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Rio+20 discute Impor Limites planetários à Humanidade

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 19 JUNHO 2012

A conferência globalista Rio+20 começou, e os temas a serem discutidos durante o encontro serão de grande importância para todos nós, não porque as pessoas no foro querem realmente resolver os problemas que ameaçam a humanidade como um todo, mas porque os patrocinadores do movimento estão planejando a implementação de uma política ambiental que vai impor uma tirania global, como fizeram os nazistas, mesmo antes de Hitler chegar ao poder. Isso não significa que o mundo não está sob ameaça de sérios problemas ambientais, mas nenhum desses problemas serão discutidos ou resolvidos no Rio de Janeiro esta semana.

O encontro Rio+20 é um retorno às origens de uma série de reuniões organizadas pelas Nações Unidas e as corporações que a controlam (Shell, Coca Cola, Nestlé, Basf, etc.) Como já relatado uma e outra vez, nem as empresas nem a ONU tem os melhores interesses da humanidade em mente. Na verdade, os maiores problemas que enfrentamos hoje os seres humanos, incluindo as catástrofes ambientais são decorrentes da ganância corporatista e da incapacidade do governo de reduzir seu apetite por recursos naturais e políticas despovoamento.

Em todas as ocasiões anteriores, as reuniões políticas realizadas nos fóruns de ação para implementar políticas para o meio ambiente tem sido abalada por fraudes escândalosos, e negociações secretas de última hora que foram descobertas e expostas ao público. É por isso que a pseudociência fraudulenta por trás do aquecimento global antropogênico falhou, e seus patrocinadores tiveram que mudar seu nome para a “mudança climática”. Mas a fraude foi exposta como uma idéia reciclado das décadas de 70 e 80, quando Maurice Strong e outros globalistas inventaram a falsa ameaça do “resfriamento global”.

Depois veio o escândalo conhecido como “Climategate“. Toneladas de e-mails e documentos da Universidade de East Anglia foram tornados públicos, e, assim, cientistas, pesquisadores e jornalistas que eram céticos sobre a fraude da ‘mudança climática’ que é somente iniciativa neofeudalista. O escândalo ‘Climategate’ terminou com o roubo que teria significado um esquema generalizado de emissões de carbono, o que poderia ser a fonte de renda para os globalistas como Al Gore, que investiu pesadamente negócios de créditos de carbono.

Os e-mails de “Climategate” revelaram como um grupo de cientistas conspiraram para manipular dados, a supressão de evidências que desacreditava a teoria do aquecimento antropogênico e como eles tentaram suprimir todos os sinais de dissidência que surgiram na comunidade científica. A sensação de que a dissidência devia ser suprimida mais tarde resultou em um maior número de estudiosos que manifestaram a intenção de esmagar os céticos do clima que não acreditaram o conto de fadas do aquecimento global causado pelo homem. Uma investigação realizada pela Universidade de East Anglia, a fonte de fraude, concluiu, porém, que não tinha havido conluio, supressão de dados ou a intenção de atacar dissidentes.

Nas últimas duas reuniões patrocinadas pela ONU, o público aprendeu mais sobre as mentiras e desinformação utilizadas para atingir os seus objetivos de manter a maioria da humanidade em um estado de subdesenvolvimento. O “texto dinamarquês” foi descoberto e, portanto, mais detalhes sobre como a ONU queria oprimir Estados-nação mandando que sejam membros permanentes do grupo que apoia a redução das emissões de carbono e iniciativas de industrialização que levariam o mundo a uma era pós-industrial dominada pela pobreza em todo o mundo em nome de salvar o planeta. Este documento também dava mais poder para as corporações que controlam as nações ricas. Como se a descoberta do “texto dinamarquês” não bastasse, o público descobriu mais tarde o escândalo em torno de um dos líderes da “mudança climática apocalíptica.” Dr. Rajendra Pachauri, um dos padrinhos da agenda ambiental globalista, foi exposto por apoiar um estudo científico sem fundamento sobre o derretimento das camadas de gelo no Himalaia.

Embora mais tarde Pachauri retirou o apoio para o estudo, ele pensou que era uma boa idéia contratar o homem por trás do relatório do IPCC, que tinha escrito sobre o falso derretimento do Himalaia. Apesar de todas as suas falhas para fazer as pessoas acreditar que um sistema de gestão global sob o poder da ONU e de seus patrocinadores é a solução para todos os problemas, os globalistas estão de volta. A reunião Rio+20 serve para discutir uma nova ‘advertência’ em seus esforços para reduzir o desenvolvimento para todos os povos do mundo que ainda não desfrutam dele. O novo ponto que está sendo relatado e que vem diretamente da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica é a imposição de limites planetários à actividade humana, a fim de reduzir o impacto que esta atividade tem no planeta Terra. Tudo isso soa muito bem no papel, mas o que não está certo é o que significa a iniciativa: uma agenda anti-humana.

Vamos ver o que duas das mais reveladoras partes do documento da ONU querem conseguir.

Seção 11 afirma que há muitas pessoas no mundo vivendo com um estilo de vida muito boa. Isso é uma mentira, porque a maioria das pessoas no mundo pertencem às classes média e baixa. No entanto, o documento oferece duas opções para lidar com a suposta explosão populacional. Primeiro, diz que maioria dos seres humanos devem viver como “camponeses” e que a população mundial deve ser reduzida imediatamente para cerca de 5 a 7 milhões de pessoas. Em segundo lugar, diz-se que o planeta deve continuar a desfrutar de altos padrões de desenvolvimento, mas que “uma estimativa razoável de uma sociedade industrializada deve ser parecida ao visto na América do Norte, mas com somente 1 bilhão de pessoas.” Este é o mesmo tipo de discurso, muitas vezes proposta pelos defensores das Nações Unidas como Ted Turner e Bill Gates, que através de suas fundações isentas de impostos executam programas de despovoamento patrocinadas na África, Ásia e América Latina com o objetivo de reduzir a população usando vacinas, produtos farmacêuticos, organismos geneticamente modificados nos alimentos, guerras, e escassez artificial de alimentos não contaminados. Segundo seus planos a população global seria de apenas 14 % do que é hoje.

Seção 12 está relacionada com uma questão muito sensível para milhões de pessoas: religião. O documento condena o cristianismo e diz que a “visão de mundo ocidental” nega os atributos sagrados da natureza que estavam firmemente estabelecidos com tradições religiosas judaico-cristã-islâmica. As Nações Unidas apoiam o ponto de vista que diz que os seres humanos devem ser vistos como parte de um tipo diferente de comunidade, que inclui plantas e animais. Em outras palavras, a ONU quer que a vida humana tenha o mesmo valor que um animal ou vegetal. Sob esta premissa, salvar uma vida humana, por exemplo, é menos ou igualmente importante do que salvar uma árvore ou um pássaro. Esta política também tem uma iniciativa lançada nas Nações Unidas que pretende que os seres humanos sejam iguais a plantas e animais de modo que o direito inerente à vida, dado a todos pelo criador, seja rotulado como obsoleto.

Um artigo recente na revista Scientific American fala sobre um estudo que começou em 2009, que visa analisar o conceito de fronteiras planetárias. Essa é a criação de limites à atividade humana, a fim de “salvar o planeta.” A necessidade de tais limites, dizem seus defensores, decorre da ameaça  representada pelas emissões humanas de CO2, os aumento nos níveis do mar, alterações climáticas induzidas pelos humanos e assim por diante. Todas essas supostas ameaças têm sido amplamente desacreditadas por cientistas céticos, mas a imposição de tais limites estão profundamente enraizados na Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, o que significa que impor limites sobre o desenvolvimento continua a ser uma peça central na luta liderada pela ONU contra a humanidade. O estudo não leva em conta os problemas ambientais reais, como os chemtrails, organismos geneticamente modificados, a ameaça da energia nuclear (Fukushima), as guerras, o uso de pesticidas e muitos outros.

Quanto à natureza realista da imposição de limites planetários, o estudo foi avaliado pelo Instituto Breakthrough que estudou a idéia de impor limites para o que os seres humanos podem fazer e o impacto que tais limites podem ter sobre a civilização planetária. A conclusão é que tais limites não são  uma solução viável para resolver qualquer problema ambiental. “O quadro dos limites do planeta não é um guia útil para a política ou a gestão do ambiente em um sentido concreto, porque não captura os desafios envolvidos na maioria dos problemas ambientais que lista”, disse o geógrafo Linus Blomqvist. Na verdade, o Instituto diz que a imposição de limites planetários é uma forma enganosa para enfrentar os desafios ambientais globais. Leia a análise no site do Instituto Breakthrough.

De acordo com Blomqvist, o estabelecimento de limites planetários tal como proposto no estudo ou a transgressão dos limites teria um impacto pouco significativo sobre a sobrevivência do planeta. Mas Blomqvist descreveu o que os seres humanos devem fazer para garantir a sua existência em um planeta sustentável. “As limitações reais para a sustentabilidade são a nossa capacidade de produzir alimentos suficientes para manter a população saudável, um clima bom e assim por diante”, disse Blomqvist. É exatamente isso que as políticas da ONU querem evitar. Sob os auspícios da ONU e os seus limites para a atividade humana, mais terra permanece intocada, e fica para o uso dos animais e plantas e menos terra é utilizada para a produção sustentável de alimentos.

Apesar do caráter fantasioso apresentado pelos limites planetários e como este regime não resolve os verdadeiros problemas ambientais, a criação oficial desses limites será discutido na reunião Rio+20 das Nações Unidas. Extra-oficialmente, muitos países têm dado o controle das Nações Unidas sobre grandes áreas de terras e águas territoriais, nomeando estas áreas de Parques Nacionais, Áreas de Biodiversidade e Áreas Protegidas. Muitos dos recursos mais valiosos da humanidade estão agora sob controle da ONU, que, gradualmente e sem problemas aumenta o controle sobre esses recursos.

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Río+20 discute imponer límites planetarios a la Humanidad

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 19 JUNIO 2012

La conferencia globalista Río+20 comenzó, y los temas que se discutirán durante la reunión serán de gran importancia para todos nosotros, no porque sus asistentes quieren realmente resolver los problemas que amenazan a la humanidad como un todo, sino porque los patrocinadores del movimiento están planeando conjurar y aplicar una política ambiental que impondrá una verdadera tiranía global; al igual que hicieron los nazis, incluso antes de que Hitler llegara al poder. Esto no quiere decir que el mundo no está bajo la amenaza de serios problemas ambientales, pero ninguno de esos problemas será discutido o resulto en Río de Janeiro esta semana.

El Río+20 es el regreso a los orígenes de una serie de reuniones organizadas por las Naciones Unidas y las corporaciones que le apoyan (Shell, Coca Cola, Nestlé, Basf, entre otros). Como hemos informado una y otra vez, ni las empresas ni la ONU tienen los mejores intereses de la humanidad en mente. De hecho, los mayores problemas que enfrentamos hoy en día los seres humanos, incluidas las catástrofes ambientales se derivan de la avaricia corporativa y la incapacidad del gobierno para frenar su apetito por los recursos naturales y las políticas de despoblación humana.

En todas las ocasiones anteriores, las reuniones políticas celebradas en los foros de acción para implementar políticas a favor del medio ambiente se han visto sacudidas por el escándalo, fraude y negociaciones secretas de último minuto, que fueron descubiertas y expuestas al público. Por eso es que la fraudulenta pseudociencia detrás del calentamiento global antropogénico falló, y sus patrocinadores tuvieron que cambiar su discurso a “cambio climático”. Pero ese fraude fue expuesto también como una idea reciclada de los años 70 y 80, cuando Maurice Strong y otros funcionarios globalistas advirtieron sobre la falsa amenaza del “enfriamiento global”.

Luego vino el escándalo conocido como ‘Climategate‘. Toneladas de e-mails y documentos de la Universidad de East Anglia se hicieron públicos, y con ello científicos, investigadores y periodistas que eran escépticos sobre el fraude del ‘cambio climático’ desvelaron la falsa agenda ambientalista como una iniciativa neofeudalista. El escándalo ‘Climategate’ puso fin al robo que habría significado un esquema generalizado de emisiones de carbono, que no pudo ser la fuente de ingresos para la globalistas como Al Gore, quien ha invertido fuertemente en el comercio de créditos de carbono.

Los emails de ‘Climategate’ revelaron cómo un grupo de llamados científicos confabularon para llevaron a cabo la manipulación de datos, la supresión de evidencia que desacreditaba la teoría del calentamiento antropogénico y como ellos trataron de reprimir todos los signos de la disidencia que viniera de por cualquier persona en la comunidad científica. El sentimiento de que la disidencia tenía que ser oprimida se tradujo más adelante en un numero mayor de estudiosos que expresaron su intención de aplastar a los escépticos del clima que se comieron el cuento de hadas del calentamiento global causado por el hombre. Una investigación llevada a cabo por la Universidad de East Anglia, el origen del fraude, concluyó sin embargo, que no había habido colusión, supresión de la evidencia o la intención de atacar a los disidentes.

En las últimas dos reuniones auspiciadas por la ONU, el público aprendió más acerca de las mentiras y la desinformación de los controladores utilizadas para lograr sus objetivos de mantener a la mayor parte de la humanidad en un estado de subdesarrollo. El “texto danés” fue descubierto y con ello más detalles de cómo las Naciones Unidas quería encadenar los Estados-nación al ordenar membresía permanente en su reducción de emisiones de carbono y las iniciativas de desindustrialización que conducirían al mundo a una era post-industrial dominada por la pobreza en todo el mundo en nombre de salvar el planeta. Este documento también entregaba más poder a las corporaciones que controlan a las naciones ricas. Como si el descubrimiento del “texto danés ‘no fuera suficiente, el público descubrió más tarde el escándalo que rodeaba a uno de los líderes del “cambio climático apocalíptico”. El Dr. Rajendra Pachauri, uno de los padrinos de la agenda globalista del medio ambiente, fue denunciado por apoyar un supuesto estudio científico sin fundamento sobre el derretimiento de los glaciares del Himalaya.

Aunque más tarde Pachauri retractó su apoyo al estudio, él pensó que era una buena idea contratar al hombre detrás del informe del IPCC, que había escrito acerca de la falso derretimiento de los glaciaresde los Himalayas. A pesar de todos sus fracasos para hacer creer a la gente que un micro sistema de gestión global bajo el poder de la ONU y sus patrocinadores es la solución a todos los problemas, los globalistas están de vuelta de nuevo. La reunión Río+20 sirve para discutir una nueva advertencia en sus esfuerzos por disminuir el desarrollo para todos los pueblos del mundo que no lo han disfrutado. El nuevo punto que esta siendo divulgado y que viene directo de la Convención de las Naciones Unidas sobre la Diversidad Biológica es la imposición de límites planetários a la actividad humana en aras de reducir el impacto que dicha actividad provoca en el planeta Tierra. Todo eso suena muy bien en el papel, pero lo que no está bien del todo es lo que la iniciativa significa: una agenda anti-humana.

Vamos a ver lo que dos de las secciones más reveladoras del documento de la ONU dicen acerca de la humanidad y sus actividades. El artículo 11 afirma que hay demasiada gente en el mundo que viven con un estilo de vida muy bueno. Eso es en sí una mentira, porque la mayoría de personas en el mundo pertenecen a las clases medias y bajas. Sin embargo, el documento ofrece dos opciones para hacer frente a la llamada explosión poblacional. En primer lugar, dice que la mayoría de los seres humanos deben vivir como “campesinos”, y que la población del planeta debe reducirse inmediatamente a unos 5 a 7 millones de personas. En segundo lugar, se dice que el planeta debe seguir disfrutando de altos estándares de desarrollo, pero que “una estimación razonable de una sociedad de países industrializados a niveles vistos en América del Norte debe tener apenas 1 mil millones de personas.” Este es el mismo tipo de discurso propuesto a menudo por partidarios de las Naciones Unidas como Ted Turner y Bill Gates, quien a través de sus fundaciones exentas de impuestos ejecutan programas de despoblación patrocinados por las Naciones Unidas en África, Asia y América Latina con el fin de reducir la población con vacunas, productos farmacéuticos, organismos modificados genéticamente en los alimentos, las guerras, y la escasez artificial de alimentos no contaminados. De acuerdo con los planes, la población global sería sólo el 14% de lo que es hoy.

El artículo 12 toca el núcleo de un asunto muy delicado para millones de personas: la religión. El documento condena el cristianismo y dice que la “visión del mundo occidental” niega los atributos sagrados de la naturaleza que se establecieron firmemente con las tradiciones religiosas judeo-cristiano-islámicas. Las Naciones Unidas apoya la opinión que dice que los seres humanos deben ser vistos como parte de un tipo diferente de comunidad que incluye a plantas y animales. En otras palabras, la ONU quiere que la vida humana tenga el mismo valor que un animal o una planta. Bajo esta premisa, salvar una vida humana, por ejemplo, no es más importante que salvar un árbol o un pájaro. Esta política también se lleva a cabo una iniciativa que nació en la ONU que tiene la intención de igualar los seres humanos a las plantas y los animales de manera que el derecho inherente a la vida, dada a todos por el creador sea etiquetado como obsoleto.

Un artículo reciente publicado en la revista Scientific American informa sobre un estudio que comenzó en 2009, que pretende analizar el concepto de límites planetarios. Esa es la creación de límites a la actividad humana en aras de “salvar el planeta”. La necesidad de tales límites, dicen los defensores, se deriva de la amenaza que representa para los seres humanos las emisiones de CO2, el aumento del nivel del mar, los cambios climáticos inducidos por humanos y así sucesivamente. Todas estas supuestas amenazas han sido ampliamente desacreditadas por científicos escépticos, pero la imposición de tales límites están profundamente arraigadas en la Convención de las Naciones Unidas sobre la Diversidad Biológica en sí, lo que significa que imponer límites al desarrollo sigue siendo una pieza central en la lucha que la ONU lleva contra la humanidad. El estudio no toma en cuenta los problemas ambientales reales, tales como las estelas químicas o chemtrails, organismos genéticamente modificados, la amenaza de la energía nuclear (Fukushima), las guerras, el uso de pesticidas y muchos otros.

En cuanto a la naturaleza realista de la imposición de límites planetarios, el Instituto Breakthrough evaluó el estudio y la idea de crear límites a lo que los humanos pueden hacer y el impacto que tales límites planetarios podría tener sobre la civilización. La conclusión es que dichos límites planetarios no son una solución viable para resolver cualquier tipo de problema ambiental. “El marco de los límites del planeta no es una guía útil para la política o la gestión del medio ambiente en un sentido concreto, ya que no capta los desafíos involucrados en la mayoría de los problemas ambientales que enumera”, dijo el geógrafo Linus Blomqvist. De hecho, el Instituto dice que la imposición de límites planetarios es una manera engañosa de hacer frente a los desafíos ambientales mundiales. Lea el análisis del estudio en la página web del Instituto Breakthrough.

De acuerdo con Blomqvist, ni el establecimiento de los límites planetarios como se propone en el estudio, ni la transgresión de los límites tendría un impacto significativo en la supervivencia del planeta. Pero Blomqvist advirtió sobre lo que los humanos deben hacer a fin de garantizar su existencia en un planeta sostenible. “Las limitaciones reales para la sostenibilidad son más bien nuestra capacidad de cultivar alimentos suficientes, mantener un clima sano y así sucesivamente”, dijo Blomqvist. Eso es exactamente lo que las políticas de la ONU quieren evitar. Bajo los auspicios de la ONU y sus límites a la actividad humana, más tierra se quedarían sin tocar, pues se dejaría para el uso de los animales y las plantas y menos tierra se utilizaría para la producción sostenible de alimentos.

A pesar del carácter irreal que presenta el imponer límites planetarios y cómo este esquema no se ocupa de los verdaderos problemas ambientales, el establecimiento oficial de dichos límites serán discutidos en la cumbre Rio+20 de las Naciones Unidas. Extraoficialmente, muchos países ya han dado el control de las Naciones Unidas sobre grandes zonas de sus tierras y las aguas territoriales al nombrar esas zonas Parques Nacionales, Áreas de Biodiversidad o Áreas Protegidas. Muchos de los recursos más valiosos de la humanidad están ahora bajo el control de la ONU, que poco a poco y sin problemas trata de apretar la empuñadura de control sobre esos recursos.

Rio+20 will Discuss Planetary Boundaries to Humanity

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JUNE 15, 2012

The globalist Rio+20 conference is just around the corner, and the topics to be discussed during such meeting will be of out most importance to all of us, not because its attendees wish to really solve issues that threaten humanity as a whole, but because the sponsors of the movement are planning to bring about world tyranny through environmental policy; much like the Nazis did even before Hitler rose to power. That is not to say that the world is not under the threat of environmental problems, but none of those problems will be talked about and solved in Rio de Janeiro next week.

The Rio+20 is the back to origins episode in a series of meetings organized by the United Nations and the corporations that support it (Shell, Coca Cola, Nestle, BASF, among others). As we have reported over and over, neither the corporations nor the UN have the best interests of humanity in mind. In fact, the greatest problems humans face today, included the environmental catastrophes stem from corporate greed and government inability to curb their appetite for natural resources and human depopulation policies.

In all previous occasions, the political meetings held as action fora to implement policies in favor of the environment have been rocked by scandal, fraud and last minute back room deals, which were uncovered and exposed to the public. That is why the fraudulent pseudoscience behind anthropogenic global warming failed, and its sponsors had to change their speech to ‘climate change’. But that fraud was also exposed as a recycled idea of the 70s and 80s, when Maurice Strong and other globalist servants warned about ‘global cooling’.

Later came the scandal known as ‘climategate’. Tons of e-mails and documents from the University of East Anglia were made public and with it scientists, researchers and journalists who were skeptic about the ‘climate change’ fraud stopped the globalist neofeudalists in their tracks. The ‘climategate’ scandal put an end to the theft that would have meant a generalized carbon emission scheme, which failed to be the next cash cow for globalists like Al Gore who were heavily invested in the commerce of carbon credits.

The ‘climategate’ e-mails revealed how a group of so-called scientists carried out data manipulation, colluded, suppressed evidence that debunked the anthropogenic warming theory and sought to clamp down of any sign of dissent by anyone in the scientific community. The sentiment that dissent had to be oppressed later translated into other scholars voicing their intention to crush climate skeptics who did not follow the fairytale known as man-made global warming. An investigation carried out by the University of East Anglia, the origin of the fraud, concluded that there had been no collusion, suppression of evidence or intention to attack dissenters.

In the last two meetings sponsored by the UN, the public learned more about the lies and disinformation the controllers used to achieve their goals of keeping most of humanity underdeveloped. The ‘danish text’ was uncovered and with it more details of how the UN wanted to chain down nation-states by mandating perpetual membership in its carbon emissions reduction and deindustrialization initiatives that would drive the world to a post-industrial era dominated by worldwide poverty in the name of saving the planet. This document would also hand more power to the corporate controlled rich nations.

As if the discovery of the ‘danish text’ wasn’t bad enough, the public later discovered the scandal surrounding one of the leaders of the ‘climate change’ doomsday scenario movement. Dr. Rajendra Pachauri, one of the godfathers of the globalist environmental agenda, was denounced for supporting an alarmist, unfounded claim about the melting of Himalayan glaciers. Although Pachauri later retracted his strong support for the report, he thought it was a good idea to hire the man behind the IPCC report who had written about the false Himalayan glacier melting.

Despite all their failures to lure the populations into believing that a micro managed global system under the power of the UN and its sponsors is the solution to all problems, the globalists are back at it again. The Rio+20 meeting will serve to discuss a new caveat in their efforts to curve development for all the people of the world who have not enjoyed it. The new talking point coming right out of the UN Convention on Biological Diversity is the imposition of Safety Limits on Human Activity for the sake of reducing the impact that such activity causes on planet Earth. That all sounds fine and dandy on paper, but what is not fine at all is what it all means: an anti-human agenda.

Let’s see what two of the most revealing sections of the UN document say about humanity and their activities. Section 11 states that there are too many people in the world living at too high a material standard. That is in itself a lie, because most people in the world belong to the middle and lower classes. But the document offers two options to deal with the so-called exploding population. First, its says that most human beings should live as “peasants”, which would set the planet’s population to about 5 to 7 billion people. Second, it says that should the planet continue to enjoy the high standards of development, “a reasonable estimate for an industrialised world society at the present North American material standard of living would be 1 billion.” This is the same kind of speech often proposed by UN supporters like Ted Turner and Bill Gates, who through their tax exempted foundations carry out United Nations depopulation programs in Africa, Asia and Latin America.

Section 12 touches the core of a very delicate issue for millions of people: Religion. The document condemns Christianity and says that the “western worldview” denies the sacred attributes of nature which became firmly established with the Judeo-Christian-Islamic religious traditions. The UN supports a view that says that humans should be seen as part of a different type of community which includes plants and animals. In other words, the UN wants human life to have the sam value as animals and plants. Under this premise, saving a human life, for example, is not more important than saving a tree or a bird. This policy also pursues an initiative born in the UN that intends to equal humans to plants and animals so that people’s inherent right to life, given to them by their creator becomes obsolete.

A recent article published on Scientific American magazine reports about a study that began in 2009 which sought to analyze the concept of planetary boundaries. That is the creation of limits to human activity for the sake of ‘saving the planet’. The need for such limits, proponents say, stems from the threat posed to humans by CO2 emissions, rising sea levels, human induced climatic changes and so on. All of these supposed threats have been widely debunked by skeptic scientists, but the imposition of such limits are deeply rooted in the UN Convention on Biological Diversity itself, therefore limiting development continues to be a center piece in the fight the UN leads against humanity. The study does not look at real environmental problems such as Chemtrails, Genetically Modified Organisms, the threat of Nuclear Power (Fukushima), War, Pesticide use and many other real problems.

Regarding the realistic nature of the imposition of planetary boundaries, the Breakthrough Institute evaluated the study and the idea of creating limits to what humans can do and the impact that such planetary boundaries would have on civilization. The conclusion is that such planetary boundaries are not a feasible solution to take on any kind of environmental problem. “The planetary boundaries framework is not a useful guide for policy or environmental management in any concrete sense, as it does not capture the challenges involved in most of the environmental problems it lists,” said geographer Linus Blomqvist. In fact, the Breakthrough Institute calls the imposition of planetary boundaries a deceptive way to deal with global environmental challenges. Read the analysis of the study on the Institute’s website.

According to Blomqvist, neither the establishment of planetary boundaries as proposed in the study, nor the transgression of those limits would have a significant impact on planetary survival. But Blomqvist warned about what humans must do in order to guarantee their existence in a sustainable planet. “The real limitations for sustainability are rather our ability to grow enough food, maintain a healthy climate and so on,” Blomqvist said. That is exactly what the policies in the works by the UN want to avoid. Under the auspices of the UN and its limits on human activity, more land would be left untouched for the animals and plants to enjoy and less land would be used for the sustainable production of food.

Despite the unreal nature that planetary boundaries presents and how it doesn’t address the real environmental problems posed above, the official establishment of such limits will be discussed during the United Nations Rio+20 Summit. Unofficially, many countries have already given the UN control over large areas of their territorial lands and waters by naming such areas National Parks, Biodiversity Areas or Protected Areas. Many of the most valuable resources humanity has are now under the control of the UN, which slowly and seamlessly tries to tighten the grip of control over those resources.

Grad Students Wrote IPCC Climate Reports

The New American
November 8, 2011

With public acceptance of the theory of manmade global warming steadily waning, a new book that exposes the shoddy “science” peddled by the UN’s Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) is offering further proof that there is little reason to give credence to the “doomsday” threats issued by globalists and environmental extremists.

The IPCC has been troubled by a series of scandals in recent years, several of which center directly on its chairman — Rajendra Pachauri — who received (on behalf of the IPCC) the Nobel Prize with former Vice President Al Gore in 2007. In the aftermath of the “Climategate” revelations, which raised fundamental questions about the “scientific” character of the entire theory of manmade global warming, a series of less memorable, but still highly significant, scandals erupted under Pachauri’s leadership at the IPCC.

A debacle that was quickly named “Glaciergate” involved one of the more bizarre examples of the IPCC allegedly playing “fast and loose” with the facts. As reported for The New American in January 2010, “Glaciergate” involved claims in the supposedly-definitive scientific assessment of the Fourth Assessment Report of the IPCC regarding the Himalayan glaciers that were not substantiated by science. Pachauri ultimately had to concede that the claim the glaciers would simply melt away by 2035 was “a regrettable error” and that “the whole paragraph, I mean the entire section is wrong.”

Now a new book by Donna Laframboise — The Delinquent Teenager Who Was Mistaken for the World’s Top Climate Expert  — offers a systematic survey of such “regrettable errors” that seem to be standard operating procedure at the IPCC. Among the more regrettable patterns of behavior at the IPCC uncovered by Laframboise is the use of graduate students to write climate reports. As Perry Chiaramonte noted in an article (“U.N. Hires Grad Students to Author Key Climate Report”) for FoxNews.com, Laframboise’s book “claims that its [IPCC’s] reports have often been written by graduate students with little or no experience in their field of study and whose efforts normally might be barely enough to satisfy grad school requirements. Grad students often co-author scientific papers to help with the laborious task of writing. Such papers are rarely the cornerstone for trillions of dollars worth of government climate funding, however — nor do they win Nobel Peace prizes.”

Read Full Article…

Another Climategate? This time from BEST

BEST study confirms global temperature standstill, but the organization’s head climatologist, Professor Richard Muller, says measurements for the last decade were not included in the study’s results.

by Dr. David Whitehouse
The Observatory
November 1, 2011

Contrary to claims being made by the leader of the Best global temperature initiative their data confirms, and places on a firmer statistical basis, the global temperature standstill of the past ten years as seen by other groups.

Many people have now had some time to read the papers issued in preprint form from the Best project. My strong impression is that they are mostly poorly written, badly argued and at this stage unfit for submission to a major journal. Whilst I have made some comments about Best’s PR and data release strategy, I want to now look at some aspects of the data.

When asked by the BBC’s Today programme Professor Richard Muller, leader of the initiative, said that the global temperature standstill of the past decade was not present in their data.

“In our data, which is only on the land we see no evidence of it having slowed down. Now the evidence which shows that it has been stopped is a combination of land and ocean data. The oceans do not heat as much as the land because it absorbs more of the heat and when the data are combined with the land data then the other groups have shown that when it does seem to be leveling off. We have not seen that in the land data.”

My first though would be that it would be remarkable if it was. The global temperature standstill of the past decade is obvious in HadCrut3 data which is a combination of land and sea surface data. Best is only land data from nearly 40,000 weather stations. Professor Muller says they “really get a good coverage of the globe.” The land is expected to have a fast response to the warming of the lower atmosphere caused by greenhouse gas forcing, unlike the oceans with their high thermal capacity and their decadal timescales for heating and cooling, though not forgetting the ENSO and la Nina.

Fig 1 shows the past ten years plotted from the monthly data from Best’s archives. Click on the image to enlarge.

BestMonthly

It is a statistically perfect straight line of zero gradient. Indeed, most of the largest variations in it can be attributed to ENSO and la Nina effects. It is impossible to reconcile this with Professor Muller’s statement. Could it really be the case that Professor Muller has not looked at the data in an appropriate way to see the last ten years clearly?

(Incidently you could extend the graph back a few years before 2001 and it doesn’t make much difference because the ‘super el nino’ of 1998 and the two subsequent cooler years of 1999 and 2000 do not show up as dramatically in the Best land data as they do in HadCrut3. I would also point out that there is now an abundance of peer-reviewed literature that deals with the question of the lack of temperature increase in the past decade, so our graph’s starting point and duration is justifiable. Arguments that the time period we chose was cherry-picked to show a flat line, and that slightly longer periods would not, are incorrect. There are, of course, still those who distort the argument by saying that ten years is too short for climatic conclusions, as if ten years of data is meaningless. Also Professor Muller was asked a specific question about the last ten years, and our graph is a response to his specific answer.)

Indeed Best seems to have worked hard to obscure the past decade. They present data covering more almost 200 years is presented with a short x-axis and a stretched y-axis to accentuate the increase. The data is then smoothed using a ten year average which is ideally suited to removing the past five years of the past decade and mix the earlier standstill years with years when there was an increase. This is an ideal formula for suppressing the past decade’s data.

When examined more objectively Best data confirms the global temperature standstill of the past decade. That the standstill should be present in land only data is remarkable. There have been standstills in land temperature before, but the significance of the past decade is that it is in the era of mankind’s postulated influence on climate through greenhouse gas forcing. Predictions made many times in the past few years suggest that warming should be the strongest and fastest in the land data.

Only a few years ago many scientists and commentators would not acknowledge the global temperature standstill of the past decade. Now that it has become unarguable there has emerged more explanations for it than can possibly be the case.

To explain the combined sea-land temperature hiatus some have suggested that the oceans are sucking up the heat, as professor Muller outlines in his radio interview. This explanation is strained in my view if the land temperature stays constant. Could we really have the very special situation whereby the oceans sequester just enough heat at just the right time to keep the land temperature flat? Aerosols, postulated by some to be coming from China, don’t provide an explanation for the land temperature hiatus either. In fact, the constant land temperature puts a strain on all of the explanations offered for why the land-sea combination hasn’t warmed in the past decade or so.

We make a big deal of the temperature going up. In my view we should make a bigger scientific deal about temperature flatlining for a decade or more in the face of rising CO2 levels. If further scrutiny of the Best dataset confirms this finding we will have new questions about the nature and balance of oceanic and land warming.

The fact that Best confirms the global temperature hiatus and shows that it is apparent in land only data is significant, and in my view its major scientific finding, so far. It is puzzling that they missed it.