25 people killed after explosion at Mexican Oil facility

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | FEBRUARY 1, 2013

An explosion occurred at one of the buildings at Petroleos Mexicanos (Pemex) in Mexico on Thursday. The event took place shortly before 16:00 (GMT Mexican) and the causes are still unknown.

At least 25 people have died and 101 were injured, said the Secretary of the Interior, Miguel Angel Osorio Chong, who gave a press conference accompanied by the Secretaries of Defense and the Navy. Seven hours after the event, most Mexicans were still unaware of the cause of the explosion. According to Osorio Chong, the Government remains open to all possibilities and is still carrying out a full investigation.

The explosion reportedly took place in the basement of building B2, which is part of the complex of buildings of Pemex located in the east of the capital. Some of the injured were taken to the Central Hospital in Azcapotzalco located a few kilometers from the scene. Another group of injured people was taken to the Red Cross.

Rescue personnel went to the building to assess the damage, which according to various reports are considerable. At the time of the explosion there were many people in the facility, since it was lunchtime. The B2 building consists of 12 floors, three of which were seriously affected.

This is a building attached to the main tower of 53 floors, the second tallest building in Mexico and the third in Latin America. In total, 13,000 people work at the headquarters of Pemex, which has stopped all operations at its headquarters until further notice.

The Mexican Army cordoned off the entire area. Mexican President Enrique Peña Nieto, visited the site of the explosion and then headed to the Azcapotzalco hospital. Meanwhile, the director of the parastatal, Emilio Lozoya Austin, who was in South Korea at the time of the event, flew back to Mexico City.

The oil company issued a statement, that “experts of the Attorney General of the Republic analyzed the causes of the incident,” but five hours after authorities gave no concrete explanation.

In principle, the hypothesis was that an accumulation of gas used to power an electrical substation was what caused the explosion.

Several rescue workers equipped with dogs had planned to work through the night removing debris. At the stroke of ten o’clock at night, rescue efforts had to be suspended temporarily and hundreds of members of rescue teams were removed from the site by an alarm that warned about the risk of collapse at the building most affected by the explosion.

Just hours before the explosion, the Twitter account was published the following message: “The Chief Operating Officer, Carlos Murrieta, said that we have reduced the accident rate in recent years.” Another message, also issued Thursday in the social network, said: “It is an achievement for Pemex to maintain safety indicators below the international standard.”

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O direito de possuir e portar armas não tem tons de cinza

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JANEIRO 20, 2012

A vida é um carrossel, uma grande tela mostrando eventos, que por causa da natureza humana, se repetem ao longo da história. Você só deve olhar para trás 25, 50, 100 anos ou um milênio – dependendo de quanto você quer rever – para saber que o que está acontecendo agora já aconteceu.

O caso em questão, os governos desarmam os cidadãos “para sua própria segurança”. Por que as pessoas não percebem que o desarmamento é o primeiro passo que um governo eleito toma antes de esmagá-las para manter o monopólio da força?

Alguns exemplos:

China: 76.702.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
URSS: 61.911.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Alemanha: 20.946.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Camboja: 2.035.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Turquia: 1.883.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Polónia: 1.585.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Paquistão: 1.503.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;

Todas essas pessoas só tinham acesso limitado a armas de pequeno porte ou estavam completamente desarmadas em relação ao poder militar dos seus governos. Isto é muito importante. Estar armado só é útil se você pode igualar o poder de aquilo que representa uma ameaça.

Para aqueles que não estão familiarizados com a história do desarmamento, o assassinato pelo governo é chamado Democídio e todas as civilizações avançadas na história humana o têm experimentado.

No total, os governos mataram entre 262 e 350 milhões de pessoas em apenas o século  20. Se você acha que não pode acontecer de novo, dê uma olhada na história, o carrossel que se move continuamente, mas que todos ignoramos diariamente apesar de ser a melhor fonte de informação.

Quando se trata do direito de manter e portar armas, tenho que concordar com o juiz Andrew Napolitano: Não há tons de cinza. Você tem ou você não tem.

Não pode ser aplicado para permitir a possessão de uma arma de fogo, enquanto é proibido possuir um rifle semi-automático, especialmente se o direito constitucional foi escrito sem limitações. Os criadores da Declaração de Direitos dos Estados Unidos e documentos semelhantes em outras partes do mundo compreenderam que a sociedade evoluiria e que através desta evolução a liberdade das pessoas seria desafiada.

Não pode ser aplicado para caçar veados, enquanto é proibido para caçar tiranos. Na verdade, a caça de tiranos é o objetivo real por trás do direito constitucional de possuir armas de fogo. Não importa o quanto o governo diz que tem a ver com caçar coelhos.

Não pode ser aplicado para defender a nossa casa, enquanto é proibido para defender o nosso país. Em muitos estados dos EUA, uma casa é um castelo. Se um estranho entra em casa para roubar, ferir ou matar alguém, o proprietário tem o direito de matar o intruso, sem precisar perguntar qual é a sua intenção. Por que não podem as pessoas aplicar o mesmo critério para defender seu país contra ameaças internas e externas?

Uma questão ainda mais importante é, por que faria sentido roubar do cidadão que respeita as leis o seu direito de possuir e portar armas – progressivamente ou de uma vez – porque algumas pessoas são farmaceuticamente induzidas a agir violentamente? Não devem as autoridades agir para erradicar os produtos farmacêuticos que fazem as pessoas saudáveis ​​e não saudáveis ​​agir violentamente, em vez de tirar o nosso direito de nos defender?

Em relação ao direito de nos defender, o direito de possuir e portar armas não tem tons de cinza. Você tem ou você não tem. PONTO! Aqueles que não podem suportar que os seus vizinhos possuam armas de fogo para se defender contra qualquer ameaça, podem-se mudar para a Inglaterra, Coréia do Norte e México, onde a população está totalmente desarmada e à mercê de gangues terroristas e cartéis de drogas.

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El derecho a poseer y portar armas no tiene tonos grises

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | ENERO 20, 2013

La vida es un carrusel, una gran pantalla donde aparecen los eventos, donde pasan, y, debido a la naturaleza humana, se repiten a lo largo de la historia. Sólo se debe mirar atrás 25, 50, 100 años o un milenio – dependiendo de cuánto se quiere revisar – para saber que lo que está sucediendo hoy ya ha tenido lugar.

El caso en cuestión, los gobiernos desarman a los ciudadanos “por su propia seguridad”. ¿Por qué las poblaciones no se dan cuenta de que el desarme de las personas es el primer paso que toma un gobierno electo antes de aplastarlas con el fin de mantener el monopolio de la fuerza?

Cito algunos ejemplos:

China: asesinó 76.702.000 personas;
URSS: asesinó 61.911.000 personas;
Alemania: asesinó 20.946.000 personas;
Camboya: asesinó 2.035.000 personas;
Turquía: asesinó 1.883.000 personas;
Polonia: asesinó 1.585.000 personas;
Pakistán: asesinó 1.503.000 personas;

Todas estas poblaciones apenas tenían acceso limitado a armas de pequeño calibre o estaban desarmadas completamente respecto al poder militar de sus gobiernos. Este hecho es muy importante. Estar armado es sólo útil si se puede igualar el poder de aquello que presenta una amenaza.

Para aquellos de ustedes que no están familiarizados con la historia del desarme, el asesinato por parte del gobierno se llama democidio y todas las civilizaciones avanzadas en la historia humana han pasado por ello.

En total, los gobiernos han asesinado entre 262.000.000 y 350.000.000 en apenas el siglo 20. Si usted piensa que no puede volver a ocurrir, eche un vistazo a la historia, el carrusel que se mueve continuamente pero que todos ignoramos a diario a pesar de que es la mejor fuente de información.

Cuando se trata de la Segunda Enmienda; el derecho a poseer y portar armas, tengo que estar de acuerdo con el juez Andrew Napolitano: No hay tonos de gris. O lo tienes o no lo tienes.

No puede haber una Segunda Enmienda para poseer un arma de fuego, pero no para poseer un rifle semi-automático, sobre todo porque el derecho constitucional fue escrito sin limitaciones. Los creadores de la Declaración de Derechos de Estados Unidos y documentos similares en otras partes del mundo entendían que la sociedad evoluciona, y que a través de esa evolución la libertad del pueblo es desafiada.

No puede haber una Segunda Enmienda para cazar ciervos, pero no para cazar Tiranos. De hecho, cazar Tiranos es el objetivo real detrás de darle a la gente el derecho constitucional a poseer armas de fuego. No importa lo mucho que el gobierno diga que tiene que ver con la caza de conejos.

No puede haber una Segunda Enmienda a defender nuestra casa, pero no para defender nuestro país. En muchos estados de EE.UU., una casa es un castillo. Si un extraño entra en esa casa a robar, herir o matar a alguien, el propietario tiene el derecho de matar al intruso sin hacer preguntas. ¿Por qué no podría la gente aplicar el mismo criterio para defender su país de amenazas internas y externas?

Una pregunta aún más importante es, ¿por qué tendría sentido robarle a los ciudadanos respetuosos de la ley su derecho a poseer y portar armas – de manera progresiva o de una sola vez – porque algunas personas son farmacéuticamente inducidas a actuar de forma violenta? No deberían las autoridades estar más preocupadas por erradicar medicamentos que hacen que personas sanas e insanas actúen violentamente, en lugar de quitarnos el derecho a defendernos?

En lo que respecta al derecho a defenderse, el derecho a tener y portar armas no tiene tonos de gris. O lo tienes o no lo tienes. PUNTO! Aquellas personas que no pueden soportar que sus vecinos posean armas de fuego para defenderse de cualquier amenaza, pueden trasladarse a Inglaterra, Corea del Norte y México, donde la población está totalmente desarmada y a merced de bandas terroristas y carteles de la droga.

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América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas y falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNIO 2012

Los números y tipos de Socialistas, Fascistas y Corporatistas electos en toda América Latina ha crecido exponencialmente en las últimas dos décadas, y con ello también las masas de personas bien intencionadas que creen en sus mentiras sobre la justicia social, la bondad de un gobierno grande y las ventajas de economías de servicios patrocinadas por las corporaciones más poderosas del planeta. Algunas de estas empresas, por cierto, tienen mayores ingresos que muchas naciones de esa región y el mundo. Como si la aparición de esos movimientos no fuera suficiente, últimamente, los jefes de grupos de Corporatistas, Socialistas, Fascistas y falsos capitalistas se han unido para formar alianzas comerciales y políticas más fácilmente controlables, que según dicen, traerán un verdadero desarrollo de sus países y sus gentes.

La más reciente de estas alianzas es la formado por Chile, Perú, Colombia y México, llamada la Alianza del Pacífico. De acuerdo con los testaferros que actúan como los creadores, — los presidentes de los cuatro países — la alianza es un esfuerzo por unir y buscar la realización de objetivos comunes. Chile, México, Perú y Colombia son un puñado de Estados de América Latina con las economías menos dañadas en la región. De hecho, Chile se ha convertido en una historia de éxito en la última década, teniendo en cuenta su aplicación de políticas que han permitido un crecimiento decente basado en el apetito del país por el ahorro. Sin embargo, Perú, Colombia y México son una historia diferente, lo que lleva a la pregunta, ¿por qué Chile se uniría estos Estados que abiertamente están controlados corporaciones globalistas?

México ha trabajado durante muchos años bajo los auspicios de los Estados Unidos, y se ha asociado al infame Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA), que ha sido acusado de premeditadamente destruir la producción industrial de los EE.UU., pues promueve la libre circulación de personas — ilegal extranjeros — del sur hacia el norte, mientras que recompensa económicamente a las empresas que mudan sus operaciones fuera de territorio estadounidense para evitar el pago de impuestos. Perú es una historia diferente. Su pasado siempre ha sido destacado por la pobreza, la corrupción gubernamental, y el gobierno de puño de hierro. Este último aspecto no ha cambiado un poco. El país pasó de Alberto Fujimori, al actual líder peruano Ollanta Humala, quien llegó al poder en 2011. Se le reconoce como un extremista anti-mercado.

Mientras tanto, Colombia es quizás el más extraño aliado en un grupo que supuestamente busca el desarrollo y el libre comercio. Colombia, al igual que México ha sido un amigo cercano de los Estados Unidos en la fracasada guerra contra las drogas, lo que ha demostrado ser un esfuerzo insuficiente y mal gestionado para frenar el comercio de drogas y la violencia que se deriva de la existencia de grupos armados y los gobiernos que controlan el flujo de estupefacientes. En realidad, la llamada guerra contra el narcotráfico es una fachada para ocultar la el mismo trasiego de las drogas, sus mercados y los miles de millones de dólares en ganancias que se lavan todos los años en los bancos más grandes del planeta.

Grupos como la Alianza del Pacífico no son más que disidencia controlada, fácilmente manejable por sus patrocinadores. En América Latina, la creación de bloques económicos o políticos de “desarrollo” no es nueva. Antes de la Alianza del Pacífico, las naciones formaron UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CARICOM, CELAC, la Comunidad Andina y muchos otros. Los resultados de estas asociaciones, tanto en el ámbito político y económico han sido en gran parte los mismos: Nada.

Cuando se pregunta a los empresarios sobre el impacto del MERCOSUR en sus compras de materias primas o las ventas de productos terminados, en privado dicen que el MERCOSUR es una iniciativa de escaparatismo que ha hecho poco o nada para mejorar el comercio entre sus miembros. De hecho, en estos momentos, tanto Brasil como Argentina están en una guerra comercial que amenaza con reducir los importantes acuerdos comerciales entre los socios comerciales de ambos países. Argentina adoptó una fuerte política proteccionista, mientras que Brasil se niega a permitir el flujo de bienes argentinos a sus importadores.

Los líderes de países como Bolivia, Venezuela y Ecuador han fracasado miserablemente en llevar el desarrollo a su pueblo. Ellos llegaron al poder prometiendo mejores condiciones de vida a sus seguidores, pero en lugar se convirtieron en tiranos con ideas socialistas. A pesar de este registro, los miembros de la Alianza del Pacífico parecen creer que un nuevo grupo de países apoyados por China, traerá riqueza y mejores condiciones de vida que los ex presidentes y líderes comunitarios no habían facilitado. Todos los miembros de la Alianza tienen la intención de atraer más ayuda China a sus países, tratando de emular los esfuerzos de Brasil para abrir la puerta al régimen comunista. Sus declaraciones oficiales afirman que buscan expandir el comercio con Asia.

Con la incorporación de China en la ecuación, la Alianza del Pacífico aspira a atraer a otros socios comerciales de la región, pero sólo aquellos que pueden demostrar compromiso histórico con el libre comercio y el desarrollo económico. Bajo esta premisa, otras naciones más pequeñas como Costa Rica y Panamá están tratando de subirse al carro. Irónicamente, tanto Costa Rica como en Panamá han sido aliados de Estados Unidos en la guerra contra las drogas y han implementado políticas encaminadas a deteriorar lentamente y en silencio  los derechos de los ciudadanos.

Por ejemplo, Costa Rica, permitió la llegada de los militares estadounidenses a su territorio bajo la excusa de que ayudaría en la ‘lucha contra las drogas’. Como si eso no fuera una violación a la soberanía del país, los EE.UU. se ha permitido establecer una base naval en la costa atlántica. Durante los primeros años de la construcción del Canal de Panamá, este país entregó su soberanía, básicamente, a los estadounidenses, que más tarde cedieron la posesión del Canal a China en 2000. Esta es una de las mayores preocupaciones que los críticos han expresado acerca de la nueva integración. Algunos de estos países se han asociado con grupos comunistas, fascistas o marxistas en el pasado, pero ahora se promueven a sí mismos como patrocinadores de los mercados libres, libre comercio y la justicia social.

El anuncio oficial de la Alianza del Pacífico se hizo hace unos días por el chileno presidente chileno Sebastián Piñera, que intentó hablar en poesía sobre el nuevo bloque. “Desde las alturas de Paranal, en el desierto más árido del mundo y bajo el más claro de los cielos, hemos firmado un pacto oficial para dar a luz a la Alianza del Pacífico”, dijo. “No hay incompatibilidades o la exclusión de otros esquemas de integración. No estamos en contra de nadie sino a favor de una integración aún mayor “. Mientras tanto, su nuevo socio, el presidente mexicano Felipe Calderón dijo que “el potencial económico de la Alianza del Pacífico es importante”. Su homólogo de Colombia hizo eco de la misma clase de perspectivas en la nueva asociación añadiendo que la Alianza del Pacífico es el “proceso de integración más importante de América Latina”.

A pesar de que la existencia de grupos que se oponen por completo a la Alianza del Pacífico no fue citada como una razón para formar este grupo, detrás de las escenas de los gobiernos como el chileno y el colombiano sus gobernantes han mostrado su preocupación por la creación de asociaciones secretas como el Foro de São Paulo, una organización compuesta por los seguidores de Fidel Castro, Hugo Chávez y Luiz Inácio Da Silva, uno de los fundadores del grupo. Estos líderes también se suscriben a las ideologías que comparten Ecuador, Nicaragua y Argentina, aunque estos últimos tres países no expresan públicamente su adhesión. La falta de reconocimiento público sin embargo, no ha impedido que los ciudadanos de los países que sufren en la pobreza, la delincuencia, la inseguridad y los gobiernos abusivos y represivos, que es lo que sus líderes se comprometió a erradicar originalmente. El Foro de São Paulo también está vinculado a los narcotraficantes y la grupos armados revolucionarios marxistas, del tipo de los sandinistas nicaragüenses, y los gobiernos Ruso y Chino.

Los escenarios arriba mencionados son los que la Alianza advierte como peligrosos e indeseables. La integración de los países que se comprometan a renunciar a su independencia, sin consultar previamente a sus ciudadanos con el fin de abrir la puerta a los ideólogos fascistas, socialistas o comunistas, que supuestamente tienen las mejores intenciones en mente ha sido el resultado común de los intentos anteriores de crear grupos de estratégica comercial y política como la Alianza del Pacífico. Sucedió en Europa, Asia, América del Norte y, definitivamente, en América Latina. La mayoría, si no todos los grupos creados en el nombre del desarrollo y el progreso eran impostores escondidos detrás de hombres y mujeres carismáticos que predicaban el evangelio que la gente quería escuchar.

Mientras que los acuerdos militares han servido a los intereses de los que trafican armas a cambio de dinero o drogas, los acuerdos comerciales han dejado a las naciones miembros todavía más pobres y más dependientes de los poderosos intereses corporativos. La pregunta que debemos hacernos es ¿por qué los líderes políticos siguen cediendo soberanía a fin de supuestamente fomentar el comercio cuando ambos — soberanía y comercio — no son mutuamente excluyentes? De hecho, el mundo nunca fue un lugar más estable, económica y financieramente, que cuando los países negociaban en formas bilaterales y multilaterales, sin renunciar a la propiedad de los recursos y las leyes a los tecnócratas no elegidos que están ahora en control total del destino de todos.

Latin America Infiltrated by Statists, Socialists and Fake Free Marketeers

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JUNE 13, 2012

The numbers and types of Statist, Socialist and Corporate Capitalists in power around Latin America have grown exponentially in the last two decades, and with them so have the masses of well-meaning people who believe their lies about social justice, the goodness of big government and the advantages of service economies sponsored by the most powerful corporations in the planet. Some of these corporations, by the way, have bigger revenues than many nations from that region and the world. As if the emergence of those movements was not bad enough, lately, the heads of socialist, statist and false free market groups have united to form more easily controllable commercial and political alliances, which they say, will bring real development to their countries and their people.

The most recent of those alliances is the one formed by Chile, Peru, Colombia and Mexico, called the Pacific Alliance. According to the front men who act as the creators, — the presidents of the four countries — the alliance is an effort to unite and to seek the realization of common goals. Chile, Mexico, Peru and Colombia are a handful of Latin American states with the least damaged economies in the region. In fact, Chile has become a story of success in the last decade or so, given its application of policies which have allowed for decent growth based on the country’s appetite for saving. However, Peru, Colombia and Mexico are a different story, which begs the question, why would Chile go into business with well-known corporate controlled failed states?

Mexico has for many years worked under the auspices of the United States, partnering on the infamous North America Free Trade Agreement (NAFTA), which has been charged with eliminating the industrial production of the US by design, permitting the free movement of people — illegal aliens — from the south to the north, while rewarding companies that move their operations outside American soil and avoiding corporate taxes, among others. Peru is a different story. Its past has always been highlighted by poverty, government corruption, and statist rule. This last aspect has not changed a bit. The country went from Alberto Fujimori to the current Peruvian leader Ollanta Humala, who rose to power in 2011. He is recognized as a anti-market extremist.

Meanwhile, Colombia is perhaps the strangest ally in a group that supposedly seeks development and free trade. Colombia, just as Mexico has been a close friend of the United States in the failed war on drugs, which has proven an insufficient and poorly managed effort to curb drug trade and the violence that stems from the existence of armed groups and governments controlling the flow of narcotics. In reality, the so-called war on drug trade is a facade to hide the worldwide campaign for the control of illegal drugs, their markets and the billions of dollars in profits that are laundered  every year by the largest banks on the face of the planet.

Groups such as the Pacific Alliance are not more than controlled dissidence, easily manageable by their sponsors. In Latin America, the creation of economic or political blocs to “further development” is not new. Before the Pacific Alliance, nations formed UNASUR, ALBA, MERCOSUR, Caricom, CELAC, the Andean Community and many others. The results of these unions both in the political and economic realms have been largely the same: Nothing.

When asked about the impact of MERCOSUR in their purchases of raw materials or sales of finished products, companies in Latin America privately say that the MERCOSUR is just a window dressing initiative that has done little or nothing to improve commerce among its members. In fact, as we speak, both Brazil and Argentina are engaged in a trade war that threatens to bring down important business deals between commercial partners in both countries. Argentina adopted a strong protectionist policy while Brazil refuses to allow the flow of Argentinian goods to its importers.

The leaders of countries like Bolivia, Venezuela and Ecuador have failed miserably to bring development to their people. They arrived to power promising better living conditions to supporters to only turn into tyrants with socialist leaning ideas. Despite this record, the members of the Pacific Alliance seem to believe that a new group of countries supported by China, will bring about the riches and improved living conditions that past presidents and community leaders failed to provide. All members of the Alliance intend to attract even more Chinese aid to their countries, trying to emulate Brazil’s efforts to open the door to the communist regime. Their official statements allege that they seek to expand trade with Asia.

By bringing China into the equation, the Pacific Alliance seeks to attract other business partners from the region, but only those who can show historical compromise with free trade and economic development. Under this premise, other smaller nations such as Costa Rica and Panama are attempting to jump on the bandwagon. Ironically, both Costa Rica and Panama have been American allies in the war on drugs and have implemented policies designed to slowly and quietly crack down on citizens’ rights.

For example, Costa Rica permitted the arrival of US military men into its territory under the excuse that it would help fight the war on drugs. As if that wasn’t enough of a violation to the country’s sovereignty, the US has now been allowed to set up a naval base in the Atlantic coast. During the early years of the construction of the Panama Canal, this country basically surrendered its sovereignty to the Americans, who later yielded possession of the Canal to China in 2000. This is one of the biggest concerns that critics have expressed about the newest integration. Some of these nations have associated with communist, statist or marxist groups in the past, but now fashion themselves as sponsors of free markets, free trade and social justice.

The official announcement of the Pacific Alliance was made just days ago by Chilean president Sebastián Piñera, who got all poetic about the new bloc. “From the heights of Paranal, in the most arid desert in the world and under the clearest of skies, we have signed a pact officially giving birth to the Pacific Alliance,” he said. “There are no incompatibilities or exclusion vis-a-vis other integration efforts. We are against nobody but rather in favor of even greater integration.” Meanwhile, his new partner, Mexican president Felipe Calderon said that “The Pacific Alliance’s economic potential is significant.” His counterpart from Colombia echoed the same kind of prospects for the new association by adding that the Pacific Alliance is the “most important integration process in Latin America.”

Although the existence of completely opposing groups was not cited as a reason to form the Pacific Alliance, behind the scenes governments like the Chilean and the Colombian have shown their concern about the creation of secretive partnerships like the São Paulo Forum, an organization composed by followers of Fidel Castro, Hugo Chavez and Luiz Inacio Da Silva, one of the founders of the group. These leaders subscribe to ideologies also shared by Ecuador, Nicaragua, and Argentina, although these last three nations do not express their adherence publicly. The lack of public recognition however, hasn’t prevented the citizenry of those countries from suffering from poverty, crime, insecurity and abusive, repressive governments, which are exactly what their leaders promised to eradicate. The São Paulo Forum is also linked to narco-traffickers and armed Marxist revolutionaries, of the likes of the Nicaraguan Sandinistas as well as the Russian and the Chinese governments.

The above mentioned scenarios are the ones critics of these alliances often warn against. The integration of countries that agree to surrender their independence without previously consulting their citizens in order to open the door to fascist, socialist or communist ideologues, who supposedly have the best of intentions in mind has been the common result of previous attempts to create strategic commercial and political groups. It happened in Europe, Asia, North America and definitely in Latin America. Most if not all of the unions assembled in the name of development and progress were just shams hidden behind charismatic men and women who preached the gospel that the people wanted to hear.

While military agreements have served the interests of those who traffic arms in exchange for cash or drugs, commercial accords rendered many nations poorer and more dependent on powerful corporate interests. The question that must be asked is why do political leaders continue to surrender sovereignty in order to have trade when they are not mutually exclusive? In fact, the world was never a more stable place, economically and financially, than when countries traded in a bilateral and multilateral ways, without surrendering the ownership of their resources and laws to unelected technocrats who are now in total control of everyone’s destiny.