Alarmistas do clima propõem esterilização e infanticídio

As técnicas para alcançar a redução da população incluem a esterilização em massa através de vacinas, o planejamento familiar obrigatório em troca por ajuda estatal.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Dezembro 10, 2010

Apenas alguns meses depois que um documento das Nações Unidas revelou o plano que os alarmistas do clima pretendem culpar a “superpopulação” como um mantra para reviver o desacreditado aquecimento global como um meio de desmantelamento da classe média, o bilionário Ted Turner salientou a mesma coisa durante um almoço em Cancún, exortando o mundo a adoptar a política brutal da China de permitir apenas um filho por família, e até sugeriu que os pobres devem ser esterilizados em troca de ajuda do governo.

Depois de um discurso precedido pelo economista Brian O’Neill, do Centro para a Pesquisa Atmosférica, nos Estados Unidos, que concluiu com a ideia de que uma população crescente está contribuindo para uma aceleração do crescimento das emissões, o Tio Ted lembrou que os escravos não devemos aspirar a seguir o seu exemplo de ter cinco filhos, e se fizemos isso devemos enfrentar a ira de uma política de natalidade no estilo chinês, que envia as mulheres que desafiam seus editais para “campos de reeducação”, depois de terem sido espancadas e forçadas a injetar-se para acabar com a vida de seus bebês no útero, é claro.

O Sr. Turner – um defensor do controle da população – disse que o estresse ambiental sobre a Terra exige soluções radicais, sugerindo que os países deveriam seguir o exemplo da China em estabelecer uma política de ter um filho único para reduzir a população mundial ao longo do tempo. Ele acrescentou que os direitos da fertilidade podem ser vendidos para as pessoas pobres podem e assim elas se beneficiem de sua decisão de não se reproduzir “, relata o jornal Globe and Mail.

O segredo por trás do pedido de Turner para impor uma política tirânica como a da China, que é administrada pela polícia secreta e de “planejamento familiar”, -seqüestram, drogam e obrigam as mulheres a abortar-, não tem nada a ver com a sua preocupação com o meio ambiente.

Turner tem cinco filhos e possui nada menos que 2.000.000 hectares de terra. Ele é o maior proprietário do planeta, atrás apenas das famílias reais da Europa. Turner tem defendido publicamente programas para reduzir e sacrificar a população humana em um 95%, um valor que só pode ser alcançado através de genocídio em massa, o aborto e o infanticídio.

No terceiro mundo, Turner deu bilhões para a redução da população, especialmente através dos programas das Nações Unidas, junto com Bill e Melinda Gates e Warren Buffet (o pai de Gates tem sido um membro da Planned Parenthood e sua política eugênica.) Gates tem dado palestras em que promove o uso de vacinas e do aborto como meio de reduzir a população mundial e à redução das emissões de CO2.

A alegação de que os cuidados de saúde através da vacinação podem salvar vidas, mas também reduzir o número de pessoas no planeta é um oxímoro, a menos que Gates se refere às vacinas para esterilizar as pessoas, que é precisamente o mesmo método preconizado no livro escrito pelo consultor científico atual para a Casa Branca, John P. Holdren chamado Ecoscience. Este livro defende uma ditadura ou “regime global” para impor medidas draconianas para reduzir a população através de todos os tipos de técnicas de opressão, inclusive a esterilização.

Isto é o que Gates e Turner discutiram quando se encontraram em segredo, com pessoas como George Soros, David Rockefeller e Oprah Winfrey, em um encontro privado de bilionários em Manhattan, no ano passado, um esquema que incidiu sobre como estes globalistas poderiam usar sua riqueza para “deter o crescimento da população global. ”

Como é eminentemente provável, a agenda real por trás atiçar as chamas do medo sobre a superpopulação, é a redução do nível de vida em todo o mundo, para impedir que o terceiro mundo se torne economicamente próspero, enquanto evisceram a classe média das nações ocidentais. Não tem nada a ver com o cuidado do meio ambiente ou o planeta. Simplesmente é apenas mais um Cavalo de Tróia para avançar sua tirania globalista.

Este fato foi admitido em um plano da ONU vazado que surgiu em setembro. O documento exorta os alarmistas das alterações climáticas a promover o tema da “superpopulação” como um substituto para o “aquecimento global”, embora admitem que o objetivo final é “limitar e reorientar as aspirações de uma vida melhor para o crescimento da classe média em todo o mundo”; em outras palavras, para convencer as massas, que terão de se contentar com um estado de pobreza para salvar o planeta do Armagedon. Naturalmente, o tio Ted pode manter os seus 2 milhões de hectares e cinco crianças que vão procriar ad infinitum.

A superpopulação é um mito. Dados da ONU indicam claramente que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050 de uma forma natural. Como The Economist relatou: “A fertilidade está diminuindo e o número de membros da família está diminuindo, como no Brasil, na Indonésia, e até mesmo partes da Índia, onde as pessoas pensam que está explodindo com novos nascimentos. Como mostra esta informação, a taxa de fertilidade de metade do mundo agora é de 2,1 ou menos, o número mágico que é consistente com uma população estável e é muitas vezes chamado de “taxa de reposição da fertilidade.” Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa global de fertilidade será inferior à taxa de reposição em geral. ”

Para se destacar, não só os números indicam claramente que a superpopulação é um susto artificial, mas que os alarmistas têm sido forçados a admitir que estão alimentando temores a fim de reduzir os padrões de vida no Ocidente e, portanto, lançar o seu plano de redistribuição de riqueza mundial.

E nem por um segundo se iluda pensando que esta “redistribuição da riqueza” alegada irá se manifestar em uma espécie de utopia socialista. Como foi descoberto durante a Reunião de Copenhague, a agenda de “redistribuição da riqueza” em grande parte se concentra na pilhagem das riquezas da classe média nos países mais ricos, através de impostos de carbono e, em seguida, usar esse dinheiro para financiar a construção de um governo mundial. Como revelado no texto dinamarquês (danish text), o dinheiro gerado a partir de impostos sobre o consumo irá diretamente para o Banco Mundial, e não para países em desenvolvimento.

Mesmo se você acredita na charlataneria distribuídos sobre a supepopulação, duvido que você concorde com os globalistas que para “resolver o problema”, devemos matar 95 por cento da humanidade, destruir a prosperidade e a liberdade econômica ou assegurar que o terceiro mundo continue sendo escravizados por montanhas de dívida com o FMI e o Banco Mundial.

Ted Turner é um industrial bilionário, com cinco filhos, dois milhões de acres de terra e uma rede de interesses comerciais que emitem mais dióxido de carbono em um ano do que todas as pessoas que lêem este artigo juntos na vida podem emitir. E ele está dizendo para você fazer sacrifícios, não ter filhos e vender os seus direitos reprodutivos, esterilizar, reduzir seu padrão de vida, assim como Al Gore charlatanea sobre o nível do mar causado pelo aquecimento global, em quanto compra propriedades e constrói mansões que valem milhões de dólares em pontos turísticos ao redor do mundo.

Quantas mais provas são necessárias para que as pessoas aceitam o fato de que a superpopulação é um mito que foi seqüestrado por alarmistas do aquecimento global que estão agora usándo-lo como um substituto para a desacreditada ciência sobre o aquecimento global antropogénico, para a construção de uma nova ordem mundial, que será inteiramente baseada em sufocar a classe média e tornar as pessoas mais dependentes do governo, tornando-se assim em arquitetos da sua própria escravidão?

Alarmistas del Cambio Climático proponen Esterilización e Infanticidio

Las técnicas para lograr la reducción de la población incluyen la esterilización masiva a través de las vacunas, planificación familiar obligatoria que se hacen efectivos a cambio de ayuda estatal.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Diciembre 9, 2010

Apenas unos meses después de que un documento de la ONU revelara el plan que los alarmistas del cambio climático pretendían dar como excusa -la sobrepoblación- como mantra para resucitar el desacreditado calentamiento global como un medio de desmantelamiento de la clase media, el multimillonario Ted Turner hizo énfasis en lo mismo durante un almuerzo en Cancún, instando al mundo a adoptar la brutal política China de permitir un solo hijo, e incluso sugirió que los pobres deben ser esterilizados a cambio de dádivas del gobierno.

Después de un discurso dado por el economista Brian O’Neill, del Centro de Investigación Atmosférica de los Estados Unidos, que concluyó con la idea que una población en rápido aumento está contribuyendo a una aceleración del crecimiento de las emisiones, el tío Ted salió a recordar que los esclavos como nosotros no deben aspirar a seguir su ejemplo de tener cinco hijos, limitándose a uno o a enfrentar la ira de una política infantil al estilo chino, que envía a las mujeres que desafían sus edictos a “campos de reeducación,” una vez que han sido golpeadas y forzadamente inyectadas para acabar con la vida de sus bebés dentro del vientre, por supuesto.

“El Sr. Turner – un defensor del control de la población – dijo que el estrés ambiental en la Tierra requiere de soluciones radicales, lo que sugiere que los países deberían seguir el ejemplo de China en el establecimiento de una política de tener un hijo único para reducir la población mundial a través del tiempo. Añadió que los derechos de fertilidad podrían ser vendidos para que las personas pobres puedan beneficiarse de su decisión de no reproducirse “, informa el Globe and Mail.

El secreto detrás del llamado de Turner para que las naciones occidentales impongan una política tiránica -que en China es administrada por la policía secreta y de “planificación familiar”, que secuestran, drogan fuerzan a las mujeres a abortar bebés- no tiene nada que ver con su preocupación por el medio ambiente.

Turner tiene cinco hijos y es dueño de nada menos que 2 millones de acres de tierra. Él es el mayor propietario de tierras privadas en el planeta, por debajo sólo de las familias reales de Europa. Turner ha defendido públicamente programas de reducción de la población que sacrifiquen a la población humana en un asombroso 95%, una cifra que sólo puede lograrse a través del genocidio total, el aborto y el infanticidio en masa.

En el tercer mundo, Turner ha aportado miles de millones a la reducción de la población, especialmente a través de los programas de las Naciones Unidas, junto con Bill y Melinda Gates y Warren Buffet (el padre de Gates ha sido un miembro de Planned Parenthood y su política eugenista). Gates ha dado discursos en los que promueve el uso de vacunas y el aborto como medios para reducir la población mundial y la reducción de las emisiones de CO2.

El pretender que la atención de salud a través de vacunas puedan salvar vidas pero al mismo tiempo disminuir el número de habitantes en el planeta es un oxymoron, a menos que Gates se refiera a las vacunas que esterilizan a la gente, que es precisamente el mismo método que se propugna en el libro escrito por el actual asesor científico de la Casa Blanca, John P. Holdren titulado Ecoscience. Este libro aboga por una dictadura o “régimen planetario” para hacer cumplir las medidas draconianas de reducción de la población a través de toda clase de técnicas de opresión, incluida la esterilización.

Esto es lo que Gates y Turner discutieron cuando se reunieron en secreto con gente como George Soros, David Rockefeller y Oprah Winfrey en una reunión privada de multimillonarios en Manhattan el año pasado, una confabulación que se centró en cómo estos globalistas podrían usar su riqueza para “frenar el crecimiento de la población mundial. ”

Como es manifiestamente probable, la agenda verdadera detrás de avivar las llamas de los temores acerca de la sobrepoblación es reducir los niveles de vida a nivel mundial, al impedir que el tercer mundo nunca llegar a ser económicamente próspero, a la vez que evisceran las clases medias de las naciones occidentales. No tiene nada que ver con el cuidado del ambiente o el planeta y no es más que otro caballo de Troya que los globalistas invocan para avanzar su tiranía.

Este hecho fue admitido en un plan de la ONU filtrado que surgió en septiembre. El documento pide a los alarmistas del cambio climático impulsar el tema de la “sobrepoblación” como un reemplazo para “el cambio climático”, si bien admiten que el objetivo final es “limitar y reorientar las aspiraciones de una vida mejor de la creciente clase media en todo el mundo”, en otras palabras, para convencer a las masas que van a tener que contentarse con un estado de pobreza para salvar el planeta de Armagedón. Por supuesto, el tío Ted podrá quedarse con sus 2 millones de acres y sus cinco hijos quienes pasarán a procrear ad infinitum.

La sobrepoblación es un mito. Las propias cifras de la ONU indican claramente que la población se estabilizará en 2020 y luego caerá dramáticamente después de 2050 de una manera natural. Como The Economist informó: “La fertilidad está cayendo y el número de miembros de las familias se está reduciendo -como en Brasil, Indonesia, e incluso partes de la India- que la gente piensa que está explotando con nuevos nacimientos. Como está información muestra, la tasa de fecundidad de la mitad del mundo ahora es 2.1 o menos; el número mágico que es consistente con una población estable y se suele denominar “la tasa de reposición de la fertilidad”. En algún momento entre 2020 y 2050 la tasa mundial de fecundidad estará por debajo de la tasa de sustitución global “.

Para destacar, no sólo los números indican claramente que la sobrepoblación es un susto artificial, pero también que los alarmistas se han visto obligados a admitir que están avivando los temores a fin de reducir los niveles de vida en el oeste y por lo tanto poner en marcha una redistribución “mundial de la riqueza. ”

Y no por un segundo se deje engañar en pensar que esta supuesta “redistribución de la riqueza” se manifiestará en una especie de utopía socialista. Como se descubrió durante la cumbre de Copenhague, el programa de “redistribución de la riqueza” en gran parte se centra en el saqueo de la riqueza de las clases medias en los países más ricos a través de impuestos sobre el carbono y luego se usará ese dinero para financiar la construcción de un gobierno mundial. Como reveló el “texto danés”, el dinero generado por impuestos al consumo irá directamente al Banco Mundial, no para los países en desarrollo.

Aún si usted cree en la charlatanería distribuida sobre la superpoblación, los hombres con facultad para “resolver el problema”, han declarado que su principal objetivo es matar a un 95 por ciento de la humanidad, destrozar la prosperidad y la libertad económica en el oeste, así como velar por que el tercer mundo siga siendo esclavizado con montañas de deuda al Banco Mundial y el FMI.

Ted Turner es un industrial multimillonario con cinco niños, 2 millones de acres de tierra y una red de intereses empresariales que combinado debe arrojar más dióxido de carbono en un año que todas las personas que leen este artículo juntos en la vida podrían emitir. Y él le está diciendo a usted que haga sacrificios, que no tenga hijos y que venda sus derechos reproductivos y se esterilizarse, para reducir su nivel de vida, al igual que Al Gore charlatanea sobre la subida en los niveles del mar causados por el calentamiento global, mientras que compra propiedades por millones de dólares en puntos turísticos alrededor del mundo.

¿Cuánta más evidencia se necesita para que la gente acepte el hecho de que la sobrepoblación es un mito y que ha sido secuestrado por los alarmistas del calentamiento global que ahora lo están utilizando como un sustituto de la ciencia del cambio climático desacreditado para construir su nuevo orden mundial, que se basa por completo en exprimir a la clase media y hacer a la gente más dependiente de un gobierno grande, convirtiéndose así en los artífices de su propia esclavitud?

Capitalismo, falso Ambientalismo y el modelo Neo-feudalista

Por Luis R. Miranda
Opinión

Dados recientes comentarios en medios de comunicación al respecto de lo malo que es el Capitalismo, me siento en la obligación de decir que la mayoría de los comentarios son basados en fraudulentos aspectos de la historia contemporánea y no en los hechos reales que se han desarrollado a través de las últimas décadas. Para entender la realidad actual es necesario estudiar historia y con esto entender como el mundo funciona. Las poblaciones han sido adoctrinadas para que crean lo que esta en los libros, lo que dicen los académicos y lo que dice la prensa oficialista. También han sido adoctrinados para creer que las grandes organizaciones sociales existen para defenderlos de los grandes depredadores Capitalistas.

Es necesario que gran parte de la población participe de un proceso de re-educación al margen del sistema oficialista que se empeña en engañarlos y que es financiado en parte con el dinero de los impuestos colectados de la misma población. Esta re-educación tampoco se puede hacer creyendo lo que dice la prensa. Como hombre de prensa, conozco muy bien como la industria funciona y dado el hecho que los medios de comunicación -los más influyentes- pertenecen a grandes corporaciones, no hay manera de sentir confianza en lo que ellos dicen.

Hace muchos años, yo era como la mayoría, creía que el Capitalismo era el causante de todos los males y que el hombre era un ser malo, depredador. Pero me he dado cuenta, estudiando historia -no la de los libros de la escuela o los impresos por corporaciones- que esto es diferente.

Se habla constantemente mal del Capitalismo y me pregunto, ¿de cuál? si no hemos tenido Capitalismo desde por lo menos 1913. Muchas personas que crecieron adorando al Estado, pues provee todo, creen que Capitalismo es igual a Corporatismo. Hemos estado gobernados por corporatistas que se visten de capitalistas para mantener el engaño en el que muchas personas viven. Los humanos, no son depredadores. Unos pocos lo son. Por un lado se cree lo que las Naciones Unidas y su IPCC dicen: que los humanos causamos el calentamiento global, que debemos darle nuestra tierra y libertades a instituciones supranacionales no electas para estar a salvo de nosotros mismos. A menos que seamos parásitos que chupan sangre de los que trabajan para mantener vagabundos que quieren todo del gobierno, no entiendo porque algunas personas se empeñan en adornar al Estado.

Entrando en lo que es el falso Capitalismo, cualquier economista que conozca historia, le hará saber que el sistema que nos rige desde hace un siglo es Corporatismo Mercantilista, no Capitalismo. No han habido tales cosas como libre mercado o competencia comercial, sino proteccionismo, subsidios, políticas neo liberales, cuotas para exportaciones, etc. Ninguna de las anteriores pertenece al Capitalismo. Estas son originadas en políticas globalistas como los tratados de libre comercio y GATT, que promueven el endeudamiento como modelo de desarrollo y el término de el derecho a la propiedad privada. Este modelo favorece el modelo neo-feudalista que las corporaciones del Fortune 100 -muchas de las cuales tienen ingresos mayores a muchos paises- promueven. Se promueve como parte del falso ambientalismo y el falso capitalismo la idea de conservación y desarrollo sostenible, el cual no es más que un eslavón de la agenda globalista para tomar posesión de la propiedad privada, los parques nacionales y las áreas de conservación, como se explica en documentos de la Agenda 21 de las Naciones Unidas.

Esto se agrava por políticas monetarias y fiscales de los gobiernos, quienes las ejecutan como condición del FMI y el Banco Mundial para recibir prestamos que usted, sus hijos, nietos y bisnietos tendrán que pagar. La deuda como modelo de desarrollo no es Capitalista. Imprimir papel moneda sin sustentarlo con activos no es Capitalismo. Gastar mas de lo que se tiene y endeudarse para poder gastar más, no es Capitalista. El Capitalismo no es el depredador del ambiente, el Corporatismo lo es. Los mas grandes daños causados al ambiente fueron causados por corporaciones, no capitalistas. BP, Shell, Intel, Microsoft, los grandes bancos como Chase, Bank of America, Barclay’s Goldman Sachs, Merryl Lynch, así como las grandes corporaciones (Microsoft, Intel, GM, Monsanto, etc) y el gobierno, no son entidades capitalistas. Las corporaciones son dueñas de los gobiernos y mientras eso sea así, no habrá Capitalismo, sino Socialismo que impulsará la agenda de redistribución de la riqueza y consecuentemente el Fascismo.

Ninguno de los preceptos del Capitalismo apoya la destrucción del ambiente o el uso irracional de los recursos naturales. Como expliqué anteriormente, esta práctica es limitada a corporatistas quienes con su poder se aprovechan de los portones que las leyes dejan abiertos -a veces intencionalmente- para tomar ventaja de todos y de todo. El SER HUMANO no es depredador y el CAPITALISMO no causa la destrucción del ambiente o de cualquier otro aspecto de la sociedad. Se culpa al Capitalismo, que no hemos tenido por siglos -si es que alguna vez se tuvo- de cosas que este NO apoya en sus preceptos. Se etiqueta a los corporatistas y a las políticas neoliberales como “Capitalismo”, lo cual es en esencia equivocado. Estos comentarios y creencias solamente perpetúan conceptos erróneos que confunden al resto de la población.

Adendum: El Imperio Invisible (Documental).

Governos se Preparam para Confiscar Fundos de Pensões

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Outubro 17, 2010

Enquanto as organizações financeiras supranacionais acumulam mais poder, e os países membros sucumbem às suas regras, as classes média e média alta em todos os países membros suportam o peso da maior redistribuição de recursos na história moderna. Usando o pretexto da “crise econômica”, embora de acordo com as mesmas instituições esta crise terminou em 2009 – o FMI, o Banco Mundial e a União Europeia continuam saqueando os poucos recursos que restam para a classe trabalhadora.

Cristina Fernández de Kirchner anuncia a nacionalização dos Fundos de Pensões Privados. (Foto: EFE)

O último ataque vem na forma do roubo dos fundos de pensão da classe trabalhadora. Este roubo é feito através dos governos, que obedecem o pedido do FMI e o Banco Mundial e têm feito de tudo para confiscar as pensões das classes média e média alta para investir no sistema financeiro. O problema é que esse investimento será feito sem o consentimento dos pensionistas, e os produtos nos quais os fundos serão investidos são ativos não financeiros como os derivativos e hedge funds ligados aos falidos mercados imobiliários e títulos do governo.

A conseqüência direta destas medidas de ajuste económico e financeiro, como são chamados pelos banqueiros, é o desconforto dos pensionistas e da classe trabalhadora em muitos países onde os governos têm retirado as suas pensões, como a Grécia, Islândia, Espanha, França, Equador e outros. Os planos de austeridade oferecidos pelas organizações financeiras internacionais, buscam cortar gastos do governo, segundo eles, para estabilizar a economia.

Nos países em que as pensões não foram roubadas pelos governos, os burocratas estão fabricando explicações para preparar seus escravos, pois eles têm que dar mais de seu dinheiro aos banqueiros, embora eles já receberam cerca de 25 trilhoes de dólares no ano passado. Os governos estão se preparando para tomar as aposentadorias do setor privado, enquanto consideram a implementação de mais impostos sobre o rendimento pessoal e empresarial. A desculpa que vai ser usada é que os outros programas patrocinados pelo governo, incluindo a Segurança Social, estão quebrados, e precisaram da re-distribuicao do dinheiro para manté-los funcionando. Na realidade, os governos são querem roubar as pensões dos trabalhadores e contribuintes para manter suas políticas de gasto desenfreado, que são insustentáveis.

Nos Estados Unidos, os fundos de pensão públicos foram saqueados pelo governo e as cidades e municípios estão enfrentando déficits financeiros de até 574.000 milhões de dólares, de acordo com uma reportagem da CNBC. O buraco negro deixado pelos gastos do governo deve agora ser preenchido com o dinheiro dos contribuintes em todo o mundo, através do confisco da riqueza privada de milhões de americanos, europeus e latino-americanos, entre outros. Os defensores deste regime não só não expressam qualquer culpa pelos crimes cometidos contra seus cidadãos, mas também agem com a arrogância de pensar que podem roubar dinheiro de pessoas que trabalharam durante décadas para acumular fundos para sustentar o resto de suas vidas.

“Isso, é claro, é um sistema público de roubo do sistema de Segurança Social, e do governo para dar aos grandes políticos fundos adicionais para pagar as despesas fora de controle”, escreve Connie Hair. Em uma audiência no Congresso dos Estados Unidos., a professora Teresa Ghilarducci da New School for Social Research, em Nova York, propôs a criação de um regime de pensões que confisque os fundos públicos e regimes de pensões privados para colocá-los em um único fundo de conta de pensões (GRA), gerido pela Administração da Segurança Social.

O GRA é aplicado através de uma poupança fiscal obrigatória, equivalente a 5 por cento do salário anual de uma pessoa para ser depositado nesse fundo. Durante entrevista a uma rádio de Seattle, em outubro de 2008, Ghilarducci disse que o motivo por trás do plano e que : “estou reorganizando os cortes de impostos que já estão disponíveis para os fundos de pensão e como esses recursos serão redistribuídos”

No entanto, como aprendemos com dor imediatamente após o resgate financeiro dos bancos que foi originalmente de 700 milhões de dólares e que seria usado para curar as contas dos bancos que tinham investido em produtos financeiros tóxicos, esses recursos acabaram nos bolsos dos grandes bancos europeus e dos EUA. A idéia da re-distribuicao da riqueza soa bem para aqueles que ignoram as verdadeiras intenções dos globalistas, e aqueles que acreditam no coração a existência d “justiça social” e que o socialismo é a resposta para a igualdade. Com as reformas socialistas no mundo financeiro, os globalistas quase sempre cobrem a riqueza sob o pretexto de serem os salvadores, enquanto avidamente roubam todos os recursos e bens com o dinheiro que imprimem ilegalmente.

O programa GRA e outros similares, estão sendo empurrados pelo Economic Policy Institute, uma organização localizada no terceiro andar do prédio George Soros Center for American Progress. O Center for American Progress é um grupo de peritos liderado pelo ex-chefe do quadro de funcionários de Bill Clinton, John D. Podesta, que também era chefe da equipe de transição presidencial de Barack Obama após as eleições de 2008.

Em preparação para roubar os fundos de previdência privada, os Estados Unidos agirão da mesma forma como o governo argentino, em 2008, nacionalizou os planos de previdência privada no país, conhecidos como AFJP, e confiscou a riqueza de milhões de pessoas. “Não temos dúvida de que isso violaria o direito à propriedade privada. Não apenas para nós, mas para a sociedade e o mundo, esta é uma apreensão clara “, disse Ernesto Sanz, membro do Partido Radical da Argentina.

Como os americanos agiram ao saber que a sua riqueza, o fruto do seu trabalho está sendo roubado pelo governo? Se isto não desperta uma revolta generalizada da classe média assim como desobediência civil nos Estados Unidos e todos os outros países, então nada o fará.

Se você não tem previdência privada ou pública e acredita que isso não vai afetá-lo, pense novamente. Uma vez que seja estabelecido que o Estado pode confiscar a riqueza pública e privada, então eles podem vir e tomar sua casa, seus filhos e, finalmente, sua liberdade. Uma vez que o vampiro do grande governo fica um gosto de sangue, os seus dentes simplesmente afundam mais, e com isto qualquer sistema democrático mudará rapidamente para tornar-se uma tiranía.

Gobiernos se Preparan para Confiscar Pensiones

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Octubre 12, 2010

Mientras las organizaciones financieras supranacionales se afianzan más en el poder, y los países miembros sucumben ante sus directrices, la clase media y media alta en todas las naciones miembros sufren el embate de la más grande redistribución de recursos en la historia moderna. Usando como pretexto de “crisis económica mundial” -aunque según las mismas instituciones esta acabó en 2009- el FMI, el Banco Mundial y la Unión Europea continúan saqueando los pocos recursos que les quedan a la clase trabajadora.

Cristina Kirchner anuncia la nacionalización de los fondos de pensiones privados. (Foto: EFE)

El más reciente ataque de los globalistas llega en forma del robo de uno de los últimos botines que quedan: los fondos de pensiones de la clase trabajadora. Este robo es hecho a través de los gobiernos locales, que a pedido del FMI y el Banco Mundial han hecho todo para confiscar las pensiones de las clases media y media alta para según ellos invertirlos en el sistema financiero. El problema es que esta inversión será hecha sin el consentimiento de los pensionados, y los productos en los cuales las pensiones serán invertidas, son activos financieros fallidos, como derivativos y fondos de inversión atados a los decaídos mercados imobiliários y de bonos de los gobiernos.

La consecuencia directa de estas medidas de reajuste económico y financiero, como son llamadas por los banqueros, es el malestar de los pensionados y la clase trabajadora en varios países en los cuales los gobiernos han sustraído sus pensiones, tales como Grecia, Islandia, España, Francia, Ecuador y otros. Los planes de austeridad ofrecidos por los organismos financieros internacionales, pretenden cortar los gastos de los gobiernos, con el fin según estos, de estabilizar la economía regional y local.

En los países en donde las pensiones no han sido robadas por los gobiernos, estos están preparando las explicaciones del caso, para hacer entender a sus esclavos del porque tendrán que dar más de su dinero a los banqueros; especialmente después de que estos recibieron alrededor de 25 trillones de dólares el año pasado. Los gobiernos se están preparando para confiscar las pensiones del sector privado mientras que consideran implantar más impuestos a los ingresos personales y comerciales. La excusa que será usada es que los otros programas patrocinados por los gobiernos, incluyendo el Seguro Social, están quebrados, y será necesario re-distribuir los dineros para mantenerlo a flote. En realidad, los gobiernos pretenden dejar sin pensiones a los trabajadores y contribuyentes para poder mantener sus políticas de gasto desenfrenado, las cuales son insostenibles.

Es Estados Unidos, los fondos de pensiones públicos ya han sido saqueados por el gobierno y las ciudades y condados se enfrentan a déficits financieros de hasta 574 mil millones dólares, según un informe de CNBC. El agujero negro dejado por el incesante gasto público -del gobierno- prentende ser llenado con dineros de contribuyentes de todo el mundo, mediante la confiscación de la riqueza privada de millones de estadounidenses, europeos y latinoamericanos, entre otros. Los defensores de este esquema no solo no expresan ninguna culpa por los crímenes cometidos contra sus ciudadanos, sino que además actuan con arrogancia al pensar que pueden robar dinero de la gente que ha trabajado durante décadas para acumular fondos para sostenerse el resto de sus vidas.

“Esto, por supuesto, es un sistema público de robo entre el sistema de Seguro Social, y el gobierno para dar a los grandes políticos fondos adicionales de los contribuyentes para pagar por sus gastos fuera de control”, escribe Connie Hair. En una audiencia en el Congreso estadounidense, Teresa Ghilarducci profesora de análisis de políticas económicas en la New School for Social Research en Nueva York , propuso la creación de un programa de pensiones que confiscara los fondos públicos y privados de pensiones para ponerlos en un solo Fondo de cuentas de pensiones (GRA) gestionado por la Administración del Seguro Social.

El GRA se aplicaría por medio de un impuesto sobre el ahorro obligatorio que equivale a un 5 por ciento del salario anual de una persona que se deposite en este fondo. Durante una entrevista de radio en Seattle en octubre de 2008, Ghilarducci explicó el motivo detrás del plan, diciendo: “Estoy reorganizando los recortes de impuestos que ya están disponibles para los fondos de pensiones y como estos recursos serán redistribuidos.”

Sin embargo, como hemos aprendido con dolor inmediatamente después del rescate financiero que originalmente era de 700 millones de dólares y que sería usado para sanar las cuentas de los bancos que habían invertido en productos financieros tóxicos, estos recursos terminan siempre en los bolsillos de los grandes bancos europeos y norteamericanos. La idea de re-distribuir la riqueza suena bien para quienes ignoran las verdaderas intenciones de los globalistas, y quienes creen de corazón el la existencia de “justicia social” y que el socialismo es la respuesta para la igualdad. En virtud de las reformas financieras de corte socialista, los globalistas casi siempre recogen la riqueza bajo el pretexto de ser los salvadores mientras acaparan con avidez todos los recursos y activos con el dinero que imprimen ilegalmente.

El programa GRA y otros similares a este, están siendo empujados por el Economic Policy Institute, una organización situada en la tercera planta del edificio ocupado por el Centro George Soros para el Financiamiento del Progreso Americano. El Centro para el Progreso Americano es un grupo de expertos encabezado por el ex jefe de personal de Bill Clinton, John D. Podesta, que fue también jefe del equipo de transición presidencial de Barack Obama tras las elecciones de 2008.

En preparación para robar las pensiones privadas, los gobiernos van a actuar de la misma manera como el gobierno argentino, que en 2008 nacionalizó los planes privados de pensiones del país, conocido como AFJP, confiscando así la riqueza de millones de personas. “No tenemos ninguna duda de que así se viola el derecho a la propiedad privada. No sólo para nosotros sino para la sociedad y el mundo, esta es una clara confiscación “, dijo Ernesto Sanz, del Partido Radical de opocisión en su momento.

¿Cómo reaccionan los estadounidenses a tener no sólo su riqueza, pero sus ahorros para generaciones futuras descaradamente confiscadas por el gobierno de un solo golpe? Si esto no despierta disturbios generalizados y desobediencia civil en los Estados Unidos y todos los otros países por la clase media entonces nada lo hará.

Si usted no tiene una pensión privada o pública y cree que esto no le afectará, no se haga de ilusiones y piense de nuevo. Una vez que el pretexto haya sido establecido de que el Estado puede confiscar la riqueza pública y privada, entonces también podrán venir y quitarle su casa, sus hijos y, finalmente, su misma libertad. Una vez que el vampiro del gran gobierno obtiene un gusto por la sangre, los dientes sólo se hundirán más, y la semejanza de cualquier sistema democrático con uno tiránico se acelerará rápidamente.