Hillary Clinton reafirma compromisso dos EUA para continuar criando conflitos em África e no Oriente Médio

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JANEIRO 26, 2013

Enquanto os grandes conflitos no Oriente Médio começam a diminuir, os Estados Unidos estão preparados para apoiar as guerras e conflitos em outras regiões do mundo. Na verdade, a história mostra que o intervencionismo dos EUA tem sido uma série de tentativas de desestabilizar governos através da ativação de grupos terroristas que fazem o trabalho sujo em nome de Washington.

Se as palavras de Hillary Clinton realmente refletem o que está por vir nos próximos meses e anos, o mundo vai ver uma continuação da atual política exterior dos EUA, a qual consiste de ataques militares, assim como guerra econômica e financeira.

Em sua última aparição como Secretária de Estado, Hillary Clinton advertiu ao Congresso nesta quarta-feira que os Estados Unidos vão ter que lutar contra a Al-Qaeda no norte da África e lidar com a instabilidade e a insegurança causada pelas revoluções em vários países árabes, que o mesmo EUA ajudou a organizar. Na opinião de Clinton, o governo dos EUA será forçado a participar diretamente na prevenção da propagação do terrorismo na região. Clinton se esqueceu de dizer que a maioria, se não todos os atos de terrorismo são realizadas tanto por forças especiais dos EUA e membros da comunidade de inteligência como por grupos terroristas armados e financiados pelo governo de Washington.

“O ataque terrorista em Benghazi ocorrido em 11 de setembro de 2012, que matou quatro americanos valentes é parte de um amplo desafio estratégico para os Estados Unidos e nossos aliados no norte da África”, disse Clinton à Comissão dos Exteriores do Senado que investigar os fatos. Nenhum membro da Comissão pediu explicações para Clinton sobre o papel das forças especiais norte-americanas ou de outros grupos no conflito, nem porquê as forças dos EUA foram obrigadas a retirar-se, mesmo estando perto para ter intervindo durante o ataque ao escritório consular dos EUA em Benghazi, na Líbia.

Clinton assumiu a responsabilidade pessoal por quaisquer erros que possam ter sido cometidos e que, inevitavelmente, facilitaram a morte de norte-americanos na Líbia, mas disse que não foi um evento isolado, atribuível à falta de medidas de segurança no consulado em Benghazi, mas a uma ampla ofensiva contra a qual os EUA está obrigado a responder com urgência. “O que significa,” ela disse, “é que devemos redobrar os nossos esforços para combater o terrorismo e para encontrar formas de apoiar a democracia nascente no Norte da África e em outros lugares.”

“Nós enfrentamos”, lembrou, “a um ambiente ameaçador que muda rapidamente, e temos que trabalhar para aumentar a pressão sobre a Al-Qaeda no Magreb Islâmico e outros grupos terroristas na região. Nós quase acabamos com Al-Qaeda no Afeganistão e Paquistão, mas seus membros se dispersaram para outros países “, acrescentou. Conforme relatado pela mídia, grupos terroristas filiados à Al Qaeda na Líbia e na Síria foram patrocinados pelos EUA como parte de um movimento terrorista internacional que trabalhou com grupos de oposição para derrubar Kadafi e agora estão trabalhando para destronar Bashar al-Assad.

A Secretária de Estado referiu-se, em particular a Mali “, onde a instabilidade”, disse ela, “criou um santuário para terroristas, que têm por objectivo alargar a sua influência e preparar novos ataques como o que vimos na semana passada na Argélia” .

Clinton não se referiu à operação militar francesa no país, mas disse que “é importante que os EUA mantenham a sua liderança no Oriente Médio, Norte da África e no resto do mundo. Atingimos muitos objetivos nos últimos quatro anos e não podemos sair agora “, disse ela, reafirmando o compromisso dos EUA para ocupar algumas das regiões mais voláteis do mundo, onde, de acordo com a BBC, a França e outros aliados voltaram para recuperar o que era uma vez parte de suas colônias.

EUA começou a ajudar a França através de transporte aéreo de tropas francesas e equipamento militar.

Clinton disse que a diplomacia dos EUA está operando furiosamente na área – o que significa que há infiltração militar – o que sugere que outras medidas mais fortes serão tomadas nos próximos meses. “Quando os EUA está ausente “, disse Clinton,” o extremismo se enraíza, e nossos interesses de segurança no país estão ameaçados. ”

A Secretária de Estado admitiu que os movimentos revolucionários ocorridos nos últimos dois anos no mundo árabe “têm uma dinâmica complicada e que eles ajudaram a destruir as forças de segurança na região, o que estabeleceu as bases para a propagação do terrorismo. Ela disse que “muitas das armas usadas por terroristas na Argélia e Mali vêm da Líbia, onde as autoridades atuais são incapazes de controlar todos os grupos armados que surgiram durante a revolta contra Muammar Gaddafi.” Na verdade, as armas poderosas das que Clinton fala foram fornecidas por EUA, e estes mesmos grupos terroristas as usaram para realizar ataques contra civis inocentes na Líbia.

Apenas os senadores John McCain e Rand Paul mostraram o seu desagrado sobre as desculpas dadas por Clinton. O senador Paul disse a Clinton que dada a sua falta de liderança, ele a teria demitido de seu cargo no Departamento de Estado. No entanto, Paul e os outros membros da Comissão dos Assuntos Externos falharam miseravelmente porque não fizeram perguntas pertinentes sobre o que realmente aconteceu em Benghazi.

O democrata John Kerry irá substituir Clinton no Departamento de Estado, uma vez que seja confirmado pelo Congresso.

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Hillary Clinton reitera compromiso de EE.UU. de continuar agitando conflictos en África y Oriente Medio

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | ENERO 25, 2013

Mientras los grandes conflictos en el Medio Oriente comienzan a menguar, los Estados Unidos se prepara para la apoyar guerras y  conflictos en otras regiones del mundo. De hecho, la historia muestra que el intervencionismo de EE.UU. ha sido un popurrí de intentos de desestabilización de gobiernos mediante la activación de grupos terroristas que hacen el trabajo sucio en nombre de Washington.

Si las palabras de Hillary Clinton realmente reflejan lo que se avecina en los próximos meses y años, el mundo verá una continuación de la actual política exterior estadounidense, que además de ataques militares, está compuesto también por guerra económica y financiera.

En su última aparición relevante como la Secretaria de Estado, Hillary Clinton advirtió al Congreso el miércoles que Estados Unidos tendrá que luchar contra Al Qaeda en el norte de África y lidiar con la inestabilidad y la inseguridad causada por las revoluciones en varios países árabes, que el propio EE.UU. ayudó a instigar. En su opinión, el gobierno de EE.UU. se verá obligado a participar directamente en la prevención de la propagación del terrorismo en la región. Clinton se olvidó de decir que la mayoría si no todos los actos de terrorismo se llevan a cabo ya sea por fuerzas especiales de Estados Unidos y miembros de la comunidad de inteligencia o por grupos terroristas armados y financiados por el gobierno de Estados Unidos.

“El ataque terrorista en Bengasi ocurrido el 11 de septiembre de 2012, en el que murieron cuatro estadounidenses valientes, son parte de un desafío estratégico más amplio para Estados Unidos y nuestros aliados en el norte de África”, dijo Clinton ante la Comisión de Asuntos Exteriores del Senado que investiga los hechos. Ningún miembro de la Comisión preguntó a Clinton sobre el papel de las fuerzas especiales de Estados Unidos o de otros grupos en el conflicto y tampoco ningún congresista le preguntó acerca de por qué las fuerzas estadounidenses recibieron la orden de retirarse, aunque estaban lo suficientemente cerca como para intervenir durante el ataque a la oficina consular estadounidense en Bengasi, Libia.

Clinton ha asumido la responsabilidad personal por los errores que se hayan podido cometer y que inevitablemente facilitaron el asesinato de los estadounidenses en Libia, pero dijo que no es un hecho aislado, atribuible a la falta de medidas de seguridad en el consulado en Bengasi, sino a una ofensiva más amplia a la que los EE.UU. está obligado a responder con urgencia. “Lo que significa,” ella dijo, “es que tenemos que redoblar nuestros esfuerzos para luchar contra el terrorismo y para encontrar maneras de apoyar a la naciente democracia en el Norte de África y en otros lugares.”

“Nos enfrentamos”, recordó, “a un ambiente amenazador que cambia rápidamente, y debemos trabajar para aumentar la presión sobre Al Qaeda en el Magreb Islámico y otros grupos terroristas en la región. Hemos diezmado a Al Qaeda en Afganistán y Pakistán, pero sus miembros se han dispersado a otros países “, agregó. Como se ha informado por los medios de comunicación, Estados Unidos patrocina a grupos afiliados a Al Qaeda en Libia y Siria como parte de un contingente internacional de terroristas que trabajaron con grupos de la oposición para derrocar a Gaddafi y que ahora están trabajando para destronar a Bashar al-Assad.

La Secretario de Estado se ha referido en particular a Malí “, donde la inestabilidad”, dijo, “ha creado un gran santuario para los terroristas, que tratan de extender su influencia y preparar nuevos ataques como el que vimos la semana pasada en Argelia”.

Clinton no se refirió a la actual operación militar francesa en ese país, pero dijo que “es importante que los EE.UU. mantenga su liderazgo en el Oriente Medio, África del Norte y el resto del mundo. Hemos avanzado mucho en los últimos cuatro años y no podemos salir ahora “, dijo, reafirmando el compromiso de Estados Unidos para ocupar algunas de las regiones más volátiles del mundo, donde, según la BBC, Francia y otros aliados han vuelto a reconquistar lo que una vez fue parte de sus colonias.

EE.UU. ha comenzado a ayudar a Francia mediante el transporte aéreo de las tropas francesas y equipo militar.

Clinton dijo que la diplomacia estadounidense está en pleno funcionamiento en la zona – lo que significa infiltración militar – lo que sugiere que otras medidas más fuertes se tomarán en los próximos meses. “Cuando los EE.UU. está ausente”, dijo, “el extremismo echa raíces, y nuestros intereses de seguridad en el país están amenazados.”

La Secretaria de Estado ha admitido que los movimientos revolucionarios ocurridos en los últimos dos años en el mundo árabe “tienen una dinámica complicada y han destruido las fuerzas de seguridad en la región, lo que establece las bases para la expansión del terrorismo. Afirmó que “muchas de las armas utilizadas por los terroristas en Argelia y Malí proceden de Libia, donde las autoridades actuales son incapaces de controlar todos los grupos armados que surgieron durante la revuelta contra Muammar Gaddafi.” En realidad las poderosas armas de las que Clinton habla, fueron proporcionados por los EE.UU. a esos mismos grupos terroristas para llevar a cabo ataques contra civiles inocentes en Libia.

Sólo John McCain y Rand Paul mostraron su descontento acerca de las excusas de Clinton. El congresista Paul dijo a Clinton que dada su falta de liderazgo la habría despedido de su cargo en el Departamento de Estado. Sin embargo, Paul y los demás miembros de la Comisión de Asuntos Exteriores fracasaron miserablemente pues no hicieron preguntas relevantes sobre lo que realmente sucedió en Bengasi.

El Demócrata John Kerry será sustituto de Clinton en el Departamento de Estado una vez que sea confirmado por el Congreso.

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Mossad e o Exército Israelense se negaram a criar plano de ataque contra o Irã

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 18 NOVEMBRO, 2012

Todo mundo sabe que Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro israelense, e o seu ministro da Defesa, Ehud Barak, mal podem esperar para bombardear o Irã. Todo mundo, também, está consciente de sua incapacidade de convencer os seus militares sobre a inevitabilidade de um ataque iraniano a Israel.

Também está claro que o governo liderado por Barack Obama não gostaria de realizar um ataque ao Irã – pelo menos não neste momento – apesar do espírito de luta mostrado por Netanyahu, principalmente ao longo dos últimos dois ou três meses. Se George Bush ou Mitt Romney tivessem sido presidentes nos últimos quatro anos, o ataque ao Irã seria teria uma melhor chance de ocorrer do que durante o tempo que Obama está no cargo.

O que não se sabia é que tanto Mossad quanto o exército israelense se recusaram a preparar um plano para atacar o Irã. O plano foi solicitado por Netanyahu, de acordo com o Canal 2 da televisão israelense. O atual primeiro-ministro pediu a elaboração de planos específicos e ainda ordenou que o país se preparasse para um ataque iminente em 2010. Mossad e o Exército, ao contrário do que Netanyahu tinha em mente, se recusaram a criar ou implementar tais planos.

Gabi Ashkenazi, então chefe de estado, e Meir Dagan, chefe do Mossad, mostraram a sua oposição aos líderes políticos e deixaram claro que um ataque ao Irã seria equivalente a uma declaração de guerra, o que eles consideravam um erro estratégico de primeira ordem.

Uvda foi o programa do Canal 2 que fez as revelações na noite de segunda-feira em Israel, segundo foi anunciado pela imprensa local. A reportagem fala de uma reunião que aconteceu em 2010 e contou com a presença de sete ministros do Executivo.

Imediatamente após a reunião e pouco antes de Ashkenazi e Dagan saíram dessa reunião, Netanyahu ordenou a elevar o nível de alerta chamado “P Plus”, o código usado para a preparação para um ataque militar iminente.

Dada a incerteza do Primeiro-Ministro, Ashkenazi e Dagan se recusaram, informou o jornal Yedioth Ahronoth. “Você pode estar tomando uma decisão ilegal em ir à guerra”, Dagan disse a Netanyahu.

O chefe do Mossad estava se referindo às implicações políticas da declaração desta suposta declaração de guerra. O fato de que Netanyahu ordenou ao exército e  Mossad a se prepararem para um ataque significa que o primeiro-ministro tentou forçar seus ministros a aprovar tal decisão e deu a si mesmo o poder de tomar decisões sobre ir à guerra sem consultar ninguém.

Uvda quis confirmar esta versão dos acontecimentos com o ministro Ehud Barak e ele os confirmou. O ministro da Defesa Barak aparentemente se distanciou de Netanyahu após a reunião por causa de sua intenção de atacar o Irã. Netanyahu disse que não iria deixar o Irã produzir uma arma nuclear.

Enquanto Teerã sustenta que suas instalações nucleares são utilizadas apenas para a energia, o Ocidente suspeita dos planos do Irã e o primeiro-ministro israelense considera uma ameaça existencial para o seu país.

No seu recente discurso à Assembléia Geral das Nações Unidas no final de setembro, Netanyahu deu a entender que o ataque ao Irã poderia esperar até a primavera ou até mesmo o próximo verão.

O primeiro-ministro calcula que, a partir deste momento, o programa nuclear do Irã poderia chegar a um ponto em que seria capaz de produzir uma bomba nuclear dentro de semanas. Washington tem se mostrado relutante até o momento em participar de aventuras militares juntamente com Netanyahu.

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“Bombardear Irán es la Idea más Estúpida que he Escuchado”

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
12 de marzo 2012

No hay nada más claro. “Un ataque a Irán sin explorar todas las opciones disponibles no es la manera correcta de hacer las cosas.” Esta es la evaluación del ex jefe del Mossad, Meir Dagan, director de inteligencia de Israel, un equivalente del jefe de la CIA. Los rumores sobre su oposición a un ataque israelí contra Irán se han difundido en medios de comunicación desde hace un tiempo, pero es la primera vez que Dagan aparece en televisión para hablar con claridad acerca de lo que él cree que es una misión suicida para Israel, una misión que no detendrá a Irán para obtener un arma nuclear si realmente lo quisiera una.

El ex-jefe de Mossad, Meir Dagan dice que un ataque a Irán sería suicidio para Israel.

En sus propias palabras, Dagan deja claro que hay por lo menos 3 años para usar la diplomacia y las sanciones a fin de evitar un Irán nuclear. El jefe ex espía que se retiró del Mossad — aunque muchos creen que fue despedido por el actual primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, — se opone a la política de ataques preventivos de Israel contra Irán. En una entrevista bastante editada dada a CBS, Dagan dijo que el régimen iraní es muy “racional” que entiende las consecuencias de la creación o la búsqueda de un arma nuclear. Este nivel de racionalidad, dice Dagan, no es lo mismo que la gente conoce en el mundo occidental, pero él no tiene ninguna duda de que los iraníes están teniendo en cuenta todas las implicaciones de sus decisiones.

Cuando se le preguntó por qué el mundo no podía entonces tener un Irán nuclear, el ex jefe de inteligencia echó mano de una idea en gran medida desacreditada; que Irán tiene la intención de borrar a Israel del mapa. Su declaración se refiere a una cita del líder iraní Mahmoud Ahmadinejad, que nunca dijo tal cosa. Lo que dijo, como informaron muchos medios de comunicación, es que deseaba arrancar al régimen Israelí del mapa, no al pueblo judío. “Creo que los iraníes son maestros de la negociación”, dijo Dagan. Agregó que estaría preocupado si por ejemplo los europeos decidieran sentarse con los iraníes a negociar, mientras disminuyen o suavizan las sanciones como condición para tener esas conversaciones.

Meir Dagan, dirigió la agencia de inteligencia de Israel por más de 9 años. Él y sus colegas fueron responsables por el asesinato de miembros de Hamas y otros de la Organización para la Liberación de Palestina (OLP). Él y sus equipos dirigían los programas para proporcionar equipos defectuosos a Irán con el fin de retrasar su plan para enriquecer los materiales para producir energía nuclear. También fueron responsables por el asesinato de científicos iraníes que trabajaban directamente en el programa de enriquecimiento nuclear.

Dagan dijo que Irán no tiene interés en mantener los precios del petróleo en baja, ya que es su principal fuente de ingresos y que un Irán nuclear no garantizaría la estabilidad en el Oriente Medio. Tal vez un Irán nuclear no ayudaría a mantener los precios del petróleo en baja, pero sin duda ayudaría a equilibrar la lucha de poder entre Israel y sus aliados occidentales y los países como Irán, Pakistán, Rusia y China. Los aliados de Irán parecen hacer eco de los consejos que Dagan da para no atacar a Irán. Rusia ha dicho que no permitirá ningún ataque contra Siria o Irán, y también lo ha hecho China. Recientemente, prominentes funcionarios chinos alertaron a sus organizaciones de defensa para prepararse para una guerra abierta contra los Estados Unidos, en el caso de que el gobierno encabezado por Barack Obama, decida apoyar a un ataque israelí contra Irán.

Tanto Pakistán como Rusia hablaron públicamente sobre su oposición a un ataque contra Irán o Siria. Los líderes paquistaníes han dejado en claro que echarán una mano a sus vecinos si Israel o los EE.UU. decide atacarlos. Dagan llegó a decir que un Irán nuclear haría más fácil para crear las condiciones para mantener un Medio Oriente inestable, con el fin de mantener el precio del petróleo artificialmente alto. La pregunta es, ¿no han hecho esto Estados Unidos e Israel — mantener la inestabilidad en Oriente Medio — al atacar  países árabes sin ninguna razón, basando los ataques en información de inteligencia falsa que a menudo fue proporcionada por Mossad o la CIA? Una cosa es cierta, un Irán nuclear no sería rival ni para Israel, que cuenta con más de 300 armas nucleares, ni para los Estados Unidos por la misma razón. Irán tendría un arma nuclear, o unas pocas armas nucleares que no serían capaces de igualar el arsenal de Israel ni el de Estados Unidos. Lo que un Irán nuclear sin duda haría es dar mayor estabilidad a la región pues Israel y Estados Unidos tal vez lo pensarían dos veces antes de atacar el país encabezada por Ahmadinejad — directamente o a través de sus gobiernos proxy.

El ex jefe de inteligencia dijo que uno de los medios para lograr el cambio en Irán es hacerlo a través de organizaciones de oposición como grupos de estudiantes y de etnias minoritarias. Él, sin embargo, negó la participación del Mossad en cualquier acción que directa o indirectamente hizo exactamente eso. No hay necesidad de explicaciones, sin embargo. Hay muchas evidencias de que el Mossad tiene elementos que operan en Irán que están llevando a cabo las operaciones secretas de desestabilización para influir en las decisiones de Irán. Él dijo que era el deber del Mossad ayudar a cualquiera que quisiera impulsar un cambio de régimen en Irán. Dagan hizo hincapié en que un ataque a Irán este año sería imprudente, sobre todo porque una intervención militar no impediría que Irán obtuviera un arma nuclear, que es lo que Israel supuestamente más teme. “Solamente lo retrasaría”, dice Dagan. Él dice que impedir que Irán obtenga un arma nuclear es una tarea muy complicada, porque a diferencia de lo que muchos creen, Irán no tiene un puñado de sitios nucleares, sino decenas de sitios.

Aunque públicamente, Barack Obama, está de acuerdo con la opinión de Dagan, en la práctica el gobierno de EE.UU. actúa de manera muy diferente. Los EE.UU. ha enviado varios buques de guerra a la región del Golfo, específicamente con el Estrecho de Ormuz, una zona que Irán ha amenazado con cerrar si es atacado, ya sea por Israel o las fuerzas militares de Estados Unidos. “Un Irán nuclear no es un problema israelí, sino un problema global”, dijo el ex jefe del Mossad. Agregó que si Israel no ataca a Irán militarmente, él prefiere que sea EE.UU. que lo haga en lugar de cualquier otro país. Israel es conocido por unilateral y preventivamente atacar sitios en los países vecinos, como Irán y Siria. Pero esta vez el señor Dagan cree que las cosas pueden suceder de otra manera. Dijo que un ataque a Irán en un futuro próximo será provocar una guerra regional como nunca antes vista, con cohetes sobrevolando y aterrizando en territorio israelí desde el norte y el sur. Tal vez es por eso que Israel ha estado entrenando para destruir cohetes entrantes con su nuevo sistema anti-misiles en tierra. La defensa parece estar preparándose para el tipo de escenario que Dagan describe en la entrevista. “Sería un impacto devastador a nuestra capacidad para continuar con nuestra vida diaria”, dijo Dagan, acerca de los ataques de Hamas y Hezbolá, si Israel decide bombardear Irán. “Creo que Israel podría estar en una situación muy grave por un buen tiempo”, advirtió Meir Dagan.

“No sería un ataque militar lo que detendría a Irán, eso apenas lo retrasaría”, aclaró Dagan. A pesar de que pasó la mayor parte de su vida llevando a cabo ataques terroristas contra los árabes, Dagan dijo que para él no hay placer o alegría en el asesinato de personas. El mismo tiene un montón de cuadros en su casa, donde interpreta a los árabes, que dice que admira mucho. “Sé que suena antisemita si digo que algunos de mis mejores amigos son árabes, pero yo realmente, realmente admiro algunas de las cualidades de los árabes.” A pesar de la glorificación que la reportera de CBS hizo sobre los asesinatos llamándolos de “exquisitamente ejecutados “, Dagan dijo que no era tal cosa. La mayoría de la gente cree que la salida de Meir Dagan del Mossad es una consecuencia directa de su oposición a un ataque contra Irán, así como de la fallida operación que Mossad llevó a cabo en Dubai para matar a personal iraní dentro de un hotel de esa ciudad. Se cree que, Benjamin Netanyahu no le ofrecieron el trabajo una vez más y que esta es la razón por la que Dagan está hablando en público en contra de cualquier acción militar contra Irán.

Meir Dagan, niega que él está buscando venganza.

La Revolución que los Globalistas Añoraban

Como los medios tradicionales publican mentiras, la gente es co-optada y los globalistas afirman su poder

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Marzo 4, 2011

Permítanme ir directo al punto. Glenn Beck no es un patriota ni nada de eso. Beck es una máquina de relaciones públicas para vender publicidad en Fox News. Como él, hay otros muchos en los medios de comunicación, así como muchos “expertos” que manipulan la verdad. Entonces, ¿porqué Glenn Beck habla algunas verdades sobre lo que está sucediendo en Egipto?

Muchas personas en el mundo despertaron a la realidad, y durante este despertar, rechazan las mentiras y la desinformación que ofrecen los medios de comunicación tradicionales y muchos alternativos. Así que los medios de comunicación ahora emplean a una “nueva táctica”. Esta nueva estrategia que consiste en decir algunas verdades a los espectadores, lectores y oyentes, para entonces llenar sus mentes con informaciones falsas o parcialmente falsas. Esto se hace en un intento de salvarse del agujero en el que han caído y por lo que mucha gente no confía en ellos.

En la presentación de informes o la discusión de cualquier asunto, los medios de comunicación dicen a la gente 10 por ciento de la verdad y 90 por ciento del contenido lo llenan de mentiras. Ahí es donde está el truco. Se trata de una operación psicológica (psy-op) para recuperar la confianza pública, pero muchas personas todavía no entienden esto. Los medios de comunicación saben quién es el público, cómo piensan y cómo llegar a ellos. Sus directores y cabecillas emplean las combinaciones de palabras más dulces para atraer y mantener a sus seguidores y tratar de conseguir otros nuevos cada día.

Es por eso que Glenn Beck y otros, a veces dicen a la gente toda la verdad, y a continuación, dicen mentiras. Ejemplos de esto son innecesarios, ya que cualquiera puede verlo no sólo a través de Fox, pero también en CNN, MSNBC, CBS, ABC, Al-Jazeera, Globo, periódicos y revistas populares que enmascaran su agenda con caras bonitas, presentadores que parecen ser inteligentes y estudios modernos y elegantes. Pero el objetivo general es vender mentiras. No hay duda de eso.

Al igual que Glenn Beck presentó en su programa muchas veces, la situación en Egipto hoy en día es una copia de lo que sucedió en Irán en 1979. Pero nadie parece entenderlo muy bien, porque a nadie le importa lo suficiente. Nadie se acuerda de Irán en 1979. La agitación en el Oriente Medio es interminable y muy antigua. Pero es importante saber lo que causa esta inquietud, la persecución, la violencia y la destrucción. Vamos a mencionar sólo algunas razones por las que esta agitación ocurre: sanciones económicas, aranceles, comercio exclusivo, medidas de austeridad, hambre, guerra, opresión, corrupción, explotación laboral y así sucesivamente.

El mundo no está a punto de ser dominado por unas pocas manos, señalo Beck en uno de sus programas. El mundo ha estado en manos de un puñado de personas por lo menos por un siglo. “Los medios de comunicación tradicionales no pueden entender esto”, dijo Beck. Otra mentira. Los medios de comunicación saben muy bien como el mundo funciona, pero no lo explican al público. Beck, así como otros presentadores, saben que si los medios de comunicación dijeran a las masas cómo funcionan realmente las cosas, veriamos la situación en Egipto repitiendose no sólo en el Oriente Medio, sino en otros lugares. En efecto, la revolución en Egipto puede haber comenzado como un movimiento para derrocar a un dictador, pero ciertamente no evolucionó como tal.

Beck tiene razón cuando dice que el conflicto de Oriente Medio está a punto de destruir a Occidente, pero esto no es una sorpresa, ya que siempre fue así. Las potencias militares y económicas occidentales, a través de su complejo militar-industrial, siempre han creado y utilizado conflictos en el Oriente para tener una excusa para llenar sus bolsillos con dinero y acumular control de los recursos y las personas. Nada nuevo aquí.

¿Por qué el Oriente supuestamente odia al Occidente?

El Oriente no odia al Occidente. Esta es otra mentira de los medios tradicionales. Son los globalistas que odian tanto al Oriente como al Occidente y quieren causar conflictos para lograr el control completo de ambos hemisferios, como se había previsto. El conflicto entre las civilizaciones siempre ha sido estimulado por pequeños grupos de personas que tratan de promover el control imperial y acumulan poder mientras oprimen al pueblo. Así, los ciudadanos del Oriente no odian a los ciudadanos del Occidente. Los dictadores títeres del Oriente odian a sus pueblos, debido a que venden sus vidas a los controladores en el Oeste. Los presidentes marionetas de Occidente odian a sus conciudadanos, ya que también venden a sus pueblos a los globalistas. Todos los conflictos religiosos y culturales son causados por la introducción de falacias que la gente cree que son reales sobre temas como el multiculturalismo, la “justicia social”, y el radicalismo religioso con el apoyo de frases tales como “usted está de nuestro lado o del lado del enemigo.”

Los medios tradicionales tienen el descaro de culpar a la gente de pensamiento progresista de este desastre que ha estado sucediendo por más tiempo de lo que ningún liberal podía imaginar. La tiranía y la corrupción no son característicos de progresivos o liberales, sino un objetivo histórico de los globalistas. Para ello, se utilizan diferentes nombres, diferentes políticas y, más importante aún, empleando diferentes grupos sociales, religiones, dictadores y presidentes títeres que siguen diferentes ideologías. Por lo tanto, siempre nos puede atar a todos. Las mismas políticas que los medios de comunicación describen como originales del movimiento progresivo también fueron producidos y realizados por los conservadores. Ambos grupos han elaborado y aplicado estas políticas, ya que están bajo el control y son co-optados por las organizaciones y fundaciones globalistas.

Glenn Beck con razón afirma que gran parte del odio hacia el Oeste es causado por la hipocresía occidental, sobre todo la hipocresía estadounidense. En parte esto es verdad. El PERO es que esta hipocresía no es sólo estadounidense u occidental. Los Estados Unidos, así como otros miembros del G-8 y G-20 están dirigidos por gobiernos títeres que llevan a cabo los planes de los globalistas. Por lo tanto, las personas responsables de la hipocresía son los globalistas en control y no los estadounidenses, franceses, británicos, alemanes o griegos. Esta es la diferencia entre la manera en que los medios de comunicación presentan la “realidad” y como esta es verdaderamente.

Se debe dar crédito a los medios tradicionales porque han sido capaces de mantener ocultos los verdaderos controladores “detrás de la cortina”. Al igual que Glenn Beck trató de hacer en su programa el 31 de enero, los medios corporativos se han especializado en mentir con una cara seria. Y nadie puede ser más mentiroso y hacerlo seriamente que el mismo Beck. Además de detallar lo que denominó la “insurrección que viene”, Beck criticó a Hosni Mubarak por sus torturas, secuestros, espionaje y oprimir y abusar del pueblo egipcio. Pero ni él ni ningún otro presentador dijo nada cuando George W. otro Bush -otro presidente títere- hizo exactamente lo mismo durante su administración.

Sin embargo, la farsa ha terminado. Mucha gente aprendió a ver a través de las mentiras la desinformación y ahora reconocen que sus opresores no viven en sus países. También aprendieron que las agendas económicas y políticas que han causado la miseria y el dolor junto con la muerte de miles o millones de sus ciudadanos también llegan desde el extranjero. Ellos no quieren otro títere, quieren construir el país que quieren para ellos y sus familias. Pero la única manera de lograrlo es liberándose de las cadenas que les impiden ser libres.

Como el congresista Ron Paul señaló, es la ocupación estadounidense del Medio Oriente que ha servido como una gran excusa para la formación de grupos radicales, muchos de ellos apoyados por los mismos poderes occidentales que dicen luchar contra el terrorismo. Entre ellas, la Hermandad Musulmana, una creación de las agencias de inteligencia británica.

Las guerras entre civilizaciones no ocurren debido al hecho de que algunas personas son libres y prósperos y otros no. Las guerras más sangrientas de la historia no sucedieron debido a la diversidad religiosa, pero como las diferencias religiosas y movimientos religiosos se han utilizado para crear el odio entre los pueblos.

El complejo industrial militar crearon dictadores de todos los colores y las formas y los pusieron en el poder durante siglos. Sus miembros y los expertos lo han admitido en público. Zbigniew Brzezinski no sólo expresó su preocupación por la creciente oposición en todo el mundo contra la agenda globalista, pero también admitió que él fue personalmente responsable de la creación del dictador oriental Mao Tse Tung, que fue llevado al poder por el movimiento globalista. Lo mismo sucedió con Adolf Hitler. El número de muertes causadas por estos dos tiranos debido a la persecución política, religiosa y de otros tipos se cuentan de forma conservadora en las decenas de millones.

En la actualidad, Estados Unidos es controlado por los globalistas, y estos globalistas apoyan a dictadores en Egipto, Arabia Saudita, Túnez, Yemen y presidentes títeres en América Latina, Europa y otras regiones del mundo. El apoyo de estos dictadores y presidentes títeres se da en una variedad de maneras. Egipto recibe miles de millones de dólares por año, principalmente en ayuda militar. Yemen recibe una gran parte del presupuesto de la USAID. Gran parte de esto, dice la organización, es para los programas relacionados con “la paz y la seguridad.” Y si la ayuda no llega en forma de dinero, como en el caso de Arabia Saudita, se entrega a través de los tratados de armas.

Egipto 2011 es Irán en 1979

Vamos a explicar esto tan claramente como sea posible. La revolución que está ocurriendo hoy en Egipto y el resto de Africa del Norte es una copia de lo que sucedió en Irán a finales de 1970. Hosni Mubarack era un títere del sindicato del crimen internacional conocido como los globalistas había puesto en el poder. Los globalistas son un grupo de empresas y personas corruptas que controlan casi todos los aspectos de nuestras vidas hoy en día. Lo consiguieron mediante la creación y aplicación de un plan para tener una economía planificada, con desarrollo planificado y controlado, crecimiento controlado, un sistema educativo sirviente para entrenar y no educar a las personas, la formación, entre otras cosas. Este esquema les permitió mantener y aumentar el control sobre la política, economía, investigación, políticas monetarias y fiscales, el uso de los recursos naturales, control de la natalidad, el entretenimiento y los medios de comunicación.

Así como el conflicto en Irán en 1979 no sucedió porque los iraníes querían lograr la democracia, los conflictos en desarrollo en todo el Oriente Medio no es por democracia. Es la misma situación que existía en Irán, donde los estudiantes fueron engañados para que apoyaran la revolución, pero no la revolución popular. La revolución iraní no se trataba de la libertad, y su estado actual es un verdadero ejemplo de ello. Antes de convertirse en lo que es hoy, Irán fue uno de los más fuertes aliados de los Estados Unidos, así como Egipto es hoy en día. Jimmy Carter llegó a hacer un brindis con el Sha de Irán para presentar la prosperidad del país. El Sha era un dictador y un títere, como Mubarak era. El apoyá la tortura de miles de personas y cometió otros delitos que pocos recuerdan. Al igual que en Egipto hoy en día, grupos de estudiantes apoyaron la revolución y establecieron un régimen llamado “moderado”.

Así que vamos a ver … En ambos casos, la revolución fue encabezada por estudiantes co-optados. En ambos casos ellos querían acabar con el reinado de un dictador brutal y en ambos casos no consiguieron sus objetivos. De hecho, terminaron siendo más oprimidos que nunca. En el caso de Irán, un mes después de la revolución de la “libertad”, los EE.UU. decidieron que el Shah no estaba funcionando y enviaron extremistas islámicos para tomar el poder con el ayatolá Komeni a la cabeza. Esta revolución llevó a la crisis de los rehenes en la embajada de Estados Unidos, donde al menos 60 personas fueron secuestradas durante más de un año.

Volviendo al 2011

La solución que los EE.UU. ha estado cocinando durante unos años es la instalación de Mohamed ElBaradei como el salvador de Egipto. El nuevo títere que va a hacer la debida diligencia de los globalistas, como Mubarak lo hizo. Del mismo modo, los otros dictadores en Jordania, Marruecos, Sudán, Pakistán y Afganistán hoy en día hacen su parte para mantener a los globalistas en el poder. Al igual que Barack Obama hace lo mismo en los Estados Unidos e Inácio da Silva, lo hizo hasta el pasado mes de enero de 2011 en Brasil.

Hoy en día, junto con Egipto, países como Argelia, Marruecos, Libia, Sudán, Jordania, Siria y Pakistán muestran revoluciones populares. Todos ellos están gobernados por dictadores que el gobierno títere de EE.UU. ha apoyado a lo largo de los años. ¿Por qué los EE.UU. trata de poner fin a estos regímenes? Debido a que los globalistas son los menos fiables que existen. Hacen cualquier cosa para avanzar su agenda. Tomarán lo que necesitan para aumentar su control y la riqueza. Hosni Mubarak, por ejemplo era uno de esos títeres que poco a poco había conseguido safarse de las garras de los globalistas en muchos aspectos y ya no era dependiente de estos para mantenerse en el poder. Lo mismo sucede con Muammar Kadaffi en Libya, quien auque es un amigo cercano de Tony Blair, no ha recibido un tratamiento muy cordial de parte de sus “dueños”.

La misma gente en el poder son los que provocan y co-optan a la insurgencia en Egipto, Yemen, Turquía, Jordania, Arabia Saudí y otros países alrededor del mundo. Ellos siempre han utilizado los movimientos populares para engañar a la gente y llevar a cabo su agenda de control. Esto es más claro en las áreas del mundo donde la gente está cansada de ser esclava, pero no sabe cómo lograr un cambio real. Este cambio no es entendido por las masas que simplemente se conforman con las farsas. Ideas como la justicia social y la igualdad son mentiras que se plantan para atraer la atención de la gente. De hecho, el objetivo es establecer un sistema comunista basado en la distribución de la riqueza. Pero esta riqueza no va a terminar en las manos de aquellos que más lo necesitan. Todo lo contrario. Los dineros y recursos terminarán en manos de los globalistas. Estos globalistas controlan todo de lugares donde no hay acuerdos de extradición y de donde no necesitan rendir cuentas. Hasta ahora.

A finales de 2010, la gente en Francia, Grecia, Irlanda e Italia expresaron su ira en las calles por los planes de austeridad diseñados por sus gobiernos, así como los recortes salariales, la confiscación de los fondos de pensiones públicos y privados, etc.

¿Cuáles son las implicaciones del odio globalista?

Es el odio globalista hacia el pueblo, el verdadero capitalismo y el libre mercado que ha destruido un sistema que, aunque imperfecto, podría haber ayudado a mejorar las condiciones de vida de miles de personas más. Pero las políticas de desregulación les ha permitido hacer lo que querían y sus ingresos han crecido fuera de control. ¿Entonces por qué los globalistas quieren derrumbar su propio sistema para crear conflictos en África, Oriente Medio, Europa y Asia? Esta no es la pregunta correcta. La pregunta correcta es: ¿por qué no? Esto les daría la excusa perfecta para lanzar su tan esperado asalto militar contra el pueblo e imponer ley marcial y la militarización de básicamente todo el mundo bajo el pretexto de la seguridad nacional o internacional. Podrían prohibirlos viajes, el comercio y, de hecho, suspender toda la actividad económica como se conoce hoy en día. Todo en nombre de la paz y la seguridad, por supuesto. En el marco del Tratado START, el ejército del mundo podría ser finalmente enviado a continuar su misión de mantener “la paz y la seguridad” cuando sea necesario y, a través de la cláusula de emergencia, obligar a todos los miembros de la ONU a dar sus armas a las Naciones Unidas.

Por otra parte, podrían imponer sus nuevas regulaciones sobre la producción de alimentos, leyes para el uso de energía con tecnología ‘smart grid’ con la falsa excusa del calentamiento global antropogénico, la prohibición formal de la libertad de expresión, la creación de “zonas la libertad de expresión”, más regulación y control de los medios de comunicación, la censura de los medios alternativos y así sucesivamente. Como están las cosas ahora, los precios de los alimentos aumentaron sólo en el último año en un 3,4 por ciento en muchos países del mundo occidental. La disponibilidad de alimentos es una de las herramientas favoritas de los globalistas para esclavizar a la gente. El hambre es una de las razones por las que muchos ciudadanos pobres protestan en las calles de hoy. ¿Quién controla la producción y distribución de alimentos mantiene como rehenes al resto. El impulso por un sistema centralizado con normas en el marco del Codex Alimentarius proporciona un control casi total de los gobiernos cuando se trata de la producción de alimentos, mientras que se prohíbe la producción agrícola en pequeñas fincas y la medicina alternativa.

De acuerdo con las leyes de uso de la energía recientemente aprobadas, los países cuyos gobiernos apoyan la imposición de cargos por las emisiones de carbono, podrán imponer límites a la cantidad de energía que la gente puede utilizar así como restricciones a los distintos tipos de producción de energía, impuestos y otros cargos para las pequeñas y medianas empresas en función del tipo de energía que utilizan. En otros casos, los obligan a comprar créditos de carbono. Con el nuevo sistema a ser implementado, los gobiernos utilizan la tecnología del tipo ‘smart grid’ para regular cómo los ciudadanos y las pequeñas empresas usan energía, mientras que eximen a las grandes corporaciones. Las subvenciones del gobierno facilitarán la adquisición e instalación de medidores inteligentes que permiten a los gobiernos controlar de forma remota, quien puede utilizar la energía, cuánto y cuándo. Muchos profesionales de seguridad han puesto en duda el uso de estos medidores, pero la burocracia ha encontrado una manera de eludir las críticas e insisten en su uso.

Si usted es uno de los que odian la intervención del gobierno, o simplemente prefiere mantener su privacidad intacta, esto son malas noticias. El protestar contra el control del gobierno será más difícil cada día. La libertad de expresión es otro de nuestros derechos que puede llegar a ser un lujo. Como hemos visto en América del Norte, América Latina, África y los dictadores de Oriente Medio a los globalistas no les gusta la oposición de la opinión pública. Por lo tanto, establecieron las llamadas “zonas de libertad de expresión” en escuelas y lugares públicos. Estas áreas se encuentran fuera de la vista y la mente de las personas, haciendo que la protesta pública sea inocua. Los que no se atreven a seguir las reglas son inmediatamente atacados con aerosol de pimienta, perros de la policía o cañones de sonido.

La libertad de expresión no se eliminará por completo a menos que el gobierno controle los medios de comunicación. ¿Cómo lo hacen? No mediante el envío de un grupo de matones para hacerse cargo de las transmisiones, las ondas de radio o las prensas. La técnica del siglo XXI es comprar los medios de comunicación con dinero de los contribuyentes. Y cuando se trata de medios alternativos como los blogs, sitios de noticias y los productores independientes, están trabajando en un “kill switch” para Internet, que permite censurar segmentos completos de la red en bloque. Mientras tanto, los ingenieros y los defensores de la seguridad y la privacidad advirtieron en septiembre de 2010, sobre un proyecto de ley que circulaba en el Congreso que efectivamente impondría la censura en Internet. El proyecto conocido como la Ley Contra la Violación de Derechos de Autor, fue patrocinada por los miembros de ambos partidos Republicano y Demócrata. “Si esta ley se hubiese pasado hace cinco o 10 años, YouTube no existiría hoy”, dijo Peter Eckersley, técnico senior de la Electronic Frontier Foundation. El proyecto no tiene nada que ver con la infracción de derechos de autor, por supuesto, pero con el control gubernamental de Internet y la censura de lo que los burócratas consideren “peligroso”. Este proyecto de ley, aprobado por el Comité Judicial del Senado fue votado 19-0, pero nunca recibió un voto completo. Seguramente acabará volviendo como con la Ley de Seguridad Cibernética.

Entonces, ¿qué podemos esperar de todo esto?

En primer lugar, debes estar preparado. Ser autosuficiente. No espere que su gobierno acuda en su ayuda cuando necesite alimentos, agua y energía para sobrevivir a una situación caótica. Los burócratas simplemente no vendrán. Los gobiernos, especialmente los grandes, son incapaces de ayudar a todos cuando los desastres, la violencia, el caos y la inestabilidad surgen. En muchos casos, los propios gobiernos, a instancias de los globalistas, causan conflictos y el caos sin tener la mínima intención de ayudar a las personas que lo necesitan. Estar preparado es la clave para sobrevivir a cualquier situación difícil. Ser proactivo y no reactivo es la solución. Ser autosuficiente. No espere a que los supermercados se queda sin alimentos para comenzar a almacenar alimentos no perecederos. Algunas tiendas ya están sin alimentos debido a los precios del petróleo, la escasez artificial y la inestabilidad de las monedas. Ser independiente. Tener su propia fuente de agua. Organizar grupos de barrio para apoyarse mutuamente y mejorar las posibilidades de que su familia supere una crisis y pueda hacer frente a la escasez de alimentos y agua. Sólo se tarda un par de semanas para que las personas que padecen hambre se vuelvan violentos cuando la comida y el agua son escasos o inexistentes. Sólo se necesitan meses para que personas desesperadas maten a otros para sobrevivir. Por último, de ninguna manera usted puede pensar que lo que está sucediendo hoy en el Oriente Medio no puede suceder donde usted vive. Ese sería el mayor error que podría cometer.

Como los medios tradicionales publican mentiras, la gente es cooptada y los globalistas afirmar su poder

Por Luis R. Miranda

The Real Agenda

Marzo 4, 2011

Permítanme ir directo al punto. Glenn Beck no es un patriota ni nada de eso. Beck es una máquina de relaciones públicas para vender publicidad en Fox News. Como él, hay otros muchos en los medios de comunicación, así como muchos “expertos” que manipulan la verdad. Entonces, ¿porqué Glenn Beck habla algunas verdades sobre lo que está sucediendo en Egipto?

Muchas personas en el mundo despertaron a la realidad, y durante este despertar, rechazan las mentiras y la desinformación que ofrecen los medios de comunicación tradicionales y muchos alternativos. Así que los medios de comunicación ahora emplean a una “nueva táctica”. Esta nueva estrategia que consiste en decir algunas verdades a los espectadores, lectores y oyentes, para entonces llenar sus mentes con informaciones falsas o parcialmente falsas. Esto se hace en un intento de salvarse del agujero en el que han caído y por lo que mucha gente no confía en ellos.

En la presentación de informes o la discusión de cualquier asunto, los medios de comunicación dicen a la gente 10 por ciento de la verdad y 90 por ciento del contenido lo llenan de mentiras. Ahí es donde está el truco. Se trata de una operación psicológica (psy-op) para recuperar la confianza pública, pero muchas personas todavía no entienden esto. Los medios de comunicación saben quién es el público, cómo piensan y cómo llegar a ellos. Sus directores y cabecillas emplean las combinaciones de palabras más dulces para atraer y mantener a sus seguidores y tratar de conseguir otros nuevos cada día.

Es por eso que Glenn Beck y otros, a veces dicen a la gente toda la verdad, y a continuación, dicen mentiras. Ejemplos de esto son innecesarios, ya que cualquiera puede verlo no sólo a través de Fox, pero también en CNN, MSNBC, CBS, ABC, Al-Jazeera, Globo, periódicos y revistas populares que enmascaran su agenda con caras bonitas, presentadores que parecen ser inteligentes y estudios modernos y elegantes. Pero el objetivo general es vender mentiras. No hay duda de eso.

Al igual que Glenn Beck presentó en su programa muchas veces, la situación en Egipto hoy en día es una copia de lo que sucedió en Irán en 1979. Pero nadie parece entenderlo muy bien, porque a nadie le importa lo suficiente. Nadie se acuerda de Irán en 1979. La agitación en el Oriente Medio es interminable y muy antigua. Pero es importante saber lo que causa esta inquietud, la persecución, la violencia y la destrucción. Vamos a mencionar sólo algunas razones por las que esta agitación ocurre: sanciones económicas, aranceles, comercio exclusivo, medidas de austeridad, hambre, guerra, opresión, corrupción, explotación laboral y así sucesivamente.

El mundo no está a punto de ser dominado por unas pocas manos, señalo Beck en uno de sus programas. El mundo ha estado en manos de un puñado de personas por lo menos por un siglo. “Los medios de comunicación tradicionales no pueden entender esto”, dijo Beck. Otra mentira. Los medios de comunicación saben muy bien como el mundo funciona, pero no lo explican al público. Beck, así como otros presentadores, saben que si los medios de comunicación dijeran a las masas cómo funcionan realmente las cosas, veriamos la situación en Egipto repitiendose no sólo en el Oriente Medio, sino en otros lugares. En efecto, la revolución en Egipto puede haber comenzado como un movimiento para derrocar a un dictador, pero ciertamente no evolucionó como tal.

Beck tiene razón cuando dice que el conflicto de Oriente Medio está a punto de destruir a Occidente, pero esto no es una sorpresa, ya que siempre fue así. Las potencias militares y económicas occidentales, a través de su complejo militar-industrial, siempre han creado y utilizado conflictos en el Oriente para tener una excusa para llenar sus bolsillos con dinero y acumular control de los recursos y las personas. Nada nuevo aquí.

¿Por qué el Oriente supuestamente odia al Occidente?

El Oriente no odia al Occidente. Esta es otra mentira de los medios tradicionales. Son los globalistas que odian tanto al Oriente como al Occidente y quieren causar conflictos para lograr el control completo de ambos hemisferios, como se había previsto. El conflicto entre las civilizaciones siempre ha sido estimulado por pequeños grupos de personas que tratan de promover el control imperial y acumular poder mientras oprimen al pueblo. Así, los ciudadanos del Oriente no odian a los ciudadanos del Occidente. Los dictadores títeres del Oriente odian a sus pueblos, debido a que venden sus vidas a los controladores en el Oeste. Los presidentes marionetas de Occidente odian a sus conciudadanos, ya que también venden a sus pueblos a los globalistas. Todos los conflictos religiosos y culturales son causados por la introducción de falacias que la gente cree que son reales sobre temas como el multiculturalismo, la “justicia social”, y el radicalismo religioso con el apoyo de frases tales como “usted está de nuestro lado o del lado del enemigo.”

Los medios tradicionales tienen el descaro de culpar a la gente de pensamiento progresista de este desastre que ha estado sucediendo por más tiempo de lo que ningún liberal podía imaginar. La tiranía y la corrupción no son característicos de progresivos o liberales, sino un objetivo histórico de los globalistas. Para ello, se utilizan diferentes nombres, diferentes políticas y, más importante aún, empleando diferentes grupos sociales, religiones, dictadores y presidentes títeres que siguen diferentes ideologías. Por lo tanto, siempre nos puede atar a todos. Las mismas políticas que los medios de comunicación describen como originales del movimiento progresivo también fueron producidos y realizados por los conservadores. Ambos grupos han elaborado y aplicado estas políticas, ya que están bajo el control y son co-optados por las organizaciones y fundaciones globalistas.

Glenn Beck con razón afirma que gran parte del odio hacia el Oeste es causado por la hipocresía occidental, sobre todo la hipocresía estadounidense. En parte esto es verdad. El PERO es que esta hipocresía no es sólo estadounidense u occidental. Los Estados Unidos, así como otros miembros del G-8 y G-20 están dirigidos por gobiernos títeres que llevan a cabo los planes de los globalistas. Por lo tanto, las personas responsables de la hipocresía son los globalistas en control y no los estadounidenses, franceses, británicos, alemanes o griegos. Esta es la diferencia entre la manera en que los medios de comunicación presentan la “realidad” y como esta es verdaderamente.

Se debe dar crédito a los medios tradicionales porque han sido capaces de mantener ocultos los verdaderos controladores “detrás de la cortina”. Al igual que Glenn Beck trató de hacer en su programa el 31 de enero, los medios corporativos se han especializado en mentir con una cara seria. Y nadie puede ser más mentiroso y hacerlo seriamente que el mismo Beck. Además de detallar lo que denominó la “insurrección que viene”, Beck criticó a Hosni Mubarak por sus torturas, secuestros, espionaje y oprimir y abusar del pueblo egipcio. Pero ni él ni ningún otro presentador dijo nada cuando George W. otro Bush -otro presidente títere- hizo exactamente lo mismo durante su administración.

Sin embargo, la farsa ha terminado. Mucha gente aprendió a ver a través de las mentiras la desinformación y ahora reconocen que sus opresores no viven en sus países. También aprendieron que las agendas económicas y políticas que han causado la miseria y el dolor junto con la muerte de miles o millones de sus ciudadanos también llegan desde el extranjero. Ellos no quieren otro títere, quieren construir el país que quieren para ellos y sus familias. Pero la única manera de lograrlo es liberándose de las cadenas que les impiden ser libres.

Como el congresista Ron Paul señaló, es la ocupación estadounidense del Medio Oriente que ha servido como una gran excusa para la formación de grupos radicales, muchos de ellos apoyados por los mismos poderes occidentales que dicen luchar contra el terrorismo. Entre ellas, la Hermandad Musulmana, una creación de las agencias de inteligencia británica.

Las guerras entre civilizaciones no ocurren debido al hecho de que algunas personas son libres y prósperos y otros no. Las guerras más sangrientas de la historia no sucedieron debido a la diversidad religiosa, pero como las diferencias religiosas y movimientos religiosos se han utilizado para crear el odio entre los pueblos.

El complejo industrial militar crearon dictadores de todos los colores y las formas y los pusieron en el poder durante siglos. Sus miembros y los expertos lo han admitido en público. Zbigniew Brzezinski no sólo expresó su preocupación por la creciente oposición en todo el mundo contra la agenda globalista, pero también admitió que él fue personalmente responsable de la creación del dictador oriental Mao Tse Tung, que fue llevado al poder por el movimiento globalista. Lo mismo sucedió con Adolf Hitler. El número de muertes causadas por estos dos tiranos debido a la persecución política, religiosa y de otros tipos se cuentan de forma conservadora en las decenas de millones.

En la actualidad, Estados Unidos es controlado por los globalistas, y estos globalistas apoyan a dictadores en Egipto, Arabia Saudita, Túnez, Yemen y presidentes títeres en América Latina, Europa y otras regiones del mundo. El apoyo de estos dictadores y presidentes títeres se da en una variedad de maneras. Egipto recibe miles de millones de dólares por año, principalmente en ayuda militar. Yemen recibe una gran parte del presupuesto de la USAID. Gran parte de esto, dice la organización, es para los programas relacionados con “la paz y la seguridad.” Y si la ayuda no llega en forma de dinero, como en el caso de Arabia Saudita, se entrega a través de los tratados de armas.

Egipto 2011 es de Irán en 1979

Vamos a explicar esto tan claramente como sea posible. La revolución que está ocurriendo hoy en Egipto y el resto de Africa del Norte es una copia de lo que sucedió en Irán a finales de 1970. Hosni Mubarack era un títere del sindicato del crimen internacional conocido como los globalistas había puesto en el poder. Los globalistas son un grupo de empresas y personas corruptas que controlan casi todos los aspectos de nuestras vidas hoy en día. Lo consiguieron mediante la creación y aplicación de un plan para tener una economía planificada, con desarrollo planificado y controlado, crecimiento controlado, un sistema educativo sirviente para entrenar y no educar a las personas, la formación, entre otras cosas. Este esquema les permitió mantener y aumentar el control sobre la política, economía, investigación, políticas monetarias y fiscales, el uso de los recursos naturales, control de la natalidad, el entretenimiento y los medios de comunicación.

Así como el conflicto en Irán en 1979 no sucedió porque los iraníes querían lograr la democracia, los conflictos en desarrollo en todo el Oriente Medio no es por democracia. Es la misma situación que existía en Irán, donde los estudiantes fueron engañados para que apoyaran la revolución, pero no la revolución popular. La revolución iraní no se trataba de la libertad, y su estado actual es un verdadero ejemplo de ello. Antes de convertirse en lo que es hoy, Irán fue uno de los más fuertes aliados de los Estados Unidos, así como Egipto es hoy en día. Jimmy Carter llegó a hacer un brindis con el Sha de Irán para presentar la prosperidad del país. El Sha era un dictador y un títere, como Mubarak era. El apoyá la tortura de miles de personas y cometió otros delitos que pocos recuerdan. Al igual que en Egipto hoy en día, grupos de estudiantes apoyaron la revolución y establecieron un régimen llamado “moderado”.

Así que vamos a ver … En ambos casos, la revolución fue encabezada por estudiantes co-optados. En ambos casos ellos querían acabar con el reinado de un dictador brutal y en ambos casos no consiguieron sus objetivos. De hecho, terminaron siendo más oprimidos que nunca. En el caso de Irán, un mes después de la revolución de la “libertad”, los EE.UU. decidieron que el Shah no estaba funcionando y enviaron extremistas islámicos para tomar el poder con el ayatolá Komeni a la cabeza. Esta revolución llevó a la crisis de los rehenes en la embajada de Estados Unidos, donde al menos 60 personas fueron secuestradas durante más de un año.

Volviendo al 2011

La solución que los EE.UU. ha estado cocinando durante unos años es la instalación de Mohamed ElBaradei como el salvador de Egipto. El nuevo títere que va a hacer la debida diligencia de los globalistas, como Mubarak lo hizo. Del mismo modo, los otros dictadores en Jordania, Marruecos, Sudán, Pakistán y Afganistán hoy en día hacen su parte para mantener a los globalistas en el poder. Al igual que Barack Obama hace lo mismo en los Estados Unidos e Inácio da Silva, lo hizo hasta el pasado mes de enero de 2011 en Brasil.

Hoy en día, junto con Egipto, países como Argelia, Marruecos, Libia, Sudán, Jordania, Siria y Pakistán muestran revoluciones populares. Todos ellos están gobernados por dictadores que el gobierno títere de EE.UU. ha apoyado a lo largo de los años. ¿Por qué los EE.UU. trata de poner fin a estos regímenes? Debido a que los globalistas son los menos fiables que existen. Hacen cualquier cosa para avanzar su agenda. Tomarán lo que necesitan para aumentar su control y la riqueza. Hosni Mubarak, por ejemplo era uno de esos títeres que poco a poco había conseguido safarse de las garras de los globalistas en muchos aspectos y ya no era dependiente de estos para mantenerse en el poder. Lo mismo sucede con Muammar Kadaffi en Libya, quien auque es un amigo cercano de Tony Blair, no ha recibido un tratamiento muy cordial de parte de sus “dueños”.

La misma gente en el poder son los que provocan y co-optan a la insurgencia en Egipto, Yemen, Turquía, Jordania, Arabia Saudí y otros países alrededor del mundo. Ellos siempre han utilizado los movimientos para engañar a la gente y llevar a cabo su agenda de control. Esto es más claro en las áreas del mundo donde la gente está cansada de ser esclava, pero no sabe cómo lograr un cambio real. Este cambio no es entendido por las masas que simplemente se conforman con las farsas. Ideas como la justicia social y la igualdad son mentiras que se plantan para atraer la atención de la gente. De hecho, el objetivo es establecer un sistema comunista basado en la distribución de la riqueza. Pero esta riqueza no va a terminar en las manos de aquellos que más lo necesitan. Todo lo contrario. Los dineros y recursos terminarán en manos de los globalistas. Estos globalistas controlan todo de lugares donde no hay acuerdos de extradición y de donde no necesitan rendir cuentas. Hasta ahora.

A finales de 2010, la gente en Francia, Grecia, Irlanda e Italia expresaron su ira en las calles por los planes de austeridad diseñados por sus gobiernos, así como los recortes salariales, la confiscación de los fondos de pensiones públicos y privados, etc
¿Cuáles son las implicaciones del odio globalista?

Es el odio globalista hacia el pueblo, el verdadero capitalismo y el libre mercado que ha destruido un sistema que, aunque imperfecto, podría haber ayudado a mejorar las condiciones de vida de miles de personas más. Pero las políticas de desregulación les ha permitido hacer lo que querían y sus ingresos han crecido fuera de control. ¿Entonces por qué los globalistas quieren derrumbar su propio sistema para crear conflictos en África, Oriente Medio, Europa y Asia? Esta no es la pregunta correcta. La pregunta correcta es: ¿por qué no? Esto les daría la excusa perfecta para lanzar su tan esperado asalto militar contra el pueblo e imponer ley marcial y la militarización de básicamente todo el mundo bajo el pretexto de la seguridad nacional o internacional. Podrían prohibirlos viajes, el comercio y, de hecho, suspender toda la actividad económica como se conoce hoy en día. Todo en nombre de la paz y la seguridad, por supuesto. En el marco del Tratado START, el ejército del mundo podría ser finalmente enviado a continuar su misión de mantener “la paz y la seguridad” cuando sea necesario y, a través de la cláusula de emergencia, obligar a todos los miembros de la ONU a dar sus armas a las Naciones Unidas.

Por otra parte, podrían imponer sus nuevas regulaciones sobre la producción de alimentos, leyes para el uso de energía con tecnología ‘smart grid’ con la falsa excusa del calentamiento global antropogénico, la prohibición formal de la libertad de expresión, la creación de “zonas la libertad de expresión”, más regulación y control de los medios de comunicación, la censura de los medios alternativos y así sucesivamente. Como están las cosas ahora, los precios de los alimentos aumentaron sólo en el último año en un 3,4 por ciento en muchos países del mundo occidental. La disponibilidad de alimentos es una de las herramientas favoritas de los globalistas para esclavizar a la gente. El hambre es una de las razones por las que muchos ciudadanos pobres protestan en las calles de hoy. ¿Quién controla la producción y distribución de alimentos mantiene como rehenes al resto. El impulso por un sistema centralizado con normas en el marco del Codex Alimentarius proporciona un control casi total de los gobiernos cuando se trata de la producción de alimentos, mientras que se prohíbe la producción agrícola en pequeñas fincas y la medicina alternativa.

De acuerdo con las leyes de uso de la energía recientemente aprobadas, los países cuyos gobiernos apoyan la imposición de cargos por las emisiones de carbono, podrán imponer límites a la cantidad de energía que la gente puede utilizar así como restricciones a los distintos tipos de producción de energía, impuestos y otros cargos para las pequeñas y medianas empresas en función del tipo de energía que utilizan. En otros casos, los obligan a comprar créditos de carbono. Con el nuevo sistema a ser implementado, los gobiernos utilizan la tecnología del tipo ‘smart grid’ para regular cómo los ciudadanos y las pequeñas empresas usan energía, mientras que eximen a las grandes corporaciones. Las subvenciones del gobierno facilitarán la adquisición e instalación de medidores inteligentes que permiten a los gobiernos controlar de forma remota, quien puede utilizar la energía, cuánto y cuándo. Muchos profesionales de seguridad han puesto en duda el uso de estos medidores, pero la burocracia ha encontrado una manera de eludir las críticas e insisten en su uso.

Si usted es uno de los que odian la intervención del gobierno, o simplemente prefiere mantener su privacidad intacta, esto son malas noticias. El protestar contra el control del gobierno será más difícil cada día. La libertad de expresión es otro de nuestros derechos que puede llegar a ser un lujo. Como hemos visto en América del Norte, América Latina, África y los dictadores de Oriente Medio a los globalistas no les gusta la oposición de la opinión pública. Por lo tanto, establecieron las llamadas “zonas de libertad de expresión” en escuelas y lugares públicos. Estas áreas se encuentran fuera de la vista y la mente de las personas, haciendo que la protesta pública sea inocua. Los que no se atreven a seguir las reglas son inmediatamente atacados con aerosol de pimienta, perros de la policía o cañones de sonido.

La libertad de expresión no se eliminará por completo a menos que el gobierno controle los medios de comunicación. ¿Cómo lo hacen? No mediante el envío de un grupo de matones para hacerse cargo de las transmisiones, las ondas de radio o las prensas. La técnica del siglo XXI es comprar los medios de comunicación con dinero de los contribuyentes. Y cuando se trata de medios alternativos como los blogs, sitios de noticias y los productores independientes, están trabajando en un “kill switch” para Internet, que permite censurar segmentos completos de la red en bloque. Mientras tanto, los ingenieros y los defensores de la seguridad y la privacidad advirtieron en septiembre de 2010, sobre un proyecto de ley que circulaba en el Congreso que efectivamente impondría la censura en Internet. El proyecto conocido como la Ley Contra la Violación de Derechos de Autor, fue patrocinada por los miembros de ambos partidos Republicano y Demócrata. “Si esta ley se hubiese pasado hace cinco o 10 años, YouTube no existiría hoy”, dijo Peter Eckersley, técnico senior de la Electronic Frontier Foundation. El proyecto no tiene nada que ver con la infracción de derechos de autor, por supuesto, pero con el control gubernamental de Internet y la censura de lo que los burócratas consideren “peligroso”. Este proyecto de ley, aprobado por el Comité Judicial del Senado fue votado 19-0, pero nunca recibió un voto completo. Seguramente acabará volviendo como con la Ley de Seguridad Cibernética.

Entonces, ¿qué podemos esperar de todo esto?

En primer lugar, debes estar preparado. Ser autosuficiente. No espere que su gobierno acuda en su ayuda cuando necesite alimentos, agua y energía para sobrevivir a una situación caótica. Los burócratas simplemente no vendrán. Los gobiernos, especialmente los grandes, son incapaces de ayudar a todos cuando los desastres, la violencia, el caos y la inestabilidad surgen. En muchos casos, los propios gobiernos, a instancias de los globalistas, causan conflictos y el caos sin tener la mínima intención de ayudar a las personas que lo necesitan. Estar preparado es la clave para sobrevivir a cualquier situación difícil. Ser proactivo y no reactivo es la solución. Ser autosuficiente. No espere a que los supermercados se queda sin alimentos para comenzar a almacenar alimentos no perecederos. Algunas tiendas ya están sin alimentos debido a los precios del petróleo, la escasez artificial y la inestabilidad de las monedas. Ser independiente. Tener su propia fuente de agua. Organizar grupos de barrio para apoyarse mutuamente y mejorar las posibilidades de que su familia supere una crisis y pueda hacer frente a la escasez de alimentos y agua. Sólo se tarda un par de semanas para que las personas que padecen hambre se vuelvan violentos cuando la comida y el agua son escasos o inexistentes. Sólo se necesitan meses para que personas desesperadas maten a otros para sobrevivir. Por último, de ninguna manera usted puede pensar que lo que está sucediendo hoy en el Oriente Medio no puede suceder donde usted vive. Ese sería el mayor error que podría cometer.

Como los medios tradicionales publican mentiras, la gente es cooptada y los globalistas afirmar su poder

Por Luis R. Miranda

The Real Agenda

Marzo 4, 2011

Permítanme ir directo al punto. Glenn Beck no es un patriota ni nada de eso. Beck es una máquina de relaciones públicas para vender publicidad en Fox News. Como él, hay otros muchos en los medios de comunicación, así como muchos “expertos” que manipulan la verdad. Entonces, ¿porqué Glenn Beck habla algunas verdades sobre lo que está sucediendo en Egipto?

Muchas personas en el mundo despertaron a la realidad, y durante este despertar, rechazan las mentiras y la desinformación que ofrecen los medios de comunicación tradicionales y muchos alternativos. Así que los medios de comunicación ahora emplean a una “nueva táctica”. Esta nueva estrategia que consiste en decir algunas verdades a los espectadores, lectores y oyentes, para entonces llenar sus mentes con informaciones falsas o parcialmente falsas. Esto se hace en un intento de salvarse del agujero en el que han caído y por lo que mucha gente no confía en ellos.

En la presentación de informes o la discusión de cualquier asunto, los medios de comunicación dicen a la gente 10 por ciento de la verdad y 90 por ciento del contenido lo llenan de mentiras. Ahí es donde está el truco. Se trata de una operación psicológica (psy-op) para recuperar la confianza pública, pero muchas personas todavía no entienden esto. Los medios de comunicación saben quién es el público, cómo piensan y cómo llegar a ellos. Sus directores y cabecillas emplean las combinaciones de palabras más dulces para atraer y mantener a sus seguidores y tratar de conseguir otros nuevos cada día.

Es por eso que Glenn Beck y otros, a veces dicen a la gente toda la verdad, y a continuación, dicen mentiras. Ejemplos de esto son innecesarios, ya que cualquiera puede verlo no sólo a través de Fox, pero también en CNN, MSNBC, CBS, ABC, Al-Jazeera, Globo, periódicos y revistas populares que enmascaran su agenda con caras bonitas, presentadores que parecen ser inteligentes y estudios modernos y elegantes. Pero el objetivo general es vender mentiras. No hay duda de eso.

Al igual que Glenn Beck presentó en su programa muchas veces, la situación en Egipto hoy en día es una copia de lo que sucedió en Irán en 1979. Pero nadie parece entenderlo muy bien, porque a nadie le importa lo suficiente. Nadie se acuerda de Irán en 1979. La agitación en el Oriente Medio es interminable y muy antigua. Pero es importante saber lo que causa esta inquietud, la persecución, la violencia y la destrucción. Vamos a mencionar sólo algunas razones por las que esta agitación ocurre: sanciones económicas, aranceles, comercio exclusivo, medidas de austeridad, hambre, guerra, opresión, corrupción, explotación laboral y así sucesivamente.

El mundo no está a punto de ser dominado por unas pocas manos, señalo Beck en uno de sus programas. El mundo ha estado en manos de un puñado de personas por lo menos por un siglo. “Los medios de comunicación tradicionales no pueden entender esto”, dijo Beck. Otra mentira. Los medios de comunicación saben muy bien como el mundo funciona, pero no lo explican al público. Beck, así como otros presentadores, saben que si los medios de comunicación dijeran a las masas cómo funcionan realmente las cosas, veriamos la situación en Egipto repitiendose no sólo en el Oriente Medio, sino en otros lugares. En efecto, la revolución en Egipto puede haber comenzado como un movimiento para derrocar a un dictador, pero ciertamente no evolucionó como tal.

Beck tiene razón cuando dice que el conflicto de Oriente Medio está a punto de destruir a Occidente, pero esto no es una sorpresa, ya que siempre fue así. Las potencias militares y económicas occidentales, a través de su complejo militar-industrial, siempre han creado y utilizado conflictos en el Oriente para tener una excusa para llenar sus bolsillos con dinero y acumular control de los recursos y las personas. Nada nuevo aquí.

¿Por qué el Oriente supuestamente odia al Occidente?

El Oriente no odia al Occidente. Esta es otra mentira de los medios tradicionales. Son los globalistas que odian tanto al Oriente como al Occidente y quieren causar conflictos para lograr el control completo de ambos hemisferios, como se había previsto. El conflicto entre las civilizaciones siempre ha sido estimulado por pequeños grupos de personas que tratan de promover el control imperial y acumular poder mientras oprimen al pueblo. Así, los ciudadanos del Oriente no odian a los ciudadanos del Occidente. Los dictadores títeres del Oriente odian a sus pueblos, debido a que venden sus vidas a los controladores en el Oeste. Los presidentes marionetas de Occidente odian a sus conciudadanos, ya que también venden a sus pueblos a los globalistas. Todos los conflictos religiosos y culturales son causados por la introducción de falacias que la gente cree que son reales sobre temas como el multiculturalismo, la “justicia social”, y el radicalismo religioso con el apoyo de frases tales como “usted está de nuestro lado o del lado del enemigo.”

Los medios tradicionales tienen el descaro de culpar a la gente de pensamiento progresista de este desastre que ha estado sucediendo por más tiempo de lo que ningún liberal podía imaginar. La tiranía y la corrupción no son característicos de progresivos o liberales, sino un objetivo histórico de los globalistas. Para ello, se utilizan diferentes nombres, diferentes políticas y, más importante aún, empleando diferentes grupos sociales, religiones, dictadores y presidentes títeres que siguen diferentes ideologías. Por lo tanto, siempre nos puede atar a todos. Las mismas políticas que los medios de comunicación describen como originales del movimiento progresivo también fueron producidos y realizados por los conservadores. Ambos grupos han elaborado y aplicado estas políticas, ya que están bajo el control y son co-optados por las organizaciones y fundaciones globalistas.

Glenn Beck con razón afirma que gran parte del odio hacia el Oeste es causado por la hipocresía occidental, sobre todo la hipocresía estadounidense. En parte esto es verdad. El PERO es que esta hipocresía no es sólo estadounidense u occidental. Los Estados Unidos, así como otros miembros del G-8 y G-20 están dirigidos por gobiernos títeres que llevan a cabo los planes de los globalistas. Por lo tanto, las personas responsables de la hipocresía son los globalistas en control y no los estadounidenses, franceses, británicos, alemanes o griegos. Esta es la diferencia entre la manera en que los medios de comunicación presentan la “realidad” y como esta es verdaderamente.

Se debe dar crédito a los medios tradicionales porque han sido capaces de mantener ocultos los verdaderos controladores “detrás de la cortina”. Al igual que Glenn Beck trató de hacer en su programa el 31 de enero, los medios corporativos se han especializado en mentir con una cara seria. Y nadie puede ser más mentiroso y hacerlo seriamente que el mismo Beck. Además de detallar lo que denominó la “insurrección que viene”, Beck criticó a Hosni Mubarak por sus torturas, secuestros, espionaje y oprimir y abusar del pueblo egipcio. Pero ni él ni ningún otro presentador dijo nada cuando George W. otro Bush -otro presidente títere- hizo exactamente lo mismo durante su administración.

Sin embargo, la farsa ha terminado. Mucha gente aprendió a ver a través de las mentiras la desinformación y ahora reconocen que sus opresores no viven en sus países. También aprendieron que las agendas económicas y políticas que han causado la miseria y el dolor junto con la muerte de miles o millones de sus ciudadanos también llegan desde el extranjero. Ellos no quieren otro títere, quieren construir el país que quieren para ellos y sus familias. Pero la única manera de lograrlo es liberándose de las cadenas que les impiden ser libres.

Como el congresista Ron Paul señaló, es la ocupación estadounidense del Medio Oriente que ha servido como una gran excusa para la formación de grupos radicales, muchos de ellos apoyados por los mismos poderes occidentales que dicen luchar contra el terrorismo. Entre ellas, la Hermandad Musulmana, una creación de las agencias de inteligencia británica.

Las guerras entre civilizaciones no ocurren debido al hecho de que algunas personas son libres y prósperos y otros no. Las guerras más sangrientas de la historia no sucedieron debido a la diversidad religiosa, pero como las diferencias religiosas y movimientos religiosos se han utilizado para crear el odio entre los pueblos.

El complejo industrial militar crearon dictadores de todos los colores y las formas y los pusieron en el poder durante siglos. Sus miembros y los expertos lo han admitido en público. Zbigniew Brzezinski no sólo expresó su preocupación por la creciente oposición en todo el mundo contra la agenda globalista, pero también admitió que él fue personalmente responsable de la creación del dictador oriental Mao Tse Tung, que fue llevado al poder por el movimiento globalista. Lo mismo sucedió con Adolf Hitler. El número de muertes causadas por estos dos tiranos debido a la persecución política, religiosa y de otros tipos se cuentan de forma conservadora en las decenas de millones.

En la actualidad, Estados Unidos es controlado por los globalistas, y estos globalistas apoyan a dictadores en Egipto, Arabia Saudita, Túnez, Yemen y presidentes títeres en América Latina, Europa y otras regiones del mundo. El apoyo de estos dictadores y presidentes títeres se da en una variedad de maneras. Egipto recibe miles de millones de dólares por año, principalmente en ayuda militar. Yemen recibe una gran parte del presupuesto de la USAID. Gran parte de esto, dice la organización, es para los programas relacionados con “la paz y la seguridad.” Y si la ayuda no llega en forma de dinero, como en el caso de Arabia Saudita, se entrega a través de los tratados de armas.

Egipto 2011 es de Irán en 1979

Vamos a explicar esto tan claramente como sea posible. La revolución que está ocurriendo hoy en Egipto y el resto de Africa del Norte es una copia de lo que sucedió en Irán a finales de 1970. Hosni Mubarack era un títere del sindicato del crimen internacional conocido como los globalistas había puesto en el poder. Los globalistas son un grupo de empresas y personas corruptas que controlan casi todos los aspectos de nuestras vidas hoy en día. Lo consiguieron mediante la creación y aplicación de un plan para tener una economía planificada, con desarrollo planificado y controlado, crecimiento controlado, un sistema educativo sirviente para entrenar y no educar a las personas, la formación, entre otras cosas. Este esquema les permitió mantener y aumentar el control sobre la política, economía, investigación, políticas monetarias y fiscales, el uso de los recursos naturales, control de la natalidad, el entretenimiento y los medios de comunicación.

Así como el conflicto en Irán en 1979 no sucedió porque los iraníes querían lograr la democracia, los conflictos en desarrollo en todo el Oriente Medio no es por democracia. Es la misma situación que existía en Irán, donde los estudiantes fueron engañados para que apoyaran la revolución, pero no la revolución popular. La revolución iraní no se trataba de la libertad, y su estado actual es un verdadero ejemplo de ello. Antes de convertirse en lo que es hoy, Irán fue uno de los más fuertes aliados de los Estados Unidos, así como Egipto es hoy en día. Jimmy Carter llegó a hacer un brindis con el Sha de Irán para presentar la prosperidad del país. El Sha era un dictador y un títere, como Mubarak era. El apoyá la tortura de miles de personas y cometió otros delitos que pocos recuerdan. Al igual que en Egipto hoy en día, grupos de estudiantes apoyaron la revolución y establecieron un régimen llamado “moderado”.

Así que vamos a ver … En ambos casos, la revolución fue encabezada por estudiantes co-optados. En ambos casos ellos querían acabar con el reinado de un dictador brutal y en ambos casos no consiguieron sus objetivos. De hecho, terminaron siendo más oprimidos que nunca. En el caso de Irán, un mes después de la revolución de la “libertad”, los EE.UU. decidieron que el Shah no estaba funcionando y enviaron extremistas islámicos para tomar el poder con el ayatolá Komeni a la cabeza. Esta revolución llevó a la crisis de los rehenes en la embajada de Estados Unidos, donde al menos 60 personas fueron secuestradas durante más de un año.

Volviendo al 2011

La solución que los EE.UU. ha estado cocinando durante unos años es la instalación de Mohamed ElBaradei como el salvador de Egipto. El nuevo títere que va a hacer la debida diligencia de los globalistas, como Mubarak lo hizo. Del mismo modo, los otros dictadores en Jordania, Marruecos, Sudán, Pakistán y Afganistán hoy en día hacen su parte para mantener a los globalistas en el poder. Al igual que Barack Obama hace lo mismo en los Estados Unidos e Inácio da Silva, lo hizo hasta el pasado mes de enero de 2011 en Brasil.

Hoy en día, junto con Egipto, países como Argelia, Marruecos, Libia, Sudán, Jordania, Siria y Pakistán muestran revoluciones populares. Todos ellos están gobernados por dictadores que el gobierno títere de EE.UU. ha apoyado a lo largo de los años. ¿Por qué los EE.UU. trata de poner fin a estos regímenes? Debido a que los globalistas son los menos fiables que existen. Hacen cualquier cosa para avanzar su agenda. Tomarán lo que necesitan para aumentar su control y la riqueza. Hosni Mubarak, por ejemplo era uno de esos títeres que poco a poco había conseguido safarse de las garras de los globalistas en muchos aspectos y ya no era dependiente de estos para mantenerse en el poder. Lo mismo sucede con Muammar Kadaffi en Libya, quien auque es un amigo cercano de Tony Blair, no ha recibido un tratamiento muy cordial de parte de sus “dueños”.

La misma gente en el poder son los que provocan y co-optan a la insurgencia en Egipto, Yemen, Turquía, Jordania, Arabia Saudí y otros países alrededor del mundo. Ellos siempre han utilizado los movimientos para engañar a la gente y llevar a cabo su agenda de control. Esto es más claro en las áreas del mundo donde la gente está cansada de ser esclava, pero no sabe cómo lograr un cambio real. Este cambio no es entendido por las masas que simplemente se conforman con las farsas. Ideas como la justicia social y la igualdad son mentiras que se plantan para atraer la atención de la gente. De hecho, el objetivo es establecer un sistema comunista basado en la distribución de la riqueza. Pero esta riqueza no va a terminar en las manos de aquellos que más lo necesitan. Todo lo contrario. Los dineros y recursos terminarán en manos de los globalistas. Estos globalistas controlan todo de lugares donde no hay acuerdos de extradición y de donde no necesitan rendir cuentas. Hasta ahora.

A finales de 2010, la gente en Francia, Grecia, Irlanda e Italia expresaron su ira en las calles por los planes de austeridad diseñados por sus gobiernos, así como los recortes salariales, la confiscación de los fondos de pensiones públicos y privados, etc
¿Cuáles son las implicaciones del odio globalista?

Es el odio globalista hacia el pueblo, el verdadero capitalismo y el libre mercado que ha destruido un sistema que, aunque imperfecto, podría haber ayudado a mejorar las condiciones de vida de miles de personas más. Pero las políticas de desregulación les ha permitido hacer lo que querían y sus ingresos han crecido fuera de control. ¿Entonces por qué los globalistas quieren derrumbar su propio sistema para crear conflictos en África, Oriente Medio, Europa y Asia? Esta no es la pregunta correcta. La pregunta correcta es: ¿por qué no? Esto les daría la excusa perfecta para lanzar su tan esperado asalto militar contra el pueblo e imponer ley marcial y la militarización de básicamente todo el mundo bajo el pretexto de la seguridad nacional o internacional. Podrían prohibirlos viajes, el comercio y, de hecho, suspender toda la actividad económica como se conoce hoy en día. Todo en nombre de la paz y la seguridad, por supuesto. En el marco del Tratado START, el ejército del mundo podría ser finalmente enviado a continuar su misión de mantener “la paz y la seguridad” cuando sea necesario y, a través de la cláusula de emergencia, obligar a todos los miembros de la ONU a dar sus armas a las Naciones Unidas.

Por otra parte, podrían imponer sus nuevas regulaciones sobre la producción de alimentos, leyes para el uso de energía con tecnología ‘smart grid’ con la falsa excusa del calentamiento global antropogénico, la prohibición formal de la libertad de expresión, la creación de “zonas la libertad de expresión”, más regulación y control de los medios de comunicación, la censura de los medios alternativos y así sucesivamente. Como están las cosas ahora, los precios de los alimentos aumentaron sólo en el último año en un 3,4 por ciento en muchos países del mundo occidental. La disponibilidad de alimentos es una de las herramientas favoritas de los globalistas para esclavizar a la gente. El hambre es una de las razones por las que muchos ciudadanos pobres protestan en las calles de hoy. ¿Quién controla la producción y distribución de alimentos mantiene como rehenes al resto. El impulso por un sistema centralizado con normas en el marco del Codex Alimentarius proporciona un control casi total de los gobiernos cuando se trata de la producción de alimentos, mientras que se prohíbe la producción agrícola en pequeñas fincas y la medicina alternativa.

De acuerdo con las leyes de uso de la energía recientemente aprobadas, los países cuyos gobiernos apoyan la imposición de cargos por las emisiones de carbono, podrán imponer límites a la cantidad de energía que la gente puede utilizar así como restricciones a los distintos tipos de producción de energía, impuestos y otros cargos para las pequeñas y medianas empresas en función del tipo de energía que utilizan. En otros casos, los obligan a comprar créditos de carbono. Con el nuevo sistema a ser implementado, los gobiernos utilizan la tecnología del tipo ‘smart grid’ para regular cómo los ciudadanos y las pequeñas empresas usan energía, mientras que eximen a las grandes corporaciones. Las subvenciones del gobierno facilitarán la adquisición e instalación de medidores inteligentes que permiten a los gobiernos controlar de forma remota, quien puede utilizar la energía, cuánto y cuándo. Muchos profesionales de seguridad han puesto en duda el uso de estos medidores, pero la burocracia ha encontrado una manera de eludir las críticas e insisten en su uso.

Si usted es uno de los que odian la intervención del gobierno, o simplemente prefiere mantener su privacidad intacta, esto son malas noticias. El protestar contra el control del gobierno será más difícil cada día. La libertad de expresión es otro de nuestros derechos que puede llegar a ser un lujo. Como hemos visto en América del Norte, América Latina, África y los dictadores de Oriente Medio a los globalistas no les gusta la oposición de la opinión pública. Por lo tanto, establecieron las llamadas “zonas de libertad de expresión” en escuelas y lugares públicos. Estas áreas se encuentran fuera de la vista y la mente de las personas, haciendo que la protesta pública sea inocua. Los que no se atreven a seguir las reglas son inmediatamente atacados con aerosol de pimienta, perros de la policía o cañones de sonido.

La libertad de expresión no se eliminará por completo a menos que el gobierno controle los medios de comunicación. ¿Cómo lo hacen? No mediante el envío de un grupo de matones para hacerse cargo de las transmisiones, las ondas de radio o las prensas. La técnica del siglo XXI es comprar los medios de comunicación con dinero de los contribuyentes. Y cuando se trata de medios alternativos como los blogs, sitios de noticias y los productores independientes, están trabajando en un “kill switch” para Internet, que permite censurar segmentos completos de la red en bloque. Mientras tanto, los ingenieros y los defensores de la seguridad y la privacidad advirtieron en septiembre de 2010, sobre un proyecto de ley que circulaba en el Congreso que efectivamente impondría la censura en Internet. El proyecto conocido como la Ley Contra la Violación de Derechos de Autor, fue patrocinada por los miembros de ambos partidos Republicano y Demócrata. “Si esta ley se hubiese pasado hace cinco o 10 años, YouTube no existiría hoy”, dijo Peter Eckersley, técnico senior de la Electronic Frontier Foundation. El proyecto no tiene nada que ver con la infracción de derechos de autor, por supuesto, pero con el control gubernamental de Internet y la censura de lo que los burócratas consideren “peligroso”. Este proyecto de ley, aprobado por el Comité Judicial del Senado fue votado 19-0, pero nunca recibió un voto completo. Seguramente acabará volviendo como con la Ley de Seguridad Cibernética.

Entonces, ¿qué podemos esperar de todo esto?

En primer lugar, debes estar preparado. Ser autosuficiente. No espere que su gobierno acuda en su ayuda cuando necesite alimentos, agua y energía para sobrevivir a una situación caótica. Los burócratas simplemente no vendrán. Los gobiernos, especialmente los grandes, son incapaces de ayudar a todos cuando los desastres, la violencia, el caos y la inestabilidad surgen. En muchos casos, los propios gobiernos, a instancias de los globalistas, causan conflictos y el caos sin tener la mínima intención de ayudar a las personas que lo necesitan. Estar preparado es la clave para sobrevivir a cualquier situación difícil. Ser proactivo y no reactivo es la solución. Ser autosuficiente. No espere a que los supermercados se queda sin alimentos para comenzar a almacenar alimentos no perecederos. Algunas tiendas ya están sin alimentos debido a los precios del petróleo, la escasez artificial y la inestabilidad de las monedas. Ser independiente. Tener su propia fuente de agua. Organizar grupos de barrio para apoyarse mutuamente y mejorar las posibilidades de que su familia supere una crisis y pueda hacer frente a la escasez de alimentos y agua. Sólo se tarda un par de semanas para que las personas que padecen hambre se vuelvan violentos cuando la comida y el agua son escasos o inexistentes. Sólo se necesitan meses para que personas desesperadas maten a otros para sobrevivir. Por último, de ninguna manera usted puede pensar que lo que está sucediendo hoy en el Oriente Medio no puede suceder donde usted vive. Ese sería el mayor error que podría cometer.