Basel Banking Committee Ready to “Strangle” Economy

real-agenda.com

The World Financial Order is almost complete. New measures will keep bailout monies in banks’ coffers, increase interests on loans while reducing credit availability.

A group of un-elected regulators has come to an agreement on how to strangle the global economy even further, while presenting their package of measures as “saving” policies” for a coming financial crisis.  The Basel Committee on Banking Supervision -current owners-  established more rules to exercise tighter controls on banks and the very financial system they managed to break by design.

At the top of the list, Jean Claude Trichet, warns that the no implementation of these policies would let banks free to do anything they want -he himself is a banker- and that the new rules would secure bank reserves for difficult financial times.  The package of rules was adopted on Sunday, and it has a very clear goal: “To protect International Economies”.  This confirms the group’s intention to establish a global financial system headed by no other than themselves.  Such Order would abide by their rules no matter what effects such rules have over individual national economies.

According to their published document, banks will have to triple their cash reserves -from 2 to 7 percent- which in their minds would act as a cushion for difficult times or when banks invest in junk financial products.  That amount is in itself ridiculous, if one takes into account that banks’ investments in dubious financial products is many times larger than 7 percent.  What this measure will do is to give banks an excuse to increase interest rates on loans and reduce their loan spending programs.  The reduction in available credit will achieve a goal the bankers had yearned for and that could not accomplish through the failed cap & trade fraudulent scheme: to bring global economic activity to a halt.

“The agreements reached today are a fundamental strengthening of global capital standards,” said Jean-Claude Trichet, president of the European Central Bank and chairman of the banking supervision group.  Trichet commanded the group dismissing some bankers concerns that these new measures will require them to curtail credit, which in turn would cripple economic growth. He said the new rules would “contribute to long-term financial stability and growth will be substantial.”  Other bankers sided with Trichet, saying the modest effect on growth or borrowing would be a small price to pay for a less explosive financial system.

What these new rules would achieve -if anything- is the legalization of bad investments, as banks will not have to worry about how to pay for loses.  They will have large amounts of money from investors to cover their backs.  In addition, banks will continue to count on nation states to make up for any shortfalls, as more bailouts for troubled banks have not been taken off the table.  The new rules issued by the group that includes former Goldman Sachs executive Ben Bernanke, will be approved in November by the G-20 before they are handed over to individual countries before they become binding.  Nation-states will have until January 1, 2013 to adapt to the new rules.

“Banks will unarguably be safer institutions,” said Anders Kvist, representative of SEB, a bank that operates out of Stockholm.  Shouldn’t Nation-states have the prerogative to regulate banks operating in their territories?  Meanwhile, bankers continue to point out the new measures will reduce the amount of available credit for borrowers but were not bothered by the other side of the coin: Centralized Control.  That is what this is all about.

The Basel Committee on Banking Supervision, again, a group of un=elected bankers mandates banks to “protect themselves” when they invest in financial instruments of dubious origin.  How about letting banks operate freely and collapse if they have to, due to their irresponsible investment practices?  The new provisions, called a leverage ratio, will obligate banks to hold reserves against all their money at risk.  That is like the nanny global order telling their children not to pick their noses in public.

Of course, there are those to whom global financial regulation is never enough.  Some G-8 countries were pushing for an additional 2.5 percent increase, during “good times” of economic overheating. According to the document released by the group, the rules would be adopted gradually to give banks time to adjust.  Some of the measures will not take effect until 2019, with banks having to start raising cash in 2013.  Too little too late?

The Basel Regulators left the door open to imposing stricter rules on “important” banks, whose problems -irresponsibilities- can infect the whole financial system.  The banksters’ representatives in the US -The FED, FDIC- issued a common statement saying the agreement is a significant step towards reducing the occurrence of future financial crises.  Although Nation-states still have the ability to reject these new regulations and create and approve some of their own, the international financial order has been clear that failure to adopt their newest package of rules will be punishable with harsh changes in credit availability, large increases in interest rates and overall restrictions for financial aid.  Once the new polices are adopted they become binding and countries cannot abandon them.

In the meantime, the Basel group will allow banks to continue to receive government bailout money to raise capital through 2017.  Those banks that are not capable of raising enough cash may be obligated to merge or perish as part of the consolidation and control package the regulators have in mind.  Only in the US, it is estimated that some 400 banks are on the brink of failure.

Deutsche Bank in Frankfurt said it intends to sell shares for 9.8 billion euros to increase its reserves.  Other banks that will do the same include Société Générale -a bailed out bank- in France and Lloyds in Britain. The rules imposed by the Basel Group also include paying banks -with taxpayer money- to dispose of toxic assets such as derivatives.

O Terror de Outono

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Julho 25, 2010

Se há uma lição que a história mostra claramente, é que crises não aparecem por acaso. As grandes crises são provocadas para empurrar uma agenda. A primeira e segunda guerras mundiais são exemplos. O ataque do Golfo de Tonkin foi perpetrado artificialmente para criar outra crise que aumentou o controle dos globalistas. As operações terroristas Gladio e Northwoods são dois outros exemplos de como as elites jogam com as mentes do público para forçar seus planos. Mais recentemente, temos os ataques terroristas do 11de setembro e o derramamento de petróleo no Golfo do México.

Terror é a ferramenta preferida das elites para nos forçar a aceitar as suas políticas quando querem ou precisam. O que salvou a presidência de Bill Clinton não foi o seu entendimento da economia, mas seu ataque militar sobre a Bósnia e o ataque terrorista na cidade de Oklahoma. O que salvou a presidência de George W. Bush em seu primeiro mandato não foi seu caracter conservador ou a compaixão das suas ações, mas o ataque ao World Trade Center em Manhattan, Filadélfia e Washington. Agora, está sendo proposto por pessoas controladas pela elite, que só um ataque terrorista maciço pode salvar a presidência de Barack Obama. Um ataque da escala de Oklahoma City ou o 11 de setembro de 2001.

A suspeita de que um ataque maciço contra os americanos ou qualquer outro país do G8 está por chegar a fim de levar a outra, possivelmente, a última crise não é um exagero. A História ensina-nos bem. O que é mais chocante de uma crise criada para avançar uma agenda não é que vai acontecer, mas que essas as pessoas que trabalham para as elites saem e dizem aos quatro ventos que um ataque terrorista maciço é a única maneira de salvar a presidência de Barack Obama e tirar da lama onde ela está agora.

Em um artigo no Financial Times, um agente do governo de Bill Clinton, Robert Shapiro, deixou claro que Obama depende de um ataque para ressuscitar dos mortos. “A verdade é que os americanos não acreditam na liderança do presidente Obama”, disse Shapiro. “Ele tem que encontrar alguma maneira entre agora e novembro, para mostrar que ele é um líder que possa inspirar confiança e, na ausência de um evento à escala de 11 de setembro ou Oklahoma City, eu não posso pensar como ele poderia fazer isso.” Lembre-se da imagem de George W. Bush em pé sobre os escombros do World Trade Center? Onde estará Obama em outubro de 2010? Ele já teve o seu momento, como Bush fez com o Katrina, no Golfo do México, onde manteve os interesses da Coroa britânica sobre os do povo americano, deixando a BP fazer o que quis, literalmente.

A administração Obama não apenas não evitou a catástrofe do vazamento de óleo, mas também permitiu deliberadamente a se deteriorar. Obama impediu de ajuda externa e interna com a limpeza das águas do Golfo do México. Em vez disso, deixou a BP contratar capangas para impedir o resgate de animais selvagens e evitar a propagação do petróleo ao longo da costa do golfo. Enquanto você lê este artigo, BP utiliza as águas e o solo como um depósito de lixo tóxico. Ilhas foram transformadas em centros de morte, derramando cerca delas substâncias químicas que destroem a vida marinha em todo o Golfo. Embora a tecnologia existe para limpar as águas do Golfo do México, Obama e seus companheiros na BP decidiram deixar o óleo no mar, a fim de ter uma desculpa para promover a sua agenda Cap & Trade.

Olhando para trás na história, sob a presidência de Bush, o secretário de Defesa Donald Rumsfeld, sugeriu que um novo ataque terrorista podia ajudar a vender a guerra ao terror melhor. Os militares também sugeriram essa opção como uma forma para dar à falsa guerra global contra o terrorismo uma benção em tempos em que as pessoas estão cansadas da mesma. O tenente-coronel Doug Delaney, do Royal Military College estava sugeriu isso falando como chefe do curso de estudos de guerra. Naturalmente, um ataque contra os Estados Unidos ou em qualquer país do G-8 não teria apenas um impacto local ou regional. A maneira em que a economia mundial está “em depressão” faria que um ataque terrorista permita a instalação dum estado de lei marcial e um Estado Polícia que os globalistas desejam implementar. Além disso, levaria a uma queda mais rápida e ensurdecedora das economias ao redor do mundo.

A “surpresa de outubro”, como é chamada na América do Norte poderia vir de qualquer forma, não necessariamente uma bomba nuclear. Como vimos, não falta criatividade quando se trata de assustar as pessoas. Vimos como o estado da economia foi alterado através da compra e venda ilegal de produtos financeiros imaginários “Derivativos”, agora sabemos como invadir um país e perder uma guerra, e certamente estamos cientes que estamos vivendo as conseqüências de um derramamento de óleo mal administrado -a propósito.

Mas há um detalhe que o próximo ataque pode ter e que nenhúm outro teve. Parece um segredo de polichinelo que desta vez a culpa de qualquer ataque seria concedida para os cidadãos. Qualquer e todos aqueles que criticam o governo e suas ações ilegais foram alvo de ataques do governo ao longo da história. Agora, aqueles que fazem suas vozes sejam ouvidas não somente podem ser presos ou detidos por toda sua vida. Eles mesmos serão responsabilizados por qualquer ataque. Nos Estados Unidos, o grupo conhecido como Tea Party é demonizado diariamente pela mídia corporativa. É claro que nem todos no Tea Party são verdadeiros patriotas, pelo fato de estar infiltrado pelos serviços secretos do governo. No entanto, o verdadeiro Tea Party, é formado principalmente por cidadãos interessados que apóiam o congressista Ron Paul. Eles são objecto de ataques contínuos por parte da polícia, mídia e outros grupos que estão na folha de pagamento do governo.

Então, o que deveria fazer um presidente, quando seu apoio afunda apenas nos primeiros 18 meses de mandato? Nada! Porque nenhúm presidente é capaz de decidir o que é feito. Ele senta-se lá como líder, como o personagem principal do teatro de fantoches. Ele é forçado a fazer o que lhe dizem seus donos. Qual homem inteligente deixaria um desastre químico acontecer? Qual homem o mulher graduado de Harvard mantém os interesses das corporações, bancos e militares acima dos do povo? Só que ele foi criado e é controlado por eles. Também um homem que é chantageado por aqueles que o colocaram no poder.

Outra questão que continua sem ser abordado é: Por que os cidadãos estão em revolta contra o seus governos? Poderia ser porque, para eles, as pessoas são um produto que pode-se vender ou leiloar para o maior lance? Será porque os cidadãos são abusados até terminar com sua última gota de sangue, suor e paciência em seus corpos? Talvez seja o fato de as pessoas ser tratadas como criminosos em seu próprio país, enquanto os criminosos estão soltos na rua. Isto não é porque não há fundos suficientes para manter as vilas e cidades seguras, mas porque foi projetado para ser assím. Se aumentam os impostos, mas se cortam os serviços básicos. Se aumentam os impostos, mas se subsidia o colapso da indústria. E quando esta não for boa, os governantes decidem que é uma boa idéia bombardear os cidadãos irracionais. Na mentalidade coletivista, este bombardeio para acalmar o clima seria feito para beneficiar a maioria, é claro.

Uma coisa em que os governantes não mentem, é o que eles realmente querem fazer conosco. Eles disseram que queriam um ataque terrorista maciço para consolidar seu controle sobre pessoas e recursos, e eles fizeram isso (Projeto para um Novo Século Americano). Quando eles disseram que colapsaria a economia mundial, também o cumpriram (os derivativos, os ativos tóxicos, o FMI e os programas de empréstimo do Banco Mundial). Agora, estamos mais uma vez advertidos que outra grande surpresa está chegando e não temos razão para duvidar deles. Principalmente porque ao contrário da maioria da corrupção atual, os meios de comunicação estão enchendo todas as colunas de cenas de tristeza e desgraça, repetindo o que os terroristas -governantes- dizem.

Quinze anos atrás, não ouvimos falar do grupo Bilderberg na mídia, ou como os bancos centrais são privados e controlados desde o topo da pirâmide. No entanto, estas e outras “teorias da conspiração” são explicados em detalhe todos os dias. Políticos, profissionais, jornalistas e toda a gente na rua sabe que o mundo é controlado por um punhado de famílias. Eles, obviamente, fazêm parecer como se é bom para nós que as coisas sejam desta maneira. Apresentam aos governantes e suas “soluções” como os únicos que podem nos salvar, ao invés de nos dizer a verdade: que são eles quem causam as crises.

A máscara de Obama caíu. Na verdade, as máscaras de todos os presidentes e chefes de governo caíram.

Qual será a forma do Terror de Outono? Quem sabe? O importante é que fomos alertados e temos de nos preparar.

El Terror de Otoño

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Julio 18, 2010

Si hay una lección que la historia muestra claramente, es que las crisis no aparece al azar.  Las crisis importantes son causadas para promover una agenda. Las Guerras Mundiales I, II, son ejemplos de esto. El ataque del Golfo de Tonkin es otra crisis creada artificialmente perpetrada para aumentar control. Las operaciones terroristas Gladio y Northwoods son otros dos ejemplos de cómo las élites juegan con la mente del público para forzar un plan. Más recientemente, tenemos 9 / 11 y el derrame de petróleo en el Golfo de México.

El terror es la herramienta favorita de las élites para forzarnos a aceptar sus políticas cuando quieren o necesitan. Lo que salvó la presidencia de Bill Clinton no era su comprensión de la economía, pero su ataque militar en Bosnia y el atentado de Oklahoma City. Lo que salvó la presidencia de George W. Bush en su primer mandato no fue su compasión o acciones conservadoras, pero el ataque en el Centro Mundial de Comercio en Manhatan, Filadelfia y Washington. Ahora, está siendo propuesto por entes controlados por la élite, que sólo un ataque terrorista masivo puede salvar la presidencia de Barack Obama.  Uno de la escala de Oklahoma City o del 11 de septiembre 2001.

La sospecha de que un ataque masivo contra los americanos o cualquier otra nación del G8 está en por llegar con el fin de llevar a otra, posiblemente la última crisis no es una exageración. La historia nos enseña bien. Lo que es más escandaloso de una crisis  ingeniada, no es que va a suceder, pero que estos entes que trabajan para las élites salgan y lo digan a los cuatro vientos: que un ataque terrorista masivo es la única forma de rescatar la presidencia de Barack Obama del fango donde se está ahora. En un artículo en el Financial Times, un ex operativo de Bill Clinton, Robert Shapiro, dejó claro que Obama depende de un ataque en el otoño para resucitar de entre los muertos.

“Lo fundamental aquí es que los estadounidenses no creen en el liderazgo del presidente Obama”, dijo Shapiro. “Él tiene que encontrar alguna manera de aquí a noviembre de demostrar que él es un líder que puede inspirar confianza y, a falta de un evento de la escala del 11 de setiembre o de Oklahoma City, no puedo pensar en cómo podría hacer eso.” Recuerdan la imagen de George W. Bush de pie sobre los escombros del World Trade Center? Adónde estará Obama en octubre? Él ya ha tenido su momento -como Bush lo tuvo con Katrina- en el Golfo de México, donde mantuvo los intereses de la corona británica por encima a los de su gente, dejando que BP se saliera con la suya, literalmente.

La administración Obama no sólo no impidió el desastre del derrame de petróleo, sino también a propósito permitió que empeorara. Obama impidió que extranjeros y locales ayudaran con la limpieza de las aguas del Golfo de México. En su lugar, permitió que BP contratara a matones para bloquear el rescate de la fauna y evitar la propagación del petróleo a lo largo de la costa del Golfo. Mientras usted lee este artículo, BP usa el agua y la tierra como vertederos de tóxicos. Ha transformado las islas en  centros de muerte, mediante el vertido de productos químicos a su alrededor, que agotan la vida marina en todo el Golfo. A pesar de que existe la tecnología para limpiar las aguas del Golfo de México, Obama y sus compinches en BP eligieron dejar verter el petróleo en el océano con el fin de tener una excusa para promover su programa Cap & Trade.

Mirando hacia atrás en la historia, durante el gobierno de Bush, su secretario de Defensa, Donald Rumsfeld, sugirió que un nuevo ataque terrorista podría ayudar a vender la guerra contra el terror mejor. Los militares también plantearon esta opción como una sugerencia para darle a la guerra global contra el terrorismo un gran impulso en los tiempos cuando la gente está cansada de guerra. El teniente coronel Doug Delaney, del Colegio Militar Real hizo esta declaración como la cabeza del curso de estudios de guerra. Por supuesto, un ataque contra los Estados Unidos o cualquier país del G-8 no sólo tendría un impacto local o regional. La manera en la que la economía mundial va -Depresión- haría que un ataque terrorista diera paso a un estado general de Ley Marcial y el Estado  Policía que los globalistas quieren implantar.  Además, provocaría un colapso más rápido y más ensordecedor de las economías de todo el mundo.

La “sorpresa de octubre”, como se le llama en América del Norte podría venir en cualquier forma, no necesariamente una bomba nuclear. Como hemos visto, a los gobernantes no les falta creatividad cuando se trata de asustar a la gente. Hemos visto como el estado de la economía fue cambiado a través de la venta y compra ilegal de productos financieros  imaginarios -derivatives-, ahora sabemos cómo invadir un país y perder una guerra y, ciertamente, es de conocimiento de todo el mundo que estamos viviendo las consecuencias de un derrame de petróleo mal administrado -a propósito-. Pero hay un detalle que el próximo ataque puede tener y que ningún otro ha tenido. Parece ser un secreto a voces, que esta vez la culpa del ataque se adjudicaría a los ciudadanos. Eso es. Cualquiera y todos los que critican fuertemente al gobierno y sus acciones ilegales han sido el objetivo ataques del gobierno mismo a lo largo de la historia. Ahora, los que hagan oír su voz no sólo serán puestos en prisión o detenidos de por vida. Ellos mismos serán culpados por cualquier ataque.

En los Estados Unidos, el grupo conocido como Tea Party es satanizado todos los días por los medios de comunicación corporativos. Por supuesto no todo el mundo en el Tea Party es un verdadero patriota debido al hecho de que está infiltrado por el gobierno y matones de inteligencia. Sin embargo, la verdadera Tea Party, formada por ciudadanos preocupados principalmente quienes apoyan al congresista Ron Paul ha sido víctima de continuos ataques de la policía, los medios de comunicación y otros grupos que están en la nómina del gobierno.

Entonces, ¿qué debe hacer un presidente cuando las encuestas le hunden en sólo los primeros 18 meses de mandato? ¡Nada! Debido a que ningún presidente está en condiciones de decidir qué se hace. Él se sienta allí como el líder, como el personaje principal en el espectáculo de títeres. Se le dice qué hacer y cómo hacerlo. Qué hombre inteligente, consciente dejaría un desastre químico simplemente suceder? Cuál graduado de Harvard dejaría que las corporaciones, los bancos y los intereses militares estar por encima de los del pueblo? Sólo aquel que fue creado, y que es controlado por ellos. También un hombre que es chantajeado por aquellos que lo pusieron en el poder.

Otra pregunta que queda por abordar es: ¿Por qué los ciudadanos están en revuelta contra su gobierno? ¿Podría ser porque para ellos, los ciudadanos son un producto que pueden vender o subastar al mejor postor? ¿Puede ser porque los ciudadanos son abusados hasta acabar con su última gota de sudor, sangre y paciencia en sus cuerpos? Tal vez es el hecho de los ciudadanos son tratados como delincuentes en su propio país, mientras que los criminales están sueltos en la calle. Esto no es así porque no hay fondos suficientes para mantener los pueblos y ciudades seguras, sino porque fue diseñado para ser así. Cobrar más impuestos, recortar los servicios básicos. Cobrar más impuestos, pero subsidiar el colapso de la industria. Y cuando esto no es bueno, los gobernantes deciden que es una buena idea bombardear a los ciudadanos irracionales. En la mentalidad colectivista, este bombardeo para calmar los ánimo se haría para beneficiar a la mayoría, por supuesto.

Hay una cosa sobre la que los gobernantes no mienten, y eso es lo que realmente quieren hacer con nosotros. Cuando dijeron que querían un ataque terrorista masivo para consolidar aún más su control de las personas y recursos, lo hicieron (Proyect for a New American Century). Cuando dijeron que colapsarían la economía mundial, lo hicieron (los derivatives, los activos tóxicos, el FMI y los programas de préstamo del Banco Mundial). Ahora se nos advierte una vez más que otra gran sorpresa se acerca y no tenemos ninguna razón para dudar de ellos. Sobre todo porque a diferencia de la mayoría de la corrupción corriente, los medios de comunicación están siriviendo de altavoz para mostrar escenarios de oscuridad y perdición, haciéndose eco de lo que los terroristas -gobernantes- dicen. Hace quince años, no se oía hablar del Grupo Bilderberg en los medios de comunicación; o cómo los bancos centrales son privados y controlados desde la parte superior de la pirámide. Ahora bien, estas y otras “teorías conspirativas” se explican en detalle todos los días. Los políticos, profesionales, periodistas y todo el mundo en la calle sabe que el mundo es controlado por un puñado de familias. Ellos, por supuesto, hacen que parezca como si es bueno para nosotros que sea así. Presentan a los gobernantes y sus “soluciones” como los únicos que nos pueden salvar; en lugar de decirnos la verdad: Que son ellos los que causan las crisis.

La máscara de Obama ha caído. De hecho, las máscaras de todos los presidentes y jefes de gobierno han caído.

¿Cuál será la forma del Terror de Otoño? ¿Quién sabe? Lo importante es que hemos sido alertados y debemos prepararnos.

Cap and Trade: Polluting is allowed so long you pay the banksters

Kerry and Lieberman want the industry to pay bankers a fee for emitting.  In other words, they want to legalize unlimited pollution.  The results will be an end to industry at the local and regional levels, with massive, worse than ever before emission for anyone who can pay the new tax (Transnational Corporations).  The bill presented in May will also regulate how much energy citizens can use. It will also pursue the same failed green policies Spain is now abandoning.

CNSNews

Senators John Kerry (D-Mass.) and Joe Lieberman (I-Conn.) said they are not worried that their cap-and-trade plan might harm

The Cap-and-Trade scheme is part of the largest transfer of money and resources from the poor and the middle class to the corporate Lords.

fellow Democrats going into the November elections, at a time when voters are more concerned about bread and butter issues such as the economy and the 9.7 percent unemployment rate.

The bill, the American Power Act,  was unveiled in May and would establish a nationwide cap-and-trade system that would regulate the amount of carbon dioxide emitted into the atmosphere. In exchange, the bill would also extend various tax subsidies and credits in an attempt to make renewable energy sources relatively affordable.

Cap and trade basically means that a ceiling, a cap, would be placed on certain carbon-emitting manufacturers who would be allowed to exceed that cap if they purchase carbon credits (trade), the proceeds of which would be invested in alternative energy after the government collected a portion of those proceeds. (Some analysts describe the plan as “cap and tax.”)

CNSNews.com on Tuesday asked Sens. Kerry and Lieberman whether they were concerned that pushing such a low-priority issue so close to an election would reinforce the perception that Congress and its Democratic leaders were out of touch with the American people. (Lieberman, though an Independent, is a former Democrat who now caucuses with the Democrats in Congress.)

Lieberman acknowledged that the public is concerned with fiscal issues: “Deficit, debt is on the minds of the voters,” he said. “The American Power Act has been constructed to be deficit-neutral [and] we’re going to get the CBO analysis later this month or early next month.”

Kerry went on at length, saying that  Americans support many of the provisions in his bill: “When you put the worst arguments characterizing our legislation against the best arguments for energy independence — for jobs, for health, and cleaning up the environment — overwhelmingly Americans land on the side of a comprehensive bill,” said Kerry.

Kerry said that the debate going forward will not be about convincing the public of the veracity of global warming claims, but about trying to redefine cap and trade legislation as something that will benefit the struggling economy.

“Nothing that we do with respect to this bill rides on persuading people ultimately about climate [change],” Kerry said.

“Do Americans want to say no to anywhere from 250,000 to 540,000 jobs a year for the next 10-20 years? I don’t think so,” said Kerry.  “Do Americans want to let China take the lead in solar and wind technologies that we invented? I don’t think so. This is about getting America into the marketplace. This is a $6 trillion market with 6 billion potential users.”

Kerry and Lieberman, in an apparent nod to voters’ fiscal concerns, may have a steep hill to climb in convincing the public that their economic plan will lead to a better economy.

Polls show that Americans are not particularly taken with the issue of global warming, the driving force behind the Kerry-Lieberman effort. A March 2010 Gallup survey, for example, found that 48 percent of Americans thought that global warming claims were exaggerated.

That same survey found that 67 percent of Americans thought that global warming would not pose a serious threat to their well-being in the future.

Polls also have shown that global warming does not rank high on Americans’ list of concerns. An April 2010 Gallup survey found that Americans ranked environmental issues and global warming last when asked which issues they thought were the most important in determining how they will vote in November 2010.

Only 46 percent of Americans said that global warming was either “extremely” or “very” important to their voting decisions. By contrast, 93 percent said the economy was either very or extremely important to their voting choices. In fact, the economy was the only issue of the seven polled that a majority of voters, 53 percent, called extremely important to their voting decision.

Global warming was ranked as extremely important by only 22 percent of respondents.

The same March 2010 Gallup survey that showed skepticism of global warming also found that only 30 percent of the public thought that energy and climate legislation would either probably or definitely help the economy. Among those, only six percent thought federal legislation would definitely help.

Conversely, 48 percent thought that federal climate and energy legislation would either definitely or probably hurt the economy. The percentage of Americans who thought that federal energy legislation would either probably or definitely hurt the economy actually rose from one year ago, the survey found, while the number of people who thought the legislation might be beneficial declined.