El Banco Mundial quiere esclavizar minoría no bancarizada con medidas de “inclusión”

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | FEBRERO 7, 2013

Unos 2.500 millones de personas, el 28% de la población total de la Tierra, vive al márgen de productos y servicios financieros. Este grupo es formado por tres cuartas partes de los pobres del mundo y un gran grupo de personas que viven en zonas rurales. Estas personas, a pesar de su situación económica son llamados “financieramente independiente”, ya que están libres de las cadenas del sistema bancario global.

Sin embargo, su independencia puede que no dure mucho tiempo si el Banco Mundial acciona su propuesta. La entidad globalista ha pedido medidas de “inclusión” para este grupo de más de 2 millones de personas, que según informes se iniciarán mediante la reducción de los costes de los servicios bancarios y la racionalización de los requisitos de documentación.

Una cosa está clara, los bancos quieren que nadie esté libre de sus cadenas, razón por la que el complejo industrial militar occidental sigue invadiendo el Medio Oriente y África donde naciones no alineadas y que frecuentemente dirigen sus asuntos independientemente del sistema financiero mundial, son azotadas por ataques de guerrilleros apoyados por países occidentales. En este punto, en el siglo 21, los banqueros globales no pueden imaginar tener Estados-nación que funcionen fuera de su círculo de poder, sin deuda y sin una crisis financiera.

Los expertos del Banco Mundial también creen que las entidades financieras deben minimizar las molestias causadas por la diferencia entre los potenciales usuarios de los servicios financieros y los bancos de los mismos a fin de que el sistema bancario global pueda “ayudar” con sus ahorros, seguros, pagos o créditos, por ejemplo. Es por eso que es más común ver a un cajero automático al lado de un camino polvoriento cerca de un pueblo donde la gente ni siquiera tienen agua para beber. El banco también quiere facilitar servicios bancarios a través de dispositivos móviles proporcionando teléfonos celulares a personas que apenas saben escribir y leer.

Según el Banco Mundial, los gobiernos deben ser responsables de proveer las condiciones para que los bancos puedan llegar a las personas que, hasta ahora, no han utilizado los servicios bancarios. Los gobiernos deben implementar políticas públicas para involucrar a aquellos que viven sus vidas con cero deuda, a través de iniciativas que promueven el “ahorro eficaz”. Uno podría pensar que si estas personas necesitan servicios financieros o de cajeros automáticos con el fin de dirigir sus vidas, ellos los buscarían por sí mismos.

Detrás de la iniciativa del Banco Mundial para aprovechar cada centavo que existe está la Fundación Bill y Melinda Gates, que financia un proyecto llamado Findex Global. Se trata de una lista de 41 indicadores sobre hábitos bancarios que se supone debe ser actualizado en 2014 y en 2017. La subvención concedida por la organización filantrópica, que financia también el desarrollo de organismos genéticamente modificados y las campañas de vacunación en todo el mundo, estará disponible durante 10 años. El total previsto para llevar a cabo el proyecto asciende a 2.243 millones de euros, que se distribuyen en más de 50 naciones.

El Proyecto Global Findex recibió la autorización de las entidades bancarias para rastrear las transacciones y el uso de los servicios bancarios. Los promotores del proyecto dicen que ayuda a evaluar cómo los servicios financieros “facilitan el crecimiento económico y reducen la desigualdad de ingresos.” Un sistema financiero que supuestamente inclusivo “permite a las personas pobres suavizar su consumo y asegurarse a sí mismos contra las muchas vulnerabilidades económicas que enfrentan.”

La palabra “inclusivo” significa que el sistema permite a los bancos saber absolutamente todo sobre los hábitos financieros de sus clientes mediante el seguimiento del gasto individual, centavo por centavo. “Reconociendo la necesidad de mejores datos para apoyar la agenda de inclusión financiera, el Grupo del Banco Mundial de Investigaciones para el Desarrollo, con una subvención de 10 años de la Fundación Bill & Melinda Gates, ha construido la base de datos Inclusión Financiera Global (Global Findex).” Eso es todo, una base de datos mundial controlada centralmente por las entidades bancarias que, como dice la canción conocen  hasta “lo que comes para el desayuno y lo que has escondido en el colchón”.

Cualquier persona con un nivel mínimo de sabiduría y una comprensión clara de que los banqueros son los únicos responsables de la crisis financiera mundial, sería capaz de discernir que este movimiento de “incluir” en realidad es un paso adelante para esclavizar a una porción significativa de la población mundial, que hasta el momento ha logrado vivir una vida libre de las cadenas de la mafia financiera global.

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Recuperação econômica occurrerá só se os bancos vão à falência

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | OUTUBRO 28, 2012

Embora se diga que a crise financeira iniciou em 2008, o seu começo foi muitos anos antes. Como foi explicado ontem, a chamada recuperação que quase todos os políticos dizem que os governos estão procurando é uma farsa. Nao existem planos elaborados para ter uma recuperação. Na verdade, e todo o contrário.

É verdade, a crise que estamos enfrentando é a pior desde a Grande Depressão da década de 1930, mas as condições que criaram a crise são as mesmas que existiram no século passado. O sistema de criação de dinheiro da nada permite que os fabricantes do dinheiro falso injetem capital na economia, no que é chamado de investimento. Depois que as economias se tornam viciadas em dinheiro rápido e / ou “de graça” para construir seus negócios, os emitentes do dinheiro falso subtraem rapidamente esse dinheiro ou exigem a devolução imediata do “investimento”, o que causa a descapitalização das economias e portanto, o seu colapso.

As causas que desvendaram a crise em 2008 se originaram no início do século 20, com a adoção do modelo de desenvolvimento baseado na emissão de dívida. De acordo com suas instruções, os governos dão poder de emitir dinheiro para um grupo de banqueiros internacionais que criam dinheiro em nome de governos ao redor do mundo, com um ganho de até 30 por cento de juros. Estes juros são cobrados dos cidadãos de cada pais. Os juros cobrados pela emissão do dinheiro — que e dado aos governos como um crédito — é colocado no “cartão de crédito” dos governos como dívida. Imediatamente, o pagamento desta dívida torna-se responsabilidade dos cidadãos, quem terão que trabalhar toda a sua vida para pagar os intermináveis pagamentos dos juros.

O modelo econômico baseado na emissão de dívida originada na irresponsabilidade por parte dos burocratas que dirigem o governo. Em vez de gastar o dinheiro do povo de forma responsável, burocratas pensaram que era uma melhor idéia pedir dinheiro emprestado a taxas de juros enormes, em vez de diminuir gastos. Eles decidiram aceitar subornos e conselhos de banqueiros internacionais para financiar seus programas de “bem-estar” e, assim, cumprir algumas promessas de campanha, enquanto aumentaram a carga de juros da dívida sobre as classes trabalhadoras.

Este sistema, que foi iniciado em 1913, é usado ainda hoje e, qualquer lugar que existe um banco central. Se o banco é uma entidade privada ou uma agência governamental é irrelevante. Burocratas eleitos para representar o povo pedem dinheiro emprestado ao Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, por exemplo, em troca pela adoção de políticas específicas para garantir o aluguel da força de trabalho por muitas gerações. Na pratica, as classes pobre e media trabalham para os banqueiros internacionais, e não para se mesmos ou seu pais.

O dinheiro pago pelos trabalhadores ao governo central não é usado para melhorar as comunidades em que vivem. O dinheiro dos impostos é usado para pagar os juros da dívida contraída pelo governo central em nome do povo. Os tipos de melhorias prometidas pelos políticos durante suas campanhas não são pagos com dinheiro do contribuinte, mas com dinheiro emprestado de bancos internacionais. Banqueiros oferecem empréstimos aos governos que não têm liquidez suficiente para cumprir as promessas feitas durante a campanha. O governo aceita todas as condições do contrato de empréstimo e efetivamente cede soberania e a trabalho da sua população aos fabricantes do dinheiro.

O tipo de colapso que estamos vivenciando é a última etapa do plano que os banqueiros têm desenvolvido e aplicado para se tornarem os únicos proprietários de tudo. A principal diferença entre o anterior e a atual crise é que esta pode ser a última vez que os banqueiros precisam usar o seu plano. Isso porque os banqueiros podem simplesmente ir embora com tudo.

A questão é, então, como podemos evitar que os banqueiros façam o mesmo que fizeram na Grécia, onde saquearam tudo? É realmente simples. Em toda a Europa e no resto do mundo os governos tem que fazer o que fez a Islândia. Em vez de dizer que as instituições financeiras internacionais são demasiado importantes para ir a falência, a Islândia decidiu jogá-los fora. Como resultado, cerca de 90 por cento da dívida em poder do governo islandês, que era realmente dívida criada pelos bancos foi eliminada. O outro 10 por cento era dívida real do governo. Depois que esta decisão foi feita, a Islândia decidiu tomar um outro caminho para ter uma recuperação real.

Acredite ou não, a Islândia decidiu permitir o colaps dos bancos, que é exatamente o oposto do que foi feito na Itália, França, Grécia, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, para citar alguns países. Em todos esses lugares, a crise atingiu os bancos internacionais, mas os governos decidiram que era uma má idéia deixar os bancos assumir a sua própria dívida. Em vez disso, eles imprimiram mais dinheiro falso para “resgatar” os bancos e a dívida foi para a cidadania, quem vai pagar juros sobre essa dívida por muitas  gerações. Essa decisão não somente não resolveu o problema, já que a única coisa que fez foi incorrer em dívida adicional, mas também piorou as condições econômicas porque não foram implementadas soluções reais para a crise.

No início de 2008, os bancos que operavam na Islândia tinham uma divida equivalente a seis vezes o PIB do país. O governo decidiu nacionalizar os três maiores bancos, causando a desvalorização da moeda local — a coroa — em 85 por cento. Este parecia ser um problema para a Islândia, mas ao contrário do senso comum, na verdade, ajudou o país a ter uma recuperação real, mantendo grande parte da sua independência e soberania. O governo foi à falência no final desse ano, mas o país evitou ter que tornar os cidadãos responsáveis ​​pela dívida gerada por bancos internacionais.

Junto com a desvalorização da coroa islandesa, o pais experimentou aumento da inflação imediatamente após a declaração de falência. Enquanto isso, o governo decidiu tomar todo o dinheiro e depósitos nos bancos recentemente nacionalizados para começar tudo de novo. A ação tomada pelo governo islandês significou um curto período de verdadeira dor, mas também deu às pessoas a oportunidade de começar de novo, sem dívidas e com gastos sob controle.

Até 2010, apenas dois anos após a declaração de falência e nacionalização de bancos, Islândia experimentou seus primeiros sinais de crescimento econômico, que marcou o início da recuperação. Ao permitir o colapso dos bancos internacionais, a Islândia não só puniu os banqueiros irresponsáveis pela sua irresponsabilidade, mas também impediu que o povo se torna se escravo dos bancos. O país também admitiu ter alguma dívida real — uma pequena parte do total — e agora está trabalhando em um caminho de sucesso para uma recuperação completa.

A lição aprendida de tudo isso é: Você não pode lutar contra o fogo derramando gasolina sobre ele. Se a origem da crise atual é o sistema econômico baseado na emissão de dívida, não haverá solução real, porque tudo o que a maioria dos governos faz é criar mais dívida para pagar dividas existentes. A razão pela qual a maioria dos países decidiu escolher a emissão de mais dívida — como nas nações da Europa — é que os políticos são comprados e pagos pelos banqueiros para tomar essa decisão. Se ocorrer o inverso, ou seja, se o débito gerado pelos bancos é rejeitado e se esses bancos vão a falência, teremos muitas recuperações mais bem sucedidos. É tão simples que até mesmo Paul Krugman entende.

Então, se você quiser que o seu país esteja livre de dívida e dinheiro falso, peca ao seu governo renunciar ao modelo de desenvolvimento baseado na emissão de dívida, que não é nem mesmo um modelo de desenvolvimento. Se você quer uma recuperação real, você tem que deixar os bancos ir a falência.

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Eco-fascistas querem “Cidades Prisão” para a Humanidade

Versão Portugues Luis R. Miranda

Pessoas que resistem a que o Estado controle cada aspecto de sua existência serão forçados a viver em guetos miseráveis, enquanto o resto da população será bem controlada nas “cidades prisão” monitoradas com equipamentos de alta tecnologia. Esse é o futuro imaginado pelos eco-fascistas que estão explorando a fraude do aquecimento global antropogénico para se gabar abertamente sobre seu plano de escravização total da humanidade. Isto é no que estão trabalhando grupos como o Fórum para o Futuro.

A ameaça representada pelo tipo de cenário que é promovido pelo Fórum para o Futuro, o grupo responsável pelo assustador vídeo abaixo, não pode ser suficientemente enfatizada. O inferno ditatorial de 2040, onde os carros são proibidos, há racionamento de carne, a agricultura é completamente abolida para os cidadãos e a pouca área plantada estará supervisionada pelo Estado, o comportamento das pessoas será catalogado pelo governo, é o objetivo final que os seguidores do controle centralizado querem alcançar e é a política que está governando hoje o movimento ambientalista.

Quase todos os aspectos das políticas levadas a cabo pela ditadura global a ser implementada nas “cidades planejadas”, que mostra o vídeo refletem a tiranía que a humanidade já experimentou na sua história.

O Estado vai assumir os meios de produção de alimentos e agricultura completamente. Isso é um retrocesso para o sistema soviético de agricultura coletivizada, onde Stalin confiscou a terra e o trabalho em fazendas de grande escala foi coletivizado também. Os agricultores que resistiam o Estado foram presos e enviados para o ‘gulags’ da Sibéria. Como resultado da perda de propriedade privada, mais de 3 milhões de pessoas morreram de fome entre 1932-33. Um sistema semelhante prevaleceu na China sob Mao Tze Tung “Grande Salto Adiante” ou Great Leap Forward, que levou à Grande Fome da China e matou pelo menos 36 milhões de pessoas.

A aprensão dos que resistiram o fascismo verde fascismo e sua posterior separação de suas famílias é um lembrete do “gueto” dos nazistas em Varsóvia e em outros campos de concentração e prisões nas cidades habitadas por judeus e dissidentes políticos durante a Segunda Guerra Mundial.

A restrição ou proibição da carne –uma política dos eco-fascistas– foi tal que comer um hambúrguer se tornou um luxo e só podia ser apreciado em ocasiões especiais – e você só podia comer se você tinha o dinheiro para comprá-lo. Até o final dos anos 80 antes que a China começou a sair da miséria, a carne era um luxo raro e altamente restrito. Novamente, a “cidade planejada” é nada menos do que uma fusão entre as medidas de controle comunistas e fascistas infligido ao povo para mantê-los pobres, famintos e fracos.

As pessoas que produzem este vídeo, financiados por bancos e corporações elitistas como a Royal Dutch Shell, o Bank of America e o governo britânico sabem muito bem que cada aspecto de suas “cidades planejadas” se origina diretamente das ditaduras mais hediondas e brutais da história. Eles estão exibindo abertamente a ideologia neo-fascista por trás do movimento verde.

Claro que, como fica claro no vídeo, nenhuma dessas regras ou controles se aplicam aos membros da elite, mas sim ao resto de nós. Al Gore ainda poderá ter suas mansões à beira-mar com várias piscinas aquecidas. Ainda assim será capaz de andar em seu SUV e pilotar aviões privados, enquanto bebe e come o melhor bife. E o príncipe Charles e sua insistência de que o proletariado não estejam autorizados a se banhar, continuará desfrutando o esplendor verdejante de palácios reais.

Eles também estão envolvidos em uma estratégia para alterar os parâmetros da “Janela de Overton“. -uma série de políticas consideradas politicamente aceitável no actual clima da opinião pública. ” Somos bombardeados com propostas extremamente desagradáveis, que desgastam a psique humana, até que as pessoas começam a aceitar os controles draconianos sobre suas vidas pessoais e pensam que são normais, necessários e razoáveis.

Esta é parte da razão por trás do escândalo do ano passado conhecido como “splattergate”. Os alarmistas do aquecimentoEco-fascism global antropogénico- uma vez mais financiados por corporações e governos, produziram um comercial em que as crianças que se recusam a reduzir suas emissões de carbono foram massacrados em uma orgia de sangue e tripas.

Este é um ataque psicológico e uma personificação do método usado para pelas tirania. Apesar que agora nós não aceitamos a proibição de caminhões ou o racionamento de carne, nós aceitamos as leis que proíbem o uso de lâmpadas incandescentes e aceitamos usar fluorescentes compactas contaminadas com mercúrio, assim como impostos sobre as emissões de carbono que não tem nada a ver com o aquecimento global . À medida que cada obstáculo é removido, os globalistas pretendem algo mais extremo, pelo que chegaremos a aceitar uma tirania mais amena, mas no longo prazo, os elitistas vão atingir os seus objetivos com calma.

E para piorar a situação, o debate entre “liberais” em jornais como The Guardian em resposta a este artigo, não giram em torno do que significa o inferno autoritário, mas na questão de saber se as pessoas idosas devem ser avisados por funcionários do governo sobre como cometer suicídio, quando chegam a 65, ou se o Estado só deve matá-los diretamente.

Este tipo de destino despótico está sendo impulsionado pela elite, que tem um exército de “zumbis” recrutados para se desfazer de pessoas idosas (comedores inúteis); uma idéia intelectualmente aceitável e razoável, segundo eles. Presumivelmente, os deficientes e os doentes mentais também serão exterminados na busca de uma alta eficiência nas “cidades planejadas”, outra idéia que Hitler teria aprovado com veemência.

Uma vez que o governo dá o poder de matar qualquer um que considere pesadelo coletivista improdutivo, as portas do inferno estão abertas. Em comparação, o racionamento de carne, impostos sobre o carbono, o eco-monitoramento, e a restrição de crédito e de transporte parecem um passeio.

O final do documentário produzido pelo pesquisador Alex Jones, lançado em 2007, advertiu especificamente sobre as redes de alta tecnologia sendo implementadas agora e sendo oferecidas pelas principais organizações ambientalistas. Nós o incentivamos a avisar a todos que você conhece sobre este programa e de pé, em uníssono resistir o grande ataque à liberdade humana no século 21, que agora é certo que será infligido sobre nós, sob o pretexto de salvar a mãe terra. Ou podemos acabar com isso agora, ou acabaremos em ‘eco-guetos” que os nossos professores tem preparado para nós em suas “cidades planejadas ” em 2040.

Eco-fascistas claman por ‘Ciudades Prisión’

Adaptación Luis R. Miranda
The Real Agenda
Enero 7, 2010

Las personas que se resisten a que el Estado controle cada aspecto de su existencia se verán obligados a vivir en ‘ghettos’ miserables, mientras que el resto de la población va a estar bien controlada en las ciudades que se tornen en cárceles monitoreadas con alta tecnología – que es el futuro previsto por los eco-fascistas que están explotando el fraude del calentamiento global antropogénico para hacer alarde abiertamente de su plan para la esclavitud total de la humanidad. Esto es lo que están trabajando grupos como el Foro para el Futuro.

La amenaza planteada por el tipo de escenario que se promueve por el Foro para el Futuro, el grupo responsable del escalofriante vídeo a continuación, no puede enfatizarse lo suficiente. El infierno dictatorial del año 2040, donde los coches serán prohibidos, la carne racionada, la agricultura completamente abolida para los ciudadanos y la poca que haya será supervisada por el estado, el comportamiento de las personas catalogado de “tarjetas de calorías”, y las profesiones ordenadas por el gobierno, es el objetivo final que los monstruos del control centralizado que se han apoderado las riendas del movimiento ecologista desean para un futuro no muy lejano.

Casi todos los aspectos de las políticas llevadas a cabo por la dictadura global que se ejecutarán en las “ciudades planeadas”, que muestra el video reflejan al por mayor las tiranías históricas que la humanidad ha visto.

– El estado se hará cargo de los medios de producción de alimentos y la agricultura por completo. Esto es un retroceso al sistema soviético de la agricultura colectivizada, donde Stalin organizó la tierra y mano de obra en las granjas colectivas a gran escala. Los agricultores que se resistieron a que el Estado se hiciera cargo de sus granjas fueron arrestados y enviados a los ‘gulags’ de Siberia. Como resultado de la confiscación masiva de la propiedad y la perturbación que la agricultura colectiva presentada para la producción de alimentos, más de 3 millones de personas murieron de hambre entre 1932-33. Un sistema similar se impuso en la China maoísta en el marco del “Gran Salto Adelante” que llevó a la Gran Hambruna de China y la muerte de al menos 36 millones de personas.

– El encarcelamiento de los que se resistieron al fascismo verde dentro de los ‘ghettos’ miserables y su posterior separación de sus familias es un recordatorio del ‘ghetto’ de los nazis en Varsovia y otros campos de concentración y las prisiones en las ciudades que albergaban Judios y disidentes políticos durante la Segunda Guerra Mundial.

– La restricción o prohibición de la carne, algo que ya está siendo empujado con vehemencia por los eco-fascistas, hasta el punto que una hamburguesa se convierte en un bien escaso que solo se puede disfrutar en ocasiones especiales – y sólo se puede comer si se tiene el dinero para comprarla. Hasta finales de los 80 antes de que China comenzara a levantarse de la pobreza, la carne era un lujo raro que era escaso y sumamente restringido. Una vez más, la “ciudad planeadas” no es nada menos que una fusión de las medidas de control comunista y fascista infligidas a la población para mantenerlos pobres, hambrientos y débiles.

La gente que produce este vídeo, financiado por los bancos elitistas y corporaciones como Royal Dutch Shell y el Bank of America o Banco de América, así como el gobierno británico, saben muy bien que cada aspecto de sus “ciudades planeadas” se originan directamente de las más abominables y brutales dictaduras de la historia. Ellos están abiertamente haciendo alarde de la ideología neo-fascista detrás del movimiento verde.

Por supuesto, como queda claro en el vídeo, ninguna de estas normas o controles se aplicarán a cualquiera de los elitistas sino al resto de nosotros. Al Gore todavía podrá tener sus mansiones frente al océano con múltiples piscinas climatizadas. Todavía será capaz de rodar en su SUV y volar aviones privados al mismo tiempo bebiendo y comiendo el mejor filete de carne. Y el príncipe Carlos y su insistencia en que a los proletarios no se les permite tomar baños mientras el disfruta del esplendor de sus exuberantes palacios reales.

Ellos también están comprometidos en una estratégia para cambiar los parámetros de la Ventana de Overton – “. Una serie de políticas que consideren a ser políticamente aceptable en el actual clima de opinión pública”. Constantemente nos bombardean con propuestas extremas y repugnantes, que desgastan gradualmente la psique humana hasta que la gente comienza a aceptar controles draconianos sobre su vida personal como algo normal, necesario y razonable.

Esto es parte de la razón detrás del escándalo “splattergate” del año pasado. Los alarmistas del calentamiento global – una vez más financiado por corporaciones y gobiernos –produjeron un comercial en el que los niños que se niegan a reducir sus emisiones de carbono fueron masacrados en una orgía de sangre y tripas .

Este es un ataque psicológico y una realización del método de paso hacia la tiranía. Aunque ahora mismo no aceptemos la prohibición de carros y el racionamiento de carne, vamos a aceptar leyes que prohíban los bombillos incandescentes para usar fluorescentes compactos contaminados con mercurio y el pago de impuestos sobre las emisiones de carbono que nada tiene que ver con el calentamiento global. A medida que cada obstáculo se elimina, los globalistas proponen algo más extremo por lo que siempre vamos a llegar a un compromiso y aceptar una tiranía más leve, pero a largo plazo, los elitistas lograrán todos sus objetivos con aplomo.

Y para colmo, el debate entre los “liberales” como por ejemplo en le periódico The Guardian en respuesta a este artículo no gira en torno a lo que este infierno autoritario significa, sino sobre la cuestión de si las personas de ancianas deben ser advertidas por los trabajadores del gobierno sobre como quitarse la vida cuando llegan a 65, o si el Estado sólo debe matarlos directamente.

Este tipo de destino despótico no sólo está siendo impulsado por la élite, que tiene un ejército de zombis ‘con el cerébro lavado de verde’ detrás de ella que han sido reclutados para hacer la democidio de las personas mayores (los comedores inútiles) una idea intelectualmente aceptable y razonable. Presumiblemente, los discapacitados y los enfermos mentales también serán exterminados en la búsqueda de una alta eficiencia en las “ciudades planificada”, otra idea que Hitler hubiera aprobado con vehemencia.

Una vez que el gobierno se da el poder de matar a cualquiera que considere improductivos en esta pesadilla colectivista, las puertas del infierno están abiertas de par en par. En comparación, el racionamiento de carne, impuestos sobre el carbono, la eco-vigilancia, los créditos de calorías y la restricción de transporte parecen un paseo por el parque.

El final del documental producido por el investigador Alex Jones, lanzado en 2007, advirtió precisamente sobre las redes esclavizantes de alta tecnología que se están aplicando ahora y como estás son habitualmente propuestas por las principales organizaciones fascistas del medio ambiente. Le instamos a advertir a todos a conocer este programa y de pie al unísono resistir el gran asalto a la libertad humana en el siglo 21, que ahora es seguro que será infligido a nosotros bajo el pretexto de salvar a la madre tierra. O ponemos fin a esto ahora, o terminaremos en los ‘eco-ghettos’ que nuestros maestros han preparado para nosotros en sus “ciudades planificadas” de 2040.

Alimentos y despoblación: Engaños y Soluciones

Por Cassandra Anderson
Traducción Luis R. Miranda
Julio 10, 2010

Alimentos y despoblación es una serie de artículos se ha escrito para las personas que piensan que las conspiraciones son meras

Greenpeace es una de las más grandes Organizaciones no Gubernamentales que engañan a sus seguidores con campañas aparentemente "pro-ambiente."

teorías, que el gobierno está trabajando en nuestro mejor interés y que las Naciones Unidas es benevolente. Nada podría estar más lejos de la verdad, la prueba irrefutable de esto se explica en los últimos tres artículos. Compartir la verdad sobre la comida es una manera excepcionalmente eficaz para despertar a la gente, porque todas las personas tienen una relación personal con los alimentos todos los días. Éstos son los puntos importantes para recordar:

El Departamento de Agricultura de EE.UU. tiene la patente sobre el “gen Terminator” (la semilla va morir después de la primera cosecha), y tiene el potencial para destruir toda la vida vegetal en el planeta. Esta patente es co-propiedad de Monsanto.

2. La Corte Suprema de los EE.UU. ha evitado tratar los casos anti-OGM, a pesar de los peligros obvios para la salud a las personas y la contaminación de las plantaciones agrarias mediante la polinización cruzada. El 21 de junio de 2010, la Corte Suprema levantó la prohibición en todo el país de alfalfa OMG debido a su potencial para contaminar otras plantaciones, a la espera un Estudio de Impacto Ambiental (EIA) realizado por el Departamento de Agricultura de EE.UU.. Predijimos hace 2 semanas que los magistrados de la Suprema Corte fallarian a favor de Monsanto pues reciben sus cheques del gobierno federal. Si hubiera prevalecido la cordura y la prohibición de los OGM hubiese sido confirmada, el resultado habría puesto la patente del USDA sobre el gen Terminator en peligro, un sinnúmero de casos judiciales tendrían lugar y una avalancha de nuevas demandas contra Monsanto pudo haber quebrado a la empresa. El gobierno federal y Monsanto están tan profundamente entrelazados que esperamos que el EIS del USDA, que se espera termine la próxima primavera, permitirá la siembra de la alfalfa OGM.

El Tribunal Supremo se negó a oír los hechos sobre los peligros y los antecedentes de contaminación; el único disidente fue el Juez Stevens y dijo que, “la corte del distrito no abusó de su discreción cuando, tras examinar el expediente voluminoso y de las comprobaciones anteriores, ha emitido la orden ante nosotros.” En otras palabras, Stevens señala que la prohibición del tribunal de distrito menor de alfalfa OGM se puso en marcha debido al voluminoso registro de contaminación a otras granjas, pero esto no fue tomado en cuenta por el Tribunal Supremo. El Tribunal Supremo considera que la prohibición de alfalfa OGM a nivel nacional fue “demasiado amplia, sin examinar los efectos nocivos de la contaminación. Esto era una decisión engañosa, porque si hubiera considerado los efectos devastadores de los OGM, le habría sido imposible argumentar que son seguros. Y los corruptos de la USDA publicarán su EIS para determinar la seguridad. La ventaja potencial de este mando a distancia es que la jurisdicción se encuentra ahora en los tribunales inferiores, que pueden ser más razonables, pero eso significa más demandas y más dinero (1).

3. Las Naciones Unidas es corrupta hasta la médula y sus programas están diseñados para la despoblación, el control total y la ganancia. La Agenda 21 de Naciones Unidas es el plan general para la despoblación y el control total, con el medio ambiente y el desarrollo sostenible, como excusa para sus políticas.

4. La familia Rockefeller ha estado persiguiendo el control de los alimentos durante décadas, con los monopolios y las estructuras gubernamentales que son financiadas por los contribuyentes a través de sistemas complejos que han creado para lograr este objetivo.

EL ENGAÑO DE LAS ONG:

El World Wildlife Fund es otra ONG que se viste de blanco pero que tiene los oscuros intereses de la ONU como objetivos principales.

ONG (Organizaciones No Gubernamentales), en la definición moderna, surgen de las Naciones Unidas y actuan como “consultores” de la ONU, ningún representante del gobierno puede ser miembro. Sin embargo, las ONG no son independientes ya que la mayoría de ellas son financiadas por los gobiernos. En otras palabras, nuestros impuestos están pagando por nuestra propia desaparición. Así es como funciona la estafa:

crear declaraciones de política a ser adoptada por la ONU que se convierten en política internacional.A continuación, las ONG reciben dinero de la ONU.

• Las políticas de las Naciones Unidas son a continuación empujadas a los gobiernos nacionales los que luego financian los programas globalistas con el dinero de los impuestos.

• Las organizaciones no gubernamentales a continuación, presionan a los gobiernos y el público para ejecutar los programas, utilizando la presión pública equivocada que crean el engaño para que la gente crea que las políticas de las Naciones Unidas benefician a la población (como los gobiernos locales aceptan los reglamentos del calentamiento global. Estos se basan en mentiras vendidas a público por medio del alarmismo sobre la catástrofe ambiental). Ellos son expedidos en las comunidades con programas específicos dirigidos. Los contratos de los gobiernos locales con organizaciones como el Consejo Internacional de Iniciativas Ambientales Locales (ICLEI) aseguran la implementación local de estos objetivos globalistas.

• Comités Asesores del gobierno se componen de organizaciones y empresas no gubernamentales allegadas a las Naciones Unidas, y no representan los intereses de los ciudadanos.

• Organizaciones no gubernamentales acreditadas por las Naciones Unidas tratan de desacreditar a las organizaciones populistas que se oponen a ellas. Las ONG’s de las Naciones Unidas se iniciaron cuando afiliados eugenistas como Julian Huxley creó la UICN (Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza), que creó un engaño más público, la WWF (World Wildlife Federation) y una tercera llamada WRI (World Resources Institute, las que es un grupo de de “intelligencia dentro del grupo ambientalista). Estas tres organizaciones no gubernamentales son el motor y ayudan a aumentar la influencia de las ONG de todo el mundo. Para más información, puedes leer el excelente análisis de Ables Maryetta (2).

Las ONG’s son traicioneras y mienten. Mientras que una mano puede tomar una acción correcta, la otra agarra su libertad mediante la asignación de sus vastos recursos para avanzar la agenda de la ONU. Por ejemplo, la UICN, el centro de todas las ONG de la ONU, afirma en su página web que tienen una moratoria de una mayor liberación de OGM, lo que los hace parecer como que están en contra de los OGM. Pero los OGM ya han contaminado gran parte del mundo, por lo que una moratoria sobre nuevas liberaciones de los OGM es un débil intento de librar al mundo de los OGM y las ONG pretenden hacernos creer que no tienen poder, cuando es lo contrario, y más regulaciones se crean para impulsar el programa de las Naciones Unidas (3).

En lugar de tomar medidas serias para combatir los OGM, la UICN asigna sus recursos hacia la promoción de ‘biodiversidad’, (el robo de la propiedad privada por medio de la Ley de Especies en Peligro) y el calentamiento global, que ha perdido toda credibilidad (4).

El WWF mantiene un bajo perfil en su página web sobre los OGM, pero está totalmente de acuerdo con los el uso de estos productos(5).

Greenpeace es una ONG acreditada ante la ONU, y como todos los afiliados de las Naciones Unidas la ONG Greenpeace se dedica a las políticas del Programa de las Naciones Unidas como Agenda 21 y el Desarrollo Sostenible. Con el fin de parecer que están trabajando en el interés del público, se oponen a los OGM y han tomado algunas pequeñas acciones, como dar a conocer los peligros de los OGM y presionar a las tiendas Trader Joe’s de alimentos para que rechace los alimentos genéticamente modificados para su marca propia. Sin embargo, su oposición a los OGM, de acuerdo con Michael Shaw, de http://www.FreedomAdvocates.org, es un ejemplo como encubren sus intenciones como un grupo de interés público para esconder sus verdadero objetivo, la implementación de la Agenda 21. En su sitio web la organización aprueba las mentiras del calentamiento global y las restricciones al uso de energía que ayudan a consolidar el poder globalista.

Si bien su sitio web afirma que no “recibe” contribuciones de gobiernos o corporaciones, existen pruebas de que han recibido subvenciones de la Fundación Tides (la cual es en parte financiada por los Rockefeller), BP Oil y Exxon, pero estos donantes no figuran en su página web. En otras palabras, Greenpeace, junto con muchas otras ONG’s, reciben “donaciones” de los globalistas y envian dinero a otras organizaciones no gubernamentales afines y “sin fines de lucro” para llevar a cabo la Agenda 21 (6).

EL ENGAÑO DE LOS “SIN FINES DE LUCRO”:

Las organizaciones y fundaciones “sin ánimo de lucro” son cualquier cosa pero no “sin fines de lucro!” Una definición más exacta es que son exentos de impuestos. ¿Qué es lo que no quieren que sepas? Muchos, si no la mayoría son financiados por los gobiernos, las ONG’s y “fundaciones filantrópicas”. Organizaciones exentas de impuestos o sin fines de lucro deben a los contribuyentes la divulgación clara y pública de quiénes son sus donantes porque ellos se benefician del no pago de impuestos, pero es raro encontrar esta información en sus sitios web o en Internet.

Michael Shaw señaló que las organizaciones exentas de impuestos están aumentando de manera exponencial con el fin de aprovechar el financiamiento del gobierno, sin embargo, esto hace que organizaciones exentas de impuestos queden en deuda con el gobierno. Alianzas público-privadas, o el acoplamiento entre el gobierno y la empresa privada es la base del fascismo. Las organizaciones sin fines de lucro a menudo entran en la definición político-económica de Asociaciones Público-Privadas.

Fundaciones “Filantrópicas” exentas de impuestos han estado trabajando para la destrucción de América por muchas décadas. En la

La Fundación Carnegie, fundada con dinero del magnate Andrew Carnegie, junto con otras como Rockefeller y Gates son pro Eugenesia y depoblación.

década de 1950 una investigación del Congreso en las fundaciones Rockefeller, Ford y Carnegie reveló resultados escandalosos, por lo que la información fue suprimida. Sin embargo, G. Edward Griffin fue capaz de obtener una entrevista con el senador Norman Dodd, uno de los investigadores principales, en video y en una transcripción escrita disponible en la nota al pie (7).

Algunos organizaciones “sin fines de lucro” y exentas de impuestos han participado movimientos de “oposición controlada”. Por ejemplo, el Centro de Seguridad Alimentaria (CSA) representa a los agricultores en contra de Monsanto en el caso de la Corte Suprema de alfalfa OGM y en muchos otros casos anti-OGM. Aunque no tenemos manera de saber si Andrew Kimbrell, el Director Ejecutivo de la CSA y su hermano George (abogados) realizaron trabajo sólido en la oposición a Monsanto, hay informes de que el SFC y su sociedad matriz han obtenido 1,75 millones de dólares del Fondo de John Merck, que tiene vínculos con el Fondo de la Familia Rockefeller. Andrew Kimbrell del CFS presentó una petición ante la EPA para prohibir la plata coloidal que es un agente antibiótico natural con muchos beneficios que compite directamente con fármacos de Merck. Esta organización tiene la apariencia de trabajar en el interés del público, pero en una acción separada, ha operado en contra de beneficio público (8).

Andrew Kimbrell informó del logró “en el fallo de la Corte Suprema en el caso de la alfalfa OGM. Dijo que es todavía ilegal plantar la alfalfa OGM. Si bien esto es cierto hoy en día, el USDA aún tiene que completar su Estudio de Impacto Ambiental con el fin de aprobar las semillas (9).

Cómo comprobar que los sitios web de las ONG’s, las organizaciones sin fines de lucro y las fundaciones están a favor de la corrupción?

• Dé una ojeada en las acciones que apoyan. Si ellos defienden el engaño del calentamiento global, entonces es probable que estén comprometidas • Compruebe si la organización tiene ligamen con el Consejo de Administración de las Naciones Unidas y/o los Rockefeller • Busque ciertas palabras de moda relacionadas con la Agenda 21 (10)

Tenga cuidado, ya que casi todos los grupos ambientalistas más importantes buscan la consecución de los objetivos de la Agenda 21, incluso cuando se oponen a los OGM. Es importante hacer un poco de investigación para determinar sus motivos y para no ser engañado.

SOLUCIONES ALIMENTICIAS:

He aquí algunas sugerencias para comer alimentos sanos, acabar con los gigantes corporativos y crear la autosuficiencia:

Mira este video sorprendente de una familia que convirtió su patio en una granja y ganan dinero vendiendo productos a los restaurantes:

Coma alimentos cultivados orgánicamente y no OGM.

Compre y almacene semillas orgánicas.

Las semillas naturales son escasas y podrían ser una buena inversión o forma de trueque. El número de empresas de semillas se ha reducido de aproximadamente 300 a 100 a causa de adquisiciones corporativas (100 principalmente por Monsanto).

Apoye los mercados de los agricultores y los agricultores locales. Evite las importaciones para impedir la dependencia alimentaria. Cada país es rico en recursos y no hay excusa para volverse dependientes. Además, esto limita el poder de la Organización Mundial del Comércio.

Plante su propio jardín orgánico. Usted puede usar tierras diatomeas en lugar de los plaguicidas y las redes para mantener las plagas fuera del jardín.

Si usted no tiene un patio, encuentre a un vecino que tiene un jardín y creen un proyecto juntos. Luego pueden compartir la comida.

Únase o crie un grupo ARC (Agricultura Respaldada por la Comunidad) que ofrezca productos frescos a su ciudad, hay muchos anuncios de estos en Internet. Esta es una buena idea porque si hay una escasez de alimentos, los agricultores estarán más dispuestos a ayudar a alguien que los apoyaron.

Vea este video de Shelby Roche de ByteStyle.tv. Ella reporta como el movimiento anti-OGM está creciendo cada vezz más.

Una carta al editor de Off the Grid News de alguien que vive en Tasmania describe cómo sobrellevó la lucha contra el Codex Alimentarius, y los informes de que Australia fue el conejillo de indias para este programa de la ONU que comenzó hace 6 años. Los suplementos no son permitidos ($ 60.000 desanción si se usan) y la comida es limitada, por lo que la persona decidió plantar su propia cominda en tanques de agua de lluvia para mantener los animales lejos. El utiliza estiércol de vaca para fertilizar. Él dice que él consigue una recompensa increíble. Esta carta vale la pena leer porque afirma que los alimentos cultivados en Australia se exportan y se sustituye por importaciones baratas procedentes de China, además de que los alimentos son destruidos para mantener los precios altos (12).

Le recomendamos que obtenga información de las personas como Consejos Scott y Jeffrey Smith, sobre la verdad de los OGM (13).

Es de suma importancia que los agricultores tomen conciencia de la trampa de un acuerdo de licencia de Monsanto, es crucial que sean plenamente conscientes de que una vez que planta las semillas OGM, será esclavo por el pago de derechos de patente, incluso si no utiliza los productos con OGM Los agricultores deben comprender cómo opera Monsanto con el fin de evitar el pago de regalías infinitas; si compran las semillas de Monsanto baratas ahora, van a pagar muy caro más tarde. Por favor, comparta estos artículos con ellos.

SOLUCIONES POLITICAS:

La mala ciencia debe ser expuesta. “Climategate” tuvo mucho éxito revelando las mentiras del calentamiento global y sus motivos. Toda la ciencia adjuntada a la política debe ser examinada minuciosamente. El Estudio de Impracto Ambiental de la USDA debe salir en breve, y debe ser investigado ya que no hay manera de que los OGM sean aprobados a menos que el EIS se base en ciencia fraudulenta.

Recuerde que los monopolios son dependientes de las regulaciones gubernamentales, por lo que la manera de romper el monopolio es eliminar las regulaciones que permiten su existencia y mantener aquellas que protegen a los consumidores.

Tenga cuidado con todas las ONG y los llamados “sin fines de lucro”. Si quieren su apoyo, deben proporcionar información financiera que se puede investigar fácilmente. Los fraudes en secreto y verdaderos motivos deben ser expuestos.

Con cada elección se tiene una oportunidad de elegir a los funcionarios del gobierno que con prudencia evitan ser engañados por el paradigma de la derecha y la izquierda.

Los gobiernos estatales y locales son muy poderosos y usted tiene más influencia sobre ellos. Puede buscar y apoyar a los candidatos que respalden la libertad, autonomía y los valores constitucionales y que se opongan a los OGM, la Agenda 21, las Naciones Unidas y la consolidación del poder globalista.

Comparta esta información con todos sus conocidos y crie una coalición electoral que incluya a ciudadanos y empresas, especialmente a nivel estatal y local. Mercadeo de boca-a-boca es la más eficaz forma de divulgar estos asuntos (incluso más que la TV), así que por favor comparta esta información, en especial con los candidatos que pueden no estar conscientes de la Agenda 21.

Inicie a nivel local y amplie el esfuerzo hacia afuera para obtener y mantener la libertad. El gobierno central es difícil de contactar, pero los funcionarios estatales y locales son más accesibles.  Apoye y/o funde propuestas por la soberanía de su ciudad, estado o provincia y otras que prohíban la plantación de árboles o cultivos OGM en su área.

Puede visitar la página de Michael Shaw en http://www.FreedomAdvocates.org para obtener más información sobre cómo asegurar la libertad en el ámbito local y para la comprensión de los tentáculos de la Agenda 21, el fraude del Desarrollo Sostenible y otros. Su sitio es un gran lugar para encontrar la manera de actuar.

Por favor visite los sitios web www.real-agenda.com y www.MorphCity.com para encontrar artículos anteriores sobre “Alimentación y Despoblación y futuros artículos acerca de las soluciones.

Materiales Consultados:

1. http://www.nytimes.com/gwire/2010/06/21/…

2. http://www.freedomadvocates.org/articles/…

3. http://www.iucn.org/about/work/initiatives/biotechnology/gmos/

4. http://www.morphcity.com/agenda-21/environment/esahttp://www.morphcity.com/…

5. http://blogs.desmoinesregister.com/dmr/index.php…

6. http://www.westernjournalism.com/exclusive-investigative-reports…http://www.engdahl.oilgeopolitics.net/…http://www.policestateplanning.com/id52.htm

7. http://www.realityzone.com/hiddenagenda2.html

8. http://www.naturalnews.com/027186_silver_Merck_colloidal_silver.htmlhttp://www.zimbio.com/Administrator+Stephen+Johnson…http://www.undueinfluence.com/rockefeller_family_fund.htmhttp://activistcash.com/foundation.cfm/did/138

9. http://www.huffingtonpost.com/andrew-kimbrell…

10. http://www.morphcity.com/agenda-21/definitions

11. https://myorganicacres.com/

12. http://offthegridnews.com/letter-to-the-editor-june-7/

13. http://www.thenhf.com/health_freedom_news_12.htmhttp://www.seedsofdeception.com/Public/Home/index.cfm