Identificação Biométrica torna-se Mais Invasiva

Se você acredita que as impressões digitais ou a identificação com foto são exemplos do uso invasivo da tecnologia, espere até ler isto.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
20 de julho de 2011

Se você nunca viu o documentário Shadow Government ou Governo Sombra, sinceramente recomendo. Ele detalha as últimas informações sobre como tecnologia é utilizada para criar um programa de identificação global de proporções bíblicas. Neste sistema que está sendo construído em quanto as pessoas questionam “por que eu tenho para dar minhas impressões digitais para obter uma licença para dirigir,” empresas querem implementar o registro de todos os seres humanos no planeta. Sem exceções.

A variedade de tecnologias disponíveis para efetivamente identificar alguém no trabalho, na academia, em eventos públicos, no tribunal e até mesmo em casa é simplesmente incrível. No entanto, os produtores e compradores dessas ferramentas de segurança não param de pensar em novas maneiras de obter contratos mais lucrativos de empresas privadas ou do governo.

A tecnologia de identificação mais invasiva foi anunciada recentemente pela empresa que a produz. E chamada Bio-Sig-ID e é criada pela Biometric Signature Inc. Segundo a descrição do fabricante, BioSig-ID é uma tecnologia de “Identidade multi-factor”; a melhor em sua classe. Isto fez com que a empresa ganhasse a confiança de uma grande variedade de organizações que vão desde setores como saúde, sistemas financeiros e bancários, educação online, cloud computing, a Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

O BioSig-ID é conhecido por sua capacidade de coletar informações, tais como padrões de movimento do Mouse, velocidade de digitação, gestos do usuário e outras características pessoais para identificar a pessoa que tem a intenção de acessar informações ou usar uma peça de equipamento.

Biometric Signature anunciou recentemente que recebeu aprovação da U. S. Patent Trademark dos Estados Unidos para a sua mais recente patente que irá acrescentar a grande coleção de ferramentas baseadas em tecnologia de identificação. BioSig-ID tecnologia inclui os movimentos realizados com diversos dispositivos como um mouse, as marcas da tela de toque, dedos e movimentos do corpo para criar um sistema multi-fator biométricas utilizadas para fins de identificação.

Conveniência é o nome do jogo

Como muitas vezes acontece, o uso de BioSig-ID e outras tecnologias invasivas, é apresentado não como uma ameaça à privacidade, mas como uma “forma conveniente para manter a segurança”, ou para manter os dados e informações seguras. Em outros exemplos de violações de privacidade encontramos a indústria do entretenimento, que conseguiu a criação de produtos, tais como consolas de jogos de vídeo que gravam os movimentos dos usuários como uma impressão digital biométrica humana. Kinect, o dispositivo usado no interior do Xbox da Microsoft, permite aos usuários jogar apenas movendo seus corpos. “O console detecta o movimento e reconhece pessoas através de uma câmera e vários sensores instalados no dispositivo.” Não é conveniente?

Junto com os jogos de vídeo estao os infames scanners de corpo inteiro que são supostamente para nos manter a salvo do terrorismo, mas são uma das tecnologias mais invasiva jamais criadas. Os scanners não só podem dar imagens nuas dos passageiros que optam por renunciar a sua privacidade -há oportunidade de optar por não usá-los- mas também “banham” eles com uma dose de radiação venenosa. Leia informações sobre as quantidades de radiação emitida pelos scanners aqui. Leia sobre a radiação dos scanners de corpo inteiro ou “backscatter” scanners aqui. Saiba mais sobre o fluxo de radiação aqui.

Criando a necessidade de tecnologia invasiva de identificação

O sucesso de tecnologias que promovem a identificação biométrica existe graças à criação artificial de uma necessidade, o que fez com que o uso desta ferramenta tenha aumentado exponencialmente na última década. Isso não significa, no entanto, que o uso dessas tecnologias é tão jovem. Empresas privadas e agencias militares têm trabalhado para criar formas de identificar as pessoas por um longo tempo. Na maioria dos casos, a tecnologia desenvolvida para criar uma identidade biométrica tem sido utilizada em locais altamente sensíveis como as proprias empresas e instalações militares.

O sucesso desta tecnologia é baseada no fato de que um mercado foi criado, como acontece com muitos produtos, para garantir sua aprovação. A parte ruim é que junto com a inovação, as empresas e os governos tem usado o medo do povo e políticas para impulsionar a produção e venda. Quando os consumidores percebem a sua existência, a tecnologia já tem sido testada por muitos anos. Para BioSig-ID, o produto foi testado inicialmente pelo Grupo Tolly.

Como descrito acima, muitas organizações e empresas adotam esta tecnologia sob o pretexto de segurança. Segurança de dados, segurança da informação, acesso seguro às instalações, segurança de acesso à Web e assim por diante. No negócio de saúde, por exemplo, a DEA requer prescrição eletrônica de substâncias controladas, um exemplo infame da fraude que é a guerra contra as drogas. A DEA utiliza esta tecnologia para autenticar o acesso a registros de pacientes.

Em bancos e mercados financeiros, as instituições privadas e escritórios do governo utilizam identificação biométrica para “proporcionar segurança e proteger as informações dos clientes, que de acordo com essas organizações reduz fraude. Mas não tem funcionado muito bem, porque milhões de dados de cartões de crédito foram roubados nos últimos anos. Nenhuma organizaçao financeiras, nem hackers, nem os bancos têm sido responsabilizados por pôr em perigo a privacidade de seus clientes.

A educação não escapou à violação da privacidade. Organizações educacionais, ambas usam tecnologia biométrica com seus serviços online para “garantir” o crédito apropriado para os estudantes e para o registro e controle de pagamentos. Universidades e outras instituições que oferecem aulas on-line requerem a identificação de mais de uma impressão digital.

Novos serviços baseados na Internet, tais como celulares e computação em nuvem são adicionados ao grupo de serviços nos que os consumidores e usuários usam ferramentas de validação BioSig-ID e similares. Enquanto todo o conteúdo migra para a “nuvem”, as corporações e governos obtém um controle cada vez mais centralizado de informações e como as pessoas acessam essas informações no trabalho ou em casa. Os sistemas de identificação biométrica serao a chave para o gerenciamento de certificados ou protocolos para acessar os “Clouds”. A idéia de ter uma identificação de Internet única, que já foi proposto por funcionários dos governos em vários países, de repente, parece mais realista.

E se você é um funcionário do governo, como muitos são hoje, e mais, no futuro próximo, prepare-se para dar informação sobre qualquer movimento que seu corpo faz. No México, todos os funcionários do governo federal tiveram que passar por uma identificação biométrica a fim de manter seus empregos. Em todo o mundo, os governos estão implementando protocolos de segurança que incluem o uso de cartões de identificação ou credenciais para acessar e gerenciar informações do governo.

A identificação eletrônica já está disponível em lugares como Hong Kong, Malásia, Estônia, Finlândia, Bélgica, Portugal, Marrocos e Espanha.

Identificación Biométrica se Torna más Invasiva

Si usted cree que las huellas digitales o identificación con foto son ejemplos del uso invasivo de tecnología, espere hasta que usted lea esto.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
20 de julio 2011

Si usted nunca ha visto el documental Shadow Government, sinceramente, lo recomiendo. Se detalla la información más reciente sobre el uso de la tecnología para crear un sistema de identificación global de proporciones bíblicas. En este sistema que se está construyendo mientras la gente se pregunta “¿por qué tengo que dar mis huellas digitales para obtener una licencia de conducir”, implementará el registro de todos y cada uno de los seres humanos. Sin excepciones.

La variedad de tecnologías disponibles para identificar eficazmente a alguien en el trabajo, en el gimnasio, en eventos públicos, en las casas de Corte e incluso en casa, es simplemente alucinante. Sin embargo, los productores y los compradores de estas herramientas de seguridad no paran de pensar en nuevas maneras de obtener los más jugosos contratos de empresas privadas o del gobierno.

El ejemplo más reciente de la tecnología de identificación invasiva es la identificación Bio-Sig-ID de la empresa Biometric Signature Inc. De acuerdo con la descripción del fabricante, BioSig-ID es una “tecnología multi-factor de Identidad”; el mejor de su clase. Esto le valió a la empresa la confianza de una gran variedad de organizaciones que va de sectores como la salud, los sistemas financieros y bancarios, la educación en línea, el cloud computing, la Casa Blanca y el Departamento de Seguridad Nacional de Estados Unidos.

El BioSig-ID es conocido por su capacidad de recopilar información, como los patrones de movimiento del ratón, la velocidad de escritura, los gestos del usuario y otras características personales para identificar plenamente a la persona que tiene la intención de acceder a la información o utilizar una pieza de equipo.

Biometric Signature anunció recientemente que recibió la aprobación de la Oficina de Patentes y Marcas de Estados Unidos para su última patente que se sumará a la gran colección de herramientas basadas en la tecnología de identificación. La tecnología BioSig-ID recoge los movimientos realizados con varios dispositivos como un ratón, las marcas de pantalla táctil, los dedos y los movimientos del cuerpo para crear un sistema biométrico de múltiples factores utilizado para propósitos de identificación.

La conveniencia es el nombre del juego

Como sucede a menudo, el uso de BioSig-ID, así como otras tecnologías invasivas, se presenta no como una amenaza a la privacidad, sino como una “manera conveniente de mantenerse a salvo”, o para mantener los datos y la información segura. En otros ejemplos de violaciónes de privacidad nos encontramos con la industria del entretenimiento, que logró la creación de productos como consolas de juegos de vídeo que graban los movimientos de los usuarios como una huella dactilar biométrica humana. Kinect, el dispositivo que está dentro de la Xbox de Microsoft, permite a los usuarios jugar con sólo mover sus cuerpos. “La consola detecta el movimiento y reconoce a las personas a través de una cámara y varios sensores instalados en el dispositivo.” ¿No es eso conveniente?

Junto con los video juegos están los infames escáneres de cuerpo entero, que se supone nos mantienen a salvo del terrorismo, pero que en cambio son una de las formas más invasivas que la tecnología ha creado. Los escáneres no sólo dan imágenes completas desnudas de los pasajeros que permiten que se viole su privacidad -hay una oportunidad de optar por no usarlos- sino que también bañan a los pasajeros con una dosis de radiación venenosa. Ver información sobre las cantidades de radiación de los escáneres aquí. Lea sobre la radiación de escáners de cuerpo completo “backscatter scanner” aquí. Aprenda acerca del flujo de radiación aquí.

Creando la necesidad de tecnologías de identificación invasiva

El éxito de tecnologías que promueven la identificación biométrica es tal gracias a la creación artificial de una necesidad, lo cual ha hecho que el consumo de esta herramienta haya aumentado exponencialmente en la última década. Esto no significa, sin embargo, que el uso de estas tecnologías es tan joven. Militares y contratistas de tecnología han estado trabajando en formas de identificar plenamente a las personas durante mucho tiempo. En la mayoría de los casos, la tecnología, como el desarrollado de una identidad biométrica se ha utilizado en lugares de alta sensibilidad como empresas e instalaciones militares.

El éxito de esta tecnología se basa en el hecho de que hay un mercado se ha creado -como ocurre con muchos productos- para asegurar su adopción. La parte mala es que se ha usado el miedo de la gente y la política del gobierno para impulsar la producción y venta. Cuando los consumidores se dan cuenta dieron cuenta de su existencia, la tecnología ya había sido probada durante muchos años. En el caso de BioSig-ID, el producto fue probado inicialmente por The Tolly Group.

Como hemos citado antes, muchas organizaciones y empresas adoptan este tipo de tecnologías con la excusa de la seguridad. Seguridad de datos, la seguridad de la información, el acceso seguro a instalaciones, la seguridad de acceso a la Web y así sucesivamente. En el negocio de la salud, por ejemplo, la DEA requiere de recetas electrónica de sustancias controladas, otro fracaso de la guerra infame contra las drogas. La DEA utiliza esta tecnología para autenticar el acceso a los registros de los pacientes.

En los mercados bancarios y financieros, las instituciones privadas y oficinas de gobierno usan la identificación biométrica para “dar seguridad y salvaguardar la información del cliente, lo que según estas organizaciones reduce el fraude. Pero no ha funcionado muy bien, pues millones de datos de tarjetas de crédito han sido robados. Ni las organizaciones financieras, ni los hackers, ni los bancos han tenido que rendir cuentas por poner en peligro la privacidad de sus clientes.

La educación no ha escapado a la violación de la privacidad. Organizaciones educativas, tanto físicas como en Internet adoptaron tecnologías invasivas de identificación para “garantizar” la acreditación correcta de los estudiantes, así como para el registro y control de pagos. Universidades y otras instituciones de aprendizaje en línea ofrecen clases en línea que requieren la identificación con más de una huella dactilar.

Nuevos servicios basados en Internet, tales como móviles y computación en nube se suman al grupo de consumidores y usuarios que usan herramientas de validación BioSig-ID y similares. Mientras todo el contenido migra a la “nube” y las corporaciones y el gobierno obtienen una mayor autonomía obteniendo control centralizado de la información y la gente accede a ella desde el trabajo o el hogar, los sistemas de identificación biométrica serán claves para el mandato de certificados o protocolos de acceso a las “Nubes”. La idea de tener un ID de Internet único, que ya ha sido propuesto por los funcionarios del gobierno en varios países, de repente parece más y más realista.

Y si usted es un empleado del gobierno, ya que muchos son hoy en día, y mucho más serán en un futuro próximo, prepárese para dar cada pieza de información que su cuerpo emite. En México, todos los empleados del gobierno federal tuvieron que someterse a un reconocimiento de identificación biométrica con el fin de mantener sus empleos. En todo el mundo, los gobiernos ponen en práctica protocolos de seguridad que incluyen el uso de tarjetas de identidad o credenciales de Gobierno para acceder y gestionar información.

El e-ID ya está disponible en lugares como Hong Kong, Malasia, Estonia, Finlandia, Bélgica, Portugal, Marruecos y España.

Biometrically Identifiable Gesture Technology

If you believe fingerprinting or picture ID’s are invasive forms of technology, wait until you read this.

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
July 20, 2011

If you have never seen the documentary Shadow Government, I honestly recommend it. It details the latest information regarding the use of technology to create a global identification system of biblical proportions. In this system that is being built as we wonder “why I have to give my fingerprint to obtain a driver’s license”, every single human being will be accounted for; no exceptions.

The variety of technologies available to effectively identify anyone at work, at the gym, at public events, in Court houses and even at home, is simply mind blowing. However, the producers and buyers of these so-called security enhancing tools do not stop thinking about new ways to get the highest paid contracts from private companies or the government.

The latest example of invasive identification technology is Biometric Signature ID, Inc’s BioSig-ID. According to the manufacturer’s description, BioSig-ID is a “Multi-Factor Identity Proofing Technology”; the best of its kind. This earned the company the trust of a variety of organizations going from sectors such as healthcare, the financial and banking systems, online education, cloud computing, the White House and the Department of Homeland Security.

The BioSig-ID is known for its capacity to gather information such as mouse movement patterns, typing speeds, user gestures, and other personal characteristics to fully identify the person who intends to access information or use a piece of equipment.

Biometric Signature ID announced recently it received approval from the United States Patent and Trademark Office for its latest patent which will be added to the large collection of technology-based identification tools it produces. The BioSig-ID technology collects movements made with various devices such as a mouse, touchscreen markings, fingers and body movements to create a biometric multi-factor password used for identification purposes.

Convenience is the name of the Game

As it often happens, the use of BioSig-ID as well as other invasive technologies, is presented not as a threat to personal privacy, but as a “convenient way to stay safe” or to keep data and information safe. In other examples of privacy violations we encounter the entertainment industry which managed to create products such as video game consoles that record the users movements as a biometric human fingerprint. Kinect, the device that is inside Microsoft’s XBox, allows users to play by just moving their bodies. “The console detects movement and recognizes people through a camera and various sensors installed on the device.” Isn’t that convenient?

Along with video gaming are the infamous full body scanners, which are supposed to keep us all safe from terrorism, but that instead are one of the most invasive forms of technology ever created. The scanners not only render full naked images of the passengers that allow their privacy to be violated -there is an opt out chance- but also bathes them with poisonous doses of radiation. See information on the scanners’ radiation amounts here. Read about full body scanner backscatter radiation here. Learn about radiation flux here.

Creating a need for invasive identification technologies

The amount of biometric-based identification technology production and consumption has increased exponentially in the last decade or so. This does not mean, however, that the use of these technology is so young. Military and technology contractors have been working on ways to fully identify individuals for a long time. In most cases, technology such as the one developed by Biometric Signature ID has been used in highly sensitive places in companies and military installations.

The success of this technology relies on the fact that a market was created -as it happens with many products- to assure its adoption. The evil part is that people’s fear and government policy are also used to push the production and sale of biometric identification. By the time consumers get to know about its existence, it has already been tried and tested for many years. In the case of BioSig-ID, the product was tested initially by The Tolly Group.

As we cited before, many organizations and companies adopt this kind of technologies under the safety excuse. Data safety, information safety, access to premisses safety, web access safety and so on. In the healthcare business, for example, the DEA requires electronic prescription of controlled substances, another failure of the infamous war on drugs. DEA uses this technology to authenticate access to patients’ records.

In the banking and financial markets, both private institutions and government offices use biometric identification to “bring security and safeguard customer information, reduce fraud, etc. It has not worked very well, though, as millions of customer credit card information has been stolen from those very same institutions and neither the hackers nor the banks have been held accountable for endangering the privacy of their customers.

Education has not escaped privacy violation. Both physical and online educational organizations adopted biometric and other invasive identification technologies to “guarantee” the correct accreditation of students as well as for registration and payment controls. Universities and other learning online-based institutions offer classes online which require signing in with more than one fingerprint.

New internet-based services such as Mobile and Cloud computing will pile on the number of consumers and users of Bi0Sig-ID and similar validation tools. As all content migrates to the “Cloud” and the corporations and the government become more empowered by centrally controlling information and how people access it from work or home, biometric identification systems will be key to mandate certified entrance to those “Clouds”. The idea to have a unique internet ID, as it has been proposed by government officials in several countries is suddenly appearing more and more realistic.

And if you are a government employee, as many are nowadays, and more will be in the near future, get ready to give every single piece of information your body emits. In Mexico,  all federal government employees had to submit to biometric identification recognition in order to keep their jobs. All over the world, government implement security protocols that include the use of Government Identity Cards or Credentials to access and manage information.

E-IDs are already available in countries like Hong Kong, Malaysia, Estonia, Finland, Belgium, Portugal, Morocco and Spain.