América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas e falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNHO 2012

Os números e os tipos de socialistas, fascistas e corporativistas eleitos na América Latina tem crescido exponencialmente ao longo das últimas duas décadas, e assim também as massas de pessoas bem-intencionadas que acreditam em suas mentiras sobre a justiça social, a bondade do governo e as vantagens das economias de serviços patrocinadas pelas corporações mais poderosas do mundo. Algumas dessas corporações, é claro, têm rendimentos mais elevados do que muitas nações na região e do mundo. Como se o aparecimento desses movimentos não bastasse, recentemente, os chefes de grupos corporativistas, socialistas, fascistas e falsos capitalistas, se uniram para formar alianças comerciais e políticas facilmente controladas, que eles dizem, vão trazer desenvolvimento real a seus países e seus povos.

A mais recente dessas alianças é formada por Chile, Peru, Colômbia e México, chamada Aliança do Pacífico. De acordo com os procuradores que atuam como os criadores — os presidentes dos quatro países — a Aliança é um esforço para unir e buscar a realização de objetivos comuns. Chile, México, Peru e Colômbia são um punhado de economias latino-americanas com menos danos na região. Na verdade, o Chile tornou-se uma história de sucesso na última década, tendo em conta a implementação de políticas que permitiram um crescimento decente com base no apetite do país pela poupança. No entanto, Peru, Colômbia e México são uma história diferente, o que levanta a questão, porque o Chile se juntaria a Estados que estão controlados abertamente por corporações globalistas?

México tem trabalhado por muitos anos sob os auspícios dos Estados Unidos, e asociou-se ao infame Acordo de Livre Comércio (NAFTA), que tem sido acusado de deliberadamente destruir a produção industrial dos EUA, porque promove a circulação de pessoas — imigrantes ilegais — do sul para o norte, enquanto financeiramente recompensa as empresas para que deixem o solo americano e realizem suas operações fora do território dos EUA para evitar pagar impostos. Peru é uma história diferente. Seu passado sempre foi sublinhado pela pobreza, a corrupção,  e o governo com mão de ferro. O último aspecto não mudou um pouco. O país passou de Alberto Fujimori ao atual líder Ollanta Humala, que chegou ao poder em 2011. Ele é reconhecido como um extremista anti-mercado.

Enquanto isso, a Colômbia é, talvez, o aliado mais incomum em um grupo que supostamente visa o desenvolvimento e o livre comércio. Colômbia, como o México tem sido um amigo próximo dos Estados Unidos na guerra fracassada contra as drogas, que tem sido um esforço insuficiente e mal gerenciado para conter o tráfico de drogas e a violência que deriva da existência de grupos armados e governos que controlam o fluxo das drogas. Na verdade, a chamada guerra contra as drogas é uma fachada para ocultar a transferência das mesmas drogas, seus mercados e bilhões de dólares em lucros, que são lavados a cada ano nos maiores bancos do mundo.

Grupos como a Aliança do Pacífico são apenas dissidência controlada. Na América Latina, a criação de blocos econômicos e políticos de “desenvolvimento” não é novedade. Antes da Aliança do Pacífico, as nações formaram UNASUL, ALBA, MERCOSUL, CARICOM, CELAC, a Comunidade Andina e muitos outros. Os resultados destas associações, em ambas as esferas políticas e econômicas têm sido basicamente os mesmos: nada.

Quando consultados, sobre o impacto do MERCOSUL sobre as compras de matérias-primas ou as vendas de produtos acabados, em privado os empresários dizem que o MERCOSUL é uma iniciativa de fachada que tem feito pouco ou nada para melhorar o comércio entre os seus membros. Na verdade, tanto o Brasil como a Argentina estão em uma guerra comercial que ameaça danificar os principais acordos comerciais entre parceiros comerciais dos dois países. A Argentina adotou uma política protecionista forte, enquanto o Brasil se recusa a permitir o fluxo de produtos argentinos para os seus importadores.

Os líderes de países como Bolívia, Venezuela e Equador têm falhado miseravelmente em trazer o desenvolvimento para seus povos. Eles chegaram ao poder prometendo uma vida melhor aos seus seguidores, mas tornaram-se tiranos com idéias socialistas. Apesar desse registro, os membros da Aliança do Pacífico parecem acreditar que um novo grupo de países apoiados pela China, vai trazer riqueza e melhores condições de vida do que outros ex-presidentes e líderes comunitários não tem fornecido. Todos os membros da Aliança tem a intenção de atrair mais ajuda da China a seus países, tentando imitar os esforços do Brasil para abrir a porta para o regime comunista. Suas declarações oficiais afirmam que buscam ampliar o comércio com a Ásia.

Com a incorporação da China na equação, a Aliança do Pacífico espera atrair outros parceiros na região, mas apenas aqueles que podem demonstrar o compromisso histórico com o livre comércio e o desenvolvimento econômico. Sob esta premissa, outras nações menores, como Costa Rica e Panamá estão tentando entrar na Aliança. Ironicamente, tanto Costa Rica quanto Panamá têm sido aliados dos EUA na guerra contra as drogas e a implementaram políticas que silenciosamente deterioram os direitos dos cidadãos.

Por exemplo, Costa Rica, permitiu a chegada de militares dos EUA no seu território sob o pretexto de que iria ajudar na ‘guerra contra as drogas’. Como se isso não foi uma violação da soberania do país, os EUA foi autorizado a estabelecer uma base naval na costa do Atlântico. Durante os primeiros anos da construção do Canal do Panamá, o país renunciou sua soberania aos americanos, que mais tarde deram a posse do canal para a China em 2000. Esta é uma das maiores preocupações que os críticos manifestaram sobre a nova integração. Alguns destes países têm sido associados com grupos comunistas, fascistas ou marxistas no passado, mas agora promoven-se como patrocinadores dos mercados livres, livre comércio e da justiça social.

O anúncio oficial da Aliança do Pacífico foi feita há poucos dias pelo presidente chileno, Sebastián Piñera, que tentou falar em poesia sobre o novo bloco. “Das alturas de Paranal, no deserto mais árido do mundo sob o mais claro dos céus, este acordo oficial da à luz a Aliança do Pacífico”, disse ele. “Não há nenhuma incompatibilidade ou exclusão de outros esquemas de integração. Nós não somos contra ninguém, mas em favor de ainda mais integração.” Enquanto isso, seu novo parceiro, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que “o potencial econômico da Aliança do Pacífico é importante.” Sua contra parte na Colômbia ecoou o mesmo tipo de visão sobre a nova parceria acrescentando que a Aliança do Pacífico é o “processo de integração mais importante da América Latina.”

Embora a existência de grupos de oposição à Aliança do Pacífico não foi citado como uma razão para formar este grupo, nos bastidores dos governos os lideres do Chile e da Colômbia têm demonstrado sua preocupação com o criação de sociedades secretas, como o Foro de São Paulo, uma organização de simpatizantes de Fidel Castro, Hugo Chávez e Luiz Inácio da Silva, um dos fundadores do grupo. Esses líderes também subscreven-se a ideologias que são compartilhados no Equador, Nicarágua e Argentina, embora os três últimos países nao expressaram seu compromisso publicamente. A falta de reconhecimento público, no entanto, não impediu que os cidadãos dos países que sofreram na pobreza, criminalidade, insegurança e governos abusivos e repressivos, que é o que seus líderes se comprometeram a erradicar originalmente. O Foro de São Paulo também está ligado a traficantes de drogas e grupos armados revolucionários marxistas, do tipo dos Sandinistas nicaragüenses, e os governos russo e chinês.

Os cenários listados acima são os que a Aliança asinala como perigosos e indesejáveis. A integração dos países comprometidos com desistir de sua independência, sem consultar os seus cidadãos, a fim de abrir a porta para ideólogos fascistas, socialistas ou comunistas, que, supostamente, tem as melhores intenções em mente foi o resultado comum de tentativas anteriores de criar grupos de política comercial e estratégia como a Aliança do Pacífico. Foi o que aconteceu na Europa, Ásia, América do Norte e, definitivamente, na América Latina. A maioria, se não todos os grupos criados em nome do desenvolvimento e progresso eram impostores se escondendo atrás de homens e mulheres carismáticos que pregavam o evangelho que as pessoas queriam ouvir.

Assim como os acordos militares têm servido aos interesses daqueles que traficam armas em troca de dinheiro ou drogas, os acordos comerciais deixaram os países membros mais pobres e mais dependentes dos poderosos interesses corporativos. A pergunta a fazer é por que os líderes políticos continuam a renunciar à soberania, a fim de supostamente promover o comércio, quando ambos — soberania e comercio — não são mutuamente exclusivos? Na verdade, o mundo nunca teve um ambiente mais estável, economicamente e financeiramente, que quando os países estabeleceram acordos comerciais bilaterais e multilaterais sem abrir mão da propriedade dos recursos e leis sem os que os tecnocratas não-eleitos controlam o destino de todos.

América Latina infiltrada por Fascistas, Socialistas y falsos Capitalistas

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 22 JUNIO 2012

Los números y tipos de Socialistas, Fascistas y Corporatistas electos en toda América Latina ha crecido exponencialmente en las últimas dos décadas, y con ello también las masas de personas bien intencionadas que creen en sus mentiras sobre la justicia social, la bondad de un gobierno grande y las ventajas de economías de servicios patrocinadas por las corporaciones más poderosas del planeta. Algunas de estas empresas, por cierto, tienen mayores ingresos que muchas naciones de esa región y el mundo. Como si la aparición de esos movimientos no fuera suficiente, últimamente, los jefes de grupos de Corporatistas, Socialistas, Fascistas y falsos capitalistas se han unido para formar alianzas comerciales y políticas más fácilmente controlables, que según dicen, traerán un verdadero desarrollo de sus países y sus gentes.

La más reciente de estas alianzas es la formado por Chile, Perú, Colombia y México, llamada la Alianza del Pacífico. De acuerdo con los testaferros que actúan como los creadores, — los presidentes de los cuatro países — la alianza es un esfuerzo por unir y buscar la realización de objetivos comunes. Chile, México, Perú y Colombia son un puñado de Estados de América Latina con las economías menos dañadas en la región. De hecho, Chile se ha convertido en una historia de éxito en la última década, teniendo en cuenta su aplicación de políticas que han permitido un crecimiento decente basado en el apetito del país por el ahorro. Sin embargo, Perú, Colombia y México son una historia diferente, lo que lleva a la pregunta, ¿por qué Chile se uniría estos Estados que abiertamente están controlados corporaciones globalistas?

México ha trabajado durante muchos años bajo los auspicios de los Estados Unidos, y se ha asociado al infame Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA), que ha sido acusado de premeditadamente destruir la producción industrial de los EE.UU., pues promueve la libre circulación de personas — ilegal extranjeros — del sur hacia el norte, mientras que recompensa económicamente a las empresas que mudan sus operaciones fuera de territorio estadounidense para evitar el pago de impuestos. Perú es una historia diferente. Su pasado siempre ha sido destacado por la pobreza, la corrupción gubernamental, y el gobierno de puño de hierro. Este último aspecto no ha cambiado un poco. El país pasó de Alberto Fujimori, al actual líder peruano Ollanta Humala, quien llegó al poder en 2011. Se le reconoce como un extremista anti-mercado.

Mientras tanto, Colombia es quizás el más extraño aliado en un grupo que supuestamente busca el desarrollo y el libre comercio. Colombia, al igual que México ha sido un amigo cercano de los Estados Unidos en la fracasada guerra contra las drogas, lo que ha demostrado ser un esfuerzo insuficiente y mal gestionado para frenar el comercio de drogas y la violencia que se deriva de la existencia de grupos armados y los gobiernos que controlan el flujo de estupefacientes. En realidad, la llamada guerra contra el narcotráfico es una fachada para ocultar la el mismo trasiego de las drogas, sus mercados y los miles de millones de dólares en ganancias que se lavan todos los años en los bancos más grandes del planeta.

Grupos como la Alianza del Pacífico no son más que disidencia controlada, fácilmente manejable por sus patrocinadores. En América Latina, la creación de bloques económicos o políticos de “desarrollo” no es nueva. Antes de la Alianza del Pacífico, las naciones formaron UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CARICOM, CELAC, la Comunidad Andina y muchos otros. Los resultados de estas asociaciones, tanto en el ámbito político y económico han sido en gran parte los mismos: Nada.

Cuando se pregunta a los empresarios sobre el impacto del MERCOSUR en sus compras de materias primas o las ventas de productos terminados, en privado dicen que el MERCOSUR es una iniciativa de escaparatismo que ha hecho poco o nada para mejorar el comercio entre sus miembros. De hecho, en estos momentos, tanto Brasil como Argentina están en una guerra comercial que amenaza con reducir los importantes acuerdos comerciales entre los socios comerciales de ambos países. Argentina adoptó una fuerte política proteccionista, mientras que Brasil se niega a permitir el flujo de bienes argentinos a sus importadores.

Los líderes de países como Bolivia, Venezuela y Ecuador han fracasado miserablemente en llevar el desarrollo a su pueblo. Ellos llegaron al poder prometiendo mejores condiciones de vida a sus seguidores, pero en lugar se convirtieron en tiranos con ideas socialistas. A pesar de este registro, los miembros de la Alianza del Pacífico parecen creer que un nuevo grupo de países apoyados por China, traerá riqueza y mejores condiciones de vida que los ex presidentes y líderes comunitarios no habían facilitado. Todos los miembros de la Alianza tienen la intención de atraer más ayuda China a sus países, tratando de emular los esfuerzos de Brasil para abrir la puerta al régimen comunista. Sus declaraciones oficiales afirman que buscan expandir el comercio con Asia.

Con la incorporación de China en la ecuación, la Alianza del Pacífico aspira a atraer a otros socios comerciales de la región, pero sólo aquellos que pueden demostrar compromiso histórico con el libre comercio y el desarrollo económico. Bajo esta premisa, otras naciones más pequeñas como Costa Rica y Panamá están tratando de subirse al carro. Irónicamente, tanto Costa Rica como en Panamá han sido aliados de Estados Unidos en la guerra contra las drogas y han implementado políticas encaminadas a deteriorar lentamente y en silencio  los derechos de los ciudadanos.

Por ejemplo, Costa Rica, permitió la llegada de los militares estadounidenses a su territorio bajo la excusa de que ayudaría en la ‘lucha contra las drogas’. Como si eso no fuera una violación a la soberanía del país, los EE.UU. se ha permitido establecer una base naval en la costa atlántica. Durante los primeros años de la construcción del Canal de Panamá, este país entregó su soberanía, básicamente, a los estadounidenses, que más tarde cedieron la posesión del Canal a China en 2000. Esta es una de las mayores preocupaciones que los críticos han expresado acerca de la nueva integración. Algunos de estos países se han asociado con grupos comunistas, fascistas o marxistas en el pasado, pero ahora se promueven a sí mismos como patrocinadores de los mercados libres, libre comercio y la justicia social.

El anuncio oficial de la Alianza del Pacífico se hizo hace unos días por el chileno presidente chileno Sebastián Piñera, que intentó hablar en poesía sobre el nuevo bloque. “Desde las alturas de Paranal, en el desierto más árido del mundo y bajo el más claro de los cielos, hemos firmado un pacto oficial para dar a luz a la Alianza del Pacífico”, dijo. “No hay incompatibilidades o la exclusión de otros esquemas de integración. No estamos en contra de nadie sino a favor de una integración aún mayor “. Mientras tanto, su nuevo socio, el presidente mexicano Felipe Calderón dijo que “el potencial económico de la Alianza del Pacífico es importante”. Su homólogo de Colombia hizo eco de la misma clase de perspectivas en la nueva asociación añadiendo que la Alianza del Pacífico es el “proceso de integración más importante de América Latina”.

A pesar de que la existencia de grupos que se oponen por completo a la Alianza del Pacífico no fue citada como una razón para formar este grupo, detrás de las escenas de los gobiernos como el chileno y el colombiano sus gobernantes han mostrado su preocupación por la creación de asociaciones secretas como el Foro de São Paulo, una organización compuesta por los seguidores de Fidel Castro, Hugo Chávez y Luiz Inácio Da Silva, uno de los fundadores del grupo. Estos líderes también se suscriben a las ideologías que comparten Ecuador, Nicaragua y Argentina, aunque estos últimos tres países no expresan públicamente su adhesión. La falta de reconocimiento público sin embargo, no ha impedido que los ciudadanos de los países que sufren en la pobreza, la delincuencia, la inseguridad y los gobiernos abusivos y represivos, que es lo que sus líderes se comprometió a erradicar originalmente. El Foro de São Paulo también está vinculado a los narcotraficantes y la grupos armados revolucionarios marxistas, del tipo de los sandinistas nicaragüenses, y los gobiernos Ruso y Chino.

Los escenarios arriba mencionados son los que la Alianza advierte como peligrosos e indeseables. La integración de los países que se comprometan a renunciar a su independencia, sin consultar previamente a sus ciudadanos con el fin de abrir la puerta a los ideólogos fascistas, socialistas o comunistas, que supuestamente tienen las mejores intenciones en mente ha sido el resultado común de los intentos anteriores de crear grupos de estratégica comercial y política como la Alianza del Pacífico. Sucedió en Europa, Asia, América del Norte y, definitivamente, en América Latina. La mayoría, si no todos los grupos creados en el nombre del desarrollo y el progreso eran impostores escondidos detrás de hombres y mujeres carismáticos que predicaban el evangelio que la gente quería escuchar.

Mientras que los acuerdos militares han servido a los intereses de los que trafican armas a cambio de dinero o drogas, los acuerdos comerciales han dejado a las naciones miembros todavía más pobres y más dependientes de los poderosos intereses corporativos. La pregunta que debemos hacernos es ¿por qué los líderes políticos siguen cediendo soberanía a fin de supuestamente fomentar el comercio cuando ambos — soberanía y comercio — no son mutuamente excluyentes? De hecho, el mundo nunca fue un lugar más estable, económica y financieramente, que cuando los países negociaban en formas bilaterales y multilaterales, sin renunciar a la propiedad de los recursos y las leyes a los tecnócratas no elegidos que están ahora en control total del destino de todos.

Latin America Infiltrated by Statists, Socialists and Fake Free Marketeers

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | JUNE 13, 2012

The numbers and types of Statist, Socialist and Corporate Capitalists in power around Latin America have grown exponentially in the last two decades, and with them so have the masses of well-meaning people who believe their lies about social justice, the goodness of big government and the advantages of service economies sponsored by the most powerful corporations in the planet. Some of these corporations, by the way, have bigger revenues than many nations from that region and the world. As if the emergence of those movements was not bad enough, lately, the heads of socialist, statist and false free market groups have united to form more easily controllable commercial and political alliances, which they say, will bring real development to their countries and their people.

The most recent of those alliances is the one formed by Chile, Peru, Colombia and Mexico, called the Pacific Alliance. According to the front men who act as the creators, — the presidents of the four countries — the alliance is an effort to unite and to seek the realization of common goals. Chile, Mexico, Peru and Colombia are a handful of Latin American states with the least damaged economies in the region. In fact, Chile has become a story of success in the last decade or so, given its application of policies which have allowed for decent growth based on the country’s appetite for saving. However, Peru, Colombia and Mexico are a different story, which begs the question, why would Chile go into business with well-known corporate controlled failed states?

Mexico has for many years worked under the auspices of the United States, partnering on the infamous North America Free Trade Agreement (NAFTA), which has been charged with eliminating the industrial production of the US by design, permitting the free movement of people — illegal aliens — from the south to the north, while rewarding companies that move their operations outside American soil and avoiding corporate taxes, among others. Peru is a different story. Its past has always been highlighted by poverty, government corruption, and statist rule. This last aspect has not changed a bit. The country went from Alberto Fujimori to the current Peruvian leader Ollanta Humala, who rose to power in 2011. He is recognized as a anti-market extremist.

Meanwhile, Colombia is perhaps the strangest ally in a group that supposedly seeks development and free trade. Colombia, just as Mexico has been a close friend of the United States in the failed war on drugs, which has proven an insufficient and poorly managed effort to curb drug trade and the violence that stems from the existence of armed groups and governments controlling the flow of narcotics. In reality, the so-called war on drug trade is a facade to hide the worldwide campaign for the control of illegal drugs, their markets and the billions of dollars in profits that are laundered  every year by the largest banks on the face of the planet.

Groups such as the Pacific Alliance are not more than controlled dissidence, easily manageable by their sponsors. In Latin America, the creation of economic or political blocs to “further development” is not new. Before the Pacific Alliance, nations formed UNASUR, ALBA, MERCOSUR, Caricom, CELAC, the Andean Community and many others. The results of these unions both in the political and economic realms have been largely the same: Nothing.

When asked about the impact of MERCOSUR in their purchases of raw materials or sales of finished products, companies in Latin America privately say that the MERCOSUR is just a window dressing initiative that has done little or nothing to improve commerce among its members. In fact, as we speak, both Brazil and Argentina are engaged in a trade war that threatens to bring down important business deals between commercial partners in both countries. Argentina adopted a strong protectionist policy while Brazil refuses to allow the flow of Argentinian goods to its importers.

The leaders of countries like Bolivia, Venezuela and Ecuador have failed miserably to bring development to their people. They arrived to power promising better living conditions to supporters to only turn into tyrants with socialist leaning ideas. Despite this record, the members of the Pacific Alliance seem to believe that a new group of countries supported by China, will bring about the riches and improved living conditions that past presidents and community leaders failed to provide. All members of the Alliance intend to attract even more Chinese aid to their countries, trying to emulate Brazil’s efforts to open the door to the communist regime. Their official statements allege that they seek to expand trade with Asia.

By bringing China into the equation, the Pacific Alliance seeks to attract other business partners from the region, but only those who can show historical compromise with free trade and economic development. Under this premise, other smaller nations such as Costa Rica and Panama are attempting to jump on the bandwagon. Ironically, both Costa Rica and Panama have been American allies in the war on drugs and have implemented policies designed to slowly and quietly crack down on citizens’ rights.

For example, Costa Rica permitted the arrival of US military men into its territory under the excuse that it would help fight the war on drugs. As if that wasn’t enough of a violation to the country’s sovereignty, the US has now been allowed to set up a naval base in the Atlantic coast. During the early years of the construction of the Panama Canal, this country basically surrendered its sovereignty to the Americans, who later yielded possession of the Canal to China in 2000. This is one of the biggest concerns that critics have expressed about the newest integration. Some of these nations have associated with communist, statist or marxist groups in the past, but now fashion themselves as sponsors of free markets, free trade and social justice.

The official announcement of the Pacific Alliance was made just days ago by Chilean president Sebastián Piñera, who got all poetic about the new bloc. “From the heights of Paranal, in the most arid desert in the world and under the clearest of skies, we have signed a pact officially giving birth to the Pacific Alliance,” he said. “There are no incompatibilities or exclusion vis-a-vis other integration efforts. We are against nobody but rather in favor of even greater integration.” Meanwhile, his new partner, Mexican president Felipe Calderon said that “The Pacific Alliance’s economic potential is significant.” His counterpart from Colombia echoed the same kind of prospects for the new association by adding that the Pacific Alliance is the “most important integration process in Latin America.”

Although the existence of completely opposing groups was not cited as a reason to form the Pacific Alliance, behind the scenes governments like the Chilean and the Colombian have shown their concern about the creation of secretive partnerships like the São Paulo Forum, an organization composed by followers of Fidel Castro, Hugo Chavez and Luiz Inacio Da Silva, one of the founders of the group. These leaders subscribe to ideologies also shared by Ecuador, Nicaragua, and Argentina, although these last three nations do not express their adherence publicly. The lack of public recognition however, hasn’t prevented the citizenry of those countries from suffering from poverty, crime, insecurity and abusive, repressive governments, which are exactly what their leaders promised to eradicate. The São Paulo Forum is also linked to narco-traffickers and armed Marxist revolutionaries, of the likes of the Nicaraguan Sandinistas as well as the Russian and the Chinese governments.

The above mentioned scenarios are the ones critics of these alliances often warn against. The integration of countries that agree to surrender their independence without previously consulting their citizens in order to open the door to fascist, socialist or communist ideologues, who supposedly have the best of intentions in mind has been the common result of previous attempts to create strategic commercial and political groups. It happened in Europe, Asia, North America and definitely in Latin America. Most if not all of the unions assembled in the name of development and progress were just shams hidden behind charismatic men and women who preached the gospel that the people wanted to hear.

While military agreements have served the interests of those who traffic arms in exchange for cash or drugs, commercial accords rendered many nations poorer and more dependent on powerful corporate interests. The question that must be asked is why do political leaders continue to surrender sovereignty in order to have trade when they are not mutually exclusive? In fact, the world was never a more stable place, economically and financially, than when countries traded in a bilateral and multilateral ways, without surrendering the ownership of their resources and laws to unelected technocrats who are now in total control of everyone’s destiny.

Previdência Privada do Chile Prospera

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
20 de Julho de 2011

Um exemplo de como a Previdência Privada funciona no mundo real e a experiência chilena de 30 anos que conseguiu superar as expectativas. Em vez de criar um déficit enorme para financiar o velho sistema “PayGo”, o governo adotou um sistema de Previdência Social privada que já supera o 50 por cento do PIB do país.

Antes de 01 de maio de 1981, o sistema chileno exigia contribuições dos empregados, mas estava claramente em sérias dificuldades financeiras. Em vez de roer nas bordas para reforçar o programa por alguns anos, José Piñera, o Secretario de Trabalho e Pensões de Augusto Pinochet, decidiu fazer uma revisão completa do sistema:

Sabíamos que mudanças cosméticas – aumentando a idade da reforma, ou aumentando os impostos – não seriam suficientes. Entendemos que o sistema “pay-as-you-go” tinha um defeito fundamentalmente, que tinha suas raízes em uma falsa concepção de como os humanos se comportam. Essa falha foi a falta de uma ligação entre o que as pessoas colocam em seu programa de pensão e o que eles tomam …. Então decidimos ir em outra direção para vincular os benefícios às contribuições. O dinheiro que um trabalhador paga para o sistema entra em uma conta pertencente ao trabalhador.

O sistema ainda requer contribuições de 10 por cento do salário, mas o dinheiro é depositado em qualquer de uma série de sociedades de previdência privada. Na aposentadoria, o trabalhador tem um número de opções, incluindo a compra de uma anuidade. Ao longo do caminho você pode acompanhar o desempenho de sua conta e aumentar sua contribuição (até 20 por cento), se o contribuinte se aposenta precocemente ou aumentar o seu pagamento no momento da aposentadoria.

Qual foi o resultado do sistema? John Tierney, um escritor do New York Times, foi ver Pablo Serra, um ex-companheiro e amigo em Santiago há alguns anos, e notou quão bom o programa chileno de aposentadoria era. Tierney trouxe a declaração de Previdência sua dos Estados Unidos, enquanto seu amigo lhe mostrou seu plano de aposentadoria em seu computador. A comparação revelou que ambos tinham contribuído a mesma quantia de dinheiro, então a comparação era apropriado, e surpreendente. Tierney disse:

Pablo poderia se aposentar com 62 anos de idade com uma pensão anual de 55.000 dólares.” Esta quantia triplicava a do Tierney -18.000 dólares- que ele receberia do seu sistema de previdência nessa idade. Pablo também tinha a opção de se aposentar aos 65 anos com uma pensão anual de 70.000 dólares. Isso é quase o triplo da pensão de 25.000 dólares prometidos pelo sistema de previdência social do Tierney se ele se aposentava aos 66 anos. Pablo tinha uma terceira opção e podia se aposentar aos 65 anos com uma pensão anual de 53.000 dólares e receber um único pagamento em dinheiro de 223.000 dólares.

Paul Tierney escreveu que o Pablo disse: “Estou muito feliz com a minha previdência.” Tierney sugere que, na aposentadoria, Pablo não apenas poderia se aposentar muito bem, mas seria capaz de comprar uma casa de férias na praia ou no interior do país. Pablo riu, e Tierney escreveu: “Eu estou tentando encontrar o lado bom. Talvez o meu cheque da Previdência Social irá cobrir a passagem aérea para visitar você.”
De acordo com Investors Business Daily, o retorno médio anual dos trabalhadores chilenos nos últimos 30 anos ultrapassou 9% ao ano, após a inflação, enquanto o programa de Previdência Social dos Estados Unidos paga 1% a 2% ( em teoria) de desempenho, e ainda menos para os novos trabalhadores.
Como esperado, o patrimônio dessas contas privatizadas têm gerado um crescimento substancial na economia do Chile. Conforme observado na Wikipedia, “O Chile é uma das nações mais estáveis ​​e prósperas da América do Sul, uma das principais nações da América Latina em desenvolvimento humano, competitividade, renda per capita, liberdade econômica, e baixa percepção de corrupção “.

Poupança interna e investimento ajudou a impulsionar a economia do Chile às taxas de crescimento médio de 8% durante a década de 1990. O plano para privatizar as pensões (AFP) tem incentivado o investimento nacional e contribuiu para um total estimado da poupança interna de aproximadamente 21% do PIB.

Este resultado foi antecipado por Piñera, quando o plano foi concebido e implementado em 1981. Ao rever o sucesso do plano, depois de apenas 15 anos, Piñera disse: “O trabalhador chileno é um proprietário, um capitalista. Não há nenhuma maneira eficaz para estabilizar uma economia de livre mercado e ganhar o apoio de trabalhadores que associar diretamente seus benefícios ao sistema de livre mercado. Quando Chile cresce um 7 por cento, ou o dobro do lucro do mercado de ações … os trabalhadores chilenos se beneficiam diretamente não só pelos altos salários, não só através de mais empregos, mas através do capital adicional em suas contas de aposentadoria individual. ”

Estes resultados devem interessar os trabalhadores norte-americanos que foram forçados a contribuir para o sistema de Previdência Social por muitos anos, mas agora não tem certeza se terão uma pensão o não. No entanto, quando dada a oportunidade de apoiar qualquer tipo de privatização, como durante os governos Clinton e Bush, a idéia ganhou pouca força. E agora que o plano do Rep. Paul Ryan oferece a possibilidade de que esses trabalhadores contribuam com um terço de seus encargos sociais a contas privadas, a idéia ainda está caindo em ouvidos surdos.

No entanto, de acordo com Rasmussen Reports, isso pode estar mudando. Quase metade dos entrevistados agora compreendem corretamente que “para fazer cortes nos gastos públicos no longo prazo requere-se de grandes mudanças” na Previdência Social, Medicare, e Defesa. Este valor, diz Rasmussen, “sugere uma crescente consciência das realidades do orçamento entre o povo americano.”

Privatização da Previdência Social faz mais sentido, especialmente quando considerada em termos do resultado. Posse da propriedade privada sempre promoveu a prosperidade econômica, maiores salários e melhores condições de vida. Somente aqueles cujos objetivos são o empobrecimento dos trabalhadores e a redução da sua capacidade de gerenciar seus próprios interesses e controlar o seu próprio futuro poderiam resistir uma alternativa atraente como esta. Como observou Piñera:

“Esta é uma breve história de um sonho. A lição final é que as únicas revoluções que têm sucesso são aquelas que colocam a confiança no indivíduo e as maravilhas que as pessoas podem fazer quando são livres.

Seguro Social Privado de Chile En Prosperidad

Adaptación Luis R. Miranda
The New American

Como ejemplo silencioso de cómo privatizar la Seguridad Social funciona en el mundo real, el experimento chileno de 30 años ha tenido éxito más allá de las expectativas. En lugar de crear un enorme déficit para financiar el viejo sistema “PayGo” del sistema, el ahorro privado ya excede 50 por ciento del Producto Interno Bruto del país.

Antes del 1 de mayo de 1981, el sistema chileno requería contribuciones de los trabajadores y estaba claramente en problemas financieros graves. En vez de picar en los bordes para reforzar el programa durante unos pocos años, José Piñera, el secretario de Trabajo y Pensiones de Augusto Pinochet, decidió hacer una revisión a fondo del sistema:

“Sabíamos que los cambios cosméticos – el aumento de la edad de jubilación, aumentar los impuestos – no sería suficiente. Entendimos que el sistema “pay-as-you-go” tenía un defecto fundamental, hunde sus raíces en una concepción falsa de cómo los seres humanos se comportan. Esta falla fue la falta de un vínculo entre lo que la gente pone en su programa de pensiones y lo que se llevan…. Así que hemos decidido ir en otra dirección, para vincular los beneficios a las contribuciones. El dinero que un trabajador paga al sistema entra en una cuenta que es propiedad del trabajador.”

El sistema todavía requiere contribuciones de 10 por ciento del salario, pero el dinero es depositado en cualquiera de una serie de sociedades de inversión privada. Al jubilarse, el trabajador tiene una serie de opciones, incluyendo la compra de una anualidad de por vida. En el camino se puede seguir el rendimiento de su cuenta, y aumentar su contribución (hasta un 20 por ciento) si quería jubilarse antes, o aumentar su pago al momento del retiro.

¿Cuál ha sido el resultado del sistema? John Tierney, un escritor del New York Times, fue a visitar a Pablo Serra, un ex compañero y amigo en Santiago hace unos años, y compararon notas sobre lo bien que sus respectivos programas de jubilación estaban. Tierney trajo la última declaración de la Seguridad Social, mientras que su amigo trajo su plan de jubilación en su computadora. Resultó que habían estado contribuyendo aproximadamente la misma cantidad de dinero, así que la comparación era adecuada, y sorprendente, dijo Tierney:

“Pablo podría retirarse en 10 años, a los 62 años, con una pensión anual de $ 55.000. Eso sería más del triple de los 18.000 dólares que se puede esperar de la Seguridad Social a esa edad. O Pablo podría jubilarse a los 65 años con una pensión anual de $ 70,000. Que casi triplicaría la pensión de $ 25.000 prometida [a mí] por la Seguridad Social a partir de un año después, a los 66 años. O Pablo podría jubilarse a los 65 años con una pensión anual de 53.000 dólares y [además recibir] un pago en efectivo por única vez de $ 223.000.”

Tierney escribió que Pablo dijo: “Estoy muy contento con mi cuenta.” Tierney sugiere que, al jubilarse, Pablo no sólo podría retirarse muy bien, pero sería capaz de comprarse una casa de vacaciones en la playa o en el interior del país. Pablo se rió, y Tierney, escribió: “Estoy tratando de buscar el lado bueno. Tal vez mi cheque del Seguro Social cubrirá los pasajes aéreos a visitarlo “.

De acuerdo con Investors Business Daily, la tasa promedio de rendimiento anual para los trabajadores chilenos en los últimos 30 años ha superado el 9% anual, después de la inflación, mientras que en Estados Unidos el Seguro Social paga un 1% al 2% (en teoría) de rendimiento, y menos aún para los nuevos trabajadores.

Como era de esperar, el capital acumulado en estas cuentas privatizadas han generado un crecimiento sustancial en la economía de Chile. Como se indicó en Wikipedia, “Chile es una de las naciones más estables y prósperas de América del Sur, las principales naciones de América Latina en el desarrollo humano, la competitividad, el ingreso per cápita, la globalización, la libertad económica, y la baja percepción de la corrupción.” [Énfasis añadido].

Ahorro interno e inversión ayudaron a impulsar a la economía de Chile a las tasas de crecimiento promedio del 8% durante la década de 1990. El plan de privatización de las pensiones nacionales (AFP) ha fomentado la inversión nacional y contribuyó a una tasa estimada de ahorro interno total de aproximadamente 21% del PIB.

Esto fue anticipado por Piñera, cuando el plan fue diseñado e implementado en 1981. Al revisar el éxito del plan, después de tan sólo 15 años, Piñera dijo: “El trabajador chileno es un propietario, un capitalista. No hay manera más eficaz de estabilizar una economía de libre mercado y para obtener el apoyo de los trabajadores que vincularlos directamente a las prestaciones del sistema de mercado. Cuando Chile crece a un 7 por ciento o cuando el mercado de valores dobla sus ganancias … los trabajadores chilenos se benefician directamente, no sólo por los altos salarios, no sólo a través de más empleo, sino a través de capital adicional en sus cuentas individuales de pensiones. “

Todo lo cual debe resonar con los trabajadores estadounidenses que se han visto obligados a contribuir a un sistema de Seguridad Social por años. Y sin embargo, cuando se les da la oportunidad de apoyar cualquier tipo de privatización, como durante las administraciones Clinton y Bush, la idea ganó poca fuerza. Y ahora que el plan del representante Paul Ryan ofrece la posibilidad de que los mismos trabajadores contribuyan una tercera parte de sus cargos de Seguro Social a cuentas privadas similares, la idea sigue cayendo en oídos sordos.

Sin embargo, según Rasmussen Reports, esto puede estar cambiando. Casi la mitad de los encuestados ahora correctamente entienden “que hacer cortes al gasto público a largo plazo requiere grandes cambios” en la Seguridad Social, Medicare, y la Defensa. Esta cifra, añade Rasmussen, “sugiere una creciente toma de conciencia de las realidades presupuestarias entre el pueblo estadounidense”.

Privatizar el Seguro Social no podría tener más sentido, especialmente cuando se analiza en términos de dólares y centavos. La titularidad de la propiedad privada siempre ha impulsado la prosperidad económica, mejores salarios y mejores niveles de vida. Sólo aquellos cuyos objetivos son el empobrecimiento de los trabajadores estadounidenses y la reducción de su habilidad para manejar sus propios asuntos y el control de su propio futuro podría resistirse a una alternativa atractiva. Como señaló Piñera:

“Esta es una breve historia de un sueño que se ha hecho realidad. La lección final es que las únicas revoluciones que triunfan son las que ponen la confianza en el individuo y las maravillas que pueden hacer los individuos cuando son libres.