Irã, China, Rússia, Paquistão contra EUA e Israel

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
11 de fevereiro de 2012

O Alto Comissariado do Paquistão na Grã-Bretanha reiterou o apoio do seu país à República Islâmica do Irã em caso de ataque do regime israelense.

Wajid Shamsul Hasan, disse ao jornal britânico The Sun que “o Paquistão não tem outra escolha senão a de apoiar o Irã”.

“Nós não iríamos ser vistos como parte da campanha de Israel contra qualquer país. Se Israel atacar o Irã, isso terá um impacto no Paquistão “, disse o Comissário do Paquistão.

“Devemos proteger os nossos interesses. Temos também uma população xiita no Paquistão, que não vai ficar de braços cruzados “, disse ele.

O funcionário paquistanês alertou que a Grã-Bretanha deve ajudar a parar a guerra que Estados Unidos está realizando contra o Paquistão com “drones” que estão assassinando centenas de civis inocentes.

Wajid Shamsul Hasan, disse que as relações de seu país com os Estados Unidos estão no seu mais baixo nível. “A paciência tem certamente atingido níveis de exaustão”, disse ele.

Hasan disse que o Paquistão apóia a guerra contra o terrorismo realizada pela Grã-Bretanha e os EUA, mas pediu ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, condenar os ataques de avioes nao tripulados dos EUA em seu país como “crimes de guerra” e “execuções do Estado.”

“O dano é grave – escolas destruídas, comunidades, hospitais. As vítimas são civis, crianças, mulheres, famílias. Nossas perdas são enormes “, o jornal citou a Hasan.

“Eu acho que o tempo está se esgotando para o governo do Paquistão tomar uma posição. Em algum momento tem que tomar medidas punitivas para detê-los. Deve-se fazer alguma coisa para defender suas próprias fronteiras e territórios “, disse Hasan.

Hassan pediu ao primeiro-ministro britânico para convencer os EUA que os ataques com drones são contraproducentes, por isso os americanos são “as pessoas mais odiadas pelos habintantes do Paquistão.”

Junto com o Paquistão, Rússia e China manifestaram publicamente que apoiariam o Irã se os EUA ou Israel se atrevem a atacar aquele país. Tanto a Rússia quanto a China vetaram uma iniciativa das Nações Unidas que imponhe mais sanções contra a Síria, e no passado contra sanções semelhantes contra o Irã. Rússia e China também protestaram o envio de tropas especiais da Inglaterra e dos Estados Unidos para o solo iraniano e sírio para desestabilizar os governos desses países.

Artigo traduzido do original Iran, China, Russia, Pakistan vs US and Israel

Irán, China, Rusia, Pakistán frente a EE.UU. e Israel

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
10 de febrero 2012

El Alto Comisionado de Pakistán en Gran Bretaña ha reiterado el apoyo de su país a la República Islámica de Irán en caso de ataque del régimen israelí.

Wajid Shamsul Hasan le dijo al periódico británico The Sun que “Pakistán no tiene otra opción que apoyar a Irán si Israel le ataca”.

“No nos gustaría ser vistos como parte de la campaña de Israel contra cualquier país. Si Israel ataca a Irán, esto tendrá un impacto en Pakistán “, dijo el Comisionado de Pakistán.

“Tenemos que proteger nuestros propios intereses. También tenemos una población Shia en Pakistán, que no se quedará de brazos cruzados”, subrayó.

El funcionario paquistaní advirtió a Gran Bretaña que debe ayudar a detener la guerra que Estados Unidos realiza en Pakistán usando “drones” que están masacrando a cientos de sus civiles inocentes.

Wajid Shamsul Hasan, dijo que las relaciones de su país con Estados Unidos están en su punto más bajo. “La paciencia está, sin duda llegando a niveles de agotamiento”, dijo.

Hasan dijo que Pakistán apoya la guerra contra el terrorismo llevada a cabo por Gran Bretaña y EE.UU.. Pero, instó al primer ministro británico, David Cameron, para condenar los ataques estadounidenses con aviones no tripulados en su país como “crímenes de guerra” y “ejecuciones Estatales”.

“Los daños son graves – escuelas destruidas, comunidades, hospitales. Las víctimas son civiles, niños, mujeres,familias. Nuestras pérdidas son enormes “, el periódico lo citó diciendo.

“Creo que el tiempo se acaba para que el gobierno de Pakistán tome una posición. Tendrán que en algún momento tomar acciones punitivas para detenerlos. Tienen los medios para tomar este tipo de acciones para defender su propia frontera y territorios “, añadió Hasan.

Hasan instó al primer ministro británico para convencer a los EE.UU. que los ataques con aviones no tripulados son contraproducentes, por eso los americanos son “las personas más odiadas en la mente dela gente de Pakistán”.

Junto con Pakistán, Russia y China han dicho públicamente que apoyaran a Irán si Estados Unidos o Israel se atreven a atacar ese país. Ambos Rusia y China vetaron una iniciativa de las Naciones Unidas que impondría más sanciones sobre Siria, y en el pasado se opusieron a sanciones similares contra Irán. Rusia y China también han denunciado el envío de tropas especiales de Inglaterra y Estados Unidos a suelos Iranianos y Sirios para desestabilizar a los gobiernos de esos países.

Artículo traducido del original Iran, China, Russia, Pakistan vs US and Israel

“Protestos no Mundo Arabe Usados para Controlar Eurásia”

Tradução Luis Miranda
Russia Today
Novembro 1, 2011

O objetivo final dos EUA é pegar os recursos da África e do Oriente Médio sob o controle militar para bloquear o crescimento econômico da China e da Rússia, assumindo toda a Eurásia sob controle, diz o autor e historiador William F. Engdahl.

A crise na economia dos EUA e do sistema do dólar e a execução de política externa dos EUA sao uma parte da decomposição da estrutura da superpotência que foi construída após o fim da Segunda Guerra Mundial, afirma Engdahl.

“Ninguém em Washington está disposto a admiti-lo, como ninguém na Grã-Bretanha um século atrás admitiu que o Império Britânico estava em fase terminal”, diz o autor, observando que “Tudo isto está relacionado com a tentativa de manter a superpotência não só intactas, mas também estender sua influência sobre o resto do planeta. ”

William F. Engdahl acredita que os protestos no Oriente Médio e Norte da África é um primeiro plano anunciado por George W. Bush em uma reunião do G-8 em 2003 que foi chamado de “O Grande Projeto do Médio Oriente.”

Foi projetado que esta zona seria tomada sob o controle da “democratização” em todo o mundo islâmico desde o Afeganistão até o Irã, Paquistão e a área produtora de petróleo do Golfo Pérsico, Norte da África até Marrocos.

“A chamada primavera árabe tinha sido planejada, pré-organizada e usada pelos instigadores dos “protestos espontâneos ” e distúrbios do Twitter no Cairo e Túnis, e assim por diante”, insiste o historiador.

Engdahl explica que alguns dos líderes do protesto tinham sido treinados em Belgrado, na Sérvia, por ativistas do Center for Applied Non-Violent Actions and Strategies e o Otpor (um movimento de jovens que tiveram um papel importante na expulsão do ex-presidente Slobodan Milosevic da Sérvia. Ambas as organizações são financiadas pelo Departamento de Estado dos EE.UU.

Engdahl cita duas razões para o projeto que o Departamento de Estado tem no mundo islâmico.

A primeira razão é a grande riqueza nas mãos dos líderes do mundo árabe, os fundos soberanos e de recursos. A ordem do dia – como foi quando a União Soviética entrou em colapso em 1991 – é “a privatização do FMI, da economia de livre mercado e assim por diante, em favor dos bancos ocidentais e as instituições financeiras para entrar e tomar conta de todo. ”

“O segundo programa é militarizar o fornecimento de petróleo em lugares como a Líbia e a chamada República do Sul do Sudão, que estão diretamente e estrategicamente localizada no esquema de crescimento económico futuro na China”, disse Engdahl.

“Isso tem a ver com o controle da Eurásia, que Zbigniew Brzezinski falou em 1997, em seu famoso livro The Great Chessgame, especialmente no controle da Rússia e da China, e qualquer coesão potencial dos países da Eurásia econômica e politicamente” , diz ele.

E os resultados já estão aí – no Egito e na Tunísia a democracia trouxe uma economia fraca, enquanto a Líbia, o país com melhores padrões de vida em toda a África antes dos bombardeios da OTAN, está agora em ruínas.

A preocupação das potências ocidentais, especialmente o Pentágono, é com o controle militar da região em conflito, e não o restablecimiento normal, diz o historiador. A principal preocupação do governo fantoche da NTC é fornecer bases para NATO – algo nunca antes visto durante os 42 anos de governo do Gaddafi.

“O Africom [comando do Pentágono para a África] coordena a cena”, diz William F. Engdahl, notando que “curiosamente [AFRICOM] foi criado depois que a China lancou uma campanha de diplomacia em 2006, quando 40 chefes de nações Africanas foram convidados a Pequim, onde assinaram acordos para exploração de petróleo e construção de infra-estrutura, hospitais e assim por diante -, tudo o que o FMI não fez na África nos últimos 30 anos ”

É verdade que os EUA está agindo contra os interesses chineses e de segurança nacional, mas Pequim, que recebe cerca de US $ 300 bilhões anualmente, por meio do comércio, simplesmente tem que investir esse dinheiro em algum lugar, e como não existem grandes mercados para absorver o dinheiro – Beijing compra títulos do Tesouro U. S. – e patrocina as guerras americanas que, ironicamente, estao direcionadas contra os interesses chineses.

“Para os deuses do dinheiro” em Wall Street, a única chance de sobreviver e manter seus dólares agora é encontrar novas áreas onde robar. A primavera árabe é feita para controlar e privatizar a enorme riqueza do mundo árabe “, diz ele Engdahl.

Mas o futuro da área do euro também é escuro porque a crise financeira grega foi artificialmente criada em 2002 por Goldman Sachs. A origem do dinheiro, afirma Engdahl, mostra que “a crise grega foi programada para detonar na ordem de Wall Street, o Tesouro dos Estados Unidos e a Federal Reserve para proteger a moeda de reserva – o dólar EUA “.

Engdahl disse que os EUA está construindo cada vez mais bases em todo o mundo, incluindo as novas 17 bases, a maioria das bases para a Força Aérea no Afeganistão, que estão prontas para a guerra com a China ou a Rússia, provavelmente.

“Dada a história da Guerra Fria, a Rússia pode desempenhar um papel estabilizador e construtivo como um contrapeso à estratégia altamente perigosa no Grande Projeto do Médio Oriente patrocinado pela NATO e os EUA”, disse Engdahl. “Espero que eles fazam isso.”

 

 

Invasão Militar Resulta em Mais Terrorismo

Rep. Ron Paul
Candidato presidencial
13 de setembro de 2011

Dez anos atrás, ações chocantes e terríveis de terrorismo foram realizadas em território dos EUA que resultaram na morte de 3.000 americanos inocentes. Sem dúvida, esta ação demanda vingança e retaliação. No entanto, muito tem sido feito em nome de proteger o povo americano contra o terrorismo que reduziu a nossa liberdade, prosperidade e até mesmo nos fez menos seguros. Isso é irônico e triste, considerando que a linha muitas vezes repetida sobre o raciocínio por trás dos ataques é que eles nos odeiam pelo que somos – um povo livre, próspero – e que não devemos, sob nenhuma circunstância deixar que os terroristas ganhem.

Ron Paul, Candidato Presidencial Republicano

Embora seja difícil para muitos acreditar, estudos mostram que a verdadeira motivação por trás dos ataques terroristas do 11 de setembro e a grande maioria dos outros casos de terrorismo suicida não é que os nossos inimigos se incomodam com o nosso modo de vida. Nao é nossa religião ou nossas riquezas. A razão é a ocupação que EUA faz de suas terras. Imagine por um momento como você se sentiria se um país invade o seu pela força e instala bases militares e soldados nas cidades. Você pode começar a entender por que a ocupação estrangeira incomoda tanta gente. Robert Pape investigou extensivamente o assunto e fala longamente em seu livro “O corte dos fusíveis:. A explosão do terrorismo suicida global e como para-lo”. Na verdade, de 2.200 incidentes de ataques suicidas que tem sido estudados em todo o mundo desde 1980, 95% foram em resposta à ocupação estrangeira.

Pape notas que antes da invasão do Iraque, apenas 10% do terrorismo suicida foi direcionado para os americanos ou os interesses americanos. Desde então, porém, não só o terrorismo suicida tem aumentado consideravelmente, mas agora 91% é feito contra os Estados Unidos.

Sim, os ataques de 11/09 mereciam uma resposta. Mas a maneira como respondemos permitiu os radicais do mundo muçulmano, agredir com uma narrativa muito ameaçadora sobre nós e nossa motivação na ocupação de suas terras. Osama bin Laden se refere a nós como “conquistadores” com uma agenda religiosa para converter muçulmanos, ocidentalizar a sua cultura e assumir o controle de seus recursos. Se tivéssemos voltado nossa  resposta para os bandidos e criminosos que nos atacaram, e nós tivéssemos abstido de invadir países que não tinham nada a ver com isso, essa caracterização pareceria menos plausível para o desesperado e deslocado. Culpar somente o Islã é muito enganador.

Em vez disso, optamos por um curso de ação que levou à perda de mais de 8.000 vidas americanas, deixou 40 mil feridos e tem centenas de milhares de pessoas que procuram ajuda por meio da Administração de Veteranos. Nós estamos três a quatro bilhões de dólares mais pobres. Nossas forças armadas estão espalhadas ao redor do mundo perigosamente à custa da protecção que poderiam realizar aqui em casa. Não só isso, mas temos permitido que a nossa liberdade seja ameaçada e minada desde dentro. O Patriot Act, as buscas e escutas telefônicas sem habeas corpus, as buscas desnecessárias e humilhantes nos aeroportos são apenas alguns exemplos de como temos permitido que os terroristas “ganhem” e como nosso país é menos livre.

Não existia terrorismo suicida no Iraque antes que os EUA chegaram lá. Agora há. Não há casos conhecidos de terrorismo suicida cometido por iranianos. Se o Irã é invadido e ocupado, podemos esperar que isso aconteça também.

As vezes pode ser muito desconfortável ouvir ou fazer perguntas e encarar a verdade. Quando um político habilidoso chega e dá uma versão muito mais suave de eventos, é tentador acreditar apenas o que nós gostamos. Mas ouvir as mentiras não nos torna mais seguros, embora possa nos fazer sentir melhor sobre nós mesmos.

A verdade é que pôr fim a estas guerras e ocupações vai nos fazer mais seguro, mais prósperos e mais livres.

Tradução em Português Luis R. Miranda

Ocupación Militar Resulta en Más Terrorismo

Rep. Ron Paul
Candidato Presidencial
13 de septiembre 2011

Hace diez años acciones chocantes y horribles de terrorismo fueron llevadas a cabo en territorio de EE.UU., las cuales resultaron en la muerte de 3.000 estadounidenses inocentes. Sin lugar a dudas, esta acción exige venganza y retribución. Sin embargo, mucho se ha hecho en nombre de proteger al pueblo estadounidense contra el terrorismo que ha reducido nuestra prosperidad, la libertad e incluso nos ha hecho menos seguros. Esto es irónico y triste, teniendo en cuenta que la línea tantas veces repetida sobre el razonamiento detrás de los ataques es que nos odian por lo que somos – un pueblo libre, próspero – y que no debemos dejar, bajo ninguna circunstancia que los terroristas ganen.

Ron Paul, Candidato Presidencial Republicano

Aunque es difícil para muchos creerlo, los estudios muestran que la verdadera motivación detrás de los atentados del 11 de septiembre y la gran mayoría de otros casos de terrorismo suicida no es que a nuestros enemigos les molesta nuestra forma de vida. Tampoco es nuestra religión, o nuestra riqueza, La razón es la ocupación estadounidense de sus tierras. Imagine por un momento cómo se sentiría si un país ocupara Estados Unidos por la fuerza e instalara bases militares y soldados armados en nuestras ciudades. Es posible empezar a entender por qué la ocupación extranjera molesta tanto a la gente. Robert Pape ha investigado extensamente este tema y habla en profundidad en su libro “El corte de los fusibles: La explosión del terrorismo suicida global y cómo detenerlo”. De hecho, de 2.200 incidentes de ataques suicidas que ha estudiado en todo el mundo desde 1980, el 95% fueron en respuesta a la ocupación extranjera.

Pape señala que antes de la invasión de Irak, sólo el 10% del terrorismo suicida estaba dirigido a los estadounidenses o los intereses estadounidenses. Desde entonces, sin embargo, no sólo ha aumentado el  terrorismo suicida en gran medida, sino que el 91% de ahora es realizado contra Estados Unidos.

Sí, los ataques del 9 / 11 merecían respuesta. Pero la manera en que hemos respondido ha permitido que los radicales en el mundo musulmán avancen con una narrativa muy amenazante sobre nosotros y nuestra motivación en la ocupación de sus tierras. Osama bin Laden se refiere a nosotros como “conquistadores” con una agenda religiosa para convertir a los musulmanes, occidentalizar su cultura y tomar el control de sus recursos. Si hubiéramos dirigido nuestra respuesta sólo a los matones y criminales que nos atacaron, y nos hubieramos  abstenido de invadir países que no tenía nada que ver con ello, esta caracterización parecería menos plausible a los desesperados y desplazados. Culpar al Islam por sí solo es muy engañoso.

En su lugar, se optó por un curso de acción que llevó a la pérdida de más de 8.000 vidas estadounidenses, dejó 40.000 heridos y tiene cientos de miles de personas que buscan ayuda a través de la Administración de Veteranos. Nos tienen de tres a cuatro billones de dólares más pobres. Nuestras fuerzas armadas se extienden peligrosamente en todo el mundo, a expensas de la protección que podrían realizar aquí en casa. No sólo eso, sino que hemos permitido que nuestra libertad sea amenazada y socavada desde dentro. La Ley Patriota, los allanamientos y escuchas telefónicas abusivas sin hábeas corpus, las búsquedas inútiles y humillantes en aeropuertos son sólo algunos ejemplos de cómo hemos permitido que los terroristas “ganen” y que nuestro país sea menos libre.

El terrorismo suicida no existía en Irak antes de que Estados Unidos llegara allí. Ahora existe. No hay casos conocidos de los iraníes cometiendo terrorismo suicida. Si invadimos y ocupamos Irán, podemos esperar que eso suceda también.

A veces puede ser muy incómodo hacer o escuchar las preguntas adecuadas y enfrentar la verdad. Cuando un político hábil se acerca y da una forma mucho más suave versión de los hechos, es muy tentador creer simplemente lo que nos gusta. Pero escuchar las mentiras no nos hace más seguros, a pesar de que podría hacer que nos sintamos mejor con nosotros mismos.

La verdad es que poner fin a estas guerras y ocupaciones equivocadas nos hará más seguros, más prósperos y más libre.

Traducción en Español Luis R. Miranda