Operadores de Scanners de Aeroportos sofrem de Câncer

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
28 de junho de 2011

Levou apenas alguns anos para que as conseqüências da exposição continuada à radiação do scanners foram reveladas. Os operadores de scanner aos que muitos passageiros estão sujeitos antes de embarcar um avião, encontraram flocos cancerígenos em seus corpos após apenas uma década ou menos de trabalhar com estas máquinas. A descoberta dessas informações foi realizada após que o Centro de Informação para a Privacidade Eletrônica publicou documentos mostrando como os trabalhadores do aeroporto estavam doentes com câncer, problemas cardíacos e tinham sofrido derrames. Estes documentos foram obtidos através de um pedido sub a Ley de Liberdade de Informação.

Em vez de fornecer os trabalhadores com assistência médica adequada e realizado avaliações das máquinas para verificar sua segurança, a Agência de Segurança Aeroportuaria (TSA), tentou manter o assunto em segredo para evitar uma oposição ainda maior contra os scanners instalados em muitos aeroportos os EUA e do mundo. A proximidade e a exposição continua à radiação causaram as doenças em vários operadores que operam os scanners desde 2003, fazendo com que, hoje, sofram problemas de saúde irreversíveis.

Mesmo quando os funcionários e supervisores freqüentemente pediram medidores de radiação para avaliar realisticamente a quantidade de radiação à que eles estavam expostos, o TSA não atendeu as solicitações. Alem disso, a TSA não tinha avaliado os scanners para determinar a segurança ou insegurança deles. Embora a secretária de Segurança Nacional, Janet Napolitano, disse várias vezes que as máquinas eram seguras, a verdade é que um estudo citado pela TSA e Segurança Nacional era falso. O estudo de acordo com Napolitano havia sido feito pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), mas este nunca ocorreu. NIST lançou recentemente uma aclaração e disse que o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia nunca realizou testes de segurança em scanners de corpo inteiro.

Aparentemente, o alarme sobre o câncer começou quando um diretor federal de segurança em Boston Logan International Airport, disse que estavam preocupados sobre o número de trabalhadores com diagnóstico de câncer. Em um e-mail com o assunto: “O câncer de Boston + Riscos de Radiação para a Saúde e preocupações de segurança”, o diretor mais uma vez implorou para receber os dispositivos de monitoramento radiológico que havia solicitado em várias ocasiões. No mesmo e-mail sublinha a sua preocupação e a de muitos outros trabalhadores sobre “o número de operadores diagnosticado com câncer” e “a preocupação nossa que TSA tem monitorado erradamente a ameaça que eles enfrentam a os operadores e os trabalhadores que monitoram a bagagem dos passageiros. ”

Alguns trabalhadores da TSA estavam preocupados com a exposição à radiação nos últimos meses, alegando que o TSA em si não tinha compartilhado as suas conclusões sobre a segurança de exposição à radiação. De acordo com Infowars.com o Dr. David Brenner, da Universidade Columbia descobriu que “os scanners corporais provavelmente conduzirám a um aumento de um tipo comum de câncer de pele chamado carcinoma basocelular, que afeta a cabeça e pescoço. ” Além disso, Dr. Michael Love, do Departamento de Biofísica e Química Biofísica da Universidade Johns Hopkins, disse publicamente que “estatísticamente alguém vai ter câncer de pele da radiação emitida por essas máquinas. ”

“Não há realmente nenhuma outra tecnologia que podemos usar com raios-X que não contamine um grande número de pessoas. É realmente sem precedentes no mundo da radiação “, diz Brenner. Enquanto os cientistas e a mídia alternativa alertaram sobre os perigos dos scanners, o governo dos EUA diz que as máquinas eram seguras.

Muitos professores de ciências e outros cientistas alertaram o governo sobre a pouca ou nenhuma pesquisa existe sobre a segurança dos scanners. Alguns sugeriram que deveria haver formas de alcançar os mesmos objetivos que o governo tinha, sem prejuízo para os trabalhadores e passageiros. “Ainda não há dados concretos, claros, para determinar a segurança dos scanners utilizados nos aeroportos”, disse um grupo de professores da Universidade da Califórnia, observando que os testes só foram feitos pelos fabricantes dos scanners.

Vale lembrar que a mesma tecnologia está sendo implantada pelos governos e suas agências de segurança nacional em lugares como estádios, postos de controle, e, em tamanhos menores nos tribunais, shoppings e até mesmo algumas escolas.

Operadores de Escáneres en Aeropuertos Sufren de Cáncer

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
28 de junio 2011

Ha tomado solamente unos pocos años para que las consecuencias de la continua exposición a la radiación de los escáneres se manifieste. Los operadores de escáner a los cuales muchos pasajeros están sujetos antes de abordar un avión descubrieron grupos cancerígenos en sus cuerpos después de sólo una década o menos de trabajar con estas máquinas. El descubrimiento de esta información se llevó a cabo después de que el Centro de Información sobre Privacidad Electrónica obtuvo documentos que muestran cómo los trabajadores de aeroportuarios enfermaron de cáncer, problemas cardíacos y cerebrovasculares.

En lugar de proporcionar a los trabajadores con una atención médica adecuada y, realizar las evaluaciones del caso en las máquinas, la Agencia de Seguridad Aeroportuaria (TSA), trató de mantener este asunto en silencio para evitar una oposición aún mayor a los escáneres instalados en muchos aeropuertos alrededor de los EE.UU. y el mundo. Es la proximidad y continua exposición a la radiación del escáner lo que causó que varios trabajadores que comenzaron a usar los escáneres al comienzo de 2003 ya sufran de condiciones médicas irreversibles.

Incluso cuando los empleados y supervisores con frecuencia solicitaron medidores de radiación a fin de evaluar con realismo la cantidad de radiación a que se estaban exponiendo, la TSA no honró esas solicitudes. De hecho, la TSA no había evaluado los escáneres para determinar la seguridad o inseguridad de los mismos. Aunque la secretaria de Seguridad Nacional de EE.UU., Janet Napolitano, dijo varias veces que las máquinas eran seguras, la verdad es que un estudio citado por la TSA y Seguridad Nacional era falso. El estudio que de acuerdo con Napolitano había sido hecho por el Instituto Nacional de Estándares y Tecnología (NIST), en materia de seguridad de los escáneres, en realidad nunca tuvo lugar. NIST salió recientemente a “lavarse las manos”, e indicó que el Instituto Nacional de Estándares y Tecnología nunca realizó las pruebas de seguridad en los escáneres de cuerpo entero.

Al parecer la alarma sobre los casos de cáncer comenzó cuando el director adjunto de seguridad federal en Boston Logan International Airport, manifestó preocupaciones relacionadas al número de trabajadores diagnosticados con cáncer. En un correo electrónico cuyo asunto dice: “Boston cancer+Radiation Safety and health risks concerns”, el director suplica una vez más para que se envíen los dispositivos de vigilancia radiológica solicitados en varias ocasiones. En ese mismo e-mail destaca su preocupación y la de muchos otros trabajadores por “el número de operadores diagnosticados con cáncer” y “nuestra preocupación de que TSA haya monitoreado erróneamente la amenaza que enfrentan por la radiación tanto la los operadores como los encargados de monitorear el equipaje de los pasajeros”.

Algunos trabajadores de TSA manifestaron su preocupación por la exposición a radiaciones en los últimos meses alegando que la propia TSA no había compartido sus conclusiones en relación con la seguridad de exposición a la radiación. De acuerdo con Infowars.com, el doctor David Brenner de la Universidad de Columbia encontró que “los escáneres corporales probablemente conducirán a un aumento de un tipo común de cáncer de piel llamado carcinoma de células basales, que afecta a la cabeza y el cuello.” Además, el Dr. Michael Love, del departamento de biofísica y química biofísica en la Universidad Johns Hopkins, dijo públicamente que “estadísticamente alguien va a tener cáncer de piel por la radiación emitida por estas máquinas”.

“Realmente no hay otra tecnología que podamos usar con rayos X que no contamine un número enorme de personas. Es realmente sin precedentes en el mundo de la radiación “, afirma Brenner. Mientras que los científicos y los medios alternativos advirtieron sobre los peligros de los escáneres, el gobierno de EE.UU. dijo que las máquinas eran seguras.

Muchos profesores de ciencias y otros científicos advirtieron al gobierno acerca de la poca o ninguna investigación que existía respecto a la seguridad de los escáneres de cuerpo entero. Algunos de ellos sugirieron que debería haber formas diferentes de lograr los mismos objetivos que el gobierno, sin necesidad de perjudicar a los trabajadores y los pasajeros. “Todavía no hay datos rigurosos, claros, para determinar la seguridad de los escáneres usados en los aeropuertos”, dijo un grupo de profesores de la Universidad de California, y señaló que las únicas pruebas realizadas fueron las hechas por los fabricantes de los escáneres.

Vale la pena recordar que esta misma tecnología de escaneo está siendo desplegado por gobiernos y sus agencias de Seguridad Nacional a lugares como estadios, puntos de control y en tamaños más pequeños en los juzgados, centros comerciales e incluso algunas escuelas.

TSA Airport Scanner Operators Suffering from Cancer

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
June 28, 2011

It took only a few years for the consequences of exposure to airport scanner radiation to come out. TSA airport scanner operators and other personnel discovered what are called clusters of cancer in their bodies after only a decade or so of working with these machines. The discovery of this information was done after the Electronic Privacy Information Center obtained documents that show how TSA workers got sick with cancer, heart disease and stroke.

Instead of providing the workers with proper medical attention and actually evaluating the safety of the machines, the TSA sought to keep this matter quiet in order to avoid an even greater opposition to the full body scanners installed in many airports around the US and the world. It is the proximity and continuous exposition to body scanner radiation what caused that several airport workers who first began using the scanners back in the early 2000’s now suffer from irreversible medical conditions.

Even when employees and supervisors frequently requested radiation meters in order to realistically gauge how much radiation they were being exposed to, the TSA never honored those requests. In fact, the TSA never even had the scanners tested for safety. Although US Homeland Security Secretary Janet Napolitano said several times that the machines were safe, the truth is that a study cited by the TSA and Homeland Security was bogus. The study that according to Napolitano had been conducted by NIST regarding airport scanner safety never actually took place. NIST came out recently ‘washing its hands’ and stating the the National Institute of Standards and Technology never conducted any safety tests on the full body scanners.

The alarm seems to have been first rang by the deputy federal security director at Boston Logan International Airport, who related concerns about the number of workers diagnosed with cancer.  In an e-mail whose subject line reads “Boston cancer+Radiation Safety and health risks concerns”, the director pleads once again for the radiation monitoring devices requested in multiple other occasions. He emphasizes his and everyone else’s concern about “the number of TSO’s thus far being diagnosed with cancer” and “our concern that TSA’s improperly non-monitored radiation threat facing both checkpoint and baggage assigned TSO’s”.

Some TSA workers manifested their concerns regarding radiation exposure in last several months alleging that the very own TSA had been less than forthcoming with its findings as they related to radiation exposure safety. According to Infowars.com, Dr. David Brenner from Columbia University had found that “the body scanners are likely to lead to an increase in a common type of skin cancer called basal cell carcinoma, which affects the head and neck.” Additionally, Dr. Michael Love, from the department of biophysics and biophysical chemistry at the Johns Hopkins, said publicly that   “statistically someone is going to get skin cancer from these X-rays”.

“There really is no other technology around where we’re planning to X-ray such an enormous number of individuals. It’s really unprecedented in the radiation world,” asserted Brenner. While scientists and doctors warned about the dangers of the scanners, the US government paraded around claiming the devices were safe.

Many other science professors and scientists warned the government about the little or no research that existed regarding the safety of the full body scanners. Some of them suggested that there should be different ways of accomplishing the same goals that the government intends to, without the need of harming the workers or the passengers. “There is still no rigorous, hard, data for the safety of x-ray airport passenger scanners,” said a group of professors from the University of California, as they pointed out that the only tests conducted were those performed by the full body scanner manufacturers.

It is worth remembering that this same full body scanning technology is now being deployed by Homeland Security to places such as sports arenas, stadiums, check points and in smaller sizes to Courthouses, Malls and even some schools.


Airport Body Scanners NEVER Tested for Safety

The supposed safety study performed by NIST and mentioned by TSA did not happenned.

Steve Watson
Infowars.com
June 27, 2011

Newly released internal government documents, obtained via the Freedom Of Information Act, reveal that the TSA, and specifically the head of the Department of Homeland Security, “publicly mischaracterized” the findings of the National Institute of Standards and Technology, in stating that NIST had positively confirmed the safety of full body scanners in tests.

In the private email response, NIST stated that the Institute had not, in fact, tested full body scanners at all for safety, and that the Institute does not even undertake product testing.

The email (below) states that the director of NIST was “not looking for corrections”, but wished to “offer clarification”, that the agency “doesn’t want any mischaracterization of their work continued.”

At the time, Prisonplanet.com published a response article to Napolitano’s claims, highlighting the fact that her statements regarding the safety of the scanners, as well as her claims that the pat down alternative was “discreet”, were manifestly false.

It is now clear that our concerns were shared by another government agency, in the form of NIST.

Another document obtained by EPIC even shows that, far from affirming their safety, NIST warned that airport screeners should avoid standing next to full body scanners in order to keep exposure to harmful radiation “as low as reasonably achievable.”

It is not clear whether or not the information and advice was ever passed on to TSA workers.

However, another document obtained by EPIC shows that a growing number of TSA workers diagnosed with cancers are voicing concern that the full body scanners and x-ray machines are indeed to blame for their illnesses.

The document also highlights the fact that the TSA has failed to issue employees with dosimeters, safety devices that would warn of radiation exposure, despite repeated requests from workers and their supervisors.

In an email sent by a TSA representative to employees at Boston’s Logan Airport, workers are assured that their complaints are being listened to and that a request to issue the radiation monitoring devices had been sent to TSA headquarters.

“I understand that some TSO’s who were diagnosed as having cancer have already left TSA employment but that BOS still has an alarmingly high number of cancer afflicted TSOs still working here.” the email states.

“Despite TSA management’s past assurances, many TSOs here do not feel safe from radiation threats that may go hand in hand with using x-ray screening technology, especially the newer [installed since TSA federalized airport security] technology…” the email continues.

In the same USA Today piece, Napolitano, or ‘Big Sis’ as she is now often referred to, also claimed that the Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory had also independently affirmed the safety of the scanners.

However, yet another document obtained and released by EPICnow shows that a Johns Hopkins study actually revealed that radiation zones around body scanners could exceed the “General Public Dose Limit.”

At the time we pointed out that Dr Michael Love, who runs an X-ray lab at the department of biophysics and biophysical chemistry at the Johns Hopkins school of medicine hadpublicly stated two days previously that “statistically someone is going to get skin cancer from these X-rays”.

“…we have a situation at the airports where people are so eager to fly that they will risk their lives in this manner,” Love said.

In addition, several other scientists have continued to speak out over the health hazards associated with the x-ray technology, noting that the body scanners are far from safe.

It is now even more clear that Napolitano’s statements to the public regarding the body scanners were misleading at best, and at worst were outright lies.

EPIC is currently engaged in a lawsuit against the DHS to force full disclosure of body scanner radiation risks. A second EPIC lawsuit is seeking to suspend the use of full body scanners altogether. Both lawsuits are ongoing.

The TSA previously refused to release internal reports on the safety of the body scanners.

Seguridad Cibernética: El Secuestro del Internet

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 1, 2010

En los Estados Unidos, una versión reciente de un proyecto de ley fue aprobado por la Cámara de Representantes, que dará a la internetComisión Federal de Comunicaciones (FCC) el dominio completo de la web. El proyecto de ley incluye la creación de un nuevo sector de seguridad en Internet, que incluirá la formación, la investigación y la coordinación del ciberespacio. Esta también permite que el Instituto Nacional de Estándares y Tecnología (NIST) cree un programa para reclutar infantes hasta los 12 años para enseñarles cómo llevar a cabo vigilancia y espionaje en Internet, como parte del nuevo Ejército Cibernético. El programa de becas que financiará la capacitación enseña a los estudiantes cómo crear sistemas de gestión de identidad utilizada para controlar el acceso a la web, redes informáticas, y los datos. Asimismo, se creará una serie de normas que todos los prestadores de servicios tendrán que cumplir a fin de permanecer activos. Los usuarios de Internet tendrán que soportar interminables requisitos, que incluyen el uso de software emitido por el gobierno. Bye, bye Linux!

En la sección 12, párrafo 4, el documento dice: “Vamos a ofrecer un procedimiento para identificar a estudiantes que cursen kindergarten y hasta 12 años de edad, para participar en internados y programas de prácticas que conduzcan a la certificación de las normas de la fuerza laboral federal en tecnología de la información …” En otras palabras, cualquier persona que tiene la intención de trabajar en cualquier lugar cerca de la Internet, tendrá que ser certificado por el gobierno federal y el gobierno federal se encargará de asegurarse que contará con los “recursos humanos” para llevar a cabo este plan mediante la contratación de niños que muestren habilidad desde la temprana edad de 5 años.

Además de los programas descritos anteriormente, el proyecto de ley también habla de la creación de nuevos protocolos que proporcionará una mayor seguridad. Todo el software disponible tendrá que ser revisado primero por el gobierno y luego pre-aprobado. Una vez más, hasta la vista programas de código abierto! Coincidentemente, Google ha anunciado la creación de su propia versión de la Internet, lo que preocupa a muchos ciudadanos quienes reconocen esta iniciativa como una prueba beta de lo que será Internet 2.0. Entre algunas de las prácticas sugeridas están la adopción de la identificación biométrica para poder acceder a la web. Esto permitiría que el gobierno y sus socios tecnológicos -Microsoft, Google, AT&T, Verizon y otros- sigan de cerca a cualquier persona que utiliza la web, ya que tal identificación reduciría el trabajo de indentificación de un solo individuo en un equipo específico en una determinada ubicación. Este tipo de prácticas se han puesto en marcha por los fabricantes de tecnología en computadoras, discos duros externos y otros dispositivos, que se habilitan biométricamente. Recientemente, Microsoft presentó la última versión de su consola Xbox, que cuenta con una cámara de 5 megapíxeles que se activa en por movimiento y reconoce los movimientos del cuerpo específicos a un determinado indivíduo..

Sección 7, que habla de la concesión de licencias y la certificación de profesionales de la seguridad cibernética dice: “A partir de tres años después de la promulgación de esta ley, será ilegal para cualquier persona ejercer su actividad en los Estados Unidos o para ser empleado en los Estados Unidos como un proveedor de servicios de seguridad cibernética a cualquier agencia federal o sistema de información o de la red … si este no tiene licencia y certificado por el programa. “Leyendo más el texto del proyecto de ley, es evidente que las redes mencionadas incluyen no sólo los todos los sistemas públicos, sino también todos los privados .

La Iniciativa Nacional Integral de Seguridad Cibernética le dará al Presidente poderes de emergencia que se añade a los que ya se le concedieron en el Acto Patriota, que incluye contingencias para limitar la publicación de contenidos, acceso a Internet y cierre de la web. Algunos asesores presidenciales, así como profesionales de tecnología que apoyan el proyecto de ley intentaron amortiguar las críticas confesando que el presidente ya tiene amplios poderes para regular la Internet durante las emergencias. Nadie pensaría que la intención del gobierno es aprovecharse de un proyecto como este con el fin de limitar o eliminar el acceso a la red, si no fuera por las declaraciones explícitas que algunos oficiales del gobierno han dado con respecto a la neutralidad de la red, internet 2.0 , el acceso a la web y así sucesivamente. Uno de los mejores ejemplos que podemos utilizar para ilustrar lo que el complejo industrial militar está planeando hacer, son las declaraciones más recientes del Zar que coordina regulaciones en el gobierno de Barack Hussein Obama, Cass Sunstein. El dijo que los sitios web deben ser obligados a remover “rumores“, “odio” o “declaraciones absurdas“, por lo general encontradas en sitios web “de derecha“. “En la era de la Internet, se ha hecho fácil esparcir rumores falsos o engañosos sobre casi todo el mundo”, escribe Sunstein. “Algunas páginas web derechistas hicieron comentarios absurdos y odiosos acerca de la supuesta relación entre Barack Obama y el ex radical Bill Ayers, uno de los objetivos de los sitios web fue, sin duda atraer a más espectadores. En Internet, así como en la radio, propagadores altruistas son fáciles de encontrar. Ellos desempeñan un papel especialmente importante en el ámbito político. Cuando Sean Hannity, el comentarista de televisión atacó a Barack Obama por su supuestas asociaciones, uno de sus objetivos podría haber sido la de promover los valores y las causas que él protege“.

El tipo de proyectos de ley como el aprobado en la Cámara de Representantes de EE.UU., también están siendo propuestos y aprobados en otras partes del mundo. En Australia, los senadores están sacudiendo sus poderes recién adquiridos, diciendo a los ciudadanos lo que es legal y lo que es ilegal decir o publicar en la web. Una de las muchas personas avanzando la censura es el senador Steve Fielding, quien es un miembro del partido llamado Primero La Familia. Él quiere que todos los contenidos adultos sean prohibidos para todos, incluidos los adultos. El Sr. Fielding está abierto a cualquier tipo de censura en Internet.

Mientras tanto, en Indonesia, el gobierno local está siguiendo los pasos de los Estados Unidos y Australia. “Hay miles de violaciónes de los usuarios de Internet en Indonesia. No tenemos ninguna intención de moverse hacia atrás … pero no queremos que la gente piense que el gobierno ignora asuntos como la pornografía en Internet“. La legislación reciente aprobada en Indonesia se adoptó a pesar de la firme oposición y las protestas generalizadas. El proyecto fue apoyado por grupos de musulmanes conservadores como el Partido Justicia Próspera (PKS), que remonta sus orígenes a la proscrita Hermandad Musulmana de Egipto.
Gobiernos y organizaciones que apoyan la censura en Internet por lo general citan la pornografía cibernética, rumores, mensajes de odio y las teorías de conspiración como las razones para intervenir con lo que se escribe y se lee en línea. En realidad, sin embargo, estos planes son esfuerzos para minimizar o eliminar la disidencia, al igual que algunos gobiernos como Venezuela, Irán, Arabia Saudita y Cuba hacen con estaciones de televisión y periódicos que cuestionó la “posición oficial“.

En el Reino Unido, un proyecto de ley etiquetado como el proyecto de ley Economía Digital incluye un nuevo código para limitar el acceso a Internet. Los informes locales advierten que el gobierno puede omitir el proceso de consultas regulares para ponerla en vigor. El proyecto de ley en el Reino Unido contiene dos cláusulas, 10 y 11, que son particularmente preocupantes. Ellas permitirán a Ofcom, avanzar con las medidas técnicas tan pronto como el código inicial de las obligaciones se haya introducido. Esto es visto como un plan del gobierno para limitar la Internet sin seguir los pasos adecuados. Según el sitio IPINTEGRITY.com, las normas incluidas en el proyecto de ley son un espejo del lenguaje de «limitaciones» que figura en la Directiva de servicio universal en el Paquete de telecomunicaciones de la Unión Europea.

¿Qué objetivos tienen proyectos de ley que buscan interferir con el uso libre de Internet?

De regreso en los Estados Unidos, la sección 5 del proyecto de ley establece la Seguridad Cibernética: “La transferencia de las normas de seguridad cibernética, procesos, tecnologías y técnicas, será desarrollado por el NIST.” Tanto el NIST como la FCC, han elogiado la iniciativa de Google para crear una versión de alta velocidad de Internet. Al mismo tiempo, la FCC está en proceso de presentar un plan nacional de banda ancha que efectivamente limita la cantidad de tiempo y las áreas a las que un usuario puede tener acceso. Además, los usuarios de Internet pagarán por el uso de tal banda ancha así como por la cantidad de descargas que hagan. Entre los planes a implementar con el proyecto de ley de seguridad cibernética es la “armonización” de la web. Esto significa que la gente tendrá que utilizar el software aprobado por las agencias federales con el fin de acceder a la World Wide Web.

Sección 6, que detalla las nuevas normas que NIST pondrá en marcha, indica que aquellos que no cumplen con las regulaciones federales, no podrán usar Internet. El apartado 2.2, una vez más reafirma las prerrogativas de la FCC para decidir cuáles son las normas de seguridad y permitir el acceso a la red sólo a aquellos proveedores de servicios de Internet (ISP) y otras empresas que cumplan con esas normas. En otras palabras, las empresas que proveen servicios de Internet y los propios usuarios tendrán que operar bajo los límites de los gobiernos federales o simplemente olvidar lo que hasta ahora ha sido un medio de libre acceso. Este tipo de políticas coinciden con puntos de vista de Cass Sunstein sobre el uso de la web. Él dice: “La libertad suele funcionar, pero en algunos contextos, es una corrección incompleta“. Él propone un “efecto congelante” sobre “rumores dañinos” como medidas para disuadir a los que crian rumores. World Net Daily informó sobre un documento creado por Sunstein llamado “Nueva Enmienda al Derecho de Expresión“, también conocida como una nueva”doctrina de equidad “, que incluye la creación de un grupo de “expertos no partidistas” para forzar la diversidad en los medios. La propuesta radical de reglamentación está contenida en su libro “La Constitución Parcial“, publicado en 1993.

Sección 8, que habla de los contratos de nombres de dominio, le da a un panel asesor creado con poder de veto sobre decisiones hechas por el Subsecretario de Comercio para Comunicaciones e Información con respecto a la renovación o modificación de los números asiganos a proveedores de Internet y que organizan el sistema de dominios. Esto parece hacer eco de lo expresado por los dos representantes que presentaron el proyecto de ley de seguridad cibernética. “Debemos proteger nuestra infraestructura crítica a toda costa; desde nuestra agua a la electricidad, la banca, los semáforos y los registros electrónicos de salud,” dijo Jay Rockefeller. Olympia Snowe concordó con su colega: “si no tomamos medidas rápidas, corremos el riesgo de un ciber-Katrina“. Los gobiernos que aprueban leyes como la de los EE.UU., e iniciativas como las de Indonesia, Australia, Nueva Zelandia, el Reino Unido y otros países, sin duda seguirán los pasos que China ha dejado atrás. Allí, “empresas como Cisco Systems, Nortel Networks, Microsoft, Sun Microsystems y Websense – están acusados de complicidad con violaciónes de los derechos humanos“, afirma sitio campaignforliberty.com. El grupo Amnistía Internacional documenta violaciónes cometidas por las autoridades chinas, que han introducido normas, cerrado casas de internet, espiado y bloqueado los correos electrónicos, desmontado programas de búsqueda, así como las noticias extranjeras y los sitios web que se consideran políticamente sensibles. Más recientemente, un nuevo sistema de filtrado se puso a trabajar, con la intención de prohibir una lista de palabras claves y expresiones. Dicho control, al parecer, puede aplicarse a través de una organización central que se encargará de supervisar todos los proveedores y usuarios de Internet, o también si se cuenta con puestos de gestión regional y local, que el proyecto de ley en Estados Unidos dicta se establecerá a través del apoyo económico a organizaciones no lucrativas que sirvan como sucursales para el centro de seguridad cibernética centralizado.

Grupos de ciudadanos preocupados con los poderes que la ley de seguridad cibernética da al presidente- quien quiera que este sea- así como las agencias federales ya están movilizandose para mostrar su oposición. GoPetition.com, es un lugar donde la gente puede firmar una petición para rechazar el proyecto de ley S773. El sitio afirma correctamente que si el proyecto de ley pasa, “Barack Obama puede silenciar a los disidentes directamente censurando el acceso directo a la internet.El Internet es un sitio libre con ideas e información y no una propiedad del gobierno federal“. Thepetitionsite.com otro sitio en internet llama también a opnerse y que la gente haga sentir su preocupación mediante la firma de una petición. “Si estás en este sitio, entonces usted probablemente sabe lo útil que es Internet para el intercambio de información.” Y continúa: “Ustedes probablemente también disfrutar de las muchas maneras que usted puede interactuar con los demás y entretenerse. Todo esto llegará a su fin si la Ley de seguridad cibernética de 2009 (s773) pasa “. Freedomfactory.us comienza su oposición al citar lo que muchos usuarios de Internet ya conocen: “Las amenazas y las tácticas de miedo siempre se utilizan para justificar el otorgamiento de nuevos poderes al gobierno, incluyendo dar al Presidente el poder de cerrar partes de Internet que considere una amenaza para la seguridad nacional y el acceso a enormes cantidades de datos digitales en la actualidad legalmente fuera de sus límites“.

Shelly Roche, de breakthematrix.com señaló una cuestión muy importante. La distribución menos centralizada, la gestión y el control de la web es más difícil de ser amenazada o significativamente afectada a un nivel que represente una amenaza para los usuarios o empresas. “Si se instalan prácticas comunes y las empresas se ven obligados a adoptar un programa de certificación federal, los hackers tienen una hoja de ruta que, una vez deconstruida, podría abrir la puerta para ataques masivos en la red.”

Al igual que los neoconservadores quienes utilizaron la teoría de Leo Strauss de crear amenazas ficticias en el siglo 20, con la participación de cristianos fundamentalistas en el Estados Unidos para conseguir apoyo, un gobierno infectado con individuos que siguen movimientos socialistas y fascistas ha creado una amenaza cibernética falsa con el fin de impulsar su agenda para limitar el acceso a la red. Al igual que los neoconservadores lograron crear la falsa guerra contra el terrorismo basado en una premisa falsa y alianzas con grupos terroristas en todo el mundo -que ellos mismos financiaron y dirigieron-, ahora los liberales, -también controlados por intereses bancarios- están tratando de tomar control del único medio que amenaza su poder y control, el único medio que hasta cierto punto democratizó la información y que la llevó a la población, el único medio que pone freno a su plan de crear una tecnocracia global para consolidar su dictadura científica.