Desenvolvimento Sustentável: Genocídio transformado em Necessidade

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 5, 2011

Muitas vezes ouvimos que o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade originaram-se nos anos 70 e foram reforçados ao longo dos anos 80 e 90. Em qualquer pesquisa, a maioria das publicações afirmam que o desejo de manter os recursos naturais como ferramentas para as gerações presentes e futuras nasceu em 1972, quando uma conferência das Nações Unidas na Suécia promulgou três princípios: a interdependência dos seres humanos e o meio ambiente, as relações entre desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a proteção do ambiente e a necessidade de uma visão global e princípios comuns. Crédito para o desenvolvimento desses princípios é dado à Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1987.

As Nações Unidas são a instituição que promove as políticas criadas pelos nazistas para promover o despovoamento.

A sabedoria convencional retrata a visão coletivista de que a sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável são políticas e iniciativas para proteger o ambiente contra os abusos da humanidade e, assim, promover o benefício das massas. Hoje, a proteção ambiental tornou-se a lança mais luminosa a ser levantada por qualquer pessoa, independentemente de raça, condição social, idade ou religião. Na verdade, o ambientalismo se tornou a religião de escolha para muitos. O apoio dos ambientalistas para a sustentabilidade está quase inerentemente arraigada em nossas vidas. Foi aplicada à economia, construção, planejamento comunitário, agricultura, segurança, natalidade e assim por diante.

Inúmeras reuniões foram organizadas nos últimos 50 anos para convencer as massas de que não há futuro sem uma abordagem sustentável para a existência humana. Primeiro, o Clube de Roma escreveu documentos como “Limites do Crescimento” e “Um Novo Caminho para o Desenvolvimento Global”, cujo objetivo é globalizar a sociedade do planeta e usar a engenharia social em tudo: valores, emprego, comércio, demografia, política, economia, etc, tudo em um esforço para desindustrializar o planeta e fazer o que o seu antecessor, a Liga das Nações, queria. Junto com o lobby de grupos como o Clube de Roma e outras organizações igualmente proeminentes, os globalistas operam para alcançar um novo pacto social, relacionado a questões económicas e de desenvolvimento. As Nações Unidas, uma criatura dos globalistas, que também criaram a Liga das Nações com a intenção de “pôr fim aos conflitos armados”, tem sua própria lista de manuais sobre como executar a desindustrialização. Por exemplo, o Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNEP), prega os princípios e os fracassos das políticas ambientais e de imposição das “economias verdes”. A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, mais conhecida como Cúpula da Terra, promove planos como Agenda 21 e a Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica que, gradualmente, atingem o sono ecofacista de Kurt Waldheim para despovoar o planeta.

Onde se originou o “desenvolvimento sustentável”?

Embora haja uma grande quantidade de documentação sobre como o ambientalismo está ligado à chamada “ala verde” do Partido Nazista, ninguém descreve essa história. Os historiadores e ambientalistas costumam ignorá-la e o público é enganado ao acreditar nos princípios genocidas do desenvolvimento sustentável. Algumas questões relevantes para perguntar sobre a origem nazista do movimento verde são: qual é a sua inspiração? Quais são os objetivos que pretendem atingir? Como a ideologia do genocídio nacional-socialista conduziu ao que é aparentemente um amor sem precedentes pela natureza?

A Alemanha não foi apenas o berço da política genocida de sustentabilidade mas, também, a terra onde se tornou realidade. Os nazistas alemães e seus seguidores adotaram muitas das políticas verdes que vemos nas sociedades modernas. A ciência que estuda os seres e seu meio ambiente foi ‘descoberta’ pela primeira vez na Alemanha durante os anos que antecederam a ascensão dos nazistas ao poder. A natureza genocida do ambientalismo originou-se de um louco amor pela natureza. (1)

Pensadores nazis e alguns antecessores queriam que os seres humanos fossem vistos como iguais as plantas, animais e insetos para ter um equilíbrio no mundo. Essa linha de pensamento está nas mentes de ambientalistas modernos, como o presidente boliviano Evo Morales e o promotor da teoria Gaia, James Lovelock, que acreditam que um grande número de pessoas devem morrer a fim de obter o equilíbrio natural. Recentemente, o autor e ambientalista Keith Farnish usou um de seus livros para promover a sabotagem e atos de terrorismo ambiental como ataques a barragens e destruição de cidades para retornar o planeta as condições pré Revolução Industrial. Farnish junto com outros altamente respeitados pressupostos científicos, como o Dr. James Hansen da NASA, concordam com essa linha de pensamento.

Ernst Moritz Arndt

Um dos pais do que chamamos de ambientalismo hoje, foi Ernst Moritz Arndt. Juntamente com Wilhelm Heinrich Riehl, Arndt tinha ódio infinito do Iluminismo. Ambos eram conhecidos por suas opiniões extremistas nacionalistas que foram usadas para promover ideais que perpetuaram a dependência do Estado. Estes dois homens, mas, especialmente, Arndt, foram identificados como os primeiros pensadores ecológicos. Arndt escreveu em um artigo em 1815 que “Quando você vê a natureza em uma conexão necessária e uma interação, todas as coisas são igualmente importantes -. Arbustos, vermes, plantas, pedras, humanos, como uma única unidade” (2) As idéias de Arndt foram separadas com as de outros ambientalistas em que os seus pensamentos mesclavam o respeito pela natureza com um discurso xenófobo e, este, era relacionado com a própria existência dos alemães e da Alemanha. Ao defender o meio ambiente na maioria de seus escritos, também chamava pela pureza racial e condenava outras raças, como os judeus e os franceses. Foi esse amor à natureza e o ódio contra os judeus que viria a orientar a perseguição e o assassinato daqueles que não eram arianos.

Wilhelm Heinrich Riehl, aluno da escola do pensamento de Arndt, fez com que o trabalho de seu professor não se perdesse no tempo. Em um artigo em 1853, Riehl expressou sua forte oposição ao industrialismo e disse: “Temos que salvar a floresta, não só para que os nossos fornos não fiquem frios no inverno mas, também, para que as pessoas continuem suas vidas e para que a Alemanha continue sendo Alemanha. “(3) Ele se opôs a qualquer tipo de desenvolvimento enquanto usava o anti-semitismo para forçar a forma de vida camponesa. Riehl e Arndt, ambos, tinham idéias que foram adotadas mais tarde pelo movimento völkisch, que era uma mistura de nacionalismo populista com um amor louco pela natureza. Líderes völkischs pediram a volta da vida simples, enquanto culpavam a vida da cidade e o racionalismo da destruição do meio ambiente. (4) No centro do ódio estava um elemento significativo que havia ficado na mente dos grupos anti-semitas como völkischs o tempo todo: o povo judeu. Por quê? Os judeus eram a classe média na época e o amor doente pela natureza e pelo ambiente incluía um ódio repugnante contra qualquer pessoa e qualquer coisa que pusesse em perigo a sua vida ou maneira de pensar. (5)

Depois de estabelecer uma relação muito cobiçada entre o anti-semitismo e amor pela natureza, os völkischs manteram seu preconceito ao longo dos séculos 19 e 20. A luta contra a industrialização e o sentimento anti-judaico foi anexado ao discurso da pureza racial e superioridade Ariana apenas em tempo para o surgimento do Partido Nazista.

Ecologia e a ligação com o Racismo Nazista

Em 1867, Ernst Haeckel, zoólogo alemão, usou pela primeira vez a palavra “ecologia” e a relacionou ao estudo de criaturas e seus ambientes. Haeckel foi fortemente influenciado pelo darwinismo social, a um ponto que se tornou pai de uma espécie de darwinismo social conhecido como “monismo”. Ele fundou a Liga Monista Alemã, uma organização guiada pelos princípios völkisch. Haeckel, Arndt e Riehl acreditavam na superioridade racial e eram opostos à mistura social. Além disso, eles também aprovavam o eugenismo racial. Seus pensamentos foram a base para o que mais tarde ficou conhecido como anti-semitismo nacional-socialista na Alemanha. Na verdade, Haeckel foi um orador de destaque em favor do racismo, nacionalismo e do modelo alemão de imperialismo. (6) No final de sua vida, Haeckel tornou-se membro da Sociedade Thule, uma organização que mais tarde serviu como base política para a criação do Partido Nazista. (7) Haeckel, Riehl Arndt e seus antecessores pensadores, como Willibald Hentschel, BrunoWille Bölsche Wilhelm receberam todo o crédito pela associação entre ecologia e socialismo nacional, o racismo, anti-semitismo e as políticas ambientais que todos nós sabemos influenciaram a Alemanha antes e depois da Primeira Guerra Mundial.

Um dos fatos mais reveladores sobre o autoritarismo ecológico atual e o antigo é a crença de seus criadores de que os seres humanos devem ser integrados em “categorias biológicas” e viver em “zonas de vida” com uma entidade tecnocrática com punho de ferro exercendo o seu poder. Haeckel disse que as civilizações e a natureza deviam obedecer as mesmas leis. A origem desta forma de pensar é um estado reacionário anti-humanista. Os Monistas acreditavam que os seres humanos eram insignificantes –mas não eles mesmos– em comparação com a grandeza do meio ambiente. Idéias semelhantes são observadas em iniciativas modernas patrocinadas pelo Clube de Roma, a Fundação Carnegie, a NASA, as Nações Unidas, assim como algumas faculdades e universidades que são financiadas por globalistas que apóiam o eugenismo como ferramenta para limpar o planeta. Tomemos por exemplo o texto da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que tem sido apontado como a política e a religião do ambientalismo moderno. Entre outros objetivos, a Convenção pretende “reorganizar” a civilização ocidental, excluindo a atividade humana de 50 por cento do território no continente americano. O plano é dividir a terra em “biomas”, “zonas tampão” e “corredores”. No âmbito deste plano, os seres humanos viverão em áreas fortemente vigiadas e controladas, das quais nunca poderão sair. Esta agenda globalista verde é promovida pelas Nações Unidas desde 1992, quando foi introduzida oficialmente durante a primeira Reunião da Terra no Rio de Janeiro. A mesma política será realizada na Ásia, África e Europa.

Escritos da Fundação Carnegie também incentivam a implementação de políticas tais como a Agenda 21 e a Convenção sobre Diversidade Biológica. A fundação manifestou orgulho por práticas que incluem assassinatos em massa em um esforço para limpar a terra de pessoas indesejáveis. A Instituição Carnegie promove o trabalho do imperador Gengis Khan e valida o seu trabalho como “imperador verde” por causa de ações que incluíram o assassinato de 40 milhões de pessoas. Segundo seus escritos, isto contribuiu para reduzir as emissões de carbono e manter o planeta em equilíbrio.

Os Monistas usaram seu sentimento anti-humanista, juntamente com as idéias völkisch para discriminar contra o progresso, urbanismo e aqueles que pensavam de maneira diferente. Em seu Lebensgesetze(Leis da Vida), o biólogo Raul Francé escreveu que a ordem natural determina a ordem social. Ele disse que a miscigenação não era natural. Francé é hoje um dos fundadores do aclamado eco-fascismo contemporâneo “pioneiro do movimento ambientalista.” (8) Francé também promoveu uma suposta conexão entre a pureza do ambiente e a “pureza racial”. Francé e seus seguidores exigiram uma mudança em relação à vida rural e disseram que a modernidade significava a degradação da raça e que as cidades eram inorgânicas. (9)

Ernst Haeckel

No início do século XX, o argumento “verde” penetrou nos grupos políticos de direita, que se tornaram muito respeitados dentro da cultura alemã. Durante o período de turbulência em torno da Primeira Guerra Mundial, a mistura de preconceito etnocêntrico, rejeição regressiva da modernidade e genuínas preocupações ambientais acabaram por ser uma mistura mortal.

Ambientalismo Nazista em Ação

Algumas pessoas vêem uma contradição em que eugenistas modernos apoiem um ambientalismo estilo nazista, enquanto possuem bens pertencentes à elite empresarial tecnocrática. Esta não é uma surpresa, porque as elites que apoiaram o Terceiro Reich foram também os industriais que, como de costume, controlam muitos segmentos da população e as classes intelectuais. Esta prática sempre valeu a pena, pois garante o controle total, não importa o resultado. Homens como Fritz Todt, pesos pesado no movimento nacional-socialista na Alemanha e Albert Speer, o seu sucessor a partir de 1942, participaram da construção de infra-estrutura viária e da Autobahn, um dos maiores projetos da história da engenharia na Alemanha. Todt queria construir a estrada de uma forma que mais beneficiaria sua classe, mas ao mesmo tempo, que promovesse e mantivesse a sensibilidade à natureza. (10)

Todt exigiu que o trabalho realizado tivesse harmonia com a natureza e a paisagem, cumprindo assim os princípios modernos da engenharia ecológica e os princípios “organológicos” de sua época, com suas raízes na ideologia völkisch. (11) Tal como acontece com Arndt, Riehl e Darre, Todt e seus sócios tiveram uma relação völkisch inseparável do nacionalismo. Todt disse certa vez: “O cumprimento da finalidade do transporte não é só o objetivo final da construção da estrada alemã. A Autobahn alemã deve ser uma expressão da sua paisagem e uma expressão da essência alemã. “(12) Um dos assistentes de Todt, Alwin Seifert, foi um defensor da paisagem no Terceiro Reich. No exercício das suas funções oficiais Seifert destacou a importância da fauna e opôs fortemente a monocultura, a drenagem de zonas úmidas e produtos químicos agrícolas. Ele criticou Darré por ser demasiado moderado e chamou uma revolução agrícola para uma vida natural, utilizando métodos simples de agricultura que fossem independentes do capital. “(13)

O lugar proeminente que a natureza tinha ganhado no Partido Nazista ajudou a aprovar a produção industrial-militar que permitiu a Hitler intimidar o resto da Europa por um tempo. Em outras palavras, eles promoviam a conservação e pureza racial ambiental enquanto exploravam os recursos para fabricar armas, prisões e equipamentos pesados. Iniciativas radicais foram criadas e sempre receberam o selo de aprovação dos mais altos oficiais nazistas. Outro membro influente foi o chanceler do Reich, Rudolph Hess, que foi o ponto forte da “ala verde” dentro do partido. Hess entrou no partido e nas instituições do governo e rapidamente tornou-se assistente pessoal de Hitler. Muitos ainda consideram que ele foi a mão direita do Führer. Hess tornou-se membro do Partido Nazista em 1920 e depois fez o seu caminho até o topo. Foi o segundo homem na lista de espera para tomar o poder, se Hitler e/ou Göring não fossem capazes de assumir a obrigação. Todas as novas leis aprovadas pelo governo passaram pelas mãos de Hess antes de serem promulgadas.

Foto: Adolf Hitler, Göring e Rudolph Hess.

Nos anos trinta, um conjunto completo de leis e decretos foram aprovados sob a égide de Hess. Um dos decretos mais conhecidos e usados no ambientalismo de hoje é aquele que cria reservas naturais. Mas talvez a mais bem sucedida realização do ambientalismo da Alemanha nazista foi o Reichsnaturschutzgesetz. Esta lei estabelece diretrizes para salvaguardar a flora, fauna e recursos naturais, e o acesso restrito para tais reservas. Políticas semelhantes foram escritas no âmbito da Agenda 21 das Nações Unidas e da Convenção sobre Diversidade Biológica. Como acontece com estes dois documentos, as autoridades nazistas exigiam uma consulta antes de qualquer modificação local na terra reservada, mesmo quando estas terras pertenciam a um indivíduo. Junto com o Reichsnaturschutzgesetz, a contribuição mais importante que os nazistas fizeram ao movimento pro eugenismo moderno e o ambientalismo foi a integração do ambientalismo corporativo na política nazista.

Desenvolvimento Sustentável Hoje

Na página 350 do Relatório sobre a Diversidade Biológica das Nações Unidas diz que o gado, como vacas, ovelhas, cabras e cavalos não são sustentáveis. Indivíduos e organizações que apoiam o desenvolvimento sustentável querem que os seres humanos parem de comer carne, porque os animais poluem o ambiente. O programa completo de sustentabilidade é baseado em um esforço para mudar o comportamento humano para um estado que os seres humanos normalmente não aprovariam ou apreciariam. Esta mudança no comportamento humano é principalmente instigada pelo medo. O medo do aquecimento global, mudanças climáticas, catástrofes naturais, guerras, fome, secas, etc

Que tipo de coisas o desenvolvimento sustentável quer fazer na realidade? Sustentabilidade e mudanças no comportamento humano não estão somente relacionadas à agricultura, ambiente e poluição. É um pacote completo de reformas que se for finalmente implementado, mudará o comportamento social em uma escala global. É comum encontrar programas educacionais que patrocinam e ensinam as crianças como se preparar para viver em um mundo sustentável. Mas, quando as táticas não funcionam adequadamente, os globalistas responsáveis pelo programa, as fundações e organizações de assistência financeira e corporações globais usam táticas de intimidação.

Junto com os sistemas de ensino, o desenvolvimento sustentável também atua diretamente sobre as economias, os sistemas de saúde, a segurança, a agricultura e os assuntos sociais e culturais públicos. Nos últimos 50 anos foram criadas parcerias entre empresas e governos que levaram ao fascismo social no qual todos nós vivimos. Quanto a propriedade privada, decretos e leis são criados para acabar com o direito de comprar e manter qualquer tipo de terreno sem os auspícios das autoridades. É por isso que os proprietários são obrigados a pagar impostos sobre a propriedade, mesmo que já tenham pago impostos na hora da compra do imóvel. Segundo as orientações da Agenda 21 e da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, as massas de terra como parques nacionais, reservas naturais e áreas de conservação devem ser doadas as Nações Unidas, que será a organização que administrará os recursos encontrados nessas terras.

A pandemia de obesidade originada principalmente no mundo anglo se espalhou para países da América Latina e Europa, onde o estilo anglo-saxão é recebido com braços abertos. Esta pandemia de obesidade que assola o mundo de hoje, promovida por campanhas maciças de propaganda pagas pela indústria alimentar é a desculpa para introduzir leis e políticas que, essencialmente, permitem que o governo diga às pessoas o que comer ou beber. Nos Estados Unidos, as escolas nao permitem que os pais preparem as refeições para seus filhos, porque o governo não tem “nenhuma confiança” nos pais quando se trata da saúde dos seus filhos. Enquanto isso, a nova regulamentação introduzida pelo Codex Alimentarius proíbe a venda e uso de suplementos naturais e a plantação de produtos agrícolas em pequenas propriedades, enquanto as grandes corporações agrícolas que poluem o ambiente com as sementes, plantas e animais geneticamente modificados estão autorizadas a continuar suas praticas. Tais políticas têm causado o suicídio de centenas, se não milhares de agricultores indianos que se endividaram até o pescoço para comprar sementes geneticamente modificadas da Monsanto, que não só destruiram as terras, mas também reduziram a quantidade de alimentos produzidos (algodão bt).

No âmbito social e cultural, o discurso politicamente correto foi adotado em massa e a dissensão é visto como uma forma de racismo e terrorismo. As políticas de imigração passaram de levemente proteger a propriedade privada e os direitos dos particulares a patrocinar a abertura indiscriminada de fronteiras, com falsos acordos de livre comércio que destroem a indústria e a produção. Isto custou o emprego de milhões de pessoas em todos os continentes. A crítica religiosa da prática da homossexualidade e outras formas de vida é rotulada como homofóbica, enquanto profundas crenças religiosas são vistas como extremistas. Tudo para a polarizar a raça humana.

A mobilidade em áreas urbanas também têm sido afetada pelas políticas do ambientalismo falso. A especulação e a manipulação dos preços do petróleo pela OPEP faz aumentar exponencialmente os custos de transporte. O mesmo aconteceu com os preços dos alimentos. Carona nas viagens de automóvel e a utilização de ônibus e comboios são recomendados para reduzir dramaticamente a poluição e as emissões de CO2, enquanto as elites que pedem o fim da industrialização vivem em palácios luxuosos e voam ao redor do mundo em seus jatos particulares e iates que consomem grandes quantidades de combustível.

Com relação à segurança social, políticas de desenvolvimento sustentável adotadas pelos governos estão removendo as constituições dos Estados soberanos que estes afirmam representar e defender. A liberdade de expressão, liberdade de circulação e os direitos de privacidade são continuamente violados pela criação pelo complexo tecno-militar-industrial que controla o movimento ao redor do mundo, espia registros financeiros, comportamento, saúde, hábitos, política, crenças religiosas, etc, tudo em nome da segurança.

Qual é o objetivo das políticas de desenvolvimento sustentável hoje? Reduzir a população. O desenvolvimento sustentável é um plano que será aplicado através de toda a existência humana. É um plano criado por alguém para ser aplicado em você, seus filhos, netos e bisnetos. A crença por trás da suposta necessidade de uma redução maciça da população mundial é o equívoco de Thomas Malthus que o crescimento da população excede a disponibilidade de alimentos. Malthus achava que o aumento da população era consequência da reduçao nas taxas de mortalidade e que o mundo iria ficar sem comida em 1890. Ele, então, recomendou matar os pobres, idosos e doentes e deixar o resto morrer de fome. As idéias de Malthus foram retomadas recentemente por Paul Earlich em 1968. Earlich disse que o comportamento reprodutivo irresponsável das mulheres deixaria o planeta sem alimentos em 1970. Esta crise imaginária foi adiada por globalistas e os seus fantoches nas comunidades intelectuais sempre que a data chegava e a crise não acontecia. Segundo estimativas do Population Research Institute, hoje o mundo pode viver com comida suficiente em uma área do tamanho do estado do Texas, EUA.

A verdade é que, com a taxa de natalidade atual, muitos países da Europa e da Ásia estão enfrentando problemas relacionados ao envelhecimento da população não sendo substituída por novos cidadãos. Na América do Norte, Central e Sul, os governos estão se esforçando para manter à tona os seus programas estatais devido ao fato de que mais pessoas estão se aposentando e menos pessoas estão contribuindo para os cofres do governo central, segurança social e programas de saúde. Ironicamente, o crescimento populacional vai se estabilizar naturalmente, ou seja, parará de crescer e começará a cair uma vez que a soma de todos os seres humanos chegue a quase 9 bilhões. Saiba mais sobre a ciência do crescimento da população aqui.

Bem, há suficiente terra para viver? Mas, há comida suficiente para todos? Se você é um crente apenas da informação “oficial” e de estatísticas, você vai querer saber que de acordo com a Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas e o Programa Mundial de Alimentos, atualmente, há comida suficiente para alimentar o planeta sem problema. O problema é que nem todos têm acesso aos alimentos. Por quê? Várias razões: especulação de preços, uso de alimentos como milho e cana-de-açúcar para produzir combustível ineficientes e, claro, a criação de uma escassez artificial de alimentos.
As modernas técnicas de cultivo inclusive permitem que áreas mais áridas da África sejam cultivadas. Muitos acreditam que o continente Africano pode ser capaz de alimentar a todos, se essas técnicas fossem aplicadas com a devida diligência. Então, porque mais pessoas passam fome todos os dias? Por causa da pobreza, dos conflitos e da pobre infra-estrutura agrícola em países pobres, onde vivem a maioria das pessoas que sofrem de fome. A guerra é uma das principais causas da destruição das colheitas. Quem são os patrocinadores da guerra e do conflito? O complexo militar-industrial controlado pelos mesmo globalistas que querem que as pessoas sejam ambientalmente amigáveis. Reduzir o número de pessoas no planeta não iria resolver um problema de superpopulação, se houvesse. Isso é apenas uma outra tática usada para assustar por aqueles que querem perpetuar o sonho nazista. Para uma explicação detalhada sobre como as Nações Unidas implementa o seu programa de eugenismo sob a mentira de que promove iniciativas de saúde reprodutiva, acaba com a pobreza e reduz a ocorrência de doenças, veja o relatório em quatro partes abaixo. (Parte 1) (Parte 2) (Parte 3) (Parte 4)

Fontes de informação para este artículo incluem:

 (1) Raymond H. Dominick, The Environmental Movement in Germany: Prophets and Pioneers, 1871-1971

(2) Der Begriff des Volksgeistes in Ernst Moritz Arndts Geschichtsanschauung, Langensalza, 1914.

(3) Wilhelm Heinrich Riehl, Feld und Wald, Stuttgart, 1857, p. 52.

(4) George Mosse, The Crisis of German Ideology: Intellectual Origins of the Third Reich, New York.

(5) Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews 1933-1945, New York, 1975, pp. 61-62.

(6) Daniel Gasman, The Scientific Origins of National Socialism: Social Darwinism in Ernst Haeckel and the German Monist League, New York, 1971, p. xvii.

(7) Gasman’s thesis about the politics of Monism is hardly uncontroversial; the book’s central argument, however, is sound.

(8) See the foreword to the 1982 reprint of his 1923 book Die Entdeckung der Heimat, published by the far-right MUT Verlag.

(9) Mosse, The Crisis of German Ideology, p. 101.

(10) Bramwell, Ecology in the 20th Century, p. 197.

(11) Karl-Heinz Ludwig, Technik und Ingenieure im Dritten Reich, Düsseldorf, 1974, p. 337.

(12) Quoted in Rolf Peter Sieferle, Fortschrittsfeinde? Opposition gegen Technik und Industrie von der Romantik bis zur Gegenwart, München, 1984, p. 220.

(13) Dominick, “The Nazis and the Nature Conservationists”, p. 529.

Codex Alimentarius: La Frankenciencia que Acabará con Nuestra Salud

La Frankenciencia De Las Naciones Unidas Y La Organización Mundial De La Salud Para Acabar Con Su Derecho a Ser Saludable

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 1, 2010

Casi nunca se invierte tiempo para pensar sobre un tipo de libertad que todos parecen dar por sentada. El derecho a ser saludable,  o la posibilidad de elegir un buen estado de bienestar y de alimentarlo a través de métodos escogidos por nosotros mismos, es algo que muchas veces parece tener una connotación abstracta. Además de estar acostumbrados a consumir productos farmacéuticos como una forma de “mantener” y “mejorar” nuestra salud, muchas personas no saben que todo lo que necesitan para mantenerse saludable es proporcionar a nuestro cuerpo con los nutrientes que necesita para mantener un sistema inmunológico fuerte. Parte de la razón por qué esto es así, es que todos hemos sido educados dentro de un marco cultural que, desde nuestro primeros años de vida nos induce a confiar en los productos sintéticos, en lugar de los naturales que cuestan sólo una fracción del precio y que son más eficaces en la mantención de nuestra salud.

Si el hecho de que medicinas naturales son realmente la solución a nuestros problemas de salud, no es descabellado que los grandes conglomerados farmacéuticos gasten miles de millones cada año en investigación y desarrollo basado en la efectividad de hierbas y otros ingredientes naturales. Si nunca se ha preguntado de dónde provienen los productos farmacéuticos, este es un buen momento para aprender. En gran medida, estos productos se elaboran sobre la base de las propiedades curativas de ingredientes naturales que se encuentran en las plantas y árboles. Luego se copian y sintéticamente se producen en masa para que todos puedan consumirlos. Dado el hecho de conglomerados químicos utilizan las soluciones naturales para crear sus productos, uno pensaría que habría un esfuerzo gigantesco para promover el uso de estas soluciones naturales, sin embargo no es así. Desde la década de 1960 existe una iniciativa no sólo para limitar las decisiones que tomamos como consumidores para cuidar de nuestra salud, sino también para restringir el acceso a los alimentos como los conocemos hoy en día.

Codex Alimentarius (Codex para abreviar) significa “código alimentario”. Este código Mundial de Alimentos es un organismo de las Naciones Unidas, patrocinado conjuntamente por la Organización Mundial de la Salud (OMS) y la Organización para la Agricultura y la Alimentación (FAO). Ha existido durante casi 50 años y su Estatuto Internacional le da una misión común: la protección de la seguridad alimentaria y promover el comercio mundial de alimentos. Se supone que debe hacerlo mediante la adopción de directrices y normas voluntarias (que definen los alimentos en el comercio internacional) y sus decisiones se ejecuten a través de la Organización Mundial del Comercio (OMC), que considera sus normas y directrices como prueba presuntiva de los conflictos comerciales. Sin embargo, se ha convertido en una criatura de Los Grandes – Grandes Gobiernos, Grandes Empresas Agrícolas, Grandes Empresas Farmacéuticas, etc …

Con el fin de entender lo que es el Codex Alimentarius, se necesita saber que no tiene nada que ver con la protección de los consumidores, como dice su carta. Dicha declaración es sólo una frase pegadiza para que el pueblo y las naciones aprueben su aplicación. “Codex Alimentarius” significa “normas de alimentos” en latín. El plan nació en 1962 cuando la Comisión del Codex Alimentarius (CAC) fue fundada por la ONU para supuestamente facilitar las relaciones comerciales. En realidad, fue creada para regular y controlar la forma en que los alimentos y la nutrición son guiadas y de cómo los productos se venden a la gente. De hecho, es todo acerca de los beneficios de las corporaciones multi-nacionales. La relación es muy simple: entre más la gente use productos naturales, menos ganacias son obtenidas por las empresas farmacéuticas. Codex Alimentarius fue creado para proteger los beneficios de las grandes farmacéuticas a través de la eliminación de los productos de salud y tratamientos naturales. Lo que es más alarmante en este momento es que el Codex tenía previsto aprobarse el 31 de diciembre de 2009. Una vez firmado este plan, que será encomendado a través de su aprobación por los Congresos de todo el mundo, se impone a todas las naciones, mucho como el Tratado de Copenhague está destinado a ser aplicado.

Como en varios otros programas que la FAO y las Naciones Unidas quieren imponer, el Codex se basa en seudo-ciencia. Por ejemplo, se clasifica como toxinas a los nutrientes y se utiliza la “Evaluación de Riesgos” para establecer niveles ultra bajos -“límites superiores”- para ellos. La ciencia adecuada para la clasificación de los nutrientes y sus niveles adecuados es Bioquímica. En su lugar, Codex utiliza de evaluación del riesgo que es una rama de la Toxicología, o la ciência de la evaluación de las toxinas. Los que proponen el Codex como una forma de mantener y mejorar la salud tienen la idea poco científica de que el consumo de vitaminas y otros nutrientes debe reducirse. Codex se compone de una serie de normas específicamente centradas en todos los aspectos de la alimentación. Por ejemplo, uno de ellos ratificado (aprobado) en julio de 2005; de vitaminas y minerales Orientación (VMG), trata de prohibir todas las vitaminas y minerales de alta potencia y eficacia clínica como la vitamina C, que se limitaría a unos pocos miligramos por dosis. Otros nutrientes, como aminoácidos, también están bajo amenaza.

¿Cómo fue Codex ampliamente aceptado?

Como es típico en este tipo de programas, la ONU y la OMS utilizan su técnica favorita para mandar y poner en práctica el Codex Alimentarius, que es la compartimentación. En pocas palabras, esta es la política de creación de pequeños grupos de personas que, en teoría, trabajan con un propósito común, para lograr un objetivo mayor, pero que en realidad son alimentados con diferentes tipos y cantidades de información con el fin de manipular el resultado de esos debates . Codex no es la excepción. A pesar de que su formación parece inclusiva desde afuera, la verdad es que todos y cada uno de los comités creados para trabajar en el Codex, tienen su propio conjunto de normas y directrices. Estas comisiones formadas a nível local, regional e internacional, están encabezados por el CAC, el más alto nivel de la jerarquía del Codex. Después de que estos comités y grupos de tarea formulen normas que estén listos para su ratificación (una vez que alcancen el paso 8 del proceso de formulación), son entonces presentados a la Comisión del Codex Alimentarius (CAC) para su ratificación.

Codex no es sólo um programa no científico y manipulado, sino que también es antidemocrático. Un ejemplo de cómo se ejecuta el Codex es la forma en que el Presidente de la CAC realiza actividades comerciales. El Dr. Grossklaus, Presidente del CAC y Presidente del Comité del Codex sobre Nutrición y Alimentos para Regímenes Especiales (CCNFSDU), retiro por la fuerza a um delegado de la India una reunión de noviembre de 2003 porque el delegado de insistió en la discusión de la inclusión de um ingrediente tóxico em las guias del CCNFSDU. Este ingrediente que sería adicionado a los suplementos que niños ingieren podría matar a 10% de los recién nacidos en su país. Después de que el delegado fue sacado por la fuerza, el Dr. Grossklaus declaró la cuestión, aprobada por “consenso”. El Presidente puede impedir que un delegado sea escuchado al abstenerse de encender el micrófono del delegado. Así que si el Presidente (es decir, el Dr. Grossklaus) no le gusta lo que se dice, él puede apagar el interruptor y punto. Esto garantiza que no haya oposición sostenida si el Presidente no quiere que haya ninguna oposición.

¿Cómo se Codex llevarse a cabo?

Según los propios documentos del Codex Alimetarius, una vez que una norma o estándar es ratificado por la CAC se convierte en una reglamentación oficial que se implementa a través de la Organización Mundial de la Salud (OMS) en la que se utiliza para decidir las controversias comerciales. Sanciones escandalosas serán aplicadas a los países que se consideran en violación de las normas del Codex Alimentarius a través de la Organización Mundial del Comercio (OMC). En sus escritos, el Codex considera um país que adopta sus reglas como el ganador automático en una disputa comercial con un país cuyas leyes no son compatibles con el Codex. El plan da a la OMC un conjunto de normas para juzgar si un país tiene una barrera oculta o abierta al comercio (es decir, que no cumplan con las normas del Codex a nivel nacional).

El país dominante, por cierto, selecciona el área en que las sanciones comerciales se aplicarán con el fin de perjudicar al país infractor en la forma en que sirve a sus necesidades. Tanto el Acuerdo Sanitario y Fitosanitario (SPSA) y la barrera técnica al Comercio (TBTA) cuentan con disposiciones que podrían ser usadas para forzar la ley con el Codex Alimentarius. Muchos temen que tanto el CAFTA como el TLC podrían hacer lo mismo (cumplimiento de la fuerza con el Codex), al igual que el acuerdo del ALCA. El artículo 3 del SPSA hace obligatorio el cumplimiento nacional con las normas aceptadas por la OMS (por ejemplo, el Codex Alimentarius) en relación con las toxinas. Los países que no cumplen con el Codex Alimentarius internamente pueden considerarse como infractores al comercio de alimentos en cualquier controversia relacionada con el comercio, y estará sujeto a severas sanciones comerciales de la OMC. Carolyn Dean, MD, ND, autor de “Muerte por Medicina”, asistió a una reunión de la comisión del Codex (CCNFSDU, Bonn, 2004), un empleado que trabajó para Codex le dijo que una vez que la Organización Mundial del Comercio se hizo cargo del Codex en 1995 …

“Ya no era en manos de las 165 naciones miembros de la OMS (Organización Mundial de la Salud), pero en manos de organizaciones profesionales de los 148 países de la OMC (Organización Mundial del Comercio), que parece decidido a normalizar todo lo relacionado con el comercio internacional de nuestra economía global emergente “.

¿Cómo va a afectar negativamente a los seres humanos del Codex y el medio ambiente?

Hoy en día es una ofensa criminal in varios lugares de Europa el vender hierbas como productos alimenticios. Un acuerdo llamado EEC6565 iguala el vender hierbas y usr medicina alternativa, a comercializar drogas ilegales como crack, cocaina, y otras. Acciones están siendo implementadas para que más países en Europa se ‘harmonicen’ tambien.

Paul Hellyer en us libro, “The Evil Empire,” dice: “Codex Alimentarius es impulsado por bancos internacionales y corporaciones multinacionales incluyendo algunas en Canada, y es en realidad una ley para estos bancos y corporaciones. Lo que hará es pasar nuestros derechos soberanos y el poder de escoger quien invierte en nuestros países a un grupo de organizaciones no-electas las cuales son manejadas por las mismas grandes corporaciones. El Tratado hará imposible para los legisladores canadienses a nivel federal o inclusive provincial cambiar y mejorar los estandares ambientales por miedo a que puedan ser enjuiciados por las corporaciones las cuales pueden estar operando en Canadá o afuera.

La aplicación del Codex Alimentarius se traduciría en consecuencias graves para las personas y el medio ambiente. Por ejemplo, los nutrientes de alta potencia serán etiquetados como ilegales, no nutrientes valiosos en la lista del Codex serán legales, nuevos nutrientes o hierbas serán ilegales, las medicinas tradicionales con un valor nutricional serán ilegales, alimentos sin antibióticos y hormonas tales como leche descremada, pollo, pescado y la carne no estarán disponibles en los supermercados, debido a los estándares orgánicos degradados, los niveles de pesticidas, hormonas, productos veterinarios y otras sustancias tóxicas se intensificará en el suministro de alimentos, el etiquetado de los organismos genéticamente modificados, OMG, no será necesario, los alimentos irradiados se convertirán en una práctica aceptada, y así por el estilo.

Un nuevo estudio realizado por científicos franceses de las universidades de Caen y Rouen, en tres variedades de maíz modificado genéticamente, muestran una clara evidencia de riesgos para la salud. España es el único país europeo que permite el cultivo de uno de estos tipos de maíz, el MON 810, en gran escala. Los otros dos granos están autorizados para la importación y para la entrada en el suministro de alimentos humanos y animales. Agricultores, consumidores y ecologistas exigen la aplicación del principio de precaución y la prohibición de cultivos modificados genéticamente. El estudio se realizó a través de pruebas de la multinacional Monsanto, que vende los tres tipos de maíz. El equipo científico examinó datos procedentes de ensayos con ratas, que se presentaron para obtener la autorización, que era hasta ahora confidencial y se han obtenido en muchos casos a través de los tribunales. Según los autores, es la primera vez que estas pruebas confidenciales de Monsanto han sido liberadas para ser revisadas por investigadores independientes.

Los científicos han encontrado pruebas claras -mediante el análisis de los datos- que hay riesgos para la salud en los parámetros sanguíneos relacionados con las funciones del riñón y el hígado. Los cambios observados en el maíz transgénico son los tres patrones típicos de la interrupción en el sistema metabólico. El equipo también criticó la forma en que los datos fueron analizados por la empresa Monsanto, sin cumplir con las normas internacionales de estadística, o de las normas para las pruebas de los alimentos, lo que les permitió entrar en la alimentación humana y animal en Europa.

“Estos estudios demuestran que no es posible garantizar la seguridad de los alimentos modificados genéticamente. Tenemos que aplicar el principio de precaución y retirar los alimentos transgénicos en nuestra agricultura y nuestra comida”, dijo David Sánchez, responsable de Agricultura y Alimentación de Amigos de la Tierra.

Este nuevo estudio se suma a una larga lista de estudios independientes sobre los impactos ambientales y riesgos para la salud de los productos transgénicos, que son repetidamente ignorados por las autoridades españolas y europeas. Ana Etchenique, vicepresidente de la Confederación de Consumidores y Usuarios (CECU) dijo: “No es posible que un gobierno escuche a la industria antes de escuchar al público. El gobierno tiene que garantizar prácticas agrícolas responsables para la seguridad alimentaria y la salud de los ciudadanos/ consumidores. ¿Por qué nuestro gobierno no sigue el ejemplo de países como Francia, Austria y Alemania, que ya han prohibido la siembra de los cultivos transgénicos? ”

Según la Fundación Natural Solutions (FNS), el Codex también traerá consigo una considerable pérdida de acceso a los productos naturales, lo que significaría un gran aumento de enfermedades. El 4 de julio del 2005 en Roma, la Comisión del Codex Alimentarius (CAC) ratificó la Orientación de vitaminas y minerales”. Las vitaminas y minerales en dosis suficientemente altas como para tener un efecto terapéutico podrían convertirse en una cosa del pasado. Otros nutrientes (como los aminoácidos y hierbas) podrían ser las próximas victimas de este programa. La fuerza que mueve a la VMG es el aspecto económico, no la medicina, y no tiene nada que ver con la protección de los consumidores. La doctora Rima Laibow co-fundadora de la FNS ha estado luchando por muchos años contra el Codex, y ha llegado a la conclusión de que nada positivo resultará de la adopción de un programa patrocinado por la ONU. “Productos nutricionales de alta potencia son muy beneficiosos para la salud. Muchas personas sufririan mucho si los productos nutricionales no estuvieran a su alcance. La promoción de la salud y la prevención de enfermedades sería casi imposible sin ellos “, dice Laibow.

Esto dejaría, dice la doctora, más del 60% de la población del mundo sin ningún tipo de cuidado médico legal de ningún tipo. Además de cortar el acceso a las vitaminas y los suplementos, el Codex también promueve el uso de pesticidas y otros químicos en el suministro de alimentos, tales como la hormona del crecimiento, así como genes de insectos y vegetales en alimentos. La consecuencia directa en la salud será un perpetuo estado de enfermedad debido a que los plaguicidas y los medicamentos son altamente tóxicos para el hígado, nuestro órgano principal de desintoxicación. El envenenamiento de los órganos y sistemas de enzimas conduce a efectos secundarios y enfermedades. Si usted piensa que la relación entre los plaguicidas y las grandes farmacéuticas es increíble, si usted no cree que una organización pueda crear dicho plan, piense de nuevo. Es bien conocido que las compañías farmacéuticas fabrican las enfermedades para acelerar la venta de drogas. Por ejemplo, la “fabricación” de las enfermedades mentales.

“A pesar de un aumento de casi el 500 por ciento en medicamentos de salud mental que se prescriben a los niños en los últimos seis años, la [Conferencia Nacional de Nueva Libertad de la Comisión sobre Salud Mental] recomendó un plan de evaluación de salud mental obligatoria para todos los estudiantes de escuelas públicas y el seguimiento del tratamiento con medicamentos cuando sea necesario. “El hecho es que este no es más que otro régimen de especulación elaborar urdido por Bush y la industria farmacéutica para convertir a los millones de personas en los sistemas públicos en los clientes para los nuevos medicamentos psiquiátricos con el fin de canalizar más dólares de impuestos a Pharma.”, Afirma Evelyn Pringle en su artículo en el Journal Online titulado: Damaging children for the sake of profits

Codex Alimentarius permite el uso de plaguicidas, medicamentos veterinarios y otros residuos tóxicos en los alimentos a niveles mucho más altos que incluso los grupos de presión de la industria han pedido. Al hablar sólo de los niveles actuales de plaguicidas (los niveles del Codex serían mucho más altos), el Ontario College of Physicians toma nota. Codex Alimentarius no sólo permitiría el uso de los plaguicidas, hormonas, antibióticos y otros OMG en los alimentos, sino que también abrirá la puerta a sustancias más peligrosas como la aflatoxina. Esta droga es un fuerte agente cancerígeno en la leche, cacahuetes, almendras y otros alimentos. La aflatoxina es el más potente toxina del tipo no radiactiva conocida por el hombre. Sin embargo, el Codex permite a las empresas a utilizar altos niveles de aflatoxina en la leche: 0,5 mg / kg. Eso es al menos 100 veces más que la dosis recomendada.

¿Cómo detener el Codex?

Como sucede a menudo, la gente tendrá que levantarse contra el Codex en un esfuerzo para informar a sus familiares, vecinos y amigos. La mejor manera en que los países pueden rechazar el Codex Alimentarius es optando por salir de este. Esta es una decisión que debe ser hecha por el pueblo a través del Congreso. Una carta está disponible aquí para enviar a su congresista, junto con información detallada contenida en este artículo o cualquiera de las fuentes adicioandas al final del mismo. Esta puede ser traducida y enviada a cada Congreso y los representantes que están negociando el Codex a nivel local, regional e internacional, necesitan oponerse a la comisión del Codex y oficialmente, en nombre de cada nación, optar por salirse de este. Sólo una oposición masiva del pueblo puede derrotar esta iniciativa. Los ciudadanos no pueden confiar en sus políticos para tomar las decisiones correctas cuando se trata de la libertad de salud. Así que, póngase en contacto con funcionarios del gobierno e informeles sobre el Codex ahora mismo.

Usted puede encontrar el punto de contacto del representante que negocia el Codex Alimentarius en su país clicando aquí.

Algunas Fuentes de Información usadas en este artículo incluyen pero no se limitan a las siguientes:

Who is Behind Codex Alimentarius?

Amended Codex vitamin and mineral guide

Risk Assessment Science + Nutrition = A Toxic Brew!

Documental: We Become Silent – The Last Days Of Health Freedom

British Parliament Officially Warns About Pharmaceutical Industry

8-Step Codex Decision Process

50 Harmful Effects of Genetically Modified Foods

Codex Threatens the Health of Billions

Billions of people expected to die under Codex Alimentarius

The Coming Nutricide: Former Nazi is the Father of Codex

Los riesgos para la salud de transgénicos cultivados y consumidos en EspañaCodex Alimentarius – Dare you ignore it?