Bankers, Government Austerity: Seizure of public Property for Corporations

by Wayne Madsen
Wayne Madsen Report
June 15, 2011

What lies in store for Greece, Portugal, Spain, Ireland, Italy, and, in short order, the United States, is the wholesale sell-off of public property to private corporations at bargain basement prices. What the despots who gather in their secretive lairs at Davos, Cernobbio, Bilderberg, and G8/G20 are bringing about is a world where no property is owned by the state, which by default means the people. Total corporate control over every facet of life equals extreme fascism.

What is occurring in Greece is a bellwether for what will befall other nations in Europe, as well as the United States, if the bankers get their way. And in Greece, the people know how generations of investments by the taxpayers are being turned over to vampire capitalists who have the full backing of the International Monetary Fund, European Commission, and the European Central Bank.

The European and global bankers have demanded that the Greek government sell off entirely or assume a minority stake in a number of state enterprises and utilities.

For example, this year global capitalists are slated to acquire 84 percent of OTE, the Greek telecommunications provider. In addition, private bankers will assume 66 percent ownership of the Greek Postal Savings Bank; 51 percent of the National Lottery; 60 percent of the Salonika Water Authority; 68 percent of DEPA, the natural gas utility; and 25 percent ownership of the ports of Piraeus and Salonika.

Next year, the capitalist grab for public property increases in intensity with Athens International Airport coming under 79 percent private ownership. The global capitalists will also obtain 100 percent ownership of the Egniata toll motorway; 60 percent of Hellenic Post; 66 percent of OPAP, the state-run video-lotto and online sports betting firm; 73 percent of the Athens Water Authority; 83 percent of DEI, the Greek Electric Authority; and 51 percent of the Greek Regional Airports Authority.

The Greek Communist Party has vowed to fight against the acquisition of public property by the private sector. In fact, it is the Communist parties of Europe that have been the most vocal against the power grab by the bankers but their opposition to the privatization moves receives very little attention by the corporate-controlled media.

Massive sell-off lists of public property are now being drawn up by the governments of Portugal, Spain, Italy, and Ireland. In the United States, there are calls for the privatization of the US Postal Service, Social Security, and Medicare.

One Libyan government official this reporter spoke to in Tripoli, during an intensive NATO bombing assault, opined that the same fate is in store for the Libyan Socialist Jamahiriyah. With the highest standard of living in Africa, Libyans could witness the U.S.- and NATO-backed rebel government begin to sell off Libyan government assets to global capitalists. The Libyan official said, “These people [global bankers] would sell the air if they could get away with it.”

O Terror de Outono

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Julho 25, 2010

Se há uma lição que a história mostra claramente, é que crises não aparecem por acaso. As grandes crises são provocadas para empurrar uma agenda. A primeira e segunda guerras mundiais são exemplos. O ataque do Golfo de Tonkin foi perpetrado artificialmente para criar outra crise que aumentou o controle dos globalistas. As operações terroristas Gladio e Northwoods são dois outros exemplos de como as elites jogam com as mentes do público para forçar seus planos. Mais recentemente, temos os ataques terroristas do 11de setembro e o derramamento de petróleo no Golfo do México.

Terror é a ferramenta preferida das elites para nos forçar a aceitar as suas políticas quando querem ou precisam. O que salvou a presidência de Bill Clinton não foi o seu entendimento da economia, mas seu ataque militar sobre a Bósnia e o ataque terrorista na cidade de Oklahoma. O que salvou a presidência de George W. Bush em seu primeiro mandato não foi seu caracter conservador ou a compaixão das suas ações, mas o ataque ao World Trade Center em Manhattan, Filadélfia e Washington. Agora, está sendo proposto por pessoas controladas pela elite, que só um ataque terrorista maciço pode salvar a presidência de Barack Obama. Um ataque da escala de Oklahoma City ou o 11 de setembro de 2001.

A suspeita de que um ataque maciço contra os americanos ou qualquer outro país do G8 está por chegar a fim de levar a outra, possivelmente, a última crise não é um exagero. A História ensina-nos bem. O que é mais chocante de uma crise criada para avançar uma agenda não é que vai acontecer, mas que essas as pessoas que trabalham para as elites saem e dizem aos quatro ventos que um ataque terrorista maciço é a única maneira de salvar a presidência de Barack Obama e tirar da lama onde ela está agora.

Em um artigo no Financial Times, um agente do governo de Bill Clinton, Robert Shapiro, deixou claro que Obama depende de um ataque para ressuscitar dos mortos. “A verdade é que os americanos não acreditam na liderança do presidente Obama”, disse Shapiro. “Ele tem que encontrar alguma maneira entre agora e novembro, para mostrar que ele é um líder que possa inspirar confiança e, na ausência de um evento à escala de 11 de setembro ou Oklahoma City, eu não posso pensar como ele poderia fazer isso.” Lembre-se da imagem de George W. Bush em pé sobre os escombros do World Trade Center? Onde estará Obama em outubro de 2010? Ele já teve o seu momento, como Bush fez com o Katrina, no Golfo do México, onde manteve os interesses da Coroa britânica sobre os do povo americano, deixando a BP fazer o que quis, literalmente.

A administração Obama não apenas não evitou a catástrofe do vazamento de óleo, mas também permitiu deliberadamente a se deteriorar. Obama impediu de ajuda externa e interna com a limpeza das águas do Golfo do México. Em vez disso, deixou a BP contratar capangas para impedir o resgate de animais selvagens e evitar a propagação do petróleo ao longo da costa do golfo. Enquanto você lê este artigo, BP utiliza as águas e o solo como um depósito de lixo tóxico. Ilhas foram transformadas em centros de morte, derramando cerca delas substâncias químicas que destroem a vida marinha em todo o Golfo. Embora a tecnologia existe para limpar as águas do Golfo do México, Obama e seus companheiros na BP decidiram deixar o óleo no mar, a fim de ter uma desculpa para promover a sua agenda Cap & Trade.

Olhando para trás na história, sob a presidência de Bush, o secretário de Defesa Donald Rumsfeld, sugeriu que um novo ataque terrorista podia ajudar a vender a guerra ao terror melhor. Os militares também sugeriram essa opção como uma forma para dar à falsa guerra global contra o terrorismo uma benção em tempos em que as pessoas estão cansadas da mesma. O tenente-coronel Doug Delaney, do Royal Military College estava sugeriu isso falando como chefe do curso de estudos de guerra. Naturalmente, um ataque contra os Estados Unidos ou em qualquer país do G-8 não teria apenas um impacto local ou regional. A maneira em que a economia mundial está “em depressão” faria que um ataque terrorista permita a instalação dum estado de lei marcial e um Estado Polícia que os globalistas desejam implementar. Além disso, levaria a uma queda mais rápida e ensurdecedora das economias ao redor do mundo.

A “surpresa de outubro”, como é chamada na América do Norte poderia vir de qualquer forma, não necessariamente uma bomba nuclear. Como vimos, não falta criatividade quando se trata de assustar as pessoas. Vimos como o estado da economia foi alterado através da compra e venda ilegal de produtos financeiros imaginários “Derivativos”, agora sabemos como invadir um país e perder uma guerra, e certamente estamos cientes que estamos vivendo as conseqüências de um derramamento de óleo mal administrado -a propósito.

Mas há um detalhe que o próximo ataque pode ter e que nenhúm outro teve. Parece um segredo de polichinelo que desta vez a culpa de qualquer ataque seria concedida para os cidadãos. Qualquer e todos aqueles que criticam o governo e suas ações ilegais foram alvo de ataques do governo ao longo da história. Agora, aqueles que fazem suas vozes sejam ouvidas não somente podem ser presos ou detidos por toda sua vida. Eles mesmos serão responsabilizados por qualquer ataque. Nos Estados Unidos, o grupo conhecido como Tea Party é demonizado diariamente pela mídia corporativa. É claro que nem todos no Tea Party são verdadeiros patriotas, pelo fato de estar infiltrado pelos serviços secretos do governo. No entanto, o verdadeiro Tea Party, é formado principalmente por cidadãos interessados que apóiam o congressista Ron Paul. Eles são objecto de ataques contínuos por parte da polícia, mídia e outros grupos que estão na folha de pagamento do governo.

Então, o que deveria fazer um presidente, quando seu apoio afunda apenas nos primeiros 18 meses de mandato? Nada! Porque nenhúm presidente é capaz de decidir o que é feito. Ele senta-se lá como líder, como o personagem principal do teatro de fantoches. Ele é forçado a fazer o que lhe dizem seus donos. Qual homem inteligente deixaria um desastre químico acontecer? Qual homem o mulher graduado de Harvard mantém os interesses das corporações, bancos e militares acima dos do povo? Só que ele foi criado e é controlado por eles. Também um homem que é chantageado por aqueles que o colocaram no poder.

Outra questão que continua sem ser abordado é: Por que os cidadãos estão em revolta contra o seus governos? Poderia ser porque, para eles, as pessoas são um produto que pode-se vender ou leiloar para o maior lance? Será porque os cidadãos são abusados até terminar com sua última gota de sangue, suor e paciência em seus corpos? Talvez seja o fato de as pessoas ser tratadas como criminosos em seu próprio país, enquanto os criminosos estão soltos na rua. Isto não é porque não há fundos suficientes para manter as vilas e cidades seguras, mas porque foi projetado para ser assím. Se aumentam os impostos, mas se cortam os serviços básicos. Se aumentam os impostos, mas se subsidia o colapso da indústria. E quando esta não for boa, os governantes decidem que é uma boa idéia bombardear os cidadãos irracionais. Na mentalidade coletivista, este bombardeio para acalmar o clima seria feito para beneficiar a maioria, é claro.

Uma coisa em que os governantes não mentem, é o que eles realmente querem fazer conosco. Eles disseram que queriam um ataque terrorista maciço para consolidar seu controle sobre pessoas e recursos, e eles fizeram isso (Projeto para um Novo Século Americano). Quando eles disseram que colapsaria a economia mundial, também o cumpriram (os derivativos, os ativos tóxicos, o FMI e os programas de empréstimo do Banco Mundial). Agora, estamos mais uma vez advertidos que outra grande surpresa está chegando e não temos razão para duvidar deles. Principalmente porque ao contrário da maioria da corrupção atual, os meios de comunicação estão enchendo todas as colunas de cenas de tristeza e desgraça, repetindo o que os terroristas -governantes- dizem.

Quinze anos atrás, não ouvimos falar do grupo Bilderberg na mídia, ou como os bancos centrais são privados e controlados desde o topo da pirâmide. No entanto, estas e outras “teorias da conspiração” são explicados em detalhe todos os dias. Políticos, profissionais, jornalistas e toda a gente na rua sabe que o mundo é controlado por um punhado de famílias. Eles, obviamente, fazêm parecer como se é bom para nós que as coisas sejam desta maneira. Apresentam aos governantes e suas “soluções” como os únicos que podem nos salvar, ao invés de nos dizer a verdade: que são eles quem causam as crises.

A máscara de Obama caíu. Na verdade, as máscaras de todos os presidentes e chefes de governo caíram.

Qual será a forma do Terror de Outono? Quem sabe? O importante é que fomos alertados e temos de nos preparar.

El Terror de Otoño

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Julio 18, 2010

Si hay una lección que la historia muestra claramente, es que las crisis no aparece al azar.  Las crisis importantes son causadas para promover una agenda. Las Guerras Mundiales I, II, son ejemplos de esto. El ataque del Golfo de Tonkin es otra crisis creada artificialmente perpetrada para aumentar control. Las operaciones terroristas Gladio y Northwoods son otros dos ejemplos de cómo las élites juegan con la mente del público para forzar un plan. Más recientemente, tenemos 9 / 11 y el derrame de petróleo en el Golfo de México.

El terror es la herramienta favorita de las élites para forzarnos a aceptar sus políticas cuando quieren o necesitan. Lo que salvó la presidencia de Bill Clinton no era su comprensión de la economía, pero su ataque militar en Bosnia y el atentado de Oklahoma City. Lo que salvó la presidencia de George W. Bush en su primer mandato no fue su compasión o acciones conservadoras, pero el ataque en el Centro Mundial de Comercio en Manhatan, Filadelfia y Washington. Ahora, está siendo propuesto por entes controlados por la élite, que sólo un ataque terrorista masivo puede salvar la presidencia de Barack Obama.  Uno de la escala de Oklahoma City o del 11 de septiembre 2001.

La sospecha de que un ataque masivo contra los americanos o cualquier otra nación del G8 está en por llegar con el fin de llevar a otra, posiblemente la última crisis no es una exageración. La historia nos enseña bien. Lo que es más escandaloso de una crisis  ingeniada, no es que va a suceder, pero que estos entes que trabajan para las élites salgan y lo digan a los cuatro vientos: que un ataque terrorista masivo es la única forma de rescatar la presidencia de Barack Obama del fango donde se está ahora. En un artículo en el Financial Times, un ex operativo de Bill Clinton, Robert Shapiro, dejó claro que Obama depende de un ataque en el otoño para resucitar de entre los muertos.

“Lo fundamental aquí es que los estadounidenses no creen en el liderazgo del presidente Obama”, dijo Shapiro. “Él tiene que encontrar alguna manera de aquí a noviembre de demostrar que él es un líder que puede inspirar confianza y, a falta de un evento de la escala del 11 de setiembre o de Oklahoma City, no puedo pensar en cómo podría hacer eso.” Recuerdan la imagen de George W. Bush de pie sobre los escombros del World Trade Center? Adónde estará Obama en octubre? Él ya ha tenido su momento -como Bush lo tuvo con Katrina- en el Golfo de México, donde mantuvo los intereses de la corona británica por encima a los de su gente, dejando que BP se saliera con la suya, literalmente.

La administración Obama no sólo no impidió el desastre del derrame de petróleo, sino también a propósito permitió que empeorara. Obama impidió que extranjeros y locales ayudaran con la limpieza de las aguas del Golfo de México. En su lugar, permitió que BP contratara a matones para bloquear el rescate de la fauna y evitar la propagación del petróleo a lo largo de la costa del Golfo. Mientras usted lee este artículo, BP usa el agua y la tierra como vertederos de tóxicos. Ha transformado las islas en  centros de muerte, mediante el vertido de productos químicos a su alrededor, que agotan la vida marina en todo el Golfo. A pesar de que existe la tecnología para limpiar las aguas del Golfo de México, Obama y sus compinches en BP eligieron dejar verter el petróleo en el océano con el fin de tener una excusa para promover su programa Cap & Trade.

Mirando hacia atrás en la historia, durante el gobierno de Bush, su secretario de Defensa, Donald Rumsfeld, sugirió que un nuevo ataque terrorista podría ayudar a vender la guerra contra el terror mejor. Los militares también plantearon esta opción como una sugerencia para darle a la guerra global contra el terrorismo un gran impulso en los tiempos cuando la gente está cansada de guerra. El teniente coronel Doug Delaney, del Colegio Militar Real hizo esta declaración como la cabeza del curso de estudios de guerra. Por supuesto, un ataque contra los Estados Unidos o cualquier país del G-8 no sólo tendría un impacto local o regional. La manera en la que la economía mundial va -Depresión- haría que un ataque terrorista diera paso a un estado general de Ley Marcial y el Estado  Policía que los globalistas quieren implantar.  Además, provocaría un colapso más rápido y más ensordecedor de las economías de todo el mundo.

La “sorpresa de octubre”, como se le llama en América del Norte podría venir en cualquier forma, no necesariamente una bomba nuclear. Como hemos visto, a los gobernantes no les falta creatividad cuando se trata de asustar a la gente. Hemos visto como el estado de la economía fue cambiado a través de la venta y compra ilegal de productos financieros  imaginarios -derivatives-, ahora sabemos cómo invadir un país y perder una guerra y, ciertamente, es de conocimiento de todo el mundo que estamos viviendo las consecuencias de un derrame de petróleo mal administrado -a propósito-. Pero hay un detalle que el próximo ataque puede tener y que ningún otro ha tenido. Parece ser un secreto a voces, que esta vez la culpa del ataque se adjudicaría a los ciudadanos. Eso es. Cualquiera y todos los que critican fuertemente al gobierno y sus acciones ilegales han sido el objetivo ataques del gobierno mismo a lo largo de la historia. Ahora, los que hagan oír su voz no sólo serán puestos en prisión o detenidos de por vida. Ellos mismos serán culpados por cualquier ataque.

En los Estados Unidos, el grupo conocido como Tea Party es satanizado todos los días por los medios de comunicación corporativos. Por supuesto no todo el mundo en el Tea Party es un verdadero patriota debido al hecho de que está infiltrado por el gobierno y matones de inteligencia. Sin embargo, la verdadera Tea Party, formada por ciudadanos preocupados principalmente quienes apoyan al congresista Ron Paul ha sido víctima de continuos ataques de la policía, los medios de comunicación y otros grupos que están en la nómina del gobierno.

Entonces, ¿qué debe hacer un presidente cuando las encuestas le hunden en sólo los primeros 18 meses de mandato? ¡Nada! Debido a que ningún presidente está en condiciones de decidir qué se hace. Él se sienta allí como el líder, como el personaje principal en el espectáculo de títeres. Se le dice qué hacer y cómo hacerlo. Qué hombre inteligente, consciente dejaría un desastre químico simplemente suceder? Cuál graduado de Harvard dejaría que las corporaciones, los bancos y los intereses militares estar por encima de los del pueblo? Sólo aquel que fue creado, y que es controlado por ellos. También un hombre que es chantajeado por aquellos que lo pusieron en el poder.

Otra pregunta que queda por abordar es: ¿Por qué los ciudadanos están en revuelta contra su gobierno? ¿Podría ser porque para ellos, los ciudadanos son un producto que pueden vender o subastar al mejor postor? ¿Puede ser porque los ciudadanos son abusados hasta acabar con su última gota de sudor, sangre y paciencia en sus cuerpos? Tal vez es el hecho de los ciudadanos son tratados como delincuentes en su propio país, mientras que los criminales están sueltos en la calle. Esto no es así porque no hay fondos suficientes para mantener los pueblos y ciudades seguras, sino porque fue diseñado para ser así. Cobrar más impuestos, recortar los servicios básicos. Cobrar más impuestos, pero subsidiar el colapso de la industria. Y cuando esto no es bueno, los gobernantes deciden que es una buena idea bombardear a los ciudadanos irracionales. En la mentalidad colectivista, este bombardeo para calmar los ánimo se haría para beneficiar a la mayoría, por supuesto.

Hay una cosa sobre la que los gobernantes no mienten, y eso es lo que realmente quieren hacer con nosotros. Cuando dijeron que querían un ataque terrorista masivo para consolidar aún más su control de las personas y recursos, lo hicieron (Proyect for a New American Century). Cuando dijeron que colapsarían la economía mundial, lo hicieron (los derivatives, los activos tóxicos, el FMI y los programas de préstamo del Banco Mundial). Ahora se nos advierte una vez más que otra gran sorpresa se acerca y no tenemos ninguna razón para dudar de ellos. Sobre todo porque a diferencia de la mayoría de la corrupción corriente, los medios de comunicación están siriviendo de altavoz para mostrar escenarios de oscuridad y perdición, haciéndose eco de lo que los terroristas -gobernantes- dicen. Hace quince años, no se oía hablar del Grupo Bilderberg en los medios de comunicación; o cómo los bancos centrales son privados y controlados desde la parte superior de la pirámide. Ahora bien, estas y otras “teorías conspirativas” se explican en detalle todos los días. Los políticos, profesionales, periodistas y todo el mundo en la calle sabe que el mundo es controlado por un puñado de familias. Ellos, por supuesto, hacen que parezca como si es bueno para nosotros que sea así. Presentan a los gobernantes y sus “soluciones” como los únicos que nos pueden salvar; en lugar de decirnos la verdad: Que son ellos los que causan las crisis.

La máscara de Obama ha caído. De hecho, las máscaras de todos los presidentes y jefes de gobierno han caído.

¿Cuál será la forma del Terror de Otoño? ¿Quién sabe? Lo importante es que hemos sido alertados y debemos prepararnos.

The Autumn Terror

By Luis R. Miranda
The Real Agenda
July 15, 2010

If there  is one lesson that history shows clearly, it is that crisis don’t come around randomly.  Major crisis are caused in order to further an agenda.  World Wars I, II are examples of this.  The Gulf of Tonkin attack is another artificially created crisis perpetrated to pass an agenda of control.  Operations Gladio and Northwoods are two other examples of how the Establishment plays with the public’s mind to force an agenda through.  More recently, we have 9/11 and the Gulf of Mexico’s Oil Spill.

Terror is the elites’ favorite tool to force crime and control down our throats when they want or need.  What saved Bill Clinton’s presidency was not his understanding of economics, but his treacherous attack in Bosnia and the Oklahoma City bombing.  What saved George W. Bush’s presidency in its first term was not his compassion or conservative actions, but the 9/11 attacks.  Now, it is being suggested by Establishment talking heads that the only think that can save Barack Obama’s presidency is another massive terror attack of the scale of Oklahoma City or September 11, 2001.

Suspecting that a massive attack on the Americans or any other G8 nation is in the works in order to bring about another -possibly a last- crisis is not an exaggeration.  History teaches us well.  What is more outrageous about a possible engineered crisis is not that it will happen, but that Establishment-controlled talking heads come out in the open and suggest such crisis may be the only way to rescue Barack Obama’s presidency from the mud where it is laying down now.  In an article in the Financial Times, a former Bill Clinton operative, Robert Shapiro, made it clear that Obama is relying on an Autumn crisis to come back from the dead.

“The bottom line here is that Americans don’t believe in President Obama’s leadership,” said Shapiro.  “He has to find some way between now and November of demonstrating that he is a leader who can command confidence and, short of a 9/11 event or an Oklahoma City bombing, I can’t think of how he could do that.”  Remember George W. Bush standing over the World Trade Center pile of metal?  Where will Obama be standing come October?  He has already had his Katrina-like moment in the Gulf of Mexico, where he bowed to the interests of the British crown by letting BP get away with murder; literally.

The Obama administration not only failed to prevent the oil spill disaster, but also purposely allowed it to get worse.  Obama prevented foreigners and locals to help with the clean-up of the Gulf’s waters.  Instead, he allowed BP to hire thugs and goons who to block the rescue of wildlife and prevent the spread of the oil along the Gulf coast.  As you read this article, BP is using water and land as toxic dumps.  It has transformed islands in centers of death, by pouring chemicals around them which deplete marine life all over the Gulf.  Even though there is technology to clean the waters of the Gulf of Mexico, Obama and his buddies at BP chose to let the oil pour into the ocean in order to have an excuse to promote their Cap&Trade scheme.

Looking back in history, during the Bush administration, his Defense Secretary, Donald Rumsfeld suggested that another terror attack could help sell the war on terror better.  Members of the military also posed this option as a suggestion to give the global war on terror a boost in times when people are war-fatigued.  Lt. Colonel Doug Delaney, from the Royal Military College made this statement as the head of the war studies course.  Of course, an attack on the United States or any other G8 country would not only have local or regional impact.  The way the global economy is going -into Depression- a terror attack would not only mean a general state of Martial Law and Police State, but a faster and more deafening collapse of economies around the world.

The October Surprise, as it is called in North America could come in any form, not necessarily a nuclear or dirty bomb.  As we have witnessed, the Rulers do not lack creativity when it comes to scaring the sheep.  We have seen the state of the economy being changed through the sale and purchase of illegal imaginary financial products -derivatives-, we now know how to invade a country and lose a war and certainly it is of everyone’s knowledge we are experiencing the consequences of a poorly -purposely- handled oil spill.  But there is one details that the next attack may have that no other had.  It seems, from all the chatter, that this time the attack will be blamed on the citizens.  That’s right.  Anyone and everyone who loudly criticizes the government and its illegal actions has been the target of that very same government throughout history.  Now, those who make their voices heard will not only be put in prison or detained for life.  They themselves will be blamed for any attack.

In the United States, the Tea Party is demonized on an hourly basis on the corporate media.  Granted not everyone in the Tea party is a real patriot -due to the fact it is infiltrated by government and intelligence goons.  However, the real Tea Party, formed by concerned citizens mainly from the Ron Paul Revolution have been victims of continuous attacks from police, the media and other groups that are on the payroll of the government.

So what is a president to do when his poll numbers plunge in only the first 18 months? Nothing!  Because no president is in a position to decided what is done.  He sits there as the front man, as the main character in the puppet show.  He is told what to do and how to do it.  What intelligent man, conscious man would let a chemical disaster simply happen?  What smart, Harvard product would let corporations, banks and military interests be above those of the people?  Only one who was created, one who is controlled and told what to do by his owners.  Also a man who is blackmailed by those who put him in power.

Another question that remains to address is: Why are citizens in revolt against their government?  Could it be because to them, citizens are a product they can sell or auction to the best bidder?  Can it be because citizens are squeezed until their last drop of sweat, blood and patience runs out of their bodies?  Maybe is the fact citizens are treated like criminals in their own country while the criminals are let loose on the street.  This is not so because there aren’t enough funds to keep the towns and cities safe, but because it was designed to be like that.  Charge more taxes, cut basic services.  Charge more taxes but subsidize the collapse of industry.  And when this is not good anymore, the Rulers simply decide to bomb the heck out the irrational citizens.  For the citizens’ benefit, of course.

There is one thing the Rulers do not lie about, and that is what they really want to do to us.  When they said they wanted a massive terror attack to further consolidate their control of people and resources, they did it (Project for a New American Century).   When they said they would collapse the global economy, they did it (Derivatives, toxic assets, IMF and World Bank loan programs).  Now they warn us once again that another Big Surprise is coming and we don’t have any reason to doubt them.  Especially because unlike most corruption, the main stream media loud speaks scenarios of gloom and doom echoing what the terrorists say.  Fifteen years ago, no corporate medium talked about Bilderberg or how the central banks are private and controlled from the top of the pyramid.  Now, these and other “conspiracy theories” are explained in detail daily.  Politicians, professionals, reporters and everyone on the street knows the world is controlled by a handful of families.  They of course make it look as if it is good for us for it to be like that.  They present the Rulers and their “solutions” as the only ones that can save us instead of telling us the truth: That they are the ones who cause the crisis.

Obama’s mask has fallen.  In fact, all the presidents and heads of government’s masks have fallen.

In what form will the Autumn Terror come? Who knows?  The important thing is we have been warned and we must prepare.

G-20: Bancos deben reservar su dinero para la Crisis que viene

El Sindicato del Crimen Internacional, mejor conocido como el G-20, determinó en su última reunión que la etapa final del colapso y consolidación de la economía global comenzará en 2012 y terminará en 2016 con la liquidación de todos los países que estén en deuda con el FMI y el Banco Mundial.

Por Luis Miranda
The Real Agenda
junio 30, 2010

Los banqueros y los miembros del G20 tienen formas directas e indirectas a hablar con el público. Al final de la última reunión del

De derecha a izquierda: Stephen Harper, Primer Ministro Canadiense; David Cameron, Primer Ministro del Reino Unido y Barack Hussein Obama, Presidente de Estados Unidos.

G20 en Toronto, ambos grupos han hablado claramente acerca de lo que tienen en mente para el futuro. En primer lugar, que sólo están interesados en contribuir al proceso de consolidación global. En segundo lugar, se ampliará la actual depresión poco a poco con el corte el dinero disponible para préstamos. En tercer lugar, continuarán sus programas de austeridad en los países para matar lentamente sus economías y consolidar cada uno de ellos. En cuarto lugar, ahora que se robaron los impuestos de los pueblos mediante sus paquetes de rescate, planean robar a los accionistas mediante un nuevo paquete de rescate que deberá ser pagado por los inversionistas. En quinto lugar, hipócrita e irresponsablemente, piensan que el ahorro de 130 mil millones de libras creará una garantía para la economía, ya que sólo la deuda del régimen de derivativos llega al cuatrillón de dólares. Y, por último, quieren consolidar la implosión final, que de acuerdo con su declaración, puede comenzar a partir de 2012.

Si todo esto le parece confuso, por favor déjeme explicar.

Empecemos por recordar que el G-20, y en especial el G-8 comandados por los baqueros, fueron los que provocaron la actual crisis financiera. Lo hicieron a través de sus empresas de fachada, por ejemplo, los bancos que han implementado una serie de mecanismos de corrupción y la quiebra de las economías de países enteros, a través de riesgo de inversión y, a veces, productos financieros inexistentes. Estos planes se llevaron a cabo después de dos décadas, donde la mayoría de las normas establecidas para prevenir el fraude financiero se eliminaron como una excusa para mejorar el libre mercado. La desregulación ha permitido la creación de planes de inversión falsos que los bancos más tarde ofrecieron a los países, estados y municipios, a menudo a través de los gobiernos y que les permitió adquirir la totalidad de su infraestructura y dinero mediante la emisión de deuda falsa inversión.

Se hizo evidente que el G8 y los banqueros no están interesados en mejorar las condiciones económicas actuales. Ellos sólo quieren extender la crisis, ya que la necesitan a fin de ejecutar su plan para llevat a cabo la implosión mundial. Esto es lo que surge de la idea de recortar el dinero de los préstamos y que los bancos acumulen el dinero para causar la próxima crisis, según lo dice el comunicado del G-20. A pesar de que £ 130 billones es una miseria en comparación con la deuda que los países del G8 tienen, la acción de mantener dinero en reserva es un ejemplo claro de lo que los “líderes” tiene en mente. Lo que quieren es una lenta y dolorosa destrucción de la economía con el fin de causar tanto daño como sea posible. Esta política les garantiza la consolidación de más recursos antes de que se de el golpe final a la economía mundial.

Una de las herramientas más importantes que los banqueros utilizaron en los últimos 100 años ha sido crear una burbuja artificial de plenitud de dinero, dinero falso, con el fin de ganar la confianza de los países y el público. Esto es lo que muchos describen como las burbujas económicas . Pero dado el hecho que la economía mundial se basa en la deuda y la reserva fraccionaria, el único objetivo que tienen las burbujas es engañar el mayor número de consumidores con la deuda y luego retirar el dinero del mercado masivamente. De este modo, los banqueros aceleran su proceso de consolidación. Junto con la reducción de los préstamos, los países del G8 acordaron continuar los planes de austeridad en cada país. La austeridad se desplegará sobre la clase obrera mediante la reducción de los servicios básicos como seguridad, hospitales, el financiamiento de las escuelas y los programas sociales. Esto, a su vez, provocará el descontento social, que es lo que los banqueros quieren para establecer oficialmente su red de control militar y tecnologico. Una vista previa de esta red sería lo que fue visto en las calles de Toronto durante la reunión del G-20 del fin de semana pasado. También se apreció durante el colapso de Argentina en 2001.

Los paquetes de rescate infames glorificados por el FMI y el Banco Mundial como la mejor manera de evitar un colapso total de la economía mundial -que fue causada por los banqueros- fueron la mayor transferencia de dinero y recursos en la historia del mundo. Sólo los Estados Unidos dieron a los banqueros alrededor de 25 trillones de dólares de dinero de los contribuyentes para que Goldman Sachs, Banco Iberia, JP Morgan Chase, Bank of America y otros pudieran pagar a sus accionistas su participación en el sistema.Consulte la lista completa de los bancos que recibieron dinero del rescate aquí. Pero sólo 25 billones de dólares no es suficiente, por supuesto. Alemania, por ejemplo, votó para darle el 66% de sus ingresos anuales a los bancos. Si nos guiamos por el comunicado del G-20, es evidente que están planeando otro gran colapso, posiblemente el último. También está claro que tienen que robar a alguien diferente esta vez. Y esto es lo que los banqueros y los “líderes”, dijeron. Crearán otro paquete de rescate en la que los accionistas de los bancos tendrán que pagar la cuenta. Así que si usted tiene inversiones en cualquier banco, es aconsejable salvarse a sí mismo y tomar el dinero de las cuentas bancarias antes de que el nuevo paquete de rescate se apruebe. Descaradamente, dicen que obligarán a los bancos a mantener miles de millones para ablandar los efectos de la próxima crisis y así no se sobrecargará a los contribuyentes. Ellos piensan que no sabemos que esos billones de dólares son el mismo dinero que se robó de los contribuyentes en 2009. Ahora que han consolidado y estabilizado su sistema financiero fraudulento, no importa si otros bancos van a la quiebra.

La idea de que 130 billones de libras es suficiente para tener una red de seguridad para una futura crisis o recesión doble, como les gusta llamarla, es absurdo. La deuda producida por los derivativos está, dependiendo a quién se le pregunte, entre 600 trillones y 1 cuatrillón de dólares dijo Robert Chapman, del theinternationalforecaster.com “la compra de derivativos no es una forma de inversión. Es un juego de los seguros y las apuestas. Los derivativos no crean nada”. Según el Banco de Pagos Internacionales(International Bank of Settlements), la burbuja de los derivativos ha crecido de manera exponencial hasta un punto que los montos transados hace mucho tiempo superaron el PIB mundial. “Operaciones de derivativos han crecido de manera exponencial, hasta ahora, son más grande que toda la economía mundial.”  El credit default swaps (CDS) son la forma más común de derivativos. CDS son apuestas entre dos partes sobre si una empresa puede o no puede devolver las inversiones en sus acciones. De hecho, son seguros ilegales sin la posesión de un activo. CDS se usan para aumentar los beneficios en los cambios de mercado.

La telaraña de deuda en la que la economía actual se construyó en los últimos 100 años ha sido un instrumento en un proceso para revertir todo lo que los seres humanos han logrado. No fue accidental, sin embargo, porque este mecanismo fue ideado por los banqueros y los globalistas desde el comienzo. Cada vez que el mundo experimentó una crisis financiera como en 1929-1933, la consolidación y el control de los banqueros se hizo cada vez más grande. Medidas para evitar un colapso total, como nos dijeron, no fueron suficientes ni tenían esto como objetivo real. Eran simplemente la manera de posponer el colapso inminente. Las medidas aplicadas por los banqueros no se puede utilizar por siempre. Algo iba a fracasar tarde o temprano. “Este sistema guiado paso a paso, es un enfoque no integral de los bancos centrales y los departamentos de hacienda para la gestión de crisis, pero ha sido un fracaso ….rellenar un hoyo temporalmente es inútil cuando el sistema entero está próximo al colapso en medio de una tormenta financiera perfecta. Un enfoque mucho más radical, global y sistémico a la gestión de crisis es necesario ahora “, dice el profesor Nouriel, fundador de Roubini Global Economics.

Después de convertir la economía mundial en un sistema basado en servicios, donde no se fabrica ningún producto de calidad, llevando a los países en desarrollo a una enorme deuda, mientras se colapsan las economías del mundo occidental, los banqueros están listos para su última juagada: la última crisis. Según el comunicado del G-20, sus miembros deben reducir sus déficit para el año 2013, un proceso que ya ha comenzado. Este proceso deberá concluir en 2016 cuando los países hayan estabilizado sus deficits. La reducción y estabilización de los déficits significa que los países deudores tendrán que encontrar una manera de pagar sus deudas al FMI y el Banco Mundial, de acuerdo con las condiciones impuestas por dichas entidades. Todos los países que no paguen en su totalidad serán liquidados y sus activos serán transferidos automáticamente a los banqueros globalistas. Imagine lo que pasó con Argentina, Grecia e Islandia en la última década, pero en lugar de ser estos países, los deudores serán los Estados Unidos,España, Portugal, Inglaterra y Alemania.