América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas e falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNHO 2012

Os números e os tipos de socialistas, fascistas e corporativistas eleitos na América Latina tem crescido exponencialmente ao longo das últimas duas décadas, e assim também as massas de pessoas bem-intencionadas que acreditam em suas mentiras sobre a justiça social, a bondade do governo e as vantagens das economias de serviços patrocinadas pelas corporações mais poderosas do mundo. Algumas dessas corporações, é claro, têm rendimentos mais elevados do que muitas nações na região e do mundo. Como se o aparecimento desses movimentos não bastasse, recentemente, os chefes de grupos corporativistas, socialistas, fascistas e falsos capitalistas, se uniram para formar alianças comerciais e políticas facilmente controladas, que eles dizem, vão trazer desenvolvimento real a seus países e seus povos.

A mais recente dessas alianças é formada por Chile, Peru, Colômbia e México, chamada Aliança do Pacífico. De acordo com os procuradores que atuam como os criadores — os presidentes dos quatro países — a Aliança é um esforço para unir e buscar a realização de objetivos comuns. Chile, México, Peru e Colômbia são um punhado de economias latino-americanas com menos danos na região. Na verdade, o Chile tornou-se uma história de sucesso na última década, tendo em conta a implementação de políticas que permitiram um crescimento decente com base no apetite do país pela poupança. No entanto, Peru, Colômbia e México são uma história diferente, o que levanta a questão, porque o Chile se juntaria a Estados que estão controlados abertamente por corporações globalistas?

México tem trabalhado por muitos anos sob os auspícios dos Estados Unidos, e asociou-se ao infame Acordo de Livre Comércio (NAFTA), que tem sido acusado de deliberadamente destruir a produção industrial dos EUA, porque promove a circulação de pessoas — imigrantes ilegais — do sul para o norte, enquanto financeiramente recompensa as empresas para que deixem o solo americano e realizem suas operações fora do território dos EUA para evitar pagar impostos. Peru é uma história diferente. Seu passado sempre foi sublinhado pela pobreza, a corrupção,  e o governo com mão de ferro. O último aspecto não mudou um pouco. O país passou de Alberto Fujimori ao atual líder Ollanta Humala, que chegou ao poder em 2011. Ele é reconhecido como um extremista anti-mercado.

Enquanto isso, a Colômbia é, talvez, o aliado mais incomum em um grupo que supostamente visa o desenvolvimento e o livre comércio. Colômbia, como o México tem sido um amigo próximo dos Estados Unidos na guerra fracassada contra as drogas, que tem sido um esforço insuficiente e mal gerenciado para conter o tráfico de drogas e a violência que deriva da existência de grupos armados e governos que controlam o fluxo das drogas. Na verdade, a chamada guerra contra as drogas é uma fachada para ocultar a transferência das mesmas drogas, seus mercados e bilhões de dólares em lucros, que são lavados a cada ano nos maiores bancos do mundo.

Grupos como a Aliança do Pacífico são apenas dissidência controlada. Na América Latina, a criação de blocos econômicos e políticos de “desenvolvimento” não é novedade. Antes da Aliança do Pacífico, as nações formaram UNASUL, ALBA, MERCOSUL, CARICOM, CELAC, a Comunidade Andina e muitos outros. Os resultados destas associações, em ambas as esferas políticas e econômicas têm sido basicamente os mesmos: nada.

Quando consultados, sobre o impacto do MERCOSUL sobre as compras de matérias-primas ou as vendas de produtos acabados, em privado os empresários dizem que o MERCOSUL é uma iniciativa de fachada que tem feito pouco ou nada para melhorar o comércio entre os seus membros. Na verdade, tanto o Brasil como a Argentina estão em uma guerra comercial que ameaça danificar os principais acordos comerciais entre parceiros comerciais dos dois países. A Argentina adotou uma política protecionista forte, enquanto o Brasil se recusa a permitir o fluxo de produtos argentinos para os seus importadores.

Os líderes de países como Bolívia, Venezuela e Equador têm falhado miseravelmente em trazer o desenvolvimento para seus povos. Eles chegaram ao poder prometendo uma vida melhor aos seus seguidores, mas tornaram-se tiranos com idéias socialistas. Apesar desse registro, os membros da Aliança do Pacífico parecem acreditar que um novo grupo de países apoiados pela China, vai trazer riqueza e melhores condições de vida do que outros ex-presidentes e líderes comunitários não tem fornecido. Todos os membros da Aliança tem a intenção de atrair mais ajuda da China a seus países, tentando imitar os esforços do Brasil para abrir a porta para o regime comunista. Suas declarações oficiais afirmam que buscam ampliar o comércio com a Ásia.

Com a incorporação da China na equação, a Aliança do Pacífico espera atrair outros parceiros na região, mas apenas aqueles que podem demonstrar o compromisso histórico com o livre comércio e o desenvolvimento econômico. Sob esta premissa, outras nações menores, como Costa Rica e Panamá estão tentando entrar na Aliança. Ironicamente, tanto Costa Rica quanto Panamá têm sido aliados dos EUA na guerra contra as drogas e a implementaram políticas que silenciosamente deterioram os direitos dos cidadãos.

Por exemplo, Costa Rica, permitiu a chegada de militares dos EUA no seu território sob o pretexto de que iria ajudar na ‘guerra contra as drogas’. Como se isso não foi uma violação da soberania do país, os EUA foi autorizado a estabelecer uma base naval na costa do Atlântico. Durante os primeiros anos da construção do Canal do Panamá, o país renunciou sua soberania aos americanos, que mais tarde deram a posse do canal para a China em 2000. Esta é uma das maiores preocupações que os críticos manifestaram sobre a nova integração. Alguns destes países têm sido associados com grupos comunistas, fascistas ou marxistas no passado, mas agora promoven-se como patrocinadores dos mercados livres, livre comércio e da justiça social.

O anúncio oficial da Aliança do Pacífico foi feita há poucos dias pelo presidente chileno, Sebastián Piñera, que tentou falar em poesia sobre o novo bloco. “Das alturas de Paranal, no deserto mais árido do mundo sob o mais claro dos céus, este acordo oficial da à luz a Aliança do Pacífico”, disse ele. “Não há nenhuma incompatibilidade ou exclusão de outros esquemas de integração. Nós não somos contra ninguém, mas em favor de ainda mais integração.” Enquanto isso, seu novo parceiro, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que “o potencial econômico da Aliança do Pacífico é importante.” Sua contra parte na Colômbia ecoou o mesmo tipo de visão sobre a nova parceria acrescentando que a Aliança do Pacífico é o “processo de integração mais importante da América Latina.”

Embora a existência de grupos de oposição à Aliança do Pacífico não foi citado como uma razão para formar este grupo, nos bastidores dos governos os lideres do Chile e da Colômbia têm demonstrado sua preocupação com o criação de sociedades secretas, como o Foro de São Paulo, uma organização de simpatizantes de Fidel Castro, Hugo Chávez e Luiz Inácio da Silva, um dos fundadores do grupo. Esses líderes também subscreven-se a ideologias que são compartilhados no Equador, Nicarágua e Argentina, embora os três últimos países nao expressaram seu compromisso publicamente. A falta de reconhecimento público, no entanto, não impediu que os cidadãos dos países que sofreram na pobreza, criminalidade, insegurança e governos abusivos e repressivos, que é o que seus líderes se comprometeram a erradicar originalmente. O Foro de São Paulo também está ligado a traficantes de drogas e grupos armados revolucionários marxistas, do tipo dos Sandinistas nicaragüenses, e os governos russo e chinês.

Os cenários listados acima são os que a Aliança asinala como perigosos e indesejáveis. A integração dos países comprometidos com desistir de sua independência, sem consultar os seus cidadãos, a fim de abrir a porta para ideólogos fascistas, socialistas ou comunistas, que, supostamente, tem as melhores intenções em mente foi o resultado comum de tentativas anteriores de criar grupos de política comercial e estratégia como a Aliança do Pacífico. Foi o que aconteceu na Europa, Ásia, América do Norte e, definitivamente, na América Latina. A maioria, se não todos os grupos criados em nome do desenvolvimento e progresso eram impostores se escondendo atrás de homens e mulheres carismáticos que pregavam o evangelho que as pessoas queriam ouvir.

Assim como os acordos militares têm servido aos interesses daqueles que traficam armas em troca de dinheiro ou drogas, os acordos comerciais deixaram os países membros mais pobres e mais dependentes dos poderosos interesses corporativos. A pergunta a fazer é por que os líderes políticos continuam a renunciar à soberania, a fim de supostamente promover o comércio, quando ambos — soberania e comercio — não são mutuamente exclusivos? Na verdade, o mundo nunca teve um ambiente mais estável, economicamente e financeiramente, que quando os países estabeleceram acordos comerciais bilaterais e multilaterais sem abrir mão da propriedade dos recursos e leis sem os que os tecnocratas não-eleitos controlam o destino de todos.

BRICS Denunciam a Manipulação da Moeda

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 06 ABRIL 2012

Na mudança de poder que o mundo está enfrentando hoje, ambas as economias ricas e emergentes parecem que querem garantir grupos coesos com objetivos comuns. Enquanto o bloco anglo-saxão governou o mundo por mais de um século, as novas potências emergentes nas regiões subdesenvolvidas do mundo estão apostando na unidade pública para pressionar os governantes presentes.

Enquanto as nações dominantes da Europa e os Estados Unidos se escondem atrás dos resgates financeiros para evitar enfrentar o desastre bancário patrocinado pela crise da dívida, os BRICS querem mostrar ao mundo que existe uma outra maneira de fazer as coisas que pode ser mais benéfica para todos. Embora o nascimento dos BRICS, um grupo composto por China, Brasil, Rússia, África do Sul e Índia parece ser uma boa iniciativa para alcançar um equilíbrio econômico e talvez até mesmo político na luta pelo poder, a verdade é que os BRICS são um exemplo do que o império anglo-saxão era há 200 anos: Um grupo de líderes ou candidatos que não conseguem encontrar muito terreno comum para criar e aplicar políticas que melhorem as condições de vida de seu povo, mas que tomam o tempo para mostrar suas insignificantes recém-adquirida medalhas.

É fácil ver por que os BRICS são simplesmente mais do mesmo. No último comunicado emitido pelo grupo, os membros criticam os Estados Unidos e Europa pela sua manipulação do dólar e do euro. Esta critica valida, não estão a China e o Brasil fazendo o mesmo? Sim. China manipula sua moeda para mante-la com um valor baixo que mantenha os custos das suas exportações baixos. Brasil, por sua vez, também usa manipulação cambial para manter o Real em torno de 1,75 por dólar. Recentemente, líderes de empresas do Brasil têm feito lobby no governo liderado por Dilma Rousseff para continuar a desvalorizar o Real, a fim de ser mais competitivos no mercado internacional. A idéia de acordo com estes líderes empresariais, é desvalorizar o Real, pelo menos a 1,85 por dólar, o que lhes permite reduzir o custo de exportação de seus produtos aos mercados europeu e americano, e não ter que pagar salários mais altos para seus trabalhadores. Em outras palavras, a indústria brasileira está pedindo ao governo para impor mais impostos sobre o seu povo por meio da desvalorização do Real, o que realmente significa o aumento da inflação.

Em um comunicado anterior, alguns membros do BRICS falaram sobre suas reservas para denunciar a manipulação da moeda, porque a China, um dos mais influentes membros do grupo também se engaja em tal comportamento. Foi só depois que a China soube sobre a posição dos outros Estados membros e entendeu que a declaração oficial seria feita para criticar a Europa e os Estados Unidos que o documento foi tornado público. “O Brasil fará seu melhor para fazer com que grandes companheiros em mercados emergentes como a China denunciem o que considera injustas políticas monetárias na Europa e nos Estados Unidos, aumentando as apostas em um confronto de desequilíbrios econômicos globais”, relatou a Reuters. Em seguida, os representantes de algumas das empresas mais influentes multinacionais que operam no Brasil, se reuniram com o Ministro de Comércio na capital de Brasília, Brasil, para pedir ao governo para lidar com o Real para que as empresas obtenham uma vantagem no exterior em mercados internacionais.

Segundo a Reuters, o Brasil acusa os países ricos de usar políticas que conduzem a um “tsunami de dinheiro” através da adopção de políticas que ampliam os benefícios e as taxas de juro baixas e programas de compra de títulos. Essas políticas, o relatório diz, foram concebidas para estimular o problema dos EUA e economias europeias. Esta é a explicação oficial, no entanto, o objetivo real é fazer um buraco enorme de dívida, do qual a economia mundial não pode sair.

Líderes bancários na Europa e na América estão deixando o colapso da dívida ocorrer em um modo progressivo e gradual até um ponto em que a liquidez criada artificialmente não será capaz de resgatar as nações. Os chamados mercados emergentes como o Brasil têm, direta ou indiretamente, absorvido os novos fundos que os bancos e grandes investidores — em muitos casos transferidos como empréstimos ou investimentos em infra-estrutura — a fim de vincular os países em desenvolvimento ao aumento da dívida e terminar assim o processo de centralização do poder. Isso não é relatado na mídia local ou é discutido por economistas de renome, que acreditam que o investimento vem como resultado de uma atração mágica que o país possui, ou talvez porque o Brasil é governado por uma mulher, ou porque as pessoas aqui são muito amigáveis. Os poucos economistas que sabem sobre as verdadeiras intenções que os banqueiros e grandes investidores têm em mente, não tem coragem de falar sobre isso publicamente.

Em público, o BRICS parece ser liderado pelo Brasil, cujo ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, acredita que apesar de suas queixas sobre manipulação da moeda e as políticas protecionistas de outros, não poderá convencer os países poderosos para parar estas políticas, mas de alguma forma, suas queixas permitiram a adoção de políticas protecionistas que foram previamente relatadas, incluindo aumento de tarifas, a implementação de mudanças nas políticas comerciais e outras medidas originadas em órgãos supranacionais como a Organização Mundial do Comércio.

Alguns anos atrás, quando o Brasil tornou-se “magicamente” o alvo de um investimento maciço, ninguém reclamou sobre tais investimentos, ou sobre manipulação da moeda ou o protecionismo de qualquer tipo. Mas depois que o país começou a sentir os efeitos da depressão global atual, os defensores começaram a falar de razões externas para explicar porque a economia estava em queda. Embora o Brasil tenha ultrapassado o Reino Unido como a sexta maior economia do mundo, internamente os resultados de tais realizações não podem ser vistas em lugar nenhum. Na verdade, as empresas brasileiras e internacionais que operam aqui não estão nem perto de abraçar mercados abertos e livre comércio. Em vez disso, eles estão antecipando medidas protecionistas futuras para salvar-se da decisão da Europa e América. Brasil e Argentina estão conduzindo uma guerra comercial que limita o livre fluxo de bens e serviços. As empresas são obrigadas a negociar a venda de menos produtos, a fim de receber pagamentos menores e assim evitar que os bancos centrais confisquem seus dinheiros pela venda desses produtos e serviços.

“O Brasil, culpou o excesso de liquidez global pela supervaluação de sua moeda. Enquanto as indústrias locais estão em crise, a economia cresceu apenas 2,7 por cento em 2011, abaixo dos seus colegas do BRICS, caindo 7,5 por cento em 2010 “, relata Reuters. Enquanto isso, as autoridades brasileiras não reconhecem que é a sua incapacidade para governar o que causou o colapso da produção industrial. O país sofre de um dos esquemas de corrupção mais importantes do mundo que resulta em uma produção ineficiente, altíssimos impostos, e infra-estrutura pobre que faz do Brasil um dos países mais difíceis onde fazer negócios.

Desenvolvimento Sustentável: Genocídio transformado em Necessidade

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 5, 2011

Muitas vezes ouvimos que o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade originaram-se nos anos 70 e foram reforçados ao longo dos anos 80 e 90. Em qualquer pesquisa, a maioria das publicações afirmam que o desejo de manter os recursos naturais como ferramentas para as gerações presentes e futuras nasceu em 1972, quando uma conferência das Nações Unidas na Suécia promulgou três princípios: a interdependência dos seres humanos e o meio ambiente, as relações entre desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a proteção do ambiente e a necessidade de uma visão global e princípios comuns. Crédito para o desenvolvimento desses princípios é dado à Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1987.

As Nações Unidas são a instituição que promove as políticas criadas pelos nazistas para promover o despovoamento.

A sabedoria convencional retrata a visão coletivista de que a sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável são políticas e iniciativas para proteger o ambiente contra os abusos da humanidade e, assim, promover o benefício das massas. Hoje, a proteção ambiental tornou-se a lança mais luminosa a ser levantada por qualquer pessoa, independentemente de raça, condição social, idade ou religião. Na verdade, o ambientalismo se tornou a religião de escolha para muitos. O apoio dos ambientalistas para a sustentabilidade está quase inerentemente arraigada em nossas vidas. Foi aplicada à economia, construção, planejamento comunitário, agricultura, segurança, natalidade e assim por diante.

Inúmeras reuniões foram organizadas nos últimos 50 anos para convencer as massas de que não há futuro sem uma abordagem sustentável para a existência humana. Primeiro, o Clube de Roma escreveu documentos como “Limites do Crescimento” e “Um Novo Caminho para o Desenvolvimento Global”, cujo objetivo é globalizar a sociedade do planeta e usar a engenharia social em tudo: valores, emprego, comércio, demografia, política, economia, etc, tudo em um esforço para desindustrializar o planeta e fazer o que o seu antecessor, a Liga das Nações, queria. Junto com o lobby de grupos como o Clube de Roma e outras organizações igualmente proeminentes, os globalistas operam para alcançar um novo pacto social, relacionado a questões económicas e de desenvolvimento. As Nações Unidas, uma criatura dos globalistas, que também criaram a Liga das Nações com a intenção de “pôr fim aos conflitos armados”, tem sua própria lista de manuais sobre como executar a desindustrialização. Por exemplo, o Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNEP), prega os princípios e os fracassos das políticas ambientais e de imposição das “economias verdes”. A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, mais conhecida como Cúpula da Terra, promove planos como Agenda 21 e a Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica que, gradualmente, atingem o sono ecofacista de Kurt Waldheim para despovoar o planeta.

Onde se originou o “desenvolvimento sustentável”?

Embora haja uma grande quantidade de documentação sobre como o ambientalismo está ligado à chamada “ala verde” do Partido Nazista, ninguém descreve essa história. Os historiadores e ambientalistas costumam ignorá-la e o público é enganado ao acreditar nos princípios genocidas do desenvolvimento sustentável. Algumas questões relevantes para perguntar sobre a origem nazista do movimento verde são: qual é a sua inspiração? Quais são os objetivos que pretendem atingir? Como a ideologia do genocídio nacional-socialista conduziu ao que é aparentemente um amor sem precedentes pela natureza?

A Alemanha não foi apenas o berço da política genocida de sustentabilidade mas, também, a terra onde se tornou realidade. Os nazistas alemães e seus seguidores adotaram muitas das políticas verdes que vemos nas sociedades modernas. A ciência que estuda os seres e seu meio ambiente foi ‘descoberta’ pela primeira vez na Alemanha durante os anos que antecederam a ascensão dos nazistas ao poder. A natureza genocida do ambientalismo originou-se de um louco amor pela natureza. (1)

Pensadores nazis e alguns antecessores queriam que os seres humanos fossem vistos como iguais as plantas, animais e insetos para ter um equilíbrio no mundo. Essa linha de pensamento está nas mentes de ambientalistas modernos, como o presidente boliviano Evo Morales e o promotor da teoria Gaia, James Lovelock, que acreditam que um grande número de pessoas devem morrer a fim de obter o equilíbrio natural. Recentemente, o autor e ambientalista Keith Farnish usou um de seus livros para promover a sabotagem e atos de terrorismo ambiental como ataques a barragens e destruição de cidades para retornar o planeta as condições pré Revolução Industrial. Farnish junto com outros altamente respeitados pressupostos científicos, como o Dr. James Hansen da NASA, concordam com essa linha de pensamento.

Ernst Moritz Arndt

Um dos pais do que chamamos de ambientalismo hoje, foi Ernst Moritz Arndt. Juntamente com Wilhelm Heinrich Riehl, Arndt tinha ódio infinito do Iluminismo. Ambos eram conhecidos por suas opiniões extremistas nacionalistas que foram usadas para promover ideais que perpetuaram a dependência do Estado. Estes dois homens, mas, especialmente, Arndt, foram identificados como os primeiros pensadores ecológicos. Arndt escreveu em um artigo em 1815 que “Quando você vê a natureza em uma conexão necessária e uma interação, todas as coisas são igualmente importantes -. Arbustos, vermes, plantas, pedras, humanos, como uma única unidade” (2) As idéias de Arndt foram separadas com as de outros ambientalistas em que os seus pensamentos mesclavam o respeito pela natureza com um discurso xenófobo e, este, era relacionado com a própria existência dos alemães e da Alemanha. Ao defender o meio ambiente na maioria de seus escritos, também chamava pela pureza racial e condenava outras raças, como os judeus e os franceses. Foi esse amor à natureza e o ódio contra os judeus que viria a orientar a perseguição e o assassinato daqueles que não eram arianos.

Wilhelm Heinrich Riehl, aluno da escola do pensamento de Arndt, fez com que o trabalho de seu professor não se perdesse no tempo. Em um artigo em 1853, Riehl expressou sua forte oposição ao industrialismo e disse: “Temos que salvar a floresta, não só para que os nossos fornos não fiquem frios no inverno mas, também, para que as pessoas continuem suas vidas e para que a Alemanha continue sendo Alemanha. “(3) Ele se opôs a qualquer tipo de desenvolvimento enquanto usava o anti-semitismo para forçar a forma de vida camponesa. Riehl e Arndt, ambos, tinham idéias que foram adotadas mais tarde pelo movimento völkisch, que era uma mistura de nacionalismo populista com um amor louco pela natureza. Líderes völkischs pediram a volta da vida simples, enquanto culpavam a vida da cidade e o racionalismo da destruição do meio ambiente. (4) No centro do ódio estava um elemento significativo que havia ficado na mente dos grupos anti-semitas como völkischs o tempo todo: o povo judeu. Por quê? Os judeus eram a classe média na época e o amor doente pela natureza e pelo ambiente incluía um ódio repugnante contra qualquer pessoa e qualquer coisa que pusesse em perigo a sua vida ou maneira de pensar. (5)

Depois de estabelecer uma relação muito cobiçada entre o anti-semitismo e amor pela natureza, os völkischs manteram seu preconceito ao longo dos séculos 19 e 20. A luta contra a industrialização e o sentimento anti-judaico foi anexado ao discurso da pureza racial e superioridade Ariana apenas em tempo para o surgimento do Partido Nazista.

Ecologia e a ligação com o Racismo Nazista

Em 1867, Ernst Haeckel, zoólogo alemão, usou pela primeira vez a palavra “ecologia” e a relacionou ao estudo de criaturas e seus ambientes. Haeckel foi fortemente influenciado pelo darwinismo social, a um ponto que se tornou pai de uma espécie de darwinismo social conhecido como “monismo”. Ele fundou a Liga Monista Alemã, uma organização guiada pelos princípios völkisch. Haeckel, Arndt e Riehl acreditavam na superioridade racial e eram opostos à mistura social. Além disso, eles também aprovavam o eugenismo racial. Seus pensamentos foram a base para o que mais tarde ficou conhecido como anti-semitismo nacional-socialista na Alemanha. Na verdade, Haeckel foi um orador de destaque em favor do racismo, nacionalismo e do modelo alemão de imperialismo. (6) No final de sua vida, Haeckel tornou-se membro da Sociedade Thule, uma organização que mais tarde serviu como base política para a criação do Partido Nazista. (7) Haeckel, Riehl Arndt e seus antecessores pensadores, como Willibald Hentschel, BrunoWille Bölsche Wilhelm receberam todo o crédito pela associação entre ecologia e socialismo nacional, o racismo, anti-semitismo e as políticas ambientais que todos nós sabemos influenciaram a Alemanha antes e depois da Primeira Guerra Mundial.

Um dos fatos mais reveladores sobre o autoritarismo ecológico atual e o antigo é a crença de seus criadores de que os seres humanos devem ser integrados em “categorias biológicas” e viver em “zonas de vida” com uma entidade tecnocrática com punho de ferro exercendo o seu poder. Haeckel disse que as civilizações e a natureza deviam obedecer as mesmas leis. A origem desta forma de pensar é um estado reacionário anti-humanista. Os Monistas acreditavam que os seres humanos eram insignificantes –mas não eles mesmos– em comparação com a grandeza do meio ambiente. Idéias semelhantes são observadas em iniciativas modernas patrocinadas pelo Clube de Roma, a Fundação Carnegie, a NASA, as Nações Unidas, assim como algumas faculdades e universidades que são financiadas por globalistas que apóiam o eugenismo como ferramenta para limpar o planeta. Tomemos por exemplo o texto da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que tem sido apontado como a política e a religião do ambientalismo moderno. Entre outros objetivos, a Convenção pretende “reorganizar” a civilização ocidental, excluindo a atividade humana de 50 por cento do território no continente americano. O plano é dividir a terra em “biomas”, “zonas tampão” e “corredores”. No âmbito deste plano, os seres humanos viverão em áreas fortemente vigiadas e controladas, das quais nunca poderão sair. Esta agenda globalista verde é promovida pelas Nações Unidas desde 1992, quando foi introduzida oficialmente durante a primeira Reunião da Terra no Rio de Janeiro. A mesma política será realizada na Ásia, África e Europa.

Escritos da Fundação Carnegie também incentivam a implementação de políticas tais como a Agenda 21 e a Convenção sobre Diversidade Biológica. A fundação manifestou orgulho por práticas que incluem assassinatos em massa em um esforço para limpar a terra de pessoas indesejáveis. A Instituição Carnegie promove o trabalho do imperador Gengis Khan e valida o seu trabalho como “imperador verde” por causa de ações que incluíram o assassinato de 40 milhões de pessoas. Segundo seus escritos, isto contribuiu para reduzir as emissões de carbono e manter o planeta em equilíbrio.

Os Monistas usaram seu sentimento anti-humanista, juntamente com as idéias völkisch para discriminar contra o progresso, urbanismo e aqueles que pensavam de maneira diferente. Em seu Lebensgesetze(Leis da Vida), o biólogo Raul Francé escreveu que a ordem natural determina a ordem social. Ele disse que a miscigenação não era natural. Francé é hoje um dos fundadores do aclamado eco-fascismo contemporâneo “pioneiro do movimento ambientalista.” (8) Francé também promoveu uma suposta conexão entre a pureza do ambiente e a “pureza racial”. Francé e seus seguidores exigiram uma mudança em relação à vida rural e disseram que a modernidade significava a degradação da raça e que as cidades eram inorgânicas. (9)

Ernst Haeckel

No início do século XX, o argumento “verde” penetrou nos grupos políticos de direita, que se tornaram muito respeitados dentro da cultura alemã. Durante o período de turbulência em torno da Primeira Guerra Mundial, a mistura de preconceito etnocêntrico, rejeição regressiva da modernidade e genuínas preocupações ambientais acabaram por ser uma mistura mortal.

Ambientalismo Nazista em Ação

Algumas pessoas vêem uma contradição em que eugenistas modernos apoiem um ambientalismo estilo nazista, enquanto possuem bens pertencentes à elite empresarial tecnocrática. Esta não é uma surpresa, porque as elites que apoiaram o Terceiro Reich foram também os industriais que, como de costume, controlam muitos segmentos da população e as classes intelectuais. Esta prática sempre valeu a pena, pois garante o controle total, não importa o resultado. Homens como Fritz Todt, pesos pesado no movimento nacional-socialista na Alemanha e Albert Speer, o seu sucessor a partir de 1942, participaram da construção de infra-estrutura viária e da Autobahn, um dos maiores projetos da história da engenharia na Alemanha. Todt queria construir a estrada de uma forma que mais beneficiaria sua classe, mas ao mesmo tempo, que promovesse e mantivesse a sensibilidade à natureza. (10)

Todt exigiu que o trabalho realizado tivesse harmonia com a natureza e a paisagem, cumprindo assim os princípios modernos da engenharia ecológica e os princípios “organológicos” de sua época, com suas raízes na ideologia völkisch. (11) Tal como acontece com Arndt, Riehl e Darre, Todt e seus sócios tiveram uma relação völkisch inseparável do nacionalismo. Todt disse certa vez: “O cumprimento da finalidade do transporte não é só o objetivo final da construção da estrada alemã. A Autobahn alemã deve ser uma expressão da sua paisagem e uma expressão da essência alemã. “(12) Um dos assistentes de Todt, Alwin Seifert, foi um defensor da paisagem no Terceiro Reich. No exercício das suas funções oficiais Seifert destacou a importância da fauna e opôs fortemente a monocultura, a drenagem de zonas úmidas e produtos químicos agrícolas. Ele criticou Darré por ser demasiado moderado e chamou uma revolução agrícola para uma vida natural, utilizando métodos simples de agricultura que fossem independentes do capital. “(13)

O lugar proeminente que a natureza tinha ganhado no Partido Nazista ajudou a aprovar a produção industrial-militar que permitiu a Hitler intimidar o resto da Europa por um tempo. Em outras palavras, eles promoviam a conservação e pureza racial ambiental enquanto exploravam os recursos para fabricar armas, prisões e equipamentos pesados. Iniciativas radicais foram criadas e sempre receberam o selo de aprovação dos mais altos oficiais nazistas. Outro membro influente foi o chanceler do Reich, Rudolph Hess, que foi o ponto forte da “ala verde” dentro do partido. Hess entrou no partido e nas instituições do governo e rapidamente tornou-se assistente pessoal de Hitler. Muitos ainda consideram que ele foi a mão direita do Führer. Hess tornou-se membro do Partido Nazista em 1920 e depois fez o seu caminho até o topo. Foi o segundo homem na lista de espera para tomar o poder, se Hitler e/ou Göring não fossem capazes de assumir a obrigação. Todas as novas leis aprovadas pelo governo passaram pelas mãos de Hess antes de serem promulgadas.

Foto: Adolf Hitler, Göring e Rudolph Hess.

Nos anos trinta, um conjunto completo de leis e decretos foram aprovados sob a égide de Hess. Um dos decretos mais conhecidos e usados no ambientalismo de hoje é aquele que cria reservas naturais. Mas talvez a mais bem sucedida realização do ambientalismo da Alemanha nazista foi o Reichsnaturschutzgesetz. Esta lei estabelece diretrizes para salvaguardar a flora, fauna e recursos naturais, e o acesso restrito para tais reservas. Políticas semelhantes foram escritas no âmbito da Agenda 21 das Nações Unidas e da Convenção sobre Diversidade Biológica. Como acontece com estes dois documentos, as autoridades nazistas exigiam uma consulta antes de qualquer modificação local na terra reservada, mesmo quando estas terras pertenciam a um indivíduo. Junto com o Reichsnaturschutzgesetz, a contribuição mais importante que os nazistas fizeram ao movimento pro eugenismo moderno e o ambientalismo foi a integração do ambientalismo corporativo na política nazista.

Desenvolvimento Sustentável Hoje

Na página 350 do Relatório sobre a Diversidade Biológica das Nações Unidas diz que o gado, como vacas, ovelhas, cabras e cavalos não são sustentáveis. Indivíduos e organizações que apoiam o desenvolvimento sustentável querem que os seres humanos parem de comer carne, porque os animais poluem o ambiente. O programa completo de sustentabilidade é baseado em um esforço para mudar o comportamento humano para um estado que os seres humanos normalmente não aprovariam ou apreciariam. Esta mudança no comportamento humano é principalmente instigada pelo medo. O medo do aquecimento global, mudanças climáticas, catástrofes naturais, guerras, fome, secas, etc

Que tipo de coisas o desenvolvimento sustentável quer fazer na realidade? Sustentabilidade e mudanças no comportamento humano não estão somente relacionadas à agricultura, ambiente e poluição. É um pacote completo de reformas que se for finalmente implementado, mudará o comportamento social em uma escala global. É comum encontrar programas educacionais que patrocinam e ensinam as crianças como se preparar para viver em um mundo sustentável. Mas, quando as táticas não funcionam adequadamente, os globalistas responsáveis pelo programa, as fundações e organizações de assistência financeira e corporações globais usam táticas de intimidação.

Junto com os sistemas de ensino, o desenvolvimento sustentável também atua diretamente sobre as economias, os sistemas de saúde, a segurança, a agricultura e os assuntos sociais e culturais públicos. Nos últimos 50 anos foram criadas parcerias entre empresas e governos que levaram ao fascismo social no qual todos nós vivimos. Quanto a propriedade privada, decretos e leis são criados para acabar com o direito de comprar e manter qualquer tipo de terreno sem os auspícios das autoridades. É por isso que os proprietários são obrigados a pagar impostos sobre a propriedade, mesmo que já tenham pago impostos na hora da compra do imóvel. Segundo as orientações da Agenda 21 e da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, as massas de terra como parques nacionais, reservas naturais e áreas de conservação devem ser doadas as Nações Unidas, que será a organização que administrará os recursos encontrados nessas terras.

A pandemia de obesidade originada principalmente no mundo anglo se espalhou para países da América Latina e Europa, onde o estilo anglo-saxão é recebido com braços abertos. Esta pandemia de obesidade que assola o mundo de hoje, promovida por campanhas maciças de propaganda pagas pela indústria alimentar é a desculpa para introduzir leis e políticas que, essencialmente, permitem que o governo diga às pessoas o que comer ou beber. Nos Estados Unidos, as escolas nao permitem que os pais preparem as refeições para seus filhos, porque o governo não tem “nenhuma confiança” nos pais quando se trata da saúde dos seus filhos. Enquanto isso, a nova regulamentação introduzida pelo Codex Alimentarius proíbe a venda e uso de suplementos naturais e a plantação de produtos agrícolas em pequenas propriedades, enquanto as grandes corporações agrícolas que poluem o ambiente com as sementes, plantas e animais geneticamente modificados estão autorizadas a continuar suas praticas. Tais políticas têm causado o suicídio de centenas, se não milhares de agricultores indianos que se endividaram até o pescoço para comprar sementes geneticamente modificadas da Monsanto, que não só destruiram as terras, mas também reduziram a quantidade de alimentos produzidos (algodão bt).

No âmbito social e cultural, o discurso politicamente correto foi adotado em massa e a dissensão é visto como uma forma de racismo e terrorismo. As políticas de imigração passaram de levemente proteger a propriedade privada e os direitos dos particulares a patrocinar a abertura indiscriminada de fronteiras, com falsos acordos de livre comércio que destroem a indústria e a produção. Isto custou o emprego de milhões de pessoas em todos os continentes. A crítica religiosa da prática da homossexualidade e outras formas de vida é rotulada como homofóbica, enquanto profundas crenças religiosas são vistas como extremistas. Tudo para a polarizar a raça humana.

A mobilidade em áreas urbanas também têm sido afetada pelas políticas do ambientalismo falso. A especulação e a manipulação dos preços do petróleo pela OPEP faz aumentar exponencialmente os custos de transporte. O mesmo aconteceu com os preços dos alimentos. Carona nas viagens de automóvel e a utilização de ônibus e comboios são recomendados para reduzir dramaticamente a poluição e as emissões de CO2, enquanto as elites que pedem o fim da industrialização vivem em palácios luxuosos e voam ao redor do mundo em seus jatos particulares e iates que consomem grandes quantidades de combustível.

Com relação à segurança social, políticas de desenvolvimento sustentável adotadas pelos governos estão removendo as constituições dos Estados soberanos que estes afirmam representar e defender. A liberdade de expressão, liberdade de circulação e os direitos de privacidade são continuamente violados pela criação pelo complexo tecno-militar-industrial que controla o movimento ao redor do mundo, espia registros financeiros, comportamento, saúde, hábitos, política, crenças religiosas, etc, tudo em nome da segurança.

Qual é o objetivo das políticas de desenvolvimento sustentável hoje? Reduzir a população. O desenvolvimento sustentável é um plano que será aplicado através de toda a existência humana. É um plano criado por alguém para ser aplicado em você, seus filhos, netos e bisnetos. A crença por trás da suposta necessidade de uma redução maciça da população mundial é o equívoco de Thomas Malthus que o crescimento da população excede a disponibilidade de alimentos. Malthus achava que o aumento da população era consequência da reduçao nas taxas de mortalidade e que o mundo iria ficar sem comida em 1890. Ele, então, recomendou matar os pobres, idosos e doentes e deixar o resto morrer de fome. As idéias de Malthus foram retomadas recentemente por Paul Earlich em 1968. Earlich disse que o comportamento reprodutivo irresponsável das mulheres deixaria o planeta sem alimentos em 1970. Esta crise imaginária foi adiada por globalistas e os seus fantoches nas comunidades intelectuais sempre que a data chegava e a crise não acontecia. Segundo estimativas do Population Research Institute, hoje o mundo pode viver com comida suficiente em uma área do tamanho do estado do Texas, EUA.

A verdade é que, com a taxa de natalidade atual, muitos países da Europa e da Ásia estão enfrentando problemas relacionados ao envelhecimento da população não sendo substituída por novos cidadãos. Na América do Norte, Central e Sul, os governos estão se esforçando para manter à tona os seus programas estatais devido ao fato de que mais pessoas estão se aposentando e menos pessoas estão contribuindo para os cofres do governo central, segurança social e programas de saúde. Ironicamente, o crescimento populacional vai se estabilizar naturalmente, ou seja, parará de crescer e começará a cair uma vez que a soma de todos os seres humanos chegue a quase 9 bilhões. Saiba mais sobre a ciência do crescimento da população aqui.

Bem, há suficiente terra para viver? Mas, há comida suficiente para todos? Se você é um crente apenas da informação “oficial” e de estatísticas, você vai querer saber que de acordo com a Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas e o Programa Mundial de Alimentos, atualmente, há comida suficiente para alimentar o planeta sem problema. O problema é que nem todos têm acesso aos alimentos. Por quê? Várias razões: especulação de preços, uso de alimentos como milho e cana-de-açúcar para produzir combustível ineficientes e, claro, a criação de uma escassez artificial de alimentos.
As modernas técnicas de cultivo inclusive permitem que áreas mais áridas da África sejam cultivadas. Muitos acreditam que o continente Africano pode ser capaz de alimentar a todos, se essas técnicas fossem aplicadas com a devida diligência. Então, porque mais pessoas passam fome todos os dias? Por causa da pobreza, dos conflitos e da pobre infra-estrutura agrícola em países pobres, onde vivem a maioria das pessoas que sofrem de fome. A guerra é uma das principais causas da destruição das colheitas. Quem são os patrocinadores da guerra e do conflito? O complexo militar-industrial controlado pelos mesmo globalistas que querem que as pessoas sejam ambientalmente amigáveis. Reduzir o número de pessoas no planeta não iria resolver um problema de superpopulação, se houvesse. Isso é apenas uma outra tática usada para assustar por aqueles que querem perpetuar o sonho nazista. Para uma explicação detalhada sobre como as Nações Unidas implementa o seu programa de eugenismo sob a mentira de que promove iniciativas de saúde reprodutiva, acaba com a pobreza e reduz a ocorrência de doenças, veja o relatório em quatro partes abaixo. (Parte 1) (Parte 2) (Parte 3) (Parte 4)

Fontes de informação para este artículo incluem:

 (1) Raymond H. Dominick, The Environmental Movement in Germany: Prophets and Pioneers, 1871-1971

(2) Der Begriff des Volksgeistes in Ernst Moritz Arndts Geschichtsanschauung, Langensalza, 1914.

(3) Wilhelm Heinrich Riehl, Feld und Wald, Stuttgart, 1857, p. 52.

(4) George Mosse, The Crisis of German Ideology: Intellectual Origins of the Third Reich, New York.

(5) Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews 1933-1945, New York, 1975, pp. 61-62.

(6) Daniel Gasman, The Scientific Origins of National Socialism: Social Darwinism in Ernst Haeckel and the German Monist League, New York, 1971, p. xvii.

(7) Gasman’s thesis about the politics of Monism is hardly uncontroversial; the book’s central argument, however, is sound.

(8) See the foreword to the 1982 reprint of his 1923 book Die Entdeckung der Heimat, published by the far-right MUT Verlag.

(9) Mosse, The Crisis of German Ideology, p. 101.

(10) Bramwell, Ecology in the 20th Century, p. 197.

(11) Karl-Heinz Ludwig, Technik und Ingenieure im Dritten Reich, Düsseldorf, 1974, p. 337.

(12) Quoted in Rolf Peter Sieferle, Fortschrittsfeinde? Opposition gegen Technik und Industrie von der Romantik bis zur Gegenwart, München, 1984, p. 220.

(13) Dominick, “The Nazis and the Nature Conservationists”, p. 529.

…E agora por um Banco e uma Moeda Mundial

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 19, 2010

Desde a infância tenho ouvido sobre a possibilidade de uma moeda global. Naquele tempo, ninguém por perto conseguia me explicar como iria surgir e quem a controlaria. A resposta a estas questões já estão claras. Dominic Strauss-Kahn respondeu às minhas questões de infância. Uma moeda global gerida por um Banco Central Global. O chefe do FMI disse que isto é necessário durante uma reunião na qual reafirmou sua opinião de que esta crise é uma “oportunidade.”

Segundo Kahn, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Pagamentos Internacionais seriam de última instância nos casos em que a economia global ficasse em ruínas. Kahn disse que a nova moeda seria um ativo “livre de risco para o sistema independente de moedas nacionais” e um banco mundial central “também poderia servir como um emprestador de última instância”. Que inteligente o Sr. Kahn! O problema é que estas ideias não são novas e não são dele. A criação de uma instituição financeira global tem estado em formação ao longo de décadas.

A idéia de um órgão mundial que controle a emissão de moeda e a política financeira como um todo foi criado antes do nascimento das Nações Unidas, a Liga das Nações e da União Européia. Este princípio de concentração do poder e política foi originalmente concebido para acumular o controle sob o pretexto de evitar a corrupção econômica e os desastres financeiros. No entanto, não demorou muito para descobrirmos que é exatamente o oposto. Assim como a criação da Liga das Nações, as Nações Unidas e a União Européia não acabou com as guerras, a instabilidade econômica não terminará com a criação de uma organização supranacional -na verdade será perpetuada.

Revisemos alguns acontecimentos passados. Desde que as Nações Unidas nasceram, temos experimentado conflitos em todos os continentes. Esses conflitos não ocorreram entre países, mas eram desestabilizações realizadas com grupos criminosos patrocinados por governos ou agências de inteligência. Mossad, a MI6, a CIA, os talibãs e o IRA são apenas alguns exemplos. Guerras patrocinadas por países são uma coisa do passado, pois os banqueiros entenderam que poderiam causar conflitos usando e controlando as organizações terroristas que fariam o trabalho para eles.

No mundo da economia e finanças, os impérios, ou os países que aspiravam a tornar-se impérios, tinham e ainda têm os instrumentos para a realização de terrorismo económico e financeiro. As corporações que operavam fora dos governos, inicialmente contrataram instituições financeiras para realizar atividades fraudulentas. Depois, as corporações se tornaram o governo e, em seguida, era mais fácil realizar suas operações de terrorismo financeiro. Multinacionais da Banca estabeleceram uma nova ordem controlada por elas, acabaram com a supervisão dos governos e criaram políticas que efetivamente as transformou em donas da economia mundial.

Assim, os banqueiros não precisam de Al-Qaeda, MI6, Mossad ou a CIA para colocar o mundo de joelhos. Esse objetivo poderia ser alcançado através de Wall Street, o FMI e o Banco Internacional de Pagamentos. A criação de blocos regionais para promover o comércio e a troca era uma desculpa para consolidar o poder e os recursos. Essa idéia foi mais tarde provada em todo o mundo, promovendo a criação de uma instituição financeira global que irá lidar com a questão do dinheiro e em que condições este é fornecido.

Quais foram os resultados da concentração de política financeira e económica na Europa? Nós estamos vendo agora. Islândia, Grécia e agora Espanha, Portugal e Inglaterra estão em ruínas. Por quê? Porque a homogeneização financeira não se destina a promover economias estáveis e políticas econômicas sólidas, mas a reforçar o controle e a implementação de políticas que permitam aos banqueiros consolidar ainda mais poder. O objetivo dos banqueiros nunca foi uma economia estável, com uma política monetária sólida, porque nesse tipo de mundo eles têm menos controle e a riqueza não está concentrada em suas mãos.

Vejamos outro exemplo que a historia nos dá: A criação de políticas globalistas como acordos de livre comércio. NAFTA, CAFTA, GATT por citar alguns, foram as tropas no terreno para os banqueiros. O fim do mundo industrial, o fim do capitalismo como funcionou com sucesso durante algum tempo, deu lugar à abertura das fronteiras para o fluxo de produtos tóxicos e baratos assim como imigrantes ilegais. Os acordos de livre comércio não só destruiram a indústria, mas também aniquilaram a rede de segurança social nas nações do mundo ocidental. Enquanto o dinheiro das cidades e povos foi roubado e usado para investir em produtos financeiros imaginários, estrangeiros ilegais espremiam os serviços sociais básicos, já enfraquecidos, em todas as nações da América e da Europa.

Hoje, os políticos mais influentes e as estrelas da cultura pop justificam a falta de respeito para as nações, suas constituições e leis, para permitir não só acordos de livre comércio, mas o fluxo contínuo de imigrantes ilegais nas fronteiras. Aplicar as leis de imigração e a constituição é visto como racista e os defensores da imigração legal são rotulados como injustos, desumanos e simplesmente loucos. Este é exatamente o resultado que os banqueiros queriam. Dividir para conquistar nunca foi melhor. As políticas de imigração são definitivamente radicais em um mundo onde todas as pessoas, inconscientemente, acreditam que a abertura das fronteiras é normal e as mercadorias baratas feitas pelos escravos na América Latina e Ásia são os melhores pelo seu preço.

Agora que demos uma olhada para trás, vamos olhar para o futuro. Como seria um mundo com maior concentração de poder e controle nas mãos dos responsáveis pela crise atual? Vamos ser otimistas e dizer que não poderia ser pior, certamente, não melhor. A centralização de poder e do governo a nível regional é o que causou a confusão em que estamos agora, a centralização nas mãos daqueles que financiaram Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein e que agora controlam as finanças e os governos dos Estados Unidos, Inglaterra, Ásia e África vai fazer o mundo mais caótico do que já é. Para seu benefício, é claro. A história não mente, não é?

Aqueles que prometeram o fim da guerra, só trouxeram mais conflito. Aqueles que prometeram estabilidade financeira só criaram mais desigualdade, pobreza e miséria. Será que você deixaria as chaves de sua casa nas mãos do ladrão que está fora de sua propriedade para cuidar dela? Você não faria isso. Você não deveria. Na eleição seguinte, sem importar onde você mora, vote por você e vote os ladrões fora do governo. Essa é a única forma de derrotar a sua agenda de conquista e escravidão. Muitas pessoas já estão trabalhando ativamente para acabar com a tirania global criada décadas atrás, assim que você não está sozinho.

Agora, basta de falar! Vamos agir! Abaixo está uma lista de algumas das empresas fraudulentas que controlam o mundo de hoje. Eu estou esperando que você lhes negue o privilégio de conduzir a sua vida. Pare o uso, a compra e o consumo dos seus produtos. Vamos usar o globalismo contra eles mesmos. Um boicote mundial dos seus produtos baratos, tóxicos e fraudulentos é o primeiro passo.

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

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