer para detectar movimento. Este chip é o cérebro do Kinect – todos os sensores estão conectados a ele para o processamento antes de transmitir imagens com profundidade fina de cor para o Xbox.”

Se a descrição acima é um desafio tecnológico para você, ou simplesmente não esta interessado nos detalhes técnicos, porque tudo o que interessa é se divertir com Kinect, está em apuros. O Sensor Quadaural pode ouvir e identificar até cinco vozes diferentes. As duas câmeras podem tirar fotos e gravar vídeos. O transmissor de diodo infravermelho (IR), cria e gravar imagens térmicas das pessoas na sala, que é uma ferramenta poderosa para a identificação biometrica. O disco rígido e a memoria de 64 MB garantem que todas as informações coletadas são armazenadas convenientemente para facilitar o acesso de usuários externos — espiões militares e hackers — e o Sensor Primer, o cérebro, completa a lista de ferramentas que qualquer maluco doente por ter controle completo sob todo e todos sonha com ter. O chip simplesmente detecta qualquer movimento na sala onde Kinect esta.

Infelizmente, esta tecnologia não está limitada a Kinect. Outras consolas como Nintendo Wii e Playstation já usam componentes similares que são vendidos como a melhor maneira de melhorar a experiência de jogo. Que bom para os criadores! Eles fazem o mesmo que os criadores das TVs inteligentes, os receptores de TV por satélite e por cabo, e os refrigeradores para uso doméstico, fizeram: Levar o Big Brother para dentro das casas. Isto é o Big Brother  em uma caixa.

Quais são as recomendações para evitar o Big Brother em nossas casas através da tecnologia Kinect? De acordo com um “combatente da liberdade” é uma boa idéia “desligar Kinect da tomada quando não esta sendo usado.” Sério? O que acham de não comprar um Kinect? Como é que as pessoas tornaram-se tão semelhantes aos animais de estimação? Dizer coisas como “compre um Kinect, ou um Playstation e desligue-o quando não estiver em uso,” E como dizer que “é OK comprar refrigerantes, mas apenas beber um gole de cada vez para que o aspartame neles te mate lentamente, não de repente.” ou então dizer que “é OK comprar um telefone celular, mas apenas usá-lo com pouca frequência para que o câncer te mate em uma ou duas décadas no lugar de um ou dois anos.

Verdadeiramente nos tornamos escravos que não só nos sentimos confortáveis com nossa escravidão, mas também adoramos a nossa servidão.

Acho que HG Wells foi incapaz de descrever o cenário que seria uma Nova Ordem Mundial.

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Brasil Viola Liberdades Civis

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 11, 2010

O Brasil é conhecido pelo samba, praias maravilhosas e pessoas amigas. O país é muitas vezes comparado com nações mais desenvolvidas por causa de seu tamanho, população e recursos. Mas há mais uma coisa pela qual o Brasil é similar ao mundo dos chamados desenvolvidos: O Brasil também viola as liberdades civis dos seus cidadãos. Diferente, por exemplo, dos Estados Unidos ou Inglaterra, a polícia aqui não importuna muito os cidadãos. No entanto, a violação das suas liberdades e direitos ainda é feito em silêncio. O Brasil é um país com um acesso muito limitado à informação e as pessoas aqui sabem muito pouco sobre seus direitos e deveres. Este panorama é um terreno fértil para o abuso do governo e a corrupção.

O gigante da América do Sul é conhecido pela sua impunidade ao longo dos anos. A corrupção corre solta de norte a sul e de leste a oeste. Em uma pesquisa recente, foi determinado que o Brasil está entre os primeiros países em corrupção e impunidade. Embora muita desta corrupção eleva-se a funcionários públicos que prestam e recebem grandes somas de dinheiro por favores políticos, há muito mais do que a corrupção da burocracia. A ex-colônia Portuguesa rapidamente adopta medidas globalistas de controle populacional, bem como os Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Ao longo dos últimos 12 meses, alguns jornais revelaram nas entrelinhas de suas páginas o caráter quase obrigatório da campanha de vacinação contra a gripe H1N1, que embora tenha sido provada uma farsa, continua a ser implementada em todo o país. Felizmente, algumas pessoas foram informadas sobre os perigos da vacina e a campanha não tem tido os resultados esperados pelas autoridades de saúde do governo. De acordo com o jornal Zero Hora, apenas 670.000 idosos foram vacinados ao invés de 1,4 milhões no estado de Rio Grande do Sul. Menos de 50 por cento tomaram a vacina contra a gripe regular. No entanto, isto não significa que o Brasil pode escapar do controle da Organização Mundial de Saúde.  As campanhas continuarão a ser realizadas em todo o país.

O Brasil também utiliza uma forma sintética de fluoreto de sódio na água potável, uma prática historicamente adotada pelas suas supostas vantagens no cuidado dos dentes, embora foi determinado que esta crença nao é mais que pseudociência. Recentemente, esta publicação entrevistou uma química do SEMAE, uma organização governamental que cuida da qualidade da água na cidade de São Leopoldo, Brasil. Com um mestrado em química, Juliana da Silva Chaves não só admitiu que nunca viu um estudo confirmando o benefício do uso do ingrediente que ela identificou como flúor, como também confessou que o flúor é colocado na água com base na crença de que ajuda a promover saúde bucal. Novamente, a química confirmou que esta afirmação foi passada para ela mas nenhum estudo foi mostrado para conferir a veracidade da mesma. Quando perguntamos sobre os perigos do fluoreto de sódio e outras substâncias na água potável, ela disse que nunca aprendeu nada sobre a toxicidade em cursos universitários ou de formação. De fato, o flúor provoca cárie dentária, câncer bucal e diversos distúrbios neurológicos, além de diminuição da inteligência.

O país está em estágio final na adoção de Cartões de Identificação que possuem um chip de rádio frequência, assim como Scanners de Corpo Inteiro nos aeroportos. Estas duas últimas tecnologias já estão sendo utilizadas ou entrarão em vigor nos próximos 10 anos. No caso dos scanners que emitem radiação, há vários deles em aeroportos nacionais e internacionais. Segundo o jornal Zero Hora do Estado do Rio Grande do Sul, passageiros que embarquem nas cidades de Guarulhos, Rio de Janeiro, Recife e Manaus podem ser selecionados como candidatos para provar um destes scanners Esta medida é rejeitada pelos grupos de vigilância da privacidade até mesmo nos países mais desenvolvidos não só pela radiação que emitem, mas também devido ao fato de que os corpos das pessoas são vistos completamente nus nas imagens que a máquina gera.

De acordo com muitos grupos de direitos civis, o uso de scanners é uma grave violação das leis de privacidade. As imagens geradas a partir dos scanners são salvas no disco rígido e mantidas para posterior utilização na vigilância. Embora as autoridades do Brasil neguem a capacidade dos scanners para fornecer essas imagens, Angelo Gioia, da Polícia Federal no Rio de Janeiro, admitiu que é um método mais invasivo de vigilância. Atualmente, a legislação brasileira permite buscas de pessoas quando há suspeitas fundadas de atividades ilícitas, mas não regulamenta a utilização deste tipo de scanner. Goia acredita que não deve haver limites quando se trata de segurança. O custo de cada scanner corporal é de U$170.000. A tecnologia de digitalização opera com base na utilização de ondas e radiação sobre um corpo para medir a energia refletida, e assim processar uma imagem 3D das ondas milimétricas. Os usuários dos scanners são expostos a ondas eletromagnéticas entre 3 e 30 gigahertz, algo próximo ao que emite um telefone celular. Os promotores dos scanners nos aeroportos sempre citam os enormes benefícios que estes proporcionam na prevenção de riscos de segurança, tais como armas, explosivos, etc. Mas a verdade é que uma revisão normal ou cães farejadores de bombas são tão úteis ou mais precisas. Assim como tem sido feito em outros países, no Brasil, o uso destas tecnologias é apresentada como uma conveniência, para que mais pessoas as recebam e aprovem. Pouco se falou sobre a violação ao direito à privacidade das pessoas e suas propriedades. Além da comodidade, há um outro fator injetado na aprovação dos scanners: Medo. A ameaça do terrorismo é a carta extra sob a manga sempre pronta para ser mostrada no caso das pessoas queixarem-se ou acharem os scanners um inconveniente.

Como é a situação do terrorismo aqui no Brasil? Comparado com outros países como a Irlanda, Israel, Palestina, Paquistão e Grã-Bretanha, a existência de terrorismo é nula. O país nunca sofreu um grande ataque terrorista na história moderna. O mais próximo ao terrorismo são os tiroteios ocasionais entre traficantes e policiais militares em pequenos bairros do Rio ou de São Paulo. Então, por que o Brasil precisa de scanners? A resposta é que não precisa. Como em muitos outros países, a adoção desta tecnologia é sinónimo da perda das liberdades civis, onde os cidadãos são culpados antes de serem provados inocentes. Na verdade, a história mostra que os ataques terroristas mais incríveis foram do tipo bandeira falsa, ou false-flag. Para Gerald Celente, conhecido estudioso das tendências mundiais e fundador do Instituto de Pesquisa e Tendências, 2010 será o ano dos ataques patrocinados pelos governos. “É o crash de 2010 como o previmos”, diz Celente. “O colapso da economia global em março de 2009, quando os mercados foram inflados com dinheiro falso.” Celente previu a atual crise, queda das bolsas, agitação civil na Grécia e o colapso da Islândia, Argentina, Portugal, Espanha, bem como a crise nos Estados Unidos e no Reino Unido. “Quem acredita que esse tipo de coisas como scanners e identificação con chip são benéficos, merece o que recebe.” Gerald Celente alerta as pessoas sobre o que vai acontecer uma vez que estes tipos de políticas estiveren totalmente implementadas. Assista a este clip no minuto 5 com 30 segundos.

Quando se trata do Cartão Nacional de Identificação no Brasil, informações sobre o assunto são muito escassas. A maioria das pessoas aqui visitam escritórios da Polícia Federal em todo o país para renovar suas licenças de motorista ou de identificação e não sabem ou não querem saber sobre a nova tecnologia utilizada nos referidos documentos. Em outros países onde foi implementado, o Cartão de Identidade Nacional é rejeitado pelos cidadãos informados, bem como grupos que apoiam a privacidade, porque contém todas as informações relacionadas ao portador do cartão, número da identidade, endereço físico e número de identificação único que inclui uma grande variedade de informações privadas, tais como contas bancárias, de poupança, local de trabalho, histórico de votação e outras.

No Brasil, o novo Cartão de Identificação Nacional prevê um número de identificação único de acordo com o estado onde a pessoa vive. No sul, as pessoas terão identificação com um número de 10 dígitos exclusivo, em Brasília, sete dígitos, São Paulo, 9 dígitos. A emissão do novo cartão terá início em Outubro de 2010 e estima-se que todos os cidadãos, imigrantes naturalizados e legais farão parte do banco de dados até 2020. De acordo com o especialista em tecnologia RFID Chris Paget, Radio Frequency Technology, do tipo usado em cartões de identidade nacional, tem sido usada há anos em cartões de crédito e verificação. “Houve centenas de milhões de cartões emitidos com RFID. O problema é que as pessoas não sabem que a tecnologia está contida nos cartões e, portanto, eles não fazem nada para protegê-los.” Parece estranho que a tecnologia que é criada para manter-nos seguros, precisa ser protegida. Agora, qualquer pessoa com um leitor de RFID pode encontrar cartões de crédito e cartões de ponto de verificação e obter informações suficientes para cloná-lo e usá-lo em uma transação. Então, por que os países, literalmente, querem contar e ter um controle tão exato dos seus cidadãos? Dra. Katherine Albrecht, fundadora e diretora da organização CASPIAN de Privacidade do Consumidor, considera que há uma pressão enorme para que os governos numerem e identifiquem a todos os seus cidadãos e, no processo, usem a tecnologia criada por mega corporações que estariam, então, no controle de informações pessoais tais como número de identificação, contas bancárias, segurança social, contas de fundos de pensão, números de cartões de crédito e assim por diante. “Estamos vendo isso na China, onde 1 bilhão de pessoas foram identificadas com cartões de identidade nacionais com dispositivos de rádio freqüência. Eles estão fazendo o mesmo no México, e na India, onde 1,2 bilhões de pessoas também foram submetidas a este processo.”

De acordo com o historiador Daniel Estulin, o uso de cartões de identidade nacional, juntamente com outras tecnologias, é um impulso para a criação de uma sociedade sem dinheiro. “Não será necessário usar dinheiro, porque você tem o crédito atribuído ao seu número de identificação. O problema é que você não será quem vai determinar se terá ou não créditos a serem colocados no cartão. O governo vai ter esse poder; as empresas donas da tecnología o terão, não os cidadãos “. Estulin, bem como Albrecht reconhecem a existência de bases de dados dos governos para quem procura emprego, crédito e para aqueles no sistema criminal, e alertam que o uso de cartões de identidade nacional vai permitir a criação de um banco de dados mundial, onde todos serão incluídos.

No Brasil, a emissão do Cartão de Identificação Nacional começará como um projeto piloto em cada região. A placa será semelhante a um cartão de crédito, com um chip contendo informações como o CPF ou Cadastro de Pessoa Física, número de registo de eleitores, impressão digital, íris ou uma imagem digitalizada que será aceita pelo sistema denominado AFIS ou de Identificação Automática de Impressões Digitais. Este sistema é reconhecido em todo o mundo e é utilizado pelos governos em todos os cinco continentes. O número resultante será padronizado RG ou Registro Geral. Com esse banco de dados local, regional e nacional, o Brasil será um dos últimos gigantes do planeta a sucumbir ao plano de se submeter a um programa de registro global onde as empresas conhecem cada ser humano, não importando onde eles vivam.