Irán, China, Rusia, Pakistán frente a EE.UU. e Israel

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
10 de febrero 2012

El Alto Comisionado de Pakistán en Gran Bretaña ha reiterado el apoyo de su país a la República Islámica de Irán en caso de ataque del régimen israelí.

Wajid Shamsul Hasan le dijo al periódico británico The Sun que “Pakistán no tiene otra opción que apoyar a Irán si Israel le ataca”.

“No nos gustaría ser vistos como parte de la campaña de Israel contra cualquier país. Si Israel ataca a Irán, esto tendrá un impacto en Pakistán “, dijo el Comisionado de Pakistán.

“Tenemos que proteger nuestros propios intereses. También tenemos una población Shia en Pakistán, que no se quedará de brazos cruzados”, subrayó.

El funcionario paquistaní advirtió a Gran Bretaña que debe ayudar a detener la guerra que Estados Unidos realiza en Pakistán usando “drones” que están masacrando a cientos de sus civiles inocentes.

Wajid Shamsul Hasan, dijo que las relaciones de su país con Estados Unidos están en su punto más bajo. “La paciencia está, sin duda llegando a niveles de agotamiento”, dijo.

Hasan dijo que Pakistán apoya la guerra contra el terrorismo llevada a cabo por Gran Bretaña y EE.UU.. Pero, instó al primer ministro británico, David Cameron, para condenar los ataques estadounidenses con aviones no tripulados en su país como “crímenes de guerra” y “ejecuciones Estatales”.

“Los daños son graves – escuelas destruidas, comunidades, hospitales. Las víctimas son civiles, niños, mujeres,familias. Nuestras pérdidas son enormes “, el periódico lo citó diciendo.

“Creo que el tiempo se acaba para que el gobierno de Pakistán tome una posición. Tendrán que en algún momento tomar acciones punitivas para detenerlos. Tienen los medios para tomar este tipo de acciones para defender su propia frontera y territorios “, añadió Hasan.

Hasan instó al primer ministro británico para convencer a los EE.UU. que los ataques con aviones no tripulados son contraproducentes, por eso los americanos son “las personas más odiadas en la mente dela gente de Pakistán”.

Junto con Pakistán, Russia y China han dicho públicamente que apoyaran a Irán si Estados Unidos o Israel se atreven a atacar ese país. Ambos Rusia y China vetaron una iniciativa de las Naciones Unidas que impondría más sanciones sobre Siria, y en el pasado se opusieron a sanciones similares contra Irán. Rusia y China también han denunciado el envío de tropas especiales de Inglaterra y Estados Unidos a suelos Iranianos y Sirios para desestabilizar a los gobiernos de esos países.

Artículo traducido del original Iran, China, Russia, Pakistan vs US and Israel

Israel Prepara Suicidio Diplomático para EUA antes da Guerra com o Irã

Tradução Luis Miranda
Strategic Culture Foundation
11 de novembro 2011

O lobby todo-poderoso de Israel em Washington, o American Israel Public Affairs Committee (AIPAC), uma organização de colaboradores de Israel, infiltrados e traidores para os Estados Unidos está circulando um projeto de lei (HR 1905) na Câmara dos Deputados que proibiria que o Presidente dos Estados Unidos, a Secretária de Estado, membros do Serviço de Estrangeiros dos EUA, ou qualquer outro enviado, manter qualquer tipo de contato diplomático oficial com qualquer membro ou agente do governo de Irã. Somente quando o Presidente indique às comissões necessárias que podem participar de contatos diplomáticos com o Irã é que eles poderiam fazer esse contato. Israel tem o controle de facto sobre as comissões de Relações Exteriores do Congresso, portanto, qualquer notificação da Casa Branca para expressar a necessidade de contato com as autoridades iranianas é imediatamente transmitida para o Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, Israel, que, então, interviria antes de qualquer contato entre os EUA e Irã. Com esta resolução, AIPAC quer tornar os EUA ainda mais em um vassalo do Estado judeu.

Netanyahu e vaiado por ativistas pró-palestina na convenção da AIPAC.

A estratégia de Israel é garantir que os seus planos para atacar instalações nucleares do Irã, e talvez outros objetivos, não tenha oposição dos círculos diplomáticos dos Estados Unidos … Israel colocou os seus próprios interesses além e em direcao contrária aos de Estados Unidos.

A perspectiva de um ataque israelense ao Irã, apoiado pela Arábia Saudita – aliado secreto de Israel na região – teve um efeito cascata em todo o Oriente Médio e Ásia.

Os países asiáticos estão lutando para se juntar à Organização de Cooperação de Xangai (SCO) como membros plenos. Diante de um beligerante Estados Unidos, a OTAN e a intenção de Israel de derrubar os governos da Síria e do Irã, o pacto de segurança econômica, cultural, que inclui Rússia, China, Cazaquistão, Quirguistão, Uzbequistão e Tadjiquistão, anunciou após sua primeira cúpula ministerial em São Petersburgo que a SCO em breve abrirá as suas portas para o pleno apoio do Paquistão, Irã e Índia. Os países asiáticos querem congelar a interferência dos EUA na Ásia.

Antes da cúpula em São Petersburgo, Rússia e China advertiram fortemente ao Ocidente contra qualquer ataque militar contra o Irã. As palavras usadas na diplomacia internacional são uma reminiscência da Guerra Fria, no entanto, é o Ocidente que está fazendo o papel do agressor, mesmo sendo um invasor dominado por Israel, os espiões seus e os recursos de inteligência incorporados nos níveis superiores do governo em Washington, Londres, Paris, Berlim e dentro da hierarquia da ONU.

Até mesmo no estado vassalo dos Estados Unidos, o Afeganistão, está ansioso para se libertar das amarras da NATO e Washington, agora que alcançou o estatuto de observador na SCO. Comentários recentes pelo comandante da NATO no Afeganistão, U.S. Army Peter Fuller, a direção do governo afegão é desigual, desagradável e isolada da realidade, porque o presidente Hamid Karzai disse que Afeganistão lutaria do lado de Paquistão em uma possível guerra americana no Paquistão, o qual resultou na demissão de Fuller. Os comentários de Fuller também levou a que Hamid Karzai pedisse o estatuto de observador na SCO como uma resposta à agressão dos EUA contra o mundo muçulmano e a sua oposição à soberania palestina, que tem sido enfraquecida ao redor do mundo apesar da influência de Washington.

Outro país onde a CIA e o Pentágono têm seus agentes rastejando e rastejando, Mongólia, também é um observador da SCO. Há também os “parceiros de diálogo” no SCO – os países que provávelmente alcançarao posições de observadores na SCO no futuro. Os parceiros no diálogo são a Bielorrússia, Sri Lanka, e um outro que deve preocupar Tel Aviv e Washington, a Turquia, um membro da OTAN. Moscou e Ancara concordam que a Turquia deveria eventualmente tornar-se um membro da SCO. A Turquia tem estreitos laços históricos e culturais com os povos turcos da Ásia Central e muitas das repúblicas autônomas turcas da Rússia, incluindo Tuva, Bashkortostan e Adygeya.

A Turquia está cansada da interferência de Israel em seus assuntos internos e externos, como evidenciado pelo sangrento ataque israelense ao navio turco de ajuda a Gaza, a Marmara Mavi, com o apoio do Mossad e os ataques terroristas do PKK curdo na Turquia e a rede israelense Ergenekon na Turquia.

Irã viu o aliado secreto de Israel, Arábia Saudita, nomeando o ex-chefe de inteligência egípcio e amigo de Netanyahu, Omar Suleiman, como um conselheiro para a coroa da Arábia e seu príncipe Nayef bin Abdul Aziz al-Saud, que também é ministro do Interior. O eixo Jerusalém-Riyadh foi reforçado quando a administração Obama mudou 4.000 soldados do Iraque ao Kuwait para reforçar outros ativos militares dos EUA em Bahrain – casa da Quinta Frota dos EUA -, Qatar nos Emirados Árabes Unidos e Omã. A CIA e o Pentágono estabeleceram a base de drones Predator em Djibuti, Seychelles, Etiópia, e, aparentemente, a Arábia Saudita.

O presidente eleito do Quirguistão, o primeiro-ministro Almazbek Atambaev, anunciou que quer que os EUA e NATO saiam da base aérea de Manas no seu país depois que o contrato atual expire em 2014. Enquanto isso, uma organização não-governamental financiada por George Soros no Quirguistão está tentando sugerir que sob a nova Constituição do Quirguistão, Atambaev não têm autoridade para fechar a base. É este tipo de interferência dos EUA nos assuntos das nações da Ásia, que causou a expansão da SCO para incluir duas nações que têm recebido ameaças militares diretas dos EUA: Irã e Paquistão. A suspeita de intenções dos EUA e os planos militares também fizeram que Washington pedisse para aderir-se à SCO como um parceiro de “diálogo”. Mas o interesse de Washington para participar da cúpula da SCO como um “parceiro”, diz mais sobre a incapacidade da CIA para se infiltrar no funcionamento interno da SCO, incluindo pelos seus ex-“aliados” como o Afeganistão, Paquistão e Mongólia que o desejo de “diálogo” com os membros da SCO e os observadores. Afinal, AIPAC e seus asseclas colocaram na Casa dos Representantes de EUA um projeto de lei que proíbe qualquer contato entre diplomatas dos EUA e Teerã.

O presidente Obama está sob uma enorme pressão do lobby de Israel em um ano eleitoral para apoiar um ataque militar israelense contra o Irã, um movimento que levará inevitavelmente ao Exército de EUA à região do Golfo durante a guerra contra o Irã em nome do regime de Tel Aviv / Jerusalém ocidental. No G-20, em Cannes, o presidente francês Nicolas Sarkozy foi escutado dizendo a Obama: “Eu não suporto o Netanyahu. Ele é um mentiroso.” Ao que Obama respondeu: “Você está cansado? Eu tenho que lidar com ele todos os dias. ”

O intercâmbio entre Sarkozy e Obama é instrutivo. Obama não discordou que Netanyahu é um mentiroso e que fará e dirá qualquer coisa para defender os interesses sionistas de Israel acima de tudo, até mesmo ao ponto de mentir sobre uma falsa ameaça de armas nucleares iranianas para promover um ataque militar contra o Irã.

Israel, com seus agentes de influência nas delegações das Nações Unidas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, Canadá, Suécia e Holanda, asegurou-se que o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano manchasse o relatório da agência com informações falsas sobre o programa nuclear iraniano de uma forma que nunca teria sido tolerado pelo seu antecessor, Mohammed ElBaradei. Amano certamente não está interessado no fato de que sua própria nação, Japão, secretamente produzia armas nucleares no complexo nuclear de Fukushima, em violação das regras da AIEA. As consequências do terremoto destruidor no Japão expôs o secreto de criação de armas nucleares realizado em Fukushima. Amano está perfeitamente dispostos a agir como uma ferramenta de Israel e do lobby de Israel na “descoberta” de violações das regras da AIEA pelo Irã.

O Boletim de Cientistas Atômicos, o ‘relógio do Juízo Final’, que mede o quão perto o mundo está de uma guerra nuclear, encontra-se seis minutos para meia-noite. Com as maquinações de Israel ao Irã, a crise dentro da equipe da Casa Branca com a demissão do chefe de gabinete de Obama Bill Daley, e o convite da SCO para o Irã ficar sob o guarda-chuva de proteção e segurança da Rússia e da China, o relógio avançou alguns minutos a mais para meia-noite.

 

Israel Prepara Suicidio Diplomático para EE.UU. Antes de Guerra con Irán

Traducción Luis Miranda
Strategic Culture Foundation
11 de noviembre 2011

El todo poderoso cabildeo israelí en Washington, el American Israel Public Affairs Committee (AIPAC), una organización integrada por colaboradores de Israel, infiltrados y traidores a los Estados Unidos, está circulando un proyecto de ley HR 1905 en la Cámara de Representantes, que prohibiría que el Presidente de los Estados Unidos, la Secretaria de Estado, miembros del Servicio exterior de EE.UU., o cualquier otro enviado especial de incurrir en cualquier tipo de contactos diplomáticos, oficiales o no oficiales, con cualquier miembro o agente del gobierno de Irán. Sólo cuando el Presidente informe a los comités necesarios que pueden proceder con la participación de los contactos diplomáticos con Irán estos podrían hacerlo. Israel tiene el control de facto sobre las comisiones de asuntos exteriores del Congreso, por lo que cualquier notificación de la Casa Blanca que exprese la necesidad de ponerse en contacto con las autoridades iraníes se transmite inmediatamente a la oficina de Benjamin Netanyahu en Jerusalén, Israel, quien entonces intervendría ante cualquier contacto entre EE.UU. e Irán. Con esta resolución, AIPAC pretende hacer que Estados Unidos sea aún más un vasallo del Estado judío.

La estrategia de Israel es para asegurarse de que sus planes para atacar las instalaciones nucleares de Irán y, tal vez otros objetivos, no tenga ninguna oposición de los círculos diplomáticos de los Estados Unidos … Israel ha puesto sus propios intereses más allá y en contravención con los de los Estados Unidos.

La perspectiva de un ataque israelí contra Irán, apoyado por Arabia Saudí – aliado secreto de Israel en la región – ha tenido un efecto dominó en todo el Oriente Medio y Asia.

Los países asiáticos están luchando para unirse a la Organización de Cooperación de Shanghai (SCO) como miembros de pleno derecho. Frente a un beligerante Estados Unidos, la OTAN, y la intención de Israel de derrocar a los gobiernos de Siria e Irán, el pacto de seguridad económica, cultural, que incluye a Rusia, China, Kazajstán, Kirguistán, Uzbekistán y Tayikistán, anunció después de su primer cumbre de ministros en San Petersburgo que SCO pronto abrirá sus puertas para la plena adhesión de Pakistán, Irán y la India. Los países asiáticos quieren congelar los Estados Unidos de interferencia en Asia.

Antes de la cumbre de San Petersburgo, Rusia y China advirtieron fuertemente a Occidente contra cualquier ataque militar contra Irán. Las palabras que se utilizan en la diplomacia internacional son una reminiscencia de la Guerra Fría, sin embargo, es Occidente el que está jugando el papel del agresor, aunque sea un agresor dominado por Israel, sus espías de inteligencia y los activos incorporados en los niveles más altos de los gobiernos en Washington, Londres, París, Berlín, y dentro de la jerarquía de las Naciones Unidas.

Incluso el Estado vasallo de los Estados Unidos, Afganistán, está deseoso de liberarse de las ataduras de la OTAN y Washington, ahora que ha alcanzado el estatus de observador en la SCO. Comentarios recientes por el comandante en jefe de entrenamiento de la OTAN en Afganistán, el general del Ejército de EE.UU. Peter Fuller, que la dirección del gobierno afgano es irregular, ingrata y aislado de la realidad porque el presidente Hamid Karzai dijo que Afganistán estaría del lado de Pakistán en una guerra estadounidense en Pakistán, resultó en el despido de Fuller. Los comentarios de Fuller también dieron lugar a que Karzai pidiera el que Afganistán pidiera el estatuto de observador en la SCO mientras una agresión estadounidense contra el mundo musulmán y la oposición a la soberanía de Palestina se ha visto debilitada alrededor del mundo a pesar de la influencia de Washington.

Otro país donde la CIA y el Pentágono tienen sus agentes arrastrandose y gateando, Mongolia, es también un observador de la SCO. También hay “socios en diálogo” en la SCO – los países que podrían alcanzar puestos de observadores de la SCO o la condición de miembros en el futuro. Los Socios en diálogo son Bielorrusia, Sri Lanka, y una que debería preocupar a Tel Aviv y Washington, Turquía, miembro de la OTAN. Moscú y Ankara concuerdan que Turquía debe con el tiempo convertirse en un miembro de la SCO. Turquía mantiene estrechos vínculos históricos y culturales con los pueblos turcos de Asia Central y con muchas de las repúblicas autónomas de Rusia turca, incluyendo Tuva, Bashkortostán y Adygeya.

Netanyahu abucheado y abucheado por activistas pro-Palestina en la convención de AIPAC.

Turquía se ha cansado de la interferencia israelí en sus asuntos internos y externos, como lo demuestra el sangriento ataque israelí al buque de ayuda turco a Gaza, el Mavi Marmara, con el apoyo del Mossad de los ataques del PKK kurdo terroristas en Turquía, y el entrelazamiento encubierto israelí en la red Ergenekon en Turquía.

Irán ha visto al más abierto aliado secreto de Israel, Arabia Saudita, nombrando al ex jefe de inteligencia egipcio y amigo de Netanyahu, Omar Suleiman, como asesor del heredero saudí, el príncipe Nayef bin Abdul Aziz al-Saud, quien también es el Ministro del Interior. El eje Jerusalén-Riyadh se consolidó aún más cuando la administración de Obama movió a 4.000 soldados de Irak a Kuwait para reforzar otros activos militares de EE.UU. en Bahréin – casa de la Quinta Flota de los EE.UU. – y Qatar, Emiratos Árabes Unidos y Omán. La CIA y el Pentágono han establecido las bases de aviones no tripulados Predator en Yibuti, Seychelles, Etiopía, y, al parecer, Arabia Saudí.

El presidente electo de Kirguistán, el primer ministro Almazbek Atambaev, ha anunciado que quiere que los EE.UU. y la OTAN salgan de la Base Aérea Central de Tránsito de Manas en su país después de que el contrato actual expire en 2014. Mientras tanto, una organización no gubernamental financiada por George Soros en Kirguistán está tratando de sugerir que bajo la nueva Constitución de Kirguistán, Atambaev no tiene la autoridad para cerrar la base. Es este tipo de interferencia de EE.UU. en los asuntos de las naciones de Asia que ha causado la ampliación del SCO para incluir a dos naciones que han recibido amenazas militares directas de EE.UU.: Irán y Pakistán. La sospecha de las intenciones de EE.UU. y los planes militares también han hecho que la petición de Washington para entrar en la SCO como un socio en el diálogo sea un tema muerto. El interés de Washington para asistir a cumbres de la SCO como un “socio”, dice más acerca de la incapacidad de la CIA para infiltrarse en el funcionamiento interno de la SCO, incluso a través de antiguos “aliados” como Afganistán, Pakistán y Mongolia, que del deseo de tener “diálogo” con miembros de la SCO y los observadores. Después de todo, el AIPAC y sus secuaces han logrado colocar en la Casa de Representantes de EE.UU. un proyecto de ley que prohíbe cualquier contacto entre los funcionarios diplomáticos de EE.UU. y los de Teherán.

El presidente Obama está bajo una tremenda presión del lobby de Israel en un año electoral para apoyar un ataque militar israelí contra Irán, acción que llevará inevitablemente al ejército de Estados Unidos en la región del Golfo en la guerra contra Irán en nombre del régimen de Tel Aviv /oeste Jerusalén. En el G-20 en Cannes, el presidente francés, Nicolas Sarkozy, se escuchó deciendole a Obama, “no puedo soportar a Netanyahu, es un mentiroso.” A lo que Obama respondió: “Usted está harto? Yo tengo que tratar con él todos los días . ”

El intercambio entre Sarkozy y Obama es instructivo. Obama no estaba en desacuerdo que Netanyahu es un mentiroso que va a hacer todo y decir todo para defender los intereses sionistas de Israel sobre cualquier otra cosa, incluso al punto de mentir sobre una falsa amenaza de armas nucleares iraníes para promover un ataque militar contra Irán.

Israel, con sus agentes de influencia en las delegaciones de las Naciones Unidas de los Estados Unidos, Gran Bretaña, Alemania, Canadá, Suecia y los Países Bajos, ha asegurado que el director de la Agencia Internacional de Energía Atómica (IAEA), Yukiya Amano manche el informe de su agencia con datos falsos sobre el programa nuclear Iraní de una manera que nunca se habría tolerado por su predecesor, Mohammed ElBaradei. Amano sin duda no se interesó por el hecho de que su propia nación, Japón, en secreto produce armas nucleares en el complejo nuclear Fukushima, en contravención de las normas del IAEA. Las consecuencias del terremoto destructivo en Japón expusieron el trabajo secreto de armas nucleares que se llevaba a cabo en Fukushima. Amano está perfectamente dispuesto a actuar como un instrumento de Israel y el cabildeo de Israel en el “descubrimiento” de violaciones a las reglas de la IAEA por parte de Irán.

El Boletín de Científicos Atómicos “Doomsday Clock”, que mide qué tan cerca está el mundo de una guerra nuclear, está actualmente a seis minutos de la medianoche. Con las maquinaciones de Israel hacia Irán, la crisis interna del personal de la Casa Blanca de Obama con el despido del jefe de personal Bill Daley, y la invitación de la SCO a Irán a estar bajo el paraguas de seguridad y protección de Rusia y China, el reloj ha avanzado varios minutos más hacia la medianoche.

Objetivo: Genocídio Global. Plano da Elite Explicado

Por Luis R. Miranda
Vídeo PrisonPlanet.tv
21 de junho de 2011

O historiador e pesquisador Webster Tarpley descreve qual é o plano da Elite para a maioria da população. De despovoamento até deindustrializacao. Da instalação de um regime planetário até o uso de vacinas para realizar esterilizações forçadas. Tarpley analisa a informação contida no livro de John P. Holdren, “Ecosciência: População, Recursos, Ambiente,” inspirado pelos escritos de Thomas Malthus e Paul Ehrlich. John P. Holdren é o atual czar da Ciência e Tecnologia dos EUA serve como conselheiro do Barack Obama nestes dois campos.

Os planos descritos no livro de John P. Holdren tem sido apresentados em outros trabalhos patrocinados pela Elite que surgem de organizações como a Fundação Bill e Melinda Gates, a Fundação Rockefeller, o Clube de Roma, os Bilderbergers, e assim por diante.

Se o mundo fosse alterado conforme desejado pelo Holdren, o resultado seria o despovoamento, a fome massiva, a esterilização forçada, o implante de chips em pessoas, bem como outros dispositivos para controlar a população e uma mudança total na forma que os seres humanos vivem, se movimentam e usam suas habilidades para desenvolver tecnologias alternativas para resolver problemas reais, tais como energia, alimentos e saúde nos países do terceiro mundo e da classe média nos países desenvolvidos.

Os membros da Elite que pretendem colocar essas políticas em ação odeiam a humanidade -embora eles mesmos sejam humanos- e já deixaram claro que vão usar todos os recursos à sua disposição para realizar seu plano de Eugenia e livrar o planeta da “escória humana” para que todo fique só para eles.

A Elite, a oligarquia, só serve os oligarcas. Para eles, deve haver apenas a Elite e as massas, e nada entre eles. As massas são chamadas de “consumidores inútieis”, e “animais” cuja vida não é digna de ser vivida. Portanto, a vida dos membros dessas massas devem ser terminadas. A população tem que ser cortada para algumas centenas de milhões de pessoas. A Elite está com medo de uma população maior, porque não será capaz de controlá-la e acha que as pessoas irão “roubar” os recursos que até agora monopolizaram por tantas décadas.

Eles foram inteligentes no exercício do seu genocídio, porque o fizeram tão silenciosamente que quase ninguém sabe sobre ele. Eles usaram duas das armas mais efetivas que possuíam: a economia e a medicina moderna. Longe da vista, longe do coração. Vacinas, medicamentos e negligência médica matam mais pessoas do que as próprias doenças. As políticas econômicas impostas às nações pobres e em desenvolvimento pelo FMI e Banco Mundial -criaturas de Bretton Woods I- tem matado mais pessoas do que qualquer conflito militar que o planeta teve no século 20.

O problema para a Elite, no entanto, é que grande parte do mundo despertou ao seu plano e começou a ver e entender. É a consciência crescente de milhões de pessoas em todo o mundo o que levou à Elite, os globalistas, a oligarquia, para lançar ataques militares múltiplos em várias nações no Oriente Médio e ataques econômicos na Europa e América Latina para acelerar os seus planos. Através de sua agressão militar e económica, a Elite destina quer, pela ultima vez, absorver a maior parte dos recursos do mundo, a infra-estrutura e a terra antes de decidir exterminar a maioria das pessoas.

Se você acredita que a informação apresentada aqui é uma teoria da conspiração, um exagero de fatos ou uma má interpretação das palavras de John P. Holdren, leia o livro “Ecosciência: População, Recursos, Ambiente” você mesmo. Além disso, dê uma olhada em outra literatura -histórica e atual, com relação ao que a Elite implementou e irá implementar em relação a assuntos globais como a saúde, crescimento, desenvolvimento, controle da população e assim por diante.

Por favor, consulte os livros e vídeos listados abaixo para expandir sua pesquisa:

Livros:

Cognitive Infiltration
by David Ray Griffin

Dumbing us Down
by John Taylor Gatto

Underground History of American Education
by John Taylor Gatto

The Globalization of Poverty and the NWO
by Michel Chossudovsky

Ecoscience: Population, Resources,
Environment
by Paul R. Ehrlich

The Illusion of Disease
by Mike Adams

Callous Disregard
by Dr. Andrew Wakefield

IBM and the Holocaust
by Edwin Black

Videos:

Global Eugenics: Using Modern Medicine to Kill

Endgame: Blueprint for Global Enslavement  from producer Alex Jones

Consuming Kids  by the Media Education Foundation

The Secret of Oz   from Writer and Director Bill Still

We Become Silent: The Last Days Of Health Freedom

For Love of Water   from director Ilena Salinas

The World According to Monsanto    from Marie-Monique Robin

House of Numbers:  Anatomy of an Epidemic  from producer Brent W. Leung

Shadow Government  from producer Grant R. Jeffrey

Inside Job  from producer Charles Ferguson

Objetivo: Genocidio Global. El Plan de la Élite Explicado

Por Luis R. Miranda
Video de PrisonPlanet.tv
21 de junio 2011

El historiador e investigador Webster Tarpley describe cuáles son los planes de la Élite para la mayoría de la población mundial. De la deindustrialización a la despoblación. De la instalación de un régimen planetario hasta el uso de vacunas para llevar a cabo esterilizaciones forzadas. Tarpley analiza los planes escritos en el libro de John P. Holdren: “Ecociencia: Población, Recursos, Medio Ambiente “, que se inspira en los más antiguos escritos de Paul Ehrlich y Thomas Malthus. John P. Holdren es la actual Zar de Ciencia y Tecnología de Estados Unidos y sirve a Barack Obama como su asesor de en estos dos campos.

Los planes expuestos en el libro de John P. Holdren se han presentado en otros escritos patrocinados por la Élite que se originan en organizaciones como la Fundación Bill y Melinda Gates, la Fundación Rockefeller, el Club de Roma, el Club Bilderberg, y así sucesivamente.

Si el mundo fuera cambiado como lo desea Holdren, el resultado sería la despoblación, el hambre, la esterilización forzada, la implantación de chips en las personas, así como otros dispositivos para el control de la población; y un cambio total en la forma en que los seres humanos vivimos, nos movemos y utilizamos nuestras habilidades para desarrollar tecnologías alternativas reales para hacer frente a cuestiones tales como la energía, los alimentación y la salud en los países del tercer mundo, así como para la clase media en los países desarrollados.

Los miembros de la élite y sus peones, quienes tienen la intención de poner estas políticas en acción aborrecen a la humanidad -aunque ellos son humanos- y han dejado claro que van a utilizar todos los recursos a su alcance para llevar a cabo su plan de eugenesia y librar al planeta de la “escoria humana” para que el planeta les quede sólo a ellos.

La Élite, la oligarquía, sólo sirve a los oligarcas. Para ellos, sólo deberían existir la Élite y las masas, y nada en medio. Las masas son llamadas de consumidores inútiles, animales, cuya vida no vale la pena vivir. Por lo tanto, las vidas de los miembros de esas masas debe ser terminada. La población tiene que ser cortada a unos pocos cientos de millones de personas. La Élite tiene miedo de una población mayor porque no será capaz de controlarla y piensa que las personas les “robaremos” los recursos que han monopolizado hasta ahora por tantas décadas.

Han sido inteligentes en el ejercicio de su genocidio, pues lo han hecho de manera silenciosa para que casi nadie lo sepa. Han utilizado dos de las armas más silenciosas que poseían: la economía y la medicina moderna. Ojos que no ven, corazón que no siente. Vacunas, medicamentos y negligencia médica matan a más personas que las propias enfermedad. Las políticas económicas impuestas a las naciones pobres y en desarrollo por el FMI y el Banco Mundial -criaturas de Bretton Woods I- han matado a más personas que cualquier conflicto militar del que hemos oído hablar en el siglo 20.

El problema para la Élite, sin embargo, es que una gran parte de la población mundial ha despertado a su plan y ha comenzado a ver y entenderlo. Se trata de la creciente conciencia de millones de personas en todo el mundo que ha llevado a la Élite, los globalistas, la oligarquía, a lanzar ataques múltiples en varias naciones -militares en el Medio Oriente y económicos en Europa y América Latina- con el fin de acelerar su planes. A través de su agresión militar y económica, la Élite pretende, por una última vez, absorber la mayor parte de los recursos del mundo, la infraestructura y la tierra antes de que abiertamente decida exterminar a la mayor parte de la gente.

Si usted cree que la información que aquí se presenta es una teoría de la conspiración, una exageración de los hechos o de una mala interpretación de las palabras de John P. Holdren, por favor, lea el libro “Ecociencia: Población, Recursos, Medio Ambiente” usted mismo. Además, por favor eche un vistazo a otra literatura -histórica y actual- con respecto a lo que la Élite ha aplicado o va a adoptar en relación a asuntos mundiales tales como la salud, crecimiento, desarrollo, control de la población y así sucesivamente.

Por favor, revise los libros y vídeos citados abajo para ampliar su investigación:

Libros:

Cognitive Infiltration
by David Ray Griffin

Dumbing us Down
by John Taylor Gatto

Underground History of American Education
by John Taylor Gatto

The Globalization of Poverty and the NWO
by Michel Chossudovsky

Ecoscience: Population, Resources,
Environment
by Paul R. Ehrlich

The Illusion of Disease
by Mike Adams

Callous Disregard
by Dr. Andrew Wakefield

IBM and the Holocaust
by Edwin Black

Videos:

Global Eugenics: Using Modern Medicine to Kill

Endgame: Blueprint for Global Enslavement  from producer Alex Jones

Consuming Kids  by the Media Education Foundation

The Secret of Oz   from Writer and Director Bill Still

We Become Silent: The Last Days Of Health Freedom

For Love of Water   from director Ilena Salinas

The World According to Monsanto    from Marie-Monique Robin

House of Numbers:  Anatomy of an Epidemic  from producer Brent W. Leung

Shadow Government  from producer Grant R. Jeffrey

Inside Job  from producer Charles Ferguson