O Domínio Globalista do Oeste

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
05 de março de 2012

A existência da sociedade como a conhecemos hoje não é um evento aleatório da natureza ou algo parecido. A sociedade de hoje é um reflexo direto dos grandes esquemas de engenharia social que foram gradualmente lançados contra os povos. Em todo o mundo, as pessoas deixaram de ser independentes e auto-suficientes para se tornar dependentes ovelhas que precisam de seus governos, controlados por grandes corporações, para fornecê-los com tudo o necessário para sobreviver. Esse era o plano o tempo todo. Agora, as pessoas estão à mercê das grandes corporações multinacionais – principalmente bancos – que os tornaram seus escravos usando agências do governo para impor suas políticas. Mas não param por aí. Para piorar a situação, as massas acreditam que são realmente livres e que têm escolhas, ao invés de reconhecer que são gado, que é o que a realidade mostra.

Por muitas décadas, este fenômeno era largamente desconhecido pela maioria das pessoas que eram dependentes do sistema. Mas depois que as elites por trás da engenharia social tornaram-se mais arrogantes do que o normal e começaram a falar abertamente sobre seus planos, uma minoria de pessoas se deu conta dos seus planos. Hoje, uma grande minoria está bem informada sobre os planos das elites, mas as massas ainda são ignorantes ou simplesmente negám a sua existência. A principal causa desta recusa é o fato de que as massas são compostas de pessoas que, por décadas e décadas se beneficiaram com as políticas socialistas explícitas ou ocultas, que são ferramentas para que as pessoas ficarem viciadas na “droga da dependência”. Como muitos já sabem, largar um vício é muito difícil, especialmente quando este tipo de vício é tudo o que se conhece. Tente você pedir a um morador de rua para parar de cheirar cola de sapato para acalmar sua fome, sem mostrar uma refeição quente. Isso é exatamente o que seria. Claro que existem aqueles que preferem a escravidão e a dependência no lugar da independência e autonomia. Estas são as sociedades em que a maioria das pessoas, independentemente das condições miseráveis em que vivem, estão contentes em continuar vivendo em favelas e receber ajudas miseráveis  de seus governos, como se esse fosse o jeito que as coisas deveriam ser. Exemplos claros dessas sociedades são Venezuela, Cuba, Brasil, para citar alguns, onde as pessoas apoiam ditadores ou candidatos que irão garantir que os seus cheques e ajudas continuem chegando, ao invés de criar as condições de mercado adequadas para que eles se levantem da sujeira em que vivem.

Mas como foi que os tecnocratas geriram seus planos para que todos entrassem no celeiro? Eles sempre conseguiram manter o controle. Eles sempre foram donos do dinheiro, os recursos, os políticos, os governos, e, portanto, os povos do mundo. Eles trabalharam primeiro para assumir o controle das regiões mais pobres do mundo, onde as corporações financiaram programas destinados a manter bilhões de pessoas na miséria. Depois de criar raízes lá, eles conseguiram aplicar as suas políticas de controle centralizado nos países em desenvolvimento como a Argentina na década de 90, desviando seu caminho para o desenvolvimento e na maioria dos casos, detêndo-os completamente. Seu sucesso em países pobres foi aproveitado para impor os seus programas nos países em desenvolvimento, o que eles fizeram nos últimos 50-100 anos. Com um passo firme na maior parte do planeta, levaram seu sistema para as nações mais sofisticados, o mundo desenvolvido, que haviam apoiado os seus planos, a fim de legitimar suas iniciativas de colonização e conquista.

É onde estamos agora. Hoje, países que tinham um grande potencial para se tornarem países desenvolvidos, assim como varias nacoes industrializadas, estão sofrendo as conseqüências de abrir a porta para os homens que estavam sempre no controle do lado de fora. Seu sucesso reside na sua capacidade de convencer, subornar ou punir aqueles que não tinham aberto. Para que as sanções e os subornos funcionassem, tiveram que criar um sistema de controle e legitimidade externa que pudessem  impor suas políticas nas nações soberanas para poder atacar, invadir e destruír essas nacoes antes de  absorve-las. A partir destes planos surgem organizações como a Liga das Nações, Nações Unidas, a Organização Mundial de Saúde, a Organização Mundial do Comércio, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a União Europeia, a União Africana, a União Norte-americana, o Mercosul, G-20, G-8, e assim por diante. Estas entidades foram criadas pelos tecnocratas e apoiadas por pessoas que foram subornadas ou convencidas a participar do seu sistema. Essas pessoas se infiltraram em todos os estratos da sociedade: a educação, religião, finanças, comunidade científica, governo e, claro, aqueles que trabalham para grandes corporações.

Para evitar questionamentos, as elites também criaram as fundações e as organizações filantrópicas que financiaram e controlaram muitos de seus planos, e os ajudaram a implementar as suas políticas, sempre, para o “bem comum”. Esta forma coletivista de pensamento é talvez a ferramenta mais bem sucedida para convencer as massas de que era melhor pensar coletivamente, que era bom roubar do Pedro para ajudar ao Paulo. Depois veio o termo justiça social, que serviu como outro gancho para atrair mais adeptos, devido à sua origem coletivista. A maioria das pessoas mudou sua forma de ver o mundo. Em vez de apoiar os direitos e liberdades individuais, tornaram-se animadores dos grandes governos para decidir o que era melhor para si e seus pares. Isso marcou o surgimento de um governo centralizado nos níveis locais, estaduais e nacional e a criação de leis e políticas que aumentaram o controle do governo sobre direitos e responsabilidades individuais, tais como a propriedade privada, segurança, disponibilidade de alimentos, saúde, liberdade de expressão, e outros. Um organismo central de repente “sabia melhor” como gerir os recursos locais do que as próprias pessoas. O poder do povo foi reduzido, enquanto o  governo cresceu fora de controle e por trás deles, as elites acumularam mais poder em frente das massas desavisadas. Os Estados socialistas, comunistas e outros – tudo uma criação dos globalistas – estavam às portas esperando para assumir. Para impor estes sistemas de governo, então, os globalistas criaram conflitos entre os países com ataques secretos para desestabiliza-los, ou implementaram o dialeto hegeliano: Problema, Reação, Solução.

Quando as nações soberanas resistiram aos ataques que a elite realizou através de suas organizações supranacionais ou de seus governos controlados por corporações, estes geralmente usaram a força militar apoiada por informações falsas ou falsos eventos para invadir nações “democratiza-las” e “trazer a paz”. Estas ações militares eram apoiadas por falsas ameaças ou abusos cometidos por ditadores que foram colocados no poder pelos próprios globalistas. Assim, os tecnocratas foram capazes de consolidar o poder a traves dos governos fantoches para roubar as nações de seus recursos naturais. Todas as riquezas do planeta tornaram-se propriedade de corporações que invadiram as antigas nações independentes a pedido dos governos fantoches após o fim das guerras. O resultado de suas campanhas bem-sucedidas de conquista econômica, política e militar foi o fim dos Estados-nação, que foi um dos principais objetivos dos globalistas quando começaram seus planos de conquista. O sucesso das elites também foi impulsionado pelos movimentos bem estabelecidos de oposição controlada – Fórum Econômico Mundial, Fórum Social Mundial — envolvendo líderes comunitários para que as pessoas acreditassem que os seus representantes poderiam realmente fazer a diferença ao aderir aos movimentos financiados pelas próprias corporacoes. Mas como eles poderiam ajudar a luta contra aqueles que consideravam a sua oposição quando as mesmas forças globalistas estavam na cabeça desses “movimentos alternativos”? Eles não puderam.

Mas talvez o último prego no caixão para os globalistas foi tomar conta dos meios de comunicação e das campanhas orquestradas para aplacar as massas, que culpam o capitalismo pela atual crise econômica global. Esta campanha não é nova. Os globalistas, por meio de suas operações econômicas, finanças e mídia deixaram claro que seu plano sempre foi o de construir a sociedade, a fim de extrair a riqueza para mais tarde destruir uma vez por todas a economia mundial e com isto a sociedade ocidental. Neste momento, os globalistas estão engolindo países como Grécia, Espanha, Portugal e outros da Europa, após o sucesso tomando controle dos Estados Unidos, México, Canadá, a maior parte do Oriente Médio, Oceania e África através de seus governos e presidentes fantoches. Resta saber se os povos do mundo, a minoria bem informada que cada dia cresce mais e mais, vai conseguir o que as minorias sempre fizeram ao longo da história: salvar as massas ignorantes e a sé mesmos da elite tecnocrata que está muito perto de completar os seus planos para destruir o mundo como nós o conhecemos hoje.

Países Europeios Confiscam Pensões dos Trabalhadores

Versão Português Luis R. Miranda

EUA não é o único lugar que está enfrentando uma grande crise com os fundos de pensão. O Christian Science Monitor presenta este relatório alarmante:

Os planos de pensões são uma fonte útil de renda para os governos que não querem reduzir os gastos ou privatizar. Como a maioria dos esquemas de pensões, na Europa estes são organizados pelo Estado, e os ministros europeus de Finanças tem um acesso mais fácil à poupança acumulada ali, e, claro, tentam conseguir esse dinheiro para seus próprios propósitos. Nas últimas semanas tenho observado cinco tentativas desse tipo: três estao relacionadas a planos de poupança privada e duas a fundos nacionais ou públicos.

O exemplo mais marcante é a Hungria, onde no mês passado o governo fez uma oferta que os cidadãos não puderam recusar. Eles podiam dar suas poupanças e pensões para o Estado, ou perder o direito à pensão mínima (mas ainda teriam a obrigação de contribuir para este fundo.) Deste modo, com extorsão, o governo quer ganhar o controle de mais de US $ 14 bilhões de dólares em aposentadorias e contas de poupança.

O artigo passa a detalhar a ilegalidade do esquema de pensões, na Bulgária, Polónia, França e Irlanda. Obviamente, este é um aviso para os Estados Unidos e outros países onde os governos controlam ou regulam os planos  de pensões. Se a austeridade fiscal torna-se um problema real, como na Europa – eu não acho que os parlamentares dos EUA ou qualquer outro país terao respeito pelos bens pessoais ou o dinheiro que antes era considerado sagrado. O governo tem o hábito de cuidar de si mesmo primeiro, segundo e terceiro.

Propriedade Humana: A Historia da sua Escravidão

Como todos os animais, os seres humanos querem dominar e utilizar os recursos ao seu redor. No começo, os primeiros seres humanos caçabam, pescabam e comiam do fruto da terra. Mas então, algo mágico e terrível acontenceu às nossas mentes: Viramos no meio de todos os animais, temerosos da morte e perdas futuras.

E este foi o início de uma grande tragédia, assim como de uma maior possibilidade. Quando estamos com medo de morrer, da dor e de ser prisioneiros, tornamo-nos dóceis e, portanto, valiosos. Valiosos de uma maneira que nenhúm outro recurso poderia ser.

O maior recurso que qualquer ser humano pode controlar não são os recursos naturais, ferramentas, animais ou terra, mas outros seres humanos. Você pode assustar um animal porque eles se assustam com a dor a qualquer momento. Mas você não pode assustar um animal com a perda da liberdade, a tortura ou a prisão como uma consequência futura, pois os animais têm muito pouco ou nenhum entendimento sobre o futuro.

Você não pode ameaçar uma vaca com tortura ou uma ovelha com a morte. Você não pode agitar uma espada na frente de uma árvore e gritar para produzir mais frutos, ou acender uma tocha para um campo de trigo para dar um melhor desempenho. Você não obtendrá mais ovos de uma galinha ameaçando-a, mas pode ameaçar e exigir que um ser humano dei seus pertences.

Este tipo de gestão ou de “cultivo humano” é o mais rentável e o seu uso o mais destrutivo na história. É por isso que está chegando a um clímax destrutivo. A sociedade humana não pode ser compreendida racionalmente até ser vista como o que é: Uma série de chácaras, onde os Proprietários são donos de “gado humano”.

Algumas pessoas estão confundidas, porque os governos proporcionam saúde e cuidados médicos, água, educação e estradas. Isso, para muitas pessoas é um sinal da benevolência do governo. Nada poderia estar mais longe da realidade.

O Proprietário do terreno permite a irrigação e presta cuidados médicos e da formação ou preparação para o seu “gado humano”. Muitas pessoas se confundem, porque podemos ter alguma liberdade e, portanto, imaginam que os nossos governos querem  proteger essas e outras liberdades. Mas os proprietários plantam a uma certa distância para aumentar a produção e permitir que alguns animais usem partes maiores de suas terras, se isso significa que eles produzem mais carne ou leite.

No seu país, o seu Proprietário lhe permite algumas liberdades. Ele faz isso não porque se importa com que você tenha essas liberdades, mas porque ele está interessado em aumentar seus lucros. Você pode começar a ver a origem da jaula em que você nasceu?

Houve quatro fases principais de “agricultura humana”. A primeira fase, no antigo Egito, foi caracterizado pela direta e brutal coerção humana. O corpo humano foi controlado, mas a produtividade criativa da mente humana se manteve longe da marca do chicote e as correntes. Os escravos não eram muito produtivos e era necessária uma enorme quantidade de recursos para mantê-los sob controle. A segunda fase foi o modelo romano, onde os escravos foram dados um pouco de liberdade, o engenho e criatividade, aumentou assim a produtividade.

Esse aumento da produtividade criou mais riqueza para o governo romano. Com esta riqueza adicional foi que Roma se tornou um império, que então destruiu as liberdades económicas que levaram ao seu poder e como consequência o império colapsou.

Certamente, esta situação não é totalmente estranha hoje.

Após o colapso de Roma, o modelo feudal introduziu o conceito de “bens humanos e tributação”. Em vez de ser diretamente possuído por um proprietário de terras, os agricultores cultivavam a terra, a qual podiam manter sempre que pagaram a sua quota aos senhores feudais locais. Este modelo finalmente desmoronou-se devido à subdivisão contínua de terras produtivas, e foi destruído durante o período em que foi limitado o acesso à propriedade privada, quando a terra foi consolidada e centenas de milhares de agricultores foram despojados dos seus bens em razão de novas técnicas de cultivo que levaram a que grandes propriedades foram mais produtivas com menos trabalhadores.

O aumento da produtividade na Idade Média criou uma abundância de comida necessária para a expansão das cidades, que deu origem ao atual modelo conhecido como o modelo democrático de “propriedade humana”. Quando os agricultores deslocados chegaram nas grandes cidades, uma grande quantidade de mão de obra barata tornou-se disponível para os industriais e latifundiários da classe alta, quem rapidamente perceberam que poderiam ganhar mais dinheiro se eles deixaram o seu “gado” para escolher suas ocupações.

Sob o modelo democrático, a posse de escravos como propriedade foi substituído pelo modelo da Máfia. A Máfia é raramente um proprietário do negócio. Em vez disso, mafiosos preferem enviar um valentão de cada mês, para roubar os proprietários da empresa. Por agora você está autorizado a escolher a sua própria ocupação, o que aumenta sua produtividade e, consequentemente, os impostos que você paga para seus proprietários.

“Apreciem este momento de suas vidas crianças, porque este é o momento de sua vida quando você ainda tem a oportunidade de escolher. E passa tão rápido.”  Este é o discurso típico dos conselheiros em escolas e faculdades. “Quando você é jovem você acha que pode fazer qualquer coisa, e você pode. Os vinte anos são difíceis. Quando você chegar a trinta, você é responsável por sua família. Ganha pouco dinheiro e pensa: O que aconteceu com minha juventude? Aos 40 anos, já tem uma barriga e tem um outro queixo do gordos  que estão. A música começa a parecer muito alta. Uma de suas amigas de escola torna-se uma avó. Aos 50, você passa por cirurgia, que vocês chamam de irrelevante. Aos 60, você tem uma cirurgia muito mais grave. A música ainda parece estar muito alta, mas isso não importa, porque você já não pode ouvir mais. Aos 70 anos, você e sua esposa -já pensionistas- começam a jantar às duas da tarde, almoçam  às 10 da manhã bebem café da manhã no dia anterior. Em seguida, passam o resto do tempo caminhando pelas ruas ou nos shoppings pensando porque é que os filhos não ligam? Aos 80, você sofre um derrame e termina como um vegetal sendo cuidado por uma enfermeira que vocês chamam de mãe.

Suas poucas liberdades são mantidas porque são um benefício econômico para seus proprietários. O grande enigma do modelo democrático é que o aumento da riqueza ameaça o Proprietário. A classe é beneficiada ao dispor de um mercado relativamente livre de capital e trabalho, mas uma vez que o “gado” percebe as suas liberdades, e transformar essas liberdades em riqueza, eles começam a se perguntar porque precisam dos seus Proprietários ? Bem, ninguém nunca disse ser um Proprietário de “propriedade humana” seria fácil.

Manter o “gado humano” na posse do proprietário, no terreno da classe alta é um processo dividido em três fases. O primeiro é doutrinar os jovens através da “educação” e o “sistema de ensino” do governo. Uma vez que a riqueza cresceu nos países democráticos, as escolas financiadas pelo governo eram universalmente imposta para controlar os pensamentos e as almas do “gado humano”. A segunda fase é a de transformar os cidadãos uns contra os outros através da criação de uma sociedade dependente. É muito difícil controlar os humanos com o uso da força e, se possível, torna-se improdutivo.

Seres humanos não se reproduzem ou são eficazes quando estão em cativeiro. Mas se os seres humanos pensam que são livres, em seguida, produzem mais para seus proprietários. A melhor maneira de manter esta ilusão da liberdade é colocando parte do “gado” em posições de poder nas organizações que são propriedade do Proprietário. O “gado” que passa a depender da hierarquia existente automaticamente ataca o “gado” que revela e denuncia a corrupção, a violência, a hipocrisia e a imoralidade do Proprietário e o sistema de “propriedade humana”.

A liberdade é escravidão e escravidão é liberdade.

Se os Proprietários conseguem que parte do “gado” ataque a outra parte sempre que alguém está relatando a realidade de uma situação, não é necessário gastar tanto tempo e recursos em controle direto. Este “gado” que passa a depender dos recursos  fornecidos pelo Proprietário, violentamente se opõem a qualquer questionamento sobre a “propriedade humana” e as classes intelectuais e artísticas, sempre e eternamente dependente dos donos vão dizer a quem alega liberdade: “Você está prejudicando os  seus compatriotas”.

O “gado” é, então, mantido em jaulas mudando o sentido de responsabilidade moral sempre que é necessário para manter a natureza destrutiva do sistema contra a “violência” de aqueles que exigem a verdadeira liberdade.

A terceira fase é continuamente inventando ameaças externas, de modo que o “gado” fique com medo e procure a protecção dos Proprietários. Este sistema de “propriedade humano” está chegando ao fim. A terrível tragédia dos sistemas econômicos do mundo moderno ocidental não ocorreram devido a, mas como uma consequência dos sistemas económicos utilizados no passado e as suas liberdades falsas. O aumento excessivo da riqueza no mundo ocidental através do século 19, foi o resultado dessas políticas econômicas e foi exatamente o aumento desenfreado da riqueza por meio de sistemas como o Sistema Bancário Fracionário, o que alimentou e elevou o poder do Estado.

Quando o “gado humano” torna-se exponencialmente produtivo, isso resulta em um aumento proporcional no número de Proprietários e dos que dependem deles. O crescimento do Estado é sempre proporcional as condições económicas passadas. Estas condições econômicas baseadas na dívida, criam riqueza e essa riqueza atrai ladrões políticos e parasitas, cujo egoísmo destrói qualquer situação económica, boa ou ma. Em outras palavras, o sistema de falsa liberdade econômica se torna no câncer do Estado.

O Governo que começa pequeno, sempre acaba maior. É por isso que não há alternativa viável e sustentável para uma sociedade verdadeiramente livre e pacífica. Uma sociedade sem donos e sem “propriedade humana”, sem a violência de leis fiscais e do estatismo. Ser livre, verdadeiramente livre é muito fácil e muito difícil ao mesmo tempo. Evitamos o horror de nossa escravidão, porque é muito doloroso vê-lo cara a cara. Nós dançamos em torno a violência do nosso sistema porque temos medo que as outras pessoas nos ataquem.

Mas só podemos ser presos em jaulas que nos recusamos a ver e reconhecer.

Acorde! Ver e reconhecer a jaula, vai permiti-lhe sair dela!

G20: Os bancos devem manter o dinheiro para a crise que virá

O Sindicato do Crime Internacional, melhor conhecido como o G20, determinou na sua última reunião que o colapso e a consolidação da economia global começará por volta de 2012 e terminará em 2016 com a liquidação de todos os países que estejam em dívida com o FMI e o Banco Mundial.

Por Luis Miranda
The Real Agenda
Junho 29, 2010

Banqueiros e membros do G20 têm formas diretas e indiretas para falar com o público. No final da última reunião do G20 em

G10? Dez dos vinte representantes dos países industrializados dão uma caminhada entre reuniões.

Toronto, ambos os grupos falaram muito claramente sobre o que eles têm em mente para o futuro. Primeiro, eles estão interessados somente em ajudar o processo de consolidação global. Em segundo lugar, eles vão estender a depressão atual lentamente cortando o dinheiro disponível para empréstimos. Em terceiro lugar, eles vão continuar seus programas de austeridade nos países para matar lentamente as suas economias e consolidar cada um deles. Em quarto lugar, agora que eles roubaram os impostos do povo através dos seus pacotes de resgate, eles planejam roubar os acionistas, colocando o ónus do próximo resgate nas costas dos investidores. Em quinto lugar, hipócrita e irresponsavelmente, pensam que poupando 130 bilhoes de libras criarão uma garantia para a economia, dado que apenas a dívida do esquema de derivativos se conta nos quatrilhões de dólares. E, por último, eles pretendem cimentar a implosão final que, de acordo com seu comunicado, pode vir a partir de 2012.

Se tudo isto parece confuso, por favor, deixe-me explicar.

Vamos começar por lembrar que os G20 e, principalmente, os G8 foram os que causaram a atual crise financeira. Eles fizeram isso através de suas empresas de fachada, por exemplo, os bancos que implementaram uma série de esquemas de corrupção e falência das economias de países inteiros, através do investimento de risco e, às vezes, de produtos financeiros inexistentes. Estes esquemas foram executados depois de duas décadas onde a maioria das regras postas em prática para impedir fraudes financeiras foram eliminadas como uma desculpa para melhorar o “mercado livre”. O que a desregulamentação permitiu foi a criação de planos de investimento falsos que os bancos ofereceram mais tarde para países, estados e municípios, muitas vezes através dos governos e os usaram para adquirir todas as suas infra-estruturas e dinheiro através da emissão de dívida ou de investimentos.

Tornou-se claro que o G8 e os banqueiros não estão interessados em melhorar as atuais condições económicas. Eles simplesmente querem estender a crise, enquanto eles precisam, a fim de executar seu plano final de implosão global. Isso é o que emerge a partir da idéia de cortar o dinheiro de empréstimos e pedindo que os bancos acumulem o dinheiro para a próxima crise, como o comunicado do G20 diz. Embora 130 bilhoes de libras é uma ninharia em comparação com a dívida dos países do G8, a ação de manter o dinheiro em reserva é uma imagem clara do que os “líderes” têm em mente. O que eles querem é um processo lento e doloroso de destruição da economia a fim de causar a maior quantidade de dano possível. Essa política irá assegurar-lhes a consolidação de mais recursos, antes que seja dado o golpe final para a economia global.

Uma das ferramentas mais importantes que os banqueiros utilizaram ao longo dos últimos 100 anos foi criar uma bolha artificial de abundância de dinheiro -dinheiro sem respaldo- a fim de obter a confiança dos países e do público. Isto é o que muitos descrevem como os booms econômicos. Mas dado o fato de que a economia global é baseada em dívida e reservas fracionárias, o único objetivo que as bolhas têm é ligar a maior quantidade de consumidores com dívida e, em seguida, tirar o dinheiro do mercado. Ao fazer isso, os banqueiros aceleram o seu processo de consolidação. Juntamente com a redução dos empréstimos, os países do G8 concordaram em continuar os planos de austeridade em cada país. A austeridade será implantada sobre a classe trabalhadora através da redução de serviços como polícia, hospitais,financiamento das escolas e programas sociais. Isto, por sua vez, causará agitação civil, que é o que os banqueiros querem a fim de estabelecer oficialmente sua grade de controle militar e tecnológico. Uma prévia do que essa grade seria foi visto nas ruas de Toronto, durante a reunião do G20 do fim de semana passado. Também foi visto durante o colapso da Argentina em 2001.

Os infames pacotes de resgate glorificados pelo FMI e o Banco Mundial como a melhor maneira de evitar um colapso completo da economia global -que foi causado pelos próprios banqueiros- foram a maior transferência de dinheiro e recursos na história do mundo. Somente os Estados Unidos deram aos banqueiros cerca de 25 trilhões de dólares em dinheiro dos contribuintes para que Goldman Sachs, Iberia Bank,JP Morgan Chase, Bank of America e outros pudessem pagar aos seus accionistas a sua parte do esquema. Veja a lista completa dos bancos que receberam o dinheiro do resgate aqui. Mas só 25 trilhões de dólares não são suficientes, é claro. Alemanha, por exemplo, votou para dar 66% de sua receita anual para os bancos. Se nos guiarmos pelo comunicado do G20, é claro que eles estão planejando outro grande colapso, possivelmente, o último. Também é claro que eles terão que roubar alguém diferente desta vez. E é isso o que os banqueiros e os “líderes” disseram. Eles vão criar um outro pacote de resgate no qual os acionistas dos bancos terão que pagar a conta. Então se você tem investimentos em qualquer banco, é aconselhável salvar a si mesmo e tirar o dinheiro das contas antes de o novo pacote bancário chegar.  Descaradamente, eles dizem que vão obrigar os bancos a manter bilhões até a próxima crise chegar e os contribuintes não serão sobrecarregados. Eles acham que não sabemos que os milhares de dólares são os mesmos que roubaram em 2009. Agora que eles consolidaram e estabilizaram o seu sistema financeiro fraudulento, não importa se os outros bancos irão cair fora do seu esquema.

A idéia de que 130 bilhoes de libras é suficiente para ter uma rede de segurança para uma crise futura ou uma recessão dupla como eles gostam de chamá-la, é absurda. A dívida produzida pelos derivativos, dependendo a quem você perguntar, está entre 600 trilhoes e 1 quatrilhão de dólares. Segundo Robert Chapman, do theinternationalforecaster.com “comprar derivativos não é uma forma de investimento. É um jogo de seguros e apostas. Os derivativos não criam nada.” De acordo com o Bank of International Settlements, a bolha de derivativos tem crescido exponencialmente, até um ponto em que os montantes negociados ao abrigo deste esquema já ultrapassou em muito o PIB do mundo.”Operações de derivativos têm crescido exponencialmente, até agora, são maiores do que toda a economia global.” Os Credit defaultswaps (CDS) são a forma mais comum de derivativos. CDS são apostas entre duas partes, sobre se uma empresa poderá ou não retornar os investimentos nos seus títulos. Na verdade, são seguros ilegais, sem exigência de titularidade de qualquer ativo. Os CDS são usados para aumentar os lucros em jogos de mudanças no mercado.

rede de dívida em que a economia atual foi construída ao longo dos últimos 100 anos foi uma ferramenta em um processo para reverter tudo o que os seres humanos lograram. Não foi acidental, no entanto, pois este mecanismo foi planejado pelos banqueiros globalistas desde o início. Toda vez que o mundo viveu uma crise financeira como em 1929-1933, a consolidação e o aumento no controle dos banqueiros ficou cada vez maior. As medidas para evitar um colapso total, como nos foi dito, não foram suficientes nem tinham esse como objetivo real. Eles eram simplesmente maneiras de adiar o colapso iminente. As medidas implementadas pelos banqueiros não podem ser usadas para sempre. Alguma coisa ia falhar mais cedo ou mais. “Este esquema levado passo a passo, é uma abordagem não-holística da Fed e do Tesouro para a gestão de crises mas tem sido um fracasso. . . . arrastar e preencher um buraco no [tempo] é inútil quando todo o sistema de impostos está em colapso em meio à tempestade financeira perfeita. Uma abordagem muito mais radical, holística e sistêmica para a gestão de crises é agora necessária “, diz o professor Nouriel Roubini, fundador do Roubini Global Economics.

Depois de tornar a economia global em um sistema baseado em serviços, onde nenhum produto de qualidade é fabricado, dirigindo os países em desenvolvimento a uma dívida enorme, enquanto se colapsam as economias do mundo ocidental, os banqueiros estão prontos para a sua última jogada: a última crise. De acordo com o comunicado do G20, seus membros devem reduzir os seus déficits até 2013, um processo que já começou. Este processo deve terminar em 2016, quando os países devem ter estabilizado os seus déficits. Diminuindo e, em seguida, estabilizando os déficits significa que os países devedores terão que encontrar uma maneira de pagar suas dívidas na íntegra ao FMI e ao Banco Mundial, de acordo com as condições impostas por essas entidades. Cada país que não pagar na íntegra será liquidado e seus recursos serão transferidos automaticamente para os banqueiros globalistas. Imagine o que aconteceu com Argentina, Grécia e Islândia na última década, mas em vez de serem esses países, os devedores serão os Estados Unidos, Espanha, Portugal, Inglaterra e Alemanha.

Banco Central Europeu: U$ 1 trilhão só serve para ganhar tempo

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 17, 2010

A corrupção e as mentiras do Banco Central Europeu e das suas filiais ao redor do mundo são ilimitadas. Há um ano atrás, o seu escritório nos Estados Unidos, -a Reserva Federal- solicitou 700 milhões de dólares para ‘salvar’ a economia. Isso, nós aprendemos mais tarde, revelou-se uma mentira. Foi uma mentira não só porque o dinheiro não era para fazer “mágica” econômica tal como foi prometido, mas também porque não erão somente U$700 milhões e, sim, mais de U$ 25 bilhões. Há poucos dias atrás, a União Européia lançou um pacote de ajuda de 1 trilhão de dólares que, segundo eles, serviria para manter a região economicamente estável. Agora, o BCE disse que o trilhão só serve para ganhar tempo. Tempo para quê? Resposta: Tempo para os bancos fazerem os preparativos finais para o colapso total da economia global. Existe alguém que ainda não vê isso?

Este tem sido o padrão mostrado ao longo da história com a elite liderada pelos bancos.  Eles criam problemas e apresentam soluções “milagrosas” que, também, ajudam a consolidar o poder e controle. Desta vez, porém, é definitiva. A linha inferior é esta, os banqueiros jogaram todas as suas cartas e, de uma vez, se converterão nos proprietários de tudo e de todos. A economia e o estado do mundo correram para baixo de modo incontrolável e nem mesmo eles podem salvá-los neste momento. Não que eles tiveram a intenção de fazê-lo.

Um por um, os países que foram vítimas de abutres financeiros ao longo de 100 anos fazem fila para pular além da borda do cânion. Como nos lembramos, tudo começou na Islândia, onde os funcionários agora parecem tentar lutar contra a corrupção enviando banqueiros para a cadeia. A crise mudou-se para a Grécia, onde as nuvens de dívida fiscal envolveram um país que, pelo contrário, é considerado um paraíso. Com Goldman Sachs como portador da lança, os banqueiros adicionaram mais um país à sua valiosa coleção. Nenhum banqueiro foi preso ou processado ainda. Em contrapartida, a Grécia sucumbiu à União Européia, enquanto os banqueiros tomam conta dos fundos de pensão e da poupança através do endividamento.  Os gregos agora estão imersos em uma dívida ainda maior através de um pacote de ajuda que assegura que a jóia do Mediterrâneo seja propriedade dos bancos.

Dois gigantes estão em linha para seguir os passos da Grécia e a Islândia. Portugal e Espanha começaram o processo de colapso através da redução dos salários, congelamento das pensões e o aumento dos impostos. Com uma população à beira do colapso social, as duas nações podem ver protestos no estilo tailandês mais cedo do esperado. A razão pela qual isso não aconteceu ainda? A Engenharia Social, é claro. A atenção do povo é desviada para o futebol e os torneios de tênis assím como cinzas vulcânicas imaginárias. Com o desemprego em torno de 20%, tanto Espanha como Portugal tiveram uma queda quieta livre de dor, mas as últimas medidas de austeridade provavelmente estouraram a bolha que isolou os dois países nos últimos dois anos. As subidas de impostos e os cortes nos serviços sociais foram bastante aplaudidos pelo Banco Central Europeu, bem como o líder do mundo em falências, Barack Obama. Esses aplausos decorrem do fato que as medidas os ajudam a ganhar tempo para consolidar o poder e os recursos. Cada vez que um país anuncia um pacote de medidas de austeridade, significa que mais dinheiro do povo, que já pagam impostos para tudo, é usado para pagar os empréstimos que os bancos já fizeram para estes países. É o banco que tem a prerrogativa de pedir aos países para reembolsar o empréstimo na totalidade, se desejar. Foi o que aconteceu na Islândia, Grécia e é por isso que eles precisam ser resgatados. O problema é que o plano de resgate financeiro vem dos banqueiros com quem os países inicialmente estavam em dívida. Você começa a entender a idéia? Por isso é chamado Consolidação.

A forma na qual os bancos operam é como um pescador que pesca um peixe grande. O pescador coloca a isca, -o banco oferece empréstimos-, o peixe morde a isca -os países aceitam os empréstimos-, e o pescador pode, então, escolher puxar o peixe para fora devagar, esperando que este continue travado no gancho, ou decide dar um grande puxão. A primeira opção fará com que a captura seja quase certa, mas vai demorar mais tempo. A segunda, dará uma recompensa mais rápida, mas o resultado pode ser também que o cordão seja cortado e, como resultado, o peixe escape. Há quase um século atrás, os banqueiros decidiram tentar a primeira opção para puxar a corda devagar deixando que o peixe se sentisse confortável. Agora, o peixe -a gente-, sabe que está preso e está fortemente puxando a corda. O pescador está desesperado porque o peixe pode escapar e está pensando seriamente em puxar a corda rápido e forte.

Parece impossível escapar do desastre econômico mundial que começou há aproximadamente uma década e que somente foi mascarado pelos números falsos de crescimento e recuperação econômica. Não houve geração de empregos significativa nas maiores economias do mundo e, até Jean Claude Trichet,  manifestou o seu pessimismo sobre as esperanças de um final feliz. Ele, claro, conhecia o resultado há muito tempo, provavelmente desde que chegou ao BCE. Ele disse, na semana passada, que os Estados Unidos estavam em uma situação semelhante à da Grécia. Outros cúmplices de Trichet também contribuiram à lista de frases memoráveis. George Soros, por exemplo, disse que o euro estava em uma situação precária e muito perto do colapso.

Pode-se facilmente ver o desespero da elite quando Nicolas Sarkozy bate o punho na mesa e Angela Merkel relutantemente apóia um pacote de ajuda que, em teoria, salvaria a Europa da ruína, mas na verdade não salvará ninguém. Como o BCE disse, o pacote só serve para ganhar tempo. O colapso financeiro foi precipitado ainda mais rapidamente devido ao fato de que mais pessoas estão entendendo este tipo de fraude e como elas foram enganadas durante as últimas décadas submetendo as suas poupanças e pensões  às organizações supranacionais. Como alguém disse, você pode enganar algumas pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo. O mundo tem sido oprimido durante séculos, até mesmo milhares de anos, pelos impérios, os banqueiros e a elite. Agora, a moeda se inverteu e a pressão está sobre os opressores.  Eles têm que escolher entre fazer o colapso ocorrer de forma lenta ou abrupta. A Comissão Trilateral reuniu-se este mês. A reunião do Grupo Bilderberg é em Junho. O pescador está desesperadamente pensando em puxar a corda fortemente.

Fique atento.