Revista Scientific American: Matem mais Bebês para salvar a Terra

Versão em Português
Marilia Muller

Após o vazamento de um projeto das Nações Unidas que delineou o plano para substituir a propaganda do medo sobre o aquecimento global com a ameaça da superpopulação, um artigo da revista Scientific American aborda este mesmo tópico, forçando a noção de que programas de aborto em massa e controle de natalidade precisam ser encorajados a fim de reduzir a quantidade de seres humanos exalando dióxido de carbono no planeta.

“Em última análise, planejamento familiar por si só – como o uso de preservativos- em algumas partes do mundo com populações em crescimento, incluindo os EUA, poderia conter, de uma maneira significativa, o crescimento populacional”, escreve David Biello.

Para sustentar sua argumentação, Biello menciona um artigo escrito por Paul Ehrlich, um eugenista desacreditado que, certa vez, declarou que “todos vão desaparecer em uma nuvem de vapor azul.”

Ehrlich, que escreveu Ecoscience com John P. Holdren, o livro onde os autores defendem a colocação de drogas no abastecimento de água para esterilizar pessoas e abortos forçados, é famoso por suas previsões imprecisas e espetaculares sobre como a superpopulação iria destruir o meio ambiente.

O artigo citado por Biello defende uma campanha de relações públicas dirigidas às mulheres para incentivá-las a praticar o aborto com a finalidade de reduzir a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera. Em outras palavras, mais bebês precisam ser mortos para evitar que eles exalem CO2. Coincidentemente, a edição da revista na qual o artigo está impresso apresenta um conjunto de crânios humanos na capa.

A verdade por trás dos temores sobre superpopulação é a redução do nível de vida global, fazendo com que o terceiro mundo nunca se torne economicamente próspero e, ao mesmo tempo, destruindo a classe média das nações ocidentais.

O objetivo das instituições globalistas é “limitar e reorientar as aspirações por uma vida melhor das classes médias em todo o mundo”, em outras palavras, reduzir o padrão de vida das classes médias na Europa Ocidental e América.

Similarmente, em seu artigo, Biello denuncia que “pessoas mais ricas” levariam a um aumento no consumo, mais uma vez revelando o fervor eugenista com que os ambientalistas querem impedir o terceiro mundo de sair da pobreza e da fome.

Na realidade, sempre que um país se desenvolve e se torna mais próspero, a população cai naturalmente, reforçando o fato de que os ambientalistas não se importam com a ameaça representada pela superpopulação, mas, sim, com o que representaria para a elite a existência de uma classe média forte.

Controles ambientais que impedem o desenvolvimento das nações do terceiro mundo e promovem fome, superpopulação e miséria, que é exatamente o que as elites querem que aconteça.

Os avisos sobre a ameaça representada pela superpopulação são fundamentalmente falhos. Na realidade, subpopulação será visto como o maior perigo para a prosperidade humana na segunda metade do século 21.

Dados da ONU indicam, claramente, que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050. O jornal The Economist publicou que “fertilidade está caindo e as famílias estão encolhendo em alguns lugares como o Brasil, a Indonésia e até mesmo em partes da Índia (lugares onde as pessoas pensam estarem repletos de crianças). A taxa de fertilidade da metade do mundo está agora em 2,1 ou menos -o número mágico que é consistente com uma população estável e é normalmente chamado de “taxa de reposição da fertilidade”-. Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa de fertilidade do mundo vai cair abaixo da taxa de substituição global. ”

A contagem de esperma global caiu um terço desde 1989 e pela metade nos últimos 50 anos. Este declínio está acelerarando enquanto casais encontram mais dificuldades para terem filhos. Em estudos com homens brancos europeus, a taxa de declínio de esperma é 50 por cento nos últimos 30 anos. Na Itália, isso equivale a uma redução da população em 22 por cento até 2050. A redução da população já está ocorrendo entre os habitantes nativos em muitas áreas da Europa e América.

O processo de redução da população global poderia naturalmente ocorrer aliviando a pobreza do terceiro mundo e elevando o nível de vida das pessoas em todo o mundo. Ao invés disso, globalistas querem atingir este objetico promovendo envenenamento em massa de nossos alimentos e da água.

Além disso, os governos já estão desenvolvendo bombas de nêutron que destroem humanos, mas não os edifícios, “para a limpeza étnica extrema em um mundo cada vez mais populoso”, segundo um relatório de 2007 do Ministério da Defesa Britânico , que previu que o uso de tais bombas poderia levar à aplicação de “força letal sem intervenção humana, elevando questões éticas e legais”.

Como os vídeos abaixo demonstram, a superpopulação é um mito. Globalistas e eugenistas deturparam estatísticas populacionais ao longo de décadas, a fim de justificar a sua agenda para acabar com grande parte da população. Se essa agenda genocida continuar, a humanidade vai seguir o caminho do Brontossauro. Leia aqui, a ciência por trás da questão da população do planeta.

Hay que Matar Bebes para Salvar el Planeta

Por Paul Joseph Watson
Versión Español Luis R. Miranda

Tras ser revelado un plan de las Naciones Unidas que describe como reemplazar alarmismo sobre el calentamiento global con la amenaza de la sobrepoblación, un informe de la revista Scientific American imita exactamente el punto del que habla este informe, empujando la idea de que los programas de aborto en masa y control de la natalidad deben ser alentados a fin de reducir la cantidad de seres humanos en el planeta quienes exhalan dióxido de carbono.

“En última instancia, la planificación familiar sola – como el uso de condones y otros servicios de salud reproductiva – en algunas partes del mundo con crecimiento de la población, incluidos los EE.UU., podría frenar el crecimiento de la población de manera significativa, este análisis encuentra”, escribe David Biello.

Para respaldar su argumento, Biello enlaza a un artículo completamente desacreditado del eugenista Paul Ehrlich, quien una vez afirmó que “todo el mundo iba a desaparecer en una nube de vapor de agua azul.”

Ehrlich, quien co-escribió el libro Ecoscience con El ahora Czar Ambiental de la Casa Blanca, John P. Holdren, aboga por poner drogas en el suministro de agua para esterilizar a las personas, forzar abortos, y establecer una dictadura tiránica eco-fascista dirigida por un “régimen planetario”.  Ehrlich es famoso por sus predicciones inexactas sobre cómo la sobrepoblación destruiría el medio ambiente.

El artículo citado por Biello aboga por una campaña masiva de relaciones públicas dirigidas a las mujeres para animarlas a tener abortos con el fin de reducir la cantidad de gases de efecto invernadero en la atmósfera. En otras palabras, más bebés deben ser sacrificados para evitar la exhalación de CO2. Coincidentemente, la portada de la revista Scientific American en la que aparece el artículo, presenta un conjunto de cráneos humanos como ilustración.

Como se reveló en un informe el mes pasado, la agenda verdadera detrás de avivar las mentiras  y temores acerca de la sobrepoblación es reducir los niveles de vida a nivel mundial, impidiendo que el tercer mundo nunca llegue a ser económicamente próspero, a la vez que evisceran las clases medias de las naciones occidentales.

Un plan de la ONU habla de su proyecto para revitalizar el movimiento hacia un gobierno mundial y esboza un plan para relacionar el calentamiento global con la “sobrepoblación” como una forma de desmantelar las clases medias a través de la “redistribución de la riqueza” y el aumento de la inmigración.  Esto daría un nuevo impulso a la búsqueda de un gobierno mundial.

El objetivo de las instituciones globalistas es de “limitar y reorientar las aspiraciones de una vida mejor de la creciente clase media en todo el mundo”, es decir, reducir el nivel de vida de las clases medias en el oeste de Europa y América.

Del mismo modo, en su informe, Biello condena la posibilidad de que “un número mayor de personas con poder adquisitivo superior” de lugar a un mayor consumo, una vez más, revelando el fervor eugenista que los ambientalistas que abrazan en forma deliberada la Idea de prevenir que el   tercer mundo salga de la pobreza y el hambre.

En realidad, cada vez que un país puede desarrollarse y ser más próspero, las cifras de población caen de forma natural, lo que subraya el hecho de que a los ecologistas no les importa realmente la amenaza que representa la sobrepoblación, su principal preocupación es la amenaza que representa a la élite una clase media fuerte a nivel mundial.

Los controles ambientales que impiden que las naciones del tercer mundo desarrollen su  infraestructura son los que están impulsando la sobrepoblación, el hambre y la miseria, que es precisamente lo que los elitistas quieren que siga existiendo.

Las advertencias sobre la amenaza que representa la sobrepoblación son fundamentalmente defectuosas. En realidad, la despoblación será vista como el mayor peligro para la prosperidad humana en la segunda mitad del siglo 21.

Las propias cifras de la ONU indican claramente que la población se estabilizará en 2020 y luego caerá dramáticamente después de 2050. Como The Economist informó: “La fertilidad está cayendo y las familias se están reduciendo en lugares-como Brasil, Indonesia, e incluso partes de la India-donde la gente piensa que la fertilidad es mayor. Como nuestra información muestra, la tasa de fecundidad media del planeta ahora es 2.1 o menos, lo cual es el número consistente con una población estable que se suele denominar como “la tasa de reposición de la fertilidad”. En algún momento entre 2020 y 2050 la tasa mundial de fecundidad quedará por debajo de la tasa de sustitución global “.

Por supuesto, la agenda globalista para reducir la población mundial hasta en un 80% en el nombre de salvar el medio ambiente, una cifra alcanzable sólo a través de medidas draconianas y genocidas, no tiene nada que ver con el medio ambiente y todo lo relacionado con controlar a los ciudadanos para que puedan ser más fácilmente manipulados en un sistema de neo feudalismo.

El plan eco-fascista de Holdren y Ehrlich para esterilizar a las personas a través del suministro de agua ya está en vigencia.  La fertilidad masculina se ha reducido exponencialmente a través del uso productos químicos que contaminan nuestros ríos y lagos, mientras que antiandrógenos que se rocían en nuestros alimentos en forma de pesticidas feminizan a la población masculina.

La cuenta global de esperma ha bajado en un tercio desde 1989 y a la mitad en los últimos 50 años. La tasa de disminución se acelera a medida que más y más parejas con dificultades para tener hijos. En los estudios de los hombres blancos europeos, la tasa de disminución es hasta un 50 por ciento en los últimos 30 años. En Italia, esto equivale a una reducción de la población nativa de un 22 por ciento para 2050. La reducción de la población ya está ocurriendo entre los residentes nativos en muchas zonas de Europa y América.

El orden del día para reducir la población mundial, un proceso que, naturalmente, se podría lograr mediante la mitigación de la pobreza del tercer mundo y la elevación del nivel de vida de las personas en todo el mundo, es en lugar logrado con el envenenamiento masivo intencional de los alimentos y los suministros de agua.

Además, los gobiernos ya están desarrollando bombas de neutrones que destruyen los seres humanos, no los edificios, “la limpieza étnica extrema en un mundo cada vez más poblado”, según el Informe de Ministerio Británico de Defensa de 2007, que predijo que su uso podría conducir a la aplicación “de fuerza letal sin intervención humana, elevando consecuentes problemas jurídicos y éticos. ”

En los siguientes videos se muestra como la sobrepoblación es un mito. Los globalistas y sus secuaces eugenistas han tergiversado las estadísticas de población durante décadas para justificar su agenda para acabar con gran parte de la población. Si esta agenda genocida sigue, la humanidad seguirá el camino del Brontosaurio. Lea aquí la ciencia detrás de la cuestión de la población en el planeta.

1010 Global: Niños Asesinados por No Reducir Su Huella de Carbono

Paul Joseph Watson

Un nuevo comercial sobre el cambio climático publicado por una “destacada” organización mundial, 1010 Global, que lucha contra el “calentamiento global” muestra como niños en su sala de clases son asesinados por no reducir su huella de carbono.  Los niños, ecépticos del calentamiento global antropogénico, son grotescamente volados en mil pedazos con las tripas y la sangre salpicando por todas partes, un recordatorio alarmante del hecho de que la agenda ambiental no es más que un velo de una religión repugnante de muerte, y que el movimiento con vehemencia cada vez más desacreditado está desesperado por hacer del calentamiento global un instrumento para avanzar su agenda.  Aquellos que no concuerden, dice el video, no tienen porque sentirse presionados.  Simplemente son asesinados.

Bajo el título “No hay presión”, el clip comienza mostrando un profesor  lavándole el cerebro a los niños sobre las emisiones de CO2, antes de volarle la cabeza a dos niños que no están de acuerdo y se niegan a reducir su “huella de carbono”.

El video sigue en el mismo orden de ideas, como los escépticos del calentamiento son liquidados y sus cuerpos horriblemente destrozados por tener la osadía de sostener un punto de vista diferente, en escenas que no estarían fuera de lugar en una película de terror que le revuelve el estómago a cualquiera.

Vea el clip a continuación

Aturdida por la reacción masiva que el video ha generado en tan sólo las primeras horas de su lanzamiento, la organización detrás de la maniobra, 10:10 Global, (mándeles un e-mail a hello@1010uk.org) retiró el clip de su propio sitio web. “Lo siento, este vídeo está fuera de servicio por ahora. Más información muy pronto “, reza el texto en la página en la que el vídeo antes parecía.

Este video representa uno de los últimos arrestos del moribundo movimiento ambientalista volcado a mantener vivo el asunto del calentamiento global antropogénico. El nivel absoluto de desesperación, el vitriolo y la idiotez que figuran en el clip de cuatro minutos es indicativo de un grupo ideológico que está perdiendo el debate científico y por lo tanto son obligados a recurrir a la propaganda burda y vil, en un intento de empujar su mensaje desacreditado por las narices de la gente.

“¿Qué estaban pensando? No estaban, porque esto va a tener un efecto exactamente contrario al que tenían en mente. No tengo palabras para describir mi disgusto con el vídeo “, escribió el prominente ecéptico del cambio climático Anthony Watts.

“Este es el discurso del odio, puro y simple. Legitima casi cualquier acción en contra o la caracterización de los que no están de acuerdo con la versión más histérica de catastrófica y cataclísmica del clima.  “disparen a todos y dejen que Dios se encargue de ellos”, escribe Thomas Fuller.

El uso de niños de diez años de edad, como actores y víctimas es un toque particularmente ingenioso.

Cuando DDB creó un anuncio que muestra WWF estrellándose contra el World Trade Center para pedir apoyo para el activismo verde, era grotesco, de mal gusto y un insulto a todos los que sufrieron pérdidas el 11 de septiembre de 2001. Hubiera sido imposible imaginar una más cruda, llamada al activismo verde.

Hasta ahora.

Para cualquiera que se pregunta por qué los escépticos no confían en los comunicados presentadas por sus equipo, deberían  preguntarse hasta qué punto cualquier signo de razón podría estar contaminado por el hedor de basura como esta.

El Físico Checo Luboš Motl va aún más lejos en su condena del clip, la descarga en la actríz de X-files Gillian Anderson, que proporcionó la voz en off del vídeo. “Es ella realmente una aberración nazi como aparece?”, Motl pregunta.

El movimiento 1010 escogió promover abiertamente el genocidio. No es simplemente la promoción …. Lo están planeando. Son realmente la planificación de formas de como reducir las emisiones globales de CO2 en un 10% al año. Y, en efecto, el genocidio similar al que presentan en el video es la única manera plausible como eso se puede lograr.

La CIA, el FBI, y otros deberían ir tras el cuello de la escoria inhumana responsable del movimiento 10:10 y aquellos que los protegen. Estas personas son una amenaza real no sólo para nuestro bienestar, sino para nuestra salud y vida.

“James Lee se suicidó demasiado pronto; seguramente habría estado encantado por esta película”, añade Motl, refiriéndose al hombre armado que entró en un edificio de Discovery Channel con explosivos y tomó rehenes en una protesta contra la falta de atención sobre el calentamiento global antes de ser asesinado por la policía.

Al igual que los personajes en el video, Lee expresó su inclinación por matar a los bebés y los niños en una carta publicada en Internet antes de sus acciones.

La visión enferma y retorcida del movimiento 10:10 de asesinar a los escépticos del calentamiento global antropogénico y de hecho cualquier persona que se niegue a adoptar su sistema de creencia es compartida por la inmensa mayoría de prominentes alarmistas del cambio climático.

Como se ha documentado exhaustivamente, el movimiento del calentamiento global no es más que una fachada para la religión de la muerte – neo-eugenesia – y la agenda para imponer  medidas draconianas de control de la población y el fascismo ecológico en nombre de salvar al planeta.

Los líderes de este nuevo culto incluyen personas como el guru ambientalista finlandés Pentti Linkola, que ha pedido que quienes nieguen el cambio climático sean “reeducados” en campos de concentración ecológicos y que la gran mayoría de los seres humanos se mantengan el resto de sus vidas esclavizados y controlados por una Policía Ambientalista liderada por el Estado.  El además sugiere que las personas sean esterilizadas a la fuerza, que sus coches sean confiscados y que se restrinjan los viajes a todos, excepto a los  miembros de la élite.

Linkola fervientemente disfrutaría usar el botón rojo que muestra el anuncio del movimiento 1010 para liquidar los escépticos, ya que dijo una vez que una nueva guerra mundial sería “una ocasión feliz para el planeta”, ya que acabaría con decenas de millones de personas.

Como hemos documentado, aunque no va tan lejos como Linkola, el movimiento eco-fascista está atrayendo a defensores prominentes, incluyendo a James Lovelock, el creador de la hipótesis Gaia. Lovelock declaró a The Guardian a principios de este año que “la democracia debe ser suspendida” para combatir el calentamiento global y que “algunas personas con autoridad” deberían controlar el planeta.

Este sentimiento fue compartido por el autor y ambientalista Keith Farnish, quien en un libro reciente llamó a que se cometan actos de sabotaje y terrorismo ambiental como destruir represas y la demolición de las ciudades con el fin de devolver el planeta a la era agraria. Otro prominente alarmista de la NASA y del calentamiento global aliado de Al Gore, el Dr. James Hansen aprobó el libro de Farnish.

Otra figura destacada en el debate sobre el cambio climático que ejemplifica el sistema de creencias violento y obsesionado por la muerte del movimiento es el Dr. Eric R. Pianka, un biólogo estadounidense que trabaja en la Universidad de Texas en Austin. Durante un discurso ante la Academia de Ciencias de Texas en marzo de 2006 Pianka defendió la necesidad de exterminar a un 90% de la población mundial a través de los virus de ébola en el aire. La reacción ante el discurso presenciado por profesores y científicos no fue una de shock o repulsión; sino que se pusieron de pie y aplaudieron a Pianka por sus ideas de genocidio en masa.

El actual zar de la ciencia de la Casa Blanca, John P. Holdren también defiende las prácticas más obscenamente dictatoriales,  eco-fascistas, e inhumanas en nombre del ecologismo. En su libro de 1977 Ecoscience, Holdren pide un “régimen planetario” para llevar a cabo abortos forzados y procedimientos de esterilización obligatoria, así como drogar el suministro de agua, en un intento de sacrificio de los excedentes humanos.

Dado que estos son los individuos a la vanguardia del movimiento ecologista, es una sorpresa que ahora estemos viendo sus puntos de conversación apareciendo en comerciales depravados y corruptos como el clip del movimiento 10:10 Global, que promueve abiertamente la idea de una solución “definitiva” para los disidentes que se niegan a ser adoctrinados por el culto que ellos lideran.

Esta película demuestra más allá de toda duda que los alarmistas del calentamiento global antropogénico han verdaderamente perdido el debate científico racional en cuanto a las causas del cambio climático y acaban recurriendo a amenazas sobre cualquier persona quien no esté de acuerdo con ellos.

Aunque la organización detrás de esta película espera marcar el 10 de octubre como la fecha en que su mensaje eco-fascista sería ampliamente difundido, como resultado directo del tono vulgar y aterrador de la película, todo lo que han realmente logrado es sembrar la semilla de su propia destrucción, y la garantía de que 10:10 será recordado como otro clavo en el ataúd del alarmismo del calentamiento global.

Paul Joseph Watson es el autor del libro Order Out Of Chaos y escritor para el sitio prisonplanet.com

Film: Children Assassinated For Not Reducing Carbon Footprint

Paul Joseph Watson

A new climate change infomercial released by a prominent global warming activist organization depicts children being assassinated for not reducing their carbon footprint, as AGW skeptics are grotesquely blown up with innards and blood splattering everywhere, a frightening reminder of the fact that the environmental agenda is merely a veil for a hideous religion of death, and that the vehemently discredited and increasingly desperate global warming movement is in the last death throws of its existence.

Entitled “No Pressure,” the clip begins by showing a teacher brainwashing children about CO2 emissions, before blowing up two kids who do not go along with the mantra and refuse to lower their “carbon footprint”.

The video continues in the same vein, as climate skeptics are liquidated and their bodies horribly ripped apart for having the temerity to hold a different viewpoint, in scenes that wouldn’t look out of place in the most stomach-churning horror movie.

Watch the Clip below

Stunned by the massive backlash the video has generated in just the first few hours of its release, the organization behind the stunt, 10:10 Global (email them), pulled the clip from their own website. “Sorry, we’ve taken this video down for now. More info coming very soon,” reads the text on the page where the video formerly appeared.

This video represents one of the last major death throws of the global warming movement. The sheer level of desperation, vitriol and idiocy contained in the four minute clip is indicative of an ideological group who are losing the scientific debate and are therefore forced to resort to crass and vile propaganda in a bid to shove their discredited message down people’s throats.

“What were they thinking? They weren’t, because this is going to have the exact opposite effect they intended it to have. I don’t have words to describe my disgust with the video,” wrote prominent climate change skeptic Anthony Watts.

“This is hate speech, pure and simple. It legitimizes almost any action against or characterization of those who do not agree with the most hysterical version of Catastrophic and Cataclysmic Climate Change–shoot ‘em all and let God sort ‘em out,” writes Thomas Fuller.

Using ten-year-old kids as both props and victims is a particularly nice touch.

When DDB created an ad for the WWF showing planes crashing into the World Trade Center as an advertisement asking for support for green activism, it was grotesque, tasteless and an insult to all who suffered losses on September 11th, 2001. It would have been impossible to imagine a cruder, less sensitive call to green action.

Until now.

For any of those on the activist side who wonder why skeptics (and lukewarmers) don’t trust the communications put forward by their team, they might wonder just how much any sign of reason might be contaminated by the stench from garbage like this.

Czech Physicist Luboš Motl goes even further in his condemnation of the clip, unloading on X-files actress Gillian Anderson who provided the voiceover for the video. “is she really such a disgusting bloody Nazi bitch?” he asks.

It was the choice of the 10:10 movement to openly promote genocide. They are not just promoting it….they are planning it. They are genuinely planning ways how to reduce the global CO2 emissions by 10% a year. And indeed, genocide similar to what they present in the video is the only plausible way how something of the sort may be achieved.

The CIA, FBI, and others should go after the neck of the inhuman scum behind the 10:10 movement and those who harbor them. These people are a genuine threat not only for your well-being but for your health (or life), too.

“James Lee killed himself too early: he would have surely been delighted by this film,” adds Motl, referring to the gunman who entered a Discovery Channel building with explosives and took hostages in a protest against lack of attention on global warming before being killed by police.

Like the characters in the video, Lee expressed his penchant for killing babies and children in an online screed posted before his planned rampage.

The 10:10 Global organization’s sick and twisted vision of murdering climate skeptics and indeed anyone who refuses to adopt their belief system is one shared by the vast majority of prominent climate change alarmists.

As we have exhaustively documented, the global warming movement is merely a front for the religion of death – neo-eugenics – and the agenda to impose draconian population control measures and eco-fascism in the name of saving the earth.

Leaders of this new cult include people like Finnish environmentalist guru Pentti Linkola, who has called for climate change deniers be “re-educated” in eco-gulags and that the vast majority of humans be killed with the rest enslaved and controlled by a green police state, with people forcibly sterilized, cars confiscated and travel restricted to members of the elite.

Linkola would feverishly enjoy using the red button depicted in the climate ad to liquidate skeptics, since he once observed that another world war would be “a happy occasion for the planet” because it would eradicate tens of millions of people.

As we have documented, although not going quite as far as Linkola, the eco-fascist movement is attracting prominent advocates, including James Lovelock, the creator of the Gaia hypothesis. Lovelock told the Guardian earlier this year that “democracy must be put on hold” to combat global warming and that “a few people with authority” should be allowed to run the planet.

This sentiment was echoed by author and environmentalist Keith Farnish, who in a recent book called for acts of sabotage and environmental terrorism in blowing up dams and demolishing cities in order to return the planet to the agrarian age. Prominent NASA global warming alarmist and Al Gore ally Dr. James Hansen endorsed Farnish’s book.

Another prominent figure in the climate change debate who exemplifies the violent and death-obsessed belief system of the movement is Dr. Eric R. Pianka, an American biologist based at the University of Texas in Austin. During a speech to the Texas Academy of Science in March 2006, Pianka advocated the need to exterminate 90% of the world’s population through the airborne ebola virus. The reaction from scores of top scientists and professors in attendance was not one of shock or revulsion – they stood and applauded Pianka’s call for mass genocide.

The current White House science czar John P. Holdren also advocates the most obscenely dictatorial, eco-fascist, and inhumane practices in the name of environmentalism. In his 1977 Ecoscience textbook, Holdren calls for a “planetary regime” to carry out forced abortions and mandatory sterilization procedures, as well as drugging the water supply, in an effort to cull the human surplus.

Given that these are the individuals at the forefront of the environmental movement, is it any surprise that we are now seeing their talking points appear in depraved and debauched infomercials like the 10:10 Global film, which openly promotes the idea of a “final solution” for dissenters who refuse to be brainwashed by the climate cult?

This movie proves beyond all doubt that the AGW alarmists have well and truly lost any rational scientific debate as to the causes of climate change and have just resorted to barbarous veiled threats about mutilating and killing anyone who disagrees with them.

Although the organization behind this film hoped to mark down the 10th of October as a date on which their eco-fascist message would be widely broadcast and swallowed whole, as a direct result of the vulgar and frightening tone of this movie, all they’ve actually achieved is to plant the seed of their own destruction, and a guarantee that 10:10 will go down as another nail in the coffin of global warming alarmism.

Paul Joseph Watson is the editor and writer for Prison Planet.com. He is the author of Order Out Of Chaos. Watson is also a fill-in host for The Alex Jones Show. Watson has been interviewed by many publications and radio shows, including Vanity Fair and Coast to Coast AM, America’s most listened to late night talk show.

Fetuses, recently born Babies are not Humans

Jurriaan Maessen

It is almost tiresome, but yet another writing by White House science czar John P. Holdren has surfaced- this time questioning the right of a “potential human” to live and grow in the womb of an “actual woman”. One could fill a medium-sized library with the writings by this Malthusian monster, denouncing humans and their right to live under the sun.

In 1972, John P. Holdren and his old buddy Paul Ehrlich wrote an article in “The Canadian Nurse”. The article is entitled “Abortion and Morality”. The subtitle reads as follows: “Has a potential human the right to live inside an actual woman without her consent?”

The article goes on to list the well-known arguments for abortion, such as “If abortion is needed by individuals and by society, is medically safe, and is not patently immoral, it is difficult to be sure exactly what is accomplished in subjecting the procedure to restrictive government scrutiny”, Holdren and Ehrich say.

“Infants”, the two continue, “are entitled to due process and equal protection under the Fouteenth Amendment to the (US) Constitution, but fetuses are not. Because of this distinction, the relaxation of abortion laws could scarcely imperil the rights of infants or of elderly and otherwise dependant people. (…) Repeal of abortion laws is long overdue.”

These were not some isolated comment by two overzealous eco-fascists. In the 1973 publication Human Ecology: Problems and Solutions, Holdren and the Ehrlichs wrote quite candidly about their basic view on life, providing us with yet another peek at the decaying undergrowth out of which the Ecoscience document has emerged- proposing among other things a “planetary regime” to assume command of matters of life and death.

In chapter 8 of the ‘Human Ecology’-document, page 235, Holdren gives us his definition of human life:

The fetus“, Holdren writes, “given the opportunity to develop properly before birth, and given the essential early socializing experiences and sufficient nourishing food during the crucial early years after birth, will ultimately develop into a human being.”

In other words, Holdren not only argues, as he did in 1972, that the unborn may not be considered human- he believes that children during the early years after birth, cannot yet be considered human beings. Given this presumption by Obama’s science adviser, it may not come as a surprise that he does not shy away from coercive abortion policies or other such measures to scale back the population. After all, if an infant cannot be construed as a human being, as Holdren argues, God-given rights do not apply to them nor does constitutional protection- and therefore they can be deemed as completely at the government’s mercy.