América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas e falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNHO 2012

Os números e os tipos de socialistas, fascistas e corporativistas eleitos na América Latina tem crescido exponencialmente ao longo das últimas duas décadas, e assim também as massas de pessoas bem-intencionadas que acreditam em suas mentiras sobre a justiça social, a bondade do governo e as vantagens das economias de serviços patrocinadas pelas corporações mais poderosas do mundo. Algumas dessas corporações, é claro, têm rendimentos mais elevados do que muitas nações na região e do mundo. Como se o aparecimento desses movimentos não bastasse, recentemente, os chefes de grupos corporativistas, socialistas, fascistas e falsos capitalistas, se uniram para formar alianças comerciais e políticas facilmente controladas, que eles dizem, vão trazer desenvolvimento real a seus países e seus povos.

A mais recente dessas alianças é formada por Chile, Peru, Colômbia e México, chamada Aliança do Pacífico. De acordo com os procuradores que atuam como os criadores — os presidentes dos quatro países — a Aliança é um esforço para unir e buscar a realização de objetivos comuns. Chile, México, Peru e Colômbia são um punhado de economias latino-americanas com menos danos na região. Na verdade, o Chile tornou-se uma história de sucesso na última década, tendo em conta a implementação de políticas que permitiram um crescimento decente com base no apetite do país pela poupança. No entanto, Peru, Colômbia e México são uma história diferente, o que levanta a questão, porque o Chile se juntaria a Estados que estão controlados abertamente por corporações globalistas?

México tem trabalhado por muitos anos sob os auspícios dos Estados Unidos, e asociou-se ao infame Acordo de Livre Comércio (NAFTA), que tem sido acusado de deliberadamente destruir a produção industrial dos EUA, porque promove a circulação de pessoas — imigrantes ilegais — do sul para o norte, enquanto financeiramente recompensa as empresas para que deixem o solo americano e realizem suas operações fora do território dos EUA para evitar pagar impostos. Peru é uma história diferente. Seu passado sempre foi sublinhado pela pobreza, a corrupção,  e o governo com mão de ferro. O último aspecto não mudou um pouco. O país passou de Alberto Fujimori ao atual líder Ollanta Humala, que chegou ao poder em 2011. Ele é reconhecido como um extremista anti-mercado.

Enquanto isso, a Colômbia é, talvez, o aliado mais incomum em um grupo que supostamente visa o desenvolvimento e o livre comércio. Colômbia, como o México tem sido um amigo próximo dos Estados Unidos na guerra fracassada contra as drogas, que tem sido um esforço insuficiente e mal gerenciado para conter o tráfico de drogas e a violência que deriva da existência de grupos armados e governos que controlam o fluxo das drogas. Na verdade, a chamada guerra contra as drogas é uma fachada para ocultar a transferência das mesmas drogas, seus mercados e bilhões de dólares em lucros, que são lavados a cada ano nos maiores bancos do mundo.

Grupos como a Aliança do Pacífico são apenas dissidência controlada. Na América Latina, a criação de blocos econômicos e políticos de “desenvolvimento” não é novedade. Antes da Aliança do Pacífico, as nações formaram UNASUL, ALBA, MERCOSUL, CARICOM, CELAC, a Comunidade Andina e muitos outros. Os resultados destas associações, em ambas as esferas políticas e econômicas têm sido basicamente os mesmos: nada.

Quando consultados, sobre o impacto do MERCOSUL sobre as compras de matérias-primas ou as vendas de produtos acabados, em privado os empresários dizem que o MERCOSUL é uma iniciativa de fachada que tem feito pouco ou nada para melhorar o comércio entre os seus membros. Na verdade, tanto o Brasil como a Argentina estão em uma guerra comercial que ameaça danificar os principais acordos comerciais entre parceiros comerciais dos dois países. A Argentina adotou uma política protecionista forte, enquanto o Brasil se recusa a permitir o fluxo de produtos argentinos para os seus importadores.

Os líderes de países como Bolívia, Venezuela e Equador têm falhado miseravelmente em trazer o desenvolvimento para seus povos. Eles chegaram ao poder prometendo uma vida melhor aos seus seguidores, mas tornaram-se tiranos com idéias socialistas. Apesar desse registro, os membros da Aliança do Pacífico parecem acreditar que um novo grupo de países apoiados pela China, vai trazer riqueza e melhores condições de vida do que outros ex-presidentes e líderes comunitários não tem fornecido. Todos os membros da Aliança tem a intenção de atrair mais ajuda da China a seus países, tentando imitar os esforços do Brasil para abrir a porta para o regime comunista. Suas declarações oficiais afirmam que buscam ampliar o comércio com a Ásia.

Com a incorporação da China na equação, a Aliança do Pacífico espera atrair outros parceiros na região, mas apenas aqueles que podem demonstrar o compromisso histórico com o livre comércio e o desenvolvimento econômico. Sob esta premissa, outras nações menores, como Costa Rica e Panamá estão tentando entrar na Aliança. Ironicamente, tanto Costa Rica quanto Panamá têm sido aliados dos EUA na guerra contra as drogas e a implementaram políticas que silenciosamente deterioram os direitos dos cidadãos.

Por exemplo, Costa Rica, permitiu a chegada de militares dos EUA no seu território sob o pretexto de que iria ajudar na ‘guerra contra as drogas’. Como se isso não foi uma violação da soberania do país, os EUA foi autorizado a estabelecer uma base naval na costa do Atlântico. Durante os primeiros anos da construção do Canal do Panamá, o país renunciou sua soberania aos americanos, que mais tarde deram a posse do canal para a China em 2000. Esta é uma das maiores preocupações que os críticos manifestaram sobre a nova integração. Alguns destes países têm sido associados com grupos comunistas, fascistas ou marxistas no passado, mas agora promoven-se como patrocinadores dos mercados livres, livre comércio e da justiça social.

O anúncio oficial da Aliança do Pacífico foi feita há poucos dias pelo presidente chileno, Sebastián Piñera, que tentou falar em poesia sobre o novo bloco. “Das alturas de Paranal, no deserto mais árido do mundo sob o mais claro dos céus, este acordo oficial da à luz a Aliança do Pacífico”, disse ele. “Não há nenhuma incompatibilidade ou exclusão de outros esquemas de integração. Nós não somos contra ninguém, mas em favor de ainda mais integração.” Enquanto isso, seu novo parceiro, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que “o potencial econômico da Aliança do Pacífico é importante.” Sua contra parte na Colômbia ecoou o mesmo tipo de visão sobre a nova parceria acrescentando que a Aliança do Pacífico é o “processo de integração mais importante da América Latina.”

Embora a existência de grupos de oposição à Aliança do Pacífico não foi citado como uma razão para formar este grupo, nos bastidores dos governos os lideres do Chile e da Colômbia têm demonstrado sua preocupação com o criação de sociedades secretas, como o Foro de São Paulo, uma organização de simpatizantes de Fidel Castro, Hugo Chávez e Luiz Inácio da Silva, um dos fundadores do grupo. Esses líderes também subscreven-se a ideologias que são compartilhados no Equador, Nicarágua e Argentina, embora os três últimos países nao expressaram seu compromisso publicamente. A falta de reconhecimento público, no entanto, não impediu que os cidadãos dos países que sofreram na pobreza, criminalidade, insegurança e governos abusivos e repressivos, que é o que seus líderes se comprometeram a erradicar originalmente. O Foro de São Paulo também está ligado a traficantes de drogas e grupos armados revolucionários marxistas, do tipo dos Sandinistas nicaragüenses, e os governos russo e chinês.

Os cenários listados acima são os que a Aliança asinala como perigosos e indesejáveis. A integração dos países comprometidos com desistir de sua independência, sem consultar os seus cidadãos, a fim de abrir a porta para ideólogos fascistas, socialistas ou comunistas, que, supostamente, tem as melhores intenções em mente foi o resultado comum de tentativas anteriores de criar grupos de política comercial e estratégia como a Aliança do Pacífico. Foi o que aconteceu na Europa, Ásia, América do Norte e, definitivamente, na América Latina. A maioria, se não todos os grupos criados em nome do desenvolvimento e progresso eram impostores se escondendo atrás de homens e mulheres carismáticos que pregavam o evangelho que as pessoas queriam ouvir.

Assim como os acordos militares têm servido aos interesses daqueles que traficam armas em troca de dinheiro ou drogas, os acordos comerciais deixaram os países membros mais pobres e mais dependentes dos poderosos interesses corporativos. A pergunta a fazer é por que os líderes políticos continuam a renunciar à soberania, a fim de supostamente promover o comércio, quando ambos — soberania e comercio — não são mutuamente exclusivos? Na verdade, o mundo nunca teve um ambiente mais estável, economicamente e financeiramente, que quando os países estabeleceram acordos comerciais bilaterais e multilaterais sem abrir mão da propriedade dos recursos e leis sem os que os tecnocratas não-eleitos controlam o destino de todos.

América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas y falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNIO 2012

Los números y tipos de Socialistas, Fascistas y Corporatistas electos en toda América Latina ha crecido exponencialmente en las últimas dos décadas, y con ello también las masas de personas bien intencionadas que creen en sus mentiras sobre la justicia social, la bondad de un gobierno grande y las ventajas de economías de servicios patrocinadas por las corporaciones más poderosas del planeta. Algunas de estas empresas, por cierto, tienen mayores ingresos que muchas naciones de esa región y el mundo. Como si la aparición de esos movimientos no fuera suficiente, últimamente, los jefes de grupos de Corporatistas, Socialistas, Fascistas y falsos capitalistas se han unido para formar alianzas comerciales y políticas más fácilmente controlables, que según dicen, traerán un verdadero desarrollo de sus países y sus gentes.

La más reciente de estas alianzas es la formado por Chile, Perú, Colombia y México, llamada la Alianza del Pacífico. De acuerdo con los testaferros que actúan como los creadores, — los presidentes de los cuatro países — la alianza es un esfuerzo por unir y buscar la realización de objetivos comunes. Chile, México, Perú y Colombia son un puñado de Estados de América Latina con las economías menos dañadas en la región. De hecho, Chile se ha convertido en una historia de éxito en la última década, teniendo en cuenta su aplicación de políticas que han permitido un crecimiento decente basado en el apetito del país por el ahorro. Sin embargo, Perú, Colombia y México son una historia diferente, lo que lleva a la pregunta, ¿por qué Chile se uniría estos Estados que abiertamente están controlados corporaciones globalistas?

México ha trabajado durante muchos años bajo los auspicios de los Estados Unidos, y se ha asociado al infame Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA), que ha sido acusado de premeditadamente destruir la producción industrial de los EE.UU., pues promueve la libre circulación de personas — ilegal extranjeros — del sur hacia el norte, mientras que recompensa económicamente a las empresas que mudan sus operaciones fuera de territorio estadounidense para evitar el pago de impuestos. Perú es una historia diferente. Su pasado siempre ha sido destacado por la pobreza, la corrupción gubernamental, y el gobierno de puño de hierro. Este último aspecto no ha cambiado un poco. El país pasó de Alberto Fujimori, al actual líder peruano Ollanta Humala, quien llegó al poder en 2011. Se le reconoce como un extremista anti-mercado.

Mientras tanto, Colombia es quizás el más extraño aliado en un grupo que supuestamente busca el desarrollo y el libre comercio. Colombia, al igual que México ha sido un amigo cercano de los Estados Unidos en la fracasada guerra contra las drogas, lo que ha demostrado ser un esfuerzo insuficiente y mal gestionado para frenar el comercio de drogas y la violencia que se deriva de la existencia de grupos armados y los gobiernos que controlan el flujo de estupefacientes. En realidad, la llamada guerra contra el narcotráfico es una fachada para ocultar la el mismo trasiego de las drogas, sus mercados y los miles de millones de dólares en ganancias que se lavan todos los años en los bancos más grandes del planeta.

Grupos como la Alianza del Pacífico no son más que disidencia controlada, fácilmente manejable por sus patrocinadores. En América Latina, la creación de bloques económicos o políticos de “desarrollo” no es nueva. Antes de la Alianza del Pacífico, las naciones formaron UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CARICOM, CELAC, la Comunidad Andina y muchos otros. Los resultados de estas asociaciones, tanto en el ámbito político y económico han sido en gran parte los mismos: Nada.

Cuando se pregunta a los empresarios sobre el impacto del MERCOSUR en sus compras de materias primas o las ventas de productos terminados, en privado dicen que el MERCOSUR es una iniciativa de escaparatismo que ha hecho poco o nada para mejorar el comercio entre sus miembros. De hecho, en estos momentos, tanto Brasil como Argentina están en una guerra comercial que amenaza con reducir los importantes acuerdos comerciales entre los socios comerciales de ambos países. Argentina adoptó una fuerte política proteccionista, mientras que Brasil se niega a permitir el flujo de bienes argentinos a sus importadores.

Los líderes de países como Bolivia, Venezuela y Ecuador han fracasado miserablemente en llevar el desarrollo a su pueblo. Ellos llegaron al poder prometiendo mejores condiciones de vida a sus seguidores, pero en lugar se convirtieron en tiranos con ideas socialistas. A pesar de este registro, los miembros de la Alianza del Pacífico parecen creer que un nuevo grupo de países apoyados por China, traerá riqueza y mejores condiciones de vida que los ex presidentes y líderes comunitarios no habían facilitado. Todos los miembros de la Alianza tienen la intención de atraer más ayuda China a sus países, tratando de emular los esfuerzos de Brasil para abrir la puerta al régimen comunista. Sus declaraciones oficiales afirman que buscan expandir el comercio con Asia.

Con la incorporación de China en la ecuación, la Alianza del Pacífico aspira a atraer a otros socios comerciales de la región, pero sólo aquellos que pueden demostrar compromiso histórico con el libre comercio y el desarrollo económico. Bajo esta premisa, otras naciones más pequeñas como Costa Rica y Panamá están tratando de subirse al carro. Irónicamente, tanto Costa Rica como en Panamá han sido aliados de Estados Unidos en la guerra contra las drogas y han implementado políticas encaminadas a deteriorar lentamente y en silencio  los derechos de los ciudadanos.

Por ejemplo, Costa Rica, permitió la llegada de los militares estadounidenses a su territorio bajo la excusa de que ayudaría en la ‘lucha contra las drogas’. Como si eso no fuera una violación a la soberanía del país, los EE.UU. se ha permitido establecer una base naval en la costa atlántica. Durante los primeros años de la construcción del Canal de Panamá, este país entregó su soberanía, básicamente, a los estadounidenses, que más tarde cedieron la posesión del Canal a China en 2000. Esta es una de las mayores preocupaciones que los críticos han expresado acerca de la nueva integración. Algunos de estos países se han asociado con grupos comunistas, fascistas o marxistas en el pasado, pero ahora se promueven a sí mismos como patrocinadores de los mercados libres, libre comercio y la justicia social.

El anuncio oficial de la Alianza del Pacífico se hizo hace unos días por el chileno presidente chileno Sebastián Piñera, que intentó hablar en poesía sobre el nuevo bloque. “Desde las alturas de Paranal, en el desierto más árido del mundo y bajo el más claro de los cielos, hemos firmado un pacto oficial para dar a luz a la Alianza del Pacífico”, dijo. “No hay incompatibilidades o la exclusión de otros esquemas de integración. No estamos en contra de nadie sino a favor de una integración aún mayor “. Mientras tanto, su nuevo socio, el presidente mexicano Felipe Calderón dijo que “el potencial económico de la Alianza del Pacífico es importante”. Su homólogo de Colombia hizo eco de la misma clase de perspectivas en la nueva asociación añadiendo que la Alianza del Pacífico es el “proceso de integración más importante de América Latina”.

A pesar de que la existencia de grupos que se oponen por completo a la Alianza del Pacífico no fue citada como una razón para formar este grupo, detrás de las escenas de los gobiernos como el chileno y el colombiano sus gobernantes han mostrado su preocupación por la creación de asociaciones secretas como el Foro de São Paulo, una organización compuesta por los seguidores de Fidel Castro, Hugo Chávez y Luiz Inácio Da Silva, uno de los fundadores del grupo. Estos líderes también se suscriben a las ideologías que comparten Ecuador, Nicaragua y Argentina, aunque estos últimos tres países no expresan públicamente su adhesión. La falta de reconocimiento público sin embargo, no ha impedido que los ciudadanos de los países que sufren en la pobreza, la delincuencia, la inseguridad y los gobiernos abusivos y represivos, que es lo que sus líderes se comprometió a erradicar originalmente. El Foro de São Paulo también está vinculado a los narcotraficantes y la grupos armados revolucionarios marxistas, del tipo de los sandinistas nicaragüenses, y los gobiernos Ruso y Chino.

Los escenarios arriba mencionados son los que la Alianza advierte como peligrosos e indeseables. La integración de los países que se comprometan a renunciar a su independencia, sin consultar previamente a sus ciudadanos con el fin de abrir la puerta a los ideólogos fascistas, socialistas o comunistas, que supuestamente tienen las mejores intenciones en mente ha sido el resultado común de los intentos anteriores de crear grupos de estratégica comercial y política como la Alianza del Pacífico. Sucedió en Europa, Asia, América del Norte y, definitivamente, en América Latina. La mayoría, si no todos los grupos creados en el nombre del desarrollo y el progreso eran impostores escondidos detrás de hombres y mujeres carismáticos que predicaban el evangelio que la gente quería escuchar.

Mientras que los acuerdos militares han servido a los intereses de los que trafican armas a cambio de dinero o drogas, los acuerdos comerciales han dejado a las naciones miembros todavía más pobres y más dependientes de los poderosos intereses corporativos. La pregunta que debemos hacernos es ¿por qué los líderes políticos siguen cediendo soberanía a fin de supuestamente fomentar el comercio cuando ambos — soberanía y comercio — no son mutuamente excluyentes? De hecho, el mundo nunca fue un lugar más estable, económica y financieramente, que cuando los países negociaban en formas bilaterales y multilaterales, sin renunciar a la propiedad de los recursos y las leyes a los tecnócratas no elegidos que están ahora en control total del destino de todos.

Latin America Infiltrated by Statists, Socialists and Fake Free Marketeers

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JUNE 13, 2012

The numbers and types of Statist, Socialist and Corporate Capitalists in power around Latin America have grown exponentially in the last two decades, and with them so have the masses of well-meaning people who believe their lies about social justice, the goodness of big government and the advantages of service economies sponsored by the most powerful corporations in the planet. Some of these corporations, by the way, have bigger revenues than many nations from that region and the world. As if the emergence of those movements was not bad enough, lately, the heads of socialist, statist and false free market groups have united to form more easily controllable commercial and political alliances, which they say, will bring real development to their countries and their people.

The most recent of those alliances is the one formed by Chile, Peru, Colombia and Mexico, called the Pacific Alliance. According to the front men who act as the creators, — the presidents of the four countries — the alliance is an effort to unite and to seek the realization of common goals. Chile, Mexico, Peru and Colombia are a handful of Latin American states with the least damaged economies in the region. In fact, Chile has become a story of success in the last decade or so, given its application of policies which have allowed for decent growth based on the country’s appetite for saving. However, Peru, Colombia and Mexico are a different story, which begs the question, why would Chile go into business with well-known corporate controlled failed states?

Mexico has for many years worked under the auspices of the United States, partnering on the infamous North America Free Trade Agreement (NAFTA), which has been charged with eliminating the industrial production of the US by design, permitting the free movement of people — illegal aliens — from the south to the north, while rewarding companies that move their operations outside American soil and avoiding corporate taxes, among others. Peru is a different story. Its past has always been highlighted by poverty, government corruption, and statist rule. This last aspect has not changed a bit. The country went from Alberto Fujimori to the current Peruvian leader Ollanta Humala, who rose to power in 2011. He is recognized as a anti-market extremist.

Meanwhile, Colombia is perhaps the strangest ally in a group that supposedly seeks development and free trade. Colombia, just as Mexico has been a close friend of the United States in the failed war on drugs, which has proven an insufficient and poorly managed effort to curb drug trade and the violence that stems from the existence of armed groups and governments controlling the flow of narcotics. In reality, the so-called war on drug trade is a facade to hide the worldwide campaign for the control of illegal drugs, their markets and the billions of dollars in profits that are laundered  every year by the largest banks on the face of the planet.

Groups such as the Pacific Alliance are not more than controlled dissidence, easily manageable by their sponsors. In Latin America, the creation of economic or political blocs to “further development” is not new. Before the Pacific Alliance, nations formed UNASUR, ALBA, MERCOSUR, Caricom, CELAC, the Andean Community and many others. The results of these unions both in the political and economic realms have been largely the same: Nothing.

When asked about the impact of MERCOSUR in their purchases of raw materials or sales of finished products, companies in Latin America privately say that the MERCOSUR is just a window dressing initiative that has done little or nothing to improve commerce among its members. In fact, as we speak, both Brazil and Argentina are engaged in a trade war that threatens to bring down important business deals between commercial partners in both countries. Argentina adopted a strong protectionist policy while Brazil refuses to allow the flow of Argentinian goods to its importers.

The leaders of countries like Bolivia, Venezuela and Ecuador have failed miserably to bring development to their people. They arrived to power promising better living conditions to supporters to only turn into tyrants with socialist leaning ideas. Despite this record, the members of the Pacific Alliance seem to believe that a new group of countries supported by China, will bring about the riches and improved living conditions that past presidents and community leaders failed to provide. All members of the Alliance intend to attract even more Chinese aid to their countries, trying to emulate Brazil’s efforts to open the door to the communist regime. Their official statements allege that they seek to expand trade with Asia.

By bringing China into the equation, the Pacific Alliance seeks to attract other business partners from the region, but only those who can show historical compromise with free trade and economic development. Under this premise, other smaller nations such as Costa Rica and Panama are attempting to jump on the bandwagon. Ironically, both Costa Rica and Panama have been American allies in the war on drugs and have implemented policies designed to slowly and quietly crack down on citizens’ rights.

For example, Costa Rica permitted the arrival of US military men into its territory under the excuse that it would help fight the war on drugs. As if that wasn’t enough of a violation to the country’s sovereignty, the US has now been allowed to set up a naval base in the Atlantic coast. During the early years of the construction of the Panama Canal, this country basically surrendered its sovereignty to the Americans, who later yielded possession of the Canal to China in 2000. This is one of the biggest concerns that critics have expressed about the newest integration. Some of these nations have associated with communist, statist or marxist groups in the past, but now fashion themselves as sponsors of free markets, free trade and social justice.

The official announcement of the Pacific Alliance was made just days ago by Chilean president Sebastián Piñera, who got all poetic about the new bloc. “From the heights of Paranal, in the most arid desert in the world and under the clearest of skies, we have signed a pact officially giving birth to the Pacific Alliance,” he said. “There are no incompatibilities or exclusion vis-a-vis other integration efforts. We are against nobody but rather in favor of even greater integration.” Meanwhile, his new partner, Mexican president Felipe Calderon said that “The Pacific Alliance’s economic potential is significant.” His counterpart from Colombia echoed the same kind of prospects for the new association by adding that the Pacific Alliance is the “most important integration process in Latin America.”

Although the existence of completely opposing groups was not cited as a reason to form the Pacific Alliance, behind the scenes governments like the Chilean and the Colombian have shown their concern about the creation of secretive partnerships like the São Paulo Forum, an organization composed by followers of Fidel Castro, Hugo Chavez and Luiz Inacio Da Silva, one of the founders of the group. These leaders subscribe to ideologies also shared by Ecuador, Nicaragua, and Argentina, although these last three nations do not express their adherence publicly. The lack of public recognition however, hasn’t prevented the citizenry of those countries from suffering from poverty, crime, insecurity and abusive, repressive governments, which are exactly what their leaders promised to eradicate. The São Paulo Forum is also linked to narco-traffickers and armed Marxist revolutionaries, of the likes of the Nicaraguan Sandinistas as well as the Russian and the Chinese governments.

The above mentioned scenarios are the ones critics of these alliances often warn against. The integration of countries that agree to surrender their independence without previously consulting their citizens in order to open the door to fascist, socialist or communist ideologues, who supposedly have the best of intentions in mind has been the common result of previous attempts to create strategic commercial and political groups. It happened in Europe, Asia, North America and definitely in Latin America. Most if not all of the unions assembled in the name of development and progress were just shams hidden behind charismatic men and women who preached the gospel that the people wanted to hear.

While military agreements have served the interests of those who traffic arms in exchange for cash or drugs, commercial accords rendered many nations poorer and more dependent on powerful corporate interests. The question that must be asked is why do political leaders continue to surrender sovereignty in order to have trade when they are not mutually exclusive? In fact, the world was never a more stable place, economically and financially, than when countries traded in a bilateral and multilateral ways, without surrendering the ownership of their resources and laws to unelected technocrats who are now in total control of everyone’s destiny.

Latin American Countries want Cuba free of Sanctions

By ANDREW CAWTHORNE | REUTERS | APRIL 16, 2012

Unprecedented Latin American opposition to U.S. sanctions on Cuba left President Barack Obama isolated at a summit on Sunday and illustrated Washington’s declining influence in a region being aggressively courted by China.

Unlike the rock-star status he enjoyed at the 2009 Summit of the Americas after taking office, Obama has had a bruising time at the two-day meeting in Colombia of some 30 heads of state.

Sixteen U.S. security personnel were caught in an embarrassing prostitution scandal before Obama arrived, Brazil and others have bashed Obama over U.S. monetary policy and he has been on the defensive over Cuba and calls to legalize drugs.

Due to the hostile U.S. and Canadian line on communist-run Cuba, the heads of state failed to produce a final declaration as the summit fizzled out on Sunday afternoon.

“There was no declaration because there was no consensus,” said Colombian President Juan Manuel Santos. He bristled at suggestions the summit had been a failure, however, saying the exchange of different views was a sign of democratic health.

For the first time, conservative-led U.S. allies like Mexico and Colombia are throwing their weight behind the traditional demand of leftist governments that Cuba be invited to the next Summit of the Americas.

Cuba was kicked out of the Organization of American States (OAS) a few years after Fidel Castro’s 1959 revolution and has been kept out of its summits due mainly to U.S. opposition.

But Latin American leaders are increasingly militant in opposing both Cuba’s exclusion and the 50-year-old U.S. trade embargo on the Caribbean island.

“The isolation, the embargo, the indifference, looking the other way, have been ineffective,” Santos said. “I hope Cuba is at the next summit in three years.”

Santos, a major U.S. ally in the region who has relied on Washington for financial and military help to fight guerrillas and drug traffickers, has become vocal about Cuba’s inclusion even though he also advocates for democratic reform by Havana.

CLINTON PARTIES IN “CAFE HAVANA”

In an ironic twist to the debate, U.S. Secretary of State Hillary Clinton went dancing in the early hours of Sunday at a Cartagena bar called Cafe Havana, where Cuban music is played.

Argentine President Cristina Fernandez, who has insisted without success that Washington recognize its claim to the Falkland Islands controlled by Britain, was one of several presidents who left the summit well before its official closure.

She missed a verbal gaffe by Obama, who referred to the “Maldives” instead of the “Malvinas” when using the name Latin Americans give to the disputed islands.

The leftist ALBA bloc of nations – including Venezuela, Ecuador, Bolivia, Nicaragua and some Caribbean nations – said they will not attend future summits without Cuba’s presence.

“It’s not a favor anyone would be doing to Cuba. It’s a right they’ve had taken away from them,” Nicaraguan President Daniel Ortega said from Managua.

Although there were widespread hopes for a rapprochement with Cuba under Obama when he took office, Washington has done little beyond ease some travel restrictions. It insists Cuba must first make changes, including the release of political prisoners.

Obama told a news conference after the summit he was “puzzled” that nations that had themselves emerged from authoritarian rule would overlook that in Cuba.

“I and the American people will welcome a time when the Cuban people have the freedom to live their lives, choose their leaders and fully participate in this global economy and international institutions. We haven’t gotten there yet,” he said.

Obama urged Cuba to look at political and economic transformations in Colombia, Brazil and Chile for inspiration.

PROSTITUTION SCANDAL

The prostitution saga was a big embarrassment for Obama and a blow to the prestige of his Secret Service, the agency that provides security for U.S. presidents. It was the talk of the town in the historic Caribbean coastal city of Cartagena.

Eleven Secret Service agents were sent home and five military servicemen grounded after trying to take prostitutes back to their hotel the day before Obama arrived.

Obama said in general his security personnel did an extraordinary job under stressful circumstances but he would be annoyed if the allegations were proven by an investigation.

“We represent the people of the United States and when we travel to another country I expect them to observe the highest standards,” Obama said of the reports. “If it turns out that some of the allegations that have been made in the press are confirmed, then of course I will be angry.”

A local policeman told Reuters the affair came to a head when hotel staff tried to register a prostitute at the front desk but agents refused and waved their ID cards.

Locals were unimpressed and upset at the negative headlines.

“Someone who’s charged with looking after the security of the most important president in the world cannot commit the mistake of getting mixed up with a prostitute,” said Cartagena tourist guide Rodolfo Galvis, 60.

“This has damaged the image of the Secret Service, not Colombia.”

The divisive end to the summit added to strain on the U.S.-dominated system of hemispheric diplomacy that was built around the OAS but is struggling to adapt to changes in the region.

“I’m not sure the next summit will even be possible,” said Carlos Gaviria, a Colombian politician and former presidential candidate.

Perceived U.S. neglect of Latin America has allowed China to move strongly into the region and become the leading trade partner of Brazil and various other nations.

Regional economic powerhouse Brazil has led criticism at the summit of U.S. and other rich nations’ expansionist monetary policy that is sending a flood of funds into developing nations, forcing up local currencies and hurting competitiveness.

Brazilian President Dilma Rousseff called it a “monetary tsunami” that Latin American nations had the right to defend themselves from.

Cheering the mood a bit, U.S. Trade Representative Ron Kirk announced that a U.S.-Colombia free trade agreement will come into force in the middle of May.

With a presidential election looming, Obama had portrayed his visit to the summit as a way to generate jobs at home by boosting trade with Latin America.

D.E.A Commandos Attack Cartels that Cut Into Its Profits

Charlie Savage
New York Times
October 8, 2011

Late on a moonless night last March, a plane smuggling nearly half a ton of cocaine touched down at a remote airstrip in Honduras. A heavily armed ground crew was waiting for it — as were Honduran security forces. After a 20-minute firefight, a Honduran officer was wounded and two drug traffickers lay dead.

Several news outlets briefly reported the episode, mentioning that a Honduran official said the United States Drug Enforcement Administration had provided support. But none of the reports included a striking detail: that support consisted of an elite detachment of military-trained D.E.A. special agents who joined in the shootout, according to a person familiar with the episode.

The D.E.A. now has five commando-style squads it has been quietly deploying for the past several years to Western Hemisphere nations — including Haiti, Honduras, the Dominican Republic, Guatemala and Belize — that are battling drug cartels, according to documents and interviews with law enforcement officials.

The program — called FAST, for Foreign-deployed Advisory Support Team — was created during the George W. Bush administration to investigate Taliban-linked drug traffickers in Afghanistan. Beginning in 2008 and continuing under President Obama, it has expanded far beyond the war zone.

“You have got to have special skills and equipment to be able to operate effectively and safely in environments like this,” said Michael A. Braun, a former head of operations for the drug agency who helped design the program. “The D.E.A. is working shoulder-to-shoulder in harm’s way with host-nation counterparts.”

The evolution of the program into a global enforcement arm reflects the United States’ growing reach in combating drug cartels and how policy makers increasingly are blurring the line between law enforcement and military activities, fusing elements of the “war on drugs” with the “war on terrorism.”

Bruce Bagley, a University of Miami professor who specializes in Latin America and counternarcotics, said the commando program carries potential benefits: the American teams could help arrest kingpins, seize stockpiles, disrupt smuggling routes and professionalize security forces in small countries through which traffickers pass drugs headed to the United States.

But there are also potential dangers.

“It could lead to a nationalist backlash in the countries involved,” he said. “If an American is killed, the administration and the D.E.A. could get mired in Congressional oversight hearings. Taking out kingpins could fragment the organization and lead to more violence. And it won’t permanently stop trafficking unless a country also has capable institutions, which often don’t exist in Central America.”

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