A Nova Linha de Montagem Genética

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 10 JUNHO 2012

A analogia de como as crianças são cultivadas como vegetais, e como são doutrinadas pelo sistema educacional tradicional é uma forma útil para entender como a sociedade é hoje. Pode-se pensar no planeta como uma linha de produção gigante, onde as pessoas nascem, supostamente são educadas e cultivadas em famílias e bairros onde eles trabalham e vivem. É como um viveiro. Mas o que acontece se houvesse uma maneira real de literalmente ‘criar’ pessoas em grande escala, como os seres humanos produzem carros e outras máquinas ou peças, ou pecas para as máquinas? Bem, há perspectivas concretas neste momento para ter uma “linha de montagem humana”, onde o complexo militar-industrial será capaz de produzir pessoas.

A Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) tem-se associado com a Venter Launch Assembly Line for Genetic Engineering para começar o que poderia ser a próxima geração de seres inteligentes. Vou abster-me de chamar esses seres de pessoas, porque não está claro neste momento como alguém pode nascer em um laboratório e ser parecido com um de nós. Em vez disso, ao que parece, a aventura da DARPA é mais sobre como usar biologia e engenharia genética para produzir células vivas que se tornem em uma espécie de vida, talvez de seres humanos.

O programa é chamado de Living Foundries, e é algo que já tem sido discutido antes. No entanto, a efetiva implementação de técnicas previamente relatadas ou planejado é o que tem levado muitos leitores a ficar extremamente chocados. A notícia de que um grupo de cientistas bem financiados pretende ter uma fábrica de seres humanos deve ser chocante, a menos que as pessoas não entendam o seu significado. Como na maioria dos casos, este novo avanço tecnológico tem o potencial para o bem e o mal. Depende de quem o gerencia. Infelizmente, no caso da criação de organismos vivos a partir de materiais sintéticos, aqueles com a ciência e os recursos para gerenciar o projeto são as mesmas pessoas que no passado trabalharam em favor de grupos que não têm necessariamente a melhor das intenções .

O programa Living Foundries não é novo. Ele foi anunciado no ano passado pela DARPA depois de dar cerca de US $ 15 milhões em dinheiro para pesquisa a um grupo de companhias que iniciaram o processo. Uma dessas instituições é o Instituto J. Craig Venter. Seu diretor, o Dr. Craig Venter, foi o primeiro em completar a seqüência do genoma humano, que mais tarde tornou-se uma aventura bem sucedida para criar DNA sintético conhecido como GNA. Os campos da biologia e da engenharia genética sao responsáveis, entre outras coisas, pela produção de teia de aranha super forte, mas também são os ramos da ciência que permitiram que os seres humanos forem contaminados com minúsculos cristais, que, foi demonstrado,  desenvolvem filamentos semelhantes a fios eléctricos. Este fenômeno é conhecido como a doença de Morgellons. A Engenharia genética, a biologia e a nano tecnologia são os criadores do que parece ser uma campanha de re-engenharia humana para fazer com que todos se tornem seres transcendentes. Leia mais sobre as conclusões sobre o programa de uso de chemtrails ou (trilhas químicas) em nosso artigo: Além da Geoengenharia, que explica como Morgellons não é um transtorno mental, como muitos médicos gostam de chamá-lo.

De acordo com DARPA, Living Foundries “procura criar no âmbito da engenharia à biologia, acelerando assim a concepção biológica, construção, testes e expandir a complexidade dos sistemas que podem ser modificados. O programa visa desenvolver novas ferramentas, tecnologias e metodologias para separar o desenho biológico da produção, desempenho, padrões e ferramentas para a concepção e gestão da complexidade biológica através da abstração e padronização.” Prestem muita atenção ao termo “padronização”. Como em muitos de seus projetos, a DARPA apresenta esta nova aventura e um desafio para a tecnologia atual para criar uma ferramenta mais produtiva e eficiente, em que novos e melhores resultados são obtidos. Desta perspectiva, a DARPA expressa necessidade de um grande número de disciplinas envolvidas, em vez de apenas uma.

No artigo referenciado acima, descreve como várias disciplinas devem estar envolvidas na criação desses avanços tecnológicos. Estas incluem a nano tecnologia, biologia, engenharia genética e outras. Em 20 de março, revelamos o sistema utilizado atualmente — pulverização de químicos em aerossol — com a qual o complexo militar-industrial já está implementando a tecnologia de re-engenharia de seres humanos desde dentro. O anúncio feito pelo Departamento de Defesa simplesmente confirma o que relatamos em relação à engenharia humana. Uma questão importante e o porque da participação das disciplinas descritas acima. Como ajudam a criar novas formas de vida, ou se necessário, re-engenhar formas de vida existentes. Eu vou explicar em breve, mas talvez é igualmente importante entender se a re-engenharia de organismos vivos, incluindo humanos, requer reengenharia do ambiente onde vivemos e onde novos organismos vivirão. A resposta é SIM, e também está em andamento.

Este é o momento onde é importante conhecer e compreender o novo campo de estudo e aplicação: a Transbiología. Esta é a manipulação de ocorrência natural de seres biológicos através da nano tecnologia ou biotecnologia, bem como a criação de novas formas de vida através da utilização de técnicas avançadas de engenharia genética. Hoje, não apenas os avanços científicos permitem às pessoas determinar a seqüência do DNA humano, que é de onde cientistas começam a ‘inovar’, mas também aplicações comprovadas para transformar esse conhecimento em produtos. No caso da doença de Morgellons, os cientistas desenvolveram cristais que criam filamentos ou fibras. Eles também produzem suas próprias células vermelhas similares as do sangue humano, a quais são capazes de resistir condições extremas, tais como níveis elevados de calor, exposição a produtos químicos, frio, ácidos, e assim por diante. Estas fibras, até tem a capacidade de crescer fora do corpo humano, em um ambiente de laboratório. Fibras semelhantes as encontrados em tecidos humanos de pacientes que sofrem de Morgellons são também encontradas em tecidos humanos que não estão contaminados com Morgellons. Em outras palavras, o corpo das pessoas cujas peles estão abertas para tentar expelir o material estranho ao tecido humano, o qual é criado usando nano tecnologia, estão tentando eliminar este material, enquanto que o resto da população parece ter aceitado esses materiais sintéticos em seus corpos.

“Para alcançar esta visão requere-se uma abordagem multidisciplinar, que é mais — que exige uma disciplina de engenharia de construção nova e integração de novas ideias, abordagens e instrumentos que abrangem os campos da ciência da computação e engenharia elétrica, a química e as ciências biológicas. As melhores inovações introduzem novas arquiteturas e ferramentas em uma plataforma de tecnologia aberta para mudar rapidamente para criar novos projetos desde a concepção até a execução.” Esta é talvez a melhor indicação para confirmar o que a DARPA está fazendo, exceto que não é um projeto para ser concluído no futuro, mas um que já foi lançado. Observe que o projeto requer a aplicação de diferentes técnicas que os pesquisadores encontraram em suas descobertas sobre Morgellons, incluindo o fato de que esses materiais foram criados sinteticamente. Por favor, tente mentalmente associar as palavras em negrito para o seguinte: Na indústria da nano tecnologia, os cientistas usam o que chamam de pirâmide de nano-tecnologia para exibir e organizar o processo seguido para criar novos materiais ou elementos. Tal pirâmide começa na parte inferior com materiais simples que são então convertidos em estruturas. Estas estruturas ajudam na realização dos processos que finalmente criam “dispositivos”.

Se você não vê provas suficientes aqui que DARPA tem vindo a trabalhar neste projeto e desenvolveu produtos como resultado de seus experimentos, por favor, preste atenção a própria declaração da agência. O anúncio oficial da busca de ferramentas avançadas para a nova capacidade foi feito em 2011. Estas ferramentas e capacidades, a DARPA disse, tinham que produzir uma plataforma tecnológica criar um sistema de produção orgânica de forma rápida, segura e previsível. “Os objetivos destas ferramentas e recursos avançados são para comprimir o projeto biológico, construção e ciclo de testes em pelo menos 10 vezes a velocidade anterior ao longo do tempo e com menos custo, aumentando a complexidade dos sistemas que podem ser projetados e executados. Estes desenvolvimentos devem permitir que a capacidade de desenvolver e construir novos sistemas rapidamente para desenvolver a capacidade e enfrentar desafios novos e complexos. ”

Uma vez que o complexo militar-industrial já completou algumas de suas criações nos experimentos ao ar livre, tanto para os seres humanos mudar desde dentro como para para alterar o ambiente em que os seres humanos vivem, o próximo pass é criar organismos sintéticos. Este esforço pode começar com a construção de um stock de peças a serem feitas com base no DNA humano ou uma combinação de DNA e GNA. Este estoque de peças em um futuro muito próximo garantirá a existência do que DARPA quer: a procura de uma fonte inesgotável de partes humanas sintéticas para avançar a transformação da humanidade e do mundo em que vivemos em um novo ambiente que é maduro o suficiente e adequado para a fusão de máquinas com os seres humanos. Em um futuro não muito distante, os responsáveis pela indústria militar não precisarao mais seres humanos reais, porque eles serão capazes de criar novos.

A biologia sintética, também conhecida como Transbiología tem a capacidade de produzir novos materiais com novos recursos que estarão disponíveis da mesma forma que o acesso a televisão por satélite hoje: sob demanda. Note também que esta tecnologia está sendo desenvolvida para atender às necessidades militares, e não às necessidades dos consumidores ou humanos. O campo da engenharia genética já produziu organismos avançados, como vírus e patógenos violentos criados pela equipe de pesquisa do Dr. Kawaoka, que também foi financiado pelo complexo militar-industrial. Eles conseguiram produzir uma cepa do vírus do H5N1 que se espalha muito mais rápido devido a alterações genéticas feitas nos genes do vírus.

Sob o plano da DARPA, o curso de seu novo programa, supostamente “criara peças, reguladores, equipamentos e circuitos” que podem ser usados para produzir sistemas genéticos. Estes sistemas servem então como elementos de prova para a criação de novos materiais que permitem a implementação da “linha de montagem”.

La Nueva Línea de Ensamblaje Genética

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 10 JUNIO 2012

La analogía de cómo los niños se cultivan como verduras son adoctrinados por el sistema educativo tradicional es una forma útil para entender como y porqué la sociedad es hoy día. Se podría pensar en el planeta como una gigantesca línea de producción, donde la gente nace, supuestamente son educados y cultivados en familias y barrios donde trabajan y viven. Es como un vivero. Pero ¿y si existiera una manera real de literalmente ‘crear’ la gente en una escala masiva, al igual que los seres humanos producen coches y otras máquinas o incluso piezas de repuesto para las máquinas? Pues bien, las perspectivas sin duda existen en este momento para tener una ‘línea de montaje de humanos’ de donde el complejo militar-industrial será capaz de producir personas.

La Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) se ha asociado con la Venter Launch Assembly Line for Genetic Engineering para comenzar lo que podría llamarse la próxima generación de seres inteligentes. Me abstendré de llamarlos seres humanos, porque no está claro en este punto ¿cómo es que un ser nacido en un laboratorio se parecerá a uno de nosotros. En cambio, parece, la aventura de DARPA es más sobre como usar la biología y la ingeniería genética para producir células vivas que luego se convirtieran en una especie de seres vivos, tal vez seres humanos.

El programa se llama Living Foundries, y no es algo de lo que no se ha hablado antes. Sin embargo, la aplicación efectiva de las técnicas previamente reportadas o proyectadas es lo que ha hecho que a muchos lectores se les caigan las mandíbulas. La noticia de que un grupo de científico bien financiado tiene la intención de tener una fábrica de organismos creados por el hombre debe ser impactante, a menos que la gente no comprenda su significado. Como en la mayoría de los casos, este nuevo avance tecnológico tiene el potencial para el bien y el mal. Depende de quién lo maneja. Por desgracia, en el caso de la creación de los organismos vivos, los que tienen la ciencia y los recursos para gestionar el proyecto son los mismos que en el pasado han demostrado que funcionan en nombre de grupos que no necesariamente tienen la mejor de las intenciones.

El programa Living Foundries no es nuevo. Este fue anunciado el año pasado por DARPA después de dar unos US$ 15 millones en dinero para la investigación a un puñado de instituciones que iniciarían las investigaciones. Entre estas instituciones está el Instituto J. Craig Venter. Su director, el Dr. Craig Venter, fue el primero en completar la secuencia del genoma humano, que luego se convirtió en una exitosa aventura de crear el ADN sintético o GNA. Los campos de la biología y la ingeniería genética son responsables, entre otras cosas, por la producción de tela de araña super resistente, pero también son las ramas de la ciencia que han hecho posible que los seres humanos se contaminen con cristales minúsculos, que se ha demostrado, desarrollan filamentos semejantes a alambres eléctricos. Este fenómeno es mejor conocido como la enfermedad de Morgellons. La biología, la ingeniería genética y la nanotecnología son los creadores de lo que parece ser una campaña para re-ingeniar a la humanidad y hacer que todos se conviertan en seres trascendentes. Lea más acerca de las conclusiones sobre el programa en curso de re-ingeniería humana con Chemtrails (trillas químicas) en nuestro artículo: Más allá de Geoingeniería, donde se explica cómo Morgellons no es un trastorno mental, como a muchos médicos les gusta llamarlo.

Según DARPA, Living Foundries “busca crear el marco de la ingeniería a la biología, lo que aceleraría el diseño biológico, construcción, prueba y la ampliación de la complejidad de los sistemas que pueden ser modificados. El programa tiene como objetivo desarrollar nuevas herramientas, tecnologías y metodologías para separar el diseño biológico de la fabricación, rendimiento, normas y herramientas de diseño y gestión de la complejidad biológica a través de la abstracción y la normalización.” Por favor, preste mucha atención al término “normalización”. Al igual que en muchos de sus proyectos, DARPA presenta esta nueva aventura como un reto para la tecnología actual para crear una herramienta más productiva y eficiente desde donde nuevos y mejores resultados se obtendrán. Desde esta perspectiva, DARPA expresa su necesidad de tener una gran cantidad de disciplinas involucradas, en lugar de sólo una.

En el artículo referido anteriormente, se explica cómo varias disciplinas deben participar en la creación de estos avances tecnológicos. Entre ellos se encuentran nanotecnología, la biología, la ingeniería genética y otras. El pasado 20 de marzo, revelamos inclusive el sistema que se utiliza actualmente — aspersión de aerosoles — con el cual el complejo militar-industrial ya está implementando la tecnología de Living Foundries para re-ingeniar a los seres humanos desde adentro. El anuncio del Departamento de Defensa de EE.UU. simplemente confirma lo que hemos informado con respecto a la ingeniería humana. Una pregunta importante sobre la participación de las disciplinas antes mencionadas es ¿por qué? ¿Cómo ayudan a crear nuevas formas de vida, o para si es el caso, re-ingeniar formas existentes de vida? Voy a explicar esto en un momento, pero quizá es igualmente importante entender si la reingeniería de organismos vivos, incluyendo los seres humanos, requiere la reingeniería del entorno donde vivimos y donde los nuevos organismos vivirán. La respuesta es SÍ, y está también en camino.

Es aquí donde es importante conocer y entender el nuevo campo de estudio y su aplicación: la Transbiología. Esta es la manipulación de los seres biológicos de origen natural a través de la nanotecnología o la biotecnología, así como la creación de seres vivos nuevos a través del uso de técnicas avanzadas de ingeniería genética. Hoy en día, contamos con avances científicos que no sólo permiten a las personas crear la secuencia del ADN humano, que es de donde se ha empezado a ‘innovar’, sino que también las aplicaciones probadas para convertir ese conocimiento en productos. En el caso de la enfermedad de Morgellons, los científicos desarrollaron cristales que desarrollan filamentos o fibras que crean sus propias células rojas de la sangre capaces de resistir condiciones extremas, tales como altos niveles de calor, exposición a productos químicos, frío, ácido, y así sucesivamente. Estas fibras, incluso tienen la capacidad de crecer fuera del cuerpo humano en un entorno de laboratorio. Fibras similares a las encontradas en tejido humano de pacientes que sufren de Morgellons son también econtradas en tejidos humanos que no están contaminados con Morgellons. O sea, el organismo de las personas cuyas pieles se abren para intentar expulsar el material ajeno al tejido humano, el cual es creado usando nanotecnología, es una señal de que sus cuerpos están intentando deshacerse de este material, mientras que el resto de la población parece haber aceptado esos materiales sintéticos en sus cuerpos.

“Para lograr alcanzar esta visión se requiere un enfoque que es más multidisciplinar — se requiere una disciplina de ingeniería de nueva construcción y la integración de nuevas ideas, enfoques e instrumentos de los campos que abarcan ciencias de la computación y la ingeniería eléctrica, de la química y las ciencias biológicas. Las mejores innovaciones introducen nuevas arquitecturas y herramientas en una plataforma de tecnología abierta para moverse con rapidez a crear los nuevos diseños, desde la concepción hasta la ejecución.” Este es quizás el mejor comunicado para confirmar lo que DARPA está haciendo, excepto que no es un proyecto que se completará en el futuro, sino que ya se ha puesto en marcha. Tenga en cuenta que el  proyecto requiere la aplicación de diferentes técnicas las cuales investigadores han encontrado en sus hallazgos sobre Morgellons, entre otros el hecho que estos materiales fueron creados sintéticamente. Por favor, intente asociar mentalmente las palabras en negrita a lo siguiente: En la industria de la nano-tecnología, los científicos utilizan lo que ellos llaman la pirámide de la nano-tecnología con el fin de mostrar y organizar el proceso que se sigue para crear nuevos materiales o elementos. Esa pirámide comienza en la parte inferior con materiales simples que luego son convertidos en estructuras. Esas estructuras ayudan en la realización de los procesos que finalmente crean “dispositivos”.

Si usted no ve prueba suficiente aquí que DARPA ha estado trabajando en este proyecto y ha desarrollado productos como consecuencia de sus experimentos, por favor, preste atención a la propia declaración de la agencia. El anuncio oficial de la búsqueda de herramientas avanzadas para obtener nuevas capacidades se hizo en 2011. Estas herramientas y capacidades, dijo DARPA, tenían que producir una plataforma tecnológica de forma rápida, segura y predecible para crear un sistema de producción biológica. “Los objetivos de estas herramientas y capacidades avanzadas son para comprimir el diseño biológico, construcción, ciclo de pruebas que fueran al menos 10 veces más rápidos en el tiempo y con menor costo, mientras que se aumenta la complejidad de los sistemas que pueden ser diseñados y ejecutados. Estos avances deberían permitir la capacidad de diseñar y construir rápidamente nuevos sistemas para crear capacidades nuevas y para hacer frente a desafíos complejos.”

Dado que el complejo militar-industrial ya ha probado algunas de sus creaciones en los experimentos al aire libre, tanto para cambiar a los seres humanos desde adentro como para alterar el medio ambiente donde viven los seres humanos, el siguiente paso lógico es la creación de organismos sintéticos. Este esfuerzo probablemente empezará con la construcción de un stock de piezas que se harán sobre la base de ADN humano o una combinación de ADN y GNA. Este stock de piezas que, en un futuro muy cercano, garantizará la existencia de lo que en última instancia DARPA busca: una fuente inagotable de piezas de repuesto humanos sintéticos para avanzar rápidamente la transformación de la humanidad y el mundo en que vivimos en un nuevo entorno que es lo suficientemente maduro y adecuado para la fusión de las máquinas con los humanos. En un futuro no muy lejano, los responsables de la industria militar ya no necesitarán de seres humanos reales, ya que serán capaces de crear unos nuevos.

La biología sintética, también conocida como Transbiología, tiene la capacidad de producir nuevos materiales con nuevas capacidades que estarán disponibles de la misma manera que se accede a la televisión por satélite hoy en día: on-demand. Tenga en cuenta también que esta tecnología se está creando para satisfacer las necesidades militares, no las necesidades del consumidor o humano. El campo de la ingeniería genética ha producido ya los organismos avanzados, como los virus y agentes patógenos violentos como los creados por el equipo de investigación del Dr. Kawaoka, que también es financiado por el complejo militar-industrial. Se las arreglaron para producir un virus H5N1 de la gripe que se propaga mucho más rápido debido a las alteraciones genéticas hechas a los genes del vírus.

Según el plan de DARPA, el curso de su nuevo programa, supuestamente creará “piezas, reguladores, dispositivos y circuitos” que se pueden utilizar para producir sistemas genéticos. Estos sistemas a continuación servirán como campos de prueba para la creación de nuevos materiales que permitan implementar su “línea de montaje”.

The Next Genetic Assembly Line

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | MAY 30, 2012

The analogy of how children are grown as vegetables and indoctrinated through the traditional school system is a useful tool to understand what society is like today. One could think of the planet as a gigantic production line, where people are born, allegedly educated, grown into families and neighborhoods, where they work and live. But what if there was an actual way to literally ‘make’ people in a mass scale, just as humans make cars and other machinery or even spare parts for those machines? Well, the prospects definitely exist right now to have a people assembly line from where the military industrial complex will be able to produce people.

The Defense Advanced Projects Research Agency (DARPA) has partnered with Venter Launch Assembly Line for Genetic Engineering to begin what could be called the next generation of smart beings. I will refrain from calling them humans, because it is unclear at this point how is it that a being born in a lab will resemble one of us. Instead, it seems, the adventure DARPA is envisioning appears to be all about using biology and genetic engineering to produce living cells which will then be turned into some kind of living beings; perhaps humans.

The program is called Living Foundries, and it is not anything that hasn’t been spoken about before. However, the actual application of techniques previously reported or projected is what has made many people’s jaws drop. The announcement that a group of well-financed scientists intend to have a factory of man-made organisms should be shocking, unless people do not fully understand it. As in most cases, this new technological advancement has the potential for good and bad. It depends who manages it. Unfortunately, in the case of the creation of living organisms, those who have the science and the resources to manage the project are the same people who in the past have shown they operate on behalf of groups that do not necessarily have the best of the intentions.

The Living Foundries program is not new. It was announced last year by DARPA after providing some $15 million in research money to a handful of institutions to initiate the work. Among these institutions is the  J. Craig Venter Institute. Its head, Dr. Craig Venter, was one of the first to sequence the human genome, which then turned into a successful adventure to create synthetic human DNA. The fields of biology and genetic engineering are responsible, among other things, for producing super resistant spider web, but it are also the same people who have made it possible for humans to get contaminated with genetically engineered miniscule crystals which have been shown to develop electrical wire-like filaments. This phenomenon is better know as Morgellons Disease. Biology, genetic engineering and nanotechnology are the creators of what seems to be a campaign to rewire humanity and get us all on the way to becoming transcendent people. Read more about the findings on the secretive ongoing human re-engineering in our article Chemtrails: Beyond Geo-engineering Planetary Weather, where we explain how Morgellons is not a mental derangement, as many physicians like to call it.

According to DARPA, Living Foundries “seeks to create the engineering framework for biology, speeding the biological design-build-test cycle and expanding the complexity of systems that can be engineered. The Program aims to develop new tools, technologies and methodologies to decouple biological design from fabrication, yield design rules and tools, and manage biological complexity through abstraction and standardization.” Please pay close attention to the “standardization” part of the matter. As in many of its projects, DARPA presents this new adventure as a challenge to make current technology into a more productive and efficient tool from where new and better results will be obtained. From this perspective, DARPA expresses its need to get a host of disciplines involved, as supposed to only one.

In the article we referenced above, we explain how several disciplines need to be involved in the creation of such technological advancements. Among those are Nanotechnology, Biology, Genetic Engineering and others. Back on March 20, we even presented what seems to be the current delivery system — aerosol spraying — by which the military industrial complex is already implementing the Living Foundries technology to change humans from the inside. The announcement from the US Department of Defense simply confirms what we have reported on regarding human engineering. An important question about the involvement of the above mentioned disciplines is why them? How do they help create new forms of life, or for that matter to re-engineered existent life forms? I will explain that in a little bit; but perhaps it is equally important to understand ask and understand whether re-engineering of current living organisms — including humans — will require to re-engineer the environment where we live and where those new organisms will live. The answer is YES, and it is also on its way.

Enter a new field of study and application known as Transbiology. This is the manipulation of naturally occurring biological beings through nanotechnology or biotechnology as well as the creation of new living things using advanced techniques from genetic engineering. Nowadays, we have scientific advancements that not only allow knowledgeable people to sequence human DNA, from which they can begin to ‘innovate’ , but who also the proven applications to turn such knowledge into products. As in the case of Morgellons Disease, scientists developed  crystals which develop filaments or fibers that create their own red blood cells capable of resisting extreme conditions such as heat, high levels of chemicals, cold, acid, and so on. These fibers even have the capacity to grow outside the human body in a laboratory environment. Similar fibers are found in patients with Morgellons Disease.

Accomplishing this vision requires an approach that is more than multidisciplinary – it requires a new engineering discipline built upon the integration of new ideas, approaches and tools from fields spanning computer science and electrical engineering to chemistry and the biological sciences.  The best innovations will introduce new architectures and tools into an open technology platform to rapidly move new designs from conception to execution.” This is perhaps the best statement to confirm what DARPA is up to, except that it is not a project that will be completed in the future, but one that is well underway. Note the involvement the project requires and how the application of different techniques confirms what Morgellons researchers have found to be genetically engineered, human-like products. Please try to mentally attach the bold words to the following: In the nano-tech industry, scientists use what they call the nano-tech pyramid in order to show and organize the process that is followed to create new materials or elements. That pyramid starts at the bottom with simple materials which are then turned into structures. Those structures aid in the completion of processes which finally create “devices”.

If you don’t see enough proof here that DARPA has been working on this and has developed products as a consequence of their experiments, please be aware of the agency’s own statement. The official announcement of the search for and advanced group of tools and capabilities was made back in 2011. Those tools and capabilities, DARPA said, had to produce a technology platform that quickly, safely and predictably created biological production systems. “The goals of these advanced tools and capabilities are to compress the biological design-build-test cycle by at least 10x in both time and cost while increasing the complexity of the systems that can be designed and executed by orders of magnitude. These advancements should enable the ability to rapidly design and build new systems to create novel capabilities and to address complex challenges.”

Since the military industrial complex has already tested some of their creation in open air experiments, both to change humans from the inside and alter the environment where we humans live, the next logical step is to create living organisms from scratch. This effort will most likely begin by building a stock of parts that will be made based on human DNA or a combination of DNA and GNA, which is the DNA’s synthetic twin. This stock of parts will, in a very near future, guarantee the existence of what DARPA ultimately seeks: a never ending source of human-synthetic replacement parts to rapidly advance the transformation of humanity and the world where we live into a new environment that is sufficiently mature and adequate for the merger of human and genetically engineered machines. In a not too distant future, the people in charge of the military industry will no longer need actual humans since they will be able to create their own.

Synthetic biology, also known as Transbiology, as we demonstrated before has the capacity to produce new materials with new capabilities which will be available the same way we access satellite television today: On-demand. Note also that this technology is being pursued to satisfy military needs, not consumer or human needs. The genetic engineering field has already produced advanced organisms such as violent viruses and pathogens of the kind created by Dr. Kawaoka’s research team, which is also financed by the military industrial complex. They managed to produce a fast and easily spreading H5N1 flu virus by genetically implementing three changes on the virus’ genes.

According the DARPA’s plan, the course of its new program is supposed to go through the creation of “parts, regulators, devices and circuits” that can be used to produce genetic systems. Those systems will then serve as testing grounds for the creation of new materials which will enable their ‘assembly line’.