Tecnologia ao Serviço da Manipulação Humana

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 26 DE MARCO 2012

Geo-engenharia é, em essência, a manipulação artificial e deliberada do clima através da aplicação de tecnologias existentes para alterar os padrões climáticos e do tempo sobre uma área do planeta Terra. Mas, o que seria se a Geo-engenharia estivesse sendo usada para mudar a vida além do clima? E se essa engenharia incluisse seres humanos? Por que isto não tem sido relatado na mídia? Ignorância? Acobertamnento? Você vai ler aqui primeiro.

Muitas das táticas utilizadas pelas elites para realizar seus planos são bem sucedidas devido à sua implementação dissimulada e este é o caso com a modificação biológica da humanidade. As táticas mais eficazes para a invasão começam, sempre, desde dentro. Foi o que aconteceu em Tróia e funcionou. A engenharia humana dissimulada vai além do planejamento social e da medicina moderna para tentar mudar a todos desde dentro; célula por célula, tecido por tecido, fibra por fibra. Um grande esforço está em andamento não só para mudar a biosfera, mas também para mudar a humanidade.

O cavalo de tróia usado para executar este plano é a ferramenta de modificação meteorológica que milhões de pessoas conhecem como trilhas químicas ou Chemtrails. Até não muito tempo atrás, trilhas químicas eram uma forma de geo-engenharia do planeta, mas a pulverização de materiais de aerossol na atmosfera, a fim de limitar a quantidade de luz solar que atinge o planeta, não é o único propósito das trilhas químicas. Pesquisadores descobriram que o processo de geo-engenharia vai muito além da modificação climática feita pelo homem. O que os cientistas e bioeticistas estão propondo é transformar o homo sapiens em andróides humanos não para o bem do progresso, mas para mais facilmente nos controlar.

O ENVENENAMENTO DO PLANETA

Pesquisadores e organizações independentes que estudam os efeitos das trilhas químicas no meio ambiente e na população coletaram provas suficientes sobre os seus efeitos negativos nas plantas, animais, água e pessoas. O que os cientistas descobriram é que o nosso planeta está sendo saturado com dezenas de milhares de vezes mais dos valores normais de metais como alumínio, bário e sais sulfúricos que os apoiadores da geo-engenharia estão usando para impedir a luz solar de chegar ao planeta. O uso de chemtrails como uma ferramenta de geo-engenharia do planeta começou no início da década de 1960, quando os governos começaram a pulverização com produtos químicos a fim de “ajudar o meio ambiente”. Desde então, o planeta perdeu 22 por cento da luz solar. A formação de nuvens artificiais é admitida pela NASA. Essas nuvens são chamadas de jet-cirrus. Esta admissao nos ajuda a separar dois termos que muitas vezes são confundidos ou tratados como se fossem iguais. Contrails, ou trilhas de condensação, se formam atrás dos aviões em altas altitudes. Nestas altitudes, a umidade é muito baixa, fazendo com que as contrails desapareçam quase instantaneamente. Nuvens, por outro lado, se formam em altitudes mais baixas, onde a umidade é maior. Por mais de 50 anos, os céus do planeta foram tratados com trilhas químicas, em uma combinação de substâncias químicas emitidas por sistemas de escape em aviões de passageiros ou desde aviões militares e do governo que são contratados exclusivamente e equipados com recipientes para transportar grandes quantidades de produtos químicos.

Na Califórnia e no Havaí, por exemplo, pesquisadores, cientistas independentes e pessoas em geral mediram as quantidades de metais pesados presentes na água e no solo para revelar o envenenamento ao qual o planeta está sendo sujeitado através das trilhas químicas. As amostras revelaram que as quantidades de metais pesados atingiram dezenas de milhares de vezes mais do que os valores normais. Em todo os Estados Unidos e na Europa, pessoas relatam a morte de milhares de árvores e outras formas de plantas e animais que, quando analisados, têm um denominador comum: altas concentrações de metais pesados e outras substâncias químicas. Surpreendentemente, a maioria das áreas com a maior porcentagem de mortes de animais e plantas estão longe de centros industriais, o que rejeita a idéia de que sua morte é uma conseqüência direta da poluição industrial ou atividade humana. As árvores que estão morrendo estão localizadas em florestas ou paraísos tropicais onde a concentração de poluentes ambientais é baixa. A fim de confirmar que esses animais e plantas estão morrendo devido aos produtos químicos pulverizados do céu, as análises foram, também, realizadas no solo e na água correspondentes onde estas plantas se encontram para confirmar a presença dos mesmos produtos químicos. Testes de laboratório confirmaram.

A pesquisadora Deborah Whitman, que realizou sua própria análise de plantas e árvores que morreram na cidade de Solana Beach, Califórnia, descobriu que os níveis de alumínio eram de 387 miligramas por quilograma, bário de 18,4, estrôncio de 113 e titânio de 15,2.

Juntamente com a carga de metais pessados e outras substâncias químicas que são pulverizadas diariamente por aviões em todo o mundo, os pesquisadores descobriram que outros materiais presentes nas trilhas químicas estão levando as pessoas a desenvolver erupções e feridas na pele. Estes materiais incluem sais metálicos ou óxidos, produtos biológicos e fibras ou filamentos. A pulverização desses materiais mudou o ar que os seres humanos e animais respiram. O ar não é mais neutro, uma qualidade necessária para todas as formas de vida. As fibras e filamentos são invisíveis a olho nu, mas são facilmente observadas usando “luz negra”. Foi assim que pesquisadores e cientistas descobriram tais partículas, chamando-as de “chuva seca”. Estudos mostram que, para o planeta ter precipitação, as partículas de poeira e outros elementos naturais formam um núcleo que se torna instável e precipita sob a forma de chuva. Mas o que acontece quando alguém injeta partículas menores que o normal na atmosfera? Essas partículas nunca se tornam instáveis. Com isso, formam nuvens que parecem neblina e que cobrem o céu depois de um avião pulverizar produtos químicos. Quanto menor for a partícula, mais estável a gota de água e menos precipitação. Isso é o que muitos chamam de geo-engenharia.

O biólogo aposentado e especialista em água Francis Mangels descobriu, através de análise laboratorial, que os níveis toleráveis de bário, alumínio e titânio na água e no solo foram ultrapassados exponencialmente. Em locais onde os níveis de alumínio tinham de ser de 0,5 microgramas por litro, Mangels descobriu que a água tinha 12.000 microgramas por litro, 24.000 vezes maior que a quantidade normal. Neve no Monte Shasta apresentou níveis de 61.000 microgramas por litro, ou 122.200 vezes maior que o nível normal. Em uma outra análise, água em Bellavista, Califórnia, apresentou nível de alumínio de 375.000 microgramas por litro. O nível de bário atingiu 3090 microgramas por litro e de estrôncio 345 microgramas por litro. As amostras de água e solo subterrâneos apresentaram níveis normais de metais o que significa que estes aumentos de metais nas aguas e nos solos nao sao naturais.

RE-ENGENHARIA DA HUMANIDADE

Pode haver evolução quando os seres humanos se transformarão em seres robóticos sem capacidade para reproduzir ou ter livre arbítrio? O problema é que esse processo já começou e ninguém parece notar.

O uso de sais metálicos ou óxidos em chemtrails tornou o ar que respiramos condutor. Como conseqüência, os seres humanos e animais que respiram o ar também se tornaram condutores, adquirindo a capacidade de transmitir energia. Juntamente com metais, chemtrails também contém fibras ou filamentos que não são formados naturalmente. Esta fibras são a principal causa de uma doença conhecida como Síndrome de Morgellons. Tal síndrome não é reconhecido pela comunidade médica, que simplesmente chama a doenca de  “parasitose mental”. Pacientes com Morgellons apresentam lesões de pele que nunca cicatrizam e constantemente expelem algum tipo de material fibroso que permanece anexado à pele. Em muitos casos, essas fibras são acompanhadas por partículas metálicas compostas dos mesmos metais pesados que são pulverizados pelas trilhas químicas.

Embora os pesquisadores não saibam como essas fibras entram no corpo humano, eles podem provar que as fibras não são feitas de nenhum material natural que vive no planeta Terra. O pesquisador independente Clifford Carnicom encontrou estas mesmas fibras e filamentos em amostras de ar coletadas em diferentes locais do planeta Terra, como, por exemplo, no estado do Novo México, nos Estados Unidos. Mas estas fibras não estão sozinhas. Juntamente com elas, os pesquisadores descobriram organismos que se parecem com glóbulos vermelhos com um tamanho de 2 microgramas. Esses organismos apresentam estruturas celulares internas semelhantes às dos glóbulos vermelhos humanos.

Os materiais encontrados nos filamentos transportados pelo ar continham organismos que eram uma combinação dos três tipos de seres que existem na natureza – Bactérias, Archaea e Eukarya. Em outras palavras, era uma forma de vida híbrida extremamente resistente a condições adversas – uma qualidade dos organismos Archaea-, parecia uma bactéria e se reproduzia como uma Eukarya.

Como conseqüência dos seres humanos ter essas fibras em seus corpos através da respiração, as pessoas estão abrigando três diferentes formas de vida dentro de si, que estão contidas em um único organismo com a capacidade de se reproduzir dentro de nós. Os seres humanos ainda são humanos ou somos agora híbridos? Segundo a pesquisadora Sofia Smallstorm, os seres humanos estão sendo modificados a desde  dentro. Cada vez que uma fibra ou filamento se espalha em colônias e as colônias se espalham em mais colônias, o homo sapiens é cada vez menos humano. “Há materiais que são estranhos ao corpo humano que estão crescendo dentro de nós”, diz Smallstorm. Ela atribui o aparecimento desses organismos à Transbiologia, ou a manipulação de seres biológicos que ocorrem naturalmente através da nanotecnologia ou da biotecnologia. Uma vez no corpo, os filamentos ou fibras criam os seus próprios glóbulos vermelhos capazes de resistir condições extremas, tais como calor, níveis elevados de produtos químicos, frio, ácido e assim por diante. Estas fibras podem, até, crescer fora do corpo humano em um ambiente de laboratório.

Na indústria da nano-tecnologia, os cientistas usam o que chamam de pirâmide nano-tecnologica, a fim de mostrar e organizar o processo seguido para criar novos materiais ou elementos. Essa pirâmide começa na parte inferior com materiais simples que são, então, transformados em estruturas. Essas estruturas ajudam na conclusão de processos que, finalmente, criam “dispositivos”. Portanto, a biotecnologia e a nanotecnologia estão sendo usadas para alterar o funcionamento natural dos nossos corpos humanos de uma forma incremental. Estudos mostram, ainda, que a nano-tecnologia e as indústrias de biotecnologia têm produzido materiais semelhantes, se não iguais, aos encontrados em análises de tecido humano. Pessoas com estágios avançados da Síndrome de Morgellons têm testemunhado estruturas cristalinas que começam a aparecer a partir das fibras que crescem para fora de seus corpos. Imagine-se dentro de um computador que tem cabos ou fios que não foram corretamente ligados. Essas fibras passam de translúcidas ou brancas para coloridas. Mais tarde, as fibras coloridas crescem micro placas ou placas de aspecto metálico que também aparecem em várias cores. Muitas das fibras coletadas das peles dos pacientes com Morgellons parecem ser feitas de polietileno de alta densidade, como relatado pela pesquisadora Jan Smith. Há evidência que confirma que as indústrias da nano-tecnologia e da biotecnologia estão produzindo algo que os investigadores chamam de GNA, um análogo sintético de DNA, que é infiltrado em seres humanos através das fibras e das placas que se formam destas fibras e se desenvolvem no interior do corpo humano. GNA contém vários polímeros condutores e nanopartículas de ouro. GNA é composto, principalmente, de glucanos de celulose. Observados atraves da espectroscopia Raman, parecem uma conbra ou um filamento de arame.

UMA RAÇA HUMANA HIBRIDA E ESCRAVA

As formas e as dimensões das fibras variam. O que não varia é a sua capacidade de imitar o DNA humano e espalhar-se dentro do corpo para se reproduzir e tomar conta. Para mais informações sobre este detalhe específico, vá ao Grupo de Pesquisa Morgellons. A finalidade desta transformação é um e um só: fazer os seres humanos responsivos a uma certa ressonância ou sinal de frequência de rádio. Hoje em dia, o cientistas sabem que a ressonância do planeta está entre uma faixa saudável de 3-69 Hertz.

“Todas as coisas que vibram neste mundo têm a sua própria freqüência” natural “, escreve Sanjay Aqrawal em um artigo intitulado “Brain Entrainment and Schumann Resonance “. Quando uma coisa é submetida a uma força externa que faz com que esta vibre a uma frequência específica, o objeto responde “alegremente” por meio de uma vibração na amplitude máxima (energia). A frequência natural deste objeto é conhecida como sua “ressonância” ou frequência “ressonante” e o fenômeno é conhecido como ‘ressonância’. Físicos descrevem ressonância como a tendência de um sistema a oscilar com uma maior amplitude em algumas frequências do que em outras, utilizando a sua energia vibracional armazenada.

Ressonância Schumann (RS) é a ressonância eletromagnética global que ocorre como um conjunto de picos em uma frequência extremamente baixa (ELF) da porção do espectro eletromagnético da Terra entre 3 e 32 Hz, com picos distintos de 7,83, 14,3, 20,8, 27,3 e 33,8 Hz. Relâmpagos provocam a (RS) na cavidade formada pela superfície condutora da Terra e a ionosfera.

A onda estacionária normal criada no interior da cavidade Schumann ocorre a um comprimento de onda igual à circunferência da Terra e com uma frequência de base (e mais alta intensidade) entre 6-8 Hz (7,83 Hz). Alguns chamam essa freqüência básica de “batimento cardíaco” da Terra ou o “diapasão” do planeta, sugerindo que ele gera propriedades curativas naturais quando as coisas vivas estão no seu ritmo. Todos os sistemas biológicos ressonam nesta mesma gama de frequências.

Leia mais sobre a ressonância do cérebro humano e planetário aqui.

A nanotecnologia diz que os pontos quânticos, as pequenas partículas encontradas em pacientes com Síndrome de Morgellons, têm uma capacidade muito alta para “afinamento”. O Efeito Piezo é a capacidade que alguns cristais, cerâmica, metais, proteínas e DNA humano para criar uma tensão interna uma vez que uma pressão externa é aplicada. Como explicado por Sofia Smallstorm, quando uma pessoa aplica uma determinada frequência a um cristal gera uma tensão. Inversamente, quando você coloca uma tensão a um cristal, ele responde com uma frequência. De acordo com Clifford Carnicom, quando ele aplicou uma frequência de luz azul (375 nm) a uma estrutura de filamento feito dos mesmos materiais encontrados em tecidos dos pacientes com Síndrome de Morgellons, resultou na expansão acelerada ou crescimento da estrutura de filamentos em um período de apenas 24 horas após a exposição. Poderíamos associar estranhas mudanças no comportamento humano à constante exposição das mais recentes tecnologias, tais como telefones celulares, computadores, televisão, rádio e os sinais de internet sem fio? Como as freqüências emitidas por essas tecnologias mudam a ressonância natural da Terra ou a freqüência? Como elas mudam ressonâncias humanas ou animais? Elas estão contribuindo com o processo de modificacao humana ocorrendo dentro dos nossos corpos? Será que estamos sendo modificados desde o nosso interior com a ajuda das tecnologias nas quais estamos tão profundamente viciados? Qual o papel que HAARP desempenha?

“O que está acontecendo com os seres humanos no nível bioquímico?”, pergunta Sofia Smallstorm. “Ligações elétricos são ligações químicas e eletromagnetismo é capaz de mudar o que está acontecendo em nossos corpos.” Ela acredita que outras freqüências, diferentes da nossa própria ou da ressonância harmônica do planeta Terra, estão suprindo os componentes sintéticos em nossos corpos com o poder que eles precisam para realizar a sua missão.

De onde poderia vir esta tecnologia se nao fosse da nanotecnologia e da biotecnologia? Conhecam a Biologia Sintética, um campo de estudo e de aplicação que usa recursos e ciência da genética, radiação, robótica, nanotecnologia, inteligência artificial e tecnologia da informação para “melhorar e ultrapassar” os limites da natureza. Apenas há um ano atrás, a revista Time publicou um artigo sobre o que os trans-humanistas chamam “The Singularity”. Este conceito é baseado na idéia de que os seres humanos, sem sombra de dúvida, se fundirão com máquinas em um futuro próximo. Já não estamos nos tornando máquinas? O artigo diz que o homo sapiens não será mais reconhecido. Os seres humanos, diz Time, vão, finalmente, concluir seu caso de amor com a imortalidade. Seja qual for a definição que é dada ao termo, inclui a engenharia reversa de seres humanos como somos conhecidos hoje em algo mais avançado. Mas para quê?

Os proponentes e executores do fenômeno das trilhas químicas estão conscientemente modificando a humanidade para ter a capacidade de seguir uma freqüência diferente, para responder e operar sob um “coração novo”. Sob esta nova freqüência, os humanos não terão mais a capacidade de pensar por si mesmos ou ter liberdade de escolha, pois eles vão ser dirigidos pela fonte que manipula esta freqüência específica em que os seres humanos irão funcionar. Não há mais livre arbítrio. Mas as mudanças do cavalo de tróia – que está sendo implantado por aqueles que estão ampla e abertamente pulverizando os céus do mundo – não se limitam a modificações elétricas. Através desta tecnologia, os humanos também vão perder a capacidade de se reproduzir. Eles se tornarão andróides humanos, ou o que apoiadores do trans-humanismo chamam de Homo Evolutis.

Atualmente, tanto a NASA quanto o Google financiam e apoiam a Universidade da Singularidade, um lugar onde as pessoas são ensinadas sobre este novo estado de inteligência. De acordo com este novo sistema de educação, a humanidade torna-se transcendente em um lugar no espaço e no tempo em que as regras da física não mais se aplicam. Seguidores e estudiosos desta teoria incluem Ray Kurzweil, autor de “The Singularity is Near”, um livro que inspirou o filme “O Homem Transcendente”. Segundo Kurzweil, os avanços na tecnologia são impulsionados exponencialmente, não de forma linear. Os defensores deste tipo de futuro acreditam que a tecnologia permitirá que os seres humanos possam assumir o controle de seu próprio futuro.

A questão é, então, quem tem as ferramentas e o potencial para criar fibras artificialmente replicantes, glóbulos vermelhos e organismos nano que imitam a reprodução celular humana? Quem está agora modificando a todos nós sem nossa autorização? São estes mesmos indivíduos que irão decidir o que é feito com a humanidade uma vez que todos estiverem devidamente modificados para obedecê-los? O Kurzweil acredita que os cientistas vão, finalmente, completar a engenharia reversa do cérebro humano até 2020. O que mais resta para a classe tecnocrata no controle das indústrias farmacêutica, biotecnologia, nanotecnologia e biologia sintética para controlar nossos cérebros? Claro, as elites tecnocráticas não apresentam este avanço como uma ferramenta de controle. Em vez disso, apresentam como uma oportunidade de alcançar a imortalidade, para usar inteligência artificial e criar um sistema onde todos nós podemos estar conectados, onde não há dor, nem sofrimento, nem escravidão, além da escravidão de nossa mente, que é o que eles estão procurando. Tecnologias como “The Singularity” serão, gradativamente, apresentadas como uma visão moderna da vida para que mais pessoas, não importando o status econômico ou social, optem em se conectarem com a “matriz”, para usar um termo familiar. É isso mesmo. O cenário que esta versão do futuro implica é a capacidade fazer um download dos nossos cérebros em um computador e vice-versa. Também será apresentada a nós como a solução universal para todos os problemas humanos, médicos ou de outros tipos.

Segundo Ray Kurzweil, até 2029, as máquinas vao alcançar e ultrapassar a inteligência humana, chegando a um nível de consciência por ele definido como “super-inteligência” que os seres humanos serão capazes de “usar” conectando-se ao sistema. A partir desse estado, no entanto, não há como voltar atrás. Mas o que vai acontecer uma vez que as máquinas ultrapassarem os níveis humanos? Sofia Smallstorm se pergunta se essas máquinas super-inteligentes verão os humanos como seus criadores e os respeitarão como tal; se eles competirão com os humanos por recursos; ou se eles verão os humanos como uma ameaça à sua existência suprema. E os criadores das máquinas? E a elite tecnocrática cada vez mais poderosa? O que eles vão fazer com esse poder recém-descoberto de controlar remotamente cada um de nós?

O Homem Transcendente já está aqui, personificado pela Internet, a World Wide Web, pela série de computadores que já dizem o que você deseja pesquisar antes mesmo de terminar de digitar. Uma tendência que já vemos é como o ser inteligente artificial, que conhecemos como a Internet, já está transformando o homo sapiens em uma criatura não-biológica, um recipiente vazio à espera de uma tomada ao qual se conectar. O que acontecerá quando os processos biológicos forem executados pela tecnologia e todos os seres vivos se transformarem em andróides biológicos não-reprodutivos; uma população de uma espécie projetada sob o controle de máquinas ou, pior ainda, de poderosos mestres trans-humanistas? No caso de você não ter entendido, o Homo Evolutis não será um ser humano melhor; na verdade, não será um ser humano. Será um produto regido por uma patente, que será propriedade de alguém ou algo, cujo principal objetivo não é melhorar a humanidade, mas degradá-la. Os bio-andróides perfeitos que os trans-humanistas estão procurando é “um ser sem sexo, sem capacidade de reprodução, um trabalhador mais eficiente, algo que não pode ser distraído por amor ou luxúria, será livre de doença para que possa trabalhar por tempo indeterminado. Então você vai ter os “e-mpregados” e a “e-lite”, adverte Smallstorm.

É a busca do Super Humano também a morte da raça humana e a ascensão do Homo Evolutis?

Vou deixá-lo com uma citação de Ray Kurzweil e sua visão do futuro e “The Singularity”: “Deus existe? Bem, eu diria que ainda não “.

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Chemtrails: Beyond Geo-engineering Planetary Weather

By LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | MARCH 20, 2012

Geo-engineering is in essence the artificial and deliberate manipulation of the weather by applying existent technologies to change weather and weather patterns over an area of planet Earth. But what if Geo-engineering was being used to change life beyond planetary weather? What if planetary re-engineering included us, humans? Why hasn’t this unseen and unheard of phenomenon been reported neither on main stream media nor alternative media? Ignorance? Cover-up? You’ll read about it here first.

Many tactics used by the elites to carry out their plans are successful due to their stealthy implementation, and this is the case with the biological modification of humanity. The most effective tactics for invasion always start from the inside. It happened in Troy and it worked. Stealthy human engineering goes beyond social planning and modern medicine to an attempt to change us all from the inside, cell by cell, tissue by tissue, fiber by fiber. A massive effort is now underway not only to change what the biosphere looks like, but also to change what humanity looks like.

The trojan horse used to carry out this human re-engineering is the very same weather modification tools that millions of people know as Chemtrails. Until not too long ago, chemtrailing was thought of as a way to geo-engineer the planet, but spraying aerosolized materials into the lower atmosphere in order to limit the amount of sunlight that reaches the living areas of the planet is not the only purpose of Chemtrails. Researchers have discovered that the process of geo-engineering goes way beyond man-made planetary weather modification. What scientists and bioethicists are proposing is turning homo sapiens into human androids, not for the sake of progress, but to more easily control us.

THE POISONING OF THE PLANET

Researchers and independent organizations who study the effects of chemtrails on the environment and the population, collected enough proof regarding its negative effects on plants, animals, water and of course people. What scientists found is that our planet is being saturated with tens of thousands of times the natural amounts of metals such as Aluminum and Barium as well as Sulfuric salts which geo-engineering supporters are using to supposedly stop sunlight from reaching the planet. The use of chemtrails as a tool to geo-engineer the planet dates back at least to the beginning of the 1960’s, when governments and its contractors started spraying the atmosphere with chemicals in order to “help the environment”. Since then, the planet has lost 22 percent of sunlight. That is, Earth is 22 percent darker than when the geo-engineering experiments started. The formation of man-made clouds is admitted by NASA. Those clouds are called jet-cirrus. This helps us separate two terms that are often confused or even treated as the same thing. Contrails, or condensation trails form behind airplanes as they make their way through the skies. This planes and these trails are formed at high altitudes. At this altitude, humidity is very low, which is one of the causes for the contrails to disappear almost instantaneously. Clouds on the other hand, form at lower altitudes, where humidity is higher. For over 50 years, the planet’s skies have been dosed with Chemtrails, which are a combination of chemicals emitted by passenger airplane exhaust systems, or from military and government contractors airplanes which are exclusively equipped with containers to carry large amounts of the chemicals.

In places like California and Hawaii, for example, independent researchers, scientists and people in general measured the amounts of heavy metals in their water and soil to reveal the massive poisoning the planet is being subject to through chemtrailing alone. Water and soil samples were submitted for evaluation and the amounts of heavy metals reached tens of thousands of times the normal amounts. All over the United States and Europe, people report the death of thousands of trees and other forms of plant and animal forms, which when analyzed have a common denominator: high concentrations of heavy metals and other chemicals. Surprisingly, most if not all of the areas with the largest number of deaths of animals and plants are far away from industrial centers, which helps reject the idea that their death is a direct result of industrial pollution or human activity. Most of these trees that are dying are located in forests or tropical paradises where the concentration of environmental pollutants is low. In order to confirm that these animals and plants were dying due to the chemicals sprayed over from the sky, analyses were also performed to see if the chemicals in the soil and water corresponded to those found in living animals or plants. Laboratory tests confirmed it.

Researcher Deborah Whitman, who performed her own analysis of dying plants and trees in the city of Solana Beach, California, found that the levels of aluminum were 387 milligrams per kilogram, barium was at 18.4, strontium at 113 and titanium at 15.2.

Along with the load of heavy metals and other chemicals that are sprayed daily by airplanes all over the world, researchers have independently found that other materials contained in the chemtrails are causing people to develop rashes and bruises on their skin. These materials include metallic salts or oxides, engineered biological products and fibers or filaments.The spraying of these materials has changed the the air humans and animals breathe. The air is no longer neutral, a quality that is necessary to support most forms of life. The fibers and filaments are invisible to the human eye, but are easily observed if people use “black lights”. That is how researchers and scientists became aware of their existence. They have called this particles “dry rain”. Scientific evidence shows that in order for the planet to have rainfall, particles of dust and other natural elements in the atmosphere form a nuclei which become unstable and then precipitate in the form of rain. But what happens when someone injects smaller than normal particles into the atmosphere? Those particles never become unstable, and with it they are capable of forming the haze looking man-made clouds that cover the sky after an airplane sprays the chemicals cited above. The smaller the particle, the more stable the water droplet, the lesser rainfall. That is what many call Geo-engineering.

Retired Wildlife Biologist and water specialist Francis Mangels found through laboratory analysis that the levels of Aluminum, Barium and Titanium seen as tolerable in water and soil had been surpassed exponentially. In places where aluminum levels had to be of 0.5 micrograms per liter, Mangels found that pond water had 12,000 micrograms per liter, 24,000 times the normal amounts. Snow drift at Mount Shasta showed levels even greater of 61,000 micrograms per liter, or 122, 200 times the normal level. In a separate analysis, pond water in Bellavista, California, had aluminum levels of 375,000 micrograms per liter. The level of barium reached 3090 micrograms per liter and strontium 345 micrograms per liter. Samples of water and soil taken from below houses presented normal levels of these and other metals.

RE-ENGINEERING HUMANITY

Can there be evolution when humans will turn into robotic beings without the capacity to reproduce or to have free will? The problem is, this process has already begun, and no one seems to notice.

The use of metallic salts or oxides in chemtrails has turned the air we breathe conductive. As a consequence,

humans and animals who breathe that air also become conductive, gaining the ability to transmit energy. Along with the metals, chemtrails have also been found to contain fibers or filaments which are not naturally formed. This fibers are the main cause of a disease known as Morgellons Syndrome. Morgellons is not recognized by the medical establishment, which simply calls it “mental parasitosis”. This is a term used to dismiss Morgellons as a mentally created disease that has no other treatment or cure than a mental examination and therapy. However, the lesions on Morgellons patients are all but imaginary. Their open skin never heals and constantly expels some kind of fibrous material that remains attached to the skin. In many cases, these fibers are accompanied by metallic looking particles made of — you guessed it right — the same heavy metals that are being sprayed through chemtrails. Fibers are often found to be formed by hollow tubules which have been cultured in laboratory in order to study them. In those situations, the fibers develop into groups of filaments or colonies, which continue to extend if not controlled. Fibers such as the ones found in patients with Morgellons Syndrome are also present in healthy average people, except that those fibers do belong inside humans. In other words, someone found a way to create fibers such as the ones naturally contained in human tissue and to give them the capacity to replicate just as its natural human counterpart do.

Although researchers are not sure how these fibers make it inside the human body, they have enough material proof to determine that the fibers are not made of anything natural that lives on planet Earth. Independent researcher Clifford Carnicom found these same fibers and filaments in air samples collected at different locations on planet Earth, such as New Mexico in the United States. But these fibers are not alone. Together with them, researchers found dried red blood cell-like organisms with sizes of 2 micrograms. Those organisms contained internal cellular structures similar to those contained in human red blood cells. Further analysis through a microscope revealed that those human-like red blood cells were not really human and that they had been purposely created in a way to keep them preserved. The materials found in the air borne filaments contained organisms that were a combination of the three best known types of beings that exist in nature — Bacteria, Archaea and Eukarya. In other words, it was a hybrid life form that was extremely resistant to adverse conditions — a quality of Archaea organisms, that looked like Bacteria and that reproduced like an Eukarya.

As a consequence of humans taking these fibers into their bodies through breathing, people are now hosting three different forms of life inside of them, which are contained in one single organism with the capacity to reproduce inside of us. So are we humans still humans or are we now hybrids? According to researcher Sofia Smallstorm, humans are being engineered from the inside. Every time a fiber or filament spreads into colonies and those colonies spread into more colonies, homo sapiens are less and less human. “There are materials that are alien to the human body that are growing inside of us,” says Smallstorm. She attributes the appearance of these organisms to Transbiology, or the manipulation of naturally occurring biological beings through nanotechnology or biotechnology. Once in the body, the filaments or fibers create their own red blood cells capable of resisting extreme conditions such as heat, high levels of chemicals, cold, acid, and so on. These fibers even have the capacity to grow outside the human body in a laboratory environment.

In the nano-tech industry, scientists use what they call the nano-tech pyramid in order to show and organize the process that is followed to create new materials or elements. That pyramid starts at the bottom with simple materials which are then turned into structures. Those structures aid in the completion of processes which finally create “devices”. So are biotechnology and nanotechnology being used to change the natural operation performed by our human bodies in an incremental fashion? Further research shows that the nano-tech and biotech industries have produced similar if not equal materials as the ones found in analyzed human tissue. People with advanced stages of Morgellons Syndrome have witnessed how crystalline structures begin to appear from the fibers that grow off their bodies. Imagine the inside of a computer that has cables or wires that haven’t been properly connected. Those fibers have gone from being translucent or white, to becoming colorful. Later those colorful fibers grow metallic-looking micro plates or plaques which also appear in several colors. Many of the fibers collected off Morgellons patients’ skins appear to be made of high density polyethylene, as reported by researcher Jan Smith. There is evidence that confirms that the nano-tech and biotech industries are producing something that investigators call GNA, a synthetic analog of DNA, which is infiltrated into humans through the fibers and metal attachments that those fibers develop while inside the human body. GNA contains various conductive polymers and gold nano-particles. GNA is mainly made of cellulose glucans, a snake or wire-looking filament observed with Raman spectroscopy.

A HUMAN HYBRID SLAVE RACE

The shapes and sizes of the fibers and metallic looking attachments vary. What does not vary is their capacity to mimic human DNA’s capacity to spread around inside the body; to reproduce and take over. Imagine the creation of a new electrical wiring system that laboratory observation shows it as rewiring the human body through nano-arrays (devices used for DNA hybridization) and heavy metal semiconductors surrounded by an organic shell or material. For more information on this specific detail, go to Morgellons Research Group. The purpose of this transformation is one and one only: to make humans responsive to a certain resonance or radio frequency signal. Nowadays, scientist know that the planet’s resonance is between a healthy range of 3 – 69 Hertz.

“All vibrating things in this world have their own, ‘natural’ frequency which they are most comfortable with,” writes Sanjay Aqrawal in an Ezine article entitled “Brain Entrainment and Schumann Resonance”. When a thing is subjected to an external force that makes it vibrate at a frequency it vibes with the most, the thing responds “joyfully”, by vibrating at the maximum amplitude (energy). The natural frequency of that [object] is known as its ‘resonating’ or ‘resonant’ frequency, and the phenomenon is known as ‘Resonance’. Physicists describe resonance as the tendency of a system to oscillate with greater amplitude at some frequencies than at others, using its stored vibrational energy.

Schumann Resonance (SR) is the global electromagnetic resonance that occurs as a set of peaks in the extremely low frequency (ELF) portion of the Earth’s electromagnetic field spectrum between 3 and 32 Hz, with distinct peaks at 7.83, 14.3, 20.8, 27.3 and 33.8 Hz. Lightning discharges excite SR in the cavity formed by the Earth’s conducting surface and the ionosphere. Named after German physicist Winfried Otto Schumann, who predicted it mathematically in 1952 (and first detected it in 1954—an auspicious year), SR acts as a closed waveguide. It’s like a wave-bridge. “So astounding are the facts in this connection,” said Nikola Tesla in 1899 of this global electromagnetic resonance, “that it would seem as though the Creator, Himself had electrically designed this planet.”

The normal standing wave created in the Schumann Cavity occurs at a wavelength equal to the circumference of the Earth, and at a base frequency (and highest intensity) of between 6-8 Hz (7.83 Hz). Some call this basic frequency the Earth’s “heartbeat” or the “tuning fork” of the planet, suggesting that it generates natural healing properties when living things are entrained to its rhythm. It turns out that all biological systems resonate at this same frequency range.

Read more about planetary and human brain resonance here.

The very same fields of nanotechnology tells us that quantum dots, such as the small particles found in patients with Morgellons Syndrome have a very high capacity for “tunability”. The Piezo Effect is the ability that some crystals, ceramics, proteins, metals and human DNA to create an internal voltage once an outside pressure is applied. As explained by Sofia Smallstorm, when a person applies a certain frequency to a crystal, it generates a voltage. Inversely, when you put a voltage to a crystal, it responds with a frequency. According to Clifford Carnicom, when he applied a blue light frequency (375 nm) to a filament structure made of the same materials found in Morgellons Syndrome patients’ tissue, resulted in the accelerated expansion or growth of such filament structure within only 24 hours after exposure. Could we safely associate strange changes in human behaviour to the constant exposure people submit themselves to when using the latest technologies such as mobile phones, computers, television, radio and wireless internet signals? How do the frequencies emitted by these technologies change Earth’s natural resonance or frequency? How do they change human or animal resonances? Are they contributing with the enhancement of the rewiring process now occurring inside our bodies? Are we being re-engineered from the inside with the help of the technologies we are so deeply addicted to?  What role does HAARP play?

“What is happening to humans at the biochemical level?,” asks Sofia Smallstorm. “Electrical bonds are chemical bonds, and electromagnetism is capable of changing what is happening in our bodies.” She believes frequencies other than our own or planet Earth’s harmonic resonance are supplying the synthetic components in our bodies the power they need to carry out their mission.

Where could this technology come from besides nanotechnology and biotechnology? Enter Synthetic Biology; a field of study and application that uses resources and science from genetics, radiation, robotics, nanotechnology, artificial intelligence and information technology to “improve and transcend” the limits of nature. Just a year ago, Time magazine published a propaganda piece about something trans-humanists call The Singularity. This concept is based on the idea that humans will undoubtedly merge with machines in the near future. Aren’t we already becoming them? The article says that Homo Sapiens will no longer be recognized. Humans, says Time will finally complete their love affair for immortality. Whatever definition is given the The Singularity, it includes the reverse engineering of humans as we are known today into something more advanced. But for what? The proponents and executors of the Chemtrail phenomenon are knowingly or otherwise effectively rewiring humanity to have the capacity to follow a different frequency, to respond and operate under a new “heartbeat”. Under this new frequency humans will no longer have the ability to think for themselves or have freedom of choice; they will be directed by the source that manipulates this specific frequency at which humans will function. No more free will. But the changes that the trojan horse — being implanted by those who are widely and openly chemtrailing the people of the world — are not limited to electrical modifications. Through this technology, humans are also going to lose their capacity to reproduce. They will become human androids, or what supporters of trans-humanism call Homo Evolutis.

Currently, both NASA and Google fund and support The Singularity University, a place where people are taught about this new state of intelligence. According to this new system of education, humankind becomes transcendent in a place in space and time where the rules of physics no longer apply. Followers and scholars of this theory include Ray Kurzweil, the author of The Singularity is Near, a book that inspired the film The Transcendent Man. According to Kurzweil, advancements in technology spur themselves exponentially, not in a linear way. The proponents of this kind of future believe that technology will allow humans to take control of their own future.

The question is then, who has the tools and the potential to create things such as artificially replicating fibers, red blood cells and nano organisms that mimic human cellular reproduction? Who is right now modifying us all without out consent? Are these same individuals the ones who will decide what is done with humanity once we are all properly wired to obey them? Mr. Kurzweil believes scientists will finally reverse engineer the human brain by 2020. What else is left for the technocrat class clearly in control of the pharmaceutical, nanotechnology, biotechnology and synthetic biology industries other than to control our brains from afar? Of course, the technocratic elites does not present this advancement as a tool of control. Instead, they mask it as an opportunity to reach immortality, to use artificial intelligence to create a system we all can be connected to, where there is no pain, no suffering, no slavery other than the slavery of our mind, which is what they are looking for. Technologies such as The Singularity will be incrementally presented as a trendy, sexy way of life, so that more people, no matter their social or economic status, will choose to plug themselves into “the matrix”, to use a familiar term. That’s right. The scenario that this version of the future entails is the capacity to download our brains into a computer and vice-versa. It will also be presented to us as the universal solution to all human problems, medical or otherwise.

According to Ray Kurzweil, by 2029, machines will reach and overpass human intelligence and will get to a level of consciousness defined by him as “super-intelligence” which humans will be able to “use” by plugging themselves into the system. From that state however, there is no turning back. But what will happen once machines rise over human levels? Sofia Smallstorm questions whether these super-intelligent machines will see humans as their creators and respect us as such, if they will compete against us for resources or if they will see us as a threat to their supreme existence. How about the machines’ masters? How about the ruling ever more powerful technocratic elite? What will they do with this new-found power to remotely control each and every one of us? Isn’t The Transcendent Man already here, personified by the Internet, the World Wide Web, the series of computers that already tell you what you want to search before you even type it? One trend we already see is how the artificially intelligent being we know as the Internet is already transforming the Homo Sapiens into a non-biological creature, an empty vessel just waiting for an outlet to plug himself into. What will happen when biological processes begin to be run by technology and all living things become non-reproductive biological androids; a population of an engineered species under the control of machines, or even worse trans-humanist slave masters? In case you have not understood, Homo Evolutis will not be a better human, in fact, it won’t be a human at all. It will be a product governed by a patent which is owned by someone or something whose main goal is not to improve humanity, but to degrade it. The dreamed bio-androids that the trans-humanists are looking for is “one without a gender, no capacity to reproduce, a better performer, something that cannot be distracted by love or lust, will be free of disease so that it can work indefinitely. Then you’ll have the e-workers and the e-lites”, warns Smallstorm.

Is the search for the Superhuman also the death of the human race and the rise of the inert Homo Evolutis?

I’ll leave you with a quote from Ray Kurzweil’s vision of the future and The Singularity: “Does God exist? Well, I would say not yet.”

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Homo Evolutis: La Desaparición de la Humanidad

¿Puede haber evolución cuando los humanos se convertirán en seres robóticos, sin la capacidad para reproducirse o para tener libre albedrío? El problema es que este proceso ya ha comenzado, y nadie parece darse cuenta.

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 15 DE MARZO 2012

Las tácticas más eficaces para invadir cualquier cosa comienzan siempre desde el interior. Sucedió en Troya y funcionó. Ahora, la misma práctica está siendo utilizada por los tecnócratas y sus secuaces en el mundo de la nano-tecnología y biotecnología para cambiar la naturaleza de la humanidad. Un esfuerzo masivo ya está en marcha no sólo para cambiar la biosfera, sino también la humanidad.

El caballo de Troya utilizado para llevar a cabo esta invasión cuyo objetivo es re-ingeniar la raza humana es un fenómeno que es familiar para millones de personas en todo el mundo: Chemtrails o Trillas Químicas. Hasta no hace mucho tiempo, la pulverización de químicos y otros materiales — chemtrailing — era visto  como una forma de geo-ingeniería del planeta. Desde 1962, materiales son rociados en forma de aerosol en la atmósfera inferior con el fin de limitar la cantidad de luz solar que llega a la biosfera del planeta. Pero este, como veremos más tarde, no es el único propósito de las Trillas Químicas. Los investigadores han descubierto que el proceso de geo-ingeniería va más allá de la modificación planetaria del clima. Lo que los científicos y expertos en bioética proponen es convertir a los Homo Sapiens en androides humanos, no para su bien, sino para tener una manera más fácil de controlarnos.

En las últimas semanas, varios artículos han aparecido en revistas médicas e informes de los medios de comunicación que se ocupan de detallar el exterminio humano y / o su re-ingeniería. En sus propuestas, los científicos y académicos hablan de cómo la humanidad debe lidiar con el calentamiento global y el cambio climático. Entre las “soluciones” presentadas, sugieren el infanticidio, la eutanasia, y, más recientemente, la re-ingeniería del cuerpo humano de adentro hacia afuera. El último artículo proviene de S. Mateo Liao, un profesor de filosofía y bioética de la Universidad de Nueva York, quien durante una entrevista con The Atlantic habló de su visión para llevar a cabo “modificaciones particulares” en humanos, o incluso de ingeniear a los humanos en general; introducir la ingeniería humana como una posible solución parcial al cambio climático.

Previo a la entrevista del Sr. Liao, éticos y académicos como Francesca Minerva y Alberto Giubilini abogaron por el uso del aborto como una solución para evitar la pesadísima carga de criar a los hijos. Los autores sugieren que el aborto debe ser considerado, incluso si un bebé nace completamente sano. La base de tales sugerencias, de acuerdo con ellos, es la idea de que ni los fetos ni los recién nacidos son personas, y que por lo tanto, no tienen derecho a la vida. En su artículo publicado en el Diario de Ética Médica, tanto Minerva y Giubilini hacen referencia al aspecto moral cuando defienden el infanticidio. Consideran que ya que ni el feto ni el recién nacido tienen la autoridad moral de una persona, no es posible dañar a un recién nacido mediante la prevención de su nacimiento o al prevenir el desarrollo o el potencial de este ser antes de que se convierta en una persona completamente desarrollada en el sentido moral.

LA INTOXICACIÓN DEL PLANETA

Los investigadores y las organizaciones independientes que estudian los efectos de las Trillas Químicas en el medio ambiente y la población, recogieron suficientes pruebas sobre sus efectos negativos sobre las plantas, animales, agua y las personas. Lo que los científicos encontraron es que nuestro planeta está siendo saturado con decenas de miles de veces las cantidades naturales de metales como el aluminio y bario, así como sales de sulfúrico que los partidarios de la geo-ingeniería utilizan supuestamente para detener la luz solar. El uso de las trillas químicas como una herramienta para la geo-ingeniería del planeta se remonta al menos al principio de la década de 1960, cuando los gobiernos y sus contratistas empezaron a rociar el ambiente con productos químicos con el fin de “ayudar al medio ambiente”. Desde entonces, el planeta ha perdido el 22 por ciento de claridad. Es por eso que es cada vez menos comun observar cielos verdaderamente azules. Es decir, la Tierra es 22 por ciento más oscura que cuando los experimentos de geoingeniería comenzaron. La formación de nubes artificiales es admitida por la NASA. Esas nubes se llaman jet-cirros. Esta admisión nos ayuda a separar dos términos que se confunden a menudo o incluso se tratan como la misma cosa. Las trillas de vapor o Contrails, son estelas de condensación forman detrás de los aviones que hacen su camino a través de los cielos. En esos planos y rutas las trillas de condensación se forman a grandes altitudes. A esta altitud, la humedad es muy baja, que es una de las causas de que las estelas de vapor desaparezcan casi instantáneamente. Nubes por otro lado, se forman en altitudes más bajas, donde la humedad es más alta. Durante más de 50 años, los cielos del planeta han sido dosificados con las Trillas Químicas o Chemtrails, que son una combinación de sustancias químicas emitidas por los sistemas de escape de los aviones de pasajeros, o desde aviones militares o de contratistas de los gobiernos que son exclusivamente equipados con recipientes para llevar grandes cantidades de los productos químicos.

En lugares como California y Hawai, por ejemplo, investigadores independientes, científicos y personas en general miden las cantidades de metales pesados en el agua y el suelo para revelar la intoxicación masiva a la que el planeta está siendo sujeto a través de las pulverizaciones. Las muestras de agua y suelo fueron presentadas para su evaluación y las cantidades de metales pesados llegaban a decenas de miles de veces las cantidades normales. En todo los Estados Unidos y Europa, la gente reporta la muerte de miles de árboles y otras formas de formas de plantas y animales, que cuando se analizan tienen un denominador común: las altas concentraciones de metales pesados y otras sustancias químicas. Sorprendentemente, la mayoría si no todas las áreas con el mayor número de muertes de animales y plantas están muy lejos de los centros industriales, lo que ayuda a descartar la idea de que su muerte es el resultado directo de la contaminación industrial o la actividad humana en esas áreas. La mayoría de estos árboles que están muriendo se encuentran en los bosques o en paraísos tropicales, donde la concentración de contaminantes del medio ambiente es baja. Con el fin de confirmar que estos animales y plantas se estaban muriendo debido a los productos químicos rociados desde el cielo, los análisis se realizaron también para ver si los productos químicos en el suelo y el agua correspondían a los encontrados en animales vivos o plantas. Las pruebas de laboratorio lo confirmaron.

La investigadora Deborah Whitman, quien realizó su propio análisis de las plantas y los árboles que mueren en la ciudad de Solana Beach, California, encontró que los niveles de aluminio estaban a 387 miligramos por kilogramo, el bario se encontraba en 18,4mg/kg, el estroncio en 113mg/kg y el titanio en 15,2mg/kg.

Junto con la carga de metales pesados y otros químicos que se rocían diariamente por los aviones en todo el mundo, los investigadores han encontrado de forma independiente otros materiales que figuran en las estelas químicas que están causando que las personas desarrollen erupciones cutáneas y moretones en la piel. Estos materiales incluyen sales metálicas o de óxidos, productos de ingeniería biológica y fibras o filamentos. La pulverización de estos materiales ha cambiado el aire que los seres humanos y los animales respiran. El aire ya no es neutro, una cualidad que es necesaria para que el planeta albergue  la mayoría de las formas de vida. Las fibras y filamentos son invisibles para el ojo humano, pero son fáciles de observar si las personas usan “luz negra” o black light. Así es como los investigadores y científicos se dieron cuenta de su existencia. Ellos las han llamado partículas de “lluvia seca”. La evidencia científica muestra que, para que el planeta tenga precipitación, las partículas de polvo y otros elementos naturales en la atmósfera forman un núcleo que se vuelve inestable y luego se precipita en forma de lluvia. ¿Pero qué sucede cuando alguien inyecta particulas aún más pequeñas que las partículas normales en la atmósfera? Esas partículas no se vuelven inestables, y con ello son capaces de formar la neblina de nubes artificiales que cubren el cielo después de que un avión rocía los aerosoles de productos químicos antes citados. Cuanto menor sea la partícula, más estable es la gotita de agua, y menos frecuentes las precipitaciones. Eso es lo que muchos llaman Geo-ingeniería.

Francis Mangels, un Biólogo pensionado, quien también es especialista en la calidad del agua, encontró a través de análisis de laboratorio que los niveles de aluminio, bario y titanio vistos como tolerables en el agua y el suelo habían sido superados de manera exponencial. En los lugares donde los niveles de aluminio tenían que ser de 0,5 microgramos por litro, Mangels encontró que el agua de estanques tenía 12.000 microgramos por litro, 24.000 veces la cantidad normal. Análisis de nieve en el Monte Shasta mostraron niveles aún mayores de 61.000 microgramos por litro, o 122, 200 veces el nivel normal. En un análisis separado, el agua de estanques en Bellavista, California, tenían niveles de aluminio de 375.000 microgramos por litro. El nivel de bario alcanzó 3090 microgramos por litro y el estroncio 345 microgramos por litro. Las muestras de agua y el suelo tomadas de abajo de las casas en estos lugares presentaron niveles normales de estos y otros metales. O sea, estas y otras áreas fueron rociadas con materiales que contenían los químicos mencionados.

MODIFICACION GENETICA DE LA HUMANIDAD

El uso de sales metálicas o de óxidos en las estelas químicas ha convertido el aire que respiramos en un conductor. Como consecuencia, los seres humanos y animales que respiran aire también se vuelven conductores, ganando la capacidad de transmitir energía. Junto con los metales, los chemtrails también  contienen fibras o filamentos que no son formados en el mundo natural. Esas fibras son la principal causa de una enfermedad conocida como Síndrome de Morgellons. Morgellons no es reconocido por la comunidad médica, que simplemente lo identifica como una “parasitosis mental”. Este es un término que se utiliza para descartar una enfermedad como Morgellons como mentalmente creada que no tiene otro tratamiento o curación más que un examen mental y terapia. Sin embargo, las lesiones en pacientes de Morgellons son muy reales. Su piel abierta que nunca cicatriza y constantemente expulsa algún tipo de material fibroso que queda adherido a la piel. En muchos casos, estas fibras está acompañadas por las partículas metálicas que están hechos de los mismos metales pesados que se pulverizan a través de las estelas químicas. Las fibras se encuentran a menudo son formadas por túbulos huecos que han sido cultivados en el laboratorio con el fin de estudiarlos. En estas situaciones, las fibras se convierten en grupos de filamentos o colonias, que continúan extendiéndose sin control. Fibras como las que se encuentran en pacientes con Síndrome de Morgellons también están presentes en las personas sanas, salvo que esas fibras pertenecen a los tejidos humanos. En otras palabras, alguien encontró una manera de crear las fibras como las que los humanos tienen en sus cuerpos y les dieron la capacidad de replicarse al igual que su contraparte natural.

Aunque los investigadores no están seguros de cómo estas fibras entran al interior del cuerpo humano, tienen una prueba material suficiente para determinar que las fibras no están hechas de materiales naturales originales del planeta Tierra. El investigador independiente Clifford Carnicom encontró estas mismas fibras y filamentos en las muestras de aire recogidas en diferentes lugares del planeta Tierra, tales como Nuevo México en los Estados Unidos. Sin embargo, estas fibras no están solas. Junto a ellas, los investigadores encontraron glóbulos rojos secos en algún estado de conservación, como sangre seca de color rojo que son organismos con tamaños de 2 microgramos. Los organismos contienen estructuras celulares similares a las contenidas en los glóbulos rojos humanos. Un análisis más detallado a través de un microscopio reveló que los glóbulos rojos sintéticos habían sido creados a propósito en una manera que se mantuvieran conservados. Los materiales que se encuentran en los filamentos que circulan por aire contenían organismos que eran una combinación de los tres tipos conocidos de seres que existen en la naturaleza: Bacterias, Archaea y Eucariotes. En otras palabras, era una forma de vida híbrida que era muy resistente a condiciones adversas – una cualidad de organismos Archaea, que se parecía a las bacterias y que se reproducen como un Eucariotes.

Como consecuencia, los seres humanos que respiran estas fibras reciben tres diferentes formas de vida dentro de ellos, que están contenidos en un solo organismo con la capacidad de reproducirse dentro de nosotros. Entonces, ¿somos humanos aún, o somos seres híbridos? Según la investigadora Sofía Smallstorm, los seres humanos están siendo rediseñados desde el interior. Cada vez que una fibra o filamento se multiplica en colonias y estás colonias forman poblaciones de organismos, el homo sapiens se vuelve cada vez menos humano. “Hay materiales que son ajenos al cuerpo humano que están creciendo dentro de nosotros”, dice Smallstorm. Ella atribuye la aparición de estos organismos a una pseudociencia llamada Transbiology, o la manipulación de los seres biológicos de origen natural a través de la nanotecnología o la biotecnología. Una vez en el cuerpo, los filamentos o fibras crean sus propios glóbulos rojos capaces de resistir condiciones extremas, tales como altos niveles de calor, productos químicos, frío extremo, ácidez, y así sucesivamente. Estas fibras incluso tienen la capacidad de crecer fuera del cuerpo humano en un entorno de laboratorio.

En la industria de la nano-tecnología, los científicos utilizan lo que ellos llaman la pirámide de la nano-tecnología con el fin de mostrar y organizar el proceso que se sigue para crear nuevos materiales o elementos. Esa pirámide comienza en la parte inferior con materiales simples que luego son convertidos en estructuras. Esas estructuras ayudan en la realización de los procesos que finalmente crear dispositivos. Están la biotecnología y la nanotecnología siendo utilizadas para cambiar el funcionamiento natural realizado por nuestro cuerpo humano de una manera incremental? Investigación adicional demuestra que la nano-tecnología y las industrias de biotecnología han producido artefactos similares si no iguales, como los materiales que se encuentran en el tejido humano analizado. Las personas con fases avanzadas del Síndrome de Morgellons han sido testigos de cómo las estructuras cristalinas comienzan a aparecer a partir de las fibras que crecen fuera de sus cuerpos. Imagínate el interior de un equipo que tiene los cables o alambres que no han sido debidamente conectados. Estas fibras han dejado de ser translúcidas o blancas, para convertirse en coloridas. Más tarde, esas fibras de colores producen placas de aspecto metálico que aparecen también en varios colores. Muchas de las fibras recogidas de pacientes con Morgellons parecen estar hechas de polietileno de alta densidad, como informó la investigadora Jan Smith. Es de conocimiento público que las industrias de la nano-tecnología y biotecnología están produciendo algo que los investigadores llaman GNA, un análogo sintético de ADN, que se infiltra en los seres humanos a través de las fibras y los accesorios de metal estas fibras desarrollan en el interior del cuerpo humano. GNA contiene varios polímeros semiconductores y nao-partículas de oro. GNA se compone principalmente de glucanos de celulosa, un filamento en forma de serpiente o alambre, según revelan observaciones hechas con espectroscopía Raman.

UNA RAZA HUMANA HIBRIDA Y ESCLAVA

Las formas y tamaños de las fibras metálicas y placas varían. Lo que no varía es su capacidad para imitar la capacidad del ADN humano de propagarse por todo el interior del cuerpo, para reproducirse. Imagine la creación de un sistema de cableado eléctrico nuevo. Eso es lo que la observación en laboratorio muestra. Es como volver a cablear el cuerpo humano usando nano-arrays (dispositivos utilizados para la hibridación de ADN) y semiconductores de metales pesados rodeados por una capa o material orgánico. Para obtener más información sobre este detalle específico, visite la página del Grupo de Investigación de Morgellons. El propósito de esta transformación es uno y sólo uno: hacer que los seres humanos respondan a una cierta resonancia o señal de radiofrecuencia. Hoy en día, científicos saben que la resonancia del planeta se encuentra entre un rango saludable de 3 a 32 Hertz.

“Todas las cosas que vibran en este mundo tienen su propia frecuencia natural; la frecuencia en la que se sienten más cómodos”, dice Sanjay Aqrawal en un artículo titulado “Arrastre Cerebral y la Resonancia Schumann”. Cuando una cosa se somete a una fuerza externa que lo hace vibrar a una frecuencia que vibra con la mayor parte, esta cosa responde “con alegría”, por la vibración de la máxima amplitud (energía). La frecuencia natural en la que un [objeto] se encuentra se conoce como una frecuencia de resonancia y el fenómeno se conoce como “resonancia”. Los físicos describen resonancia como la tendencia de un sistema a oscilar con mayor amplitud en algunas frecuencias que en otras, utilizando su energía vibracional almacenada.

La Resonancia Schumann (RS) es la resonancia electromagnética global que se presenta como un conjunto de picos en la frecuencia extremadamente baja (ELF) del espectro de la Tierra, el campo electromagnético está entre 3 y 32 Hz, con distintos picos en 7,83, 14,3, 20,8, 27,3 y 33,8 Hz. Descargas de los rayos SR excitan en la cavidad formada por la superficie de la Tierra y la ionosfera. Este fenómeno fue nombrado así por el físico alemán Winfried Otto Schumann, quien predijo matemáticamente en 1952 (y que primero lo detectó en 1954-un año auspicioso), y determinó que SR actúa como una guía de onda cerrada. Es como una ola puente. “Así son los hechos sorprendentes en este sentido”, dijo Nikola Tesla en 1899 de esta resonancia electromagnética global “, que parece como si el Creador hubiese diseñado eléctricamente este planeta.”

La onda estacionaria normal creada en la cavidad Schumann se produce a una longitud de onda igual a la circunferencia de la Tierra, y con una frecuencia de base (y la más alta intensidad) de entre 6-8 Hz (7,83 Hz). Algunos llaman a esto la frecuencia básica de la Tierra “latido” o el “tenedor de sintonía” del planeta, lo que sugiere que genera propiedades naturales de curación cuando las cosas vivientes funcionan a su ritmo. Resulta que todos los sistemas biológicos resonan en este mismo rango de frecuencias.

Lea más acerca de la resonancia planetaria y humana aquí.

Los mismos campos de la nanotecnología nos dicen que los puntos cuánticos, tales como las pequeñas partículas que se encuentran en pacientes con Síndrome de Morgellons tienen una capacidad muy alta de  “ajustabilidad”. El Efecto Eléctrico Piezo es la capacidad que tiene algunos cristales, cerámicas, metales, proteínas y ADN humano para crear una tensión interna una vez que una presión externa se aplica. Como se ha explicado Sofia Smallstorm, cuando una persona aplica una determinada frecuencia a un cristal, este genera una tensión. A la inversa, cuando usted pone una tensión a un cristal, este responde con una frecuencia. De acuerdo con Clifford Carnicom, cuando se aplicó una frecuencia de luz azul (375 nm) a una estructura de filamentos hechos de los mismos materiales que se encuentran en los tejidos de los pacientes con Síndrome de Morgellons, esta aplicación de frecuencia se tradujo en la expansión acelerada o el crecimiento de la estructura del filamentos en un plazo de tan sólo 24 horas después de la exposición. ¿Podríamos asociar con seguridad los cambios extraños en el comportamiento humano a la exposición constante a que estamos sometidos cuando se utilizan las últimas tecnologías, tales como teléfonos móviles, ordenadores, televisión, radio y señales inalámbricas a internet? ¿Cómo las frecuencias emitidas por estas tecnologías cambian la resonancia natural de la Tierra o la frecuencia? ¿Cómo cambian las resonancias humanas o de los animales? ¿Están contribuyendo con la aceleración del proceso de recableado que está ocurriendo dentro de nuestro cuerpo? ¿Estamos siendo rediseñados desde el interior con la ayuda de las tecnologías a las que estamos tan profundamente adictos? ¿Qué papel juega el HAARP?

“¿Qué está pasandoles a los seres humanos a nivel bioquímico?,” Pregunta Sofía Smallstorm. “Las conexiones eléctricas son enlaces químicos, y el electromagnetismo es capaz de cambiar lo que está ocurriendo en nuestros cuerpos.” Ella cree que las frecuencias distintas a la nuestra o la resonancia armónica del planeta Tierra son el suministro que los componentes sintéticos en nuestro cuerpo usan para obtener la energía que necesitan para llevar a cabo su misión.

¿De dónde más podría venir esta tecnología sino es de la nanotecnología y la biotecnología? Les presento a la Biología Sintética, un campo de estudio y aplicación que utiliza los recursos y la ciencia de la genética, la radiación, la robótica, la nanotecnología, la inteligencia artificial y la tecnología de la información para “mejorar y trascender” los límites de la naturaleza. Hace apenas un año, la revista Time publicó un artículo de propaganda que los trans-humanistas llaman La Singularidad. Este concepto se basa en la idea de que los seres humanos, sin duda, se fusionarán con las máquinas en el futuro próximo. ¿No estamos ya  conviertiendonos es esto? El artículo dice que el Homo Sapiens ya no se reconoce. Los seres humanos, dice, finalmente completarán su historia de amor con la inmortalidad. Cualquiera que sea la definición que se le da La Singularidad, esta incluye la ingeniería inversa de los seres humanos como se conocen hoy en día, a algo más avanzado. Pero ¿para qué? Los proponentes y ejecutores del fenómeno Chemtrail están conscientemente o no, recalibrando a la humanidad para que las personas tengan la capacidad de seguir una frecuencia diferente, para responder y operar bajo un nuevo “pulso”. Bajo esta nueva frecuencia los seres humanos ya no tienen la capacidad de pensar por sí mismos o tienen la libertad de elección, que será dirigida por la fuente que manipula esta frecuencia específica en la que los seres humanos funcionan. No más libre albedrío. Pero los cambios que el caballo de Troya – siendo implantado por aquellos que están amplia y abiertamente rociando a los pueblos del mundo – no se limitan a modificaciones eléctricas. A través de esta tecnología, los seres humanos también va a perder su capacidad para reproducirse. Se convertirán en androides humanos, o lo que los partidarios del trans-humanismo llaman Homo Evolutis.

En la actualidad, la NASA y Google apoyan y financian la Universidad de la Singularidad, un lugar donde las personas aprenden acerca de este nuevo estado de la inteligencia. De acuerdo con este nuevo sistema de educación, la humanidad se convierte en trascendente en el espacio y el tiempo en que las reglas de la física no se aplican. Los seguidores y estudiosos de esta teoría incluyen a Ray Kurzweil, el autor de The Singularity is Near, un libro que inspiró la película El Hombre Trascendente, o The Transcendent Man. Según Kurzweil, los avances en la tecnología crecen de manera exponencial sobre sí mismos, no de una manera lineal. Los defensores de este tipo de futuro creen que la tecnología permitirá a los seres humanos  tomar el control de su propio futuro.

La pregunta es, entonces, ¿quién cuenta con las herramientas y el potencial para crear cosas como las fibras que se replican artificialmente, glóbulos rojos artificiales y los organismos nano que imitan la reproducción celular humana? ¿Quién está ahora causando la modificación de todos, sin su consentimiento? Son estos mismos individuos los que decidirán qué se hace con la humanidad, una vez que todos estamos bien re-ingeniados para obedecerles? El Sr. Kurzweil cree que los científicos finalmente descubiran el potencial y harán una ingeniería inversa del cerebro humano en 2020. ¿Qué otra cosa queda para que la clase tecnócrata que está claramente en control de las industrias farmacéutica, la biología, la nanotecnología, la biotecnología y la biología sintética pueda controlar nuestros cerebros desde lejos? Por supuesto, las élites tecnocráticas no presentan este avance como una herramienta de control. En su lugar, lo enmascaran como una oportunidad para alcanzar la inmortalidad, a utilizar la inteligencia artificial para crear un sistema al que todos podemos estar conectados a donde no hay dolor, ni sufrimiento, ni esclavitud que no sea la esclavitud de la mente, que es lo que realmente buscan. Tecnologías como La Singularidad serán presentadas de manera incremental como una moda, un atractivo de la vida, para que más personas, sin importar su condición social o económica, opten por conectarse a “la matriz”, para usar un término familiar. El escenario que esta versión del futuro implica es la capacidad para descargar nuestro cerebro a una computadora y viceversa. También se nos presenta como la solución universal a todos los problemas humanos, médicos o de otro tipo.

De acuerdo con Ray Kurzweil, en el año 2029, las máquinas alcanzarán el nivel de inteligencia humano y lo pasarán rapidamente hasta llegar a un nivel de conciencia definida por él como “super-inteligencia” que los seres humanos serán capaces de “usar” conectandose a sí mismos al sistema. A partir de ese estado sin embargo, no hay vuelta atrás. Pero, ¿qué ocurrirá una vez que las máquinas sean más inteligentes que los  humanos? Sofía Smallstorm se pregunta si estas máquinas super-inteligentes verán a los humanos como sus creadores y nos respetarán como tales, si es que van a competir contra nosotros por los recursos o si nos verán como una amenaza a su existencia suprema. ¿Qué sucederá con los maestros de las máquinas? ¿Qué hará la poderosa elite tecnocrática? ¿Qué van a hacer con este poder recién descubierto para controlar a distancia a todos y cada uno de nosotros? No está el hombre trascendente ya aquí, personificado por el Internet, la World Wide Web, los equipos que ya te dicen lo que quieres buscar incluso antes que escribirlo?

Una tendencia que ya se ve es cómo la inteligencia artificial que conocemos como la Internet ya está transformando al homo sapiens en una criatura no biológica, un recipiente vacío a la espera de una entrada para conectarse a sí mismo. ¿Qué pasará cuando los procesos biológicos comiencen a ser ejecutados por la tecnología y todos los seres vivos se conviertan en androides biológicos incapaces de reproducirse; una población de una especie de ingeniería bajo el control de las máquinas, o peor aún, esclavos de los trans-humanistas? En caso de que no hayan entendido, Homo Evolutis no será un ser humano mejor, de hecho, no va a ser un ser humano en lo absoluto. Va a ser un producto amparado por una patente que es propiedad de alguien o de algo cuyo principal objetivo no es mejorar la humanidad, sino degradarla. Los soñados bio-androides que los trans-humanistas están buscando es un ser sin género, sin capacidad para reproducirse, un trabajador más eficiente, algo que no puede ser distraído por el amor o la lujuria, que estará libre de la enfermedad para que pueda trabajar indefinidamente. “Entonces solamente existirán dos clases: los e-mpleados y las é-lites”, advierte Smallstorm.

Es la incansable búsqueda para encontrar al Superhumano también un paso hacia la muerte de la raza humana y la aparición de los Homo Evolutis inertes?

Les dejo con una cita de la visión que Ray Kurzweil tiene sobre el futuro y La Singularidad: “¿Existe Dios? Bueno, yo diría que todavía no “.

Homo Evolutis: The Demise of Humanity

Can there be evolution when humans will turn into robotic beings without the capacity to reproduce or to have free will? The problem is, this process has already begun, and no one seems to notice.

by LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | MARCH 15, 2012

The most effective tactics for invasion always start from the inside. It happened in Troy and it worked. Now, the same practice is being used by technocrats and its minions in the nano-tech and biotech worlds to change the nature of humanity. A massive effort is now underway not only to change what the biosphere looks like, but also to change what humanity looks like.

The trojan horse used to carry out this Troy-like invasion and re-engineering of the human race is a phenomenon that is familiar to millions of people around the world: Chemtrails. Until not too long ago, chemtrailing was thought of as a way to geo-engineer the planet, but spraying aerosolized materials into the lower atmosphere in order to limit the amount of sunlight that reaches the living areas of the planet is not the only purpose of Chemtrails. Researchers have discovered that the process of geo-engineering goes way beyond man-made planetary weather modification. What scientists and bioethicists are proposing is turning homo sapiens into human androids, not for the sake of progress, but to more easily control us.

In the last few weeks, articles have popped out in Medical Journals and media reports which address human extermination and engineering. In their proposals, scientists and academics talk about how humanity should deal with global warming and climate change. Among the “solutions” presented, they suggest after-birth abortions or infanticide, euthanasia, and more recently engineering the human body from the inside out. The latest article comes from S. Matthew Liao, a professor of philosophy and bioethics at New York University, who during an interview with the Atlantic talked about his vision to carry out “particular human modifications, or even human engineering generally, to introduce human engineering as one possible, partial solution to climate change.”

Previous to Mr. Liao’s interview, ethicists such and academics Francesca Minerva and Alberto Giubilini called for the use of afterbirth abortion as a solution to avoid the burden of child bearing. The writers suggested that abortion should be considered even if a baby is born completely healthy. The base for such suggestions, according to them, is the thought that neither fetuses not new-born babies are persons, and that therefore, they don’t have the right to life. In their paper published in the Journal for Medical Ethics, both Minerva and Giubilini took the moral ground when advocating for Infanticide. They consider that since neither a fetus nor a new-born have the moral standing of a person, it is not possible to damage a newborn by preventing his or her birth or from preventing the development or the potential of this being to become a fully developed person in the moral sense.

THE POISONING OF THE PLANET

Researchers and independent organizations who study the effects of chemtrails on the environment and the population, collected enough proof regarding its negative effects on plants, animals, water and of course people. What scientists found is that our planet is being saturated with tens of thousands of times the natural amounts of metals such as Aluminum and Barium as well as Sulfuric salts which geo-engineering supporters are using to supposedly stop sunlight from reaching the planet. The use of chemtrails as a tool to geo-engineer the planet dates back at least to the beginning of the 1960’s, when governments and its contractors started spraying the atmosphere with chemicals in order to “help the environment”. Since then, the planet has lost 22 percent of sunlight. That is, Earth is 22 percent darker than when the geo-engineering experiments started. The formation of man-made clouds is admitted by NASA. Those clouds are called jet-cirrus. This helps us separate two terms that are often confused or even treated as the same thing. Contrails, or condensation trails form behind airplanes as they make their way through the skies. This planes and these trails are formed at high altitudes. At this altitude, humidity is very low, which is one of the causes for the contrails to disappear almost instantaneously. Clouds on the other hand, form at lower altitudes, where humidity is higher. For over 50 years, the planet’s skies have been dosed with Chemtrails, which are a combination of chemicals emitted by passenger airplane exhaust systems, or from military and government contractors airplanes which are exclusively equipped with containers to carry large amounts of the chemicals.

In places like California and Hawaii, for example, independent researchers, scientists and people in general measured the amounts of heavy metals in their water and soil to reveal the massive poisoning the planet is being subject to through chemtrailing alone. Water and soil samples were submitted for evaluation and the amounts of heavy metals reached tens of thousands of times the normal amounts. All over the United States and Europe, people report the death of thousands of trees and other forms of plant and animal forms, which when analyzed have a common denominator: high concentrations of heavy metals and other chemicals. Surprisingly, most if not all of the areas with the largest number of deaths of animals and plants are far away from industrial centers, which helps reject the idea that their death is a direct result of industrial pollution or human activity. Most of these trees that are dying are located in forests or tropical paradises where the concentration of environmental pollutants is low. In order to confirm that these animals and plants were dying due to the chemicals sprayed over from the sky, analyses were also performed to see if the chemicals in the soil and water corresponded to those found in living animals or plants. Laboratory tests confirmed it.

Researcher Deborah Whitman, who performed her own analysis of dying plants and trees in the city of Solana Beach, California, found that the levels of aluminum were 387 milligrams per kilogram, barium was at 18.4, strontium at 113 and titanium at 15.2.

Along with the load of heavy metals and other chemicals that are sprayed daily by airplanes all over the world, researchers have independently found that other materials contained in the chemtrails are causing people to develop rashes and bruises on their skin. These materials include metallic salts or oxides, engineered biological products and fibers or filaments.The spraying of these materials has changed the the air humans and animals breathe. The air is no longer neutral, a quality that is necessary to support most forms of life. The fibers and filaments are invisible to the human eye, but are easily observed if people use “black lights”. That is how researchers and scientists became aware of their existence. They have called this particles “dry rain”. Scientific evidence shows that in order for the planet to have rainfall, particles of dust and other natural elements in the atmosphere form a nuclei which become unstable and then precipitate in the form of rain. But what happens when someone injects smaller than normal particles into the atmosphere? Those particles never become unstable, and with it they are capable of forming the haze looking man-made clouds that cover the sky after an airplane sprays the chemicals cited above. The smaller the particle, the more stable the water droplet, the lesser rainfall. That is what many call Geo-engineering.

Retired Wildlife Biologist and water specialist Francis Mangels found through laboratory analysis that the levels of Aluminum, Barium and Titanium seen as tolerable in water and soil had been surpassed exponentially. In places where aluminum levels had to be of 0.5 micrograms per liter, Mangels found that pond water had 12,000 micrograms per liter, 24,000 times the normal amounts. Snow drift at Mount Shasta showed levels even greater of 61,000 micrograms per liter, or 122, 200 times the normal level. In a separate analysis, pond water in Bellavista, California, had aluminum levels of 375,000 micrograms per liter. The level of barium reached 3090 micrograms per liter and strontium 345 micrograms per liter. Samples of water and soil taken from below houses presented normal levels of these and other metals.

RE-ENGINEERING HUMANITY

The use of metallic salts or oxides in chemtrails has turned the air we breathe conductive. As a consequence, humans and animals who breathe that air also become conductive, gaining the ability to transmit energy. Along with the metals, chemtrails have also been found to contain fibers or filaments which are not naturally formed. This fibers are the main cause of a disease known as Morgellons Syndrome. Morgellons is not recognized by the medical establishment, which simply calls it “mental parasitosis”. This is a term used to dismiss Morgellons as a mentally created disease that has no other treatment or cure than a mental examination and therapy. However, the lesions on Morgellons patients are all but imaginary. Their open skin never heals and constantly expels some kind of fibrous material that remains attached to the skin. In many cases, these fibers are accompanied by metallic looking particles made of — you guessed it right — the same heavy metals that are being sprayed through chemtrails. Fibers are often found to be formed by hollow tubules which have been cultured in laboratory in order to study them. In those situations, the fibers develop into groups of filaments or colonies, which continue to extend if not controlled. Fibers such as the ones found in patients with Morgellons Syndrome are also present in healthy average people, except that those fibers do belong inside humans. In other words, someone found a way to create fibers such as the ones naturally contained in human tissue and to give them the capacity to replicate just as its natural human counterpart do.

Although researchers are not sure how these fibers make it inside the human body, they have enough material proof to determine that the fibers are not made of anything natural that lives on planet Earth. Independent researcher Clifford Carnicom found these same fibers and filaments in air samples collected at different locations on planet Earth, such as New Mexico in the United States. But these fibers are not alone. Together with them, researchers found dried red blood cell-like organisms with sizes of 2 micrograms. Those organisms contained internal cellular structures similar to those contained in human red blood cells. Further analysis through a microscope revealed that those human-like red blood cells were not really human and that they had been purposely created in a way to keep them preserved. The materials found in the air borne filaments contained organisms that were a combination of the three best known types of beings that exist in nature — Bacteria, Archaea and Eukarya. In other words, it was a hybrid life form that was extremely resistant to adverse conditions — a quality of Archaea organisms, that looked like Bacteria and that reproduced like an Eukarya.

As a consequence of humans taking these fibers into their bodies through breathing, people are now hosting three different forms of life inside of them, which are contained in one single organism with the capacity to reproduce inside of us. So are we humans still humans or are we now hybrids? According to researcher Sofia Smallstorm, humans are being engineered from the inside. Every time a fiber or filament spreads into colonies and those colonies spread into more colonies, homo sapiens are less and less human. “There are materials that are alien to the human body that are growing inside of us,” says Smallstorm. She attributes the appearance of these organisms to Transbiology, or the manipulation of naturally occurring biological beings through nanotechnology or biotechnology. Once in the body, the filaments or fibers create their own red blood cells capable of resisting extreme conditions such as heat, high levels of chemicals, cold, acid, and so on. These fibers even have the capacity to grow outside the human body in a laboratory environment.

In the nano-tech industry, scientists use what they call the nano-tech pyramid in order to show and organize the process that is followed to create new materials or elements. That pyramid starts at the bottom with simple materials which are then turned into structures. Those structures aid in the completion of processes which finally create “devices”. So are biotechnology and nanotechnology being used to change the natural operation performed by our human bodies in an incremental fashion? Further research shows that the nano-tech and biotech industries have produced similar if not equal materials as the ones found in analyzed human tissue. People with advanced stages of Morgellons Syndrome have witnessed how crystalline structures begin to appear from the fibers that grow off their bodies. Imagine the inside of a computer that has cables or wires that haven’t been properly connected. Those fibers have gone from being translucent or white, to becoming colorful. Later those colorful fibers grow metallic-looking micro plates or plaques which also appear in several colors. Many of the fibers collected off Morgellons patients’ skins appear to be made of high density polyethylene, as reported by researcher Jan Smith. There is evidence that confirms that the nano-tech and biotech industries are producing something that investigators call GNA, a synthetic analog of DNA, which is infiltrated into humans through the fibers and metal attachments that those fibers develop while inside the human body. GNA contains various conductive polymers and gold nano-particles. GNA is mainly made of cellulose glucans, a snake or wire-looking filament observed with Raman spectroscopy.

A HUMAN HYBRID SLAVE RACE

The shapes and sizes of the fibers and metallic looking attachments vary. What does not vary is their capacity to mimic human DNA’s capacity to spread around inside the body; to reproduce and take over. Imagine the creation of a new electrical wiring system that laboratory observation shows it as rewiring the human body through nano-arrays (devices used for DNA hybridization) and heavy metal semiconductors surrounded by an organic shell or material. For more information on this specific detail, go to Morgellons Research Group. The purpose of this transformation is one and one only: to make humans responsive to a certain resonance or radio frequency signal. Nowadays, scientist know that the planet’s resonance is between a healthy range of 3 – 69 Hertz.

“All vibrating things in this world have their own, ‘natural’ frequency which they are most comfortable with,” writes Sanjay Aqrawal in an Ezine article entitled “Brain Entrainment and Schumann Resonance”. When a thing is subjected to an external force that makes it vibrate at a frequency it vibes with the most, the thing responds “joyfully”, by vibrating at the maximum amplitude (energy). The natural frequency of that [object] is known as its ‘resonating’ or ‘resonant’ frequency, and the phenomenon is known as ‘Resonance’. Physicists describe resonance as the tendency of a system to oscillate with greater amplitude at some frequencies than at others, using its stored vibrational energy.

Schumann Resonance (SR) is the global electromagnetic resonance that occurs as a set of peaks in the extremely low frequency (ELF) portion of the Earth’s electromagnetic field spectrum between 3 and 32 Hz, with distinct peaks at 7.83, 14.3, 20.8, 27.3 and 33.8 Hz. Lightning discharges excite SR in the cavity formed by the Earth’s conducting surface and the ionosphere. Named after German physicist Winfried Otto Schumann, who predicted it mathematically in 1952 (and first detected it in 1954—an auspicious year), SR acts as a closed waveguide. It’s like a wave-bridge. “So astounding are the facts in this connection,” said Nikola Tesla in 1899 of this global electromagnetic resonance, “that it would seem as though the Creator, Himself had electrically designed this planet.”

The normal standing wave created in the Schumann Cavity occurs at a wavelength equal to the circumference of the Earth, and at a base frequency (and highest intensity) of between 6-8 Hz (7.83 Hz). Some call this basic frequency the Earth’s “heartbeat” or the “tuning fork” of the planet, suggesting that it generates natural healing properties when living things are entrained to its rhythm. It turns out that all biological systems resonate at this same frequency range.

Read more about planetary and human brain resonance here.

The very same fields of nanotechnology tells us that quantum dots, such as the small particles found in patients with Morgellons Syndrome have a very high capacity for “tunability”. The Piezo Effect is the ability that some crystals, ceramics, proteins, metals and human DNA to create an internal voltage once an outside pressure is applied. As explained by Sofia Smallstorm, when a person applies a certain frequency to a crystal, it generates a voltage. Inversely, when you put a voltage to a crystal, it responds with a frequency. According to Clifford Carnicom, when he applied a blue light frequency (375 nm) to a filament structure made of the same materials found in Morgellons Syndrome patients’ tissue, resulted in the accelerated expansion or growth of such filament structure within only 24 hours after exposure. Could we safely associate strange changes in human behaviour to the constant exposure people submit themselves to when using the latest technologies such as mobile phones, computers, television, radio and wireless internet signals? How do the frequencies emitted by these technologies change Earth’s natural resonance or frequency? How do they change human or animal resonances? Are they contributing with the enhancement of the rewiring process now occurring inside our bodies? Are we being re-engineered from the inside with the help of the technologies we are so deeply addicted to?  What role does HAARP play?

“What is happening to humans at the biochemical level?,” asks Sofia Smallstorm. “Electrical bonds are chemical bonds, and electromagnetism is capable of changing what is happening in our bodies.” She believes frequencies other than our own or planet Earth’s harmonic resonance are supplying the synthetic components in our bodies the power they need to carry out their mission.

Where could this technology come from besides nanotechnology and biotechnology? Enter Synthetic Biology; a field of study and application that uses resources and science from genetics, radiation, robotics, nanotechnology, artificial intelligence and information technology to “improve and transcend” the limits of nature. Just a year ago, Time magazine published a propaganda piece about something trans-humanists call The Singularity. This concept is based on the idea that humans will undoubtedly merge with machines in the near future. Aren’t we already becoming them? The article says that Homo Sapiens will no longer be recognized. Humans, says Time will finally complete their love affair for immortality. Whatever definition is given the The Singularity, it includes the reverse engineering of humans as we are known today into something more advanced. But for what? The proponents and executors of the Chemtrail phenomenon are knowingly or otherwise effectively rewiring humanity to have the capacity to follow a different frequency, to respond and operate under a new “heartbeat”. Under this new frequency humans will no longer have the ability to think for themselves or have freedom of choice; they will be directed by the source that manipulates this specific frequency at which humans will function. No more free will. But the changes that the trojan horse — being implanted by those who are widely and openly chemtrailing the people of the world — are not limited to electrical modifications. Through this technology, humans are also going to lose their capacity to reproduce. They will become human androids, or what supporters of trans-humanism call Homo Evolutis.

Currently, both NASA and Google fund and support The Singularity University, a place where people are taught about this new state of intelligence. According to this new system of education, humankind becomes transcendent in a place in space and time where the rules of physics no longer apply. Followers and scholars of this theory include Ray Kurzweil, the author of The Singularity is Near, a book that inspired the film The Transcendent Man. According to Kurzweil, advancements in technology spur themselves exponentially, not in a linear way. The proponents of this kind of future believe that technology will allow humans to take control of their own future.

The question is then, who has the tools and the potential to create things such as artificially replicating fibers, red blood cells and nano organisms that mimic human cellular reproduction? Who is right now modifying us all without out consent? Are these same individuals the ones who will decide what is done with humanity once we are all properly wired to obey them? Mr. Kurzweil believes scientists will finally reverse engineer the human brain by 2020. What else is left for the technocrat class clearly in control of the pharmaceutical, nanotechnology, biotechnology and synthetic biology industries other than to control our brains from afar? Of course, the technocratic elites does not present this advancement as a tool of control. Instead, they mask it as an opportunity to reach immortality, to use artificial intelligence to create a system we all can be connected to, where there is no pain, no suffering, no slavery other than the slavery of our mind, which is what they are looking for. Technologies such as The Singularity will be incrementally presented as a trendy, sexy way of life, so that more people, no matter their social or economic status, will choose to plug themselves into “the matrix”, to use a familiar term. That’s right. The scenario that this version of the future entails is the capacity to download our brains into a computer and vice-versa. It will also be presented to us as the universal solution to all human problems, medical or otherwise.

According to Ray Kurzweil, by 2029, machines will reach and overpass human intelligence and will get to a level of consciousness defined by him as “super-intelligence” which humans will be able to “use” by plugging themselves into the system. From that state however, there is no turning back. But what will happen once machines rise over human levels? Sofia Smallstorm questions whether these super-intelligent machines will see humans as their creators and respect us as such, if they will compete against us for resources or if they will see us as a threat to their supreme existence. How about the machines’ masters? How about the ruling ever more powerful technocratic elite? What will they do with this new-found power to remotely control each and every one of us? Isn’t The Transcendent Man already here, personified by the Internet, the World Wide Web, the series of computers that already tell you what you want to search before you even type it? One trend we already see is how the artificially intelligent being we know as the Internet is already transforming the Homo Sapiens into a non-biological creature, an empty vessel just waiting for an outlet to plug himself into. What will happen when biological processes begin to be run by technology and all living things become non-reproductive biological androids; a population of an engineered species under the control of machines, or even worse trans-humanist slave masters? In case you have not understood, Homo Evolutis will not be a better human, in fact, it won’t be a human at all. It will be a product governed by a patent which is owned by someone or something whose main goal is not to improve humanity, but to degrade it. The dreamed bio-androids that the trans-humanists are looking for is “one without a gender, no capacity to reproduce, a better performer, something that cannot be distracted by love or lust, will be free of disease so that it can work indefinitely. Then you’ll have the e-workers and the e-lites”, warns Smallstorm.

Is the search for the Superhuman also the death of the human race and the rise of the inert Homo Evolutis?

I’ll leave you with a quote from Ray Kurzweil’s vision of the future and The Singularity: “Does God exist? Well, I would say not yet.”