O Modelo Monopolista, Realidade, e a Busca pela Liberdade Individual

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 3 JULHO 2012

É interessante ler os pensamentos das pessoas que foram treinadas no sistema educacional tradicional e saber o que eles pensam sobre a atual crise econômica global. Suas explicações são geralmente cheias de teorias que eles leram em seus livros cuidadosamente preparados para que eles estivessem mais do que dispostos a repetir o que eles aprenderam ao ignorar as opiniões dos outros, como se o que aprenderam nos livros de texto era um reflexo fiel da realidade. Infelizmente, diplomas universitários e nomes cativantes não dão uma imagem fiel das verdadeiras razões pelas quais estamos em crise hoje.

História é determinada por quem a escreveu, por isso só fornece uma referência para a qual olhamos. A questão é onde devemos procurar para ter uma boa idéia sobre o que aconteceu e como isso reflete sobre o que está acontecendo hoje em todos os aspectos da vida?

A atual crise econômica é um grande tema, que não pode ser discutido em um artigo. Eu não poderia explicar a situação atual do mundo em este texto ou responder a perguntas enviadas pelos leitores. É muito complicado. Mas, isso não significa que eu vou tentar fugir da responsabilidade.

Então aqui está:

Nós estivemos sob o mesmo sistema económico e financeiro, pelo menos nos últimos 100 anos. Este sistema foi concebido muito mais cedo por pessoas muito inteligentes que reconheceram que o monopólio era o melhor modelo de negócio para si. Desde então, estes homens têm controlado o monopólio e com isso, todos os aspectos do desenvolvimento humano. Eles moldaram o tecido social do mundo moderno, mantendo estrito controle sobre os recursos, a sua disponibilidade, desenvolvimento, e como resultado, a forma como os mercados funcionam. Portanto, não podemos nem mesmo começar a acreditar que alguma vez houve qualquer sinal de uma economia de mercado livre em qualquer lugar do mundo.

Ao longo da história humana, as pessoas se uniram para criar grupos fortes para ajudá-los a cuidar de seus interesses. O sucesso destes grupos foi baseado nas necessidades de cada pessoa e que seus direitos fossem respeitados. Grande parte do sucesso das primeiras formas de civilização foi baseado no respeito dado aos direitos naturais do indivíduo como o direito à vida, à propriedade, a defesa da privacidade, e assim por diante. No momento que houver uma violação desses direitos, ou quando alguém usou a força para limitar ou dispor de tais direitos, as civilizações se esforçaram para encontrar o equilíbrio novamente.

Estas lutas têm sido uma constante ao longo da história, porque sempre existiu gente que não tinha a intenção de respeitar os direitos individuais e naturais (lei natural), mas queriam encontrar a forma para governar os outros. Então surgiu a idéia de instalar o que é conhecido hoje como um Governo, porque se pensava que este poderia ser melhor para lidar com tudo o que os indivíduos tinham criado há milhares de anos, de modo que as pessoas confiaram suas vidas a um grupo de servidores de confiança. Mais tarde, soubemos que o governo é apenas um instrumento para manter o monopólio, uma vez que com sucesso esconde a realidade na que todos nós vivemos e nos mantém ocupados, trabalhando durante a maioria de nossas vidas para manter a burocracia fraudulenta que os homens monopolistas apoiam.

Os servidores de confiança foram comprados e pagos pelos homens monopolistas. Eles perceberam que era muito mais fácil de subornar, ameaçar ou manipular alguns bons homens, em vez de tentar ameaçar ou manipular populações inteiras. Assim foi como os homens monopolistas se tornaram donos do Governo. O modelo de negócios monopolista acompanha à humanidade de hoje, e cada dia que passa, o monopólio torna-se mais poderoso expandindo a sua influência para ganhar o poder de limitar ou proibir o acesso aos recursos, matérias-primas, tecnologia e aumentar seu poder político. É onde estamos hoje. Homens monopolistas encontraram uma maneira de legalizar o modelo da máfia usado em seus negócios e que depois foi implementado no governo. É através deste modelo que eles conseguem controlar todos os aspectos do nosso estilo de vida.

O que um economista acredita ou pensa sobre o que é bom ou ruim para um país ou um continente é irrelevante se o economista não leva em conta que a economia é controlada por poderosos interesses corporativos que rodam tudo. Nenhuma teoria econômica terá sucesso em explicar por que aconteceu uma crise ou como corrigi-la, a menos que reconheça suas verdadeiras origens. Diplomas universitários, livros de economia títulos dados por grupos respeitáveis não ajudam quando se tenta explicar por que o mundo está na mais profunda depressão da história moderna. Nós todos temos que reconhecer que no mundo de hoje os Estados-nação já não decidem o que acontece com os seus próprios destinos, ou os de seus cidadãos. Os homens monopolistas decidem. Eles continuam a fazê-lo até que a humanidade acorde para o que está por trás da cortina – ou, neste caso, quem está por trás da cortina.

A humanidade nunca poderá desfrutar do capitalismo real, mercados livres e da justiça social — o que seja que isso significa — a menos que sejamos capazes de reconhecer como o sistema realmente funciona. Keynes, Krugman e todos os outros pensadores e cabeças falantes não contribuem nada de novo para um debate econômico, porque eles só repetem o que aprenderam na faculdade ou qualquer outro modo de doutrinação a que foram sujeitos. Não há realmente nada de novo ou benéfico que podemos obter, a fim de analisar o estado atual da humanidade, se tomarmos como ponto de partida as ideologias que tem nos enganado e que foram inventadas pelos mesmos homens monopolistas que eu mencionei acima, como uma ferramenta para dividir e conquistar. As mesmas pessoas que inventaram a teoria do socialismo, são as mesmas que inventaram o fascismo, a democracia e todas as outras faces do mesmo dado.

No entanto, há esperança.

Sem dúvida, uma grande minoria de pessoas já estão conscientes desta realidade, e essa minoria vai ter que liderar uma vez mais a maioria ignorante, a fim de libertar a humanidade do mal que trouxe o monopólio mundial. Se existe algum resultado positivo da atual crise econômica, e que tem acordado milhões de pessoas em todo o mundo. Esta crise tem sido uma oportunidade para abrir nossos olhos e ver além do que é mostrado para nós como uma realidade, mas que nada mais é que uma fraude. Os estágios iniciais de uma nova luta para o retorno à liberdade individual está começando a engatinhar agora e como aconteceu no passado, passara muito tempo antes de esta luta concluir.

À medida que o monopólio pode ser definido como a falta de igualdade, a igualdade não será conseguida usando uma poderosa entidade que rouba de uns para dar aos outros. Os pobres precisam ser educados sobre a realidade, então eles serão capazes de superar-se e criar o seu próprio presente e futuro. No momento em que as pessoas entendam os conceitos de direitos individuais, auto-responsabilidade, auto-governo e assim por diante, é quando nós seremos capazes de derrotar o sistema de monopólio.

As pessoas no poder viram uma grande oportunidade e a aproveitaram — para o pior, como agora sabemos. Mas eles tiveram a liberdade de escolher. Todos devemos ter a oportunidade de aproveitar as oportunidades, mas com a compreensão de que temos a responsabilidade de cuidar de nós mesmos e construir nossas próprias vidas, ao invés de roubar dos outros para chegar à frente. Finalmente, a igualdade deve ser um conceito que significa que todos sejam igualmente bem-sucedidos em todos os sentidos da palavra, e não igualmente pobres, que é o que os líderes do socialismo moderno, que apoiam a intervenção do Estado querem — às vezes até sem saber.

Pessoalmente, tenho de acrescentar que o uso da força ou violência –que é o que homens monopolistas e os governos costumam fazer — para impor pontos de vista, políticas, ou seus desejos, apenas nos impede de alcançar o tipo de mundo em que a maioria de nós quer viver. No momento em que as pessoas entendam que impor nossa vontade sobre alguém pela força ou coerção é a raiz de todos os nossos problemas, será quando poderemos  resolver muitos destes problemas. Isso vai acontecer quando as pessoas saibam e entendam o conceito de auto-governo, auto-responsabilidade e respeito pelos direitos inalienáveis que temos como indivíduos. Depois que a maioria de nós aprender e entender esses conceitos, podemos sentar e debater sobre economia, política ou qualquer outro assunto.

Elites Culpan al Capitalismo por la Crisis Financiera

El mismo grupo de corporatistas que usan, abusan y profanan el capitalismo y que crearon la actual crisis ahora sostienen que un sistema centralizado controlado por ellos mismos es la única manera de salir de la crisis. Esta es la Tecnocracia global.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
26 de enero 2012

No hay duda de que cuando todo esté dicho y hecho, la conferencia de Davos sobre la economía mundial concluirá que el capitalismo, no la corrupción corporativa es el culpable de la crisis financiera y económica actual. Esta conclusión ya se escucha en las observaciones formuladas por los economistas y líderes empresariales de la élite durante la reunión en Davos, Suiza.

Los representantes de los sectores económicos y políticos se unen para pedir “soluciones reales” a los problemas que afectan a la economía mundial, con un esfuerzo concertado para culpar a la zona del euro por la mayoría de la decepción expresada por sus pueblos. Temas de conversación han flotado en los medios corporativos y agencias de noticias. Con lemas como “la zona del euro no ha hecho lo suficiente, el capitalismo es el culpable, tenemos un sistema anticuado y no podemos seguir como hasta ahora, la élite intenta llegar a un acuerdo común que defina el plan para un gobierno centralizado global y que controle todos los aspectos de las estructuras económicas y financieras.

Miembros de la élite ya están llamando al sistema capitalista “obsoleto y en ruinas.” Irónicamente, este fue el sistema, en su versión modificada, lo que les permitió consolidar el poder y los recursos por los últimos 100 años. Un puñado de familias, los controladores reales detrás de la cortina, moviendo los hilos de los gobiernos y las instituciones económicas y financieras supranacionales desde 1913 se dotaran del capital político y económico que les aseguró un control casi total sobre las repúblicas y las democracias de todo el mundo. Pero ahora que la gente parece estar tomando conciencia de sus travesuras, los elitistas quieren deshacerse de este sistema.

Algunos de los enemigos más directos del capitalismo real son ignorantes voluntarios como Hugo Chávez, Evo Morales y Lula Da Silva, que predican a su pueblo acerca de la grandeza del insostenible socialismo y comunismo, mientras que su propia gente vive en la pobreza y se hacen cada vez más dependiente del Estado. Ellos lo hacen para mantener la oposición a sus régimenes bajo control. Es oposición controlada por las dádivas estatales y el sistema de soborno llamado Estado Benefactor. En el otro lado del charco están los grupos liderados por George Soros, Larry Summers, Tony Blair, Etienne Davignon y los otros líderes de las organizaciones financieras. Son todos los peones, los títeres, los cuales están disponibles, cada vez que una nueva iniciativa es diseñada para aumentar el control general del planeta.

“Tenemos una carencia general de moralidad, estamos sobre-apalancados, hemos dejado de lado la inversión en el futuro, y esto socava la cohesión social, y estamos en peligro de perder por completo la confianza de las generaciones futuras”, dijo Klaus Schwab, fundador del Foro Económico Mundial llevado a cabo tradicionalmente en Suiza. Él se apresuró a señalar que “la solución de problemas en el contexto de los modelos antiguos y arruinados solamente cavarían un hoyo mayor.” Por supuesto que no dijo cómo el capitalismo, al que desestimó como un sistema obsoleto y desintegrado, ha servido a la agenda globalista y ha sido modificado de cualquier manera posible para dar cabida a las políticas solicitadas por ocho familias y algunas de sus 100 principales corporaciones -muchas de las cuales tienen PIB’s mayores a los de ciertos países– y que son propietarias de casi todo.

“Estamos en una época de profundos cambios que necesitan urgentemente nuevas formas de pensar, en lugar de más negocios como de costumbre. El capitalismo en su forma actual, no tiene lugar en el mundo que nos rodea “, dijo Schwab a la AFP. Lo que quiere decir este hombre es que las economías de libre mercado verdaderas no son más el modelo que los globalistas va a utilizar. La versión prostituida que la élite usa fue revelada por los medios de comunicación alternativa, que cada vez se van convirtiendo más en los verdaderos medios de comunicación, y las élites no tienen más interés en continuar con el abuso de este sistema. En cambio, los globalistas tienen ahora el objetivo de consolidar el modelo de capitalismo corporativo que les dio tantos dividendos en especial en las últimas dos décadas. Este sistema no incluye la regulación del monstruo corporativo, cuya cabeza dicta cómo el dinero y los recursos se administran, quien recibe sus dádivas y quien no, y la fusión aún más rápida con las estructuras de gobierno que son cómplices desde hace décadas.

La confabulación en Davos, tal vez sólo segunda en importancia por debajo de la reunión del Grupo Bilderberg, recibe cerca de 1.600 personas en los sectores de la economía, la política y Academia. Al menos 40 de los participantes son jefes de sus gobiernos, los cuales son cómodamente controlados. El escaparate de la reunión pública pide a los dirigentes mostrar “nuevas ideas” para reemplazar el llamado capitalismo viejo y anticuado.

Tal vez el tema dominante en discusión en Davos es el “fracaso” del bloque europeo para resolver la crisis de la deuda creada por los banqueros que ahora dicen que odian el capitalismo, pero por la cual los Estados tienen que hacerse responsables. Aunque países como Grecia, Italia, Portugal y España, entre otros, aceptaron el dinero de los rescates, así como los planes de austeridad, los banqueros no están satisfechos. Ellos nunca lo están. Los gobiernos europeos también han adoptado las políticas dictadas por los banqueros, en lugar de liquidar la deuda, que en la mayoría de los casos ha sido adquirida ilegalmente. Ahora los países tiene que poner su infraestructura al mejor postor para pagar la deuda antigua, pero al mismo tiempo aceptan la nueva deuda como condición para ser “ayudados”. Y así sigue el esquema general de control.

Los mismos banqueros que quieren deshacerse del capitalismo, invirtieron todas sus fichas en ese mismo sistema por muchas décadas. “El tema principal es la preocupación por la economía global. Se hablará menos acerca de la responsabilidad social y el medio ambiente “, dijo John Quelch, decano de la Escuela de Negocios Internacional China-Europa a la AFP. Por lo tanto, no se buscarán soluciones para poner fin a los esquemas Ponzi por los que los países han comprado la deuda de derivativos creada por los banqueros. Ninguna investigación se llevará a cabo para saber por qué y cómo la deuda fue empujada a millones de contribuyentes o tan poco como solo el 10 por ciento de la deuda soberana, de hecho, corresponde a las cantidades adeudadas por los Estados. Los banqueros quieren cobrar el otro 90 por ciento de la deuda que se ha creado de manera ilegal.

Según las últimas previsiones del Banco Mundial el crecimiento de la economía mundial apenas llegará a 2,5 por ciento para 2012 y un 3,1 por ciento en 2013. Esto no es sorprendente porque, aunque los banqueros coinciden en que el sistema actual basado en la deuda es anticuado y poco fiable, este sistema es exactamente lo que usaron como una manera de “resolver” la crisis financiera creada por ellos mismos. Así que si su propio sistema, sus propias políticas y sus decisiones están siendo cuestionadas, porque son ellos mismos los que nuevamente deciden lo que hay que hacer? Porque si sus decisiones pasadas y las tramas de corrupción fueron el origen de la crisis de la deuda ahora es que todo el mundo les permite dictar una vez más lo que se debe hacer?

Elites Culpam o Capitalismo pela Crise Financeira

O mesmo grupo de corporatistas que usaram, abusaram e profanaram Capitalismo para trazer a crise atual agora alegam que um sistema centralizado controlado por eles é a única maneira de sair da crise. Esta é a Tecnocracia Global.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
26 janeiro 2012

Não há dúvida de que quando tudo estiver dito e feito, a conferência de Davos sobre a economia mundial vai concluir que o Capitalismo, não a corrupção corporativa, é a culpada da atual crise económica e financeira. Esta conclusão já pode ser tirada dos comentários feitos por economistas e líderes empresariais da elite previamente a reunião de Davos na Suíça.

Representantes dos setores econômicos e políticos se reúnem para pedir “soluções reais” para os problemas que afetam a economia global, com um esforço concentrado para culpar a zona Euro pela maior parte do desencanto expressado pelo povo. Pontos de discussão já flutuaram na mídia corporativa, bem como agências de notícias. Com conclusões como “a zona Euro não fez o suficiente, o Capitalismo é o culpado, temos um sistema ultrapassado e não podemos continuar com os negócios como de costume, os membros da elite pretendem chegar a um acordo comum que define o plano para um governo global centralizado que controle todos os aspectos das estruturas económicas e financeiras.

Membros de elite já estão chamando o Capitalismo de sistema “ultrapassado e em ruínas”. Ironicamente, foi esse próprio sistema, sob a sua versão modificada, o que lhes permitiu consolidar o poder e recursos pelos últimos 100 anos. Um punhado de famílias, os verdadeiros controladores por trás da cortina, tirando das cordas de governos e entidades económicas e financeiras supranacionais desde 1913 a dotaram-se com o capital político e econômico que lhes assegurou a abundância de controle sobre as democracias e repúblicas em todo o globo. Mas agora que as pessoas parecem estar despertando para suas travessuras, os elitistas querem-se livrar dele.

Alguns dos inimigos mais declarados do Capitalismo real incluem ignorantes voluntários como Hugo Chavez, Evo Morales e Lula Da Silva, que pregam para o seu povo sobre a grandeza do insustentável socialismo e o comunismo, enquanto eles próprios deixam seus povos vivendo na miséria e os fazem cada vez mais dependentes do Estado; um requisito para manter a a oposição a seus regimes sob controle. Do outro lado da lagoa estão os grupos liderados por George Soros, Larry Summers, Tony Blair, Etienne Davignon e do resto dos líderes das organizações financeiras. Todos eles são peões, marioneter, que estão a disposição, sempre que uma nova iniciativa é criada para aumentar o controle globalista do planeta.

“Temos uma falta de moralidade geral, estamos super-alavancados, temos negligenciado o investimento no futuro, e isto mina a coesão social, e nós estamos em perigo de perder completamente a confiança das gerações futuras”, disse Klaus Schwab, fundador do Fórum Económico Mundial, tradicionalmente realizado na Suíça. Ele foi rápido de salientar que “a solução de problemas no contexto de modelos ultrapassados ​​e em ruínas só cavará o planeta mais no buraco.” É claro que ele não disse como o Capitalismo, ao qual ele se referiu como um sistema caduco e desintegrando, tem servido a agenda globalista, e tem sido alterado em todas as formas possíveis para acomodar as políticas procuradas pelas 8 famílias e pouco mais de 100 de suas corporações que são donas de quase tudo.

“Estamos em uma era de profunda mudança que necessita urgentemente de novas formas de pensar, em vez de mais business-as-usual. O Capitalismo na sua forma atual, não tem lugar no mundo ao nosso redor “, disse Schwab à AFP. O que ele quer dizer é que o Capitalismo aberto e real com economias de livre mercado não é mais o modelo que os globalistas pretendem usar. A versão prostituída da elite foi revelada pela mídia alternativa, a qual está se tornando mais e mais na verdadeira mídia, porque não é do seu interesse continuar a abusar deste sistema. Em vez disso, os globalistas estão apontando agora para a consolidação do modelo de Capitalismo Corporativo que lhes deu tantos dividendos especialmente nas últimas duas décadas. Este sistema nao inclui nenhuma regulamentação do borg corporativo, cuja cabeça vai ditar como o dinheiro e os recursos são geridos, quem recebe suas propinas e quem não, e uma fusão ainda mais acelerada com as estruturas governamentais que são cúmplices há décadas.

A confabulação de Davos, talvez apenas o segundo em importância abaixo da reunião de Bilderberg, acolhe cerca de 1.600 pessoas dos setores da economia, política e acadêmica. Pelo menos 40 dos participantes são cabeças de seus governos confortavelmente controlados. A reunião vitrine publicamente pede que os líderes mostrem “novas idéias” para substituir o chamado velho, ultrapassado Capitalismo.

Talvez a questão dominante a ser abordada em Davos é o “fracasso” do bloco europeu para resolver a crise da dívida criada pelos banqueiros que agora dizem que odeiam o Capitalismo, mas de alguma forma que os Estados nação precisam lidar com ela. Apesar de países como Grécia, Itália, Portugal e Espanha, entre outros, aceitaram o dinheiro dos resgates assim como os planos de austeridade, os banqueiros não estão satisfeitos. Eles nunca estão. Os governos europeus também adotaram politicas ditadas pelos banqueiros, em vez de liquidar a dívida, que na maioria dos casos tinha sido adquirida ilegalmente. Eles colocam sua infra-estrutura a venda para pagar dívida antiga, mas aceitam a nova dívida como condição para “ser ajudados”. E assim continua o esquema global de controle.

Os mesmos banqueiros que querem se livrar do Capitalismo investiu todas as suas fichas nesse sistema antes. “A questão principal seria a preocupação com a economia global. Haverá relativamente menos conversa sobre responsabilidade social e questões ambientais “, disse John Quelch, reitor da Escola de Negócios China Europa Internacional para a AFP. Portanto, não soluções serão buscadas a fim de parar os esquemas Ponzi pelo qual os países adquiriram a dívida. Nenhuma investigação será realizada para saber por que e como a dívida foi empurrada sobre milhões de contribuintes ou como tão pouco quanto 10 por cento da dívida soberana, na verdade corresponde a montantes devidos por Estados-nação. Os banqueiros querem cobrar o outro 90 por cento da dívida que foi criada ilícitamente.

Segundo as últimas previsões do Banco Mundial o crescimento da economia mundial vai mal atingir 2,5 por cento para 2012 e 3,1 por cento em 2013. Isto não é surpreendente porque, apesar de os banqueiros concordam que o actual sistema baseado em dívida está ultrapassado e não é confiável, este sistema é exatamente o que eles usaram como uma forma de “resolver” a crise financeira criada por eles mesmos. Portanto, se seu sistema, políticas e decisões são as que estão sendo impugnadas, por que eles são novamente os que decidem o que precisa ser feito? Porque se as suas decisões passadas e esquemas de corrupção foram a origem da crise da dívida atual é que todo mundo lhes permitem mais uma vez, ditar o que deve ser feito?

Religión Ambientalista de la ONU: La Ecomafia toma fuerza en América Latina

El valor de la vida humana debe ser igual a la de un árbol o un insecto. Ese es el objetivo de la iniciativa aprobada en Bolivia y que fue elaborada por Evo Morales.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 13, 2011

Bolivia presentará este mes un proyecto a las Naciones Unidas para dar a la “Madre Tierra” los mismos derechos que los seres humanos tienen -que acaba de aprobarse como una ley nacional en Bolivia y que hace que los insectos, los árboles y todas las otras cosas naturales en el país sudamericano tengan el mismo valor al de una vida humana.

La oferta tiene como objetivo que las Naciones Unidas reconozca a la Tierra como una entidad viva que los seres humanos han tratado de “dominar y explotar” – hasta el punto que el bienestar y la existencia de muchos seres se ve ahora amenazada. ¿Se ha escuchado algo más absurdo? Primero, porque el planeta ya es considerado por la comunidad científica como una entidad viva, que cambia cada segundo, cada minuto. Ejemplo de ello son los cambios del tiempo, las erupciones volcánicas, los terremotos, las corrientes marinas y la aparición de nuevas formas de vida que se descubren anualmente en diferentes puntos del planeta. Las plantas y los árboles son seres vivos que respiran y llevan a cabo fotosíntesis que les permiten vivir y alimentar a los humanos.

El texto todavía puede evolucionar, pero la estructura general está destinada a reflejar la ley Boliviana de los Derechos de la Madre Tierra, que el presidente boliviano Evo Morales promulgó en enero.

En ese documento se habla de los recursos naturales del país como “bendiciones”, y otorga a la Tierra una serie de derechos específicos que incluyen los derechos a la vida, el agua y el aire limpio, el derecho a la reparación de los medios de vida afectados por las actividades humanas, y el derecho de estar libres de la contaminación.

También establece un Ministerio de la Madre Tierra, y proporciona el planeta con un Defensor, cuyo trabajo es escuchar las quejas de la naturaleza como la voz de activistas y otros grupos, incluyendo el Estado. Me pregunto ¿quién será ese Defensor y como se comunicará con la Madre Tierra para interpretar sus quejas?

“Si usted quiere tener equilibrio, pero cree que las únicas (entidades) que tienen derechos son las personas o empresas, entonces ¿cómo se puede alcanzar el equilibrio?”, dijo Pablo Salón, el embajador de Bolivia ante las Naciones Unidas, a Postmedia Noticias. “Pero si usted reconoce que la naturaleza también tiene derechos, y (si se proporcionan) las formas jurídicas para proteger y preservar esos derechos, entonces se puede lograr el equilibrio.” Este tipo de pensamiento, por más bien intencionado que sea, cae dentro del juego de palabras ya impulsado por las Naciones Unidas hace mucho tiempo, el cual pretende que las clases medias y bajas hagamos sacrificios ilimitados para salvar nuestro ambiente, mientras las corporaciones son excemptas de todo compromiso ambiental. Las reglas a seguir han estado escritas en documentos originados en la ONU por mucho tiempo. Entre estos documentos están los de la Agenda 21, donde se destaca la marginalización de ciertos grupos sociales y se imponen límites al acceso a los recursos naturales. En este documento, zonas protegidas, parques nacionales y áreas de conservación quedan bajo el mando de las Naciones Unidas y no de los países.

La aplicación de la ley parece destinada a plantear nuevos retos para las empresas que operan en el país, que es rico en recursos naturales, incluido el gas natural y el litio, pero sigue siendo uno de los más pobres en América Latina.

Pero mientras Salón dijo que su país sólo busca lograr la “armonía” con la naturaleza, este señaló que la las empresas mineras y otras pueden verse sometida a un mayor escrutinio. Este es el típico modus operandi cuando se busca nacionalizar el manejo de los recursos de un país los cuales quedan bajo el poder del gobierno central para después ser traspasados a las Naciones Unidas bajo el pretexto de la conservación y la sostenibilidad (en realidad son políticas de Eugenesia y control poblacional). Así ha sucedido por toda América Latina y África, en donde la ONU es dueña directa e indirecta de miles de acres de tierra en diversos países, los cuales no pueden ser utilizados para la siembra de productos agrícolas u otras actividades productivas. Mientras esto sucede, las poblaciones de esos países son azotadas con las mayores hambrunas jamás vistas.

“No estamos diciendo, por ejemplo, no se puede comer carne porque sabes que vas a ir en contra de los derechos de una vaca”, dijo. “Pero cuando la actividad humana se desarrolla a una escala determinada que causa la desaparición de una especie, entonces usted está realmente alterando los ciclos vitales de la naturaleza o de la Madre Tierra. Por supuesto, usted necesita una mina para extraer hierro o zinc, pero hay límites. ” Lo que el señor Salnón no sabe es que una vez que las áreas de conservación, parques nacionales y reservas biológicas caen en manos de la ONU, estas estarán a disposición de las grandes corporaciones -que controlan la ONU– para estas extraer los recursos naturales que en teoría se estarían protegiendo.

¿Porqué es que estos defensores de la Tierra no invierten su tiempo investigando los verdaderos peligros que enfrentamos los humanos y el planeta? ¿Porqué no exponen los peligros de los alimentos genéticamente modificados, la tiranía que representa Codex Alimentarius, el fraude que las organizaciones globalistas como la ONU, la OMC, la OMS el IMF y el Banco Mundial llevan a cabo diariamente y como estas organizaciones minan la soberanía de todas las naciones miembros? Ecuador y Bolivia junto con Chile, Argentina y Brasil abrigan hoy a algunas de las más poderosas famílias que controlan las corporaciones que estos países dicen aborrecer. ¿Porqué estos defensores de la Tierra no denuncian el crimen de la OMS y la ONU que usan a sus países como campos experimentales para probar vacunas tóxicas, químicos y pesticidas en sus poblaciones. ¿Porqué no exponen los peligros de los tóxicos que se agregan al agua potable, como el flúor (un producto de desecho industrial) y materiales radiactivos? ¿Dónde están estos defensores cuando el planeta es pulverizado diariamente con trillas químicas de aluminio, bario y cristales de fibra de vidrio que contaminan el aire, el agua y la tierra? Eso es lo que un verdadero defensor de la humanidad y la Tierra haría; exponer estos asuntos a las masas que son casi totalmente ignorantes y que viven preocupadas con temas superficiales y vacías.

Bolivia es un país con una gran población indígena, cuyos sistemas de creencias tradicionales adquirieron mayor resonancia tras la elección de Evo Morales, el primer presidente indígena de América Latina. En un panfleto de 2008 distribuido en la ONU mientras asistía a una cumbre de allí, Morales describió los 10 “mandamientos” que definen el plan de Bolivia para “salvar el planeta” – “. No es una sorpresa que el plan comience por decir que “Hay que acabar con el Capitalismo”. Señores, no ha habido capitalismo, si es que alguna vez lo hubo, por al menos 50 años.

¿Cómo se acaba con algo que no existe? ¿Ignorancia o complicidad?

Como reflejo de las creencias tradicionales indígenas, el tratado global propuesto dice que los humanos han causado “graves destrozos. . . que son ofensivos para las creencias, tradiciones y sabiduría de las culturas indígenas para quienes la Madre Tierra es sagrada. ” Esto es verdadero en parte. Pero, ¿cuáles son los humanos que causaron los destrozos? ¿Todos? ¿ Y todos por igual? No fue el Capitalismo el que causó los destrozos, pues es claro que este sistema no ha sido utilizado desde por lo menos la firma del acuerdo Bretton Woods. Probablemente solo existió en los libros. Lo que si existe es el Corporatismo, o sea gobiernos controlados por corporaciones y multinacionales que dictan las pautas a seguir, inclusive en lugares como Venezuela, Bolívia, Ecuador e Irán. Este es el sistema que debe ser eliminado para dar paso al verdadero Capitalismo y al verdadero libre mercado.

También dice que “la Madre Tierra tiene derecho a existir, persistir y continuar los ciclos vitales, estructura, funciones y procesos que sustentan todos los seres humanos.” En la cultura indígena andina, la deidad de la Tierra conocida como la Pachamama es el centro de toda la vida, y los seres humanos se consideran iguales a todas las otras entidades. Este pensamiento comulga con la teoría Gaia, donde la supervivencia de la Tierra está por encima de la de cualquier humano o grupo de humanos.

El debate de la ONU comienza dos días antes del reconocimiento en las Naciones Unidas del 22 de abril como el Segundo Día Internacional de la Madre de la Tierra – otra iniciativa liderada por Morales. El activista canadiense Maude Barlow es uno de los ambientalistas mundiales que respaldan la unidad con un libro que el grupo lanzará en Nueva York durante el debate de la ONU llamado: La Naturaleza Tiene Derechos.

“Va a tener gran resonancia en todo el mundo”, dijo Barlow, de la campaña. “Va a empezar con estos países del Sur tratando de proteger sus tierras y sus pueblos contra la explotación, pero creo que se será adoptada también en otras comunidades en nuestros países, por ejemplo, en Alberta.” Ecuador, que también tiene una gran población indígena, ha consagrado objetivos similares en su Constitución – pero la ley boliviana se dice que es “más fuerte”. Los ecuatorianos ya han mostrado su apoyo a la iniciativa de Bolivia, junto con Nicaragua, Venezuela, San Vicente y las Granadinas, y Antigua y Barbuda.

Capitalismo, falso Ambientalismo y el modelo Neo-feudalista

Por Luis R. Miranda
Opinión

Dados recientes comentarios en medios de comunicación al respecto de lo malo que es el Capitalismo, me siento en la obligación de decir que la mayoría de los comentarios son basados en fraudulentos aspectos de la historia contemporánea y no en los hechos reales que se han desarrollado a través de las últimas décadas. Para entender la realidad actual es necesario estudiar historia y con esto entender como el mundo funciona. Las poblaciones han sido adoctrinadas para que crean lo que esta en los libros, lo que dicen los académicos y lo que dice la prensa oficialista. También han sido adoctrinados para creer que las grandes organizaciones sociales existen para defenderlos de los grandes depredadores Capitalistas.

Es necesario que gran parte de la población participe de un proceso de re-educación al margen del sistema oficialista que se empeña en engañarlos y que es financiado en parte con el dinero de los impuestos colectados de la misma población. Esta re-educación tampoco se puede hacer creyendo lo que dice la prensa. Como hombre de prensa, conozco muy bien como la industria funciona y dado el hecho que los medios de comunicación -los más influyentes- pertenecen a grandes corporaciones, no hay manera de sentir confianza en lo que ellos dicen.

Hace muchos años, yo era como la mayoría, creía que el Capitalismo era el causante de todos los males y que el hombre era un ser malo, depredador. Pero me he dado cuenta, estudiando historia -no la de los libros de la escuela o los impresos por corporaciones- que esto es diferente.

Se habla constantemente mal del Capitalismo y me pregunto, ¿de cuál? si no hemos tenido Capitalismo desde por lo menos 1913. Muchas personas que crecieron adorando al Estado, pues provee todo, creen que Capitalismo es igual a Corporatismo. Hemos estado gobernados por corporatistas que se visten de capitalistas para mantener el engaño en el que muchas personas viven. Los humanos, no son depredadores. Unos pocos lo son. Por un lado se cree lo que las Naciones Unidas y su IPCC dicen: que los humanos causamos el calentamiento global, que debemos darle nuestra tierra y libertades a instituciones supranacionales no electas para estar a salvo de nosotros mismos. A menos que seamos parásitos que chupan sangre de los que trabajan para mantener vagabundos que quieren todo del gobierno, no entiendo porque algunas personas se empeñan en adornar al Estado.

Entrando en lo que es el falso Capitalismo, cualquier economista que conozca historia, le hará saber que el sistema que nos rige desde hace un siglo es Corporatismo Mercantilista, no Capitalismo. No han habido tales cosas como libre mercado o competencia comercial, sino proteccionismo, subsidios, políticas neo liberales, cuotas para exportaciones, etc. Ninguna de las anteriores pertenece al Capitalismo. Estas son originadas en políticas globalistas como los tratados de libre comercio y GATT, que promueven el endeudamiento como modelo de desarrollo y el término de el derecho a la propiedad privada. Este modelo favorece el modelo neo-feudalista que las corporaciones del Fortune 100 -muchas de las cuales tienen ingresos mayores a muchos paises- promueven. Se promueve como parte del falso ambientalismo y el falso capitalismo la idea de conservación y desarrollo sostenible, el cual no es más que un eslavón de la agenda globalista para tomar posesión de la propiedad privada, los parques nacionales y las áreas de conservación, como se explica en documentos de la Agenda 21 de las Naciones Unidas.

Esto se agrava por políticas monetarias y fiscales de los gobiernos, quienes las ejecutan como condición del FMI y el Banco Mundial para recibir prestamos que usted, sus hijos, nietos y bisnietos tendrán que pagar. La deuda como modelo de desarrollo no es Capitalista. Imprimir papel moneda sin sustentarlo con activos no es Capitalismo. Gastar mas de lo que se tiene y endeudarse para poder gastar más, no es Capitalista. El Capitalismo no es el depredador del ambiente, el Corporatismo lo es. Los mas grandes daños causados al ambiente fueron causados por corporaciones, no capitalistas. BP, Shell, Intel, Microsoft, los grandes bancos como Chase, Bank of America, Barclay’s Goldman Sachs, Merryl Lynch, así como las grandes corporaciones (Microsoft, Intel, GM, Monsanto, etc) y el gobierno, no son entidades capitalistas. Las corporaciones son dueñas de los gobiernos y mientras eso sea así, no habrá Capitalismo, sino Socialismo que impulsará la agenda de redistribución de la riqueza y consecuentemente el Fascismo.

Ninguno de los preceptos del Capitalismo apoya la destrucción del ambiente o el uso irracional de los recursos naturales. Como expliqué anteriormente, esta práctica es limitada a corporatistas quienes con su poder se aprovechan de los portones que las leyes dejan abiertos -a veces intencionalmente- para tomar ventaja de todos y de todo. El SER HUMANO no es depredador y el CAPITALISMO no causa la destrucción del ambiente o de cualquier otro aspecto de la sociedad. Se culpa al Capitalismo, que no hemos tenido por siglos -si es que alguna vez se tuvo- de cosas que este NO apoya en sus preceptos. Se etiqueta a los corporatistas y a las políticas neoliberales como “Capitalismo”, lo cual es en esencia equivocado. Estos comentarios y creencias solamente perpetúan conceptos erróneos que confunden al resto de la población.

Adendum: El Imperio Invisible (Documental).