Microsoft Kinect Abre o Caminho para Espionagem Doméstico

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 06 ABRIL 2012

A tirania não é horrível só por causa do caos que provoca, mas também pela maneira que estende seus tentáculos antes de apertar o cerco sobre as populações inocentes. Tirania virá em uniforme, diz um provérbio. Mas na maioria das vezes o uniforme é somente o último passo no processo de controle total de uma sociedade. Hitler, talvez o melhor exemplo do que os tiranos podem realizar, não chegou ao poder com seu exército de bandidos em “camisas pardas” arrombando portas e invadindo propriedades. Foi um processo gradual que inteligentemente conduziu uma série de ações através de uma série de passos que acabou com os alemães pedendo medidas tirânicas em nome do bem comum.

No século XX, depois que Hitler foi deposto e no tempo que passou no século XXI viram a ascensão de níveis de tirania que somente HG Wells foi capaz de imaginar. Este é um sinal de que tiranos fantoches não são a pedra angular da tirania, mas as mulas que carregam a tirania através das décadas. Apesar que a tirania do século XXI parece ter suas raízes no mesmo princípio que se originou no início dos últimos dois séculos — asegurança — este princípio só pode se tornar uma razão para que a tirania seja bem sucedida quando ela se torna uma necessidade. Mas a segurança não é mesmo o princípio mais importante que movimenta os regimes tirânicos. Para um governo assumir o controle de maneira temporária ou permanente,  ela usa outras ferramentas para completar o ataque à liberdade e o progresso de uma rede de segurança fora de controle. Esta ferramenta é de tecnologia.

Levaria muito mais tempo para atingir um estado completo de tirania se tiranos tentam impor esse estado pela força. É por isso que homens e mulheres por trás dos regimes opressivos usam dois de seus melhores aliados para conseguir seu objetivo: o tempo e os avanços tecnológicos. Mudanças progressivas durante longos períodos de tempo de uma forma que as condições planejadas préviamente destinadas a promover um certo objetivo, são mais bem aceitas pelas pessoas que estão preocupadas com sua segurança 24 horas por dia. Esta é a razão pela qual um clima de insegurança, juntamente com a implementação de políticas que reduzem a liberdade e desviam a atenção da perda de liberdade são uma combinação perfeita para a melhor versão da tirania do século XXI. No caso da nossa sociedade moderna, a dependência tecnológica tem assumido o papel que a escassez de alimentos e conflitos, por exemplo, desempenharam no passado.

Uma das melhores formas de realizar a política tirânica é manter a população distraída, enquanto as políticas são criadas, aceitas e colocadas em funcionamento. Em uma época onde a insegurança econômica facilmente distrai as pessoas e não deixá-las abrir os olhos e ver o que realmente está acontecendo, a tecnologia, agora mais do que nunca, desempenha um papel monumental no avanço da agenda tirânico criada muitos anos atrás. Não apenas países, mas as empresas e indivíduos adotaram a tecnologia como parte de suas vidas diárias, mas passaram a depender em um grau que não é mais uma opção simplesmente “se desligar”. As transações financeiras, o comércio, a gestão de recursos e a educação são apenas algumas das áreas em que a tecnologia se tornou um mal necessário. O problema é que, na sua maior parte, os usuários de tecnologia tem apenas uma vista míope do que é oferecido por avanços tecnológicos. Este é um problema porque a tecnologia é definitivamente uma espada de dois gumes.

Quando se trata de tecnologia e suas aplicações, os dois gumes da espada são geralmente definidos como (1) a comodidade que proporciona para nossas vidas diárias, e (2) o tipo de aplicações que pode ter. O pensamento unidimensional sempre limita-se aos benefícios e a conveniência. Na verdade, estes são os termos em que a tecnologia é sempre apresentada. Por outro lado, as consequências não tão positivos ou mau uso da tecnologia é o que sempre é escondido do público desavisado, que só entende os avanços tecnológicos como forma de entretenimento. E o ópio de uma população que está machucada financeiramente, mentalmente e carece a capacidade – foi concebido assim – para ver além das suas necessidades de entretenimento. O pensamento bidimensional ou tridimensional, cria novas e diferentes formas de entendimento. O pensamento tridimensional também mostra a ponta da espada, que corta facilmente a ignorância e permite que os regimes opressivos alcançem sua tirania, contanto que sempre é reconhecido pelos tiranos, mas não por usuários de tecnologia.

É desejável ter uma ferramenta de busca que sabe o que queremos encontrar, mesmo antes que escrevemos palavras na tela do computador? Claro que é. Mas as pessoas devem perguntar: Como é que a empresa por trás da ferramenta de pesquisa consegue criar esta nova tecnologia? Será que tem outras aplicações? serão estas aplicações tão benéficas quanto os resultados de pesquisa? Google anunciou publicamente que irá utilizar cada câmera e microfone incorporado em computadores para espionar as pessoas a criar perfis para fins comerciais. Embora essa forma de espionagem é já alarmante, é preciso perguntar o que mais eles vão fazer?

É confortável ter aparelhos novos e mais eficientes em sua casa? Sim. No entanto, é nossa tarefa investigar se a conveniência desses dispositivos compensam a perda de privacidade, por exemplo. Recentemente, o chefe da CIA, David Petraeus, disse publicamente que a organização juntamente com a Agência de Segurança Nacional (ASN), estaria usando os avanços tecnológicos para espionar as pessoas através de seus aparelhos domésticos usando a tecnologia de passar informações através das linhas de energia elétrica. Esta técnica, aliás, não está limitado aos Estados Unidos. Na verdade, nestes momentos, a América está construindo uma instalação do tamanho de sete estádios de futebol que vai acolher o maior aparato de inteligência do planeta. A NSA é conhecida por seu programa Echelon e trabalhar com Centros de Fusão a nível nacional nos Estados Unidos. Tanto o Echelon como os Centros de Fusão são a maior força de espionagem com a capacidade de operar em todo o mundo.

É desejável ter um dispositivo de comunicação que nos permite falar com qualquer pessoa, em qualquer lugar, desde que haja um sinal eletromagnético disponível? Claro. Mas, novamente, devemos também saber que, além de questões de saúde, os celulares são basicamente espiões portátieis para que os donos das corporações, que não conseguem dormir à noite pensando em maneiras de espionar tudo o que fazemos, possam alcançar seu sonho. Recentemente, os telefones móveis da Apple e Google foram notícia por sua capacidade de gravar os movimentos dos usuários e deliberadamente enviar as informações para um servidor controlado por inteligência artificial (AI). Esta informação foi recolhida sem que os usuários estiverem cientes; sem o seu consentimento ou permissão.

O que pensa sobre este assunto o Eric Schmidt, CEO da Apple? “Se você tem algo que você não quer que ninguém saiba, talvez não deveria faze-lo em primeiro lugar.” Por que os usuários de tecnologias, como telefones celulares, não percebem que os iPhones, os telefones da Microsoft e Android de Google vão ser usados para fazer muito mais do que uma chamada telefônica? Porque a tecnologia tornou-se — não por coincidência — o ópio do povo. Os consumidores foram doutrinados e programados pelos sistemas de educação para perder sua capacidade de pensar criticamente e inovar. Historicamente, os seres humanos tornaram-se usuários em vez de criadores. Por pelo menos um século — na sociedade moderna — os criadores são os tiranos que perceberam que a tecnologia poderia ser usada para escravizar, enquanto funciona como uma distração para as massas decadentes.

Tal como os romanos tinham os seus jogos de gladiadores, hoje temos jogos de futebol, programas de TV e, claro, nossos iPhones, laptops e consolas de jogos de vídeo. Você já ouviu falar de Kinect? Se não, esta plataforma de vídeo games da Microsoft é a mãe de todas as ferramentas de espionagem para uso doméstico. Se você gosta do McLanche Feliz ou Jack-in-a-Box, você vai adorar Kinect. Enquanto todo mundo estava dormindo, os tiranos descobriram uma maneira de fazer-nos desfrutar da nossa servidão, e tem feito um excelente trabalho. Não só distraem as pessoas com jogos de vídeo que tornam-as em psicopatas ou retardados mentais, mas também serão vítimas diretas de espionagem que é realizado pelo complexo militar-industrial. O âmbito das tecnologias como a Kinect, apenas anuncia-se como moda e diversão, mas vai além do que a maioria dos usuários pode entender. Com empreiteiros militares já trabalhando em maneiras de “melhor” usar a tecnologia incorporada no Kinect, eles dizem publicamente que pretendem espionar as pessoas através da consola de jogos para roubar suas informações.

Mas, que é o que há exatamente dentro de Kinect? Como explicado pela mídia, a mais recente plataforma de jogos Microsoft Xbox 360 tem:

* Quatro microfones, ou dispositivos binaural

* Duas câmeras

* Um diodo emissor de infravermelho

* Um ventilador

* 64 MB de SDRAM DDR2 Hynix

* Um pequeno motor

* Um acelerômetro de três eixos

* Um Sensor Primer PS1080-A2.

“Kinect é baseado na tecnologia do Sensor Primer para detectar movimento. Este chip é o cérebro do Kinect – todos os sensores estão conectados a ele para o processamento antes de transmitir imagens com profundidade fina de cor para o Xbox.”

Se a descrição acima é um desafio tecnológico para você, ou simplesmente não esta interessado nos detalhes técnicos, porque tudo o que interessa é se divertir com Kinect, está em apuros. O Sensor Quadaural pode ouvir e identificar até cinco vozes diferentes. As duas câmeras podem tirar fotos e gravar vídeos. O transmissor de diodo infravermelho (IR), cria e gravar imagens térmicas das pessoas na sala, que é uma ferramenta poderosa para a identificação biometrica. O disco rígido e a memoria de 64 MB garantem que todas as informações coletadas são armazenadas convenientemente para facilitar o acesso de usuários externos — espiões militares e hackers — e o Sensor Primer, o cérebro, completa a lista de ferramentas que qualquer maluco doente por ter controle completo sob todo e todos sonha com ter. O chip simplesmente detecta qualquer movimento na sala onde Kinect esta.

Infelizmente, esta tecnologia não está limitada a Kinect. Outras consolas como Nintendo Wii e Playstation já usam componentes similares que são vendidos como a melhor maneira de melhorar a experiência de jogo. Que bom para os criadores! Eles fazem o mesmo que os criadores das TVs inteligentes, os receptores de TV por satélite e por cabo, e os refrigeradores para uso doméstico, fizeram: Levar o Big Brother para dentro das casas. Isto é o Big Brother  em uma caixa.

Quais são as recomendações para evitar o Big Brother em nossas casas através da tecnologia Kinect? De acordo com um “combatente da liberdade” é uma boa idéia “desligar Kinect da tomada quando não esta sendo usado.” Sério? O que acham de não comprar um Kinect? Como é que as pessoas tornaram-se tão semelhantes aos animais de estimação? Dizer coisas como “compre um Kinect, ou um Playstation e desligue-o quando não estiver em uso,” E como dizer que “é OK comprar refrigerantes, mas apenas beber um gole de cada vez para que o aspartame neles te mate lentamente, não de repente.” ou então dizer que “é OK comprar um telefone celular, mas apenas usá-lo com pouca frequência para que o câncer te mate em uma ou duas décadas no lugar de um ou dois anos.

Verdadeiramente nos tornamos escravos que não só nos sentimos confortáveis com nossa escravidão, mas também adoramos a nossa servidão.

Acho que HG Wells foi incapaz de descrever o cenário que seria uma Nova Ordem Mundial.

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Microsoft Kinect Abre el Camino para Espiar en el Hogar

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 05 ABRIL 2012

La tiranía no es horrible sólo por el caos que causa, sino también por la forma en que extiende sus tentáculos antes de apretar la soga a las poblaciones inocentes. La tiranía vendrá en uniforme, dice un proverbio. Pero la mayor parte del tiempo el uniforme es sólo el último paso en el proceso de lograr un control total en una sociedad. Hitler, quizás el mejor ejemplo de lo que los tiranos pueden llevar a cabo, no llegó al poder con su ejército de matones en “camisas marrón” derribando puertas e invadiendo propiedades. Fue un proceso gradual que de manera inteligente llevó a cabo una serie de acciones a través de una serie de pasos que terminaron con los alemanes pidiendo medidas tiránicas en el nombre del bien común.

El tiempo que pasó en el siglo XX, después de que Hitler fue depuesto y el tiempo que ha pasado del siglo XXI, han visto el surgimiento de una tiranía con niveles que sólo HG Wells había sido capaz de imaginar. Esta es una señal de que los tiranos títeres no son la piedra angular de la tiranía, no son más que las mulas que transportan la tiranía a través de las décadas. A pesar de que la tiranía del siglo XXI parece tener sus raíces en el mismo principio que se originó al comienzo de los dos siglos anteriores – la seguridad -, este principio sólo puede convertirse en una razón para que la tiranía surja si se le transforma en una necesidad. Pero no es ni siquiera la seguridad como un principio el principal impulsor de los regímenes tiránicos. Para que un gobierno opresivo temporal o permanente tome el control, este utiliza otras herramientas para complementar el ataque a la libertad y el progreso de una red de seguridad fuera de control. Este complemento es desde luego la tecnología.

Se necesitaría mucho más tiempo para alcanzar un estado completo de tiranía si los tiranos intentaran  imponer este estado por la fuerza. Es por eso que los hombres y las mujeres detrás de los regímenes opresivos usan dos de sus mejores aliados para lograr su objetivo: el tiempo y los avances tecnológicos. Cambios progresivos a través de largos períodos de tiempo de una manera en que las condiciones pre-diseñadas promuevan un determinado escenario, son mejor aceptadas por las poblaciones que están preocupadas por su seguridad 24 horas al día. Esta es la razón por la cual un ambiente de inseguridad, junto con la aplicación de las políticas que reducen la libertad y desvían la atención de la pérdida de esa libertad son una combinación perfecta para lograr la mejor versión de la tiranía del siglo XXI. En el caso de nuestra sociedad moderna, la dependencia tecnológica ha asumido el papel que la escasez de alimentos y el conflicto, por ejemplo, que jugaron un papel importante en épocas anteriores.

Una de las mejores maneras de llevar a cabo políticas tiránicas es mantener a la población distraída mientras que las políticas se crean, se aceptan y son puesto a funcionar. En una era donde la inseguridad económica fácilmente distrae a la gente y no le permite abrir sus ojos y ver lo que realmente está pasando, la tecnología, ahora más que nunca, juega un papel monumental en el avance de la agenda tiránica pensada hace mucho tiempo. No sólo los países, pero las empresas y los individuos han  adoptado la tecnología como parte de su vida cotidiana, sino que han pasado a depender en un grado que ya no es una opción simplemente “desconectarse” de ella. Las transacciones financieras, el comercio, la gestión de recursos y la educación son sólo algunas de las áreas en las que la tecnología se ha convertido en un mal necesario. El problema es que, en su mayor parte, los usuarios de tecnología sólo tienen una visión miope de lo que ofrecen los avances tecnológicos. Este es un problema porque la tecnología es, sin duda, una espada de doble filo.

Cuando se trata de la tecnología y sus aplicaciones, los dos filos de la espada se suelen definir como (1) la comodidad que proporciona a nuestras vidas diarias, y (2) el tipo de aplicaciones que puede tener. El pensamiento unidimensional siempre se centra en los beneficios y la conveniencia. De hecho, estos son los términos en los que la tecnología siempre se presenta. El otro lado, las consecuencias no tan positivas o el mal uso de la tecnología es lo que siempre se oculta al público desprevenido, que sólo entiende los avances tecnológicos como entretenimiento; el opio de una población que está herida económicamente, mentalmente y que carece de la capacidad — pues así fue diseñado — de ver más allá de sus necesidades de ocio. El pensamiento bidimensional o tridimensional, crea nuevas y diferentes formas de entendimiento. La forma tridimensional de pensamiento también ve el borde cortante de la espada, el que corta fácilmente a través de la ignorancia y que permite a los regímenes opresivos lograr su tiranía, siempre pues es siempre reconocida por los tiranos, pero no por los usuarios de tecnología.

¿Es conveniente contar con una herramienta de búsqueda que sabe lo que queremos encontrar, incluso antes de que lo hayamos escrito? Claro que lo es. Pero las personas deben preguntarse: ¿cómo funciona la empresa detrás de esa herramienta de búsqueda y como logra este avance tecnológico, y que otras aplicaciones tiene esta tecnología y si son o no tan beneficiosas como los resultados de búsqueda, o si son beneficiosas del todo. Google ha anunciado públicamente que va a utilizar cada cámara y micrófono integrado en los ordenadores para espiar a la gente con el fin de crear perfiles con fines comerciales. Aunque esta forma de espionaje es ya alarmante, uno debe preguntarse ¿qué otra cosa van a hacer? ¿Es cómodo tener nuevos y más eficientes electrodomésticos en su casa? Claro. Sin embargo, es nuestra tarea investigar si la comodidad de estos dispositivos vale la pena si perdemos nuestra privacidad. Por ejemplo, recientemente, el jefe de la CIA, David Petraeus, dijo públicamente que esa organización junto con la Agencia de Seguridad Nacional (NSA), estaría utilizando los avances tecnológicos para espiar a la gente a través de sus aparatos electrodomésticos usando la técnica de pasar información a través de las líneas y cables de electricidad. Esto, a propósito, no se limita a los Estados Unidos. De hecho, en estos momentos, Estados Unidos está construyendo una instalación del tamaño de siete estadios de fútbol que albergará el mayor aparato de espionaje en el planeta. La NSA es bien conocida por su programa Echelon y su trabajo con los Centros de Fusión a nivel nacional en los Estados Unidos. Tanto Echelon como los Centros de Fusión constituyen la mayor fuerza de espionaje con la capacidad de operar en todo el mundo.

¿Es conveniente contar con un dispositivo de comunicación que nos permite hablar con cualquier persona, en cualquier lugar, siempre y cuando haya una señal electromagnética disponible? Por supuesto. Pero, de nuevo, también debemos saber que, dejando a un lado las cuestiones de salud, los teléfonos celulares son, básicamente dispositivos portátiles de espionaje para un grupo de corporaciones cuyos propietarios reales no pueden dormir por la noche pensando en maneras de espiar todo lo que hacemos. Recientemente, los teléfonos móviles de Apple y Google hicieron noticias por su capacidad para registrar los movimientos de los usuarios y deliberadamente enviar dicha información a un servidor controlado por inteligencia artificial (IA). Esta información fue recogida sin que los usuarios estuvieran conscientes de ello, sin su permiso o consentimiento. ¿Qué tiene que decir al respecto Eric Schmidt, CEO de Apple? “Si usted tiene algo que usted no quiere que nadie sepa, tal vez no debería estar haciéndolo en el primer lugar.” ¿Por qué los usuários de tecnologías como los teléfonos móviles no se dan cuenta de que los iPhones, teléfonos de Microsoft y Android de Google se pueden utilizar para hacer muchas cosas más, además de llamar a alguien? Porque la tecnología se ha convertido — no por casualidad — en el opio del pueblo. Los consumidores han sido adoctrinados y programados por los sistemas educativos para perder su capacidad de pensar críticamente y de ser innovadores. Históricamente, los seres humanos se han transformado en usuarios en lugar de creadores. Por al menos un siglo — en la sociedad moderna — los creadores son los tiranos que se dieron cuenta de que la tecnología podría utilizarse para esclavizar al mismo tiempo que funcionaba como una distracción para las masas decadentes.

Al igual que los romanos tenían sus luchas de gladiadores, hoy tenemos los juegos de fútbol, programas de televisión y por supuesto nuestros iPhones, ordenadores portátiles y consolas de juegos de video. ¿Has oído hablar de Kinect? Si no es así, esta plataforma de juego de Microsoft es la madre de todas las herramientas de espionaje para el uso en el hogar. Si te gustan los Happy Meals o Jack-in-a-Box, te encantará Kinect.  Mientras todos estábamos durmiendo, los tiranos descubrieron una manera de hacernos disfrutar nuestra servidumbre, y han hecho un trabajo excelente. No sólo la gente se distrae jugando juegos de video que, o bien los hacen psicópatas o entonces los transforman en retardados mentales, sino que también van a ser víctimas de espionaje directo el cual es realizado por el complejo militar-industrial. El alcance de las tecnologías como Kinect, que sólo se anuncian como dispositivos de moda y de diversión, va más allá de lo que la mayoría de sus usuarios pueden comprender. Con los contratistas militares ya trabajando en formas de “mejor” usar la tecnología incorporada en la consola de juegos Kinect, así como diciendo públicamente que tienen la intención de espiar a la gente a través de ella para robar su información, ¿qué es lo que hay exactamente dentro de Kinect? Según lo explicado por múltiples medios de comunicación, la más reciente plataforma de juegos de Microsoft Xbox 360 tiene:

* Cuatro micrófonos, una en primer lugar, según el consejero delegado de Kyle Wiens. “Hemos desmontado dispositivos binaurales antes, pero esta es nuestra primera configuración de un sensor quadaural!”

* Dos cámaras

* Un diodo transmisor de infrarrojos

* Un ventilador

* 64 MB de memoria SDRAM DDR2 de Hynix

* Un pequeño, diminuto, motor

* Un acelerómetro de tres ejes

* Un Sensor Primer PS1080-A2. “Kinect se basa en la tecnología de Sensor Primer para detectar  movimiento”, explica Kyle. “Este chip es el cerebro del Kinect – todos los sensores están conectados a él para el procesamiento antes de transmitir con profundidad refinada imágenes de color a la Xbox”.

Si la descripción arriba es un desafío tecnológico para usted, o si simplemente no está interesado en los detalles técnicos en absoluto, porque todo lo que le interesa es divertirse con Kinect, está en problemas. El Sensor Kinect Quadaural permite escuchar e identificar hasta cinco voces distintas. Las dos cámaras son capaces de tomar fotografías y grabar vídeo. El transmisor diodo infrarrojo (IR) puede crear y grabar una imagen térmica de la gente en la sala, que es una poderosa herramienta de identificación. La unidad de disco duro y la memoria de 64 MB se aseguran de que toda la información recogida se almacene cómodamente para facilitar el acceso de usuarios externos — espías militares y piratas informáticos — y el Sensor Primer, el cerebro, completa la lista de herramientas con las que cualquier fanático del control soñaría. El chip simplemente detecta cualquier movimiento que se lleva a cabo en la sala donde Kinect esta. Lamentablemente, este tipo de tecnología no se limita a la consola Kinect de Microsoft. Otras consolas de juegos como Nintendo Wii y Playstation ya utilizan componentes similares que se venden como la mejor manera de mejorar la experiencia de juego. Que bueno por los creadores! Lo mismo hacen los que fabrican los televisores inteligentes, los recibidores de TV por satélite y cable, y los frigoríficos de uso domestico, que al igual que Kinect no son más que Big Brother en una caja.

¿Cuáles son las recomendaciones para evitar que Big Brother entre en nuestras casas a través de la tecnología Kinect? De acuerdo a un ‘luchador por la libertad’, es una buena idea “asegúrese de desconectar Kinect siempre que no lo está utilizando”. ¿En serio? ¿Qué tal no comprar un Kinect? ¿Cómo es que las personas se han vuelto tan parecidas a los animales domésticos? Comprar un Kinect, o un Playstation y desconectarlo cuando no se esta usando, es como decir que esta bien comprar bebidas gaseosas, pero solamente beberlas un sorbo a la vez para que el aspartame en ellas te mata lentamente y no de repente. Es como decir que esta bien comprar un teléfono celular, pero solamente utilizarlo con poca frecuencia para que el cáncer tarde una o dos décadas en aparecer en lugar de uno o cinco años.

Verdaderamente nos hemos convertido en esclavos quienes no solo nos sentimos cómodas con nuestra esclavitud, sino que también amamos nuestra servidumbre.

Creo que HG Wells se quedo corto cuando describió el escenario que sería un Nuevo Orden Mundial.

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Loving your Servitude: Microsoft’s Kinect Console Paves the Way for In-Home Spying

By LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | APRIL 5, 2012

Tyranny isn’t awful only because of the mayhem it achieves, but also because of the way it spreads its tentacles before it tightens the noose around unsuspecting populations. Tyranny will come in a uniform, says a proverb. But most of the time the uniform is just the last step in the process of achieving total control in a society. Hitler, perhaps the best example of what tyrants can accomplish, did not come into power with his brown shirt goon army stomping into people’s homes. It was an incremental process that intelligently carried out a series of actions through a series of steps which ended with Germans begging for tyrannical measures in the name of common good.

The remaining time of the twentieth century after Hitler was deposed and what has passed of the twenty-first century, has seen the rise of tyranny to levels that only H.G. Wells had been able to envision. This is a sign that puppet tyrants are not the bedrock of tyranny; they are just temporary mules that make it portable throughout the decades. Although twenty-first century tyranny seems to be rooted on the same principle that originated it back in the previous two centuries — security –, this principle can only be turned into a reason for tyranny if there is a necessity for it. But it isn’t even security as a principle the main driver of tyrannical regimes. For a temporary or permanent oppressive government to take control, it uses other tools that sort of complement the loss of freedom and the advancement of an out-of-control security grid. This complement is of course technology.

It would take much longer to achieve a complete state of tyranny if the tyrants intended to impose this state of affairs through force alone. That is why the men and women behind oppressive regimes use two of their best allies to achieve their goal: time and technological advances. Incremental changes through long periods of time in a way that conditions are engineered to promote a certain scenario are better accepted by populations who are worried 24 hours a day about their security. This is the reason why a heightened environment of insecurity together with the implementation of policies that reduce freedom and deviate attention from the loss of freedom are a perfect combination to bring about the best version of tyranny in the twenty-first century. In the case of our modern society, technological dependence has taken on the role that food scarcity and conflict, for example, played in previous eras.

One of the best ways to carry out tyrannical policies is to keep a population distracted while policies are created, accepted and put in place. In an era where self-security and economic imbalances are easily distracting people from opening their eyes and seeing what is really going on, technology is now more than ever playing a monumental role in advancing the tyrannical agenda thought out a long time ago. Not only have countries, companies and individuals embraced technology as part of their daily lives, but they’ve also become dependent to a degree that is no longer a choice to simply ‘get disconnected’ from it. Financial transactions, commerce, resource management and education are just a few of the areas in which technology has become a necessary evil. The problem is that technology users for the most part only have a myopic view of what technological advancements offer. This is a problem because technology is undoubtedly a double edge sword.

When it comes to technology and its applications, the two edges of the sword are usually defined as (1) the convenience it provides to our daily lives, and (2) the type of applications it can have. One-dimensional thinking always focuses on the benefits and the convenience. In fact, these are the terms in which technology is always presented. The other side, the not so positive consequences or misuse of technology is what is always hidden from the unsuspecting public, who only understand technological advances as entertainment; the opium of a population that hurts economically, mentally and that lacks the capacity — by design — to see beyond their leisure needs. Two-dimensional or three-dimensional thinking renders new and different ways of understanding. The three-dimensional way of thinking that also sees the sharper edge of the sword, the one that easily cuts through ignorance and that allows oppressive regimes to bring about their tyranny, is always acknowledged by the tyrants, but not by technology users.

Is it convenient to have a search engine that knows what you want to search, even before you type it in? Sure it is. But one needs to ask how does the company behind the search engine achieves this and what other applications would this technology have and whether or not they’d be as beneficial as the search results, or if they are beneficial at all. Google, has publicly announced that it will use every camera and microphone embedded in computers to spy on people in order to create profiles for commercial purposes. Although that way of spying is already alarming, one must wonder what else are they going to do. Is it comfortable to have newer, more efficient appliances at home? Sure. However, it is within our purview to investigate whether the comfort these devices bring are worth loosing privacy. For example, recently, the head of the CIA, David Petraeus publicly said that that organization along with the National Security Agency (NSA) would be using technological advances to spy on people through their appliances. This by the way is not limited to the United States. In fact, as we speak, the United States is building a seven football-stadium-sized facility that will house the largest spying apparatus in the planet. The NSA is well-known for their Echelon program and their work with Fusion Centers nationwide in the United States. Both Echelon and the Fusion Centers make up the largest spying force with the capacity to operate around the world.

Is it convenient to have a communication device that allows us to talk to anyone, anywhere, as long as there is an electromagnetic signal available? Absolutely. But again, we should also know that, leaving health issues aside, cell phones are basically portable spying devices for a group of corporations whose real owners cannot sleep at night thinking of ways to learn about everything we do. Recently, both Apple and Google devices were in the news for their ability to record users’ movements and deliberately sending such information to an Artificial Intelligence-controlled hard drive or server somewhere. This information was collected without the users being aware of it, without their permission or consent. What did Eric Schmidt, Apple’s CEO had to say about it? “If you have something that you don’t want anyone to know, maybe you shouldn’t be doing it in the first place.” Why isn’t the public able to realize that iPhones, Microsoft phones and Android Google phones can be used to do many more things besides calling someone? Because technology has become — again not by accident — the opium of the people. They have been indoctrinated and programmed by the educational systems to lose their ability to think critically and to be innovators. Historically, humans have been transformed into users instead of creators. For at least a century — in modern society — the creators are the tyrants who figured out that technology could be used to enslave while it functioned as a distraction for the decadent masses.

Just as the Romans had their gladiator fights, we have football games, TV shows and of course our iPhones, Laptops and Game Consoles. Have you heard about Kinect? If not, this Microsoft gaming platform is the mother of all spying tools for in-home usage. If you like Happy Meals or Jack-in-a-Box, you’ll love Kinect. That’s right. While we were all sleeping, the tyrants figured out a way to make us like our servitude, and they’ve done a superb job. Not only will people be distracted playing games that will either make them psychos or dummies, but they’ll also be victims of direct spying by the military industrial complex. The reach of technologies like Kinect, which are only advertised as trendy, fun devices, goes beyond what most of its users even begin to fathom. With military contractors already working on ways to ‘better’ use the technology embedded in the game console, as well as publicly saying they intend to spy on people through it to steal their information, what exactly is there inside Kinect? As explained by multiple media outlets, Microsoft’s latest Xbox 360 has:

* Four microphones — a first, according to CEO Kyle Wiens. “We’ve taken apart binaural devices before, but this is our first quadaural sensor setup!”

* Two cameras (pictured).

* An IR transmitting diode.

* One fan. Wiens says that for a 12-watt device, Microsoft seems very paranoid about heat dissipation and blames this paranoia on the infamous red-ring-of-death problems that have plagued the 360. “This is a good thing for consumers, but we can’t help but wonder if they’ve gone overboard in the cooling department,” Kyle said.

* 64 MB of Hynix DDR2 SDRAM.

* A “tiny, diminutive, even” motor (pictured).

* A three-axis accelerometer.

* A Prime Sense PS1080-A2. “Kinect is based on Prime Sense’s motion detection technology,” explains Kyle. “This chip is the Kinect’s brains —– all the sensors are wired into here for processing before transmitting a refined depth map and color image to the Xbox.”

If you are technologically challenged or simply are not interested in technical details at all, because all you care about is having fun with Kinect, you are in trouble. The Quadaural sensor enables Kinect to listen to and identify up to five different voices. The two cameras are capable of taking pictures and recording video. The Infrared (IR) transmitting diode can create and record a thermal image of people in the room, which then becomes a powerful identification tool. The 64 MB hard drive makes sure that all the information collected is comfortably stored for easy access by outside users — military spies and hackers — and the Prime Sense sensor, the brain, closes the gift list that any control freak would dream about. The chip simply detects any movement that takes place in the room where Kinect is. Sadly, this kind of technology is not limited to Kinect. Other game consoles like Nintendo Wii and Playstation already use similar components which are sold as the best way to enhance gaming experience. How thoughtful of the creators! Much like the makers of the latest television sets, satellite boxes and fridges, Kinect is simply Big Bother in a box.

Any recommendations to stave off Big Brother from coming into our houses? According to a ‘freedom fighter’, it is a good idea to “make sure you disconnect Kinect whenever you are not using it”. Really? How about not buying a Kinect? How cattle-like have people become! Have your Soda pop, but make sure you drink it only one sip at the time so that the aspartame in it kills you slowly. Buy a cell phone, but use it less often, that way the cancer will take a decade or two to appear. We have indeed become comfortable slaves who not only enjoy but actually love our servitude.

I guess H.G. Wells fell way short of what a New World Order would look like.

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Identificación Biométrica se Torna más Invasiva

Si usted cree que las huellas digitales o identificación con foto son ejemplos del uso invasivo de tecnología, espere hasta que usted lea esto.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
20 de julio 2011

Si usted nunca ha visto el documental Shadow Government, sinceramente, lo recomiendo. Se detalla la información más reciente sobre el uso de la tecnología para crear un sistema de identificación global de proporciones bíblicas. En este sistema que se está construyendo mientras la gente se pregunta “¿por qué tengo que dar mis huellas digitales para obtener una licencia de conducir”, implementará el registro de todos y cada uno de los seres humanos. Sin excepciones.

La variedad de tecnologías disponibles para identificar eficazmente a alguien en el trabajo, en el gimnasio, en eventos públicos, en las casas de Corte e incluso en casa, es simplemente alucinante. Sin embargo, los productores y los compradores de estas herramientas de seguridad no paran de pensar en nuevas maneras de obtener los más jugosos contratos de empresas privadas o del gobierno.

El ejemplo más reciente de la tecnología de identificación invasiva es la identificación Bio-Sig-ID de la empresa Biometric Signature Inc. De acuerdo con la descripción del fabricante, BioSig-ID es una “tecnología multi-factor de Identidad”; el mejor de su clase. Esto le valió a la empresa la confianza de una gran variedad de organizaciones que va de sectores como la salud, los sistemas financieros y bancarios, la educación en línea, el cloud computing, la Casa Blanca y el Departamento de Seguridad Nacional de Estados Unidos.

El BioSig-ID es conocido por su capacidad de recopilar información, como los patrones de movimiento del ratón, la velocidad de escritura, los gestos del usuario y otras características personales para identificar plenamente a la persona que tiene la intención de acceder a la información o utilizar una pieza de equipo.

Biometric Signature anunció recientemente que recibió la aprobación de la Oficina de Patentes y Marcas de Estados Unidos para su última patente que se sumará a la gran colección de herramientas basadas en la tecnología de identificación. La tecnología BioSig-ID recoge los movimientos realizados con varios dispositivos como un ratón, las marcas de pantalla táctil, los dedos y los movimientos del cuerpo para crear un sistema biométrico de múltiples factores utilizado para propósitos de identificación.

La conveniencia es el nombre del juego

Como sucede a menudo, el uso de BioSig-ID, así como otras tecnologías invasivas, se presenta no como una amenaza a la privacidad, sino como una “manera conveniente de mantenerse a salvo”, o para mantener los datos y la información segura. En otros ejemplos de violaciónes de privacidad nos encontramos con la industria del entretenimiento, que logró la creación de productos como consolas de juegos de vídeo que graban los movimientos de los usuarios como una huella dactilar biométrica humana. Kinect, el dispositivo que está dentro de la Xbox de Microsoft, permite a los usuarios jugar con sólo mover sus cuerpos. “La consola detecta el movimiento y reconoce a las personas a través de una cámara y varios sensores instalados en el dispositivo.” ¿No es eso conveniente?

Junto con los video juegos están los infames escáneres de cuerpo entero, que se supone nos mantienen a salvo del terrorismo, pero que en cambio son una de las formas más invasivas que la tecnología ha creado. Los escáneres no sólo dan imágenes completas desnudas de los pasajeros que permiten que se viole su privacidad -hay una oportunidad de optar por no usarlos- sino que también bañan a los pasajeros con una dosis de radiación venenosa. Ver información sobre las cantidades de radiación de los escáneres aquí. Lea sobre la radiación de escáners de cuerpo completo “backscatter scanner” aquí. Aprenda acerca del flujo de radiación aquí.

Creando la necesidad de tecnologías de identificación invasiva

El éxito de tecnologías que promueven la identificación biométrica es tal gracias a la creación artificial de una necesidad, lo cual ha hecho que el consumo de esta herramienta haya aumentado exponencialmente en la última década. Esto no significa, sin embargo, que el uso de estas tecnologías es tan joven. Militares y contratistas de tecnología han estado trabajando en formas de identificar plenamente a las personas durante mucho tiempo. En la mayoría de los casos, la tecnología, como el desarrollado de una identidad biométrica se ha utilizado en lugares de alta sensibilidad como empresas e instalaciones militares.

El éxito de esta tecnología se basa en el hecho de que hay un mercado se ha creado -como ocurre con muchos productos- para asegurar su adopción. La parte mala es que se ha usado el miedo de la gente y la política del gobierno para impulsar la producción y venta. Cuando los consumidores se dan cuenta dieron cuenta de su existencia, la tecnología ya había sido probada durante muchos años. En el caso de BioSig-ID, el producto fue probado inicialmente por The Tolly Group.

Como hemos citado antes, muchas organizaciones y empresas adoptan este tipo de tecnologías con la excusa de la seguridad. Seguridad de datos, la seguridad de la información, el acceso seguro a instalaciones, la seguridad de acceso a la Web y así sucesivamente. En el negocio de la salud, por ejemplo, la DEA requiere de recetas electrónica de sustancias controladas, otro fracaso de la guerra infame contra las drogas. La DEA utiliza esta tecnología para autenticar el acceso a los registros de los pacientes.

En los mercados bancarios y financieros, las instituciones privadas y oficinas de gobierno usan la identificación biométrica para “dar seguridad y salvaguardar la información del cliente, lo que según estas organizaciones reduce el fraude. Pero no ha funcionado muy bien, pues millones de datos de tarjetas de crédito han sido robados. Ni las organizaciones financieras, ni los hackers, ni los bancos han tenido que rendir cuentas por poner en peligro la privacidad de sus clientes.

La educación no ha escapado a la violación de la privacidad. Organizaciones educativas, tanto físicas como en Internet adoptaron tecnologías invasivas de identificación para “garantizar” la acreditación correcta de los estudiantes, así como para el registro y control de pagos. Universidades y otras instituciones de aprendizaje en línea ofrecen clases en línea que requieren la identificación con más de una huella dactilar.

Nuevos servicios basados en Internet, tales como móviles y computación en nube se suman al grupo de consumidores y usuarios que usan herramientas de validación BioSig-ID y similares. Mientras todo el contenido migra a la “nube” y las corporaciones y el gobierno obtienen una mayor autonomía obteniendo control centralizado de la información y la gente accede a ella desde el trabajo o el hogar, los sistemas de identificación biométrica serán claves para el mandato de certificados o protocolos de acceso a las “Nubes”. La idea de tener un ID de Internet único, que ya ha sido propuesto por los funcionarios del gobierno en varios países, de repente parece más y más realista.

Y si usted es un empleado del gobierno, ya que muchos son hoy en día, y mucho más serán en un futuro próximo, prepárese para dar cada pieza de información que su cuerpo emite. En México, todos los empleados del gobierno federal tuvieron que someterse a un reconocimiento de identificación biométrica con el fin de mantener sus empleos. En todo el mundo, los gobiernos ponen en práctica protocolos de seguridad que incluyen el uso de tarjetas de identidad o credenciales de Gobierno para acceder y gestionar información.

El e-ID ya está disponible en lugares como Hong Kong, Malasia, Estonia, Finlandia, Bélgica, Portugal, Marruecos y España.

Biometrically Identifiable Gesture Technology

If you believe fingerprinting or picture ID’s are invasive forms of technology, wait until you read this.

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
July 20, 2011

If you have never seen the documentary Shadow Government, I honestly recommend it. It details the latest information regarding the use of technology to create a global identification system of biblical proportions. In this system that is being built as we wonder “why I have to give my fingerprint to obtain a driver’s license”, every single human being will be accounted for; no exceptions.

The variety of technologies available to effectively identify anyone at work, at the gym, at public events, in Court houses and even at home, is simply mind blowing. However, the producers and buyers of these so-called security enhancing tools do not stop thinking about new ways to get the highest paid contracts from private companies or the government.

The latest example of invasive identification technology is Biometric Signature ID, Inc’s BioSig-ID. According to the manufacturer’s description, BioSig-ID is a “Multi-Factor Identity Proofing Technology”; the best of its kind. This earned the company the trust of a variety of organizations going from sectors such as healthcare, the financial and banking systems, online education, cloud computing, the White House and the Department of Homeland Security.

The BioSig-ID is known for its capacity to gather information such as mouse movement patterns, typing speeds, user gestures, and other personal characteristics to fully identify the person who intends to access information or use a piece of equipment.

Biometric Signature ID announced recently it received approval from the United States Patent and Trademark Office for its latest patent which will be added to the large collection of technology-based identification tools it produces. The BioSig-ID technology collects movements made with various devices such as a mouse, touchscreen markings, fingers and body movements to create a biometric multi-factor password used for identification purposes.

Convenience is the name of the Game

As it often happens, the use of BioSig-ID as well as other invasive technologies, is presented not as a threat to personal privacy, but as a “convenient way to stay safe” or to keep data and information safe. In other examples of privacy violations we encounter the entertainment industry which managed to create products such as video game consoles that record the users movements as a biometric human fingerprint. Kinect, the device that is inside Microsoft’s XBox, allows users to play by just moving their bodies. “The console detects movement and recognizes people through a camera and various sensors installed on the device.” Isn’t that convenient?

Along with video gaming are the infamous full body scanners, which are supposed to keep us all safe from terrorism, but that instead are one of the most invasive forms of technology ever created. The scanners not only render full naked images of the passengers that allow their privacy to be violated -there is an opt out chance- but also bathes them with poisonous doses of radiation. See information on the scanners’ radiation amounts here. Read about full body scanner backscatter radiation here. Learn about radiation flux here.

Creating a need for invasive identification technologies

The amount of biometric-based identification technology production and consumption has increased exponentially in the last decade or so. This does not mean, however, that the use of these technology is so young. Military and technology contractors have been working on ways to fully identify individuals for a long time. In most cases, technology such as the one developed by Biometric Signature ID has been used in highly sensitive places in companies and military installations.

The success of this technology relies on the fact that a market was created -as it happens with many products- to assure its adoption. The evil part is that people’s fear and government policy are also used to push the production and sale of biometric identification. By the time consumers get to know about its existence, it has already been tried and tested for many years. In the case of BioSig-ID, the product was tested initially by The Tolly Group.

As we cited before, many organizations and companies adopt this kind of technologies under the safety excuse. Data safety, information safety, access to premisses safety, web access safety and so on. In the healthcare business, for example, the DEA requires electronic prescription of controlled substances, another failure of the infamous war on drugs. DEA uses this technology to authenticate access to patients’ records.

In the banking and financial markets, both private institutions and government offices use biometric identification to “bring security and safeguard customer information, reduce fraud, etc. It has not worked very well, though, as millions of customer credit card information has been stolen from those very same institutions and neither the hackers nor the banks have been held accountable for endangering the privacy of their customers.

Education has not escaped privacy violation. Both physical and online educational organizations adopted biometric and other invasive identification technologies to “guarantee” the correct accreditation of students as well as for registration and payment controls. Universities and other learning online-based institutions offer classes online which require signing in with more than one fingerprint.

New internet-based services such as Mobile and Cloud computing will pile on the number of consumers and users of Bi0Sig-ID and similar validation tools. As all content migrates to the “Cloud” and the corporations and the government become more empowered by centrally controlling information and how people access it from work or home, biometric identification systems will be key to mandate certified entrance to those “Clouds”. The idea to have a unique internet ID, as it has been proposed by government officials in several countries is suddenly appearing more and more realistic.

And if you are a government employee, as many are nowadays, and more will be in the near future, get ready to give every single piece of information your body emits. In Mexico,  all federal government employees had to submit to biometric identification recognition in order to keep their jobs. All over the world, government implement security protocols that include the use of Government Identity Cards or Credentials to access and manage information.

E-IDs are already available in countries like Hong Kong, Malaysia, Estonia, Finland, Belgium, Portugal, Morocco and Spain.