Parem o Financiamento da Fraude do “Aquecimento Global”

Por Phyllis Schlafly
Versão Português Luis R. Miranda

Os profetas e os propagandistas do aquecimento global antropogénico, que gostam de viver em grande estilo com o dinheiro dos outros, se reuniram em Cancún, no México, onde as temperaturas de janeiro geralmente ficam em torno de 80 graus Fahrenheit. Deus deve ter um bom senso de humor, porque Cancun foi afetada pelas mais baixas temperaturas em cem anos durante a reunião.

O primeiro dia da conferência apresentou-se um discurso do presidente do México, Felipe Calderón, que falou com muita preocupação sobre o aquecimento global e os danos que os seres humanos estão perpetrando no planeta.

Ele citou a morte de 60 pessoas no México devido a condições meteorológicas extremas, mas não mencionou a morte de 22.000 causadas pelo tráfico de drogas ilegais.

O Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou que “temos que transformar radicalmente a economia global, baseando-la em baixas emissões de carbono e energia limpa.”O objetivo declarado de Barack Obama para transformar radicalmente os Estados Unidos tornou-se na transformação do mundo.

A 16 ª Conferência Anual da Organização das Nações Unidas sobre o aquecimento global (UNFCCC), chamada a COP 16 (Conferência das 16 Partes), atraiu cerca de 20.000 delegados de 194 países.

A conferência teve pouco a ver com a ciência da mudança climática e tudo a ver com a tentativa de fazer com que os Estados Unidos e outros países industrializados redistribuam o dinheiro da classes média e baixa para as nações mais pobres, sob a supervisão dos burocratas das Nações Unidas.

Assim como nas conferências anteriores sobre o aquecimento global, a COP 16, deliberadamente tentou enfrentar países pobres contra países ricos, incentivando os países pobres a exigir o que os países ricos tem, mas sem não ganhar ou pagar por isso.

Esta é a versão internacional da tática marxista de guerra chamada guerra de classe.

Os propagandistas do COP 16, culpam toda tragédia humana no alto padrão de vida desfrutado pelos países ricos.

Nosso consumo excessivo supostamente causa o aquecimento global. Somos culpados porque somos prósperos, por isso devemos supostamente pagar as nações pobres.

Na COP 15 em Copenhague há um ano, os burocratas de países pobres encurralaram os ricos, e concordaram que os Estados Unidos devia criar um fundo para o clima de US $ 30 bilhões de dólares até 2012 e reduzir os gases do efeito estufa em 17% abaixo dos níveis de 2005.

Esse fundo devia, eles disseram, crescer para 100 milhões até 2020.

Felizmente, as propostas de Copenhague não foram formalmente aprovadas. Barack Obama entrou e saiu sem nada, a China comunista recusou-se a limitar as suas emissões, e os ditadores do Terceiro Mundo, não conseguiram os US $ 100 000 000 000 esperados.

Oficial da ONU: Política Climática é para Redistribuir a Riqueza

Ottmar Edenhofer confirma que a política ambiental é para implantar modelo neo-feudal

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Dezembro 5, 2010

As reivindicações feitas pelos céticos do aquecimento global, -que existem razões não descritas por trás da legislação- foram confirmadas por um membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas.

Em entrevista ao NZZ Online Sunday na Alemanha, Ottmar Edenhofer disse: “Redistribuir a riqueza é, de fato, o que queremos conseguir com a nova política do clima.”

A entrevista foi a seguinte:

(NZZ am Sonntag): O que há de novo sobre sua proposta para um Acordo Global é a importância de desenvolver políticas para implementá-las como política climática. Até agora, muitos pensam que as políticas de desenvolvimento são políticas de assistência.

Ottmar Edenhofer, “Isso vai mudar imediatamente se os créditos de carbono forem distribuídos mundialmente. Se isso acontecer, em uma base por pessoa, a África é o grande vencedor e enormes quantidades de dinheiro fluirão para lá. ”

Esta é a falsa idéia de que, se os países pobres não poluem tanto quanto os industrializados e vendem os seus créditos para os poluidores, isso trará prosperidade imediata. O que os globalistas que apóiam o regime de créditos de carbono não dizem é que este legaliza, de fato, a poluição cometida pelas grandes corporações, pois, desde que elas tenham os recursos para pagar esses créditos, nunca terão que parar de poluir o planeta.

Edenhofer questiona, no entanto, a capacidade dos países para gerir os recursos recebidos como resultado dos créditos vendidos. “Isso terá enormes implicações para a política de desenvolvimento. E isso levanta a questão de saber se esses países podem lidar responsavelmente com tanto dinheiro. “Esta afirmação concorda plenamente com a segunda parte do plano que os globalistas têm apresentado: Criar uma burocracia global que administre os fundos para conservação ambiental. Este corpo, não eleito pelo voto popular, irá determinar o que é feito com o dinheiro e qual país receberá e em que quantidades.

Obviamente, de acordo com documentos da reunião de Copenhague, as políticas ambientais propostas pelos globalistas demandam que os países realizem uma série de mudanças em suas políticas industriais para reduzir as emissões excessivamente a níveis da era pré-industrial, o que, efetivamente, vai acabar com a qualidade de vida atual. Além disso, depois que os países assinarem o documento final, eles não podem se retirar do tratado no futuro, se assim o desejarem.

(NZZ): Isso não soa mais como as políticas climáticas que conhecemos?
(Edenhofer): “Basicamente, é um grande erro discutir políticas climáticas separadamente dos principais temas da globalização. A reunião do Clima em Cancún, não é uma conferência sobre o clima, mas a maior conferência econômica desde a Segunda Guerra Mundial. Por quê? Porque nós temos 11 000 gigatoneladas de carbono em reservas de carvão no chão debaixo dos nossos pés – e podemos liberar somente 400 Gigatoneladas na atmosfera a fim de manter a meta de 2 graus. 11.000 para 400 – é preciso reconhecer o fato de que a maioria das reservas fósseis devem permanecer no chão. “Como os globalistas pretendem trazer progresso e desenvolvimento para os países em desenvolvimento sem utilizar os recursos de energia que cada país e continente possui? A verdade é que parte da política climática pretende que o Terceiro Mundo nunca saiba o que é desenvolvimento. Que vantagem é ter dinheiro para se desenvolver se não existe energia, infra-estrutura e condições mínimas de saúde e educação? Os globalistas não pretendem fornecer essas oportunidades para a América Latina, África ou Ásia. É por isso que, para aqueles que apóiam a legislação e as políticas globalistas relacionadas com o aquecimento global, isto faz muito sentido. E nem discutimos o fato de que os alarmistas do clima têm sido amplamente expostos como uma fraude.

(NZZ): Na verdade, isso significa uma condenação dos países com recursos naturais. Isto leva a um desenvolvimento muito diferente do que tem sido impulsionado pela política de desenvolvimento.

(Edenhofer): “Primeiro, os países desenvolvidos têm, basicamente, expropriado a atmosfera da comunidade mundial. Mas, é preciso dizer claramente que nós queremos redistribuir a riqueza no mundo através da política do clima. Obviamente, os proprietários de carvão e petróleo não ficarão entusiasmados com isso. ” O que Edenhofer diz é muito importante e deve ser entendido. O novo mundo será um lugar onde a burocracia internacional controla tudo e todos, sem respeito pela propriedade privada ou a soberania dos países. Esta tem sido uma das mais claras declarações que ouvimos dos globalistas. Até o presidente da União Européia afirmou categoricamente. “A era em que as nações eram independentes e soberanas acabou e a idéia de que os países podem viver de forma independente é uma ilusão, uma mentira.”

Edenhofer vai além do que muitos ambientalistas gostariam, em posição quase desafiante à oposição maciça que milhões de pessoas manifestaram contra a corrupção e a loucura dos globalistas que querem fazer a população de veados. “Você tem que se livrar da ilusão de que a política climática internacional é a política do meio ambiente. Isto não tem mais nada a ver com a política ambiental ou com o desmatamento ou o buraco na camada de ozônio “. Para Edenhofer, assim como para muitos outros globalistas, qualquer legislação ou ação contra a mudança climática é uma oportunidade para reforçar ainda mais a aderência ao monopólio, o controle e a tirania.

O Centro de relatórios Media Research revelou que Edenhofer era “co-presidente do Grupo de Trabalho III do IPCC e um dos autores do Quarto Relatório de Avaliação do IPCC, publicado em 2007, que terminou com a conclusão, então controversa, que ” A maior parte do aumento observado nas temperaturas médias globais desde meados do século 20 muito provavelmente se deve ao aumento observado nas concentrações antropogênicas de gases de efeito estufa. ”
Edenhofer confirmou o que muitos americanos e europeus têm dito o tempo todo: o esquema fraudulento de créditos de carbono irá penalizar o comércio dos países e da indústria. Uma reportagem no jornal norte-americano The American Chronicle intitulado “Cap-and-Trade Causará a Redistribuição da Riqueza entre os Estados e famílias trabalhadoras”, citando provas do Escritório Orçamentário do Congresso afirmando que o famoso Cap & Trade custaria a cada domicílio, em média US $ 1.600 por ano. Também aumenta o preço de um galão de gasolina para até 2,53 dólares e aumentará os custos de eletricidade em qualquer lugar em até 129 por cento.

Os resultados desanimadores da adoção de políticas “verdes” são muito claros e há muitos exemplos para citar. Um deles é a Espanha, onde a economia verde tem sido desastrosa para qualquer sector que tenha estado envolvido com isso. Isto não significa que ser amigo do ambiente seja uma condenação, mas as políticas ambientais formuladas procuram a desindustrialização plena da sociedade e  deixa claro que o Terceiro Mundo não deve alcançar níveis bons de desenvolvimento se quiserem manter os níveis de emissões prévios a Revolução Industrial.
Em 2009, Our Changing Globe escreveu sobre o regime de crédito de carbono: “A intenção é que o mundo industrial pague enormes quantias de dinheiro para os países em desenvolvimento sem que estes façam nada e é fácil ver como a burocracia e a corrupção poderia crescer se esse absurdo chegasse a ser aprovado. ”

A idéia por trás do defeituoso sistema de crédito de carbono é que as empresas punidas por poluírem trabalharão duro para reduzir a poluição, embora a tecnologia ainda não está disponível e não estará por muito tempo. Mas isso não detém pessoas como Barack Obama, que promete que os Estados Unidos reduzirão a poluição em 80 por cento, o que levaria o país de volta para os tempos da Revolução Industrial. Isso envolve a completa desindustrialização e a eliminação quase total da produção. Os globalistas têm tudo planejado, incluindo o substituto perfeito para os EUA. Por algumas estimativas, a China se tornará a maior economia em 2012 e, com isso, ninguém precisa dos EUA. Este país terminou o seu ciclo como ponta de lança para fazer avançar a agenda globalista e, agora, está sendo lentamente eliminado. Contrariamente ao que as pessoas como Edenhofer pensam, China, Índia e Rússia não têm a intenção de reduzir suas emissões e, portanto, a poluição vai continuar.

Mas, se o regime de crédito de carbono, como diz Edenhofer, não se destina a salvar o meio ambiente, qual é então o objetivo? A história do falso ambientalismo se origina em 1990, quando Maurice Strong, diretor do Programa Ambiental da ONU, em nome da família Rothschild, sugeriu que um pequeno grupo de líderes mundiais magicamente chegassem à conclusão e plantassem a idéia de que os países desenvolvidos e suas economias eram uma ameaça para o planeta e que deveriam ir ao colapso a fim de nos salvar de nós mesmos. Não é a única esperança para o planeta que a civilização industrializada colapse? Não é nossa responsabilidade fazer com que isso aconteça?

Hoje, os liberais progressistas e marxistas usam a falsa idéia de que o planeta está em perigo a fim de negociar limites, políticas de comércio e alterações climáticas sem que estas ajudem o meio ambiente, como explica neste artigo Edenhofer. O que a extinta Chicago Climate Exchange, juntamente com as políticas de carbono identificadas com nomes como “Lei da Energia” ou “Energia para o Futuro” pretendem, é obrigar que as classes baixas e médias nos países industrializados financiem a corrupção burocrática e os governantes corruptos dos países cujas ações causaram a degeneracao social e economica dos seus países. Os falsos ambientalistas, em seguida, retiram o dinheiro e os recursos dos trabalhadores das classes média e baixa e redistribuirao esses recursos entre os globalistas do resto do mundo.

A propósito, a confirmação de que o esquema fraudulento de créditos de carbono não tem nada a ver com a conservação do ambiente, como confessou Edenhorf, vem na mesma semana que marca o primeiro aniversário do escândalo do Climategate.

Revista Scientific American: Matem mais Bebês para salvar a Terra

Versão em Português
Marilia Muller

Após o vazamento de um projeto das Nações Unidas que delineou o plano para substituir a propaganda do medo sobre o aquecimento global com a ameaça da superpopulação, um artigo da revista Scientific American aborda este mesmo tópico, forçando a noção de que programas de aborto em massa e controle de natalidade precisam ser encorajados a fim de reduzir a quantidade de seres humanos exalando dióxido de carbono no planeta.

“Em última análise, planejamento familiar por si só – como o uso de preservativos- em algumas partes do mundo com populações em crescimento, incluindo os EUA, poderia conter, de uma maneira significativa, o crescimento populacional”, escreve David Biello.

Para sustentar sua argumentação, Biello menciona um artigo escrito por Paul Ehrlich, um eugenista desacreditado que, certa vez, declarou que “todos vão desaparecer em uma nuvem de vapor azul.”

Ehrlich, que escreveu Ecoscience com John P. Holdren, o livro onde os autores defendem a colocação de drogas no abastecimento de água para esterilizar pessoas e abortos forçados, é famoso por suas previsões imprecisas e espetaculares sobre como a superpopulação iria destruir o meio ambiente.

O artigo citado por Biello defende uma campanha de relações públicas dirigidas às mulheres para incentivá-las a praticar o aborto com a finalidade de reduzir a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera. Em outras palavras, mais bebês precisam ser mortos para evitar que eles exalem CO2. Coincidentemente, a edição da revista na qual o artigo está impresso apresenta um conjunto de crânios humanos na capa.

A verdade por trás dos temores sobre superpopulação é a redução do nível de vida global, fazendo com que o terceiro mundo nunca se torne economicamente próspero e, ao mesmo tempo, destruindo a classe média das nações ocidentais.

O objetivo das instituições globalistas é “limitar e reorientar as aspirações por uma vida melhor das classes médias em todo o mundo”, em outras palavras, reduzir o padrão de vida das classes médias na Europa Ocidental e América.

Similarmente, em seu artigo, Biello denuncia que “pessoas mais ricas” levariam a um aumento no consumo, mais uma vez revelando o fervor eugenista com que os ambientalistas querem impedir o terceiro mundo de sair da pobreza e da fome.

Na realidade, sempre que um país se desenvolve e se torna mais próspero, a população cai naturalmente, reforçando o fato de que os ambientalistas não se importam com a ameaça representada pela superpopulação, mas, sim, com o que representaria para a elite a existência de uma classe média forte.

Controles ambientais que impedem o desenvolvimento das nações do terceiro mundo e promovem fome, superpopulação e miséria, que é exatamente o que as elites querem que aconteça.

Os avisos sobre a ameaça representada pela superpopulação são fundamentalmente falhos. Na realidade, subpopulação será visto como o maior perigo para a prosperidade humana na segunda metade do século 21.

Dados da ONU indicam, claramente, que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050. O jornal The Economist publicou que “fertilidade está caindo e as famílias estão encolhendo em alguns lugares como o Brasil, a Indonésia e até mesmo em partes da Índia (lugares onde as pessoas pensam estarem repletos de crianças). A taxa de fertilidade da metade do mundo está agora em 2,1 ou menos -o número mágico que é consistente com uma população estável e é normalmente chamado de “taxa de reposição da fertilidade”-. Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa de fertilidade do mundo vai cair abaixo da taxa de substituição global. ”

A contagem de esperma global caiu um terço desde 1989 e pela metade nos últimos 50 anos. Este declínio está acelerarando enquanto casais encontram mais dificuldades para terem filhos. Em estudos com homens brancos europeus, a taxa de declínio de esperma é 50 por cento nos últimos 30 anos. Na Itália, isso equivale a uma redução da população em 22 por cento até 2050. A redução da população já está ocorrendo entre os habitantes nativos em muitas áreas da Europa e América.

O processo de redução da população global poderia naturalmente ocorrer aliviando a pobreza do terceiro mundo e elevando o nível de vida das pessoas em todo o mundo. Ao invés disso, globalistas querem atingir este objetico promovendo envenenamento em massa de nossos alimentos e da água.

Além disso, os governos já estão desenvolvendo bombas de nêutron que destroem humanos, mas não os edifícios, “para a limpeza étnica extrema em um mundo cada vez mais populoso”, segundo um relatório de 2007 do Ministério da Defesa Britânico , que previu que o uso de tais bombas poderia levar à aplicação de “força letal sem intervenção humana, elevando questões éticas e legais”.

Como os vídeos abaixo demonstram, a superpopulação é um mito. Globalistas e eugenistas deturparam estatísticas populacionais ao longo de décadas, a fim de justificar a sua agenda para acabar com grande parte da população. Se essa agenda genocida continuar, a humanidade vai seguir o caminho do Brontossauro. Leia aqui, a ciência por trás da questão da população do planeta.

Jornal Zero Hora Mente para seus Leitores

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Junho 8, 2010

As trilhas químicas não enfeitam ou adornam o céu. Elas são parte de um experimento de geo-engenharia usado globalmente que pretende limitar a quantidade de luz solar que o planeta recebe com o objetivo de diminuir o falso aquecimento global. Como The Real Agenda já reportou, trilhas químicas ou chemtrails, como se chamam em inglés, são compostas de cristais de óxido de alumínio, bário e enxofre que, segundo alguns cientistas, bloqueiam e refletem a luz solar com o objetivo de diminuir a temperatura do planeta. O problema com estas trilhas é que, inevitavelmente, os componentes químicos tornam-se parte do ar que as pessoas respiram, causado-lhes graves problemas respiratórios e outrascomplicações da saúde.

Geo-engenharia, ou a manipulação artificial das condições meteorológicas e padrões climáticos, é um tema que gerou polêmica depois que se descobriu que agências governamentais estudaram e continuam estudando a aplicação de técnicas de modificação do tempo, que eles dizem, é para eliminar ou limitar o aquecimento global e outras “doenças” atmosféricas. Como aconteceu com outros produtos artificiais, tais como alimentos transgênicos, a maioria de nós era ignorante sobre o assunto e levou um esforço gigante da mídia alternativa para descobrir e expor este programa. Veja o vídeo das trilhas químicas nos céus de São Leopoldo, RS, Brasil e de aviões espalhando-as aqui.

Trilhas Químicas sobre Sao Leopoldo, Brazil

O uso de trilhas químicas não é apenas uma questão de mudança do clima, mas implica um conjunto de mudanças ambientais. As primeiras consequências diretas da pulverização de compostos químicos têm sido uma multiplicidade de complicações de saúde às populações, como os efeitos neurológicos e alterações comportamentais, perturbações da circulação sanguínea, problemas cardíacos, efeitos sobre os olhos e a visão, falhas reprodutivas, danos ao sistema imunológico e gastrointestinal, danos ao fígado e às funções renais, defeitos de audição, distúrbios do metabolismo hormonal, efeitos dermatológicos, asfixia e embolia pulmonar. Como sabemos isso? Os testes realizados em pessoas que sofrem de alguma ou várias destas complicações apresentam níveis elevados de um ou mais dos produtos químicos pulverizados sobre centros populacionais. Em outros testes, amostras de ar também apresentaram altas concentrações de bário e alumínio.

Mas, se esses rastros químicos não são tóxicos, como o Jornal Zero Hora diz, porque a Monsanto, uma empresa química, está criando sementes que podem suportar os produtos químicos utilizados nestes percursos? Segundo a Dra. Ilya Sandra Perlingieri, os produtos químicos aplicados às áreas povoadas e despovoadas estão prejudicando não só o ambiente mas também a saúde humana.

“… Nós também sabemos que certos tipos de produtos químicos podem danificar a saúde humana e dos animais, especialmente o sistema imunológico … … os perigos das alterações hormonais estão agora mais amplamente explicadas na Internet, mas não são bem conhecidos pelas pessoas que escutam notícia dos meios de comunicação tradicionais. (1) A maioria destes produtos químicos altamente tóxicos são invisíveis e, portanto, estão facilmente fora do nosso radar coletivo. Com o nível de estresse criado deliberadamente pela crise financeira orquestrada pelas elites, onde milhões de pessoas perderam seus empregos e lares, um ambiente degradado não é prioridade para ninguém, especialmente se há pouca informação ao respeito. Este cenário faz parte de uma perspectiva mais ampla e é o que Naomi Klein escreve em seu livro “The Shock Doctrine”. Temos grandes crises, uma após a outra, sendo difícil manter o contato com nossa rotina diária, muito menos ter tempo para considerar as implicações toxicológicas de enormes quantidades de metais pesados e produtos químicos que envenenam nossa cadeia alimentar e, portanto, a nossa suposta saúde. ” Estamos no topo de uma cadeia alimentar em ruínas. ”

Leia a avaliação completa da Dra. Perlingieri sobre a geo-engenharia e as alterações climáticas aqui.

A pesar das consequências negativas, existem cientistas que insistem no uso de trilhas químicas. “Eu sugiro que tanto o óxido de

Depóis de 30 a 60 minutos as trilhas se extendem e encobrem o céu em São Leopoldo

alumínio quanto partículas de sílica podem ser usadas na estratosfera diluídas como um aditivo no combustível usado na aviação”, escreveu o engenheiro John Gorman, que conduziu experimentos para testar a viabilidade de tal cenário. “Nós queremos queimar combustível contendo o aditivo especificamente quando a aeronave esteja passeando na baixa estratosfera”, acrescenta. Relatórios de trilhas químicas ao longo de centenas de cidades em países ao redor do mundo são agora comuns. Plumas de fumaça pintam os céus azuis de cinza, após aviões comerciais e privados liberam os produtos químicos. Ambas agências governamentais e instituições como a Força Aérea ou empresas privadas contratadas são responsáveis por operar os aviões, colocar os componentes químicos em tanques independentes ou até mesmo no combustível que as naves usam.

Com todos os efeitos negativos que as trilhas tiveram sobre as populações, muitos cientistas fizeram pronunciamentos sobre os perigos que este tipo de geo-engenharia representa para o ambiente e as pessoas. Dan Schrag, da Universidade de Harvard, alertou que qualquer intenção de mudar o ambiente, incluindo o próprio ecossistema, poderia ter conseqüências desastrosas, entre elas, secas e outros desastres naturais. “Eu acho que nós deveríamos considerar a engenharia climática apenas como uma resposta de emergência a uma crise climática, mas não existem provas que mostrem uma crise climática”, disse Schrag. Alan Robock, professor da Rutgers University, diz que as consequências poderão ir muito mais longe do que secas. Estas experiências, ele diz, “poderiam criar catástrofes”, danificando a camada de ozônio e, potencialmente, alterando a estratosfera, eliminando os padrões climáticos, tais como a estação das chuvas, da qual bilhões de pessoas dependem para suas lavouras e alimentos para a população “. O problema é que este é exatamente o que o uso de trilhas químicas pretende fazer: mudar os padrões meteorológicos. A utilização de produtos químicos para bloquear os raios do sol implicará em mudanças drásticas na biosfera e atmosfera, tais como o ciclo hidrológico, padrões de vento e como o sol impulsiona os ventos ao redor do planeta. Com isso, outros aspectos tais como fertilidade do solo e a disponibilidade de água começam a aparecer.

Não deixe que as mentiras do jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, confundam você. Geo-engenharia e trilhas químicas não é o mesmo que contrails ou trilhas de condensação. Enquanto os contrails desaparecem após alguns minutos no céu, chem-trails são deixadas por aviões que cruzam o céu várias vezes, produzindo figuras como um tabuleiro de xadrez, círculos e semi-circulos.

Se os seres humanos são responsáveis pelo aquecimento global, por que bloquear o sol? A verdade é que o sol é o mais gigantesco corpo quente do sistema solar e como tal, o elemento que determina o clima. Diferentes cálculos estimam que a atividade humana emite apenas entre 4 e 6 por cento do total de CO2 na atmosfera, portanto, tendo pouca influência sobre os padrões climáticos. Erupções vulcânicas e o sol, por exemplo, têm um efeito maior no clima do que qualquer atividade humana. O CO2 é realmente o que a maioria da biosfera usa como alimento. Um ambiente rico em CO2, então, fornece mais combustível para as plantas e as árvores e mais alimentos para animais e seres humanos.

Em una ou duas horas, os compostos químicos formam uma neblina o névoa que mais tarde cai como chuva ácida.

Outra conseqüência das trilhas químicas é a chuva ácida. Gotas de chuva contendo elementos químicos causam enorme acidificação dos lagos e rios, contribuindo com o envenenamento dos humanos, árvores em altitudes elevadas e muitos solos florestais sensíveis. Mas não só aqueles que rejeitam a teoria do aquecimento global antropogênico são céticos sobre o uso de trilhas químicas. O cientista chefe do Greenpeace no Reino Unido, Doug Parr, um defensor da explicação do aquecimento global antropogênico, desqualifica as tentativas de Geo-engenharia do planeta como “estranhas” e “perigosas”. Uma reportagem da KSLA no início deste ano constatou que experimentos químicos com aerosóis vêm acontecendo por décadas. A reportagem revelou experimentos expostos em 1977 em audiências do Senado dos Estados Unidos. O relatório mostrou as experiências com compostos bioquímicos em humanos e relatou que “239 áreas povoadas foram contaminadas com agentes biológicos, entre 1949 e 1969.

Então, para os que escreveram o artigo na Zero Hora, -o qual não tem o nome do repórter- estas trilhas não significam nada mais do que condensação casual de contrails, mas as provas mostram exatamente o oposto. Os repórteres no jornal são ignorantes ou simplesmente mentem para os seus leitores deliberadamente.

Se o objetivo final da Geo-engenharia é reduzir os efeitos do aquecimento global devido à atividade humana e às suas consequentes emissões de gases estufa, pensaríamos que este método teria pelo menos uma boa chance de funcionar, não é? Bem, acontece que a Geo-engenharia bioquímica não tem efeito nenhum para evitar o aquecimento que cientistas corruptos dizem causam o efeito estufa na atmosfera. Portanto, o uso de trilhas químicas é, no mínimo, uma solução incompleta e, no máximo, um envenenamento massivo da humanidade.

O cientista David Suzuki diz que a geo-engenharia é uma “loucura” e vai mais longe ao dizer: “Se nós aprendemos alguma coisa do passado, é que apesar de estarmos muito hábeis em inventar novas e poderosas tecnologias, nosso conhecimento de como o mundo e as coisas estão interligadas é quase zero. ”

No final de tudo isso há um aspecto mais preocupante da geo-engenharia. Nós todos sabemos o que os governos são capazes de fazer quando querem manipular as pessoas: guerras inexplicáveis, pandemias inexistentes, eventos terroristas … Embora o uso de produtos químicos como arma de guerra é geralmente visto como moralmente e universalmente proibido, temos visto evidências muito convincentes de que essa proibição nem sempre é respeitada. Segundo um artigo publicado na Revista Wired Magazine, outras formas de geo-engenharia, tais como fertilização dos oceanos, podem ser usados para proliferação de algas que esterilizam os oceanos, isto, por sua vez destruirá a pesca e os ecossistemas de água.

Mesmo os globalistas das Nações Unidas, tradicionalmente defensores destas politicas, manifestaram sua preocupação com a

Algumas trilhas tomaram completamente os céus de São Leopoldo em 03 de junho.

utilização das trilhas químicas. A 14ª Sessão do Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico, Técnico e Tecnológico foi o primeiro lugar onde o Conselho das Nações Unidas discutiu a geo-engenharia, desde a assinatura do Tratado ENMOD em 1976. O tratado proibiu a geo-engenharia, quando ela é usada para objetivos “hostis”. SBSTTA 14 irá recomendar à Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica a imposição de uma moratória sobre todas as atividades de modificação do clima através de geo-engenharia em uma reunião em Nagoya, Japão em outubro 2010. Naturalmente, o conhecimento se dissemina mais rápido e melhor quando as pessoas mais a nível local são responsáveis por informar sobre estas questões. Então, conte à sua família, amigos e conhecidos sobre a origem e os perigos de armas laser e a modificação do clima com geo- engenharia ao redor do globo. Assim como OS POVOS expuseram as mentiras sobre o aquecimento global antropogênico e Climategate, é nosso dever expor isso também.

Então, por que adotamos uma técnica de modificação do clima que é prejudicial aos seres humanos e cujo principal objetivo não pode ser alcançado? Quem se beneficia deste tipo de tecnologias de geo-engenharia se são adotadas por outras razões? Certamente não será o meio ambiente. Mais respostas sobre trilhas químicas ou chemtrails, suas origens e o que elas significam pode ser encontrado em A Ciência da “Farmacologia do Ar” ou “Chemtrails”. Aos meus colegas na Zero Hora quero dizer: não custa nada escrever uma reportagem completa com fontes confiáveis e com fatos. Mas acho que todos sabemos porque este jornal evita escrever a verdade. Como parte do grande império da Globo, talvez é dificil falar ou escrever a verdade. Somente os que se prestam para mentir ou falar meias verdades por causa da sua ignorância -voluntária ou não- e /ou preguiça profissional têm espaço numa empresa como o Jornal Zero Hora ou o império Globo.

…E agora por um Banco e uma Moeda Mundial

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 19, 2010

Desde a infância tenho ouvido sobre a possibilidade de uma moeda global. Naquele tempo, ninguém por perto conseguia me explicar como iria surgir e quem a controlaria. A resposta a estas questões já estão claras. Dominic Strauss-Kahn respondeu às minhas questões de infância. Uma moeda global gerida por um Banco Central Global. O chefe do FMI disse que isto é necessário durante uma reunião na qual reafirmou sua opinião de que esta crise é uma “oportunidade.”

Segundo Kahn, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Pagamentos Internacionais seriam de última instância nos casos em que a economia global ficasse em ruínas. Kahn disse que a nova moeda seria um ativo “livre de risco para o sistema independente de moedas nacionais” e um banco mundial central “também poderia servir como um emprestador de última instância”. Que inteligente o Sr. Kahn! O problema é que estas ideias não são novas e não são dele. A criação de uma instituição financeira global tem estado em formação ao longo de décadas.

A idéia de um órgão mundial que controle a emissão de moeda e a política financeira como um todo foi criado antes do nascimento das Nações Unidas, a Liga das Nações e da União Européia. Este princípio de concentração do poder e política foi originalmente concebido para acumular o controle sob o pretexto de evitar a corrupção econômica e os desastres financeiros. No entanto, não demorou muito para descobrirmos que é exatamente o oposto. Assim como a criação da Liga das Nações, as Nações Unidas e a União Européia não acabou com as guerras, a instabilidade econômica não terminará com a criação de uma organização supranacional -na verdade será perpetuada.

Revisemos alguns acontecimentos passados. Desde que as Nações Unidas nasceram, temos experimentado conflitos em todos os continentes. Esses conflitos não ocorreram entre países, mas eram desestabilizações realizadas com grupos criminosos patrocinados por governos ou agências de inteligência. Mossad, a MI6, a CIA, os talibãs e o IRA são apenas alguns exemplos. Guerras patrocinadas por países são uma coisa do passado, pois os banqueiros entenderam que poderiam causar conflitos usando e controlando as organizações terroristas que fariam o trabalho para eles.

No mundo da economia e finanças, os impérios, ou os países que aspiravam a tornar-se impérios, tinham e ainda têm os instrumentos para a realização de terrorismo económico e financeiro. As corporações que operavam fora dos governos, inicialmente contrataram instituições financeiras para realizar atividades fraudulentas. Depois, as corporações se tornaram o governo e, em seguida, era mais fácil realizar suas operações de terrorismo financeiro. Multinacionais da Banca estabeleceram uma nova ordem controlada por elas, acabaram com a supervisão dos governos e criaram políticas que efetivamente as transformou em donas da economia mundial.

Assim, os banqueiros não precisam de Al-Qaeda, MI6, Mossad ou a CIA para colocar o mundo de joelhos. Esse objetivo poderia ser alcançado através de Wall Street, o FMI e o Banco Internacional de Pagamentos. A criação de blocos regionais para promover o comércio e a troca era uma desculpa para consolidar o poder e os recursos. Essa idéia foi mais tarde provada em todo o mundo, promovendo a criação de uma instituição financeira global que irá lidar com a questão do dinheiro e em que condições este é fornecido.

Quais foram os resultados da concentração de política financeira e económica na Europa? Nós estamos vendo agora. Islândia, Grécia e agora Espanha, Portugal e Inglaterra estão em ruínas. Por quê? Porque a homogeneização financeira não se destina a promover economias estáveis e políticas econômicas sólidas, mas a reforçar o controle e a implementação de políticas que permitam aos banqueiros consolidar ainda mais poder. O objetivo dos banqueiros nunca foi uma economia estável, com uma política monetária sólida, porque nesse tipo de mundo eles têm menos controle e a riqueza não está concentrada em suas mãos.

Vejamos outro exemplo que a historia nos dá: A criação de políticas globalistas como acordos de livre comércio. NAFTA, CAFTA, GATT por citar alguns, foram as tropas no terreno para os banqueiros. O fim do mundo industrial, o fim do capitalismo como funcionou com sucesso durante algum tempo, deu lugar à abertura das fronteiras para o fluxo de produtos tóxicos e baratos assim como imigrantes ilegais. Os acordos de livre comércio não só destruiram a indústria, mas também aniquilaram a rede de segurança social nas nações do mundo ocidental. Enquanto o dinheiro das cidades e povos foi roubado e usado para investir em produtos financeiros imaginários, estrangeiros ilegais espremiam os serviços sociais básicos, já enfraquecidos, em todas as nações da América e da Europa.

Hoje, os políticos mais influentes e as estrelas da cultura pop justificam a falta de respeito para as nações, suas constituições e leis, para permitir não só acordos de livre comércio, mas o fluxo contínuo de imigrantes ilegais nas fronteiras. Aplicar as leis de imigração e a constituição é visto como racista e os defensores da imigração legal são rotulados como injustos, desumanos e simplesmente loucos. Este é exatamente o resultado que os banqueiros queriam. Dividir para conquistar nunca foi melhor. As políticas de imigração são definitivamente radicais em um mundo onde todas as pessoas, inconscientemente, acreditam que a abertura das fronteiras é normal e as mercadorias baratas feitas pelos escravos na América Latina e Ásia são os melhores pelo seu preço.

Agora que demos uma olhada para trás, vamos olhar para o futuro. Como seria um mundo com maior concentração de poder e controle nas mãos dos responsáveis pela crise atual? Vamos ser otimistas e dizer que não poderia ser pior, certamente, não melhor. A centralização de poder e do governo a nível regional é o que causou a confusão em que estamos agora, a centralização nas mãos daqueles que financiaram Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein e que agora controlam as finanças e os governos dos Estados Unidos, Inglaterra, Ásia e África vai fazer o mundo mais caótico do que já é. Para seu benefício, é claro. A história não mente, não é?

Aqueles que prometeram o fim da guerra, só trouxeram mais conflito. Aqueles que prometeram estabilidade financeira só criaram mais desigualdade, pobreza e miséria. Será que você deixaria as chaves de sua casa nas mãos do ladrão que está fora de sua propriedade para cuidar dela? Você não faria isso. Você não deveria. Na eleição seguinte, sem importar onde você mora, vote por você e vote os ladrões fora do governo. Essa é a única forma de derrotar a sua agenda de conquista e escravidão. Muitas pessoas já estão trabalhando ativamente para acabar com a tirania global criada décadas atrás, assim que você não está sozinho.

Agora, basta de falar! Vamos agir! Abaixo está uma lista de algumas das empresas fraudulentas que controlam o mundo de hoje. Eu estou esperando que você lhes negue o privilégio de conduzir a sua vida. Pare o uso, a compra e o consumo dos seus produtos. Vamos usar o globalismo contra eles mesmos. Um boicote mundial dos seus produtos baratos, tóxicos e fraudulentos é o primeiro passo.

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

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