América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas e falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNHO 2012

Os números e os tipos de socialistas, fascistas e corporativistas eleitos na América Latina tem crescido exponencialmente ao longo das últimas duas décadas, e assim também as massas de pessoas bem-intencionadas que acreditam em suas mentiras sobre a justiça social, a bondade do governo e as vantagens das economias de serviços patrocinadas pelas corporações mais poderosas do mundo. Algumas dessas corporações, é claro, têm rendimentos mais elevados do que muitas nações na região e do mundo. Como se o aparecimento desses movimentos não bastasse, recentemente, os chefes de grupos corporativistas, socialistas, fascistas e falsos capitalistas, se uniram para formar alianças comerciais e políticas facilmente controladas, que eles dizem, vão trazer desenvolvimento real a seus países e seus povos.

A mais recente dessas alianças é formada por Chile, Peru, Colômbia e México, chamada Aliança do Pacífico. De acordo com os procuradores que atuam como os criadores — os presidentes dos quatro países — a Aliança é um esforço para unir e buscar a realização de objetivos comuns. Chile, México, Peru e Colômbia são um punhado de economias latino-americanas com menos danos na região. Na verdade, o Chile tornou-se uma história de sucesso na última década, tendo em conta a implementação de políticas que permitiram um crescimento decente com base no apetite do país pela poupança. No entanto, Peru, Colômbia e México são uma história diferente, o que levanta a questão, porque o Chile se juntaria a Estados que estão controlados abertamente por corporações globalistas?

México tem trabalhado por muitos anos sob os auspícios dos Estados Unidos, e asociou-se ao infame Acordo de Livre Comércio (NAFTA), que tem sido acusado de deliberadamente destruir a produção industrial dos EUA, porque promove a circulação de pessoas — imigrantes ilegais — do sul para o norte, enquanto financeiramente recompensa as empresas para que deixem o solo americano e realizem suas operações fora do território dos EUA para evitar pagar impostos. Peru é uma história diferente. Seu passado sempre foi sublinhado pela pobreza, a corrupção,  e o governo com mão de ferro. O último aspecto não mudou um pouco. O país passou de Alberto Fujimori ao atual líder Ollanta Humala, que chegou ao poder em 2011. Ele é reconhecido como um extremista anti-mercado.

Enquanto isso, a Colômbia é, talvez, o aliado mais incomum em um grupo que supostamente visa o desenvolvimento e o livre comércio. Colômbia, como o México tem sido um amigo próximo dos Estados Unidos na guerra fracassada contra as drogas, que tem sido um esforço insuficiente e mal gerenciado para conter o tráfico de drogas e a violência que deriva da existência de grupos armados e governos que controlam o fluxo das drogas. Na verdade, a chamada guerra contra as drogas é uma fachada para ocultar a transferência das mesmas drogas, seus mercados e bilhões de dólares em lucros, que são lavados a cada ano nos maiores bancos do mundo.

Grupos como a Aliança do Pacífico são apenas dissidência controlada. Na América Latina, a criação de blocos econômicos e políticos de “desenvolvimento” não é novedade. Antes da Aliança do Pacífico, as nações formaram UNASUL, ALBA, MERCOSUL, CARICOM, CELAC, a Comunidade Andina e muitos outros. Os resultados destas associações, em ambas as esferas políticas e econômicas têm sido basicamente os mesmos: nada.

Quando consultados, sobre o impacto do MERCOSUL sobre as compras de matérias-primas ou as vendas de produtos acabados, em privado os empresários dizem que o MERCOSUL é uma iniciativa de fachada que tem feito pouco ou nada para melhorar o comércio entre os seus membros. Na verdade, tanto o Brasil como a Argentina estão em uma guerra comercial que ameaça danificar os principais acordos comerciais entre parceiros comerciais dos dois países. A Argentina adotou uma política protecionista forte, enquanto o Brasil se recusa a permitir o fluxo de produtos argentinos para os seus importadores.

Os líderes de países como Bolívia, Venezuela e Equador têm falhado miseravelmente em trazer o desenvolvimento para seus povos. Eles chegaram ao poder prometendo uma vida melhor aos seus seguidores, mas tornaram-se tiranos com idéias socialistas. Apesar desse registro, os membros da Aliança do Pacífico parecem acreditar que um novo grupo de países apoiados pela China, vai trazer riqueza e melhores condições de vida do que outros ex-presidentes e líderes comunitários não tem fornecido. Todos os membros da Aliança tem a intenção de atrair mais ajuda da China a seus países, tentando imitar os esforços do Brasil para abrir a porta para o regime comunista. Suas declarações oficiais afirmam que buscam ampliar o comércio com a Ásia.

Com a incorporação da China na equação, a Aliança do Pacífico espera atrair outros parceiros na região, mas apenas aqueles que podem demonstrar o compromisso histórico com o livre comércio e o desenvolvimento econômico. Sob esta premissa, outras nações menores, como Costa Rica e Panamá estão tentando entrar na Aliança. Ironicamente, tanto Costa Rica quanto Panamá têm sido aliados dos EUA na guerra contra as drogas e a implementaram políticas que silenciosamente deterioram os direitos dos cidadãos.

Por exemplo, Costa Rica, permitiu a chegada de militares dos EUA no seu território sob o pretexto de que iria ajudar na ‘guerra contra as drogas’. Como se isso não foi uma violação da soberania do país, os EUA foi autorizado a estabelecer uma base naval na costa do Atlântico. Durante os primeiros anos da construção do Canal do Panamá, o país renunciou sua soberania aos americanos, que mais tarde deram a posse do canal para a China em 2000. Esta é uma das maiores preocupações que os críticos manifestaram sobre a nova integração. Alguns destes países têm sido associados com grupos comunistas, fascistas ou marxistas no passado, mas agora promoven-se como patrocinadores dos mercados livres, livre comércio e da justiça social.

O anúncio oficial da Aliança do Pacífico foi feita há poucos dias pelo presidente chileno, Sebastián Piñera, que tentou falar em poesia sobre o novo bloco. “Das alturas de Paranal, no deserto mais árido do mundo sob o mais claro dos céus, este acordo oficial da à luz a Aliança do Pacífico”, disse ele. “Não há nenhuma incompatibilidade ou exclusão de outros esquemas de integração. Nós não somos contra ninguém, mas em favor de ainda mais integração.” Enquanto isso, seu novo parceiro, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que “o potencial econômico da Aliança do Pacífico é importante.” Sua contra parte na Colômbia ecoou o mesmo tipo de visão sobre a nova parceria acrescentando que a Aliança do Pacífico é o “processo de integração mais importante da América Latina.”

Embora a existência de grupos de oposição à Aliança do Pacífico não foi citado como uma razão para formar este grupo, nos bastidores dos governos os lideres do Chile e da Colômbia têm demonstrado sua preocupação com o criação de sociedades secretas, como o Foro de São Paulo, uma organização de simpatizantes de Fidel Castro, Hugo Chávez e Luiz Inácio da Silva, um dos fundadores do grupo. Esses líderes também subscreven-se a ideologias que são compartilhados no Equador, Nicarágua e Argentina, embora os três últimos países nao expressaram seu compromisso publicamente. A falta de reconhecimento público, no entanto, não impediu que os cidadãos dos países que sofreram na pobreza, criminalidade, insegurança e governos abusivos e repressivos, que é o que seus líderes se comprometeram a erradicar originalmente. O Foro de São Paulo também está ligado a traficantes de drogas e grupos armados revolucionários marxistas, do tipo dos Sandinistas nicaragüenses, e os governos russo e chinês.

Os cenários listados acima são os que a Aliança asinala como perigosos e indesejáveis. A integração dos países comprometidos com desistir de sua independência, sem consultar os seus cidadãos, a fim de abrir a porta para ideólogos fascistas, socialistas ou comunistas, que, supostamente, tem as melhores intenções em mente foi o resultado comum de tentativas anteriores de criar grupos de política comercial e estratégia como a Aliança do Pacífico. Foi o que aconteceu na Europa, Ásia, América do Norte e, definitivamente, na América Latina. A maioria, se não todos os grupos criados em nome do desenvolvimento e progresso eram impostores se escondendo atrás de homens e mulheres carismáticos que pregavam o evangelho que as pessoas queriam ouvir.

Assim como os acordos militares têm servido aos interesses daqueles que traficam armas em troca de dinheiro ou drogas, os acordos comerciais deixaram os países membros mais pobres e mais dependentes dos poderosos interesses corporativos. A pergunta a fazer é por que os líderes políticos continuam a renunciar à soberania, a fim de supostamente promover o comércio, quando ambos — soberania e comercio — não são mutuamente exclusivos? Na verdade, o mundo nunca teve um ambiente mais estável, economicamente e financeiramente, que quando os países estabeleceram acordos comerciais bilaterais e multilaterais sem abrir mão da propriedade dos recursos e leis sem os que os tecnocratas não-eleitos controlam o destino de todos.

América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas y falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNIO 2012

Los números y tipos de Socialistas, Fascistas y Corporatistas electos en toda América Latina ha crecido exponencialmente en las últimas dos décadas, y con ello también las masas de personas bien intencionadas que creen en sus mentiras sobre la justicia social, la bondad de un gobierno grande y las ventajas de economías de servicios patrocinadas por las corporaciones más poderosas del planeta. Algunas de estas empresas, por cierto, tienen mayores ingresos que muchas naciones de esa región y el mundo. Como si la aparición de esos movimientos no fuera suficiente, últimamente, los jefes de grupos de Corporatistas, Socialistas, Fascistas y falsos capitalistas se han unido para formar alianzas comerciales y políticas más fácilmente controlables, que según dicen, traerán un verdadero desarrollo de sus países y sus gentes.

La más reciente de estas alianzas es la formado por Chile, Perú, Colombia y México, llamada la Alianza del Pacífico. De acuerdo con los testaferros que actúan como los creadores, — los presidentes de los cuatro países — la alianza es un esfuerzo por unir y buscar la realización de objetivos comunes. Chile, México, Perú y Colombia son un puñado de Estados de América Latina con las economías menos dañadas en la región. De hecho, Chile se ha convertido en una historia de éxito en la última década, teniendo en cuenta su aplicación de políticas que han permitido un crecimiento decente basado en el apetito del país por el ahorro. Sin embargo, Perú, Colombia y México son una historia diferente, lo que lleva a la pregunta, ¿por qué Chile se uniría estos Estados que abiertamente están controlados corporaciones globalistas?

México ha trabajado durante muchos años bajo los auspicios de los Estados Unidos, y se ha asociado al infame Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA), que ha sido acusado de premeditadamente destruir la producción industrial de los EE.UU., pues promueve la libre circulación de personas — ilegal extranjeros — del sur hacia el norte, mientras que recompensa económicamente a las empresas que mudan sus operaciones fuera de territorio estadounidense para evitar el pago de impuestos. Perú es una historia diferente. Su pasado siempre ha sido destacado por la pobreza, la corrupción gubernamental, y el gobierno de puño de hierro. Este último aspecto no ha cambiado un poco. El país pasó de Alberto Fujimori, al actual líder peruano Ollanta Humala, quien llegó al poder en 2011. Se le reconoce como un extremista anti-mercado.

Mientras tanto, Colombia es quizás el más extraño aliado en un grupo que supuestamente busca el desarrollo y el libre comercio. Colombia, al igual que México ha sido un amigo cercano de los Estados Unidos en la fracasada guerra contra las drogas, lo que ha demostrado ser un esfuerzo insuficiente y mal gestionado para frenar el comercio de drogas y la violencia que se deriva de la existencia de grupos armados y los gobiernos que controlan el flujo de estupefacientes. En realidad, la llamada guerra contra el narcotráfico es una fachada para ocultar la el mismo trasiego de las drogas, sus mercados y los miles de millones de dólares en ganancias que se lavan todos los años en los bancos más grandes del planeta.

Grupos como la Alianza del Pacífico no son más que disidencia controlada, fácilmente manejable por sus patrocinadores. En América Latina, la creación de bloques económicos o políticos de “desarrollo” no es nueva. Antes de la Alianza del Pacífico, las naciones formaron UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CARICOM, CELAC, la Comunidad Andina y muchos otros. Los resultados de estas asociaciones, tanto en el ámbito político y económico han sido en gran parte los mismos: Nada.

Cuando se pregunta a los empresarios sobre el impacto del MERCOSUR en sus compras de materias primas o las ventas de productos terminados, en privado dicen que el MERCOSUR es una iniciativa de escaparatismo que ha hecho poco o nada para mejorar el comercio entre sus miembros. De hecho, en estos momentos, tanto Brasil como Argentina están en una guerra comercial que amenaza con reducir los importantes acuerdos comerciales entre los socios comerciales de ambos países. Argentina adoptó una fuerte política proteccionista, mientras que Brasil se niega a permitir el flujo de bienes argentinos a sus importadores.

Los líderes de países como Bolivia, Venezuela y Ecuador han fracasado miserablemente en llevar el desarrollo a su pueblo. Ellos llegaron al poder prometiendo mejores condiciones de vida a sus seguidores, pero en lugar se convirtieron en tiranos con ideas socialistas. A pesar de este registro, los miembros de la Alianza del Pacífico parecen creer que un nuevo grupo de países apoyados por China, traerá riqueza y mejores condiciones de vida que los ex presidentes y líderes comunitarios no habían facilitado. Todos los miembros de la Alianza tienen la intención de atraer más ayuda China a sus países, tratando de emular los esfuerzos de Brasil para abrir la puerta al régimen comunista. Sus declaraciones oficiales afirman que buscan expandir el comercio con Asia.

Con la incorporación de China en la ecuación, la Alianza del Pacífico aspira a atraer a otros socios comerciales de la región, pero sólo aquellos que pueden demostrar compromiso histórico con el libre comercio y el desarrollo económico. Bajo esta premisa, otras naciones más pequeñas como Costa Rica y Panamá están tratando de subirse al carro. Irónicamente, tanto Costa Rica como en Panamá han sido aliados de Estados Unidos en la guerra contra las drogas y han implementado políticas encaminadas a deteriorar lentamente y en silencio  los derechos de los ciudadanos.

Por ejemplo, Costa Rica, permitió la llegada de los militares estadounidenses a su territorio bajo la excusa de que ayudaría en la ‘lucha contra las drogas’. Como si eso no fuera una violación a la soberanía del país, los EE.UU. se ha permitido establecer una base naval en la costa atlántica. Durante los primeros años de la construcción del Canal de Panamá, este país entregó su soberanía, básicamente, a los estadounidenses, que más tarde cedieron la posesión del Canal a China en 2000. Esta es una de las mayores preocupaciones que los críticos han expresado acerca de la nueva integración. Algunos de estos países se han asociado con grupos comunistas, fascistas o marxistas en el pasado, pero ahora se promueven a sí mismos como patrocinadores de los mercados libres, libre comercio y la justicia social.

El anuncio oficial de la Alianza del Pacífico se hizo hace unos días por el chileno presidente chileno Sebastián Piñera, que intentó hablar en poesía sobre el nuevo bloque. “Desde las alturas de Paranal, en el desierto más árido del mundo y bajo el más claro de los cielos, hemos firmado un pacto oficial para dar a luz a la Alianza del Pacífico”, dijo. “No hay incompatibilidades o la exclusión de otros esquemas de integración. No estamos en contra de nadie sino a favor de una integración aún mayor “. Mientras tanto, su nuevo socio, el presidente mexicano Felipe Calderón dijo que “el potencial económico de la Alianza del Pacífico es importante”. Su homólogo de Colombia hizo eco de la misma clase de perspectivas en la nueva asociación añadiendo que la Alianza del Pacífico es el “proceso de integración más importante de América Latina”.

A pesar de que la existencia de grupos que se oponen por completo a la Alianza del Pacífico no fue citada como una razón para formar este grupo, detrás de las escenas de los gobiernos como el chileno y el colombiano sus gobernantes han mostrado su preocupación por la creación de asociaciones secretas como el Foro de São Paulo, una organización compuesta por los seguidores de Fidel Castro, Hugo Chávez y Luiz Inácio Da Silva, uno de los fundadores del grupo. Estos líderes también se suscriben a las ideologías que comparten Ecuador, Nicaragua y Argentina, aunque estos últimos tres países no expresan públicamente su adhesión. La falta de reconocimiento público sin embargo, no ha impedido que los ciudadanos de los países que sufren en la pobreza, la delincuencia, la inseguridad y los gobiernos abusivos y represivos, que es lo que sus líderes se comprometió a erradicar originalmente. El Foro de São Paulo también está vinculado a los narcotraficantes y la grupos armados revolucionarios marxistas, del tipo de los sandinistas nicaragüenses, y los gobiernos Ruso y Chino.

Los escenarios arriba mencionados son los que la Alianza advierte como peligrosos e indeseables. La integración de los países que se comprometan a renunciar a su independencia, sin consultar previamente a sus ciudadanos con el fin de abrir la puerta a los ideólogos fascistas, socialistas o comunistas, que supuestamente tienen las mejores intenciones en mente ha sido el resultado común de los intentos anteriores de crear grupos de estratégica comercial y política como la Alianza del Pacífico. Sucedió en Europa, Asia, América del Norte y, definitivamente, en América Latina. La mayoría, si no todos los grupos creados en el nombre del desarrollo y el progreso eran impostores escondidos detrás de hombres y mujeres carismáticos que predicaban el evangelio que la gente quería escuchar.

Mientras que los acuerdos militares han servido a los intereses de los que trafican armas a cambio de dinero o drogas, los acuerdos comerciales han dejado a las naciones miembros todavía más pobres y más dependientes de los poderosos intereses corporativos. La pregunta que debemos hacernos es ¿por qué los líderes políticos siguen cediendo soberanía a fin de supuestamente fomentar el comercio cuando ambos — soberanía y comercio — no son mutuamente excluyentes? De hecho, el mundo nunca fue un lugar más estable, económica y financieramente, que cuando los países negociaban en formas bilaterales y multilaterales, sin renunciar a la propiedad de los recursos y las leyes a los tecnócratas no elegidos que están ahora en control total del destino de todos.

Latin America Infiltrated by Statists, Socialists and Fake Free Marketeers

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JUNE 13, 2012

The numbers and types of Statist, Socialist and Corporate Capitalists in power around Latin America have grown exponentially in the last two decades, and with them so have the masses of well-meaning people who believe their lies about social justice, the goodness of big government and the advantages of service economies sponsored by the most powerful corporations in the planet. Some of these corporations, by the way, have bigger revenues than many nations from that region and the world. As if the emergence of those movements was not bad enough, lately, the heads of socialist, statist and false free market groups have united to form more easily controllable commercial and political alliances, which they say, will bring real development to their countries and their people.

The most recent of those alliances is the one formed by Chile, Peru, Colombia and Mexico, called the Pacific Alliance. According to the front men who act as the creators, — the presidents of the four countries — the alliance is an effort to unite and to seek the realization of common goals. Chile, Mexico, Peru and Colombia are a handful of Latin American states with the least damaged economies in the region. In fact, Chile has become a story of success in the last decade or so, given its application of policies which have allowed for decent growth based on the country’s appetite for saving. However, Peru, Colombia and Mexico are a different story, which begs the question, why would Chile go into business with well-known corporate controlled failed states?

Mexico has for many years worked under the auspices of the United States, partnering on the infamous North America Free Trade Agreement (NAFTA), which has been charged with eliminating the industrial production of the US by design, permitting the free movement of people — illegal aliens — from the south to the north, while rewarding companies that move their operations outside American soil and avoiding corporate taxes, among others. Peru is a different story. Its past has always been highlighted by poverty, government corruption, and statist rule. This last aspect has not changed a bit. The country went from Alberto Fujimori to the current Peruvian leader Ollanta Humala, who rose to power in 2011. He is recognized as a anti-market extremist.

Meanwhile, Colombia is perhaps the strangest ally in a group that supposedly seeks development and free trade. Colombia, just as Mexico has been a close friend of the United States in the failed war on drugs, which has proven an insufficient and poorly managed effort to curb drug trade and the violence that stems from the existence of armed groups and governments controlling the flow of narcotics. In reality, the so-called war on drug trade is a facade to hide the worldwide campaign for the control of illegal drugs, their markets and the billions of dollars in profits that are laundered  every year by the largest banks on the face of the planet.

Groups such as the Pacific Alliance are not more than controlled dissidence, easily manageable by their sponsors. In Latin America, the creation of economic or political blocs to “further development” is not new. Before the Pacific Alliance, nations formed UNASUR, ALBA, MERCOSUR, Caricom, CELAC, the Andean Community and many others. The results of these unions both in the political and economic realms have been largely the same: Nothing.

When asked about the impact of MERCOSUR in their purchases of raw materials or sales of finished products, companies in Latin America privately say that the MERCOSUR is just a window dressing initiative that has done little or nothing to improve commerce among its members. In fact, as we speak, both Brazil and Argentina are engaged in a trade war that threatens to bring down important business deals between commercial partners in both countries. Argentina adopted a strong protectionist policy while Brazil refuses to allow the flow of Argentinian goods to its importers.

The leaders of countries like Bolivia, Venezuela and Ecuador have failed miserably to bring development to their people. They arrived to power promising better living conditions to supporters to only turn into tyrants with socialist leaning ideas. Despite this record, the members of the Pacific Alliance seem to believe that a new group of countries supported by China, will bring about the riches and improved living conditions that past presidents and community leaders failed to provide. All members of the Alliance intend to attract even more Chinese aid to their countries, trying to emulate Brazil’s efforts to open the door to the communist regime. Their official statements allege that they seek to expand trade with Asia.

By bringing China into the equation, the Pacific Alliance seeks to attract other business partners from the region, but only those who can show historical compromise with free trade and economic development. Under this premise, other smaller nations such as Costa Rica and Panama are attempting to jump on the bandwagon. Ironically, both Costa Rica and Panama have been American allies in the war on drugs and have implemented policies designed to slowly and quietly crack down on citizens’ rights.

For example, Costa Rica permitted the arrival of US military men into its territory under the excuse that it would help fight the war on drugs. As if that wasn’t enough of a violation to the country’s sovereignty, the US has now been allowed to set up a naval base in the Atlantic coast. During the early years of the construction of the Panama Canal, this country basically surrendered its sovereignty to the Americans, who later yielded possession of the Canal to China in 2000. This is one of the biggest concerns that critics have expressed about the newest integration. Some of these nations have associated with communist, statist or marxist groups in the past, but now fashion themselves as sponsors of free markets, free trade and social justice.

The official announcement of the Pacific Alliance was made just days ago by Chilean president Sebastián Piñera, who got all poetic about the new bloc. “From the heights of Paranal, in the most arid desert in the world and under the clearest of skies, we have signed a pact officially giving birth to the Pacific Alliance,” he said. “There are no incompatibilities or exclusion vis-a-vis other integration efforts. We are against nobody but rather in favor of even greater integration.” Meanwhile, his new partner, Mexican president Felipe Calderon said that “The Pacific Alliance’s economic potential is significant.” His counterpart from Colombia echoed the same kind of prospects for the new association by adding that the Pacific Alliance is the “most important integration process in Latin America.”

Although the existence of completely opposing groups was not cited as a reason to form the Pacific Alliance, behind the scenes governments like the Chilean and the Colombian have shown their concern about the creation of secretive partnerships like the São Paulo Forum, an organization composed by followers of Fidel Castro, Hugo Chavez and Luiz Inacio Da Silva, one of the founders of the group. These leaders subscribe to ideologies also shared by Ecuador, Nicaragua, and Argentina, although these last three nations do not express their adherence publicly. The lack of public recognition however, hasn’t prevented the citizenry of those countries from suffering from poverty, crime, insecurity and abusive, repressive governments, which are exactly what their leaders promised to eradicate. The São Paulo Forum is also linked to narco-traffickers and armed Marxist revolutionaries, of the likes of the Nicaraguan Sandinistas as well as the Russian and the Chinese governments.

The above mentioned scenarios are the ones critics of these alliances often warn against. The integration of countries that agree to surrender their independence without previously consulting their citizens in order to open the door to fascist, socialist or communist ideologues, who supposedly have the best of intentions in mind has been the common result of previous attempts to create strategic commercial and political groups. It happened in Europe, Asia, North America and definitely in Latin America. Most if not all of the unions assembled in the name of development and progress were just shams hidden behind charismatic men and women who preached the gospel that the people wanted to hear.

While military agreements have served the interests of those who traffic arms in exchange for cash or drugs, commercial accords rendered many nations poorer and more dependent on powerful corporate interests. The question that must be asked is why do political leaders continue to surrender sovereignty in order to have trade when they are not mutually exclusive? In fact, the world was never a more stable place, economically and financially, than when countries traded in a bilateral and multilateral ways, without surrendering the ownership of their resources and laws to unelected technocrats who are now in total control of everyone’s destiny.

Esterilização Forçada: O Segredo Mais Escuro do Peru

Uma investigação sobre se o governo de Alberto Fujimori realizou esterilizações forçadas em massa na década de 1990 foi reaberto. Estas atrocidades foram apoiadas pelas Nações Unidas e a USAID.

Tradução Luis Miranda
The Real Agenda
12 dezembro 2011

O rosto da Victoria Vigo não mostra nenhuma emoção quando ele narra como descobriu – por acaso – que tinha sido cirurgicamente esterilizada contra sua vontade. Em estágios avançados da gravidez, foi internada em um hospital público na cidade de Piura na costa norte do Peru, em abril de 1996 para submeter-se a uma cesariana. Poucas horas após o procedimento, seu filho recém-nascido morreu e a Sra. Vigo, 32 anos de idade na época, estava sendo consolada por dois médicos.

“Eu estava exausta e só queria ir para casa”, diz a Sra. Vigo. “Os médicos estavam tentando confortá-la e disseram que eu era ainda muito jovem e poderia ter mais filhos. Mas então, depois que eu ouvi que eles estavam conversando e um disse que não seria possível para mim ter mais filhos, porque ele tinha me esterilizado. ”

O fato é que a Sra. Vigo não tinha dado permissão para ser cirurgicamente esterilizada. O médico havia omitido o detalhe de sua história médica e ela não foi informada. “Eu me senti completamente violada e brutalmente. Ainda não posso entender o que o motivou “, diz a Sra. Vigo. “Me esterilizou e, em seguida, escondeu as provas. Eu poderia ter tentado durante anos para ter outro filho sem saber ou imaginar. ”

Duplamente traumatizada, a Sra. Vigo foi para casa, sem enfrentar o médico. Mas, eventualmente, processou ele em 2003, e ganhou uma compensação de aproximadamente 2.000 libras. Durante o julgamento, o médico disse que ele tinha seguido as instruções e a prática de esterilização de pacientes – com ou sem seu conhecimento ou consentimento – era comum entre os profissionais de saúde pública no Peru.

O argumento pode agora finalmente ser provado em tribunal, depois que o Procurador Geral do Peru reabriu no mês passado uma investigação sobre a esterilização forçada que teriam acontecido durante os governos de Alberto Fujimori, presidente entre 1990 a 2000. Fujimori está cumprindo uma sentença de 25 anos de prisão por peculato, e por dirigir esquadrões da morte durante a repressão contra o Sendero Luminoso.

A pesquisa será estudará todo sobre a questão da esterilização forçada enquanto se concentra no caso de Mamérita Mestanza, 33 anos, mãe de sete filhos quem somente fala Quechua e mora na região andina de Cajamarca. Ela morreu em 1998 devido a complicações da cirurgia de esterilização que as autoridades de saúde a obrigaram a aceitar.

Segundo grupos de direitos humanos, pode ter sido cerca de 300.000 vítimas, a maioria mulheres, na sua maioria pobres e indígenas, muitas vezes com um conhecimento do espanhol limitado. “Eles eram os mais fracos e mais vulneráveis”, diz a Sra. Vigo, cujo caso ainda é o único que chegou aos tribunais, no Peru.

Segundo o Centro de Nova York para os Direitos Reprodutivos, o Peru de Fujimori é um dos dois lugares onde a esterilização forçada foi adotada como política de Estado desde o Terceiro Reich.

O caso havia sido arquivado em 2009 depois de ser considerado que muito tempo tinha passado e que existiam limitações estabelecidos pelo sistema legal do Peru para rever os casos. No entanto, os promotores reclassificaram as esterilizações como crimes contra a humanidade, ou seja, sem limite de tempo para que os responsáveis sejam levados à justiça.

Esta decisão pode pavimentar o caminho para um processo e julgamento de alto perfil contra Fujimori e seus três ministros da saúde Eduardo Yong Motta, Alejandro Aguinaga e Costa Marino Bauer.

Embora tenham reconhecido que houve problemas em casos individuais, os quatro negaram que tivessem ordenando as esterilizações forçadas. Silvia Romero, uma advogado que representa a Associação de Mulheres Afetadas pela Esterilização Forçada, que tem cerca de 2.000 membros, principalmente na região de Cusco, responde: “Esta foi uma política de Estado que veio dos mais altos escalões do poder” .

Mas a Sra. Vigo também quer que os médicos que fizeram a sua esterilização sejam julgados. Ela acredita que as recentes declaracões feitas pela Associação Médica do Peru, que seus membros foram pressionados a fazer esterilizações, mesmo com a ameaça de perder o emprego, são demasiado pouco, demasiado tarde. “Eles tinham uma escolha”, diz ela. “Se mais médicos tivessem falado contra na época, a esterilização nunca teria acontecido.”

Fujimori ofereceu pela primeira vez a política de esterilizaçoes gratuitas para homens e mulheres em 1995 como uma maneira de lidar com a pobreza endêmica do Peru e do crescimento populacional. No começo, ele recebeu uma recepção calorosa, inclusive das Nações Unidas, que forneceu apoio financeiro. Igualmente, a Agência dos Estados Unidos para Ajuda Internacional, USAID, doou US $ 35 milhões (£ 22 milhões).

Mas a palavra se espalhou rapidamente que os médicos estavam sob pressão para cumprir os objetivos de esterilização, e que os pacientes que estavam sendo enganados ou intimidados para realizar o procedimento. Grupos de direitos humanos tem mostrado relatórios sobre casos suspeitos de pessoal médico e membros das forças armadas, que foram obrigados a passar por esterilizações simplesmente para permitir que clínicas compensaram os números. Como o escândalo se multiplicou fora de controle no governo de Fujimori, a Comissão de Direitos Humanos interveio e supervisionou um acordo em 2001 entre o Estado peruano e a família da Sra. Mestanza, incluindo o pagamento de uma indemnização de 100.000 dólares. A Comissão também instruiu as autoridades peruanas para levar os perpetradores à justiça e reparar os danos causados a todas as vítimas – uma ação que ainda não foi cumprida.

Esterilizações são ainda muito controversas e sem dúvida o tema influenciou o resultado na eleição presidencial de junho em que a filha de Alberto Fujimori, Keiko, perdeu a sua popularidade depois que muitos detalhes sobre as esterilizações foram revelados ao público. Ela pediu desculpas às vítimas, enquanto culpou um grupo de médicos “maus” pelos procedimentos.

De acordo com a Sra. Romero, as esterilizações continuam sendo “os crimes mais esquecidos dos governos de Fujimori.” Isto é em parte devido à magnitude da prática. Mas também devido ao fato de que, ao contrário de abusos dos direitos humanos realizados por ordem de Fujimori na luta contra o Sendero Luminoso, as esterilizações nunca foram consideradas seriamente pela Comissão de Verdade e Reconciliação do Peru.

Tudo isso deixa a Sra. Vigo perguntando-se por que ela? Em muitos aspectos, foi uma vítima atípica. Qualificada como professora, trabalhou como administradora na empresa de construção de sua família, tornando-a um alvo improvável para uma prática que visa reduzir a pobreza.

Agora acredita ter sido escolhida para o procedimento como resultado do infortúnio, na confluência do fato de que ela já tinha dois filhos e a pressão sobre os médicos no hospital para cumprir as cotas, “Eu não era uma candidata para esterilização “, diz ela. “Eu não encaixava no perfil.

“Claro que mudou minha vida. Eu tenho a sorte de ter dois filhos, mas eu queria mais, incluindo uma segunda ou terceira criança com o meu marido [o seu primeiro filho é de uma relação anterior]. O instinto da maternidade é tão poderoso. Quando isso é tirado de você leva o seu único propósito na vida, sua razão de ser. ”

Sobre o Fujimori, ela diz: “eu votei nele duas vezes. Como presidente, ele fez muitas coisas boas. Eu olhei para ele como uma filha olha para um pai. O que ele fez para mim foi o pior tipo de abuso de confiança. ”

Sendero Luminoso Pede Anistia

Sendero Luminoso foi derrotado militarmente e seus poucos membros restantes estariam dispostos a desarmar, um dos líderes do grupo terrorista, admitiu pela primeira vez.

De seu esconderijo na floresta no leste dos Andes, o camarada Artemio, disse que o grupo queria uma anistia para sair do esconderijo. Mas o presidente Ollanta Humala prometeu acabar com Sendero Luminoso. A maioria dos peruanos estão fartos com suas numerosas atrocidades, incluindo explodir corpos das vítimas na frente de suas famílias.

No final de 1990 e início de 1980, inspirado por um estilo de ideologia do Khmer Vermelho, o grupo levou o Peru a uma guerra civil que custou 70.000 vidas. Mas eles caíram em uma espiral descendente desde que o fundador e líder Abimael Guzmán foi capturado em 1992.

Os poucos soldados restantes continuam a patrulhar as áreas montanhosas remotas, às vezes até derrubam helicópteros, mas agora parecem mais interessados em tráfico de cocaína do que na revolução.

Artigo original publicado por Simeão Tegel no The Independent.

Esterilización Forzada: El Secreto Más Oscuro del Perú

Una investigación sobre si el gobierno de Alberto Fujimori llevó a cabo esterilizaciones forzadas en masa en la década de 1990 se ha reabierto. Estas atrocidades contaron con el apoyo de las Naciones Unidas y la USAID.

Traducción Luis Miranda
The Real Agenda
11 de diciembre 2011

Victoria Vigo no muestra ningún atisbo de emoción mientras relata cómo descubrió – por casualidad – que había sido quirúrgicamente esterilizada contra su voluntad. En avanzado estado de gestación, fue internada en un hospital público de la ciudad de Piura, en la costa norte de Perú, en abril de 1996 para someterse a una cesárea. Pocas horas después del procedimiento, su hijo recién nacido había muerto y la Sra. Vigo, de 32 años en ese momento, estaba siendo consolada por dos médicos.

“Yo estaba agotada y sólo quería ir a casa”, dice la Sra. Vigo. “Los médicos estaban tratando de consolarla y una me dijo que yo era aún muy joven y podía tener más hijos. Pero entonces, después, oí que hablaban y el otro dijo que no sería posible que yo tuviera más hijos porque él me había esterilizado “.

El caso es que la señora Vigo no había dado permiso para ser esterilizada quirúrgicamente. El doctor había omitido en su historia clínica y no se le informó. “Me sentí completamente violada y brutalmente. Todavía no puedo entender lo que lo motivó “, dice la Sra. Vigo. “Me esterilizó y luego escondió la evidencia. Yo podría haber intentado durante años tener otro hijo sin saberlo ni nunca imaginarlo. ”

Doblemente traumatizada, la Sra. Vigo fue a su casa sin enfrentar el médico. Pero finalmente lo demandó y, en 2003, ganó una indemnización de aproximadamente 2.000 libras. Durante el juicio, la Sra. Vigo, dice, el médico dijo que había seguido las instrucciones y que la práctica de esterilización de los pacientes – con o sin su conocimiento o consentimiento – era habitual entre los profesionales de la salud pública del Perú.

La alegación ahora puede finalmente ser probada en los tribunales, después que la Fiscalía General de Perú reabrió el mes pasado una investigación sobre las supuestas esterilizaciones forzadas durante el gobierno de Alberto Fujimori, presidente de 1990 a 2000, que se encuentra actualmente cumpliendo una condena de 25 años de cárcel por malversación de fondos y por dirigir escuadrones de la muerte durante la represión contra el maoísta Sendero Luminoso.

La investigación se verá todo el tema de las esterilizaciones forzadas mientras se centra en el caso de Mamérita Mestanza, de 33 años de edad, de habla quechua y madre de siete, de la región andina de Cajamarca. Ella murió en 1998 debido a complicaciones de una cirugía de esterilización que las autoridades sanitarias supuestamente la obligaron a aceptar.

Según grupos de derechos humanos, puede haber habido cerca de 300.000 víctimas, mayoritariamente mujeres, la mayoría de ellos pobres e indígenas, a menudo, quechua-hablantes con un español limitado. “Ellos fueron los más débiles y más vulnerables,” dice la Sra. Vigo, cuyo caso sigue siendo el único que ha llegado a los tribunales en el Perú.

De acuerdo con la sede en Nueva York del Centro de Derechos Reproductivos, el Perú de Fujimori es uno de los dos casos de esterilizaciones forzadas que se adoptó como política de Estado desde el Tercer Reich.

El caso había sido archivado en 2009 después de que se considera que ha transcurrido mucho tiempo bajo el estatuto de limitaciones. Sin embargo, los fiscales han reclasificado las esterilizaciones como un crimen contra la humanidad, es decir, no hay límite de tiempo para que los responsables sean llevados ante la justicia.

Eso podría allanar el camino para un juicio de alto perfil contra Fujimori y sus tres ministros de salud Eduardo Yong Motta, Alejandro Aguinaga y Marino Costa Bauer.

A pesar de que han reconocido que había problemas en casos individuales, los cuatro han negado ordenar las esterilizaciones forzadas. Silvia Romero, una abogada que representa a la Asociación de Mujeres Afectadas por las esterilizaciones forzadas, que cuenta con unos 2.000 miembros, principalmente de la región Cusco, replica: “Esta fue una política de Estado que provenía de las más altas esferas del poder”.

Pero la Sra. Vigo también quiere ver a los médicos que llevaron a cabo las esterilizaciones en el banquillo. Ella cree que las recientes acusaciones hechas por la Asociación Médica del Perú, de que sus miembros fueron presionados a llevar a cabo las esterilizaciones, incluso con la amenaza de perder sus puestos de trabajo, es demasiado poco, demasiado tarde. “Ellos tenían una opción”, dice. “Si más de los médicos se hubieran pronunciado en ese momento, la esterilización nunca hubiera tenido lugar.”

Fujimori presentó por primera vez la política de ofrecer esterilizaciones gratis para hombres y mujeres en 1995 como una manera de hacer frente a la pobreza endémica del Perú y el aumento de la población. En un principio recibió una calurosa acogida, incluidas las de las Naciones Unidas, que proporcionó apoyo financiero. La Agencia de los Estados Unidos de Ayuda Internacional, USAID, donó 35 millones de dólares (£ 22m).

Pero la palabra se extendió rápidamente que los médicos estaban siendo presionados para cumplir los objetivos de esterilización, y pacientes que estaban siendo engañados o intimidados para someterse al procedimiento. Grupos de derechos humanos, incluso informaran sobre presuntos casos de personal médico y miembros de las fuerzas armadas a quienes se les ordenó someterse a esterilizaciones simplemente para permitir que las clínicas compensaran los números. A medida que el escándalo se multiplicó fuera del control en el gobierno de Fujimori, la Comisión Interamericana de Derechos Humanos intervino y supervisó un acuerdo en 2001 entre el Estado peruano y la familia de la Sra. Mestanza, incluyendo un pago de una indemnización de 100.000 dólares. La Comisión también dio instrucciones a las autoridades peruanas para llevar a los perpetradores a la justicia y a reparar los daños hechos a todas las víctimas – una sentencia que aún no se ha cumplido.

Las esterilizaciones siguen siendo muy controvertidas y sin duda influenciaron el resultado en las elecciones presidenciales de junio en la cual la hija de Alberto Fujimori, Keiko perdió su popularidad después de que muchos detalles sobre las esterilizaciones fueron reveladas al público. Ella había pedido disculpas a las víctimas, mientras que culpó a un grupo de médicos “malos” por los procedimientos.

Según la Sra. Romero, las esterilizaciones siguen siendo “el crimen más olvidado del gobierno de Fujimori”. Eso es en parte debido a la magnitud de la presunta práctica. Pero también se debe al hecho de que, a diferencia de los abusos de los derechos humanos llevadas a cabo por orden de Fujimori en la lucha contra Sendero Luminoso, las esterilizaciones nunca fueron consideradas por la Comissión de la Verdad y la Reconciliación del Perú.
Todo lo cual deja a la Sra. Vigo preguntando: ¿por qué ella? En muchos sentidos, fue una víctima atípica. Calificada como maestra, trabajó como administradora en el negocio de construcción de su familia, haciendo de ella un blanco improbable para una práctica destinada a reducir la pobreza.

Ahora cree que fue elegida para el procedimiento como consecuencia de un infortunio al azar, la confluencia del hecho de que ella ya tenía dos hijos y la presión sobre los médicos en el hospital para cumplir con las cuotas: “Yo no era una candidata para la esterilización”, , dice. “Yo no encajaba en el perfil.

“Por supuesto que ha cambiado mi vida. Tengo la suerte de haber tenido dos hijos, pero yo quería más, incluyendo un segundo y tercer hijo, posiblemente, con mi marido [su primer hijo con una pareja anterior]. El instinto de ser madre es tan poderoso. Cuando esto es arrebatado de usted le quita su único propósito en la vida, su razón de ser. ”

De Fujimori, dice: “Yo voté por él dos veces. Como Presidente, él hizo muchas cosas buenas. Alcé la vista hacia él, como una hija a un padre. Lo que él hizo para mí era el peor tipo de abuso de confianza “.

Terroristas de Sendero Luminoso abogan por una amnistía

Sendero Luminoso ha sido derrotado militarmente y sus pocos miembros restantes estarían dispuestos a deponer las armas, uno de los líderes del grupo terrorista ha admitido por primera vez.

Desde su escondite en la selva, en las estribaciones orientales de los Andes, el camarada Artemio, dijo que el grupo quería una amnistía para salir de su escondite. Pero el presidente Ollanta Humala ha prometido acabar con Sendero Luminoso. La mayoría de los peruanos están hartos de sus numerosas atrocidades, incluyendo dinamitar cadáveres de las víctimas frente a las familias.

A finales de 1980 y principios de 1990, inspirados en un estilo de la ideología Khmer Rouge, el grupo llevó a Perú a una guerra civil que cobró 70.000 vidas. Pero ellos han estado en una espiral descendente desde que el fundador y líder, Abimael Guzmán fue capturado en 1992.

Los pocos soldados que quedan siguen patrullando las zonas remotas de montaña, a veces incluso derribando helicópteros, pero ahora parecen más interesados en tráfico de cocaína que en la revolución.

Artículo original publicado por Simeon Tegel en el diário The Independent.