A Mafia Narco no Rio: “O Estado criou esses caras”

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Dezembro 5, 2010

Com grande entusiasmo temos ouvido, lido e visto relatos na mídia tradicional como a polícia militar brasileira tomou posse do “morro do alemão” no Rio de Janeiro. As imagens eram claras e não houve dúvida de que o ataque chocou pessoas no Brasil e no estrangeiro. Isso é o que cada cidade do mundo deve fazer para manter seus cidadãos seguros, certo? Especialmente quando o Brasil sediará a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Que melhor maneira de parecer estar no controle do que colocar o exército nas ruas e prender 20 traficantes que vivem em uma área isolada do Rio e de onde controlam grande parte do tráfico de drogas que flui pela cidade?

Helio Luz, ex-chefe da Policia Civil, Rio de Janeiro.

Infelizmente, o que tem sido feito nos últimos dias pela polícia, pelo Exército e pela Marinha do Brasil é apenas um show, uma demonstração de força para os telespectadores e para aparecer ante o mundo que o governo é duro com o crime. No entanto, a realidade é diferente e a mídia não pode mostrá-la porque a polícia, o exército e a marinha não a incluiu no show. Vimos algumas partes dessa realidade escondidas nos filmes Tropa de Elite e Tropa de Elite II apresentados nos cinemas há algumas semanas. A realidade é que, como em outros lugares, o crime organizado, especificamente o que está ligado ao tráfico de drogas, é controlado pela mesma polícia. Como temos documentado, isso acontece, também, na Colômbia, México, América Central e Estados Unidos.

No Brasil, não é diferente. Não há necessidade de ser um privilegiado da informação para perceber que as gangues que roubam carros, bancos, executam seqüestros e os cartéis de drogas são, em muitos casos, controlados pela polícia e / ou os militares. É um daqueles segredos que todo mundo sabe, mas preferem ignorar. Então, nada melhor do que perguntar a uma pessoa que esteve no meio desta “luta contra as drogas” e, até hoje, mantém contato próximo com a mesma. Hélio Luz é o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e como poucos, conhece a realidade do crime organizado naquela cidade. “O Estado criou esses caras”, diz Luz. Em entrevista concedida à imprensa brasileira, o antigo chefe da polícia disse o que muitos em sua posição conhecem, mas poucos se atrevem a dizer. Mas, desta vez, até os comentaristas de futebol da ESPN Brasil tiveram que expressar a sua preocupação com o circo que foi montado no Rio de Janeiro.

Desde sua casa em Porto Alegre, sul do Brasil, Hélio Luz acompanhou a ação das forças policiais e militares no Complexo do Alemão, onde foram encontrados os bandidos que haviam sido expulsos da Vila Cruzeiro poucos antes. “O Estado nunca teve uma política de segurança para médio e longo prazo”, disse Luz. “Sempre se agiu com uma política de segurança imediata.” O ex-chefe da Polícia Civil falou com a imprensa do sul sobre a crise no Rio de Janeiro enquanto o país se prepara para receber a Copa mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Luz referiu-se especificamente às características do Complexo do Alemão e a corrupção polícial.

O problema, diz Luz, é que, quando os traficantes são pegos por tráfico de drogas, são quase imediatamente liberados. De acordo com o antigo chefe da polícia, na maioria das vezes os traficantes não são sequer registrados, muito menos acusados ou julgados. “Por quê?” Luz perguntou retoricamente. “Porque existem acordos para que isso aconteça.” Ele acrescenta que os traficantes de drogas existem porque a polícia permite. “Existem acordos”, disse Luz. Segundo este ex-policial, esse tipo de crime organizado não aparece de um dia para o outro, mas leva tempo. No caso do Rio de Janeiro e na maioria dos países, os cartéis de drogas organizados cresceram nos últimos 30 anos. Luz acredita que, quando os telespectadores são testemunhas de ações policiais como vimos no Rio há poucos dias, todos acham que os traficantes são os inimigos do Estado, mas, na realidade, diz ele, “eles são membros do Estado”.

Quando Luz foi questionado sobre se a polícia do Rio é corrupta como foi mostrado no filme Tropa de Elite I e II, ele disse: “É muito pior.” Quando os criminosos são capturados em operações como aquelas vistas no Rio, eles são levados para os departamentos de polícia e liberados quase instantaneamente. O problema com essa política é que, se os traficantes estão muito ofuscados, mudar de cidade ou estado faz com que o problema se espalhe para outros sitios. Para reforçar o fato de que a polícia é responsável direta e indiretamente pela existência de organizações criminosas, como no Rio, Luz dá outro exemplo contundente.

“Em 1994, havia 140 pessoas seqüestradas na cidade. O problema era muito grave. Os empresários contratavam empresas de segurança na América do Norte. De repente acabou. Por quê? Porque a policia anti- seqüestro deixou de sequestrar. ”

Por que o Rio elogiou a ação da polícia?

Ainda antes do início das incursões nas favelas do Rio de Janeiro, o povo todo aplaudiu os policiais e militares que passavam pelas ruas, pois eles imaginavam que isso iria acontecer. Essa demonstração de força raramente vista, porque as diferentes forças policiais rivalizam, tem sido visto com bons olhos pela maioria da populaçá-. A incerteza é tão grande no Rio que qualquer sinal da presença da polícia é imediatamente saudada e reverenciada. Apesar da violência entre a polícia e os traficantes de drogas, os grupos armados do governo se autodenominam UPP ou Unidades Policiais Pacificadoras. E por que as pessoas batem palmas? Porque, como parte das invasões, essas forças militares especiais recuperaram territórios nas favelas que, até recentemente, pertenciam a traficantes de drogas.

Para Tião Santos, coordenador de Segurança Pública do Movimento de Juventude Viva Rio, as unidades policiais não resolvem o problema de segurança, porque uma vez que estes são removidos, os territórios serão progressivamente ocupados por traficantes, como tem acontecido sempre. “A única vantagem é que eles trazem um pouco de paz por algum tempo.” Entretanto, essa paz é efêmera, algo como o que vimos nos territórios ocupados em zonas de guerra. Tal é o caso hoje em dia do Afeganistão. O governo local controla apenas as áreas em torno da capital Cabul, o resto do país é terra de ninguém e, segundo muitos observadores, não levará muito tempo para que as tropas estrangeiras desocupem, se eles alguma vez forem embora, para que os antigos ocupantes retomem o poder.

Então, qual é a saída real dessa realidade tão brutal?

Como disse um comentarista da ESPN Brasil, essa história não vai mudar até que juízes, advogados, policiais, prefeitos e outros políticos corruptos sejam julgados e enviados para a prisão. É claro que a corrupção é o maior mal que corrói a cidade do Rio em todos os níveis, mas, especialmente, o setor policial. Claro que isso vai além da corrupção do governo. A imprensa, como em muitos outros países, é cúmplice, pois não denuncia categoricamente a corrupção e, sim, perpetua as falsas realidades que mantêm o seqüestro, o tráfico de drogas, o homicídio e outros crimes como parte do pão de cada dia na majestosa cidade do Rio de Janeiro.

Basta ler os jornais para perceber que o foco da mídia é absolutamente oficial, apoiando ataques militares quando acontecem, enquanto escondem a verdadeira origem do problema. Enquanto muitos culpam a pobreza pelo terrorismo urbano, a verdade é que a pobreza no Rio e no resto do Brasil é uma conseqüência dos altos níveis de corrupção oficial que avança impune e fora de controle. Parte do que a corrupção faz, é manter a maioria pobre e ignorante.

Publicamente, acredita-se que o fato de que o governo concede cestas básicas para os pobres, ou que aumenta o salário mínimo de 500-540 reais por mês, -uns 300 dólares-, é um sinal de que o governo está fazendo o seu trabalho com perfeição. Entretanto, os custos para alugar um pequeno apartamento é entre 300 e 700 reais. Todo o mundo tem telefone celular no Brasil, assim como moto ou carro, embora não tenham como pagar e isso é visto como um sinal de progresso. Esta falta de educação do povo, com a participação da classe média, deixa que as coisas continuem como estão -um Estado medíocre, o abuso de poder e o tráfico de influência são ocorrências diárias.

No Brasil, um cidadão tem de pagar cerca de US $ 500 para obter sua carteira de motorista. Lembre-se que o salário mínimo é de $ 300, mas apenas para aqueles que trabalham formalmente. Qualquer serviço prestado pelo Estado ou empresas privadas carregam impostos, entre 30 e 50 por cento, para encher os cofres de um governo que não tem tempo suficiente para dividir o dinheiro e que carece de honestidade e respeito pelos seus próprios cidadãos.

Então a solução para a triste realidade que vive o Rio e o Brasil não é militarizar as ruas, bairros ou cidades, mas -e com ausência de um sistema de ensino real-, que a imprensa como o único meio de transferência de informações discuta a realidade do país e não o que o governo quer apresentar. Isso ajudará o brasileiro a abrir seus olhos realmente, se tornar educado e, em seguida, exigir responsabilidade e respeito aos seus governantes. Enquanto os brasileiros continuarem conformados com a miséria em que vivem, nenhuma força policial ou militar poderá destruir o câncer da corrupção, tráfico de drogas ou o crime organizado.

La Mafia Narco en Río: “El Estado creó a estos criminales”

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Diciembre 3, 2010

Helio Luz, ex-jefe de la Policía Civil, Rio de Janeiro.

Con gran revuelo hemos escuchado, leído y visto reportes en los medios de comunicación tradicionales sobre como la policía y los militares brasileños han tomado posesión del “monte del alemán” -morro do alemão- en Río de Janeiro, Brasil. Las imágenes han sido claras y no hay duda que la embestida policial ha chocado a propios y extraños. Pero eso es lo que cualquier ciudad en el mundo supuestamente debería hacer para mantener a sus ciudadanos seguros, verdad? Especialmente cuando Brasil será la sede de la copa mundial de fútbol en 2014 y los juegos olímpicos de 2016. Que mejor forma de aparentar estar en control que poner al ejército en las calles y arrestar a 20 narcotraficantes que viven en una área isolada de Río, de donde controlan gran parte del tráfico de drogas que circula dentro y a través de la ciudad.

Infelizmente, lo hecho en los últimos días por la policía, el ejercito y la marina brasileña es solo un show; un show de fuerza, para dar espectáculo a los televidentes, y aparentar ante el mundo que el gobierno aplica mano dura contra el crímen. Sin embargo, la realidad es otra; una que los medios no pueden mostrar, porque la policía, el ejército y la marina no lo incluyen en el show. Hemos visto parte de esta realidad escondida en la película, Tropa de Elite y la secuela Tropa de Elite II, que fue presentada en cinemas hace unas semanas. La realidad es que, como en otras latitudes, el crimen organizado; específicamente el que está ligado al narcotráfico, es controlado por las mismas fuerzas policiales que dicen estar combatiéndolo. Como ya lo hemos documentado, esto sucede en Colombia, México, América Central y Estados Unidos, para dar varios ejemplos.

En Brasil, no es diferente. No es necesario ser un privilegiado de la información para darse cuenta que las bandas roba bancos, las de secuestradores y los carteles del narco están compuestas y en muchos casos controladas por la policía, y/o el ejército. Es uno de esos secretos que todo mundo sabe, pero ante el que todos se hacen de la vista gorda. Entonces, que mejor que preguntarle a una persona que estuvo en medio de esa “lucha contra el narco” y que todavía se mantiene muy en contacto con el asunto. Helio Luz es el ex-jefe de la Policía Civil de Rio de Janeiro, y como pocos, conoce la realidad del crimen organizado en esa ciudad. “O Estado criou estes caras” -el Estado creó a estos criminales- asegura Luz. En una entrevista dada a la prensa brasileña, el ex-jefe de la policía dijo lo que muchos en su posición sabe, pero pocos se atreven a decir. Pero esta vez, hasta los comentaristas de fútbol en ESPN Brasil tuvieron que expresar su preocupación ante el circo que fue montado en Río.

Desde su residencia en Porto Alegre, al sur de Brasil, Helio Luz acompaño la acción de las fuerzas policiales y militares en el Complejo del Alemán –Complexo do Alemão-, donde fueron encontrados bandidos que habían sido expulsados de la Vila Cruzeiro, solo unos días atrás. “El Estado nunca tuvo una política de seguridad de medio o largo plazo,” dijo Luz. “Siempre actuó con una política de seguridad inmediata.” El ex-jefe de la Policía Civil conversó con medios de comunicación del Sur del país sobre la crisis en Río de Janeiro, de cara a los acontecimientos criminales y los preparativos para recibir la copa del mundo en 2014 y los juegos olímpicos en 2016. Luz se refirió especificamente a las características del Complejo del Alemán y a la corrupción policial.

El problema, dice Luz es que cuando los narcos son capturados por tráfico de drogas, son casi inmediatamente liberados. Según el ex-jefe policial, la mayoría de las veces los narcotraficantes no son ni siquiera fichados, y mucho menos procesados o juzgados. ¿Porqué? Pregunta Luz retóricamente. “Porque existen acuerdos para que esto no suceda”. Y agrega que los grupos de narcotraficantes existen porque la policía lo permite. “Hay acuerdos”, indica Luz. Según este ex policía, este tipo de crímen organizado no aparece de un día para otro, sino que lleva tiempo. En el caso de Río de Janeiro y la mayoría del país organizaciones como los carteles de la droga han estado creciendo por al menos 30 años. Luz revela que cuando los televidentes son testigos de acciones policiales como la que vimos en Río hace unos días, piensan que los narcotraficantes son enemigos del Estado, pero en realidad, dice él, “ellos son miembros del Estado”.

Cuando Luz fue consultado sobre si la policía de Río era tan corrupta como se mostró en las películas Tropa de Elite I y II, el dijo: “Es mucho peor”. Cuando los criminales son capturados en operaciones como las vistas en Río, ellos son llevados a los departamentos de policía y puestos en libertad casi instantáneamente. El problema con esta política es que si los narcos se ven muy ofuscados, se mudan de ciudad o de estado, lo cual hace que el problema se expanda a otros sitios. Para reforzar el hecho que la policía es directa e indirectamente responsable por la existencia de organizaciones criminales como las Río, Luz da otro ejemplo tajante.

En 1994, hubieron 140 personas secuestradas en la ciudad. El problema era muy serio. Los empresarios contrataban empresas de seguridad de norteamérica para cuidarlos.De repente, todo acabó. ¿Y porqué? Porque la Policía Antisecuestro dejó de secuestrar.

¿Porqué Rio aplaude la acción policial?

Antes del inicio de las redadas en las favelas de Río de Janeiro, muchos cariocas ya aplaudían a los policías y militares al pasar por las calles, pues se imaginaban que iba a suceder. Ese show de fuerza, pocas veces visto, pues en general las diferentes fuerzas policiales rivalizan, ha sido visto con buenos ojos por la mayor parte de la población. La inseguridad es tan grande en la grande Río que cualquier señal de presencia policial es inmediatamente aplaudida y venerada. A pesar de la violencia entre policías y narcotraficantes, los grupos armados del gobierno se hacen llamar UPP’s, o Unidades Policiales Pacificadoras. Y ¿porqué aplaude la gente? Porque como parte de las redadas, estos militares de fuerzas especiales han recuperado territorios en las favelas que hasta hace poco pertenecían a los narcos.

Para Tião Santos, coordinador del Proyecto de Seguridad Pública y Juventud del Movimiento Viva Río, las unidades policiales no resuelven el problema de seguridad, porque tan pronto estas se retiren, los territorios serán paulatinamente retomados por los narcotraficantes, como ha sucedido siempre. “La única ventaja, es que traen alguna tranquilidad por algún tiempo.” Sin embargo, esta tranquilidad es efímera, algo así como lo que se vive en territorios ocupados, en zonas de guerra. Tal es el caso de Afganistán hoy. El gobierno local solo controla las áreas cercanas a la capital Kabul, el resto del país es tierra de nadie, y según muchos observadores, no tardará mucho tiempo después de que las fuerzas militares extranjeras salgan -si es que algún día salen- para que los antiguos ocupantes retomen el poder.

Entonces, ¿cuál es la salida real a esta brutal realidad?

Como lo dijo un comentarista de ESPN Brasil, esta historia no cambiará hasta que jueces, abogados, policías, alcaldes y otros políticos corruptos sean encarcelados. Es claro que la corrupción es el más grande mal que carcome a la ciudad de Río en todos sus niveles, pero más especialmente el ámbito policial. Desde luego esta corrupción va más allá del gobierno. La prensa, como en muchos otros países es cómplice pues no denuncia tajantemente dicha corrupción, y más bien perpetúa falsas realidades que mantienen el secuestro, el tráfico de drogas, los asesinatos y otros crímenes como parte del pan de cada día en la majestuosa ciudad de Río de Janeiro.

Basta leer los periódicos del país para darse cuenta como el enfoque de los medios es absolutamente oficialista, apoyando las embestidas militares cada vez que suceden, mientras esconde el orígen del problema. Aunque muchos achacan a la pobreza parte de este terror urbano, la verdad es que pobreza en Río y el resto de Brasil es consecuencia de los altísimos niveles de corrupción estatal que por cierto avanza impune año con año. Parte de esa corrupción se esfuerza por mantener a la población pobre e ignorante.

Públicamente se cree que el hecho que el gobierno da cestas básicas a los más pobres, o que aumenta el salário mínimo de 500 a 540 reales por mes -unos 300 dólares- es señal de que el gobierno está haciendo su trabajo a la perfección. Mientras tanto, la renta de un apartamento pequeño cuesta entre 300 y 700 reales. Cualquiera en Brasil tiene teléfono celular, moto o carro, -aunque no lo pueda pagar- y eso es visto como señal de progreso. Esa falta de educación del pueblo, junto con la participación de la clase media que en el caso de Brasil deja que las cosas continúen igual, se añade a la mediocridad estatal y los abusos de poder y tráfico de influencias que es un acontecimiento cotidiano.

En Brasil, el ciudadano debe pagar alrededor de 500 dólares para obtener su licencia de conducir. Recordemos que el salário mínimo es de 300 pero solo para quienes trabajan formalmente. Cualquier servicio prestado por el Estado o empresas privadas acarrean impuestos de entre 30 y 50 por ciento que llenan los cofres de un gobierno que no tiene tiempo suficiente para repartirse el botín, pero que le falta honestidad y respeto por sus propios ciudadanos.

Entonces, la salida a la triste realidad que vive Río y que vive Brasil, no es militarizar las calles, los barrios, las ciudades; sino -y a falta de un sistema educativo real- que la prensa como único medio de transferencia de información, discuta la realidad del país, no la que el gobierno quiere presentar. Esto servirá para el brasileño abra los ojos, verdaderamente se eduque y entonces demande responsabilidad y respeto de sus gobernantes. Mientras los brasileños estén conformes con la miseria en la que viven o continúen funcionando basados en la impotencia aprendida a través de generaciones, ninguna fuerza policial o militar acabará con el cáncer de la corrupción, el narcotráfico o el crimen organizado.

Brasil viola Libertades Civiles

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 11, 2010

Brasil es conocido por la samba, hermosas playas y gente amable. El país es a menudo comparado con los países más desarrollados debido a su tamaño, población y recursos. Pero hay una cosa más en la que Brasil es similar a los llamados países desarrollados: Brasil también viola las libertades civiles de sus ciudadanos. A diferencia de, por ejemplo, los Estados Unidos o Inglaterra, la policía aquí no molesta a los ciudadanos. Sin embargo, la violación de sus libertades y derechos se hace en silencio. Brasil es un país con un acceso muy limitado a la información y la gente aquí sabe muy poco acerca de sus derechos y deberes. Este paisaje es un terreno fértil para el abuso y la corrupción gubernamental.

El gigante de América del Sur es conocido por su impunidad. La corrupción es rampante, de norte a sur y de este a oeste. En una encuesta reciente, se determinó que Brasil está entre los primeros países donde la corrupción y la impunidad reinan en todos los niveles. Aunque gran parte de esta corrupción acontece cuando los funcionarios dan y reciben grandes sumas de dinero en efectivo a cambio de favores políticos, hay mucho más que la corrupción de la burocracia. La antigua colonia portuguesa adopta rápidamente medidas de control de población globalistas como lo hacen los Estados Unidos, Gran Bretaña, Australia y Nueva Zelanda.

En los últimos 12 meses, algunos diarios revelaron entre las líneas de sus páginas el casi obligatorio carácter de la campaña de vacunación contra la gripe H1N1, aunque se ha demostrado que la pandémia es una farsa, la vacuna se sigue aplicando en todo el país. Afortunadamente, algunas personas se informaron acerca de los peligros de la vacuna y la campaña no ha tenido los resultados esperados por las autoridades sanitarias del gobierno. Según el periódico Zero Hora, sólo 670 000 personas de edad avanzada fueron vacunados en lugar de 1,4 millones en el estado de Rio Grande do Sul y menos del 50 por ciento se vacunó contra la gripe regular. Sin embargo, esto no significa que Brasil puede escapar del control de las campañas de la Organización Mundial de la Salud pues las vacunaciones se siguen haciendo en todo el país.

Brasil también utiliza una forma sintética de floruro de sódio en el agua potable, una práctica habitual adoptada por las supuestas ventajas en el cuidado de los dientes, aunque se haya determinado que esta creencia no es más que pseudociencia. Recientemente, esta publicación entrevistó a una funcionaria del SEMAE, una organización gubernamental que se ocupa de la calidad del agua en la ciudad de Sao Leopoldo, Brasil. Con una maestría en química, Juliana da Silva Chaves no sólo admitió que nunca vio un estudio que confirme las ventajas de utilizar el ingrediente que ella identificó como flúor, pero también confesó que el floruro se coloca en el agua basándose en la creencia que este ayuda a promover la salud oral. La química confirmó que esta creencia proviene de las altas autoridades de salud, pero ningún estudio que ella vió ha demostrado la veracidad de la misma. Cuando se le preguntó acerca de los peligros que el floruro de sodio y otras sustancias en el agua potable presentan a la salud humana, Chaves dijo que nunca aprendieron nada sobre la toxicidad en las clases universitárias o en las sesiones de capacitación. De hecho, el fluoruro causa caries, cáncer oral, diversos trastornos neurológicos y disminución de la inteligencia.

El país está en la etapa final en la adopción de tarjetas de identificación que tienen un chip de radiofrecuencia, así como los escáneres de cuerpo entero en los aeropuertos. Estas dos últimas tecnologías ya están siendo utilizados o entrarán en funcionamiento en los próximos 10 años. En el caso de los escáneres que emiten radiación, varios de ellos ya se usan en aeropuertos nacionales e internacionales. Según el periódico Zero Hora de Rio Grande do Sul, los pasajeros de vuelos en las ciudades de Guarulhos, Río de Janeiro, Recife y Manaus pueden ser seleccionados como candidatos para pasar por uno de estos escáneres. Esta medida es rechazada por los grupos que defienden la privacidad de los ciudadanos en la mayoría de los países desarrollados, debido no sólo a que emiten radiación, sino también por el hecho de que los cuerpos de las personas se ven completamente desnudos en las fotos que la máquina genera.

De acuerdo a muchos grupos de derechos civiles, el uso de los escáneres es una grave violación de las leyes de privacidad. Las imágenes generadas por los escáneres se guardan en un disco duro y se usan para monitorear a los ciudadanos. Aunque los funcionarios de Brasil niegan la capacidad de los escáneres para ofrecer estas imágenes, Angelo Gioia, de la Policía Federal en Río de Janeiro, admitió que se trata de un método de vigilancia más invasivo. En la actualidad, la legislación brasileña permite que las personas sean revisadas cuando hay sospecha de actividad ilícita, pero no regula el uso de este tipo de escáner. Goia cree que no deben haber límites cuando se trata de seguridad. El costo de cada escáner corporal es de $ 170.000. La tecnología de escaneo funciona basándose en el uso de ondas y radiación en un cuerpo para medir la energía reflejada, y así hacer una imagen 3D de ondas milimétricas. Los usuarios de los escáneres están expuestos a ondas electromagnéticas entre 3 y 30 GHz, similar a la expedición de un teléfono celular. Los promotores de los escáneres en los aeropuertos siempre citan los enormes beneficios que proporcionan en la prevención de los riesgos de seguridad tales como armas, explosivos, etc. Pero la verdad es que una revisión normal o perros detectores de bombas son tan útiles o más exactos. Como se ha hecho en otros países, en Brasil, el uso de estas tecnologías se presenta como una ventaja, para que más personas la reciban y aprueben. Poco se dice acerca de la violación de los derechos de intimidad de las personas y sus propiedades. Más allá de la conveniencia, hay otro factor inyectado en la aprobación de escáneres: el miedo. La amenaza del terrorismo es la carta bajo la manga lista para ser mostrada en caso que las personas se quejen de los escáneres o piensen que son inconvenientes.

¿Cómo es la situación del terrorismo aquí en Brasil? Comparado con otros países como Irlanda, Israel, Palestina, Pakistán y Gran Bretaña, la existencia del terrorismo es nulo. El país nunca ha sufrido un gran ataque terrorista en la historia moderna. Lo más cercano al terrorismo son los enfrentamientos ocasionales entre los traficantes y agentes de policía en pequeños barrios de Río o Sao Paulo. ¿Por qué Brasil necesita entonces de escáneres? La respuesta es no se necesitan. Como en muchos otros países, la adopción de esta tecnología es sinónimo de la pérdida de las libertades civiles, donde los ciudadanos son culpables antes de ser probada su inocencia. De hecho, la historia muestra que los ataques terroristas más sorprendentes fueron aquellos del tipo “bandera falsa”, o false-flag, usualmente patrocinados o llevados a cabo por gobiernos corruptos. Para Gerald Celente, conocido estudioso de las tendencias mundiales y fundador del Instituto para la Investigación de las Tendencias, 2010 es el año de los ataques patrocinados por los gobiernos. “Es el desastre del 2010, tal como habíamos anticipado”, dice Celente. “El colapso de la economía mundial empezó en marzo de 2009, cuando los mercados estaban inflados con dinero falso.” Celente predijo la crisis actual, la caída de las bolsas, el conflicto en Grecia y el colapso de Islandia, Argentina, Portugal, España, y la crisis en EE.UU. y el Reino Unido. “Aquellos que creen que tales cosas como los escáneres y el chip en los documentos de identificación son beneficiosos, merecen lo que reciben.” Gerald Celente alerta a las personas sobre lo que sucederá una vez que este tipo de políticas sean aplicadas en su totalidad. Vea este clip en 5 minutos y 30 segundos.

Cuando se trata de la Tarjeta Nacional de Identidad en  Brasil, la información sobre el tema es muy escasa. La mayoría de las personas que acuden a las oficinas de la policía federal en todo el país para renovar sus licencias de conducir o de identificación no saben o quieren saber acerca de las nuevas tecnologías utilizadas en los documentos. En otros países donde se aplicó, el Documento Nacional de Identidad es rechazado por grupos de ciudadanos informados  ya que contiene toda la información relacionada con el titular de la tarjeta, el número de identidad, dirección física y número de identificación único que incluye una amplia variedad de información privada como cuentas bancarias, de ahorro, el lugar de trabajo, la record votación y otros.

En Brasil, la nueva Tarjeta de Identificación Nacional proporciona un número único de identificación de acuerdo al estado donde vive la persona. En el sur, la gente se identificará con un único número de 10 dígitos, en Brasilia, 7 dígitos, São Paulo, 9 dígitos. La emisión de la nueva tarjeta se iniciará en octubre de 2010 y se estima que todos los ciudadanos y los inmigrantes naturalizados formaran parte de la base de datos en 2020. Según el experto en tecnología RFID, Chris Paget, el RFID se ha utilizado durante años en las tarjetas de crédito y de débito. “Han habido cientos de millones de tarjetas emitidas con RFID. El problema es que la gente no conoce la tecnología contenida en las tarjetas, por lo que no hacen nada para protegerla.” Parece extraño que la tecnología diseñada para mantenernos seguros, debe ser protegida al mismo tiempo. Ahora cualquier persona con un lector RFID puede encontrar tarjetas de crédito y de identificación y obtener información suficiente como para clonarla y utilizarla en una transacción. ¿Por qué los países, literalmente, quieren tener un control preciso de sus ciudadanos? La Dra. Katherine Albrecht, fundadora y directora de la organización CASPIAN de privacidad del consumidor, dice que hay una tremenda presión para que los gobiernos numeren e identifiquen a todos sus ciudadanos y en el proceso, usen tecnología creada por mega corporaciones que, entonces, quedan en control de la información personal, como el número de identificación, cuentas bancarias, cuentas de seguridad social, fondos de pensiones, números de tarjetas de crédito, etc. “Esto lo vemos en China, donde millones de personas se identificaron con documentos de identidad nacional con dispositivos de radio frecuencia. Ellos están haciendo lo mismo en México y la India, donde 1,2 millones de personas fueron también sometidas a este proceso “.

Según el historiador Daniel Estulin, el uso de tarjetas de identidad nacional, junto con otras tecnologías, es un impulso para crear una sociedad sin dinero. “No se necesita dinero porque usted tiene el crédito asignado a su número de identificación. El problema es que usted no es quien determinará si tendrá o no créditos y cuantos serán colocados en la tarjeta. El gobierno tendrá ese poder, y estas empresas que poseen la tecnología también tendrán ese poder, no los ciudadanos “. Estulin, y Albrecht reconocen la existencia de bases de datos de los gobiernos para los que buscan empleo, crédito, y para aquellos en el sistema de justicia penal, y advierten que el uso de tarjetas de identidad nacionales permitirán la creación de una base de datos mundial, donde todos seremos incluidos.

En Brasil, la emisión de la tarjeta de identificación se iniciará como un proyecto piloto en cada región. El documento será como una tarjeta de crédito con un chip que contiene información como CPF o Cadastro de Pessoa Física, registro de votación, huellas dactilares, imagén de iris escaneada que será aceptada por el sistema conocido como AFIS, o Identificación Automática de Las Huellas Dactilares. Este sistema es reconocido en todo el mundo y es utilizado por los gobiernos de los cinco continentes. El número resultante será estándar RG o Registro Geral. Con esta base de datos local, regional y nacional, Brasil será uno de los últimos gigantes del mundo a sucumbir a la intención de someterse a un programa de las corporaciones que sabrán todo sobre todos los seres humanos sin importar donde viven.

Brasil Viola Liberdades Civis

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 11, 2010

O Brasil é conhecido pelo samba, praias maravilhosas e pessoas amigas. O país é muitas vezes comparado com nações mais desenvolvidas por causa de seu tamanho, população e recursos. Mas há mais uma coisa pela qual o Brasil é similar ao mundo dos chamados desenvolvidos: O Brasil também viola as liberdades civis dos seus cidadãos. Diferente, por exemplo, dos Estados Unidos ou Inglaterra, a polícia aqui não importuna muito os cidadãos. No entanto, a violação das suas liberdades e direitos ainda é feito em silêncio. O Brasil é um país com um acesso muito limitado à informação e as pessoas aqui sabem muito pouco sobre seus direitos e deveres. Este panorama é um terreno fértil para o abuso do governo e a corrupção.

O gigante da América do Sul é conhecido pela sua impunidade ao longo dos anos. A corrupção corre solta de norte a sul e de leste a oeste. Em uma pesquisa recente, foi determinado que o Brasil está entre os primeiros países em corrupção e impunidade. Embora muita desta corrupção eleva-se a funcionários públicos que prestam e recebem grandes somas de dinheiro por favores políticos, há muito mais do que a corrupção da burocracia. A ex-colônia Portuguesa rapidamente adopta medidas globalistas de controle populacional, bem como os Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Ao longo dos últimos 12 meses, alguns jornais revelaram nas entrelinhas de suas páginas o caráter quase obrigatório da campanha de vacinação contra a gripe H1N1, que embora tenha sido provada uma farsa, continua a ser implementada em todo o país. Felizmente, algumas pessoas foram informadas sobre os perigos da vacina e a campanha não tem tido os resultados esperados pelas autoridades de saúde do governo. De acordo com o jornal Zero Hora, apenas 670.000 idosos foram vacinados ao invés de 1,4 milhões no estado de Rio Grande do Sul. Menos de 50 por cento tomaram a vacina contra a gripe regular. No entanto, isto não significa que o Brasil pode escapar do controle da Organização Mundial de Saúde.  As campanhas continuarão a ser realizadas em todo o país.

O Brasil também utiliza uma forma sintética de fluoreto de sódio na água potável, uma prática historicamente adotada pelas suas supostas vantagens no cuidado dos dentes, embora foi determinado que esta crença nao é mais que pseudociência. Recentemente, esta publicação entrevistou uma química do SEMAE, uma organização governamental que cuida da qualidade da água na cidade de São Leopoldo, Brasil. Com um mestrado em química, Juliana da Silva Chaves não só admitiu que nunca viu um estudo confirmando o benefício do uso do ingrediente que ela identificou como flúor, como também confessou que o flúor é colocado na água com base na crença de que ajuda a promover saúde bucal. Novamente, a química confirmou que esta afirmação foi passada para ela mas nenhum estudo foi mostrado para conferir a veracidade da mesma. Quando perguntamos sobre os perigos do fluoreto de sódio e outras substâncias na água potável, ela disse que nunca aprendeu nada sobre a toxicidade em cursos universitários ou de formação. De fato, o flúor provoca cárie dentária, câncer bucal e diversos distúrbios neurológicos, além de diminuição da inteligência.

O país está em estágio final na adoção de Cartões de Identificação que possuem um chip de rádio frequência, assim como Scanners de Corpo Inteiro nos aeroportos. Estas duas últimas tecnologias já estão sendo utilizadas ou entrarão em vigor nos próximos 10 anos. No caso dos scanners que emitem radiação, há vários deles em aeroportos nacionais e internacionais. Segundo o jornal Zero Hora do Estado do Rio Grande do Sul, passageiros que embarquem nas cidades de Guarulhos, Rio de Janeiro, Recife e Manaus podem ser selecionados como candidatos para provar um destes scanners Esta medida é rejeitada pelos grupos de vigilância da privacidade até mesmo nos países mais desenvolvidos não só pela radiação que emitem, mas também devido ao fato de que os corpos das pessoas são vistos completamente nus nas imagens que a máquina gera.

De acordo com muitos grupos de direitos civis, o uso de scanners é uma grave violação das leis de privacidade. As imagens geradas a partir dos scanners são salvas no disco rígido e mantidas para posterior utilização na vigilância. Embora as autoridades do Brasil neguem a capacidade dos scanners para fornecer essas imagens, Angelo Gioia, da Polícia Federal no Rio de Janeiro, admitiu que é um método mais invasivo de vigilância. Atualmente, a legislação brasileira permite buscas de pessoas quando há suspeitas fundadas de atividades ilícitas, mas não regulamenta a utilização deste tipo de scanner. Goia acredita que não deve haver limites quando se trata de segurança. O custo de cada scanner corporal é de U$170.000. A tecnologia de digitalização opera com base na utilização de ondas e radiação sobre um corpo para medir a energia refletida, e assim processar uma imagem 3D das ondas milimétricas. Os usuários dos scanners são expostos a ondas eletromagnéticas entre 3 e 30 gigahertz, algo próximo ao que emite um telefone celular. Os promotores dos scanners nos aeroportos sempre citam os enormes benefícios que estes proporcionam na prevenção de riscos de segurança, tais como armas, explosivos, etc. Mas a verdade é que uma revisão normal ou cães farejadores de bombas são tão úteis ou mais precisas. Assim como tem sido feito em outros países, no Brasil, o uso destas tecnologias é apresentada como uma conveniência, para que mais pessoas as recebam e aprovem. Pouco se falou sobre a violação ao direito à privacidade das pessoas e suas propriedades. Além da comodidade, há um outro fator injetado na aprovação dos scanners: Medo. A ameaça do terrorismo é a carta extra sob a manga sempre pronta para ser mostrada no caso das pessoas queixarem-se ou acharem os scanners um inconveniente.

Como é a situação do terrorismo aqui no Brasil? Comparado com outros países como a Irlanda, Israel, Palestina, Paquistão e Grã-Bretanha, a existência de terrorismo é nula. O país nunca sofreu um grande ataque terrorista na história moderna. O mais próximo ao terrorismo são os tiroteios ocasionais entre traficantes e policiais militares em pequenos bairros do Rio ou de São Paulo. Então, por que o Brasil precisa de scanners? A resposta é que não precisa. Como em muitos outros países, a adoção desta tecnologia é sinónimo da perda das liberdades civis, onde os cidadãos são culpados antes de serem provados inocentes. Na verdade, a história mostra que os ataques terroristas mais incríveis foram do tipo bandeira falsa, ou false-flag. Para Gerald Celente, conhecido estudioso das tendências mundiais e fundador do Instituto de Pesquisa e Tendências, 2010 será o ano dos ataques patrocinados pelos governos. “É o crash de 2010 como o previmos”, diz Celente. “O colapso da economia global em março de 2009, quando os mercados foram inflados com dinheiro falso.” Celente previu a atual crise, queda das bolsas, agitação civil na Grécia e o colapso da Islândia, Argentina, Portugal, Espanha, bem como a crise nos Estados Unidos e no Reino Unido. “Quem acredita que esse tipo de coisas como scanners e identificação con chip são benéficos, merece o que recebe.” Gerald Celente alerta as pessoas sobre o que vai acontecer uma vez que estes tipos de políticas estiveren totalmente implementadas. Assista a este clip no minuto 5 com 30 segundos.

Quando se trata do Cartão Nacional de Identificação no Brasil, informações sobre o assunto são muito escassas. A maioria das pessoas aqui visitam escritórios da Polícia Federal em todo o país para renovar suas licenças de motorista ou de identificação e não sabem ou não querem saber sobre a nova tecnologia utilizada nos referidos documentos. Em outros países onde foi implementado, o Cartão de Identidade Nacional é rejeitado pelos cidadãos informados, bem como grupos que apoiam a privacidade, porque contém todas as informações relacionadas ao portador do cartão, número da identidade, endereço físico e número de identificação único que inclui uma grande variedade de informações privadas, tais como contas bancárias, de poupança, local de trabalho, histórico de votação e outras.

No Brasil, o novo Cartão de Identificação Nacional prevê um número de identificação único de acordo com o estado onde a pessoa vive. No sul, as pessoas terão identificação com um número de 10 dígitos exclusivo, em Brasília, sete dígitos, São Paulo, 9 dígitos. A emissão do novo cartão terá início em Outubro de 2010 e estima-se que todos os cidadãos, imigrantes naturalizados e legais farão parte do banco de dados até 2020. De acordo com o especialista em tecnologia RFID Chris Paget, Radio Frequency Technology, do tipo usado em cartões de identidade nacional, tem sido usada há anos em cartões de crédito e verificação. “Houve centenas de milhões de cartões emitidos com RFID. O problema é que as pessoas não sabem que a tecnologia está contida nos cartões e, portanto, eles não fazem nada para protegê-los.” Parece estranho que a tecnologia que é criada para manter-nos seguros, precisa ser protegida. Agora, qualquer pessoa com um leitor de RFID pode encontrar cartões de crédito e cartões de ponto de verificação e obter informações suficientes para cloná-lo e usá-lo em uma transação. Então, por que os países, literalmente, querem contar e ter um controle tão exato dos seus cidadãos? Dra. Katherine Albrecht, fundadora e diretora da organização CASPIAN de Privacidade do Consumidor, considera que há uma pressão enorme para que os governos numerem e identifiquem a todos os seus cidadãos e, no processo, usem a tecnologia criada por mega corporações que estariam, então, no controle de informações pessoais tais como número de identificação, contas bancárias, segurança social, contas de fundos de pensão, números de cartões de crédito e assim por diante. “Estamos vendo isso na China, onde 1 bilhão de pessoas foram identificadas com cartões de identidade nacionais com dispositivos de rádio freqüência. Eles estão fazendo o mesmo no México, e na India, onde 1,2 bilhões de pessoas também foram submetidas a este processo.”

De acordo com o historiador Daniel Estulin, o uso de cartões de identidade nacional, juntamente com outras tecnologias, é um impulso para a criação de uma sociedade sem dinheiro. “Não será necessário usar dinheiro, porque você tem o crédito atribuído ao seu número de identificação. O problema é que você não será quem vai determinar se terá ou não créditos a serem colocados no cartão. O governo vai ter esse poder; as empresas donas da tecnología o terão, não os cidadãos “. Estulin, bem como Albrecht reconhecem a existência de bases de dados dos governos para quem procura emprego, crédito e para aqueles no sistema criminal, e alertam que o uso de cartões de identidade nacional vai permitir a criação de um banco de dados mundial, onde todos serão incluídos.

No Brasil, a emissão do Cartão de Identificação Nacional começará como um projeto piloto em cada região. A placa será semelhante a um cartão de crédito, com um chip contendo informações como o CPF ou Cadastro de Pessoa Física, número de registo de eleitores, impressão digital, íris ou uma imagem digitalizada que será aceita pelo sistema denominado AFIS ou de Identificação Automática de Impressões Digitais. Este sistema é reconhecido em todo o mundo e é utilizado pelos governos em todos os cinco continentes. O número resultante será padronizado RG ou Registro Geral. Com esse banco de dados local, regional e nacional, o Brasil será um dos últimos gigantes do planeta a sucumbir ao plano de se submeter a um programa de registro global onde as empresas conhecem cada ser humano, não importando onde eles vivam.

Una Válvula de Escape Llamada Inmigración Ilegal

“Creo que las instituciones bancarias son más peligrosas para nuestras libertades que los ejércitos permanentes. Si el pueblo permite un día que los bancos privados controlen la emisión de su moneda, primero por la inflación, luego por deflación, los bancos y corporaciones que crecerán alrededor de estos, privarán a la gente de toda la propiedad hasta que sus hijos un día despierten sin hogar en el continente que sus padres conquistaron. El poder de emisión debería ser tomado de los bancos y restaurado a la gente, a quien le pertenece.

Thomas Jefferson, tercer presidente de EUA (1743 – 1826)

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 27, 2010

Como hispano sé lo que es vivir en un país menos desarrollado.  Viví en uno por los primeros 18 años de mi vida.  Desde pequeñoillegal immigration entendí lo que era no poder tenerlo todo, pues los salarios de mis padres, un educador y una secretaria, no alcanzaban para darme aquello que más quería, pero sí con mucho sacrificio aquello que necesitaba.  También como hispano se lo que es vivir en un país identificado como desarrollado; aunque no en todo.  Viví 10 años en Norteamérica donde todo es abundancia y donde las oportunidades existen.  Así lo demuestra la historia.  Sin embargo, esas oportunidades por muchos erroneamente identificadas como el sueño Americano, simplemente no caen en las manos; hay que buscarlas.  El sueño americano nunca existió.  Es una de esas invenciones corporativas.

Por esto, y mucho estudio de la historia que no está en los libros de texto, siento que entiendo como es que la inmigración ilegal ha sido usada por las corporacionespara promover sus interéses y destruir el último faro que brilla por la libertad.  Esto viene aconteciendo desde hace mucho tiempo, por lo menos unos 50 años.  Como parte del plan de retroceso, los gobiernos y las economías en manos de las corporaciones usan la inmigración ilegal para destruir sociedades completas y consolidar los recursos.

Porqué es que quienes apoyan el respeto de las leyes de inmigración son calificados de racistas?  Porque los grupos que apoyan la inmigración ilegal, los cuales son financiados por las corporaciones, creen que esta bien aplicar las leyes de forma selectiva; de la manera que les conviene.

En el documental Food, Inc, se muestra esta tendencia.  Inmigrantes ilegales son traidos de México para trabajar ilegalmente en una empresa procesadora de carne.  Para mantener a la policía de inmigración en raya, la empresa acuerda permitir redadas semanalmente en donde se detienen entre 15 y 20 trabajadores, quienes son deportados a sus países.  El día siguiente, la empresa de carnes ya tiene otros trabajadores ilegales esperando para llenar los puestos vacíos que sus compatriotas dejaron la noche anterior.  Cuando estas redadas son reportadas en los noticieros de televisión, la acción policial es ensalsada como la mano fuerte contra la inmigración ilegal y no se reporta la corrupción que existe en cada una de ellas.  Los medios de comunicación corporativos son entonces cómplices de esta explotación, pues utilizan la noticia como una manera de atraer su morboza audiencia al tiempo que los mantiene ignorantes de los acuerdos entre la policía y la empresa.

Es muy fácil abogar por los derechos de los inmigrantes ilegales desde el punto de vista humano, pues es ‘inhumano’ enviarles de regreso a sus paises de origen ‘separandolos de sus familias.’  Pero desde el punto de vista legal, frío y simple, no se pueden tener dos estándares.  O se respetan las leyes que rigen una nación, o se permite la anarquía que las corporaciones quieren.  Eso es lo que reina en America Latina, y por eso es que la gente deja su familia atrás para buscar una mejor vida.

La inmigración masiva hacia Estados Unidos, Canadá y Europa es el resultado del fracaso de los políticos y gobernantes latinoamericanos de proveer a sus compatriotas de mejores condiciones de vida.  Es también consecuencia de la adopción de políticas que las corporaciones ven como confortables para sus intenciones globalistas.  Estas políticas forzan a quienes son desterrados por multinacionales a buscar mejores perspectivas de vida.  Esas perspectivas son reconocidas en lugares en donde se gana diez veces más dinero por el mismo trabajo, y donde el dinero alcanza para más, mucho más.

La inmigración ilegal a América del Norte y Europa es una válvula de escape para los políticos irresponsables que dejan que las corporaciones se adueñen de sus países a cambio de propinas indecentes, de posiciones y de reconocimientos tales como premios nobel y membresías beneméritas.  Mientras los políticos reciben reconocimientos, su gente debe renunciar a su família y a su patria para buscar condiciones de vida humanas.  Esa falta de condiciónes, es lo que hace que inclusive países con más recursos tengan mayores índices de pobreza.  Los banqueros corporatistas al mando de las grandes multinacionales se las han ingeniado para mantener al tercer mundo en la miseria, mientras consolidan su poder y riqueza en unos pocos países a los que, a través de cada crisis económica, les exprimen de sus recursos. Entonces, debe ser dicho y aclarado de una vez por todas: No son los gringos, o los europeos quienes explotan a los inmigrantes, sino, las élites que controlan esos gobiernos.

América Latina es un ejemplo claro de esta política de consolidación.  Desde Argentina hasta México; desde Nicaragua hasta Brasil, todos los países son manejados como tableros de ajedrez en un esfuerzo para consolidar poder y riqueza.  El efecto directo de esta acción es la pobreza extrema y la inmigración ilegal a tierras con más oportunidades.  La consecuencia inmediata para los países desarrollados que reciben a los inmigrantes ilegales es el desmoronamiento de sus economías por el sobreuso de su red de seguridad social.  A pesar de esto, aquellos que claman por el fín de la inmigración ilegal, son llamados de racistas e inhumanos, aunque sus peticiones no tienen nada que ver con ninguna de las dos.

Veamos varios ejemplos que nos ayuden a ilustrar los puntos anteriores.  México tiene más recursos naturales que Estados Unidos.  Sin embargo, la brecha entre ricos y pobres es abismal.  El tratado de libre comercio entre ambas naciones -una política globalista de consolidación- acabó con la clase media y ahora solo existen dos clases, los señores feudales y el resto.  A pesar de los resultados clarísimos que las políticas neoliberales y los tratados de comercio como NAFTA y CAFTA muestran, más países en America Latina continuan adoptando acuerdos de ese tipo con Europa, China y el mismo Estados Unidos.  El gigante del norte perdía el año pasado más de 500 mil empleos al mes debido a la crisis económica causada por los mismos banqueros que controlan el ciclo económico.  NAFTA hizo que decenas sino cientos de empresas mudaran sus operaciones a Brasil, Costa Rica, México, India, China y otros países en desarrollo.  Allá, con poca o ninguna regulación laboral, las empresas pagan una fracción de los salários que deberían pagar en Europa o Estados Unidos y legalmente explotan una mano de obra que en muchos casos es tan calificada como la estadounidense o europea, pues tienen educación universitaria o son debidamente preparados para el puesto por la mismas empresas. La única diferencia es el color de su piel y su nacionalidad. No es este el ejemplo más claro de racismo? Por supuesto los gobiernos incompetentes se niegan a pedir mejores condiciones para sus trabajadores en su propia tierra.

En los países en desarrollo, la llegada de empresas como Intel, General Motors, Citi, JP Morgan y otras es visto como un triunfo por sus gobernantes mediocres.  Lo que nunca se detalla, son las concesiones hechas a las mismas empresas para que se establezcan en los países.  Estas concensiones incluyen pero no se limitan a exensiones fiscales totales, extensas jornadas de trabajo en horarios inusuales y por la misma paga, pocas o nulas posibilidades de crecimiento dentro de la empresa, acuerdos de competencia que limitan o prohiben la llegada de otras empresas del mismo tipo, zero impuestos a las exportaciones e importaciones, zero impuesto a la producción, zero garantías sociales para los trabajadores y muchas otras.

Brasil es otro ejemplo de como la globalización es aplicada para el perjuicio de la sociedad. Recientemente, el presidente Luiz Inacio Da Silva, quien clamó por la creación de un Nuevo Order Mundial y además persigue la silla de Secretário General de la ONU, dio documentos a millones de ilegales de países como Argentina, Uruguay, Bolivia y Ecuador, sin antes hacer un estudio profundo de la necesidad o no de trabajadores extranjeros en el país. La prensa y una gran parte de la sociedad casi se arrodilló ante Lula por su decisión tan ‘acertada’ y humana, pero nadie se preguntó si la legalización de tantos afectaría la disponibilidad de trabajos para los propios ciudadanos brasileños. La medida fue aún más aplaudida porque la decisión de legalizar a los trabajadores se hizo principalmente para poder recolectar más impuestos que continuen financiando uno de los Estados de corrupción más impunes en el mundo; 3.7 en la escala, o sea, super corrupto.

Y qué sucede cuando un estado o un país decide ponerle límites a la inmigración ilegal? Recientemente, el estado de Arizona aprobó legislación que manda a las autoridades arrestar y deportar a aquellos que esten en el territorio ilegalmente. Mucho antes de la aprobación de la misma, cientos de personas se juntaron en las afueras del congreso para demandar que la ley no pasara y los medios de comunicación brindaron su ya conocida cobertura mediocre, queriendo convertir a los inmigrantes ilegales en víctimas de la nueva ley. Aunque la ley no es perfecta, pues permite que los policías demanden identificación a quien sea considerado suspechoso de estar en el estado ilegalmente, lo cual viola leyes de privacidad, la misma es un paso importante para el cumplimiento de las leyes de migración existentes. La reaccción del gobierno mexicano no se hizo esperar. Inmediatamente, se calificó la ley de una desgracia y de persecución contra los latinos. El presidente Felipe Calderón dijo que “Ellos tienen derecho a estar allá, son trabajadores ejemplares.” Porqué entonces no se les da trabajo en México? El presidente Barack Obama, también criticó la ley diciendo que esta amenaza nociones básicas de justicia y dijo que se vigilaría su aplicación para asegurarse que no habrían abusos a los derechos civiles. Claro está que para Obama no es una prioridad respetar las leyes del país. Mas bien, ahora mismo él trabaja con congresistas para pasar legislación que daría luz verde a la legalización de unos 30 millones de inmigrantes ilegales en ese país. No es una sorpresa que el número de ciudadanos que apoya su gestión sea la más baja en el primer año de cualquier otro presidente. Solo 29% en la más reciente encuesta apoya fuertemente su gestión, mientras 60% de los encuestados apoyan leyes como la que Arizona aprobó la semana pasada contra la inmigración ilegal. Vea el resultado aquí.

La reforma a las leyes migratorias conocida como “Comprehensive Immigration Reform”, o la no aprobación de legislación alguna, es lo que las corporaciones apoyan, pues les permitirá continuar su reino de explotación de la mano de obra. Este hecho es simplemente ignorado por quienes quieren la legalización masiva. Para ellos este tema es sobre raza, lo cual es un punto que se origina en las organizaciones pagadas por las corporaciones para promover sus intereses, tales como LA RAZA.  Los medios de comunicación corporativos y los grupos pro inmigración ilegal polarizan cada vez más a la población con sus discursos anti-yanqui, y pro-invasión de la región sur oeste de Estados Unidos que según muchos, pertenece a México.

Ahora, tanto demócratas como republicanos -ambos grupos controlados por banqueros y corporaciones- trabajan en la redacción y aprobación de la nueva ley que además de legalizar millones, también les daría seguro de salud del tipo recientemente aprobado por la administración Obama. Esta política junto con otras perforán aún más la red de seguridad social y terminarán en el colapso total del sistema democrático -que es lo que las élites quieren para llevar a cabo su más preciado proceso de consolidación en la historia y anexarse los recursos naturales e infraestructura en Estados Unidos. Es un plan diabólico, no hay duda. Se polarizan las masas poblacionales para mantenerlas ocupadas mientras los banqueros les roban todo; hasta sus patrias. Y que sucederá cuando no haya más una válvula de escape llamada Estados Unidos para absorber a los despatriados de América Latina y el resto del mundo? Para dónde ira la presión de esta olla llamada Tercer Mundo? Juzgue usted!