O direito de possuir e portar armas não tem tons de cinza

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JANEIRO 20, 2012

A vida é um carrossel, uma grande tela mostrando eventos, que por causa da natureza humana, se repetem ao longo da história. Você só deve olhar para trás 25, 50, 100 anos ou um milênio – dependendo de quanto você quer rever – para saber que o que está acontecendo agora já aconteceu.

O caso em questão, os governos desarmam os cidadãos “para sua própria segurança”. Por que as pessoas não percebem que o desarmamento é o primeiro passo que um governo eleito toma antes de esmagá-las para manter o monopólio da força?

Alguns exemplos:

China: 76.702.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
URSS: 61.911.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Alemanha: 20.946.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Camboja: 2.035.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Turquia: 1.883.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Polónia: 1.585.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;
Paquistão: 1.503.000 pessoas assassinadas nas mãos do governo;

Todas essas pessoas só tinham acesso limitado a armas de pequeno porte ou estavam completamente desarmadas em relação ao poder militar dos seus governos. Isto é muito importante. Estar armado só é útil se você pode igualar o poder de aquilo que representa uma ameaça.

Para aqueles que não estão familiarizados com a história do desarmamento, o assassinato pelo governo é chamado Democídio e todas as civilizações avançadas na história humana o têm experimentado.

No total, os governos mataram entre 262 e 350 milhões de pessoas em apenas o século  20. Se você acha que não pode acontecer de novo, dê uma olhada na história, o carrossel que se move continuamente, mas que todos ignoramos diariamente apesar de ser a melhor fonte de informação.

Quando se trata do direito de manter e portar armas, tenho que concordar com o juiz Andrew Napolitano: Não há tons de cinza. Você tem ou você não tem.

Não pode ser aplicado para permitir a possessão de uma arma de fogo, enquanto é proibido possuir um rifle semi-automático, especialmente se o direito constitucional foi escrito sem limitações. Os criadores da Declaração de Direitos dos Estados Unidos e documentos semelhantes em outras partes do mundo compreenderam que a sociedade evoluiria e que através desta evolução a liberdade das pessoas seria desafiada.

Não pode ser aplicado para caçar veados, enquanto é proibido para caçar tiranos. Na verdade, a caça de tiranos é o objetivo real por trás do direito constitucional de possuir armas de fogo. Não importa o quanto o governo diz que tem a ver com caçar coelhos.

Não pode ser aplicado para defender a nossa casa, enquanto é proibido para defender o nosso país. Em muitos estados dos EUA, uma casa é um castelo. Se um estranho entra em casa para roubar, ferir ou matar alguém, o proprietário tem o direito de matar o intruso, sem precisar perguntar qual é a sua intenção. Por que não podem as pessoas aplicar o mesmo critério para defender seu país contra ameaças internas e externas?

Uma questão ainda mais importante é, por que faria sentido roubar do cidadão que respeita as leis o seu direito de possuir e portar armas – progressivamente ou de uma vez – porque algumas pessoas são farmaceuticamente induzidas a agir violentamente? Não devem as autoridades agir para erradicar os produtos farmacêuticos que fazem as pessoas saudáveis ​​e não saudáveis ​​agir violentamente, em vez de tirar o nosso direito de nos defender?

Em relação ao direito de nos defender, o direito de possuir e portar armas não tem tons de cinza. Você tem ou você não tem. PONTO! Aqueles que não podem suportar que os seus vizinhos possuam armas de fogo para se defender contra qualquer ameaça, podem-se mudar para a Inglaterra, Coréia do Norte e México, onde a população está totalmente desarmada e à mercê de gangues terroristas e cartéis de drogas.

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El derecho a poseer y portar armas no tiene tonos grises

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | ENERO 20, 2013

La vida es un carrusel, una gran pantalla donde aparecen los eventos, donde pasan, y, debido a la naturaleza humana, se repiten a lo largo de la historia. Sólo se debe mirar atrás 25, 50, 100 años o un milenio – dependiendo de cuánto se quiere revisar – para saber que lo que está sucediendo hoy ya ha tenido lugar.

El caso en cuestión, los gobiernos desarman a los ciudadanos “por su propia seguridad”. ¿Por qué las poblaciones no se dan cuenta de que el desarme de las personas es el primer paso que toma un gobierno electo antes de aplastarlas con el fin de mantener el monopolio de la fuerza?

Cito algunos ejemplos:

China: asesinó 76.702.000 personas;
URSS: asesinó 61.911.000 personas;
Alemania: asesinó 20.946.000 personas;
Camboya: asesinó 2.035.000 personas;
Turquía: asesinó 1.883.000 personas;
Polonia: asesinó 1.585.000 personas;
Pakistán: asesinó 1.503.000 personas;

Todas estas poblaciones apenas tenían acceso limitado a armas de pequeño calibre o estaban desarmadas completamente respecto al poder militar de sus gobiernos. Este hecho es muy importante. Estar armado es sólo útil si se puede igualar el poder de aquello que presenta una amenaza.

Para aquellos de ustedes que no están familiarizados con la historia del desarme, el asesinato por parte del gobierno se llama democidio y todas las civilizaciones avanzadas en la historia humana han pasado por ello.

En total, los gobiernos han asesinado entre 262.000.000 y 350.000.000 en apenas el siglo 20. Si usted piensa que no puede volver a ocurrir, eche un vistazo a la historia, el carrusel que se mueve continuamente pero que todos ignoramos a diario a pesar de que es la mejor fuente de información.

Cuando se trata de la Segunda Enmienda; el derecho a poseer y portar armas, tengo que estar de acuerdo con el juez Andrew Napolitano: No hay tonos de gris. O lo tienes o no lo tienes.

No puede haber una Segunda Enmienda para poseer un arma de fuego, pero no para poseer un rifle semi-automático, sobre todo porque el derecho constitucional fue escrito sin limitaciones. Los creadores de la Declaración de Derechos de Estados Unidos y documentos similares en otras partes del mundo entendían que la sociedad evoluciona, y que a través de esa evolución la libertad del pueblo es desafiada.

No puede haber una Segunda Enmienda para cazar ciervos, pero no para cazar Tiranos. De hecho, cazar Tiranos es el objetivo real detrás de darle a la gente el derecho constitucional a poseer armas de fuego. No importa lo mucho que el gobierno diga que tiene que ver con la caza de conejos.

No puede haber una Segunda Enmienda a defender nuestra casa, pero no para defender nuestro país. En muchos estados de EE.UU., una casa es un castillo. Si un extraño entra en esa casa a robar, herir o matar a alguien, el propietario tiene el derecho de matar al intruso sin hacer preguntas. ¿Por qué no podría la gente aplicar el mismo criterio para defender su país de amenazas internas y externas?

Una pregunta aún más importante es, ¿por qué tendría sentido robarle a los ciudadanos respetuosos de la ley su derecho a poseer y portar armas – de manera progresiva o de una sola vez – porque algunas personas son farmacéuticamente inducidas a actuar de forma violenta? No deberían las autoridades estar más preocupadas por erradicar medicamentos que hacen que personas sanas e insanas actúen violentamente, en lugar de quitarnos el derecho a defendernos?

En lo que respecta al derecho a defenderse, el derecho a tener y portar armas no tiene tonos de gris. O lo tienes o no lo tienes. PUNTO! Aquellas personas que no pueden soportar que sus vecinos posean armas de fuego para defenderse de cualquier amenaza, pueden trasladarse a Inglaterra, Corea del Norte y México, donde la población está totalmente desarmada y a merced de bandas terroristas y carteles de la droga.

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