IDflu: O Coquetel de vacinas de Sanofi-Pasteur

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Setembro 9, 2010

Como The Real Agenda relatou algumas semanas atrás, os globalistas que criaram a fraudulenta, amplamente reportado como tal, pandemia da gripe H1N1 estão de volta com mais fome do que nunca para mais fraudes e mais dólares. Recentemente, o jornal La Nación de Costa Rica publicou um artigo sobre a disponibilidade da nova vacina da empresa farmacêutica Sanofi-Pasteur chamada IDflu. O artigo, como quase tudo que este jornal publica, está cheio de mentiras e meias verdades; então, eu fui obrigado a escrever um artigo que mostra os detalhes que Irene Rodriguez, autora do artigo original, omitiu.

Esta é a fina agulha usada para injetar IDflu que é vendido como uma das novos "conveniências", porque as pessoas sentem picada não é tão dolorosa.

Eu mandei um e-mail a ela descrevendo estes detalhes, embora eu não esperasse que ela reescrevesse o artigo com as informações documentadas no e-mail. “Eu li seu artigo sobre a nova vacina da Sanofi-Pasteur chamada IDFlu. Estou preocupado com a omissão de detalhes importantes sobre a vacina. Esses detalhes são, precisamente, aqueles que nunca são descritos para o público e a razão pela qual muitas pessoas ainda acreditam que é uma ótima idéia se vacinarem de forma contínua.”

Em primeiro lugar, a vacina é a primeira de vários tipos que serão oferecidas ao público como um “cocktail” com vários vírus, incluindo o H1N1. Com isso, o consumidor já não tem mais a opção de escolher qual a vacina que ele quer tomar, pois terá de tomar uma única vacina contendo todos os vírus em um. Isso elimina o direito de escolher. Na verdade, a vacina contém três vírus: A / New Caledonia/20/99 (H1N1) como a tensão (A / New Caledonia/20/99 (IVR-116)) 9 microgramas HA, A/Wisconsin/67/2005 (H3N2 ) como a tensão (A/Wisconsin/67/2005 (NYMC X-161), 9 microgramas HA, B / Malaysia/2506/2004 como a tensão (B/Malaysia/2506/2004) 9 microgramas HA. Ver o documento original contendo a descrição da vacina. Página 32

Em segundo lugar, o artigo não lista os efeitos colaterais, que são tão graves quanto outros tipos de vacinas: problemas no sistema vascular e linfático, encefalomielite (inflamação do cérebro e medula espinhal), neurite, síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos vasos sanguíneos, convulsões, doenças neurológicas e imunogenicidade ou o aparecimento de reações imunológicas que geralmente culminam em paralisia parcial ou completa. Página 39

Além disso, o artigo não menciona que os estudos clínicos foram realizados a partir do momento em que a vacina é injetada até três semanas depois, um período durante o qual é difícil detectar os efeitos colaterais sérios, especialmente os citados acima (principalmente a imunogenicidade ), porque os sintomas ocorrem após esse período. O acompanhamento da empresa farmacêutica convenientemente termina em seis meses, o que significa que não se observa se algum efeito colateral apareceu depois deste período. Portanto, a Sanofi-Pasteur não poderia descartar o aparecimento de efeitos colaterais graves causados pelo uso da vacina, porque o monitoramento não é feito. No entanto, a Sanofi-Pasteur afirma que tais efeitos são raros ou inexistentes (parte inferior da página 4). Em que se baseia para fazer tal observação? Não em estudos científicos.

Em terceiro lugar, de acordo com o documento que descreve a origem, produção e composição da vacina, estudos clínicos foram conduzidos em populações europeias. Em outras palavras, o resultado destes estudos não pode ser usado para provar a eficácia ou a segurança da vacina em outras populações. Como a venda de um produto que não foi estudado em populações específicas é permitida no mercado? Esta pergunta deveria ser feita ao seu Departamento de Saúde.

Em quarto lugar, os resultados obtidos em relação à segurança da vacina para uso humano são baseados em estudos com animais (ponto 5.3 na página 6) e estes estudos, de acordo com a empresa farmacêutica, apresentaram imunogenicidade.

Em quinto lugar, estudos de segurança não foram realizados após a vacina foi introduzida no mercado. Estudos sobre incompatibilidade ou estudos clínicos sobre os efeitos que a vacina pode ter sobre as habilidades motoras, tais como operar veículos ou máquinas nao foram realizados.

Além disso, a vacina contém formaldeído, ou formol em sua forma líquida, que é um ingrediente tóxico usado em vacinas e cujo efeito cumulativo enfraquece o sistema imunológico, causa alterações genéticas, acidose metabólica, choque circulatório, insuficiência respiratória e insuficiência renal aguda. O formol também é um sensibilizador, uma característica que torna as pessoas alérgicas a muitas outras coisas. Se ingerido, é corrosivo e é cancerígeno. Além dos ingredientes já citados, as vacinas também contêm:timerosal, esqualeno, adjuvantes, cloreto de sódio, cloreto de potássio, fosfato dissódico dihidratado e dihidrogenofosfato de potássio.

No entanto, a novidade sobre esta vacina não esta nos seus ingredientes, mas no seu comportamento no organismo. De acordo com informações contidas no documento oficial, a vacina não é injetada no músculo como tradicionalmente é feito. Sanofi utiliza um novo método, o intradérmico. A dose exata de 0,1 ml é injetada sob a pele para uma mais ação imediata. É possível que a mesma velocidade com que a vacina age para “imunizar” possa ser vista no aparecimento de efeitos colaterais? A empresa farmacêutica Sanofi-Pasteur não tem dados a respeito.

Talvez o único lado positivo, especialmente para os costarriquenhos, é que as autoridades de saúde não vão adquirir a vacina da empresa farmacêutica pelo menos por agora. Para aqueles que querem injetar o coquetel de vírus, deverão pagar 24 dólares de seus próprios bolsos para comprar em farmácias locais. Deste modo, não há dinheiro do contribuinte enriquecendo as contas bancárias da empresa Sanofi-Pasteur.

IDflu de Sanofi-Pasteur: Primer “Cóctel” de Vacunas

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Septiembre 7, 2010

Como The Real Agenda informó hace unas semanas, los globalistas que crearon la fraudulenta pandemia de gripe H1N1 –ampliamente comprobada como tal– vuelven ahora más hambrientos que nunca por más fraude y por más dólares -con ayuda por supuesto de los medios de comunicación.  Recientemente, La Nación de Costa Rica publicó un artículo referente a la disponibilidad de la nueva vacuna de la empresa farmacéutica Sanofi Pasteur llamada IDFlu. El artículo, como casi todo lo que este diario publica esta lleno de medias verdades, por lo que me vi forzado a escribir un artículo que habla de los detalles que Irene Rodríguez, redactora del periódico, omite.

Esta es la agujita que se usa en la nueva vacuna IDflu que se presenta como una "conveniencia" pues según Sanofi, el pinchazo duele menos.

A ella le escribí un e-mail describiendo los detalles que se omitieron, aunque no espero que redacte el artículo de nuevo con la información que documenté en el e-mail. “Lei con preocupación su artículo sobre la nueva vacuna IDFlu de Sanofi Pasteur. Mi preocupación se origina en que no fueron incluídos importantes detalles sobre la vacuna.” Estos detalles son precisamente los que nunca se describen al público y por los que muchas personas todavía creen que es una gran idea vacunarse continuamente.

Primero, esta vacuna es la primera de varios tipos que se ofrecerán al publico como un “cóctel” con varios tipos de viruses incluyendo el de la famosa gripe H1N1. O sea el consumidor no tendrá mas la opción de escoger si quiere o no vacunarse contra uno de los tipos de gripes, sino que tiene que vacunarse contra todos. Esto elimina el derecho a escoger de la persona, especialmente porque no se le dice. De hecho, la vacuna contiene tres viruses: A/New Caledonia/20/99 (H1N1) like strain (A/New Caledonia/20/99 (IVR-116)) 9 micrograms HA, A/Wisconsin/67/2005 (H3N2) like strain (A/Wisconsin/67/2005 (NYMC X-161), 9 micrograms HA, B/ Malaysia/2506/2004 like strain (B/Malaysia/2506/2004) 9 micrograms HA. Ver documento original descriptivo de la vacuna. Página 32

Segundo, no se destaca en el artículo la lista de efectos secundários, los cuales son tan graves como en los otros tipos de vacunas:
Encephalomyelitis (inflamación del cerebro y la médula espinal), Neuritis, Síndrome Guillain Barré, Inflamación de los vasos capilares, convulsiones, enfermedades neurológicas y imunogenicidad, o sea la aparición de reacciones inmunes que usualmente terminan en parálisis parcial o total. Página 39

Además de esto, no se dice que los estudios clínicos solo se hicieron desde momento en que la vacuna se inyecta hasta tres semanas después, un periódo durante el cual es difícil detectar efectos secundários serios, como los citados anteriormente, (
sobre todo imunogenicidad), pues estos ocurren después de los seis meses de haberse inyectado la vacuna. La empresa farmacéutica convenientemente termina su seguimiento al final del sexto mes, o sea que no estudia los efectos secundários que aparecen después. Por esto, no puede afirmar -pero tampoco puede descartar- que efectos secundários graves causados por el uso de la vacuna existen (parte inferior de la página4), pues el seguimiento no se hace. Sin embargo, Sanofi-Pasteur dice que estos efectos son raros o inexistentes. Basado en qué se hace esta observación? No en estudios científicos.

Tercero, según documentos que detallan el orígen, fabricación y composición de la vacuna, incluyendo el descriptivo que viene con la misma, estudios clínicos se llevaron a cabo en poblaciones europeas. O sea, cualquier resultado obtenido en esos estudios, no pueden ser usados para probar su efectividad o seguridad en otras poblaciones.¿Cómo es que se permite la venta de un producto que no ha sido estudiado para ver sus resultados en poblaciones específicas, sino que se sigue la política de “Una Talla para Todos”, o una vacuna para todos? Debería pregutársele al Ministerio de Salud, no cree?

Cuarto, los resultados de seguridad de la vacuna para uso en humanos, son basados en estudios hechos con animales (5.3 en página 6) y estos estudios, según la propia empresa farmacéutica, muestran imunogenicidad; o sea reacciones imunológicas.

Quinto, no fueron hechos estudios de seguridad después de que la vacuna se colocó en el mercado o estudios clínicos sobre incompatibilidad o sobre los efectos que la vacuna puede tener en las habilidades motoras humanas; por ejemplo manejar un vehículo u operar equipos o máquinas y otros.

Finalmente, la vacuna contiene formaldehído -o formalina en su forma líquida-, un ingrediente tóxico usado en las vacunas y cuyo efecto acumulativo debilita el sistema inmunológico, causa daños en el sistema neurológico, alteraciones genéticas, acidósis metabólica, shock circulatorio, insuficiencia respiratoria e insuficiencia renal aguda, además de ser un sensibilizador, lo que significa que puede hacer que usted sea sensible a muchas otras cosas. Formalina es también corrosivo si se ingiere, y es un posible carcinógeno.

Además de lo anteriormente citado, vacunas usualmente contienen otros ingredientes como timerosal, escualeno, adyuvantes, cloruro de sódio, cloruro de potasio, fosfato disódico dihidrato y fosfato potásico dihidrógeno. Pero quizás el más nuevo detalle sobre IDFlu no son sus ingredientes, sino su forma de actuar en el cuerpo. Según detalles contenidos en el documento oficial, la vacuna no se inyecta en el músculo como tradicionalmente se ha hecho. Sanofi usa un nuevo método; el intradérmico. La dósis exacta de 0.1 mililítros es inyectada bajo la piel, con el objetivo de que esta tenga una acción más inmediata. ¿Es posible que la misma rapidez con que esta actúa en su supuesta tarea inmunizadora pueda observarse en sus efectos secundários? La empresa farmacéutica Sanofi-Pasteur no detalla nada al respecto.

Quizá lo único positivo, específicamente para los costarricenses, es que las autoridades de salud no van a adquirir la vacuna de la empresa farmacéutica -por lo menos por ahora- por lo que quienes quieran inyectarse el “cóctel” de viruses tendrán que desembolsar los 24 dólares para comprarla de las farmácias locales.  En este caso, no habrá dinero de los contribuyentes para enriquecer las cuentas bancárias de la corporación Sanofi-Pasteur.