Ecuador se Rinde al Control del Nuevo Orden Mundial

Una de las formas más eficaces de control del gobierno es la gestión de los recursos básicos como agua y electricidad. En el mundo desarrollado, los medidores inteligentes de agua y electricidad ya están en control, permitiendo que el gobierno y las entidades privadas regulen la cantidad de agua o electricidad que la gente puede usar.

UPI
01 de octubre 2011
Traducción Luis R. Miranda

Ecuador está en camino para poner en marcha el mayor proyecto de redes inteligentes en América Latina en una colaboración de varios millones de dólares con General Electric Energy, que marca un punto de referencia para la gestión de la electricidad en la región.

Eléctrica de Guayaquil dijo que decidió invertir en una nueva infraestructura de contadores o medidores inteligentes para optimizar la oferta confiable en medio de un crecimiento económico proyectado hasta el año 2012.

Los hogares de todo el país deben esperar para ver “las mejoras en la fiabilidad de su servicio eléctrico”, dijo General Electric.

Alrededor de 25.000 medidores se instalarán en el país por Eléctrica de Guayaquil, en la segunda fase de un cambio completo de medidores del país, que sustituirá en total a cerca de 200.000 medidores antiguos.

Ecuador se ha enfrentado a acusaciones de desperdició de su riqueza petrolera durante los años de mala gestión. Se suspendió la membresía de la Organización de Países Exportadores de Petróleo cuando no pudo pagar sus cuotas de suscripción, pero regresó al grupo en 2007, principalmente para mejorar la gestión de su participación en el mercado mundial del petróleo.

La inversión en la infraestructura de suministro de energía eléctrica es parte del racionamiento general del sector energético, dijeron las autoridades.

“Mejorar la visión ecuatoriana con respecto al uso de la energía es un factor muy importante en la mejora de las perspectivas económicas de Ecuador”, dijo el gerente de Eléctrica de Guayaquil, Oscar Armijos González-Rubio.

“Las ganancias derivadas de la gestión de información, redes y la eficiencia de este nuevo medidor nos ayudará a obtener el mayor beneficio de nuestra red de energía eléctrica”, añadió.

General Electric dijo que como parte de una estrategia de modernización de la red general, su red de medidores permitirá conectar y desconectar a distancia a los clientes, la recolección de información de uso para la planificación de la eficiencia y mejoras en el futuro como respuesta a la demanda y el control de pagos.

General Electric proporcionará contadores inteligentes con la infraestructura de medición avanzada y comunicaciones RF. Trilliant que proporcionará la plataforma de comunicaciones.

“EDG se está convirtiendo en un líder latinoamericano en la adopción de nuevas tecnologías para mejorar el servicio de energía”, dijo Roberto Vengoechea, gerente general de Digital Energy América Latina.

“Estos medidores inteligentes dan a EDG los puntos de datos y capacidades para cambiar las relaciones de los consumidores con el uso de electricidad. El control mejorado de la red y las herramientas de rendimiento habilitadas por estos contadores inteligentes abrirán las puertas a las innovaciones más recientes de energía que pueden incrementar la productividad y la eficiencia así como reducir y minimizar las interrupciones “, dijo.

General Electric ha estado expandiendo su red de América Latina, que es de aproximadamente de 90 años de edad. Recientemente, el gigante de la energía ha anunciado el uso de 500 millones de dólares de GE Global Research Center en proyectos para de Río de Janeiro.

GE opera en más de 100 países y emplea a unas 300.000 personas en todo el mundo.

Ecuador bows to New World Order Control Grid

One of the most effective forms of government control is to manage basic resources such as water and electricity supplies.

In the developed world, smart meters for water and electricity are already in place allowing government-controlled as well as private entities to regulate how much of those basic necessities people can use.

UPI
October 1, 2011

QUITO, Ecuador, Sept. 30 (UPI) — Ecuador is on track to launch the largest Smart Grid project in Latin America in a multimillion-dollar collaboration with GE Energy that sets a benchmark for electricity management in the region.

Ecuador’s Electrica de Guayaquil said it decided to invest in a brand new smart meter infrastructure to streamline reliable supply amid projected economic growth through 2012.

Households across the Latin American country should expect to see “improvements in the reliability of their electric service,” GE said.

About 25,000 meters will be installed in the country by Electrica de Guayaquil, the second phase of a complete overhaul of the country’s meters, which will eventually replace nearly 200,000 meters.

Ecuador has faced charges it squandered its oil wealth during years of mismanagement. It suspended its membership of the Organization of Petroleum Exporting Countries when it couldn’t pay its subscription fees but returned to the group in 2007, mainly to better manage its share of the global oil market.

The investment in the electricity supply infrastructure is part of an overall streamlining of the energy sector, officials said.

“Improving Ecuador’s energy outlook is a very important factor in improving Ecuador’s economic outlook,” Electrica de Guayaquil General Manager Oscar Armijos Gonzalez-Rubio said.

“The information, network management and efficiency gains from this new meter infrastructure will help us get the most benefit from our electric grid,” he added.

GE said that as part of an overall grid modernization strategy, its meter network will enable remote connect and disconnect of customers, the collection of usage information for efficiency planning and future enhancements such as demand response control and pre-payment.

GE will deliver smart meters with advanced metering infrastructure and RF communications. Trilliant will provide the communications platform.

“EDG is becoming a Latin American leader in adopting new technologies to improve energy service,” said Roberto Vengoechea, general manager, Digital Energy Latin America.

“These smart meters give EDG the data points and capabilities to change consumers’ relationships with electricity. The enhanced network control and efficiency tools enabled by smart meters open doors to the very latest energy innovations that can increase productivity and efficiency while reducing and minimizing outages,” he said.

GE has been expanding its Latin America network, which is about 90 years old. Recently the energy giant announced a $500 million GE Global Research Center project in Rio de Janeiro.

GE operates in more than 100 countries and employs about 300,000 people worldwide.

Estudo do Governo: Engenharia Climática é muito Perigosa

As consequências negativas da geoengenharia são claras.

Geoengenharia tem sido usada desde há décadas em formas conhecidas como chemtrails, ondas eletromagnéticas e raios laser.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
7 de setembro de 2011

Geoengenharia é essencialmente a manipulação artificial e deliberada do clima, aplicando as

Moscow "Halo" 2009. O "Case Orange" cita isto como evidência de semeação de nuvens, mas outros suspeitam que é um experimento eletromagnético.

tecnologias existentes para mudar os padrões climáticos e o tempo em uma área do planeta Terra. O uso dessas tecnologias tem sido sugerido por uma parte da comunidade científica e do influente grupo de alarmistas que acham que a humanidade é responsável pela mudanças climáticas. No entanto, as tecnologias utilizadas para modificar o clima vão além da mudança climática e ampliam suas funções para outras áreas, tais como a ativação das placas tectônicas e a criação de armamento militar. Mas cientistas influentes não discutem os usos listados acima, mas apenas sugerem práticas como a fertilização dos oceanos, a semeação de nuvens e o seqüestro de CO2, entre outros.

Técnicas como a fertilização dos oceanos, e o seqüestro de CO2 não são as mais populares entre aqueles que consideram que essas práticas devem ser usadas para salvar a humanidade. Os Estados Unidos, principalmente, e outros países desenvolvidos têm experimentado com outras tecnologias, menos discutidas que sao deixadas fora da discussão. O que todas essas práticas têm em comum é o fato de que nenhum deles é seguro e que a sua implementação poderia causar mais danos do que elas querem evitar. Esta é a conclusão de um estudo publicado em julho passado pela United States Accountability Office.

Estudo do governo chega meio século atrasada

Você pode pensar que este e outros estudos seriam realizados antes de qualquer uma destas técnicas de modificação do tempo fossem testadas ao ar livre, mas isso não é o caso. Ao dar uma olhada 50 anos atrás, é fácil encontrar exemplos de como técnicas e tecnologia para mudar o clima e o tempo tem sido usadas. Durante a Guerra do Vietnã, os EUA usou a semeação de nuvens para inundar as terras onde o exército vietnamita estava com a intenção de enfraquecer a sua operação contra a invasão. O projeto Stormfury envolveu a utilização de aeronaves que voaram dentro de tempestades tropicais depositando iodetos de prata para afetar seu desenvolvimento. O projeto foi conduzido pelo Governo dos Estados Unidos nos anos de 1962-1983. O projeto Cirrus foi mais uma tentativa de manipular o clima, desta vez afetando o comportamento de um furacão. O projeto foi liderado pela General Electric, o Exército Signal Corps, o Escritório de Pesquisa Naval e a Força Aérea dos Estados Unidos. Durante este ensaio no dia 13 de outubro de 1974, cientistas do governo tentaram modificar um furacão que se movimentava em direção oeste nos Estados Unidos. Hoje, até países como a China têm burocracias dedicadas à prática da modificação do tempo. Em Pequim, o Escritório de Modificação do Tempo coordena o uso de tecnologias para prevenir ou fazer chover quando necessário. Para as Olimpíadas de 2008, a China tinha 30 aeronaves, 4.000 lançadores de foguetes e 7.000 armas antiaéreas para parar a chuva. (1)

No seu relatório, o Government Accountability Office (GAO) começa por explicar que a razão do seu estudo é a análise das “tecnologias de engenharia climática, com foco na sua condição técnica, a direção futura da pesquisa e possíveis respostas.” Depois o documento diz que “o GAO revisou a literatura científica e relatórios governamentais, conselhos de especialistas com uma grande variedade de origens e pontos de vista, e entrevistou 1.006 adultos nos Estados Unidos.” (2)

Uso pesado de Chemtrails para o propósito de modificar o clima. Imagem da NASA.

Entre as conclusões do GAO o relatório diz que “as tecnologias de engenharia climática não oferecem uma resposta viável à mudança climática global.” De acordo com o documento, as tecnologias estudadas pelo GAO incluiu a remoção de dióxido de carbono (o gás que as plantas respiram para viver) e a gestão de radiação solar (SRM). Esta última técnica inclui o bloqueio da luz solar -que é a origem da vida- dizem alguns cientistas e alarmistas do clima, para evitar o super aquecimento do planeta. Tecnologias SRM têm sido amplamente utilizadas em muitos países que visitei, incluindo os Estados Unidos, Brasil, Costa Rica e outros como a Inglaterra e outros países da Europa Ocidental. O que esta tecnologia faz é pulverizar cristais e produtos químicos tóxicos, tais como aerossóis de sulfato e bário na estratosfera. “Por mais de uma década, os cidadãos dos EUA e Canadá têm sido vítimas de um assalto com aerossóis em suas cidades com uma mistura tóxica de metais pesados tóxicos, produtos químicos e outras substâncias perigosas. Nada disso foi relatado pela mídia. O Departamento de Defesa [DOD] e os militares tem sistematicamente usado trilhas químicas (Chemtrails), também conhecido como geoengenharia com aerossóis estratosféricos”, disse a médica Ilya Sandra Perlingieri. (3)

O estudo do GAO passa a relatar as suas conclusões dizendo que as técnicas de geoengenharia atuais são imaturas e muitas delas poderiam ter conseqüências negativas. Isto confirma os riscos à saúde já referidos pela médica Perlingieri. No entanto, o estudo também encoraja o pensamento coletivo (coletivismo), onde não importa os riscos envolvidos na utilização destas tecnologias, os pesquisadores ainda acreditam que vale a pena praticar versões controladas de modificação do tempo e do clima. O relatório diz que muitos cientistas se opõem a pesquisar e executar estas técnicas devido a que os “riscos tecnológicos sao significativos ou porque acreditam que a mudança climática sera muito limitada no futuro.” A maioria das pessoas entrevistadas disseram que não estavam familiarizados com a modificação do tempo, mas estavam abertas para fazer mais investigação, diz o GAO. Esses entrevistados não só não sabem da existência de técnicas de geo-engenharia -principalmente porque o governo e as empresas envolvidas têm tentado escondê-lo com algum sucesso- mas também não sabem que esses experimentos já foram realizados em todo o mundo sem o seu consentimento .

Como explicado acima, estudos como o realizado pelo GAO deveriam ter sido realizados e publicados antes que os experimentos patrocinado pelo governo e as empresas foram autorizados. No entanto, como muitas vezes acontece, os governos se sentem no direito de fazer o que quiserem, sem informar o público. Embora o estudo do GAO é relevante porque mostra a realidade do que muitos chamaram “teorias da conspiração” como fatos, ele falha miseravelmente porque ignorar a história da modificação do tempo e experimentação que tem sido feita em todo o mundo .

O estudo do GAO, a pedido do representante Eddie Bernice Johnson, avaliou as tecnologias de modificação do tempo em uma escala de 1-9 de acordo com a sua “disponibilidade”. Embora este critério é irrelevante do ponto de vista do perigo que a geoengenharia representa para a saúde humana, nenhuma das técnicas de modificação disponíveis obteve uma nota maior que 3 na escala do estudo. “Tanto os defensores destas tecnologias como os oponentes alertaram que a pesquisa e a implementação de experimentos de modificação do tempo tem riscos, tanto no desempenho de certos tipos de investigação como na utilização dos resultados (por exemplo, a implantação de tecnologias potencialmente perigosas que têm sido desenvolvidas com base em pesquisas). ”

O estudo do Government Accountability Office parece ter se originado em grande parte na desacreditada crença de que a atividade humana é a causa do que alguns cientistas chamam aquecimento global antropogênico (a Terra tem experimentado resfriamento global na última década), que segundo eles é causado pelas emissões de dióxido de carbono. Você poderia dizer que o estudo começou com o pé esquerdo, já que é baseado em uma premissa que é pelo menos duvidosa. Pelo menos mil cientistas de renome têm questionado a teoria do aquecimento global antropogênico e esta crença deve ser no mínimo investigada com mais profundidade antes de ser adotada como base para implementação de políticas relacionadas com a conservação ambiental. (4)

A premissa do estudo que os seres humanos causam o aquecimento global está cheia de meias verdades e falácias anteriormente expostas, como a crença de que algumas ilhas vão afundar como resultado da elevação dos mares, que o gelo nos pólos se derreteria e que ursos polares morreram porque não podem nadar. (5) O estudo também considera outras mudanças geofísicas do planeta, que ocorrem como resultado do aquecimento, tais como mudanças na vegetação e das chuvas, mas estes possíveis eventos são, sem qualquer fundamento, enquadradas em cenários negativos. De fato, o estudo observa que muitos cientistas “têm sugerido que o aumento da temperatura poderia ser beneficiosa em determinadas áreas geográficas ou setores econômicos. Por exemplo, a produtividade agrícola poderia aumentar em algumas áreas … … enquanto a temperatura da superfície aumenta, esse aumento não está acontencendo de maneira uniforme … “A primeira idéia que a agricultura em muitas partes do mundo poderia se beneficiar do aquecimento global, é consistente com registros científicos que indicam que a Terra era uma vez mais quente e continha 10 vezes mais CO2 do que hoje, resultando em mais vegetação e abundância de alimento.

Como The Real Agenda informou anteriormente, a única preocupação dos que defendem a teoria do aquecimento global antropogênico é suas amadas “torres de marfim” e “centros de controle primário” sejam mantidos a salvo de mudanças climáticas que ocorrem naturalmente. No relatório, o GAO citou a preocupação de alguns cientistas em relação ao “aumento do nível do mar” porque pode comprometer vários portos e grandes cidades nos Estados Unidos, como Miami, Nova York e Norfolk.” Mas essas mesmas pessoas não têm nenhum problema em impedir o desenvolvimento do terceiro mundo para que seu povo não possa desfrutar dos níveis de conforto que eles desfrutam hoje. Estes defensores do alarmismo climático não se importam se a civilização é levada a níveis de desenvolvimento típico da era anterior à Revolução Industrial, se é isso que é necessário para reduzir as emissões a níveis só vistos antes desse tempo.

Mais recentemente, um estudo realizado pelo CERN chamado CLOUD (Cosmic Leaving Outdoor Droplets),

Os resultados do experimento CLOUD mostram que a poucos quilômetros acima na atmosfera, o ácido sulfúrico e o vapor de água podem rapidamente formar aglomerados de nuvens, e que os raios cósmicos aumentam a taxa de formação em até dez vezes ou mais.

confirmou mais uma vez que a radiação solar e não a atividade humana e que impulsiona o clima da Terra. O relatório sobre as conclusões deste estudo foram proibidos de serem publicados, em parte, pelo chefe do CERN, o Rolf-Dieter Heuer, porque ele acha que os resultados das observações podem ser usadas para uma discussão pública, que uma vez por todas iria “cortar o rabo e as orelhas” da teoria do aquecimento global antropogênico. (6)

O que o estudo do GAO não detalha

Como explicado acima, o estudo do GAO, parece chegar com pelo menos 50 anos de atraso e, além disso, não tem nenhuma informação a respeito da evidência inequívoca de que experimentos como os descritos como “potencialmente perigosos” já foram realizados por muitas décadas. Mesmo alguns meios de comunicação fizeram eco das sugestões dos cientistas que defendem o uso de técnicas de modificação do tempo para “nos salvar do desastre.” Em março passado, o jornal USAToday publicou propaganda em suas páginas anunciando o uso de pulverização de químicos no ambiente (Chemtrails), que utiliza alumínio, bário, e outros produtos químicos letais como uma alternativa para salvar o mundo da destruição causada pelo o homem. (7) O artigo relata que alguns cientistas dizem que é uma oportunidade de fazer as coisas antes que a geoengenharia seja considerada uma necessidade. Um dos cientistas entrevistados chegou sugerir que a geoengenharia é uma opção viável para nos salvar do desastre. “A pesquisa em geoengenharia cria uma outra opção para o público”, disse David Victor, da Universidade da Califórnia-San Diego.

Além disso, a National Geographic publicou um artigo sugerindo o uso de armas nucleares para reverter o aquecimento global. O artigo da revista ecoou um programa patrocinado pelo governo, onde uma pequena guerra nuclear entre os países pequenos pode ajudar a reduzir os efeitos do aquecimento global. O artigo também advertiu que uma pequena guerra faria com que o planeta Terra perdesse os verões por vários anos, causando o surgimento e a propagação de doenças, mas que talvez esta seria uma boa idéia. (8)

Apesar da evidência histórica, o estudo do GAO não mencionou especificamente que a mudança do clima por meio de geoengenharia apresenta riscos à vida humana e para o próprio planeta. No entanto, há uma abundância de evidências a esse respeito. “Durante décadas nós temos sabido que os metais pesados e produtos químicos podem causar danos físicos graves. O livro da Rachel Carson intitulado “Primavera Silenciosa”, ensinou-nos sobre as graves conseqüências do uso ou exposição a esses venenos em nossas atividades diárias. Milhares deles são bem documentados como causadores de câncer “, escreve a médica Ilya Sandra Perlingieri.

    “Aeronaves comerciais e militares estão envolvidas em mais de 60 operações secretas. Ano passado, quando eu voei através do país, vi um avião da United Airlines (voando abaixo de nós a cerca de 37 mil pés), pulverizando um spray preto que se extendia por milhas e milhas no céu. Este programa clandestino agora inclui a pulverização aérea na América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia [todos os países da NATO]. Centenas (se não milhares) de pessoas pediram explicações a funcionários públicos para obter respostas. As respostas das autoridades dos EUA e Canadá nunca foram recebidas, ou na ausência de resposta, as consultas foram descartadas como insignificantes.

Os militares dos EUA fazem pulverizaçoes de armas químicas e biológicas em ensaios ao ar livre sobre os civis desde a década de 1940. Eles são chamados de “evidência de vulnerabilidade.” Esta não é uma declaração polêmica. O Exército reconheceu esta prática muitas vezes e há uma abundância de documentação por parte do governo para provar isso. Existe também documentação de fumigação intencional e radiação experimental sobre a população civil. Infelizmente, esta informação só foi publicada mais tarde, o que tornou impossível salvar vidas ou aliviar o sofrimento das vítimas.

Esta propriedade com aparência de HAARP é chamada Jicamarca, e é um Obervatório de Rádio que faz parte do Instituto Geofísico do Peru. Ele recebe a maior parte do seu apoio financeiro da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos através de um acordo de cooperação com a Universidade de Cornell.

Mas Chemtrails não é a única técnica de modificação do tempo para o uso exclusivo de experiências de governo, ou aquelas patrocinadas pelo governo. “A existência e aplicação da tecnologia para modificar o clima, a ionosfera e causar atividade das placas tectônicas está documentado e não é apenas uma teoria da conspiração.” Os cientistas envolvidos em testes usam estas tecnologias com permissão do governo para executar experiências ao redor do mundo “, diz Andrei Areshev, vice-diretor da Fundação Estratégica para a Cultura Russa. De acordo com Areshev “armas do clima tem sido aperfeiçoadas e podem ser usadas para causar seca, destruir áreas cultivadas e induzir vários fenômenos anômalos em alguns países.” Talvez o Sr. Areshev está falando sobre o Programa de Pesquisa de Alta Frequência Auroral (HAARP), (9) uma arma que a grande mídia e alguns cientistas de renome chamam “teoria da conspiração”, enquanto se recusam a falar sobre ela. No entanto, mudando o clima já foi considerado uma teoria da conspiração, certo? E o uso de Chemtrails também é considerado uma teoria da conspiração, certo? Mas elas existem.

Em seu livro de 1995 intitulado Angels Don’t Play This HAARP, Dr. Nick Begich explica como HAARP eletrifica a atmosfera superior com raios eletromagnéticos. “É um modelo avançado de um aquecedor ionosférico.” De acordo com Begich, HAARP é uma tecnologia de ondas de rádio super-poderosa, que afeta áreas da ionosfera, dirigindo um raio nessas áreas. Como resultado, as ondas eletromagnéticas sao dirigidas para a Terra penetrando tudo no seu caminho. (10)

Uma terceira forma de técnicas de modificação do tempo que se transformou em armas e a tecnologia laser no espaço. Em 1998, o tenente-coronel da Forca Aérea dos Estados Unidos, William H. Possel escreveu um relatório de pesquisa apresentado ao corpo docente da Air War College, explicando a atual situação das armas laser estabelecidas no espaço. No seu relatório intitulado: Armas Laser no Espaço: Uma Analise Critica, Possel fala sobre as vantagens que as armas espaciais tem para atacar e destruir mísseis balísticos. Ele ainda vai mais longe e explica os tipos de lasers que podem ser usados para fins militares. Entre eles, lasers de fluoreto de hidrogênio, laser de fluoreto de deutério e laser químico de oxigênio-iodo. Além disso, Possel entra em detalhes sobre como é vantajoso ter armas a laser no espaço. “Elas tem a vantagem sobre os sistemas terrestres de ser capaz de cobrir um grande teatro de operações estando apenas limitadas pela altura da órbita que é a plataforma. Ao aumentar a altitude aumentam as possibilidades. Chame-me um teórico da conspiração, mas o que acontece se alguém conseguiu aperfeiçoar o uso de raios de ondas eletromagnéticas (HAARP), e armas baseadas no espaço. E não era que as tecnologias de modificação do tempo seriam usadas em uma tentativa de evitar uma catástrofe, em vez de causar eventos catastróficos? Se você não entende, nós estamos falando sobre o uso de tecnologias para a modificação do tempo, as quais foram modificadas para criar armas de guerra em qualquer lugar do mundo. (11)

Modificação do Tempo não é uma Teoria da Conspiração

Em um artigo intitulado Geoengenharia Atmosférica: “Case Orange” A Manipulação do Clima e Chemtrails, o escritor Rady Ananda apresenta uma revisão do relatório “Case Orange” que de acordo com Anando, foi escrito para confirmaram que a manipulação do tempo não é nem um piada nem uma teoria da conspiração. “É totalmente operacional, com um forte passado de 60 anos de história.” De acordo com a história recente da Organização Meteorológica Mundial, existe um declínio no apoio à investigação da modificação do tempo e do clima e uma tendência acelerarada no uso de técnicas existentes que são chamadas de projetos operacionais. (12)

Como cita Ananda em seu artigo, “Case Orange” está ligado a um relatório de 1996 que foi escrito por militares. O relatório, intitulado: Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o Tempo em 2025 explica as evidências relacionadas a programas de pulverização estratosférica patrocinados por ordens dos governos, nomenclatura química nos manuais de operação aérea, e apelos por economistas para usar a geoengenharia. “Controlando o Tempo em 2025”, prevê um calendário específico para o uso da tecnologia e técnicas de modificação ambiental em colaboração com a Associação de Modificação do Clima (WMA), uma parceria entre empresas privadas e o governo que promove o uso benéfico de técnicas de modificação do ambiente. “Bem, não são tão benéficas como relatado pelo Government Accountability Office. Algumas das medidas a serem tomadas como parte do projeto “Controlando o Tempo em 2025” são: a criação de espelhos estratosféricos com a introdução de ions, com um aumento acentuado em 2008, o uso de produtos químicos para a modificação de nuvens por empreiteiros civis (e militares) criação de nuvens usando nanotecnologia, com um aumento exponencial a partir de 2010 e a introdução de ‘pó de carvão negro.”

O relatório sobre “Case Orange” termina com uma prática que é reveladora mas ao mesmo tempo familiar por parte do governo, militares e empresas do governo:

    “Nossa pesquisa conclui que programas de controle do clima, controlados pelos militares, mas adotados por governos, devem permanecer em segredo para evitar o pior dos casos, o que obviamente não se quer. Os dois instrumentos básicos são o controle de temperatura através da geração de nuvens artificiais e a manipulação da ionosfera através do aquecimento da mesma. (HAARP)

Ambos os sistemas continuam sendo essencialmente para o uso militar com a opção de tomar a ofensiva, se necessário. No entanto, devido a que existem vários aquecedores ionosféricos instalados em vários locais ao redor do mundo, pode-se supor que existe uma ampla cooperação entre os governos, a fim de alcançar as metas climáticas para 2025: o controle do clima e, portanto, do planeta.

Então vamos ver o que temos. Um dos objectivos claramente declarados é o de mudar o clima do planeta Terra, tal como apresentado por organizações governamentais, corporações, e uma parte da comunidade científica. Existe um plano para controlar o tempo até 2025. Existe um relatório escrito pelos militares que explica como a manipulação da ionosfera é realizada através de raios eletromagnéticos (HAARP), cuja infra-estrutura se estende por todo o globo, e é usado para operações de controle do clima. Um relatório escrito pelo tenente-coronel William H, Possel, do U. S. Air Force, explica a realidade das armas no espaço que são resultantes da tecnologia de manipulação do tempo. Existe uma apresentação histórica feita pelo Dr. Nick Begich em seu livro Angels Don’t Play This HAARP, explicando como a tecnologia de ondas eletromagnéticas e usada para afetar negativamente o clima pelo a través do aquecimento da ionosfera. Andrei Areshev lançou uma advertência explicando de forma independente, a existência e aplicação de tecnologia para mudar o clima, a ionosfera e as placas tectônicas. Existe documentação do uso histórico da tecnologia de modificação do tempo para artificialmente contaminar o planeta Terra em uma insana tentativa de “evitar um cenário fictício de destruição global”. Sugestões foram feitas pela mídia sobre quanto beneficioso é usar tecnologias de modificação do tempo, não importa o quão perigoso estas são. Relatórios médicos provam além de qualquer dúvida razoável como a mudança climática artificial afeta negativamente a saúde dos humanos, a quem os partidários da modificação artificial do tempo, ironicamente, dizem que estão protegendo. E finalmente, um estudo pelo Government Accountability Office dos Estados Unidos, remove qualquer dúvida sobre os perigos que apresenta para a humanidade e o planeta, o uso de tecnologias de modificação do tempo.

Você precisa de mais provas de que a modificação artificial do tempo, a fim de nos salvar de uma catástrofe global fictícia é uma má idéia? E se o aquecimento global e as mudanças climáticas são reais, como eles querem que nós pensemos, é prudente arriscar nossas próprias vidas e a saúde do nosso planeta para agradar a um grupo de cientistas malucos e burocratas controladores que querem militarizar tudo para criar mais guerras? (13) Não há já suficientes armas, guerras e morte? Quantos de nós tem que morrer para que os controladores estejam felizes? Parece que o número é 6.5 bilhoes.

Estudio Gubernamental: Geoingeniería es Demasiado Peligrosa

Las consecuencias negativas de la geoingeniería son claras.

La geoingeniería se ha utilizado durante décadas en formas conocidas por el público como las estelas químicas (Chemtrails), ondas electromagnéticas y rayos láser.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
07 de septiembre 2011

La geoingeniería es, en esencia, la manipulación artificial y deliberada del clima mediante la aplicación de

En 2009 se obervó esta aura en Moscú. El Caso Orange cita esto como evidencia de la "siembra de nubes", mientras que otros sospechan que es de origen electromagnético.

tecnologías existentes para cambiar los patrones del clima y el tiempo en un área del planeta Tierra. El uso de estas tecnologías ha sido sugerido por una sección de la comunidad científica, así como los influyentes grupos alarmistas del cambio climático. Sin embargo, las tecnologías utilizadas para modificar el clima van más allá de la modificación del clima y amplían sus funciones a otras áreas tales como manipulación de placas tectónicas y armamento militar. Sin embargo, científicos influyentes no discuten los usos citados anteriormente, sino que se limitan a sugerir prácticas tales como la fertilización de los océanos, la siembra de nubes y el secuestro de CO2, entre otros.

Técnicas tales como la fertilización de los océanos, y el secuestro de CO2 no han sido, sin embargo, las más populares entre aquellos que consideran estas prácticas como salvadoras de vidas. Los Estados Unidos, principalmente, y otros países desarrollados han experimentado con otras tecnologías, menos discutidas que a menudo se dejan fuera de discusión. Lo que todas estas prácticas tienen en común, sin embargo, es el hecho de que ninguna de ellas es segura y que su aplicación podría causar más daño del que se supone podrían evitar. Esta es la conclusión de un estudio publicado en julio pasado por la Oficina de Responsabilidad Gubernamental de Estados Unidos.

Estudio gubernamental llega medio siglo tarde

Se podría pensar que este y otros estudios se realizarían antes de que cualquiera de estas técnicas de modificación del clima se pusiera a prueba al aire libre, pero este no es el caso. Si uno se remonta medio siglo atrás, es fácil encontrar ejemplos de cómo la modificación del clima ha sido utilizada como una práctica de guerra. Durante la guerra de Vietnam, los Estados Unidos utilizó la siembra de nubes para inundar áreas de tierra donde el ejército vietnamita estaba con el fin de debilitar su operación contra la invasión. El proyecto Stormfury consistía en el uso de aviones que vuelan dentro de las tormentas tropicales depositando yoduro de plata para afectar su desarrollo. El proyecto fue dirigido por el Gobierno de los Estados Unidos desde 1962 hasta 1983. El proyecto Cirrus fue otro intento de manipular el clima, esta vez afectando el comportamiento de un huracán. El proyecto fue encabezado por General Electric, el Army Signal Corps, la Oficina de Investigación Naval y la Fuerza Aérea de los EE.UU.. Durante esta prueba el 13 de octubre de 1974, los científicos del gobierno, intentaron modificar un huracán que se dirigía hacia el oeste del país norteamericano. Hoy en día, incluso países como China poseen burocracias dedicadas a la práctica de la modificación del clima. En Beijing, la Oficina de Modificación del Clima coordina el uso de tecnologías para prevenir o hacer que llueva cuando sea necesario. Para los Juegos Olímpicos de 2008, China contaba con 30 aviones, 4.000 lanzadores de cohetes, y 7.000 cañones antiaéreos de detener la lluvia. (1)

En su informe, la Oficina de Responsabilidad Gubernamental (GAO) comienza explicando que el motivo de su estudio es el análisis de las “tecnologías de ingeniería climática, centrándose en su condición técnica, la orientación futura de la investigación y las posibles respuestas.” Después, el documento dice que “la GAO revisó la literatura científica y los informes del gobierno, consultó a los expertos con una amplia variedad de orígenes y puntos de vista, y entrevistó a 1.006 adultos en los Estados Unidos.” (2)

Uso intensivo de las estelas químicas con intención de modificar el clima. Imagen: NASA.

Entre las conclusiones de la GAO se encontró que “las tecnologías de ingeniería climática ahora no ofrecen una respuesta viable al cambio climático global.” Según el informe, las tecnologías estudiadas por la GAO incluyeron la remoción de dióxido de carbono (el gas que las plantas respiran para vivir), y el manejo de la radiación solar (SRM). Esta última técnica incluyen el bloqueo de la luz del sol, que es el orígen de la vida, a fin de, por ejemplo, dicen algunos científicos y alarmistas del clima, evitar el calentamiento excesivo del planeta. Tecnologías SRM se han utilizado ampliamente en muchos países que he visitado, entre ellos Estados Unidos, Brasil, Costa Rica y otros como Inglaterra y el resto de los países de Europa occidental. Lo que SRM hace es inyectar cristales y productos químicos tóxicos, tales como aerosoles de sulfato y de bario en la estratosfera. “Durante más de una década, en primer lugar los Estados Unidos y los ciudadanos de Canadá han sido víctimas de un asalto con aerosoles 24/7/365 sobre sus ciudades con una mezcla tóxica de metales pesados tóxicos, productos químicos y otras sustancias peligrosas. Nada de esto fue reportado por los medios de comunicación. El Departamento de Defensa de EE.UU. [DOD] y militares han sistemáticamente cubierto todos nuestros cielos con lo que se conoce como Chemtrails (también conocido como geoingeniería con aerosoles estratosféricos),” dice la Dra. Ilya Sandra Perlingieri. (3)

El estudio de la GAO continúa relatando sus conclusiones diciendo que las técnicas actuales de geoingeniería son inmaduras y que muchas de ellas podrían tener consecuencias negativas. Esto confirma los riesgos de salud antes citados por la Dra. Perlingieri. Sin embargo, el estudio también incita a la reflexión colectiva (Colectivismo), donde sin importar los riesgos que presenta el uso de estas tecnologías, los investigadores aún creen que vale la pena practicar versiones controladas de modificación del clima. Más tarde, se dice que muchos científicos consultados se oponen a la investigación, ya que prevén “riesgos tecnológicos importantes o un cambio climático limitado en el futuro.” La mayoría de las personas consultadas dijeron que no estaban familiarizadas con la modificación del clima, pero estaban abiertos a llevar a cabo más investigación, dice la GAO. Estas personas entrevistadas no sólo no saben de la existencia de técnicas de geoingeniería – sobre todo porque el gobierno y las empresas involucradas han tratado de ocultarlo con algún éxito – pero también desconocen que estos experimentos ya se llevan a cabo en todo el mundo sin su consentimiento.

Como se explicó anteriormente, estudios como el realizado por la GAO debían haber sido conducidos y publicados antes de que los experimentos patrocinados por el gobierno y las empresas fueran permitidos. Sin embargo, como ocurre a menudo hoy en día, los gobiernos sienten que tienen derecho a hacer lo que quieran sin informar al público. Aunque el estudio de la GAO es pertinente porque pone de manifiesto lo que muchos han llamado “teorías de conspiración”, como hechos, el mismo fracasa miserablemente al ignorar la historia de la modificación del clima y la experimentación que se ha realizado en todo el planeta.

El estudio realizado por la GAO a solicitud del Representante a la Cámara Eddie Bernice Johnson, evaluó tecnologías de modificación del clima en una escala de 1 a 9 de acuerdo a su “disponibilidad”. Aunque este criterio es irrelevante desde el punto de vista del peligro que la geoingeniería presenta para la salud humana, ninguna de las técnicas de modificación disponibles obtuvo una nota mayor a 3 en la escala del estudio. “Tanto los defensores de la investigación como los opositores advirtieron que la investigación y ejecución de experimentos de modificación del clima conlleva riesgos, ya sea en la realización de ciertos tipos de investigación o en el uso de los resultados (por ejemplo, el despliegue de tecnologías potencialmente peligrosas que se han desarrollado sobre la base de la investigación)”.

El estudio de la Oficina de Responsabilidad Gubernamental parece tener su origen en la creencia ampliamente desacreditada que la actividad humana es la causa de lo que algunos científicos llaman calentamiento global antropogénico (el planeta ha experimentado un enfriamiento global en la última década), que según ellos es causada por las emisiones de dióxido de carbono . Se puede decir que el estudio comenzó con el pie izquierdo, ya que se basa en una premisa que es cuando menos dudosa. Por lo menos mil científicos reconocidos han cuestionado la teoría del calentamiento global antropogénico y esta creencia debe al menos ser investigada en más profundidad antes de ser adoptada como la base para ejecutar políticas relacionadas con la conservación ambiental. (4)

La premisa del estudio que los humanos causan el calentamiento global está lleno de medias verdades y falacias expuestas previamente, tales como la creencia de que algunas islas se hundirán como consecuencia de la crecida de los mares, las capas de hielo se derritirían sin control y que los osos polares morirán porque no pueden nadar. (5) El estudio también considera otros cambios geofísicos del planeta, que ocurrirían como resultado del calentamiento, como por ejemplo cambios en la vegetación y las precipitaciones, aunque estas son, sin ningún fundamento, enmarcadas en escenarios negativos. De hecho, el estudio señala que muchos científicos “han propuesto que el aumento de las temperaturas podría beneficiar a ciertas áreas geográficas o sectores económicos, por ejemplo, la productividad agrícola podría aumentar en algunas áreas … … mientras que la temperatura de la superficie terrestre está aumentando en promedio, la misma no está aumentando de manera uniforme … “La primera idea que la agricultura en muchas partes del mundo podrían beneficiarse del calentamiento global, coincide con el hecho de que los registros científicos indican que el planeta Tierra fue una vez más cálido y que contenía 10 veces más CO2 que hoy en día, lo que resultó en más vegetación y abundancia de alimentos .

Como The Real Agenda informó antes, la única preocupación de los que defienden la teoría del calentamiento global antropogénico es que sus queridas “torres de marfil” y “centros primarios de control” se mantengan a salvo del cambio climático que ocurre naturalmente. En el informe, la GAO cita las preocupaciones de algunos científicos en relación con “el aumento de nivel del mar que “podría poner en peligro varios puertos y grandes centros urbanos en los Estados Unidos, como Miami, Nueva York y Norfolk.” Por supuesto, estas mismas personas no tienen problema con que se prevenga el desarrollo del tercer mundo para que sus habitantes disfruten de los niveles de conforto que ellos disfrutan hoy en día. Estos defensores del alarmismo climático tampoco se importan si la civilización es llevada a niveles de desarrollo propios de la era previa a la Revolución Industrial, si esto es lo que se necesita para reducir las emisiones a niveles sólo vistos antes de esa época.

Más recientemente, un estudio realizado por el CERN, llamdo CLOUD (CosmicLeaving Outdoor Droplets), ha

Los resultados del experimento CLOUD muestran que a pocos kilómetros de la atmósfera, el ácido sulfúrico y el vapor de agua rápidamente pueden formar grupos, creando así nubes, y que los rayos cósmicos mejoran la tasa de formación en hasta diez veces o más.

vuelto a confirmar que es la radiación solar y no la actividad humana lo que dirige el clima terrestre. El informe con las conclusiones de este estudio fueron prohibidos de ser publicados en parte por el jefe del CERN, el director general Rolf-Dieter Heuer, ya que él piensa que los resultados de las observaciones se utilizarían para realizar una discusión pública, que de una vez por todas le cortaría el rabo y las orejas al la teoría del calentamiento global antropogénico. (6)

Lo que la GAO no detalla en el estudio

Como se explicó anteriormente, el estudio de la GAO, parece venir por lo menos con 50 años de retraso y además de esto, no presenta en ninguna parte, información sobre la inconfundible evidencia de que experimentos como los descritos como “potencialmente peligrosos”, se han estado llevado a cabo por muchas décadas. Incluso algunos de los principales medios de comunicación han hecho eco de las sugerencias de los científicos que abogan por el uso de técnicas de modificación del clima para “salvarnos del desastre”. El pasado marzo, el diario USA Today publicó propaganda en sus páginas anunciando como el uso de métodos de fumigación del ambiente (Chemtrails), los cuales usan aluminio, bario y otros productos químicos letales eran una alternativa para salvar al mundo de la destrucción causada por el hombre. (7) En el artículo se presentan lo que algunos científicos dicen es una oportunidad para hacer bien las cosas antes de que la geoingeniería tuviera que ser considerada como una necesidad. Uno de los científicos consultados inclusive sugirió que la geoingeniería es una opción viable para salvarnos del desastre. “La investigación en geoingeniería crea otra opción para el público”, dijo David Victor, de la Universidad de California-San Diego.

Por otra parte, National Geographic publicó un artículo sugiriendo el empleo de armas nucleares para revertir el calentamiento global. El artículo de la revista hizo eco de un escenario patrocinado por el gobierno, donde una pequeña guerra nuclear entre los países pequeños podría ayudar a reducir los efectos del calentamiento global. El artículo también advirtió que una pequeña guerra haría que el planeta Tierra perdiera los veranos por varios años, lo que causaría la aparición y propagación de enfermedades, pero que tal vez era una buena idea que esto ocurriera. (8)

A pesar de la evidencia histórica, el estudio de la GAO no menciona específicamente que la modificación del clima a través de la geoingeniería plantea peligros para la vida humana o para el propio planeta. Sin embargo, hay un montón de pruebas en este sentido. “Durante décadas, hemos sabido que los metales pesados y sustancias químicas pueden causar daño físico grave. El libro de Rachel Carson titulado “Primavera Silenciosa”, nos ha enseñado sobre las graves consecuencias del uso o la exposición a estos venenos en nuestras actividades diarias. Miles de estos están bien documentados como causantes de cárcer”, escribe la Dra. Ilya Sandra Perlingieri.

Aviones comerciales y militares están involucrados en más de 60 operaciones secretas. El año pasado, cuando volé por el país, vi un avión de United Airlines (volando por debajo de nosotros a unos 37.000 pies de altura) fumigando un aerosol negro que iba por millas y millas a través del cielo. Este programa clandestino ahora incluye fumigación aérea en América del Norte, Europa, Australia y Nueva Zelanda [todos los países de la OTAN]. Cientos (sino miles) de personas han llamado y escrito a sus funcionarios públicos para obtener respuestas. Las respuestas de los funcionarios de EE.UU. y Canadá nunca fueron recibidas, o bien, si hay respuesta, las consultas son despedidas como insignificantes.

Los militares de EE.UU. han estado rociando armas químicas y biológicas en pruebas al aire libre sobre la población civil desde la década de 1940. Se les llama “pruebas de vulnerabilidad”. Esto no es una afirmación polémica. El ejército ha admitido esta práctica en muchas ocasiones y hay un montón de documentación por parte del gobierno que lo corrobora. También hay documentación de las fumigaciones intencionales y experimentales de radiación sobre la población civil. Desafortunadamente, esta información solo es publicada mucho después, lo que hace imposible salvar vidas o aliviar el sufrimiento de las víctimas.

Esta instalación llamada Jicamarca (muy similar a las instalaciones de HAARP en Alaska) y que se dice es un Observatorio de Radio en Perú es parte del Instituto Geofísico del ese país.El proyecto recibe la mayor parte de su apoyo financiero de la Fundación Nacional de Ciencias de los Estados Unidos a través de un acuerdo de colaboración con la Universidad de Cornell.

Pero Chemtrails no es la única técnica de modificación del clima para uso exclusivo de los experimentos del gobierno o patrocinados por el gobierno. “La existencia y aplicación de tecnología para modificar el clima, la ionosfera y de causar actividad en placas tectónicas está documentada y no es sólo una teoría de la conspiración.” Los científicos que participan en las pruebas y que usan estas tecnologías admiten llevar a cabo experimentos en todo el planeta “, dice Andrei Areshev, director adjunto de la Fundación Cultura Estratégica Rusa. De acuerdo con Areshev, “las armas del clima puede estar llegando a su plenitud y pueden ser utilizadas para provocar sequías, destruir áreas cultivadas e inducir a diversos fenómenos anómalos en algunos países.” Tal vez el Sr. Areshev está hablando del Programa de Investigación de Alta Frecuencia Auroral (HAARP ), (9) otra de esas armas que los medios de comunicación tradicionales y principales científicos llaman “teoría de la conspiración,” mientras se niegan a hablar de ello. Sin embargo, la modificación del clima era anteriormente considerada una teoría de la conspiración, ¿no? Y el uso de Chemtrails también se consideraba una teoría de la conspiración, ¿no?

En su libro de 1995 titulado Angels Don’t Play This HAARP, el Dr. Nick Begich explica cómo HAARP electrifica la atmósfera superior con un rayo electromagnético. “Es un modelo avanzado de un calentador ionosférico”. Según Begich, HAARP es una tecnología super-poderosa de ondas de radio que afecta las áreas de la ionosfera al dirigir un rayo a esas áreas. Como consecuencia, las ondas electromagnéticas rebotan hacia la tierra y penetran cualquier cosa. (10)

Una tercera forma de como técnicas de modificación climática se transformó en armas, son las armas de rayo láser en el espacio. En 1998, el Teniente Coronel de la Fuerza Aérea estadounidense, William H. Possel presentó un informe de investigación a la facultad de la Escuela de Guerra Aérea, donde se explica la situación actual armas láser establecidas en el espacio. En su informe titulado Armas láser en el Espacio: Una Evaluación Crítica, Possel cita lo atractivo que son armas de rayos láser para atacar y destruir misiles balísticos. Incluso va más allá y explica los tipos de rayos láser que pueden ser utilizados con fines de guerra. Entre ellos, el láser de floruro de hidrógeno, láser de floruro de deuterio y láser químico de oxígeno y yodo. Además, Possel entra en detalles sobre lo ventajoso que es tener armas láser en el espacio. “Tiene la ventaja sobre los sistemas terrestres de ser capaz de cubrir un gran teatro de operaciones que sólo está limitado por la altura de la órbita en la que está la plataforma. A medida que aumenta la altitud de la plataforma, el tamaño de la zona también aumenta. Llámeme un teórico de la conspiración, pero ¿qué pasaría si alguien ha logrado perfeccionar el uso de rayos de ondas electromagnéticas (HAARP), y las armas basadas en el espacio. Y, no era que las tecnologías de modificación del clima se usarían con la intención de evitar una catástrofe, en lugar de causar acontecimientos catastróficos? En caso de que no entienda, estamos hablando de la utilización de tecnologías destinadas a la modificación del clima con el propósito de librar una guerra en cualquier parte del planeta. (11)

Modificación artificial del clima no es teoría de conspiración

En un artículo titulado Geoingeniería Atmosférica: La Manipulación del Clima, Estelas Químicas y Chemtrails, el escritor Rady Ananda presenta una revisión del informe “Case Orange.” Según Ananda, en mayo de 2010, científicos confirmaron que la manipulación del clima no es ni una broma ni una teoría de la conspiración. “Es totalmente operacional con un sólido pasado de sesenta años de historia.” De acuerdo con la Organización Meteorológica Mundial la historia reciente ha visto una disminución en el apoyo a la investigación de modificación del clima y la tendencia a acelerar el uso de técnicas existentes en lo que se llaman proyectos operativos. (12)

Como Ananda cita en su artículo, el “Case Orange” está ligado a un informe de 1996 elaborado por personal militar. El informe, titulado Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather in 2025 (El Clima como una Fuerza Multiplicadora: Adueñandose del Clima en 2025) explica las pruebas existentes relacionadas a programas de fumigación estratosférica patrocinados por el gobierno, órdenes de químicos, nomenclatura utilizada en los manuales de operación aérea, y los llamados hechos por economistas para que se use la geoingeniería. “Adueñarse del Clima en el año 2025” ofrece un calendario específico para el uso de las tecnologías y las técnicas de modificación ambiental en colaboración con la Asociación de Modificación del Tiempo (WMA), un grupo empresarial-gubernamentale que promueve el uso beneficiosas de técnicas de modificación del medio ambiente.” Bueno, no son tan beneficiosas como lo reporta la Oficina de Responsabilidad Gubernamental. Algunas de las medidas que deben tomarse como parte del proyecto para “adueñarse del Clima” son: introducir espejos iónico con un fuerte aumento durante el año 2008, el uso de productos químicos para la modificación de las nubes por contratistas civiles (y militares), la creación de nubes inteligentes a través de la nanotecnología con un aumento exponencial a partir de 2010 y la introducción de ‘polvo negro de carbono ‘.

El informe sobre el “Case Orange” concluye con una práctica que es revelador, y al mismo tiempo familiar por parte del gobierno, militares y contratistas del gobierno:

Nuestro equipo de investigación llega a la conclusión de que los programas de control de clima, controlado por los militares, pero aprobados por los gobiernos, deben mantenerse en silencio para evitar el peor de los casos, que obviamente no se quieren. Los dos instrumentos básicos son el control de temperatura a través de la generación de nubes artificiales y la manipulación de la ionosfera a través de los calentadores de la ionosfera. (HAARP)

Ambos siguen siendo básicamente sistemas militares de combate con la opción de llevarlos a la ofensiva si se considera necesario. Sin embargo, debido a que múltiples calentadores ionosféricos están instalados en varios lugares alrededor del mundo, se puede suponer que existe una amplia cooperación entre los gobiernos con el fin de alcanzar los objetivos climáticos para el año 2025: Controlar el clima y por lo tanto el planeta.

Así que vamos a ver lo que tenemos. Uno de los objetivos claramente expuestos es modificar el clima del planeta Tierra, como ha sido presentado por las organizaciones gubernamentales, corporaciones y una sección de la comunidad científica. Existe un plan para adueñarse del clima para el año 2025. Un informe escrito por militares explica cómo la manipulación de la ionosfera se realiza mediante el uso de rayos electromagnéticos (HAARP), cuya infraestructura se extiende por todo el planeta, y se utiliza para realizar operaciones de control de clima. Un informe escrito por el Teniente Coronel William H, Possel, de la Fuerza Aérea de Estados Unidos, explica la realidad de armas en el espacio derivadas de la tecnología de manipulación del clima. Una presentación histórica por el Dr. Nick Begich en su libro Los ángeles no Tocan Estas HAARP, explica cómo la tecnología de ondas electromagnéticas se utiliza para afectar negativamente el clima mediante el calentamiento de la ionosfera. Una advertencia de Andrei Areshev, el director adjunto de la Fundación Cultura Estratégica de Rusia, explica de forma independiente, la existencia y aplicación de tecnología para modificar el clima, la ionosfera y la placas tectónicas. Pruebas documentadas del uso histórico de la tecnología de modificación climática para contaminar artificialmente el planeta Tierra en un intento demencial de “evitar un escenario ficticio de destrucción mundial. Sugerencias de los principales medios de comunicación se encargaron de anunciar el uso de las tecnologías de modificación del clima, no importa lo peligroso que pueden ser. Informes médicos demuestran más allá de toda duda razonable, cómo la modificación del clima repercute negativamente en la salud de nosotros los humanos, a quienes los partidarios de modificación del clima irónicamente dicen estar protegiendo. Por último, pero no menos importante, un estudio realizado por la Oficina de Responsabilidad Gubernamental de Estados Unidos que de una vez por todas elimina cualquier duda sobre los peligros que las tecnologías de modificación artificial del clima plantean a la humanidad y el planeta Tierra.

¿Se necesitan más pruebas de que la modificación del clima con el fin de salvarnos de una catástrofe global inminente inexistente es una mala idea? Y si el calentamiento global y el cambio climático son reales, como nos quieren hacer pensar, es prudente arriesgar nuestra propia existencia y la salud de nuestro planeta para complacer a un grupo de científicos y fanáticos del control que quieren militarizar todo para fines de guerra ? (13) ¿No hay ya suficientes armas, guerras y muerte? ¿Cuántos de nosotros tenemos que morir para que los controladores estén contentos? Parece que la cifra es 6500 millones.

Government Study: Geoengineering Too Dangerous

The potential negative consequences of geoengineering are still too unclear.

Geoengineering has been used for decades in forms known by the public as chemtrails, electromagnetic waves and laser beams.

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
September 7, 2011

2009 Moscow Halo. Case Orange cites this as evidence of cloud seeding, but others suspect it is electromagnetic in origin.

Geoengineering is in essence the artificial and deliberate manipulation of the weather by applying existent technologies to change weather and weather patterns over an area of planet Earth. The use of these technologies has been pushed by a section of the scientific community as well as influential climate change alarmists groups. But the technologies used to modify the climate go beyond climate modification and extend their function to other areas such as plate tectonics, and military weaponry. Main stream scientists do not discuss the uses cited before, but limit themselves to suggest practices such as ocean fertilization, cloud seeding and CO2 sequestration, among others.

Techniques such as ocean fertilization, and CO2 sequestration have not been, however, the most popular among those who deem these practices as life saving. The United States, mainly, and other developed countries have experimented with other, less discussed technologies that are often left outside main stream discussions. What all of these practices have in common, though, is the fact that none of them is safe and its implementation could cause more damage than the supposed catastrophe they intend to avoid. This is the conclusion of a study published last July by the United States Government accountability Office.

GAO Study comes half a century Late

You would think this and other studies would come before any of these weather modification techniques were tried out in the open, but that is not the case. If one goes back half a century or so, it is easy to find examples of how weather modification was used as a warfare practice. During the Vietnam War, the United States used cloud seeding to flood land areas where the Vietnamese armies were stationed in order to weaken their operation against the invasion. Project Stormfury consisted of planes flying inside tropical storms and seeding such storms with with silver iodide. The project was run by the United States Government from 1962 to 1983. Project Cirrus was another attempt to manipulate the weather; this time by affecting a hurricane’s behaviour. The project was headed by General Electric, the US Army Signal Corps, the Office of Naval Research, and the US Air Force. During this trial on October 13, 1974, government scientists, attempted to modify a hurricane heading west to east. Nowadays, even countries like China possess bureaucracies dedicated to the practice of weather modification. In Beijing, the Weather Modification Office coordinates the use of technologies to prevent or cause it to rain whenever it is needed. For the 2008 Olympics, China had 30 airplanes, 4,000 rocket launchers, and 7,000 anti-aircraft guns to stop rain. (1)

In its report, the Government Accountability Office (GAO) begins by explaining that the reason of their study is the analysis of “climate engineering technologies, focusing on their technical status, future directions for research and potential responses.” Then it goes on to say that “GAO reviewed the scientific literature and government reports, consulted experts with a wide variety of backgrounds and viewpoints, and surveyed 1,006 adults across the United States.” (2)

Heavy use of Chemtrails for the purposes of modifying the climate. Image by NASA.

Among the conclusions found by GAO are that “Climate engineering technologies do not now offer a viable response to global climate change.” According to the report, technologies studied by GAO included Carbon Dioxide (the gas plants breathe in order to live) removal, and solar radiation management (SRM). This last technique would include blocking the life-giving sun light in order to, say some scientists and climate alarmists, prevent excessive heating of the planet. SRM technologies have been used widely in many countries this author has visited, including the United States, Brazil, Costa Rica and others like England and the rest of the western European countries. What SRM does, is spray crystals and toxic chemicals such as sulfate aerosols and barium,  into the stratosphere. “For more than a decade, first the United States and then Canada’s citizens have been subjected to a 24/7/365 day aerosol assault over our heads made of a toxic brew of poisonous heavy metals, chemicals, and other dangerous ingredients. None of this was reported by any mainstream media. The US Department of Defense [DOD] and military have been systematically blanketing all our skies with what are known as Chemtrails (also known as Stratospheric Aerosol Geoengineering), ” says Dr. Ilya Sandra Perlingieri. (3)

The GAO study continues to relate its findings by saying that current geoengineering techniques are immature and that many of them could have potentially negative consequences. This confirms the health hazards cited above by Dr. Perlingieri. However, the study also incites collective thinking where regardless of the risks presented by the use of these technologies, researchers still believe it is worthwhile to practice controlled versions of weather modification. Later, it says many consulted scientists oppose research as they anticipate  “major technology risks or limited future climate change.” Most of the people consulted said they were not familiar with weather modification, but were opened to carrying out more research, says GAO. These people are obviously not only not aware of the existence of geoengineering techniques – mostly because the government and the companies involved have somehow successfully tried to hide their experiments – but are also unaware that such experiments are carried out already all over the world without their consent.

As explained before, studies like the one carried out by GAO should have been conducted before government and corporate experiments took place. However, as it happens often nowadays, governments feel they are entitled to do whatever they want without informing the public first. Although GAO’s study is pertinent because it exposes what many have called “conspiracy theories” as facts, it fails miserably to address the history of weather modification and stratospheric experimentation already being conducted all over the planet.

The study performed by GAO at the request of House Representative Eddie Bernice Johnson, rated current weather modification technologies on a scale from 1 – 9 according to their “readiness”. Although this criterion is irrelevant from the point of view of the health hazard geoengineering poses to humanity, none of the available weather modification techniques scored above 3 on the study’s scale. “Both research advocates and opponents cautioned that climate engineering research carries risks either in conducting certain kinds of research or in using the results (for example, deploying potentially risky technologies that were developed on the basis of the research).”

The Government Accountability Office’s study seems to be originated on the widely debunked belief that human activity is the cause of what some scientists call Anthropogenic Global Warming (the planet has experienced global cooling in the last decade) that according to them is caused by Carbon Dioxide emissions. One can say that the study started with the left foot, because it is based on a premise that is at the very least dubious. At least one thousand re-known scientists have cast doubts about the theory of man-made warming and this belief should at least be given a second thought. (4)

The premise of the study that humans cause global warming is filled with half truths and previously exposed fallacies such as the belief that some islands will sink as a consequence of rising seas, that ice caps will uncontrollably melt and that polar bears will die because they can’t swim. (5) The study also considers other geophysical changes on the planet which would result from the supposed warming, such as changes in vegetation and precipitation which are unreasonably labeled a negative. In fact, the study says that many scientists “have proposed that rising temperatures might benefit certain geographic areas or economic sectors; for example, agricultural productivity might increase in some areas… …while global surface temperature is increasing on average, it is not increasing uniformly…” The former idea that agriculture in many parts of the world might benefit from the warming, coincides with the fact that scientific records indicate that planet Earth was once warmer and contained 10 times more CO2 than today, which resulted in greener landscapes and food abundance.

As The Real Agenda has informed before, the only concern people who defend the theory of anthropogenic global warming have, is that their beloved “ivory towers” and “premium centers of control” are saved from naturally occurring climate change. In the report, GAO cites concerns given by some scientists regarding “dangerous sea level rising that “could threaten several large ports and urban centers in the United States, such as Miami, New York, and Norfolk.” Of course these same people have no problem with preventing the Third World from developing to levels they enjoy today, or to take the planet to a post-industrial era if this is what it takes to reduce emissions to levels only seen pre-Industrial Revolution.

The CLOUD results show that a few kilometres up in the atmosphere sulphuric acid and water vapour can rapidly form clusters, and that cosmic rays enhance the formation rate by up to ten-fold or more.

More recently, a study by CERN, the CLOUD (Cosmics Leaving Outdoor Droplets) experiment, has once again confirmed that it is solar radiation and not human activity what drives Earth’s climate. The report describing the findings of this study were partially banned from public discussion by the head of CERN, Director General Rolf-Dieter Heuer, as he thought that the results of the observations would be used to publicly, once and for all cut the ears and tail from the pink elephant in the room: There is no such a thing as man-made global warming. (6)

What GAO Does not address in the Study

As explained before, GAO’s study seems to come at least 50 years late and on top of this, it fails to present unmistakable evidence that experiments such as the ones described as “potentially dangerous” have been carried out for many decades already. Even some main stream media have made echo of scientists suggestions to employ weather modification techniques to “save us from disaster”. Just last March, USAToday advertised how trendy was to spray people with aluminum, barium and other deadly chemicals in order to save the world from human-caused destruction. (7) The article went on to present what some scientist said was an opportunity to make things right before geoengineering had to be considered as a necessity. One scientist even suggested that geoengineering was a viable option to save us from disaster. “Research into geoengineering creates another option for the public,” said David Victor of the University of California-San Diego.

Separately, National Geographic published an article suggesting the employment of nuclear weapons to reverse global warming. The magazine article echoed a government scenario where a small nuclear war among small countries could help reduce the effects of Global Warming. The article also warned that such a small war would cause the planet Earth to miss summers for several years, cause the appearance and spread of disease, but that perhaps it was a good idea to make it happen. (8)

Despite historical evidence, the GAO study does not specifically mention the dangers weather modification through geoengineering pose to human life or to the planet itself. However, there is plenty of evidence on this regard. “For decades, we have known that heavy metals and chemicals can cause grave physical harm. Going back to Rachel Carson’s “Silent Spring,” we have known and been amply warned of the serious consequences of using or being exposed to these poisons in our daily activities. Thousands of these are well-documented carcinogens,” writes Dr. Ilya Sandra Perlingieri.

Military and commercial planes are involved in more than 60 secret operations. Last year, when I flew across the country, I saw a United Airlines jet (flying below us at about 37,000 feet) spraying a black aerosol that went for miles and miles across the sky. This clandestine program now includes aerosol-spraying planes in North America, Europe, Australia, and New Zealand [all NATO countries]. Hundreds (if not thousands) of people have called and written their public officials to get answers. Replies from US and Canadian officials are not forthcoming; or, if they do reply, queries are dismissed.

The U.S. military has been spraying chemical and biological weapons in open air testing over civilian populations since the 1940’s. They are called “vulnerability tests”. This is not a controversial statement. The military has admitted to this practice on many occasions and there’s plenty of documentation from the government to corroborate it. There is also documentation of intentional, experimental releases of radiation on civilian populations. Unfortunately, this information tends to surface long after it could have saved lives, or eased the suffering of victims.

The HAARP-looking Jicamarca Radio Observatory is part of the Geophysical Institute of Peru. It receives the majority of its financial support from the National Science Foundation of the United States through a cooperative agreement with Cornell University.

But Chemtrails is not the only weather modification technique used by government and government-sponsored experiments. “The existence and application of technology to modify the weather, the ionosphere and to cause plate tectonics activity is documented and not only a conspiracy theory.”  Scientists involved in the testing and use of these technologies admit to running experiments around the planet,” says Andrei Areshev, deputy director of the Strategic Culture Foundation. According to Areshev, “climate weapons may be reaching their target capacity and may be used to provoke droughts, erase crops, and induce various anomalous phenomena in certain countries.” Perhaps Mr. Areshev is talking about the High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP), (9) another of those weapons that main stream media and main stream scientists call a conspiracy theory, while refusing to talk about it. But weather modification was also considered a conspiracy theory, was it not? And the use of Chemtrails were also considered a conspiracy theory, was it not?

In his 1995 book Angels Don’t Play this HAARP, Dr. Nick Begich explains how HAARP zaps the upper atmosphere with an electromagnetic beam. “It is an advanced model of an ionospheric heater.” According to Begich, HAARP is a super-powerful radiowave-beaming technology that affects areas of the ionosphere by directing a beam to those areas. As a consequence, electromagnetic waves bounce  onto earth and penetrate anything and everything. (10)

A third form of weaponized weather modification techniques is laser beam weapons in space. In 1998, USAF Lt Col. William H. Possel submitted a research report to the faculty of the Air War College, where he explains the current status of space-based laser beam weapons. In his report titled Laser Weapons In Space: A Critical Assessment, Possel cites how attractive laser beam weapons are for attacking and destroying ballistic missiles. He even goes into the type of laser beams that can be used for warfare purposes. Among them, Hydrogen Fluoride Laser, Deuterium Fluoride Laser and Chemical Oxygen Iodine Laser. Additionally, Possel goes into detail about how advantageous Space-based Laser Weapon are. “It has the distinct advantage over ground systems of being able to cover a large theater of operations that is limited only by the platform’s orbital altitude. As the platform’s altitude increases, the size of the area it “sees” increases. Call me a conspiracy theorist, but what would happen if anyone has managed to perfect the use of Electromagnetic Wave beams (HAARP) and Space-based weapons. And, weren’t weather modification technologies intended to prevent catastrophe as supposed to create catastrophic events? In case you haven’t understood, we are talking about the use of enhanced weather modification technologies for the purpose of waging warfare anywhere on the planet. (11)

Weather Modification is no Conspiracy Theory

In an article titled Atmospheric Geoengineering: Weather Manipulation, Contrails and Chemtrails, writer Rady Ananda presents a review of the “Case Orange” report. According to Ananda, in May 2010, scientists confirmed that weather manipulation is neither a hoax nor a conspiracy theory. “It is fully operational with a solid sixty-year history.” According to the World Meteorological Organization recent history has seen a decline in support for weather modification investigation and an accelerated trend to turn existent research into what is called operational projects. (12)

As Ananda cites in his article, the Case Orange is tied to a 1996 report prepared by military personnel. The report titled Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather in 2025 related existent evidence of government sponsored spraying schedules, chemical orders, nomenclature used in airline operating manuals, and calls for geoengineering by economists. “Owning the Weather in 2025 provides a specific timeline for the use of EnMod technologies in cooperation with the Weather Modification Association (WMA), a business-government group promoting the beneficial uses of environmental modification.” Well, they are not as beneficial as the Government Accountability Office has now found. Some of the steps to be taken as part of the project to “own the weather”, are: introduce ionic mirrors, with a sharp increase by 2008; the use of chemicals for atmospheric seeding by civilian (as well as military) aviation;  the creation of smart clouds thru nanotechnology, with exponential increase after 2010 and the  introduction of ‘carbon black dust’.

The Case Orange report concludes with a revealing yet familiar practice by government, military and government contractors:

Our investigation team comes to the conclusion that climate control programs, controlled by the military but approved by governments, are silently implemented in order to avoid the worst case scenarios they obviously do not want. The two basic instruments are temperature control through generation of artificial clouds and manipulation of the ionosphere through ionosphere heaters.

Both remain basically military combat systems with the option to go into the offensive if deemed necessary. However since several ionosphere heaters are installed on various places around the globe one can assume that there is wide cooperation between governments in order to reach the climate targets by 2025: controlling the weather and thus the planet.

So let’s see what we have. A clearly stated purpose to modify the climate of planet Earth as presented by government organizations, corporations and a section of the scientific community. A plan to own the weather by 2025. A report written by the military that explains how ionospheric manipulation through the use of electromagnetic beams (HAARP), whose infrastructure is spread all over the planet, is used to perform climate control programs. A report written by United States Air Force Lt Col. William H. Possel, where he explains the reality of space-based weapons derived from weather manipulation technology. A historical presentation by Dr. Nick Begich on his book Angels Don’t Play This HAARP, where he explains how electromagnetic wave technology is used to negatively affect the weather by heating up the ionosphere. A warning from Andrei Areshev, the deputy director of the Strategic Culture Foundation in Russia, who independently confirms the existence and application of technology to modify the weather, the ionosphere and to cause plate tectonics activity. Documented proof of the historical use of weather modification technology to artificially pollute planet Earth in an insane attempt to “avoid a fictitious global warming doom scenario. Suggestions by main stream media that took it upon themselves to advertise the use of weather modification technologies to affect weather, no matter how dangerous it may be. Documented medical statements that prove beyond any reasonable doubt how weather modification negatively impacts the health of us humans, who weather modification supporters ironically claim to be protecting. Lastly, but not less important, a study by the United States Accountability Office that once and for all eliminates any doubt about the dangers that artificial weather modification technologies and techniques pose to humanity and planet Earth.

Do you need further proof that weather modification in order to save us from an unexistent impending global catastrophe is a bad idea? And if global warming is real and climate change is real, either anthropogenic or otherwise, is it wise to risk our very own existence and the health of our planet to please a group of scientists and control freaks who want to militarize it all for warfare purposes? (13) Aren’t there enough weapons, enough wars and enough death? How many more of us need to die in order for the controllers to be satisfied? 6.5 billion, it seems.