Edificios Ecológicos são perigosos, diz Instituto de Medicina

Tradução de Luis R. Miranda

Fox News
08 de junho de 2011

Edifícios conhecidos como “ecológicos” podem ser realmente prejudiciais à sua saúde. Esse é um dos muitos avisos de um novo relatório do Institute of Medicine, que avaliou o impacto potencial da mudança de clima em ambientes fechados.

O relatório adverte que as mudanças climática podem afetar adversamente a qualidade do ar interior de várias maneiras. Mas os cientistas responsáveis ​​pelo estudo advertem que os proprietários e as empresas também podem agravar o problema através da implementação de melhorias da eficiência energética cujos riscos para a saúde não foram testados.

“Mesmo com as melhores intenções, podem surgir problemas como o impacto da saúde no interior do ambiente porque não tem sido suficientemente analisado para determinar seus efeitos sobre a segurança do ocupante e da sua saúde”, disse o relatório.

Para poupar custos e reduzir as emissões, proprietários de imóveis costumam achar formas de vedar vazamentos e economizar energia. O ponto é que os edifícios não são apenas “aclimatados”, mas também mudam o ambiente interior.

Ao tornar os edifícios mais herméticos, os proprietários de imóveis podem aumentar “as concentrações de poluentes e umidade do ar”, disse o relatório. Adicionar isolamento ao ambiente pode provocar problemas de humidade. Para fazer melhorias nas casas mais antigas, os equipamentos pode emitir materiais perigosos que vão desde amianto até químicos nas colas que são prejudiciais – embora este problema não é exclusivo das melhorias para o uso mais eficiente da energia.

O relatório não pediu que os proprietários e as empresas parem de fazer melhorias de eficiência energética. Por outro lado, defendeu uma abordagem mais abrangente, exortando as organizações para controlar os efeitos colaterais de várias melhorias e minimizar os “riscos inesperados para a saúde” que podem surgir de novos materiais e técnicas de resfriamento.

Edificios Ecológicos son Peligrosos, dice Instituto de Medicina

Traducción Luis R. Miranda

Fox News
08 de junio 2011

Los edificios comúnmente conocida como “verdes” en realidad pueden ser perjudicial para su salud.
Esa es una de las muchas advertencias de un nuevo informe del Instituto de Medicina, que evaluó el impacto potencial del cambio climático en los ambientes interiores.

El informe advierte que el cambio climático puede negativamente afectar la calidad del aire interior de varias maneras. Pero los científicos detrás del estudio advierten que los propietários y las empresas también podrían empeorar el problema mediante la aplicación de mejoras de eficiencia energética cuyos riesgos a la salud no han sido probados.

“Incluso con las mejores intenciones, podrían surgir problemas de salud ambiental en interiores pues el impacto no ha sido suficientemente analizado para determinar sus efectos sobre la seguridad de los ocupantes y su salud”, dijo el informe.

Para ahorrar costos y reducir las emisiones, los propietarios de edificios suelen encontrar la manera de sellar posibles fugas y ahorrar energía. El asunto es que los edifícios no solo son “aclimatados”, sino que también cambian el ambiente interior.

Al hacer edificios más herméticos, los propietarios de edificios podrían aumentar “las concentraciones de contaminantes del aire interior y la humedad del aire interior”, dijo el informe. Mediante la adición de aislamiento, los ambientes pueden desencadenar problemas de humedad. Al hacer mejoras en las casas más viejas, los equipos podrían emitir materiales peligrosos que van desde el amianto hasta gomas con químicos nocivos – aunque este problema no es exclusivo de las mejoras para usar energía más eficientemente.

El informe no disuadió a los propietarios de viviendas y las empresas de hacer las mejoras de eficiencia energética. Por el contrario, abogó por un enfoque más global, instando a las organizaciones para realizar un seguimiento de los efectos secundarios de varias mejoras y minimizar los “riesgos inesperados y riesgos para la salud” que pueden surgir de nuevos materiales y técnicas de climatización.