What will Money be like? The Future is Being Written Now

By AMERICANFREED | JUNE 22, 2012

Reform of monetary system … IMF should build multiple reserve currencies including SDR and supervise their issuance and cross-border capital flows … Today, the most urgent task for the G20 is reform of the international monetary system. With sharply fluctuating exchange rates, it is difficult to monitor international capital flows, identify financial risks in advance, and save the global system once a crisis happens. If the current international monetary system cannot be successfully reformed, a new great financial crisis will soon be upon us. So, the G20 should focus on its historical mission to urgently reform the international monetary system. – China Daily

Rigged Gold Market, A Secret Payoff To China … “Gold is a reserve currency, as far as the market is concerned,” Sprott Asset Management’s Eric Sprott told FinancialSense Newshour’s Jim Puplava in an Oct. 2011 interview. Sprott went on to say that central banks and the shrewd money know the endgame for the dollar will include gold as the backbone of a new global monetary system—a system that presently finds China sorely lagging in gold reserves when compared with the core EU nations and the U.S … – ETF Daily News

The world’s new monetary system is being constructed as we write. You can spot the evidence in various articles, both mainstream and alternative. This article will profile two such stories.

First, there is an ETF Daily News article entitled, “Rigged Gold Market, A Secret Payoff To China.”

It complements a most important article from China Daily entitled, “Reform of the Monetary System.”

Together these two recent articles may provide us with significant insights into what is REALLY going on.

According to the ETF Daily News, Western powers-that-be are secretly funneling gold to China in anticipation of a new monetary system now being constructed. China needs more gold to be part of the planned new world monetary order – or so the Daily News article suggests.

For those who believe in directed (conspiratorial) history, such a scenario is certainly believable. The global elites seem to be creating economic chaos in anticipation that they shall then be able to introduce a world currency – possibly one based on a bundle of currency and informally backed by gold.

This will not happen all at once, but will happen over time. If the euro fails, this will surely be an elite setback, but that does not mean the enterprise itself will be halted. The elites that want to run the world – and are willing to produce any amount of agony to get their way – don’t give up easily.

The globalist currency may be run by the elite-controlled International Monetary Fund and could built out of the current Special Drawing Rights (SDR) “super currency” that the IMF has been attempting to implement around the world.

The China Daily article provides us with astonishing confirmation of what may be the IMF’s role. China Daily is widely seen as a private mouthpiece of Chinese government policy.

Reading between the lines, the two articles provide further evidence that China’s top leaders – actually those secretly behind the public’s leaders – are on board with the globalist plans of Western elites.

This has been speculated about before because the paradigm that Western elites use is to ally with the people at the very top of a society. Often hostilities are commenced against such countries.

The idea is always to control the topmost leaders while positioning the opposing country as a threat in order to consolidate further domestic control.

In China, it’s been speculated that some specific dynastic families are involved in controlling that great country – and work with Western banking families such as the Rothschilds.

An alternative to this perspective is that of a three-headed shadow control that includes elements of the communist leadership (Mao was supposedly a “Soviet agent” – and the top Soviets in turn were allied with the West), the Hong Kong Tycoons (later entrants) and the Triads mafias.

This makes sense if one believes that the power players in Mainland China fled to Hong Kong during Mao’s reign and allied themselves with the Triads for purposes of developing political and criminal muscle.

Once China’s mismanagement had reached a critical level – after the failure of the Great Leap Forward – the stage was set for elite re-penetration of that vast state.

When one looks at China today, one sees a kind of Western parallel – but one that is even more extreme. The Chinese economic model is based on corrosive and inflationary central banking that has no doubt allowed elite interests to corral huge amounts of Chinese economic and industrial resources.

China is probably near the end of this particular cycle of monetary activity, with hundreds of empty skyscrapers and dozens of empty cities dotting the landscape. The ChiComs no doubt expect an implosion.

No, there will likely be no “soft landing.”  This is providing the ChiComs with a further incentive to cooperate with Western elites to create a new monetary system built out of the old, collapsing one.

The China Daily article “Reform the Monetary System” provides us with an astonishingly detailed plan for how the new world currency is to come about.

Here are some of the points:

•The IMF should build multiple reserve currencies including SDR and supervise their issuance and cross-border capital flows.

•The G20 should set up a permanent secretariat within the International Monetary Fund to improve its policymaking and implementation capabilities.

•A diversified international monetary system should consist of multiple currencies, such as the Special Drawing Rights, the US dollar, the euro and the renminbi.

• A good way to start the reforms would be to encourage the use of Special Drawing Rights for a broader range of activities and to start reducing the weight of the US dollar in the reserve currency system.

The article explains that, “such reforms would mean granting the IMF the ability to conduct open market operations as the world’s central bank.”

Elites Culpam o Capitalismo pela Crise Financeira

O mesmo grupo de corporatistas que usaram, abusaram e profanaram Capitalismo para trazer a crise atual agora alegam que um sistema centralizado controlado por eles é a única maneira de sair da crise. Esta é a Tecnocracia Global.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
26 janeiro 2012

Não há dúvida de que quando tudo estiver dito e feito, a conferência de Davos sobre a economia mundial vai concluir que o Capitalismo, não a corrupção corporativa, é a culpada da atual crise económica e financeira. Esta conclusão já pode ser tirada dos comentários feitos por economistas e líderes empresariais da elite previamente a reunião de Davos na Suíça.

Representantes dos setores econômicos e políticos se reúnem para pedir “soluções reais” para os problemas que afetam a economia global, com um esforço concentrado para culpar a zona Euro pela maior parte do desencanto expressado pelo povo. Pontos de discussão já flutuaram na mídia corporativa, bem como agências de notícias. Com conclusões como “a zona Euro não fez o suficiente, o Capitalismo é o culpado, temos um sistema ultrapassado e não podemos continuar com os negócios como de costume, os membros da elite pretendem chegar a um acordo comum que define o plano para um governo global centralizado que controle todos os aspectos das estruturas económicas e financeiras.

Membros de elite já estão chamando o Capitalismo de sistema “ultrapassado e em ruínas”. Ironicamente, foi esse próprio sistema, sob a sua versão modificada, o que lhes permitiu consolidar o poder e recursos pelos últimos 100 anos. Um punhado de famílias, os verdadeiros controladores por trás da cortina, tirando das cordas de governos e entidades económicas e financeiras supranacionais desde 1913 a dotaram-se com o capital político e econômico que lhes assegurou a abundância de controle sobre as democracias e repúblicas em todo o globo. Mas agora que as pessoas parecem estar despertando para suas travessuras, os elitistas querem-se livrar dele.

Alguns dos inimigos mais declarados do Capitalismo real incluem ignorantes voluntários como Hugo Chavez, Evo Morales e Lula Da Silva, que pregam para o seu povo sobre a grandeza do insustentável socialismo e o comunismo, enquanto eles próprios deixam seus povos vivendo na miséria e os fazem cada vez mais dependentes do Estado; um requisito para manter a a oposição a seus regimes sob controle. Do outro lado da lagoa estão os grupos liderados por George Soros, Larry Summers, Tony Blair, Etienne Davignon e do resto dos líderes das organizações financeiras. Todos eles são peões, marioneter, que estão a disposição, sempre que uma nova iniciativa é criada para aumentar o controle globalista do planeta.

“Temos uma falta de moralidade geral, estamos super-alavancados, temos negligenciado o investimento no futuro, e isto mina a coesão social, e nós estamos em perigo de perder completamente a confiança das gerações futuras”, disse Klaus Schwab, fundador do Fórum Económico Mundial, tradicionalmente realizado na Suíça. Ele foi rápido de salientar que “a solução de problemas no contexto de modelos ultrapassados ​​e em ruínas só cavará o planeta mais no buraco.” É claro que ele não disse como o Capitalismo, ao qual ele se referiu como um sistema caduco e desintegrando, tem servido a agenda globalista, e tem sido alterado em todas as formas possíveis para acomodar as políticas procuradas pelas 8 famílias e pouco mais de 100 de suas corporações que são donas de quase tudo.

“Estamos em uma era de profunda mudança que necessita urgentemente de novas formas de pensar, em vez de mais business-as-usual. O Capitalismo na sua forma atual, não tem lugar no mundo ao nosso redor “, disse Schwab à AFP. O que ele quer dizer é que o Capitalismo aberto e real com economias de livre mercado não é mais o modelo que os globalistas pretendem usar. A versão prostituída da elite foi revelada pela mídia alternativa, a qual está se tornando mais e mais na verdadeira mídia, porque não é do seu interesse continuar a abusar deste sistema. Em vez disso, os globalistas estão apontando agora para a consolidação do modelo de Capitalismo Corporativo que lhes deu tantos dividendos especialmente nas últimas duas décadas. Este sistema nao inclui nenhuma regulamentação do borg corporativo, cuja cabeça vai ditar como o dinheiro e os recursos são geridos, quem recebe suas propinas e quem não, e uma fusão ainda mais acelerada com as estruturas governamentais que são cúmplices há décadas.

A confabulação de Davos, talvez apenas o segundo em importância abaixo da reunião de Bilderberg, acolhe cerca de 1.600 pessoas dos setores da economia, política e acadêmica. Pelo menos 40 dos participantes são cabeças de seus governos confortavelmente controlados. A reunião vitrine publicamente pede que os líderes mostrem “novas idéias” para substituir o chamado velho, ultrapassado Capitalismo.

Talvez a questão dominante a ser abordada em Davos é o “fracasso” do bloco europeu para resolver a crise da dívida criada pelos banqueiros que agora dizem que odeiam o Capitalismo, mas de alguma forma que os Estados nação precisam lidar com ela. Apesar de países como Grécia, Itália, Portugal e Espanha, entre outros, aceitaram o dinheiro dos resgates assim como os planos de austeridade, os banqueiros não estão satisfeitos. Eles nunca estão. Os governos europeus também adotaram politicas ditadas pelos banqueiros, em vez de liquidar a dívida, que na maioria dos casos tinha sido adquirida ilegalmente. Eles colocam sua infra-estrutura a venda para pagar dívida antiga, mas aceitam a nova dívida como condição para “ser ajudados”. E assim continua o esquema global de controle.

Os mesmos banqueiros que querem se livrar do Capitalismo investiu todas as suas fichas nesse sistema antes. “A questão principal seria a preocupação com a economia global. Haverá relativamente menos conversa sobre responsabilidade social e questões ambientais “, disse John Quelch, reitor da Escola de Negócios China Europa Internacional para a AFP. Portanto, não soluções serão buscadas a fim de parar os esquemas Ponzi pelo qual os países adquiriram a dívida. Nenhuma investigação será realizada para saber por que e como a dívida foi empurrada sobre milhões de contribuintes ou como tão pouco quanto 10 por cento da dívida soberana, na verdade corresponde a montantes devidos por Estados-nação. Os banqueiros querem cobrar o outro 90 por cento da dívida que foi criada ilícitamente.

Segundo as últimas previsões do Banco Mundial o crescimento da economia mundial vai mal atingir 2,5 por cento para 2012 e 3,1 por cento em 2013. Isto não é surpreendente porque, apesar de os banqueiros concordam que o actual sistema baseado em dívida está ultrapassado e não é confiável, este sistema é exatamente o que eles usaram como uma forma de “resolver” a crise financeira criada por eles mesmos. Portanto, se seu sistema, políticas e decisões são as que estão sendo impugnadas, por que eles são novamente os que decidem o que precisa ser feito? Porque se as suas decisões passadas e esquemas de corrupção foram a origem da crise da dívida atual é que todo mundo lhes permitem mais uma vez, ditar o que deve ser feito?

Sustainable Development: Genocide turned into a Necessity

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | APRIL 30, 2011

Often times, we hear sustainable development and sustainability were originated in the early 70’s and strengthened through the 80’s and 90’s. During any given research effort, most publications allege that the concern to maintain natural resources as tools for current and future generations was born in 1972, when a United Nations Conference in Sweden brought forward three principles: the interdependence of human beings and the natural environment, the links between economic development, social development, and environmental protection and the need for a global vision and common principles. Credit for developing those principles is given to the World Commission on Environment and Development of 1987.

The United Nations is the main enactor of Eugenics, a policy initiated by the founders of the Nazi movement.

Common wisdom portrays the collectivist view that sustainability and sustainable development with policies and initiatives to protect the environment from humanity’s abuses and with this to promote the benefit of the masses. Nowadays, the protection of the environment has become the most luminous spear carried by anyone and everyone, independent of race, social status, age or religion. In fact, environmentalism has become in itself the religion of choice for many. The environmentalist support for sustainability is almost inherently rooted in our lives; more than we even think. It has been applied to economics, construction, community planning, agriculture, security, natality and so on.

Countless meetings were arranged in the past 50 years in order to convince the masses that no future was complete without a sustainable approach to human existence. First, the Club of Rome came up with documents like “Limits of Growth” and “A New Path for World Development” which have as their bastion the movement to globalize the planet and social engineer everything from social values to employment, trade, demographics, politics, economics and so on; all in an effort to deindustrialize the planet and turn it into what predecessor organizations -League of Nations- wanted. Along with think-tanks like the Club of Rome, other equally prominent organizations operate in order to bring a new social, economic and developmental order into place. The United Nations, a child of the globalists who founded the League of Nations with the intention of ‘ending conflict’, has its own list of pro-deindustrialization branches and documents. For example, the United Nations Environment Programme for Development (UNEP), preaches the principles of failed green policies and green economies. The United Nations Conference on Environmental Development of 1992, better known as the Earth Summit, promotes plans like Agenda 21, the United Nations Convention on Biological Diversity which intend and are slowly achieving Kurt Waldheim’s ecofacist dream to depopulate the planet.

Where did modern environmentalism originate?

Although there is plenty of documentation regarding how false environmentalism is linked to the so called “green wing” of the Nazi Party, no one gets into that history in depth. Main line historians and environmentalists usually decide to ignore it and the public that is bamboozled into believing the dogmas of modern genocidal ecology does not know about it. Pertinent questions to ask regarding the Nazi origins of the green movement is, What is its inspiration? What were the goals it wanted to achieve? How did the murdering ideology of the National Socialist Party gave in to what is in appearance an unheard love for nature?

Germany was not only the place where the genocidal policy of sustainability was born, but it was also the land where it became reality. The Nazi germans and its followers adopted many of the green policies we see in modern societies and brought them to prominence. Science and the study of creatures and their environments were first talked about in Germany during the years that preceded the Nazi rise to power. The genocidal nature of environmentalism originated from a demented love for nature. (1)

Nazi thinkers and some predecessors were sure humans had to be equaled to plants, animals and insects in order to have balance in the world. These train of thought has been seen in modern environmentalist minds such as Bolivian president Evo Morales and the promoter of the Gaia theory, James Lovelock, who believe that massive amounts of people must die in order to gain natural balance. Recently, author and environmentalist Keith Farnish used one of his books to call for acts of sabotage and environmental terrorism like blowing up dams and destroying cities to return the planet to its form before the Industrial Revolution occurred. Along with Farnish, other highly respected so-called scientists like NASA’s Dr. James Hansen endorsed this line of thought.

Ernst Moritz Arndt

One of the fathers of what we call today environmentalism is Ernst Moritz Arndt. Together with Wilhelm Heinrich Riehl, Arndt had infinite hatred for the Enlightenment. Both were well-known for their extreme nationalistic views which they used to advance the ideals of the welfare state. These two men, but mainly Arndt was identified as the first ecological thinker. Arndt wrote on an 1815 article that “When one sees nature in a necessary connectedness and interrelationship, then all things are equally important — shrub, worm, plant, human, stone, nothing first or last, but all one single unity.” (2) What separated Arndt’s environmentalist ideas from those of others was that he closely blended his thoughts on respecting nature with xenophobic discourses and entangled them with the very existence of the Germans and Germany. While he defended the environment in most of his writings, he also called for racial purity and damned other races such as the Jews and the French. It was that love for nature and hatred towards the Jews what would later guide the persecution and murder of those who were not Arians.

Wilhelm Heinrich Riehl, a graduate from Arndt’s school of thought made sure his teacher’s work did not wastefully dissipate. In an article dated 1853, Riehl showed his strong opposition to industrialism and said: “We must save the forest, not only so that our ovens do not become cold in winter, but also so that the pulse of life of the people continues to beat warm and joyfully, so that Germany remains German.” (3) He opposed any type of urbanization while using anti-Semitism to approve of peasantry and its way of life. Both Riehl’s and Arndt’s ideas were later adopted by the völkisch movement, which was a mixture of nationalistic populism and mad love for nature. The leaders of the völkischs advocated a move back to the simplicity of living off the land while blaming urban living and rationalism for the environmental destruction. (4) At the core of the hatred was an old but meaningful element that had driven antisemitic groups like the völkischs for a long time: The Jewish people. Why? The Jews were the middle class of the time, and the apparent sick love for nature and the environment included an equally sickening hatred for anyone and anything that endangered that thought or way of life. (5)

After establishing their long sought relation between antisemitism and love towards nature, the völkischs extended their prejudice through the 19th and 20th centuries. The anti-industrialization, anti-jewish type of speech rooted itself along with racial purity and Arian superiority just in time for the rise of the Nazi Party’s trip to power.

Nazi ecology and the link to racism

In 1867, Ernst Haeckel, a German zoologist first used the term “ecology” and linked it to the study of creatures and their environments. Haeckel was heavily influenced by social Darwinism to a point that he became the father of a kind of social Darwinism known as “monism”. He founded the German Monist League, an organization guided by völkisch principles. Haeckel as well as Riehl and Arndt believed in racial superiority and were strongly opposed to social mixing. In addition, he also approved of racial eugenics. His thoughts were the base for what later would be known as the anti-semitic National Socialism in Germany. Indeed, Haeckel became a prominent speaker on racism, nationalism and the german model of imperialism. (6) Towards the end of his life, Haeckel became a member of the Thule Society, an organization that later served as the political base for the creation of the Nazi Party. (7) Haeckel, as the creator of ecology, Riehl and Arndt as his predecessors and other thinkers such as Willibald Hentschel, Wilhelm Bölsche and BrunoWille, get all the credit for tightly threading environmentalism to national socialism, racism, anti-Semitism and the political environmental that we all know took over Germany pre and post World War I.

One of the most revealing facts about ancient and current ecological authoritarianism is the belief by sponsors of this view that humans must be encapsulated in “biological categories” and “biological zones” over which an iron fist technocratic authority must rule. Haeckel said that civilizations and nature should be governed by the same laws. The origin of this way of thinking is a reactionary anti-humanist thought. The Monists, believed humans although not themselves- were insignificant when compared to the greatness of the environment. Similar ideas are seen in modern initiatives sponsored by the Club of Rome, The Carnegie Foundation, The United Nations, NASA, as well as some colleges and universities that are funded by globalists who endorse eugenics for the sake of cleansing the planet. Take for example the text of the United Nations Convention on Biodiversitywhich has been named as the politics and religion of modern environmentalism. Among other goals, the Convention intends to “reorganize” Western civilization by excluding all human activity from 50 percent of the American continent. It wants to divide the land into “bioregions” with “buffer zones” and “corridors”. Under this plan, humans will live in tightly guarded and heavily monitored areas, from which they can never leave. This green globalist agenda is promoted by the United Nations since 1992, when it was officially presented during the first Earth Summit in Rio de Janeiro. The same policies will be implemented in Asia, Africa and Europe.

Ernst Haeckel

Writings from the Carnegie Foundation also commit treasure to the implementation of policies like Agenda 21 and the Convention on Biodiversity. The foundation has expressed pride on ancient practices that resembled mass murder by the powers that be in an effort to cleanse the lands from undesirable people. The Carnegie Institution touted the work of Emperor Ghengis Khan and “validated his work as a “green emperor” due to the fact his actions included the murder of 40 million people. According to its writings, this helped lower carbon emissions and keep the planet cool.

Monists used their anti-humanist sentiment together with the völkisch ideas to discriminate against progress, urbanism and those who thought differently. On his Lebensgesetze (Laws of Life),biologist Raoul Francé, wrote that natural order determines social order. He said racial mixing was unnatural. He is up until today an acclaimed founder of contemporary eco-fascism for “pioneering the ecological movement.” (8) Francé also promoted an alleged connection between environmental purity and ‘racial’ purity. Francé and his disciples claimed that a change from peasant life to modernism would mean the degradation of the race and that the cities were diabolical and inorganic. (9)

By the early years of the twentieth century an ‘ecological’ argumentation, saturated with right-wing political content, had become somehow respected within the culture of Germany. During the turbulent period surrounding World War I, the mixture of ethnocentric fanaticism, regressive rejection of modernity and genuine environmental concern proved to be a very deadly mixture.

The Nazi Environmentalism in Action

Some people see it as a contradiction that modern eugenicists although still pushing for Nazi-style environmentalism also belong to the technocratic corporate elites. This is not a surprise because the elites that supported the Third Reich were also industrialists who, as it usually happens, controlled many segments of the population and the thinking classes. This practice has always born fruits because it guarantees complete control, no matter what the outcome is. Men like Fritz Todt, a heavy weight of the National Socialist movement in Germany as well as Albert Speer, his successor after 1942, were involved in the construction of infrastructure such as the Autobahn, one of the largest projects in the history of engineering in Germany. Todt wanted to build the Autobahn in a way that benefited his class the most, but that at the same time promoted and maintained certain sensitivity towards nature. (10)

“Todt demanded of the completed work of technology a harmony with nature and with the landscape, thereby fulfilling modern ecological principles of engineering as well as the ‘organological’ principles of his own era along with their roots in völkisch ideology.” (11) Just as it happened with Arndt, Riehl and Darré, Todt and his partners had an endless and inseparable bond to völkisch nationalism. Todt said once: “The fulfillment of mere transportation purposes is not the final aim of German highway construction. The German highway must be an expression of its surrounding landscape and an expression of the German essence.” (12) One of Todt’s aides, Alwin Seifert, was the Reich’s advocate for the Landscape. In discharging his official duties Seifert stressed the importance of wilderness and energetically opposed monoculture, wetlands drainage and chemical agriculture. He criticized Darré as too moderate, and “called for an agricultural revolution towards ‘a more peasant-like, natural, simple’ method of farming, ‘independent of capital’.” (13)

The prominent place that nature had within the Nazi Party helped enact the massive industrial and military advancement that enabled Hitler to bully the rest of Europe for a while. The most radical initiatives were created and carried out as they always received the seal of approval by the highest officers of the Nazi state. Another influential member of the Reich was Chancellor Rudolph Hess, who was the green wing’s strong point within the party. Hess’s power in the governmental institutions of the National Socialist regime as he was Hitler’s personal assistant. Many even consider him the Führer’s most trusted man.Hess became a member of the Nazi party in 1920 and rapidly made his way up to the top. He was the second man in the waiting list to take power if Hitler and/or Göring were unable to take on the duty. Any and all new laws that were approved by the government were had to go through Hess’ hands first, before being enacted.

In the photo: Adolf Hitler, Göring and behind him, Rudolph Hess.

In the early thirties, a complete series of laws and ordinances were passed under Hess’ sponsorship. One of those ordinances which closely hits home today is the the foundation of the nature preserves. But perhaps the most successful accomplishment of Nazi environmentalism in Germany was the Reichsnaturschutzgesetz. This nature protecting law established guidelines for safeguarding flora, fauna, and “natural monuments” and restricted commercial access to remaining tracts of wilderness. Similar policies have been written now under United Nations Agenda 21 and the Convention on Biodiversity. Just as it happens with these two documents, the Nazi required local officials to ask for permission to higher authorities before making any alterations in the countryside.Along with the Reichsnaturschutzgesetz, the most important contribution that the Nazis made to modern eugenics and false environmentalism was to integrate mainstream environmentalism into the Nazi enterprise.

Sustainable Development Today

Page 350 of the Global Biodiversity Assessment Report says that livestock such as cows, sheep, goats and horses are not sustainable. People and organizations that support sustainable development claim that animals humans should stop eating meat, because animals pollute the environment. The complete program of sustainability is based on an effort to change human behavior to states that ordinarily humans would not approve or enjoy. This changes in human behavior are mostly brought upon by instigating fear. Fear of global warming, climate change, natural disasters, wars, famine, droughts and so on.

What kinds of things does sustainable development actually want to do? Sustainability and changes in human behavior are not only related to environment, agriculture and pollution. It is a complete package of reforms that will ultimately change societal behavior at a global scale. It is common to find educational programs that sponsor and teach children how to prepare in order to live in a sustainable world. But when the tactics do not work successfully, the globalists in charge of the sustainable agenda, the foundations and organizations financially supported by globalist corporations resort to fear tactics.

Along with the educational systems, the sustainable agenda also acts directly in the economies, health care systems, farming, social and cultural affairs as well as public safety. In the last 50 years we have seen a run to create alliances between corporations and the government, which has resulted in the corporate controlled governmental systems or corporate fascism we all live under. On private property, new ordinances and laws continue to end the right to buy and maintain any kind of land without the auspices of the authorities. That is why property taxes are charged to property owners even though money was paid when the purchase of such land occurred. Under the guidelines of Agenda 21 and the United Nations Convention on Biodiversity, the largest masses of lands, namely national parks, natural reserves and conservation areas have been signed to the United Nations.

The obesity pandemic that ravages the planet up until today, brought upon by massive propaganda campaigns paid for by the food industry was the tool to bring along laws and directives that basically allow the government to tell people what they can eat or drink. In the United States, school principals and boards now do not allow parents to pack their children’s lunches and snacks. In the meantime, new regulations introduced through Codex Alimentarius ban the sale and use of natural supplements and the plantation of food crops in small and medium sized farms, while allowing big agricultural corporations to pollute the environment with genetically modified plants and animals. These kind of policies have caused the suicide of hundreds if not thousands of Indian farmers who have gotten in debt to purchase Monsanto’s genetically engineered pesticide ready corn and cotton seed. Since farmers signed their lives away to Monsanto, crop yields have been significantly lower, and the soils have been completely depleted of all nutrients.

In the social and cultural aspects, political correctness has been massively adopted and dissent is seen as a form of racism and terrorism. Immigration policies have gone from mildly protecting private property and the rights of the individual to sponsoring open borders, fake free-trade agreements that destroy industry and production in the west costing the jobs of millions of people across the continents. Religious criticism of homosexuality and other practices or ways of living is labeled as homophobic, while deep religious beliefs are seen as extremist. Mobility in urban areas has also been touched by the fake environmentalist policies first thought out by the Nazis. Oil speculation and price manipulation by the OPEC cartel makes the cost of transportation to rise exponentially. The same has happened with food prices. Car pooling as well as bus and train commuting is encouraged in order to reduce CO2 pollution, while the elites that beg for the end of industrialization live in lavish palaces and fly around the planet in their fuel-guzzling private jets and yachts.

When it comes to societal safety, the governments, also under policies of sustainable development continue to work on laws to step over the constitutions of the sovereign states they claim to represent and defend. Freedom of speech, freedom of movement and the rights to privacy are continuously violated with the establishment of a techno-military industrial complex that monitors everyone’s moves, financial records, behaviours, health, habits, politics, religious beliefs and so on, all in the name of security.

What is the ultimate goal of the current sustainable development policies? Population reduction. Sustainable Development is indeed a plan to be applied for the length of human existence. It is a plan created by someone else to apply it to you, your children, grandchildren and great-grandchildren. The belief behind the supposed need to massively reduce the planet’s population is Thomas Malthus’ mistaken idea that population growth outpaces food availability. He thought overpopulation occurred due to reductions in mortality rates and that the world would be out of food by 1890. He then recommended to kill the poor, the old and the sick, and leave the rest to die of hunger. Malthus’ ideas were picked up more recently by Paul Earlich in 1968. Earlich said that irresponsible reproductive behavior would leave the planet with no food in the 1970’s. This imaginary crisis has proven false every time the globalists schedule another date for it to happen. Calculations of the Population Research Institute reveal that today the world’s population can live comfortably with enough food in an area the size of the American state of Texas.

The truth is that at the current natal rate, many countries in Europe and Asia are experiencing the problems related to an aging population which is not being properly replaced by new citizens. In North, Central and South America, governments struggle to support their traditional welfare systems due to the fact that more people are retiring and less people are contributing to the coffers of the central governments, social security and health care programs. Ironically, population growth will become stable naturally -that is it will stop growing and begin to decrease- once the sum of all humans gets to about 9 billion. Learn more about the science of population growth here.

Well, so what if there is enough land mass to leave? Is there enough food for everyone? If you are a believer of only ‘official’ information an statistics, it so happens that the very own United Nations Food and Agriculture Organisation as well as the World Food Programme agree that there is currently enough food on the planet to feed everyone. The problem is, not everyone has access to food. Why? Several reasons. Price speculation, using food such as corn and sugar cane to produce inefficient fuels and of course artificially created food scarcity. Modern cultivation techniques would even allow to plant crops in the most arid areas of Africa. Many believe that the giant continent may be able to feed the whole world if such techniques are applied with due diligence. So, why are more people going hungry everyday? Simply put, poverty, conflict and poor agricultural infrastructure in countries where those hungry people live. War is one of the main causes of crop destruction. And who are the sponsors of war and conflict? The military industrial complex controlled by the same globalists who want us to be green and friendly to the environment. Reducing the number of people on the planet would not solve an overpopulation problem, if it existed. That is just another fear tactic used by the globalists who up until today perpetuate the Nazi dream. For a detailed explanation on how the United Nations hides its eugenics programme under supposed initiatives to promote reproductive health, end poverty and decrease the appearance of disease, watch the four-part report (Part 1) (Part 2) (Part 3) (Part 4)

Sources for this article include:

(1) Raymond H. Dominick, The Environmental Movement in Germany: Prophets and Pioneers, 1871-1971

(2) Der Begriff des Volksgeistes in Ernst Moritz Arndts Geschichtsanschauung, Langensalza, 1914.

(3) Wilhelm Heinrich Riehl, Feld und Wald, Stuttgart, 1857, p. 52.

(4) George Mosse, The Crisis of German Ideology: Intellectual Origins of the Third Reich, New York.

(5) Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews 1933-1945, New York, 1975, pp. 61-62.

(6) Daniel Gasman, The Scientific Origins of National Socialism: Social Darwinism in Ernst Haeckel and the German Monist League, New York, 1971, p. xvii.

(7) Gasman’s thesis about the politics of Monism is hardly uncontroversial; the book’s central argument, however, is sound.

(8) See the foreword to the 1982 reprint of his 1923 book Die Entdeckung der Heimat, published by the far-right MUT Verlag.

(9) Mosse, The Crisis of German Ideology, p. 101.

(10) Bramwell, Ecology in the 20th Century, p. 197.

(11) Karl-Heinz Ludwig, Technik und Ingenieure im Dritten Reich, Düsseldorf, 1974, p. 337.

(12) Quoted in Rolf Peter Sieferle, Fortschrittsfeinde? Opposition gegen Technik und Industrie von der Romantik bis zur Gegenwart, München, 1984, p. 220.

(13) Dominick, “The Nazis and the Nature Conservationists”, p. 529.

Fabricando Disidencia: Globalistas y Elites Controlan Movimientos Populares

El Foro Social Mundial y el Foro Económico Mundial, las ONG’s y movimientos de oposición a la globalización son controlados por las mismas fuerzas ante las cuales protestan.

Traducción:  Luis R. Miranda
Por Michel Chossudovsky

La fabricación de consentimiento implica la manipulación y la formación de la opinión pública. Se establece la conformidad y aceptación a la autoridad y la jerarquía social. Se busca el cumplimiento de un orden social establecido.

Los movimientos populares son controlados por los globalistas usando sus propios "líderes", quienes se hincan ante los controladores.

La fabricación de consentimiento, es la presentación a la opinión pública, de la principal narrativa de los medios de comunicación, sus mentiras y falsedades. Bajo la ilusión de capitalismo contemporáneo, la ilusión de democracia debe prevalecer. Es en el interés de las élites corporativas de aceptar la disidencia y la protesta como una característica del sistema en la medida en que no pongan en peligro el orden social establecido. El propósito no es reprimir la disidencia, sino, por el contrario, dar forma y moldear el movimiento de protesta, para establecer el límite a la disidencia. Para mantener su legitimidad, las élites económicas favorecen formas de oposición limitadas y controladas, con el fin de prevenir el desarrollo de formas radicales de protesta, lo que podría sacudir los cimientos mismos y las instituciones del capitalismo global. En otras palabras, “la fabricación de disidencia” actúa como una “válvula de seguridad”, que protege y sostiene el Nuevo Orden Mundial. Para ser eficaz, sin embargo, el proceso de “fabricación de disidencia” debe ser cuidadosamente regulado y supervisado por los que son objeto del movimiento de protesta.

El financiamiento de la disidencia

¿Cómo se ha logrado crear y mantener el proceso de fabricación de la disidencia? Esencialmente “financiando la disidencia”, es decir, mediante la canalización de recursos financieros de los que son objeto del movimiento de protesta a los que están involucrados en la organización del movimiento de protesta. La cooptación no se limita a la compra de favores de los políticos. Las élites económicas – que controlan grandes fundaciones – también supervisan el financiamiento de numerosas organizaciones no gubernamentales y de la sociedad civil, que históricamente han estado involucrados en el movimiento de protesta contra el orden económico y social establecido. Los programas de muchas organizaciones no gubernamentales y movimientos populares dependen en gran medida tanto de fondos públicos como privados, incluyendo las fundaciones Ford, Rockefeller, McCarthy, entre otras. El movimiento anti-globalización se opone a Wall Street y a los gigantes del petróleo controlados por Rockefeller, y otros. Sin embargo, las fundaciones y organizaciones benéficas de Rockefeller y otros, generosamente fundan redes progresivas anti-capitalistas, así como los ecologistas (frente a las grandes petroleras) con el fin último de supervisar y formar sus diversas actividades. Los mecanismos de “fabricación de disidencia” requieren un entorno de manipulación, un proceso de presión y la sutil cooptación de los individuos dentro de las organizaciones progresistas, incluyendo coaliciones anti-guerra, ambientalistas y el movimiento anti-globalización. Considerando que los medios de comunicación “fabrica consentimiento”, la compleja red de organizaciones no gubernamentales (incluidos segmentos de medios alternativos) son utilizados por las élites corporativas para moldear y manipular el movimiento de protesta. A raíz de la desregulación del sistema financiero mundial en la década de 1990 y el rápido enriquecimiento de las entidades financieras, el financiamiento a través de fundaciones y organizaciones benéficas se ha disparado. En una amarga ironía, parte de las ganancias fraudulentas en Wall Street en los últimos años se han reciclado y dado a fundaciones exentas de impuestos y organizaciones benéficas. Estas inesperadas ganancias financieras no sólo han sido utilizadas para comprar políticos, también han sido canalizadas a las organizaciones no gubernamentales, institutos de investigación, centros comunitarios, grupos religiosos, ambientalistas, medios de comunicación alternativos, grupos de derechos humanos, etc. “La disidencia fabricada” también se aplica a “corporaciones de izquierda” y “medios de comunicación progresistas “, financiados por ONG’s o directamente por las fundaciones. El objetivo interno es “fabricación disidencia” y establecer los límites “políticamente correctos” de oposición. A su vez, muchas ONG’s están infiltradas por informantes a menudo en nombre de las agencias de inteligencia occidentales. Por otra parte, un segmento cada vez mayor de los medios de comunicación alternativos progresistas en Internet se ha vuelto dependiente del financiamiento de fundaciones empresariales y organizaciones benéficas.

Activismo por etapas

Los movimientos de protesta popular son directamente controlados por fundaciones y "organizaciones benéficas" que financian sus actividades.

El objetivo de las élites corporativas ha sido el de fragmentar el movimiento popular en una gran mosaico individual. La guerra y la globalización ya no están en la vanguardia del activismo de la sociedad civil. El Activismo tiende a ocurrir poco a poco. No hay integración de los movimientos contra la globalización y el anti-guerra. La crisis económica, no se considera como relacionada a la guerra patrocinadas por los países poderosos como EE.UU. La disidencia se ha compartimentado. Movimientos independientes que pretenden atacar diferentes asuntos (medio ambiente, globalización, paz, derechos de la mujer, cambio climático) son generosamente financiados para impedir la aparición de un movimiento de oposición masivo coherente. Este mosaico era ya común en la lucha contra la cumbre del G7 y Cumbres de los Pueblos de la década de 1990.

El Movimiento Anti-Globalización

La cumbre anti-globalización en Seattle en 1999 vista como un triunfo para el movimiento anti-globalización: “una coalición histórica de los activistas de cerrar la cumbre de la Organización Mundial del Comercio en Seattle, la chispa que encendió un movimiento global anti-corporativo”. Seattle fue de hecho, una importante encrucijada en la historia del movimiento de masas. Más de 50.000 personas de diversos orígenes, organizaciones de la sociedad civil, derechos humanos, sindicatos y ambientalistas se habían reunido en una búsqueda común. Su objetivo era desmantelar la agenda neoliberal incluyendo su base institucional. Pero Seattle también marcó un cambio importante. Con la aparición de disidencia en todos los sectores de la sociedad, la cumbre de la OMC necesitaba desesperadamente la participación simbólica de los líderes de la sociedad civil “en su interior”, para dar la apariencia de ser “democrático”. Mientras miles de personas convergieron en Seattle, lo que ocurrió detrás de la escena fue una victoria para el neoliberalismo. Un puñado de organizaciones de la sociedad civil que se opusieron formalmente a la OMC han contribuido a legitimar la arquitectura de comercio global de la OMC. En lugar de desafiar a la OMC como un organismo intergubernamental ilegal, acordaron un diálogo previo a la cumbre entre los gobiernos occidentales y la OMC. “Participantes acreditados de las ONG’s fueron invitados a mezclarse en un ambiente amigable con los embajadores, ministros de comercio y los magnates de Wall Street en varios de los eventos oficiales, incluidos los numerosos cócteles y recepciones. La agenda oculta era debilitar y dividir el movimiento de protesta y orientar el movimiento anti-globalización en áreas que no pusieran en peligro los intereses del establecimiento comercial. Financiados por fundaciones privadas (como Ford, Rockefeller, Rockefeller Brothers, Charles Stewart Mott, la Fundación para la Ecología Profunda), estos “acreditados” de la sociedad civil se habían posicionado como los grupos de presión, en calidad de oficiales en nombre del movimiento popular. Al estar dirigidos por destacados activistas sus manos fueron atadas. En última instancia contribuyeron (sin saberlo) a debilitar el movimiento anti-globalización al aceptar la legitimidad de lo que es esencialmente una organización ilegal. (El acuerdo de la Cumbre de Marrakech de 1994 que condujo a la creación de la OMC el 1 de enero de 1995). Los líderes de las ONG tenían pleno conocimiento de dónde el dinero venía. Sin embargo, dentro de los EE.UU. y la comunidad europea de las ONG, las fundaciones y organizaciones benéficas son consideradas como órganos filantrópicas independientes, aparte de las empresas, a saber, la Fundación Rockefeller Brothers, por ejemplo, se considera como separada y distinta del imperio de la familia Rockefeller, de los bancos y las compañías petroleras. Con los sueldos y gastos de operación en función de las fundaciones privadas, se convirtió en una rutina aceptada: En una lógica retorcida, la batalla contra el capitalismo corporativo ha sido una pelea con los fondos de las fundaciones exentas de impuestos contra el capitalismo corporativo. Las ONG’s fueron capturadas en una camisa de fuerza, su propia existencia depende de las fundaciones. Sus actividades fueron monitoreadas de cerca. En una lógica retorcida, la propia naturaleza del activismo anti-capitalismo corporativo fue controlada indirectamente por los capitalistas corporativos a través de sus fundaciones independientes.

“Vigilantes Progresivos”

En esta saga de la evolución, las élites empresariales cuyos intereses son debidamente atendidos por el FMI, el Banco Mundial y la OMC, fundan (a través de sus diversas fundaciones e instituciones de beneficencia) a las organizaciones que están a la vanguardia del movimiento de protesta contra la OMC y las instituciones financieras basadas en Washington. Con el apoyo de dinero de las fundaciones, varios “perros guardianes” fueron creados por las organizaciones no gubernamentales para vigilar la aplicación de las políticas neoliberales, pero sin plantear la cuestión más amplia de cómo los gemelos de Bretton Woods y la OMC, a través de sus políticas, han contribuido al empobrecimiento de millones de personas. El Programa de Ajuste Estructural para la Revisión Participativa de Redes (SAPRIN) fue establecido por Development Gap, órgano del USAID y las ONG’s financiadas por el Banco Mundial con sede en Washington DC. Está ampliamente documentado que la imposición del Programa de Ajuste Estructural del FMI y el Banco Mundial (PAE) en los países en desarrollo constituye una forma flagrante de injerencia en los asuntos internos de estados soberanos en nombre de las instituciones acreedoras. En lugar de desafiar la legitimidad de la “medicina económica mortal” el FMI y el Banco Mundial, la organización de SAPRIN trató de establecer un papel de participación para las organizaciones no gubernamentales, trabajando mano a mano con la USAID y el Banco Mundial. El objetivo era dar un “rostro humano” a la agenda política neoliberal, en lugar de rechazar el marco del FMI y del Banco Mundial: “SAPRIN es la red global de la sociedad civil que tomó su nombre de la Iniciativa de Ajuste Estructural de Revisión Participativa (SAPRI), que se puso en marcha con el Banco Mundial y su presidente, Jim Wolfensohn, en 1997. SAPRI está diseñado como un ejercicio tripartito para reunir a las organizaciones de la sociedad civil, sus gobiernos y el Banco Mundial en un examen conjunto de los programas de ajuste estructural (PAE) y la exploración de opciones políticas nuevas. Se trata de legitimar un papel “activo” de la sociedad civil en la toma de decisiones económicas, ya que está diseñado para indicar las áreas en que los cambios en las políticas económicas y en el proceso de formulación de políticas económicas se requieren. (http://www.saprin.org/overview.htm página web de SAPRIN, énfasis agregado) Del mismo modo, el Observatorio del Comercio (antes OMC Watch), que opera en Ginebra es un proyecto del Instituto de Política Agrícola y Comercial de Minneapolis (IATP), que es generosamente financiado por Ford, Rockefeller, Charles Stewart Mott, entre otros. (Véase el cuadro 1).

Fuente: http://activistcash.com/organization_financials.cfm/o/16-institute-for-agriculture-and-trade-policy

El Observatorio del Comercio tiene el mandato de supervisar la Organización Mundial del Comercio (OMC), el Tratado de Libre Comercio (TLC y la propuesta Area de Libre Comercio de las Américas (ALCA). (IATP, sobre comercio Observatorio, consultado septiembre de 2010). El Observatorio del Comercio es también para obtener datos e información, así como fomentar la “gobernabilidad” y “responsabilidad”. Nunca en estás iniciativas se promueve la rendición de cuentas a las víctimas de las políticas de la OMC o la rendición de cuentas por parte de los protagonistas de las reformas neoliberales. Las funciones del Observatorio del Comercio de ninguna manera es una amenaza para la OMC. Todo lo contrario: la legitimidad de las organizaciones y los acuerdos comerciales no son cuestionados.

El Foro Económico Mundial

El movimiento popular ha sido secuestrado. La selección de los intelectuales,

El Foro Económico Mundial es compuesto de elitistas, académicos y varios artistas como el cantante de U2, Bono, quienes se encargan de llevar el falso sentido de inclusión a los grupos "sin voz".

los ejecutivos de los sindicatos, y los líderes de organizaciones de la sociedad civil (entre ellas Oxfam, Amnistía Internacional, Greenpeace) suelen ser invitados al Foro Económico Mundial de Davos, donde se mezclan con los más poderosos del mundo; los actores económicos y políticos. Esta mezcla de las élites empresariales del mundo con “progresistas” escogidos al dedo es parte del ritual que crea y mantiene el proceso de “fabricación de la disidencia”. El truco consiste en seleccionar personalmente selectivamente los líderes de la sociedad civil, en quien “podemos confiar” e integrarlos en un “diálogo”, córtarlos de sus bases, que se sientan que son “ciudadanos globales” que actúen en nombre de sus compañeros de trabajo pero; los hacen actuar de una manera que sirva a los intereses del Establecimiento y de las Empresas: “La participación de las ONG’s en la reunión anual de Davos es la evidencia del hecho de que a propósito [se] trata de integrar un amplio espectro de los actores principales en la sociedad … en la definición y la promoción del programa global … Creemos que el Foro Económico Mundial ofrece a la comunidad de negocios el marco ideal para realizar actividades de colaboración con los demás actores principales [ONG] de la economía mundial para “mejorar el estado del mundo”, que es la misión del Foro. (Foro Económico Mundial , Comunicado de Prensa 05 de enero 2001)

El Foro Económico Mundial no representa a la comunidad empresarial en general. Es un encuentro elitista: Sus miembros son gigantescas corporaciones mundiales (con un mínimo de 5000 millones de dólares en volumen de negocios anual). Las organizaciones no gubernamentales (ONG) son vistas como socios “partes interesadas”, así como un conveniente “portavoz de los sin voz que a menudo son excluidos de la toma de decisiones.” (Foro Económico Mundial – Organizaciones No Gubernamentales, 2010)

“Ellos [la ONG] reproducen una gran variedad de papeles en la asociación con el Foro para mejorar el estado del mundo, incluyendo servir como un puente entre las empresas, el gobierno y la sociedad civil, la conexión de los políticos responsables a la base, aportando soluciones prácticas … ” La sociedad civil “asociada” con empresas internacionales en nombre de los “sin voz”. ¿Quiénes quedan “excluidos”? Ejecutivos sindicales son también co-optados, en detrimento de los derechos de los trabajadores. Los dirigentes de la Federación Internacional de Sindicatos (IFTU), la AFL-CIO, la Confederación Europea de Sindicatos, el Canadian Labour Congress (CLC), entre otros, suelen ser invitados a asistir a las reuniones anuales del Foro Económico Mundial en Davos, así como a las cumbres regionales. También participan en el Foro Económico Mundial líderes de la comunidad del trabajo que se centran en los patrones de comportamiento mutuamente aceptables para el movimiento obrero. El Foro Económico Mundial “, estima que la voz de Trabajo es importante para el diálogo sobre cuestiones de dinámica de la globalización, la justicia económica, la transparencia y la rendición de cuentas, y garantizar un sano sistema financiero global”. “La garantía de un sano sistema financiero mundial” conducido por el fraude y la corrupción? La cuestión de los derechos de los trabajadores no se menciona. (Foro Económico Mundial – Los líderes del Trabajo, 2010).

El Foro Social Mundial: “Otro mundo es posible”

La cumbre de Seattle contra la globalización en 999 sentó las bases para el desarrollo del Foro Social Mundial.

El Foro Social Mundial constituye uno de los engaños más grandes al movimiento de oposición al globalismo y capitalismo global de las élites.

La primera reunión del Foro Social Mundial tuvo lugar en enero de 2001, en Porto Alegre, Brasil. Este encuentro internacional contó con la participación de decenas de miles de activistas de organizaciones de base y organizaciones no gubernamentales. La reunión del FSM de las ONG y organizaciones progresistas se llevó a cabo simultáneamente con el Foro Económico Mundial de Davos (WEF). La intención era ser la voz de la oposición y la disidencia al Foro Económico Mundial con sus líderes empresariales y ministros de finanzas. El Foro Social Mundial desde el principio fue una iniciativa del ATTAC de Francia y varias organizaciones no gubernamentales brasileñas: “… En febrero de 2000, Bernard Cassen, director de una ONG francesa llamada ATTAC, Oded Grajew, jefe de una organización de empresarios brasileños, y Francisco Whitaker, jefe de una asociación de organizaciones no gubernamentales de Brasil, se reunieron para discutir una propuesta de “evento mundial de la sociedad civil”, en marzo de 2000, que formalmente garantizó el apoyo del gobierno municipal de Porto Alegre y el gobierno del estado de Rio Grande do Sul, ambas controladas en su momento por el Partido de los Trabajadores brasileño (PT) … . Un grupo de ONG’s francesas, incluidas las de ATTAC, los amigos de L’Humanité, y Amigos de Le Monde Diplomatique, patrocinó un Foro Social Alternativo en París titulado “Un año después de Seattle”, a fin de preparar una agenda para las protestas que se realizaron en la próxima cumbre de la Unión Europea en Niza. Los oradores pidieron que “la reorientación de ciertas instituciones internacionales como la OMC, FMI, Banco Mundial, … a fin de crear una globalización desde abajo” y “la construcción de un movimiento internacional de ciudadanos, no para destruir el FMI, sino reorientar sus misiones.” (Por la Unidad de Investigación de Economía Política, Economía y Política del Foro Social Mundial, Global Research, 20 de enero 2004) Desde el principio, en 2001, el FSM fue apoyado por el financiamiento de la Fundación Ford, que se sabe tiene vínculos con la CIA que se remontan a la década de 1950: “La CIA utiliza fundaciones filantrópicas como el conducto más efectivo para canalizar grandes sumas de dinero a proyectos de la Agencia sin alertar a los destinatarios sobre su origen. ” (James Petras, la Fundación Ford y la CIA, Global Research, 18 de septiembre de 2002)

El mismo procedimiento de cumbres financiadas por donantes que caracterizó a las cumbres de la década de 1990 (Cumbre Popular) se incorporó en el Foro Social Mundial (FSM): “… Otros financistas del FSM (o ‘socios’, como se les conoce en la terminología FSM) incluyó la Fundación Ford, – baste decir aquí que ha trabajado siempre en la más estrecha colaboración con los EE.UU. y la Agencia Central de Inteligencia para avanzar los intereses estratégicos de EE.UU., la Fundación Heinrich Boll, que es controlada por el partido alemán Los Verdes, socio en el presente [2003] el gobierno alemán y un partidario de las guerras en Yugoslavia y Afganistán (su líder, Joschka Fischer, es el [ex] ministro de Relaciones Exteriores de Alemania), y los principales organismos de financiamiento como Oxfam (Reino Unido), Novib (Países Bajos), ActionAid (Reino Unido), y así sucesivamente. Sorprendentemente, un miembro del Consejo Internacional del FSM, reporta que “fondos considerables” recibidos de estos organismos “hasta ahora no despertaron ningún debate significativo [en los cuerpos FSM] sobre las posibles relaciones de dependencia que pueden generar.” Sin embargo, admite que con el fin de obtener fondos de la Fundación Ford, los organizadores tuvieron que convencer a la base de que el Partido de los Trabajadores no estaba involucrado en el proceso.” Dos puntos vale la pena señalar aquí. En primer lugar, esta establece que los fundadores fueron capaces de torcer brazos y determinar el papel de las diferentes fuerzas en el Foro Social Mundial – que tenían que ser “convencidas” de las credenciales de los que estarían involucrados. En segundo lugar, si los donantes se opusieron a la participación del domesticado Partido de los Trabajadores, serían aún más enérgicamente reconocidos por las fuerzas genuinamente anti-imperialistas. Que lo hicieron quedó o claro como se describe quienes fueron incluidos y quién excluido en la segunda y tercera reunión del Foro Social Mundial …. … La cuestión del financiamiento [del FSM] ni siquiera figura en la Carta de Principios del FSM, adoptada en junio de 2001. Marxistas, siendo materialistas, dirian que se debe mirar la base material del foro para comprender su naturaleza. (No se tiene que ser marxista para entender que “el que paga manda”.) Sin embargo, el FSM no está de acuerdo. Puede retirar fondos de las instituciones imperialistas como la Fundación Ford, mientras que lucha contra “la dominación del mundo por los globalistas y cualquier forma de imperialismo” (Unidad de Investigación para la Economía Política, Economía y Política del Foro Social Mundial, Global Research, 20 de enero de 2004)

La Fundación Ford otorgó apoyo básico para el Foro Social Mundial, con contribuciones indirectas a través de “organizaciones asociadas” de la Fundación MacArthur, la Fundación Charles Stewart Mott, la Fundación Friedrich Ebert, la Fundación W. Alton Jones, la Comisión Europea, varios gobiernos europeos ( incluido el Gobierno laborista de Tony Blair), el gobierno canadiense, así como una serie de organismos de la ONU (entre ellas la UNESCO, el UNICEF, el PNUD, la OIT y la FAO). Además del apoyo núcleo inicial de la Fundación Ford, muchas de las organizaciones de la sociedad civil participantes reciben financiamiento de grandes fundaciones y organizaciones benéficas. A su vez, los EE.UU. y las ONG europeas a menudo funcionan como organismos de financiamiento secundario canalizando dinero de las fundaciones Ford y Rockefeller a las organizaciones asociadas en los países en desarrollo, incluidos los campesinos y movimientos de derechos humanos. El Consejo Internacional (CI) del FSM se compone de representantes de organizaciones no gubernamentales, sindicatos, organizaciones de medios de comunicación alternativos, institutos de investigación, muchos de los cuales están fuertemente financiados por fundaciones y gobiernos. (Véase el Fórum Social Mundial). El mismo sindicato, que se suele invitar a mezclarse con los directores ejecutivos de Wall Street en el Foro Económico Mundial (FSM), incluyendo la AFL-CIO, la Confederación Europea de Sindicatos y el Canadian Labor Congress (CLC) también forman parte del Consejo Internacional del FSM. Entre las ONG’s financiadas por fundaciones importantes está el Instituto de Política Agrícola y Comercial (IATP), que supervisa el Observatorio del Comercio con sede en Ginebra en el Consejo Internacional del Foro. La Red de Donantes sobre el Comercio y la Globalización (FTNG), que tiene estatuto de observador en el Consejo Internacional del FSM juega un papel clave. Mientras canaliza ayuda financiera al FSM, también actúa como centro de intercambio de grandes fundaciones. El FTNG se describe como “una alianza de concesionarios de ayuda comprometido a construir comunidades justas y sostenibles en todo el mundo”. Los miembros de esta alianza son la fundación Ford, Rockefeller Brothers, Heinrich Böll, CS Mott, Fundación Merck de la Familia, el Open Society Institute, Tides, entre otros. (Para obtener una lista completa de los organismos de financiamiento del FTNG ver financistas del FNTG). FTNG actúa como entidad de recaudación de fondos en nombre del FSM. Gobiernos occidentales Frenan las cumbres contra la globalización y reprimen el movimiento de protesta. En una amarga ironía, las subvenciones, incluyendo el dinero de la Unión Europea es usado para financiar grupos progresistas (como el FSM) que participan en la organización de protestas contra los mismos gobiernos que financian sus actividades. “Los gobiernos también han sido financistas significativos de grupos de protesta. La Comisión Europea, por ejemplo, financió dos grupos que se movilizaron con un gran número de personas para protestar en las cumbres de la UE en Gotemburgo y Niza. LA lotería nacional de Gran Bretaña, que es supervisada por el gobierno, ayudó a financiar a un grupo en el corazón del contingente británico.” (James Harding, contra el capitalismo, FT.com, 15 de octubre de 2001)

Se trata de un proceso diabólico: El gobierno anfitrión financia la cumbre oficial, así como las reuniones de las organizaciones no gubernamentales que participan activamente en la contra cumbre. También financia la operación de la policía antidisturbios, que tiene el mandato de reprimir a los participantes de las contra cumbres. El objetivo de estas operaciones combinadas, incluyendo acciones violentas cometidas por las fuerzas de policía antidisturbios, es desacreditar el movimiento de protesta e intimidar a sus participantes. El objetivo general es transformar la contra cumbre en un ritual de disidencia, que sirve para defender los intereses de la cumbre oficial y el gobierno anfitrión. Esta lógica ha prevalecido en numerosas cumbres desde la década de 1990. En la Cumbre de 2001 de la ciudad de Quebec, el financiamiento por parte del gobierno federal de Canadá a las ONG y los sindicatos se concedió bajo ciertas condiciones. Un gran segmento del movimiento de protesta fue de hecho excluido de la Cumbre de los Pueblos. A su vez, los organizadores acordaron con las autoridades provinciales y federales que la marcha de protesta se dirigiría a un lugar remoto, unos 10 km fuera de la ciudad, en lugar de hacia el área del centro histórico donde los oficiales de la cumbre del ALCA se encontraban en un perímetro fuertemente custodiado por matones de los servicios privados de seguridad. Estos servicios de seguridad fueron pagados con dineros de los contribuyentes. “En lugar de marchar hacia el vallado del perímetro y la Cumbre de las reuniones de las Américas, organizadores de la marcha eligieron una ruta para marchar desde la Cumbre de los Pueblos a través de zonas residenciales en gran parte vacías y hacia el estacionamiento de un estadio en una zona libre a varios kilómetros de distancia. Henri Massé, el presidente de la Federación des travailleurs et travailleuses du Québec (FTQ), explicó: “Lamento que estamos tan lejos del centro de la ciudad …. Pero era una cuestión de seguridad.

Los líderes de las ONG versus sus Compatriotas

El establecimiento del Foro Social Mundial (FSM) en 2001 fue, sin duda, un hito histórico, que reunió a decenas de miles de activistas comprometidos. Era un lugar importante que permitió el intercambio de ideas y el establecimiento de lazos de solidaridad. Lo que está en juego es el papel ambivalente de los líderes de las organizaciones progresistas. Su íntima relación con los círculos internos de poder, el financiamiento por parte de empresas y el gobierno, los organismos de ayuda, el Banco Mundial, etc, socava sus relaciones y responsabilidades para con sus bases. El objetivo de la “disidencia fabricada” es precisamente eso: mantener a los líderes a distancia de sus bases como un medio eficaz para silenciar y debilitar las acciones populares. La mayoría de las organizaciones de base que participan en el Foro Social Mundial, incluyendo campesinos, trabajadores y organizaciones estudiantiles, firmemente comprometidas con la lucha contra el neoliberalismo no estaban conscientes de la relación del Consejo Internacional del FSM al financiamiento corporativo, negociado a sus espaldas por un puñado de líderes de ONG’s vinculadas a oficiales y agencias privadas de financiamiento. El financiamiento de las organizaciones progresistas no es incondicional. Su objetivo es “pacificar” y manipular el movimiento de protesta. Condiciones precisas son establecidas por los organismos de financiamiento. Si no se cumplen, los desembolsos son descontinuados. El FSM se define como “un espacio abierto de encuentro para la reflexión, el debate democrático de ideas, formulación de propuestas, el libre intercambio de experiencias y la interconexión de acciones eficaces por parte de grupos y movimientos de la sociedad civil que se oponen al neoliberalismo y a la dominación del mundo por el capitalismo corporativo y cualquier forma de imperialismo, y estamos comprometidos a construir una sociedad centrada en la persona humana “. (Véase el Foro Social Mundial, consultado el 2010).

El FSM es un mosaico de iniciativas individuales que no amenazan directamente o desafían la legitimidad del capitalismo global y sus instituciones. Se reúne anualmente. Se caracteriza por una multitud de sesiones y talleres. En este sentido, una de las características del FSM era mantener el modelo “hágalo usted mismo”, típico de los donantes que financian Cumbres del G-7 contra del Pueblo desde la década de 1990. Esta estructura aparentemente desorganizada se presentó y se usa deliberadamente. Al tiempo que favorece el debate sobre una serie de temas, el marco del FSM no es propicio para la articulación de una plataforma coherente común y un plan de acción dirigido a acabar con el capitalismo global. Por otra parte, la guerra iniciada por los EE.UU. en el Oriente Medio y Asia Central, que estalló pocos meses después de la inauguración de la sede del FSM en Porto Alegre en enero de 2001, no ha sido un tema central en las discusiones del foro. Lo que prevalece es una red extensa y compleja de organizaciones. Las organizaciones de base en los países en desarrollo no son conscientes de que sus ONG’s asociadas en los Estados Unidos o la Unión Europea, que les proporcionan apoyo financiero, son financiadas por grandes fundaciones. El dinero establece restricciones en las acciones de esos movimientos populares. Muchos de estos líderes de ONG’s son personas comprometidas y bien intencionadas que actúan dentro de un marco que establece los límites de la disidencia. Los líderes de estos movimientos son a menudo co-optados, sin siquiera darse cuenta de que, como resultado del financiamiento de las empresas ellos quedan con las manos atadas.

Globalismo financia el movimiento anti-capitalista: una relación absurda y contradictoria

“Otro mundo es posible”, pero no puede ser alcanzado de manera significativa en el marco del presente acuerdo. Una reorganización del Foro Social Mundial, de su estructura organizativa, sus mecanismos de financiación y el liderazgo es necesario. No puede haber ningún movimiento de masas que tenga sentido cuando la disidencia es generosamente financiada por los mismos intereses corporativos que tienen como objetivo limitar y eliminar el movimiento de protesta. En las palabras de McGeorge Bundy, presidente de la Fundación Ford (1966-1979), “Todo lo que la Fundación Ford hace se podría considerar como mecanismos para hacer el mundo seguro para el capitalismo corporativo”.

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Medicinas Psiquiátricas: Un Descubrimiento Sorprendente

Por Shane Ellison
Master en Ciéncias
Traducción: Luis R. Miranda

Hago preguntas con la intención de acortar las conversaciones. Evito el contacto visual con extraños por miedo (tal vez es la ansiedad) por aprender mucho de ellos. En secreto, creo que Metallica estaría haciendo mejor música si usaran drogas y alcohol, en lugar de “terapia.” Estoy tratando de dominar la Ley de la no atracción para protegerme del “trabajo real, “casas pequeñas y coches viejos. Y, estoy dando constantemente consejo sólo para darmelos a mi mismo.

Pueden los medicamentos Psiquiatricos ayudarme?

Tal vez estas preguntas son las que me motivaron a seguir una carrera como químico y a hacer diseño de fármacos, ganando varios premios por mi trabajo. No hay nada que me entusiasme más que las drogas y cómo afectan al cuerpo (excepto los abdominales de mi esposa). He estudiado su anatomía molecular, arriesgo mi vida para mezclar y combinar productos químicos explosivos en un matraz de fondo redondo, e incluso vendí mi alma a las grandes empresas farmacéuticas a cambio de un laboratorio químico y una capucha.

Durante este tiempo, he hecho algunos descubrimientos sorprendentes sobre medicamentos psiquiátricos, que incluyen antidepresivos, antipsicóticos, estimulantes y drogas contra la ansiedad. Entender lo que he aprendido lo protegerá de la inundación de efectos secundarios que ahora se están descubriendo a velocidades vertiginosas, por cortesía de la gran cantidad de pacientes que los toman en nombre de la salud mental.

Su propio infierno

Los antidepresivos aumentan la “capacidad” de enfrentar momentos difíciles al modificar los niveles de la molécula conocida como serotonina en el cerebro. Se supone que nos ayuda a encontrar la felicidad cuando estamos cubiertos por una avalancha de maldad. Pero, nunca ha sido probado. Sin embargo, los medicamentos intentan aumentar los niveles de serotonina al “selectivamente” detener la recaptación de entre las células cerebrales. Aquí es de donde la sigla ISRS fue implementada – “inhibidor selectivo de recaptación de serotonina.” Es un nombre innovativo, pero una idea estúpida. Nada es selectivo en el cuerpo.

Al tratar de bloquear la recaptación de la serotonina, los antidepresivos también pueden impedir su liberación y la de otro compuesto del cerebro conocido como dopamina. Las áreas del cerebro responsables de la liberación y recaptación de estos neurotransmisores son tan similares (después de todo, trabajan en la misma molécula) que un medicamento antidepresivo no es lo suficientemente inteligente como para entender como funcionan. Así que hace lo que cualquier tonto medicamento haría, bloquea los dos. Es por eso que los usuarios suelen llevar una mirada vidriosa en sus ojos. Completamente bajo el hechizo psiquiátrico, con la mirada perdida.

Profunda tristeza, miedo, ira y agresión pueden aparecer con el tiempo. Al eliminar la serotonina y la dopamina del cerebro, los usuarios de antidepresivos a largo plazo no pueden encontrar o sentir la felicidad. En su lugar, pueden quedar enterrados en una avalancha de maldad. Y si usted no puede encontrar o sentir la felicidad en la vida, ¿qué sentido tiene? ¿Qué le va detener de romperse su propio cuello o asesinar a tiros a sus compañeros de clase? No mucho, cuando se vive en un infierno antidepresivo.

Piensa que todo esto es opinión?

Según la FDA, los antidepresivos pueden causar pensamientos suicidas y comportamiento, empeoramiento de la depresión, ansiedad, ataques de pánico, insomnia, irritabilidad, hostilidad, impulsividad, agresividad, episodios psicóticos y violencia. Algunos incluso causan la ideación homicida de acuerdo con los fabricantes. Muchos usuarios de antidepresivos a largo plazo dicen que ya no se sienten normales -son zombies entumecidos.

Pero los efectos secundarios de estos fármacos no se limitan al secuestro de sus sentimientos y estado emocional, provocando estados violentos y psicóticos. Los efectos físicos secundarios ocurren demasiado e incluyen sangrado anormal, defectos de nacimiento, ataque al corazón, convulsiones y muerte súbita. Más de ciento setenta advertencias reguladoras de medicamentos y estudios han sido emitidos en los antidepresivos, para hacer sonar la alarma sobre estos efectos secundarios.

Para Uso Exclusivo del Elefante

Los psiquiatras prescriben medicamentos antipsicóticos como Zyprexa y Seroquel, para cualquier cosa; desde la esquizofrenia, trastorno bipolar, trastorno delirante, depresión psicótica, autismo o cualquier otra cosa que pueda imaginar, incluso de “trastorno generalizado del desarrollo,” que es perfecto para aumentar las ventas porque está dirigida a los niños que sufren de irritabilidad, agresividad y agitación. Es una pena porque estos medicamentos no sirven para nada, solo para sedantes elefantes furiosos, no curar la enfermedad psiquiátrica.

Según un estudio publicado en Psychological Medicine, los fármacos antipsicóticos causan la reducción del cerebro -el volumen de la masa cerebral. Originalmente diseñado para quienes son considerados “esquizofrénicos”, las compañías farmacéuticas crearon una campaña de marketing brillante para vender estos medicamentos a un mayor número de usuários de antidepresivos en el mercado. Usted probablemente ha visto los anuncios, si su “medicación de la depresión” no está funcionando, entonces no culpe al medicamento, pues usted tiene un trastorno bipolar! ”

Una vez ingeridos, los antipsicóticos navegan a través del torrente sanguíneo, donde son transportados al cerebro. Al igual que un derrame de petróleo gigante, los antipsicóticos cubren el cerebro en una mancha de medicamentos, donde se bloquea la transmisión de las ondas cerebrales. El usuario queda sin actividad cerebral normal. La motivación, la unidad y los sentimientos de recompensa son exterminados. Si la psiquiatría considera esto un tratamiento, ellos son los locos.

Si alguna vez has visto a alguien que ha sufrido del “derrame” cortesía de seguir las órdenes del médico, no puede equivocarse al detectar uno de los efectos secundarios más comunes. Se llama Acatisia. Movimientos involuntarios, tics, espasmos en la cara y el cuerpo entero puede llegar a ser los efectos secundarios permanentes para los usuarios de antipsicóticos.

Los antipsicóticos también causan obesidad, diabetes, problemas cerebrovasculares, eventos cardíacos, problemas respiratorios, pensamiento delirante y psicosis. Los reguladores de medicamentos en EE.UU., Canadá, Reino Unido, Irlanda, Australia, Nueva Zelanda y África del Sur advierten que también pueden conducir a la muerte. No me sorprendería que los psiquiatras consideran esta una cura…

Use esto para saltar el Gran Cañón

Si usted va a intentar saltar sobre el Gran Cañón en su moto, o andar deslizarse por las faldas del Monte Kilimanjaro, los estimulantes son muy buenos. Ellos inundan el cerebro con dopamina y desencadenan una oleada de adrenalina inhumana, responsable de hacer que creamos que la vida es grandiosa, a pesar de la muerte eminente al intentar estas proezas. Fuera de eso, o eres un monstruo de la velocidad, un estudiante universitario tratando de aprender todo un semestre de Biología en 4 horas, o un niño de quinto grado “, siguiendo las órdenes del médico.”

Los mejores estimulantes que se recetan hoy en día no son más que una mezcla de anfetaminas empaquetados con nombres comerciales como Adderall, Dexedrine y Ritalin. Matones callejeros que los venden como metanfetamina, la cocaína del pobre, cristal, hielo, cristal y velocidad. No es de extrañar que los niños abusan de Ritalin, Adderall y estos medicamentos más que de drogas de la calle, pues son más baratos de obtener y son “legales”, por lo tanto, son llamados la cocaína para niños.

Incluso la DEA de los EE.UU. clasifica Ritalin en la Lista ll, lo que significa que tiene un alto potencial de abuso, igual que la cocaína y la morfina. Todos ellos tienen los mismos efectos independientemente de cómo se llamen: la sobrecarga en le sistema nervioso central conduce a ataques al corazón y / o insuficiencia cardíaca. Y los niños están cayendo más rápido que los adictos a Metanfetamina en las calles.

No estoy exagerando.

Once agencias de reglamentación internacional de las drogas y nuestra propia FDA ha emitido advertencias de que los estimulantes como el Ritalin causan adicción, depresión, insomnio, dependencia de drogas, manías, psicosis, problemas cardíacos, problemas cerebrovascular y muerte súbita.

Quémese el cerébro con medicamentos contra la ansiedad

Si aún no eres lo suficientemente hombre para una droga que podría sedar a un elefante, como los antipsicóticos, los psiquiatras te prescribirán medicamentos contra la ansiedad, sobre todo las benzodiacepinas. La elección entre los dos es similar a decidir si te quieres golpear la cabeza con un bate de aluminio o una de madera. Los medicamentos contra la ansiedad serían el bate de madera.

Descubiertos en los laboratorios de química de Hoffman La Roche en 1955, medicamentos contra la ansiedad tienen como objetivo activar los receptores del sueño en el cerebro, sólo un poco. Así, en vez de estar lleno de ansiedad, se le pone a dormir. Se trata de un “tratamiento” que los psiquiatras han estado “practicando” durante décadas. Pero, todavía no ha funcionado, porque drogar sus problemas es más peligroso que la ansiedad. El uso de medicamentos contra la ansiedad se acompaña de una serie de desagradables efectos secundarios tales como convulsiones, agresión y la violencia una vez que la droga desaparece. Alucinaciones, delirios, confusión, comportamiento anormal, hostilidad, agitación, irritabilidad, depresión y pensamientos suicidas son todos los resultados posibles de acuerdo con documentos que las grandes empresas farmacéuticas habían custodiado investigación fuertemente hasta hace poco tiempo.

Al dejar de usarlas, las drogas podrían ser más difíciles de abandonar que cuando se trata de dejar la heroína. Algunos han calificado la reacción a algo similar a tirar cientos de anzuelos de pescar de su piel, sin anestesia. Si usted duda de su naturaleza adictiva, vaya a Google y escriba los nombres de algunas de las drogas principales para “tratar” la ansiedad como Xanax y Klonopin y esto es lo que encontrará:

“Abstinencia Klonopin” 1.860.000 resultados
“Abstinencia Xanax” 1.980.000 resultados
La exposición de Psiquiatría: Cómo obtener la verdad

En resúmen, los efectos secundarios de medicamentos psiquiátricos se extienden incontrolablemente. Y la mayoría se ocultan de los pacientes y médicos por igual. Afortunadamente, la Tercera Comisión de Derechos Humanos ha resuelto este problema con una base de datos de última generación que permite a la gente buscar la lista de reacciones adversas de los informes enviados a la FDA sobre los medicamentos psiquiátricos. También proporciona advertencias internacionales de reglamentación farmacéutica y estudios publicados sobre los efectos secundarios de los fármacos.

Entonces, ¿la psiquiatría me puede ayudar? No. Y eso es sorprendente debido a que los medicamentos psiquiátricos son algunos de los medicamentos de mayor venta, a punto de sellar las esperanzas y los sueños de millones. Independientemente del estado mental en el que yo pueda estar (o cualquier otra persona ), no hay un solo medicamento que cure, trate o resuelva los problemas de la salud mental.

Mientras que las personas pueden sufrir miserablemente de presión emocional o mental que puede afectar su estilo de vida, la pseudo-ciencia de la psiquiatría aún tiene que resolver todos estos problemas, pues por ahora de hecho sólo contribuye a la mala salud como se ha visto con la amplia gama de efectos secundarios. Las campañas de marketing y escritos fantasmas en revistas médicas están diseñados para ocultar estos hechos. Pero la base de datos sobre los efectos secundarios de los medicamentos psiquiátricos cortesía de CCHR asegura que todos los pacientes tengan acceso a la verdad, a los hechos documentados, lo que podría salvar su vida o la de un ser querido.