Estudo do Governo: Engenharia Climática é muito Perigosa

As consequências negativas da geoengenharia são claras.

Geoengenharia tem sido usada desde há décadas em formas conhecidas como chemtrails, ondas eletromagnéticas e raios laser.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
7 de setembro de 2011

Geoengenharia é essencialmente a manipulação artificial e deliberada do clima, aplicando as

Moscow "Halo" 2009. O "Case Orange" cita isto como evidência de semeação de nuvens, mas outros suspeitam que é um experimento eletromagnético.

tecnologias existentes para mudar os padrões climáticos e o tempo em uma área do planeta Terra. O uso dessas tecnologias tem sido sugerido por uma parte da comunidade científica e do influente grupo de alarmistas que acham que a humanidade é responsável pela mudanças climáticas. No entanto, as tecnologias utilizadas para modificar o clima vão além da mudança climática e ampliam suas funções para outras áreas, tais como a ativação das placas tectônicas e a criação de armamento militar. Mas cientistas influentes não discutem os usos listados acima, mas apenas sugerem práticas como a fertilização dos oceanos, a semeação de nuvens e o seqüestro de CO2, entre outros.

Técnicas como a fertilização dos oceanos, e o seqüestro de CO2 não são as mais populares entre aqueles que consideram que essas práticas devem ser usadas para salvar a humanidade. Os Estados Unidos, principalmente, e outros países desenvolvidos têm experimentado com outras tecnologias, menos discutidas que sao deixadas fora da discussão. O que todas essas práticas têm em comum é o fato de que nenhum deles é seguro e que a sua implementação poderia causar mais danos do que elas querem evitar. Esta é a conclusão de um estudo publicado em julho passado pela United States Accountability Office.

Estudo do governo chega meio século atrasada

Você pode pensar que este e outros estudos seriam realizados antes de qualquer uma destas técnicas de modificação do tempo fossem testadas ao ar livre, mas isso não é o caso. Ao dar uma olhada 50 anos atrás, é fácil encontrar exemplos de como técnicas e tecnologia para mudar o clima e o tempo tem sido usadas. Durante a Guerra do Vietnã, os EUA usou a semeação de nuvens para inundar as terras onde o exército vietnamita estava com a intenção de enfraquecer a sua operação contra a invasão. O projeto Stormfury envolveu a utilização de aeronaves que voaram dentro de tempestades tropicais depositando iodetos de prata para afetar seu desenvolvimento. O projeto foi conduzido pelo Governo dos Estados Unidos nos anos de 1962-1983. O projeto Cirrus foi mais uma tentativa de manipular o clima, desta vez afetando o comportamento de um furacão. O projeto foi liderado pela General Electric, o Exército Signal Corps, o Escritório de Pesquisa Naval e a Força Aérea dos Estados Unidos. Durante este ensaio no dia 13 de outubro de 1974, cientistas do governo tentaram modificar um furacão que se movimentava em direção oeste nos Estados Unidos. Hoje, até países como a China têm burocracias dedicadas à prática da modificação do tempo. Em Pequim, o Escritório de Modificação do Tempo coordena o uso de tecnologias para prevenir ou fazer chover quando necessário. Para as Olimpíadas de 2008, a China tinha 30 aeronaves, 4.000 lançadores de foguetes e 7.000 armas antiaéreas para parar a chuva. (1)

No seu relatório, o Government Accountability Office (GAO) começa por explicar que a razão do seu estudo é a análise das “tecnologias de engenharia climática, com foco na sua condição técnica, a direção futura da pesquisa e possíveis respostas.” Depois o documento diz que “o GAO revisou a literatura científica e relatórios governamentais, conselhos de especialistas com uma grande variedade de origens e pontos de vista, e entrevistou 1.006 adultos nos Estados Unidos.” (2)

Uso pesado de Chemtrails para o propósito de modificar o clima. Imagem da NASA.

Entre as conclusões do GAO o relatório diz que “as tecnologias de engenharia climática não oferecem uma resposta viável à mudança climática global.” De acordo com o documento, as tecnologias estudadas pelo GAO incluiu a remoção de dióxido de carbono (o gás que as plantas respiram para viver) e a gestão de radiação solar (SRM). Esta última técnica inclui o bloqueio da luz solar -que é a origem da vida- dizem alguns cientistas e alarmistas do clima, para evitar o super aquecimento do planeta. Tecnologias SRM têm sido amplamente utilizadas em muitos países que visitei, incluindo os Estados Unidos, Brasil, Costa Rica e outros como a Inglaterra e outros países da Europa Ocidental. O que esta tecnologia faz é pulverizar cristais e produtos químicos tóxicos, tais como aerossóis de sulfato e bário na estratosfera. “Por mais de uma década, os cidadãos dos EUA e Canadá têm sido vítimas de um assalto com aerossóis em suas cidades com uma mistura tóxica de metais pesados tóxicos, produtos químicos e outras substâncias perigosas. Nada disso foi relatado pela mídia. O Departamento de Defesa [DOD] e os militares tem sistematicamente usado trilhas químicas (Chemtrails), também conhecido como geoengenharia com aerossóis estratosféricos”, disse a médica Ilya Sandra Perlingieri. (3)

O estudo do GAO passa a relatar as suas conclusões dizendo que as técnicas de geoengenharia atuais são imaturas e muitas delas poderiam ter conseqüências negativas. Isto confirma os riscos à saúde já referidos pela médica Perlingieri. No entanto, o estudo também encoraja o pensamento coletivo (coletivismo), onde não importa os riscos envolvidos na utilização destas tecnologias, os pesquisadores ainda acreditam que vale a pena praticar versões controladas de modificação do tempo e do clima. O relatório diz que muitos cientistas se opõem a pesquisar e executar estas técnicas devido a que os “riscos tecnológicos sao significativos ou porque acreditam que a mudança climática sera muito limitada no futuro.” A maioria das pessoas entrevistadas disseram que não estavam familiarizados com a modificação do tempo, mas estavam abertas para fazer mais investigação, diz o GAO. Esses entrevistados não só não sabem da existência de técnicas de geo-engenharia -principalmente porque o governo e as empresas envolvidas têm tentado escondê-lo com algum sucesso- mas também não sabem que esses experimentos já foram realizados em todo o mundo sem o seu consentimento .

Como explicado acima, estudos como o realizado pelo GAO deveriam ter sido realizados e publicados antes que os experimentos patrocinado pelo governo e as empresas foram autorizados. No entanto, como muitas vezes acontece, os governos se sentem no direito de fazer o que quiserem, sem informar o público. Embora o estudo do GAO é relevante porque mostra a realidade do que muitos chamaram “teorias da conspiração” como fatos, ele falha miseravelmente porque ignorar a história da modificação do tempo e experimentação que tem sido feita em todo o mundo .

O estudo do GAO, a pedido do representante Eddie Bernice Johnson, avaliou as tecnologias de modificação do tempo em uma escala de 1-9 de acordo com a sua “disponibilidade”. Embora este critério é irrelevante do ponto de vista do perigo que a geoengenharia representa para a saúde humana, nenhuma das técnicas de modificação disponíveis obteve uma nota maior que 3 na escala do estudo. “Tanto os defensores destas tecnologias como os oponentes alertaram que a pesquisa e a implementação de experimentos de modificação do tempo tem riscos, tanto no desempenho de certos tipos de investigação como na utilização dos resultados (por exemplo, a implantação de tecnologias potencialmente perigosas que têm sido desenvolvidas com base em pesquisas). ”

O estudo do Government Accountability Office parece ter se originado em grande parte na desacreditada crença de que a atividade humana é a causa do que alguns cientistas chamam aquecimento global antropogênico (a Terra tem experimentado resfriamento global na última década), que segundo eles é causado pelas emissões de dióxido de carbono. Você poderia dizer que o estudo começou com o pé esquerdo, já que é baseado em uma premissa que é pelo menos duvidosa. Pelo menos mil cientistas de renome têm questionado a teoria do aquecimento global antropogênico e esta crença deve ser no mínimo investigada com mais profundidade antes de ser adotada como base para implementação de políticas relacionadas com a conservação ambiental. (4)

A premissa do estudo que os seres humanos causam o aquecimento global está cheia de meias verdades e falácias anteriormente expostas, como a crença de que algumas ilhas vão afundar como resultado da elevação dos mares, que o gelo nos pólos se derreteria e que ursos polares morreram porque não podem nadar. (5) O estudo também considera outras mudanças geofísicas do planeta, que ocorrem como resultado do aquecimento, tais como mudanças na vegetação e das chuvas, mas estes possíveis eventos são, sem qualquer fundamento, enquadradas em cenários negativos. De fato, o estudo observa que muitos cientistas “têm sugerido que o aumento da temperatura poderia ser beneficiosa em determinadas áreas geográficas ou setores econômicos. Por exemplo, a produtividade agrícola poderia aumentar em algumas áreas … … enquanto a temperatura da superfície aumenta, esse aumento não está acontencendo de maneira uniforme … “A primeira idéia que a agricultura em muitas partes do mundo poderia se beneficiar do aquecimento global, é consistente com registros científicos que indicam que a Terra era uma vez mais quente e continha 10 vezes mais CO2 do que hoje, resultando em mais vegetação e abundância de alimento.

Como The Real Agenda informou anteriormente, a única preocupação dos que defendem a teoria do aquecimento global antropogênico é suas amadas “torres de marfim” e “centros de controle primário” sejam mantidos a salvo de mudanças climáticas que ocorrem naturalmente. No relatório, o GAO citou a preocupação de alguns cientistas em relação ao “aumento do nível do mar” porque pode comprometer vários portos e grandes cidades nos Estados Unidos, como Miami, Nova York e Norfolk.” Mas essas mesmas pessoas não têm nenhum problema em impedir o desenvolvimento do terceiro mundo para que seu povo não possa desfrutar dos níveis de conforto que eles desfrutam hoje. Estes defensores do alarmismo climático não se importam se a civilização é levada a níveis de desenvolvimento típico da era anterior à Revolução Industrial, se é isso que é necessário para reduzir as emissões a níveis só vistos antes desse tempo.

Mais recentemente, um estudo realizado pelo CERN chamado CLOUD (Cosmic Leaving Outdoor Droplets),

Os resultados do experimento CLOUD mostram que a poucos quilômetros acima na atmosfera, o ácido sulfúrico e o vapor de água podem rapidamente formar aglomerados de nuvens, e que os raios cósmicos aumentam a taxa de formação em até dez vezes ou mais.

confirmou mais uma vez que a radiação solar e não a atividade humana e que impulsiona o clima da Terra. O relatório sobre as conclusões deste estudo foram proibidos de serem publicados, em parte, pelo chefe do CERN, o Rolf-Dieter Heuer, porque ele acha que os resultados das observações podem ser usadas para uma discussão pública, que uma vez por todas iria “cortar o rabo e as orelhas” da teoria do aquecimento global antropogênico. (6)

O que o estudo do GAO não detalha

Como explicado acima, o estudo do GAO, parece chegar com pelo menos 50 anos de atraso e, além disso, não tem nenhuma informação a respeito da evidência inequívoca de que experimentos como os descritos como “potencialmente perigosos” já foram realizados por muitas décadas. Mesmo alguns meios de comunicação fizeram eco das sugestões dos cientistas que defendem o uso de técnicas de modificação do tempo para “nos salvar do desastre.” Em março passado, o jornal USAToday publicou propaganda em suas páginas anunciando o uso de pulverização de químicos no ambiente (Chemtrails), que utiliza alumínio, bário, e outros produtos químicos letais como uma alternativa para salvar o mundo da destruição causada pelo o homem. (7) O artigo relata que alguns cientistas dizem que é uma oportunidade de fazer as coisas antes que a geoengenharia seja considerada uma necessidade. Um dos cientistas entrevistados chegou sugerir que a geoengenharia é uma opção viável para nos salvar do desastre. “A pesquisa em geoengenharia cria uma outra opção para o público”, disse David Victor, da Universidade da Califórnia-San Diego.

Além disso, a National Geographic publicou um artigo sugerindo o uso de armas nucleares para reverter o aquecimento global. O artigo da revista ecoou um programa patrocinado pelo governo, onde uma pequena guerra nuclear entre os países pequenos pode ajudar a reduzir os efeitos do aquecimento global. O artigo também advertiu que uma pequena guerra faria com que o planeta Terra perdesse os verões por vários anos, causando o surgimento e a propagação de doenças, mas que talvez esta seria uma boa idéia. (8)

Apesar da evidência histórica, o estudo do GAO não mencionou especificamente que a mudança do clima por meio de geoengenharia apresenta riscos à vida humana e para o próprio planeta. No entanto, há uma abundância de evidências a esse respeito. “Durante décadas nós temos sabido que os metais pesados e produtos químicos podem causar danos físicos graves. O livro da Rachel Carson intitulado “Primavera Silenciosa”, ensinou-nos sobre as graves conseqüências do uso ou exposição a esses venenos em nossas atividades diárias. Milhares deles são bem documentados como causadores de câncer “, escreve a médica Ilya Sandra Perlingieri.

    “Aeronaves comerciais e militares estão envolvidas em mais de 60 operações secretas. Ano passado, quando eu voei através do país, vi um avião da United Airlines (voando abaixo de nós a cerca de 37 mil pés), pulverizando um spray preto que se extendia por milhas e milhas no céu. Este programa clandestino agora inclui a pulverização aérea na América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia [todos os países da NATO]. Centenas (se não milhares) de pessoas pediram explicações a funcionários públicos para obter respostas. As respostas das autoridades dos EUA e Canadá nunca foram recebidas, ou na ausência de resposta, as consultas foram descartadas como insignificantes.

Os militares dos EUA fazem pulverizaçoes de armas químicas e biológicas em ensaios ao ar livre sobre os civis desde a década de 1940. Eles são chamados de “evidência de vulnerabilidade.” Esta não é uma declaração polêmica. O Exército reconheceu esta prática muitas vezes e há uma abundância de documentação por parte do governo para provar isso. Existe também documentação de fumigação intencional e radiação experimental sobre a população civil. Infelizmente, esta informação só foi publicada mais tarde, o que tornou impossível salvar vidas ou aliviar o sofrimento das vítimas.

Esta propriedade com aparência de HAARP é chamada Jicamarca, e é um Obervatório de Rádio que faz parte do Instituto Geofísico do Peru. Ele recebe a maior parte do seu apoio financeiro da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos através de um acordo de cooperação com a Universidade de Cornell.

Mas Chemtrails não é a única técnica de modificação do tempo para o uso exclusivo de experiências de governo, ou aquelas patrocinadas pelo governo. “A existência e aplicação da tecnologia para modificar o clima, a ionosfera e causar atividade das placas tectônicas está documentado e não é apenas uma teoria da conspiração.” Os cientistas envolvidos em testes usam estas tecnologias com permissão do governo para executar experiências ao redor do mundo “, diz Andrei Areshev, vice-diretor da Fundação Estratégica para a Cultura Russa. De acordo com Areshev “armas do clima tem sido aperfeiçoadas e podem ser usadas para causar seca, destruir áreas cultivadas e induzir vários fenômenos anômalos em alguns países.” Talvez o Sr. Areshev está falando sobre o Programa de Pesquisa de Alta Frequência Auroral (HAARP), (9) uma arma que a grande mídia e alguns cientistas de renome chamam “teoria da conspiração”, enquanto se recusam a falar sobre ela. No entanto, mudando o clima já foi considerado uma teoria da conspiração, certo? E o uso de Chemtrails também é considerado uma teoria da conspiração, certo? Mas elas existem.

Em seu livro de 1995 intitulado Angels Don’t Play This HAARP, Dr. Nick Begich explica como HAARP eletrifica a atmosfera superior com raios eletromagnéticos. “É um modelo avançado de um aquecedor ionosférico.” De acordo com Begich, HAARP é uma tecnologia de ondas de rádio super-poderosa, que afeta áreas da ionosfera, dirigindo um raio nessas áreas. Como resultado, as ondas eletromagnéticas sao dirigidas para a Terra penetrando tudo no seu caminho. (10)

Uma terceira forma de técnicas de modificação do tempo que se transformou em armas e a tecnologia laser no espaço. Em 1998, o tenente-coronel da Forca Aérea dos Estados Unidos, William H. Possel escreveu um relatório de pesquisa apresentado ao corpo docente da Air War College, explicando a atual situação das armas laser estabelecidas no espaço. No seu relatório intitulado: Armas Laser no Espaço: Uma Analise Critica, Possel fala sobre as vantagens que as armas espaciais tem para atacar e destruir mísseis balísticos. Ele ainda vai mais longe e explica os tipos de lasers que podem ser usados para fins militares. Entre eles, lasers de fluoreto de hidrogênio, laser de fluoreto de deutério e laser químico de oxigênio-iodo. Além disso, Possel entra em detalhes sobre como é vantajoso ter armas a laser no espaço. “Elas tem a vantagem sobre os sistemas terrestres de ser capaz de cobrir um grande teatro de operações estando apenas limitadas pela altura da órbita que é a plataforma. Ao aumentar a altitude aumentam as possibilidades. Chame-me um teórico da conspiração, mas o que acontece se alguém conseguiu aperfeiçoar o uso de raios de ondas eletromagnéticas (HAARP), e armas baseadas no espaço. E não era que as tecnologias de modificação do tempo seriam usadas em uma tentativa de evitar uma catástrofe, em vez de causar eventos catastróficos? Se você não entende, nós estamos falando sobre o uso de tecnologias para a modificação do tempo, as quais foram modificadas para criar armas de guerra em qualquer lugar do mundo. (11)

Modificação do Tempo não é uma Teoria da Conspiração

Em um artigo intitulado Geoengenharia Atmosférica: “Case Orange” A Manipulação do Clima e Chemtrails, o escritor Rady Ananda apresenta uma revisão do relatório “Case Orange” que de acordo com Anando, foi escrito para confirmaram que a manipulação do tempo não é nem um piada nem uma teoria da conspiração. “É totalmente operacional, com um forte passado de 60 anos de história.” De acordo com a história recente da Organização Meteorológica Mundial, existe um declínio no apoio à investigação da modificação do tempo e do clima e uma tendência acelerarada no uso de técnicas existentes que são chamadas de projetos operacionais. (12)

Como cita Ananda em seu artigo, “Case Orange” está ligado a um relatório de 1996 que foi escrito por militares. O relatório, intitulado: Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o Tempo em 2025 explica as evidências relacionadas a programas de pulverização estratosférica patrocinados por ordens dos governos, nomenclatura química nos manuais de operação aérea, e apelos por economistas para usar a geoengenharia. “Controlando o Tempo em 2025”, prevê um calendário específico para o uso da tecnologia e técnicas de modificação ambiental em colaboração com a Associação de Modificação do Clima (WMA), uma parceria entre empresas privadas e o governo que promove o uso benéfico de técnicas de modificação do ambiente. “Bem, não são tão benéficas como relatado pelo Government Accountability Office. Algumas das medidas a serem tomadas como parte do projeto “Controlando o Tempo em 2025” são: a criação de espelhos estratosféricos com a introdução de ions, com um aumento acentuado em 2008, o uso de produtos químicos para a modificação de nuvens por empreiteiros civis (e militares) criação de nuvens usando nanotecnologia, com um aumento exponencial a partir de 2010 e a introdução de ‘pó de carvão negro.”

O relatório sobre “Case Orange” termina com uma prática que é reveladora mas ao mesmo tempo familiar por parte do governo, militares e empresas do governo:

    “Nossa pesquisa conclui que programas de controle do clima, controlados pelos militares, mas adotados por governos, devem permanecer em segredo para evitar o pior dos casos, o que obviamente não se quer. Os dois instrumentos básicos são o controle de temperatura através da geração de nuvens artificiais e a manipulação da ionosfera através do aquecimento da mesma. (HAARP)

Ambos os sistemas continuam sendo essencialmente para o uso militar com a opção de tomar a ofensiva, se necessário. No entanto, devido a que existem vários aquecedores ionosféricos instalados em vários locais ao redor do mundo, pode-se supor que existe uma ampla cooperação entre os governos, a fim de alcançar as metas climáticas para 2025: o controle do clima e, portanto, do planeta.

Então vamos ver o que temos. Um dos objectivos claramente declarados é o de mudar o clima do planeta Terra, tal como apresentado por organizações governamentais, corporações, e uma parte da comunidade científica. Existe um plano para controlar o tempo até 2025. Existe um relatório escrito pelos militares que explica como a manipulação da ionosfera é realizada através de raios eletromagnéticos (HAARP), cuja infra-estrutura se estende por todo o globo, e é usado para operações de controle do clima. Um relatório escrito pelo tenente-coronel William H, Possel, do U. S. Air Force, explica a realidade das armas no espaço que são resultantes da tecnologia de manipulação do tempo. Existe uma apresentação histórica feita pelo Dr. Nick Begich em seu livro Angels Don’t Play This HAARP, explicando como a tecnologia de ondas eletromagnéticas e usada para afetar negativamente o clima pelo a través do aquecimento da ionosfera. Andrei Areshev lançou uma advertência explicando de forma independente, a existência e aplicação de tecnologia para mudar o clima, a ionosfera e as placas tectônicas. Existe documentação do uso histórico da tecnologia de modificação do tempo para artificialmente contaminar o planeta Terra em uma insana tentativa de “evitar um cenário fictício de destruição global”. Sugestões foram feitas pela mídia sobre quanto beneficioso é usar tecnologias de modificação do tempo, não importa o quão perigoso estas são. Relatórios médicos provam além de qualquer dúvida razoável como a mudança climática artificial afeta negativamente a saúde dos humanos, a quem os partidários da modificação artificial do tempo, ironicamente, dizem que estão protegendo. E finalmente, um estudo pelo Government Accountability Office dos Estados Unidos, remove qualquer dúvida sobre os perigos que apresenta para a humanidade e o planeta, o uso de tecnologias de modificação do tempo.

Você precisa de mais provas de que a modificação artificial do tempo, a fim de nos salvar de uma catástrofe global fictícia é uma má idéia? E se o aquecimento global e as mudanças climáticas são reais, como eles querem que nós pensemos, é prudente arriscar nossas próprias vidas e a saúde do nosso planeta para agradar a um grupo de cientistas malucos e burocratas controladores que querem militarizar tudo para criar mais guerras? (13) Não há já suficientes armas, guerras e morte? Quantos de nós tem que morrer para que os controladores estejam felizes? Parece que o número é 6.5 bilhoes.

Government Study: Geoengineering Too Dangerous

The potential negative consequences of geoengineering are still too unclear.

Geoengineering has been used for decades in forms known by the public as chemtrails, electromagnetic waves and laser beams.

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
September 7, 2011

2009 Moscow Halo. Case Orange cites this as evidence of cloud seeding, but others suspect it is electromagnetic in origin.

Geoengineering is in essence the artificial and deliberate manipulation of the weather by applying existent technologies to change weather and weather patterns over an area of planet Earth. The use of these technologies has been pushed by a section of the scientific community as well as influential climate change alarmists groups. But the technologies used to modify the climate go beyond climate modification and extend their function to other areas such as plate tectonics, and military weaponry. Main stream scientists do not discuss the uses cited before, but limit themselves to suggest practices such as ocean fertilization, cloud seeding and CO2 sequestration, among others.

Techniques such as ocean fertilization, and CO2 sequestration have not been, however, the most popular among those who deem these practices as life saving. The United States, mainly, and other developed countries have experimented with other, less discussed technologies that are often left outside main stream discussions. What all of these practices have in common, though, is the fact that none of them is safe and its implementation could cause more damage than the supposed catastrophe they intend to avoid. This is the conclusion of a study published last July by the United States Government accountability Office.

GAO Study comes half a century Late

You would think this and other studies would come before any of these weather modification techniques were tried out in the open, but that is not the case. If one goes back half a century or so, it is easy to find examples of how weather modification was used as a warfare practice. During the Vietnam War, the United States used cloud seeding to flood land areas where the Vietnamese armies were stationed in order to weaken their operation against the invasion. Project Stormfury consisted of planes flying inside tropical storms and seeding such storms with with silver iodide. The project was run by the United States Government from 1962 to 1983. Project Cirrus was another attempt to manipulate the weather; this time by affecting a hurricane’s behaviour. The project was headed by General Electric, the US Army Signal Corps, the Office of Naval Research, and the US Air Force. During this trial on October 13, 1974, government scientists, attempted to modify a hurricane heading west to east. Nowadays, even countries like China possess bureaucracies dedicated to the practice of weather modification. In Beijing, the Weather Modification Office coordinates the use of technologies to prevent or cause it to rain whenever it is needed. For the 2008 Olympics, China had 30 airplanes, 4,000 rocket launchers, and 7,000 anti-aircraft guns to stop rain. (1)

In its report, the Government Accountability Office (GAO) begins by explaining that the reason of their study is the analysis of “climate engineering technologies, focusing on their technical status, future directions for research and potential responses.” Then it goes on to say that “GAO reviewed the scientific literature and government reports, consulted experts with a wide variety of backgrounds and viewpoints, and surveyed 1,006 adults across the United States.” (2)

Heavy use of Chemtrails for the purposes of modifying the climate. Image by NASA.

Among the conclusions found by GAO are that “Climate engineering technologies do not now offer a viable response to global climate change.” According to the report, technologies studied by GAO included Carbon Dioxide (the gas plants breathe in order to live) removal, and solar radiation management (SRM). This last technique would include blocking the life-giving sun light in order to, say some scientists and climate alarmists, prevent excessive heating of the planet. SRM technologies have been used widely in many countries this author has visited, including the United States, Brazil, Costa Rica and others like England and the rest of the western European countries. What SRM does, is spray crystals and toxic chemicals such as sulfate aerosols and barium,  into the stratosphere. “For more than a decade, first the United States and then Canada’s citizens have been subjected to a 24/7/365 day aerosol assault over our heads made of a toxic brew of poisonous heavy metals, chemicals, and other dangerous ingredients. None of this was reported by any mainstream media. The US Department of Defense [DOD] and military have been systematically blanketing all our skies with what are known as Chemtrails (also known as Stratospheric Aerosol Geoengineering), ” says Dr. Ilya Sandra Perlingieri. (3)

The GAO study continues to relate its findings by saying that current geoengineering techniques are immature and that many of them could have potentially negative consequences. This confirms the health hazards cited above by Dr. Perlingieri. However, the study also incites collective thinking where regardless of the risks presented by the use of these technologies, researchers still believe it is worthwhile to practice controlled versions of weather modification. Later, it says many consulted scientists oppose research as they anticipate  “major technology risks or limited future climate change.” Most of the people consulted said they were not familiar with weather modification, but were opened to carrying out more research, says GAO. These people are obviously not only not aware of the existence of geoengineering techniques – mostly because the government and the companies involved have somehow successfully tried to hide their experiments – but are also unaware that such experiments are carried out already all over the world without their consent.

As explained before, studies like the one carried out by GAO should have been conducted before government and corporate experiments took place. However, as it happens often nowadays, governments feel they are entitled to do whatever they want without informing the public first. Although GAO’s study is pertinent because it exposes what many have called “conspiracy theories” as facts, it fails miserably to address the history of weather modification and stratospheric experimentation already being conducted all over the planet.

The study performed by GAO at the request of House Representative Eddie Bernice Johnson, rated current weather modification technologies on a scale from 1 – 9 according to their “readiness”. Although this criterion is irrelevant from the point of view of the health hazard geoengineering poses to humanity, none of the available weather modification techniques scored above 3 on the study’s scale. “Both research advocates and opponents cautioned that climate engineering research carries risks either in conducting certain kinds of research or in using the results (for example, deploying potentially risky technologies that were developed on the basis of the research).”

The Government Accountability Office’s study seems to be originated on the widely debunked belief that human activity is the cause of what some scientists call Anthropogenic Global Warming (the planet has experienced global cooling in the last decade) that according to them is caused by Carbon Dioxide emissions. One can say that the study started with the left foot, because it is based on a premise that is at the very least dubious. At least one thousand re-known scientists have cast doubts about the theory of man-made warming and this belief should at least be given a second thought. (4)

The premise of the study that humans cause global warming is filled with half truths and previously exposed fallacies such as the belief that some islands will sink as a consequence of rising seas, that ice caps will uncontrollably melt and that polar bears will die because they can’t swim. (5) The study also considers other geophysical changes on the planet which would result from the supposed warming, such as changes in vegetation and precipitation which are unreasonably labeled a negative. In fact, the study says that many scientists “have proposed that rising temperatures might benefit certain geographic areas or economic sectors; for example, agricultural productivity might increase in some areas… …while global surface temperature is increasing on average, it is not increasing uniformly…” The former idea that agriculture in many parts of the world might benefit from the warming, coincides with the fact that scientific records indicate that planet Earth was once warmer and contained 10 times more CO2 than today, which resulted in greener landscapes and food abundance.

As The Real Agenda has informed before, the only concern people who defend the theory of anthropogenic global warming have, is that their beloved “ivory towers” and “premium centers of control” are saved from naturally occurring climate change. In the report, GAO cites concerns given by some scientists regarding “dangerous sea level rising that “could threaten several large ports and urban centers in the United States, such as Miami, New York, and Norfolk.” Of course these same people have no problem with preventing the Third World from developing to levels they enjoy today, or to take the planet to a post-industrial era if this is what it takes to reduce emissions to levels only seen pre-Industrial Revolution.

The CLOUD results show that a few kilometres up in the atmosphere sulphuric acid and water vapour can rapidly form clusters, and that cosmic rays enhance the formation rate by up to ten-fold or more.

More recently, a study by CERN, the CLOUD (Cosmics Leaving Outdoor Droplets) experiment, has once again confirmed that it is solar radiation and not human activity what drives Earth’s climate. The report describing the findings of this study were partially banned from public discussion by the head of CERN, Director General Rolf-Dieter Heuer, as he thought that the results of the observations would be used to publicly, once and for all cut the ears and tail from the pink elephant in the room: There is no such a thing as man-made global warming. (6)

What GAO Does not address in the Study

As explained before, GAO’s study seems to come at least 50 years late and on top of this, it fails to present unmistakable evidence that experiments such as the ones described as “potentially dangerous” have been carried out for many decades already. Even some main stream media have made echo of scientists suggestions to employ weather modification techniques to “save us from disaster”. Just last March, USAToday advertised how trendy was to spray people with aluminum, barium and other deadly chemicals in order to save the world from human-caused destruction. (7) The article went on to present what some scientist said was an opportunity to make things right before geoengineering had to be considered as a necessity. One scientist even suggested that geoengineering was a viable option to save us from disaster. “Research into geoengineering creates another option for the public,” said David Victor of the University of California-San Diego.

Separately, National Geographic published an article suggesting the employment of nuclear weapons to reverse global warming. The magazine article echoed a government scenario where a small nuclear war among small countries could help reduce the effects of Global Warming. The article also warned that such a small war would cause the planet Earth to miss summers for several years, cause the appearance and spread of disease, but that perhaps it was a good idea to make it happen. (8)

Despite historical evidence, the GAO study does not specifically mention the dangers weather modification through geoengineering pose to human life or to the planet itself. However, there is plenty of evidence on this regard. “For decades, we have known that heavy metals and chemicals can cause grave physical harm. Going back to Rachel Carson’s “Silent Spring,” we have known and been amply warned of the serious consequences of using or being exposed to these poisons in our daily activities. Thousands of these are well-documented carcinogens,” writes Dr. Ilya Sandra Perlingieri.

Military and commercial planes are involved in more than 60 secret operations. Last year, when I flew across the country, I saw a United Airlines jet (flying below us at about 37,000 feet) spraying a black aerosol that went for miles and miles across the sky. This clandestine program now includes aerosol-spraying planes in North America, Europe, Australia, and New Zealand [all NATO countries]. Hundreds (if not thousands) of people have called and written their public officials to get answers. Replies from US and Canadian officials are not forthcoming; or, if they do reply, queries are dismissed.

The U.S. military has been spraying chemical and biological weapons in open air testing over civilian populations since the 1940’s. They are called “vulnerability tests”. This is not a controversial statement. The military has admitted to this practice on many occasions and there’s plenty of documentation from the government to corroborate it. There is also documentation of intentional, experimental releases of radiation on civilian populations. Unfortunately, this information tends to surface long after it could have saved lives, or eased the suffering of victims.

The HAARP-looking Jicamarca Radio Observatory is part of the Geophysical Institute of Peru. It receives the majority of its financial support from the National Science Foundation of the United States through a cooperative agreement with Cornell University.

But Chemtrails is not the only weather modification technique used by government and government-sponsored experiments. “The existence and application of technology to modify the weather, the ionosphere and to cause plate tectonics activity is documented and not only a conspiracy theory.”  Scientists involved in the testing and use of these technologies admit to running experiments around the planet,” says Andrei Areshev, deputy director of the Strategic Culture Foundation. According to Areshev, “climate weapons may be reaching their target capacity and may be used to provoke droughts, erase crops, and induce various anomalous phenomena in certain countries.” Perhaps Mr. Areshev is talking about the High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP), (9) another of those weapons that main stream media and main stream scientists call a conspiracy theory, while refusing to talk about it. But weather modification was also considered a conspiracy theory, was it not? And the use of Chemtrails were also considered a conspiracy theory, was it not?

In his 1995 book Angels Don’t Play this HAARP, Dr. Nick Begich explains how HAARP zaps the upper atmosphere with an electromagnetic beam. “It is an advanced model of an ionospheric heater.” According to Begich, HAARP is a super-powerful radiowave-beaming technology that affects areas of the ionosphere by directing a beam to those areas. As a consequence, electromagnetic waves bounce  onto earth and penetrate anything and everything. (10)

A third form of weaponized weather modification techniques is laser beam weapons in space. In 1998, USAF Lt Col. William H. Possel submitted a research report to the faculty of the Air War College, where he explains the current status of space-based laser beam weapons. In his report titled Laser Weapons In Space: A Critical Assessment, Possel cites how attractive laser beam weapons are for attacking and destroying ballistic missiles. He even goes into the type of laser beams that can be used for warfare purposes. Among them, Hydrogen Fluoride Laser, Deuterium Fluoride Laser and Chemical Oxygen Iodine Laser. Additionally, Possel goes into detail about how advantageous Space-based Laser Weapon are. “It has the distinct advantage over ground systems of being able to cover a large theater of operations that is limited only by the platform’s orbital altitude. As the platform’s altitude increases, the size of the area it “sees” increases. Call me a conspiracy theorist, but what would happen if anyone has managed to perfect the use of Electromagnetic Wave beams (HAARP) and Space-based weapons. And, weren’t weather modification technologies intended to prevent catastrophe as supposed to create catastrophic events? In case you haven’t understood, we are talking about the use of enhanced weather modification technologies for the purpose of waging warfare anywhere on the planet. (11)

Weather Modification is no Conspiracy Theory

In an article titled Atmospheric Geoengineering: Weather Manipulation, Contrails and Chemtrails, writer Rady Ananda presents a review of the “Case Orange” report. According to Ananda, in May 2010, scientists confirmed that weather manipulation is neither a hoax nor a conspiracy theory. “It is fully operational with a solid sixty-year history.” According to the World Meteorological Organization recent history has seen a decline in support for weather modification investigation and an accelerated trend to turn existent research into what is called operational projects. (12)

As Ananda cites in his article, the Case Orange is tied to a 1996 report prepared by military personnel. The report titled Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather in 2025 related existent evidence of government sponsored spraying schedules, chemical orders, nomenclature used in airline operating manuals, and calls for geoengineering by economists. “Owning the Weather in 2025 provides a specific timeline for the use of EnMod technologies in cooperation with the Weather Modification Association (WMA), a business-government group promoting the beneficial uses of environmental modification.” Well, they are not as beneficial as the Government Accountability Office has now found. Some of the steps to be taken as part of the project to “own the weather”, are: introduce ionic mirrors, with a sharp increase by 2008; the use of chemicals for atmospheric seeding by civilian (as well as military) aviation;  the creation of smart clouds thru nanotechnology, with exponential increase after 2010 and the  introduction of ‘carbon black dust’.

The Case Orange report concludes with a revealing yet familiar practice by government, military and government contractors:

Our investigation team comes to the conclusion that climate control programs, controlled by the military but approved by governments, are silently implemented in order to avoid the worst case scenarios they obviously do not want. The two basic instruments are temperature control through generation of artificial clouds and manipulation of the ionosphere through ionosphere heaters.

Both remain basically military combat systems with the option to go into the offensive if deemed necessary. However since several ionosphere heaters are installed on various places around the globe one can assume that there is wide cooperation between governments in order to reach the climate targets by 2025: controlling the weather and thus the planet.

So let’s see what we have. A clearly stated purpose to modify the climate of planet Earth as presented by government organizations, corporations and a section of the scientific community. A plan to own the weather by 2025. A report written by the military that explains how ionospheric manipulation through the use of electromagnetic beams (HAARP), whose infrastructure is spread all over the planet, is used to perform climate control programs. A report written by United States Air Force Lt Col. William H. Possel, where he explains the reality of space-based weapons derived from weather manipulation technology. A historical presentation by Dr. Nick Begich on his book Angels Don’t Play This HAARP, where he explains how electromagnetic wave technology is used to negatively affect the weather by heating up the ionosphere. A warning from Andrei Areshev, the deputy director of the Strategic Culture Foundation in Russia, who independently confirms the existence and application of technology to modify the weather, the ionosphere and to cause plate tectonics activity. Documented proof of the historical use of weather modification technology to artificially pollute planet Earth in an insane attempt to “avoid a fictitious global warming doom scenario. Suggestions by main stream media that took it upon themselves to advertise the use of weather modification technologies to affect weather, no matter how dangerous it may be. Documented medical statements that prove beyond any reasonable doubt how weather modification negatively impacts the health of us humans, who weather modification supporters ironically claim to be protecting. Lastly, but not less important, a study by the United States Accountability Office that once and for all eliminates any doubt about the dangers that artificial weather modification technologies and techniques pose to humanity and planet Earth.

Do you need further proof that weather modification in order to save us from an unexistent impending global catastrophe is a bad idea? And if global warming is real and climate change is real, either anthropogenic or otherwise, is it wise to risk our very own existence and the health of our planet to please a group of scientists and control freaks who want to militarize it all for warfare purposes? (13) Aren’t there enough weapons, enough wars and enough death? How many more of us need to die in order for the controllers to be satisfied? 6.5 billion, it seems.