Influenza H1N1: A fraude que foi… o Perigo que está por chegar

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Setembro 9, 2010

Gostaria de uma vacina contra a gripe comum, misturada com um vírus H1N1? Como você se sentiria se esta vacina fosse obrigatória? As pessoas não acreditaram a fraude do ano passado, mas como na melhor das seqüelas de Hollywood, os vilões se tornaram mais agressivos do que nunca. As empresas farmacêuticas estão trabalhando em um plano destinado a, através de seus governos controlados, proibir as pessoas ir à escola, trabalhar ou ter uma vida normal, se não se injetam com seus produtos tóxicos. Os controladores chegam de mãos vazias, como no ano passado, sem estudos científicos, e sem ciência.

Os países da Oceania e Finlândia já provaram o amargor da nova vacina híbrida. Crianças e adultos que tomaram o novo “coquetel” sofrem de efeitos colaterais terríveis tais como temperaturas corporais elevadas, convulsões, vômitos e hemorragias graves. Tanto assim, que o governo australiano tem parado de usar a mistura tóxica. Barbara Loe Fisher, fundadora da National Vaccine Information (NVIC), é uma das especialistas que estudam e analisam a fraude da falsa pandemia de gripe H1N1 do ano passado, e as alterações potencialmente nocivas que são introduzidas na nova vacina contra a gripe A nesta temporada. Os resultados da sua pesquisa evidenciam coisas que vão além do que qualquer cidadão doutrinado ou desinformado poderia duvidar.

É relatado que na Finlândia os casos de narcolepsia em crianças aumentaram em 300 por cento após a injeção com a nova vacina durante a campanha de vacinação mais recente. O Instituto Nacional de Saúde da Finlândia (THL) suspendeu o uso de vacina H1N1 pelo medo que a vacina continue causando distúrbios neurológicos em crianças e jovens, como tem acontecido nos últimos seis meses. A narcolepsia é um distúrbio neurológico que pode ser desencadeado por um vírus. “Um paciente que sofre de narcolepsia pode adormecer, de repente, por exemplo, enquanto, fala ou come, sem aviso prévio. Seus músculos também podem enfraquecer de repente, e subitamente colapsar. Nenhuma cura é conhecida para a doença “, relata o site de notícias YLE da Finlândia.

“Há uma correlação clara entre o tempo dos casos e a vacina contra a gripe H1N1”, relata o Helsingin Sanomat. Um número anormalmente elevado de casos de narcolepsia, na Suécia, também surgiram como resultado da vacina H1N1 durante um programa de vacinação. De acordo com a Kari Lankinen, médica chefe da agência finlandesa de medicamentos, os médicos foram cúmplices em esconder a relação entre a vacina contra a gripe A e a narcolepsia e como isto afetaria a sua carreira, a publicação de artigos em revistas internacionais, etc. Os médicos que fizeram os comentários nos últimos meses, agora trabalham com o Instituto Nacional de Saúde e Assistência (THL) “, relata YLE.fi. No total, cerca de 750 finlandeses têm experimentado efeitos colaterais resultantes da vacina H1N1, de acordo com o Times de Helsínquia.

Tanto a FDA como a Organização Mundial da Saúde recomendam a vacina H1N1 para ser incluída na vacina contra a gripe tradicional e, portanto, os serviços de saúde em todo o mundo combinam agora as duas vacinas. Como informamos no início deste ano, o presidente do Conselho de Saúde da Europa, Wolfgang Wodarg confirmou que o surto de gripe H1N1 de 2009 foi uma farsa fabricada por empresas farmacêuticas em conjunção com a OMS para obter enormes lucros, sem se importar com a saúde pública.

O perigo que vem

Ambas as vacinas contra a gripe tradicional e a H1N1 estão associadas a uma série de efeitos colaterais em todo o mundo, incluindo síndrome de Guillain-Barré e distonia, uma doença neurológica incapacitante. A vacina contra a gripe tradicional também tem sido associada com convulsões em crianças menores de 5 anos de idade.

Muitos lotes de vacinas contra a gripe H1N1 incluem esqualeno e mercúrio entre os seus ingredientes, duas substâncias que foram directamente ligados à explosão de autismo entre crianças, bem como outras doenças. Enquanto isso, pessoas dentro do governo e as forças armadas tiveram o privilégio de receber a vacina sem estes aditivos. Por quê? A chanceler alemã, Angela Merkel e os ministros do governo, bem como os soldados alemães estavam entre aqueles que receberam a versão “amigavel” da vacina.

A fim de evitar ações judiciais contra as empresas farmacêuticas, estas foram legalmente isentas por todos os governos que utilizaram a vacina em suas populações. Sanofi-Pasteur, GlaxoSmithKline e outros fabricantes de vacinas têm agora direito a imunidade. Por quê? A verdade é que a vacina contra a gripe para o inverno de 2010-2011, terá três vírus de tipo A ou B, e um deles é o H1N1. No ano passado, os cidadãos tinham a opção entre a vacina contra a gripe comum ou H1N1, mas este ano vão ser forçados a usar ambas. Então, as vacinas que causam o síndrome de Guillain-Barré, que afetaram e continuam a afetando a criação de células brancas no sangue, causando uma reação auto-imune e paralisia facial, devem ser tomadas por todos, porque nenhuma outra opção existe para aqueles que confiam a sua saúde e suas vidas para as vacinas. Os governos é claro, dizem que não sabem se essas reações são causadas pelas vacinas.

“Eu acho que não é razoável pedir às mulheres grávidas se injetar uma vacina que não tenha sido estudada, e cujos efeitos colaterais têm sido tão nitidamente negativos para os pacientes”, diz Barbara Loe Fisher, diretora do Centro de Informação sobre Vacinas

Mas a questão é mais séria do que um estudo clínico pode revelar. Timerosal, o preservativo de mercúrio usado em quase todas as vacinas é uma substância que não pode ser descartada no lixo uma vez que as vacinas expiram. A razão é que é tão tóxico que está proibido descartá-lo como qualquer outro produto. Mas para as autoridades de saúde é uma boa ideia usar vacinas com timerosal nas pessoas. Cerca de 12.000 crianças nos Estados Unidos foram usados como cobaias para uma vacina contra a gripe H1N1 contendo esqualeno, um ingrediente perigoso que tem sido diretamente relacionado com casos de Síndrome da Guerra do Golfo e uma série de outras doenças debilitantes. (NVIC.org). “É perigoso para as mulheres e as crianças que estão em suas barrigas.” A pergunta que Fisher e outros que monitoram a criação e utilização de vacinas é, onde esta a ciência que apoia a eficácia e segurança de produtos farmacêuticos tais como vacinas? A resposta que Fisher encontra uma e outra vez é que os dados obtidos nestes dois aspectos são quase inexistentes ou inconclusivos. “Como é que estão solicitando que todos se injetem com algo que não sabemos como nos afetará?”, diz Fisher.

E para aqueles que acreditam que a dose de mercúrio é muito baixa em uma vacina para prejudicar um ser humano, devem saber que a vacina contra a gripe A tem uma dose 25.000 vezes superior ao que é considerado uma quantidade segura. O Dr. Kent Holtorf, especialista em doenças infecciosas, alertou que a vacina é mais perigosa que a gripe. “Tenho uma grande preocupação com a vacina contra a gripe A H1N1. Foi introduzida no mercado muito rapidamente, e tem níveis muito mais elevados de adjuvantes, timerosal e esqualeno “, acrescenta Holfort. Quando o repórter perguntou se ele iria injetar a vacina nos seus filhos, Holtorf disse que “absolutamente não. Seria uma aposta muito arriscada.”

Outros doutores têm enfatizado os efeitos colaterais de outros ingredientes. O esqualeno contribuiu para a cascata de reações chamada síndrome da Guerra do Golfo. (Desenvolvido por soldados que foram vacinados), que também ficaram doentes com problemas de artrite, fibromialgia, linfadenopatia, erupção cutânea, erupção fotossensível, fadiga crônica, dores de cabeça crônica, perda de cabelo anormal do corpo, lesões de pele que não cicatrizam, úlceras, tontura, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações de humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, hemossedimentação (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, doença de Raynaud, síndrome de Sjogren , diarreia crónica, suores nocturnos e febre. Esses sintomas e problemas de saúde foram confirmados pelo médico e micropaleontologo Viera Scheibner.

“As vacinas, como tem sido constantemente encontrado, são prejudiciais para os seres humanos. Nunca foi provado que uma vacina trata ou cura qualquer doença, mas para aquelas pessoas que querem usar as vacinas, o mínimo que eles merecem é ter estudos científicos comprovando a eficácia e segurança das vacinas”, diz Barbara Loe Fisher. “Nem o governo nem nenhuma organização internacional têm o direito ou o poder de obrigar ninguém a usar um produto, muito menos se não foi cientificamente testado e aprovado. Fisher assim como médicos que foram consultados para este artigo concordam que as pessoas têm e devem conservar o direito de escolher se querem ou não usar uma vacina ou qualquer outro produto.

Assim, quando o médico, o diretor da escola ou da faculdade ou o seu patrão diga que é necessário injetar a vacina para trabalhar ou estudar, ensine-lhe a diferença entre um mandato e uma lei, e explique que não há lei obrigando ninguém a usar nenhuma vacina. Nenhum governo tem o poder de criar uma lei que obrigue um cidadão a ser injetado. Isso é inconstitucional. Se você é discriminado porque não vacinou-se ou não vacinou suas crianças, saiba que as leis, a ciência e a verdade estão do seu lado.