Anticorpos Induzidos por Vacinas são Desnecessários para Combater Doença

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 15 ABRIL 2012

Historicamente, o estabelecimento médico-farmacêutico promoveram vacinas como a solução milagrosa para todos os problemas de saúde que os seres humanos enfrentam. Casas farmacêuticas concluiram que as vacinas eram necessárias porque o corpo necessita delas para construir anticorpos para combater doenças e que as vacinas eram a melhor ferramenta para garantir que o sistema imunológico humano tivesse a capacidade de produzir estes anticorpos. No entanto, as vacinas são coqueteis ineficazes e tóxicos de metais pesados e vírus vivos, que não só nao previnem doenças mas que as causam.

Inúmeros estudos — por favor, faça sua própria investigação — têm mostrado a ligação entre ingredientes das vacinas, como o mercúrio, o esqualeno, adjuvantes e condições médicas, como o autismo, câncer, condições do sistema nervoso, danos ao cérebro, e assim por diante. Os profissionais médicos como Russell Blaylock e Andrew Wakefield tem falado interminavelmente sobre os perigos das vacinas — devido a forma em que são produzidas — para a saúde humana. Mas apesar dos inúmeros estudos e avisos de profissionais médicos, autoridades de saúde e empresas farmacêuticas sempre trabalharam em conjunto para impor regras — não leis — que todos devem ser vacinados para seu próprio bem.

Enquanto a maioria das políticas oficiais do governo indicam que as vacinas são devidamente testadas e continuamente monitoradas pelos seus possíveis efeitos colaterais e reações, a maioria das vacinas são testadas e monitoradas apenas pelos produtores destas vacinas, que enviam seus resultados para as autoridades “vigilantes”. Estas autoridades permitem aos fabricantes a liberdade de produzir vacinas em massa, que mais tarde são recomendadas e acrescentadas à lista cada vez maior de vacinas, especialmente crianças, que são injetadas desde o nascimento.

Só que agora há um problema, um problema novo para o cartel médico-farmacêutico: O corpo humano não necessita de anticorpos induzidos pelas vacinas para combater doenças, vírus, bactérias ou outros agentes patogénicos. O nosso sistema imunológico na verdade, tem a capacidade de produzir anticorpos naturais que por sua vez, funcionam como defesas contra as doenças. O sistema imunológico humano é composto de características originais e outros que são fabricados pelo organismo — criado depois que uma pessoa nasce e cresce — que trabalham juntos para manter o corpo a salvo de doenças sem a necessidade de produtos artificiais criados em laboratórios. Isto pode vir como uma surpresa para muitos, mas não para outros indivíduos que estão bem informados sobre como evitar e curar doenças.

A pseudociencia usada para implementar as políticas de vacinação diz que quando uma pessoa é injectada com uma vacina, o sistema imunológico responde aos ingredientes da vacina como se fosse um ataque real a partir de um vírus ou outro agente patogénico. O corpo responde a este suposto ataque, criando anticorpos para tratá-lo. No futuro, se o vírus ou o organismo ataca a pessoa novamente, o sistema imunológico sabe como reagir e se defender do ataque. Isso é explicado como se o sistema imunológico “aprendesse” como agir em caso de uma infecção. O problema é que o suposto “aprender” para combater a doença é algo que o corpo já sabe como fazê-lo; é uma habilidade natural, como é sua capacidade de produzir anticorpos. O que a reação induzida pela vacina realmente faz é alterar a resposta natural do sistema imunitário humano que por sua vez prejudica o sistema imunológico, porque ao longo do tempo, o corpo não pode responder a outros vírus ou organismos que podem causar doenças mais do que aquelas injectadas através de uma vacina. Este é o caso com a gripe comum.

O vírus da influenza é um organismo que está sempre mudando, nunca é o mesmo. Quando as pessoas injetadas com a vacina contra a gripe comum que contem a cepa do ano passado, elas acham que estarão protegidos, mas a nova cepa não tem nenhum problema para entrar num sistema imunológico degradado  que não é apenas indefeso contra ela, mas também incapaz de lidar com a nova versão do vírus em si.

Este é o momento onde o estudo publicado na revista Immunity confirma nossas suspeitas. O estudo mostra que anticorpos induzidos pela vacina são incapazes de combater doenças por si sós, uma característica que só ocorre naturalmente em anticorpos produzidos pelo nosso sistema imunológico. Este é o fato que absolutamente quebra o mito de que as vacinas são necessárias para manter as pessoas livres de vírus ou bactérias que podem causar doenças. Como em muitos outros casos, a teoria científica alegada é apenas isso, uma teoria. Como mencionado no estudo, as vacinas não ajudam a prevenir ou combater infecçoes. “Nossos resultados contradizem a visão atual de que os anticorpos criados em resposta às vacinas são absolutamente necessários para sobreviver a infecções com vírus como o VSV (vírus da estomatite vesicular), e estabelecer uma função inesperada para as células B como guardiões de macrófagos na imunidade antiviral “, diz Dr. H. von Andrian Uldrich Harvard University Medical School.

Dr. von Andrian acrescentou que “é importante dissecar o papel dos anticorpos e interferon na imunidade contra vírus similares, que atacam o sistema nervoso, tais como raiva, vírus do Nilo Ocidental e Encefalite.”

Então, se as vacinas não funcionam como anunciadas pelas grandes empresas farmacêuticas, e se são prejudiciais para o sistema imunológico natural, porque as agências governamentais sempre recomendam que todos usemos tais vacinas? De acordo com o neurocirurgião Russell Blaylock, as vacinas suprimem o sistema imunológico sendo que este não pode produzir citocinas de tipo Th2 e também suprimem a imunidade celular. O resultado é um enfraquecimento do sistema imunológico que resulta em um corpo fraco que é mais vulnerável às doenças, e que também faz com que o corpo leve mais tempo para se recuperar. O que os resultados deste estudo representam é o prego final no caixão da pseudociência das vacinas. As vacinas foram — segundo os cientistas — a melhor invenção desde o advento da roda, para tornaran-se um mal perigoso, mas necessário, e agora são um método ineficaz para combater doenças.

“Incrivelmente, nunca houveram estudos controlados comparando uma população de pacientes vacinados contra outro grupo de pacientes não vacinados,” diz o Dr. Phillip Incao. A crítica do Dr. Incao é suportada por muitos médicos independentes como o Harold Buttram. “Não houve nenhum estudo desta natureza, e, aparentemente, nunca foi tentado”, diz Dr. Buttram.

Além das informações acima, é importante dizer que a vacinação obrigatória atual — não há lei que obrigue ninguém a usar uma vacina — em quase todos os países violam o Código de Nuremberg, o conjunto de regras que todos os profissionais da medicina devem seguir, quando se trata da utilização de vacinas. De acordo com o Sistema de Informação de Efeitos Adversos Causados por Vacinas (VAERS), existem pelo menos 2.142 mortes confirmadas e 3.177 pessoas portadoras de deficiências permanentes entre 1991 e 2001, que foram causadas por vacinas. Veja a pagina Vigilância após a Imunização. Mas, na realidade, as estatísticas globais mostram que as conseqüências são muito piores. As mortes são entre 21,420 a 142.800 mortes, se considerarmos que apenas 1,5 a 10% de eventos adversos são relatados.

Segundo o Instituto Mundial das Vacinas, estas são responsáveis por causar doenças como a AIDS, Câncer, Diabetes, Audição e perda de visão, hepatite B, MMR, caxumba, poliomielite, rubéola e autismo, sem que ninguém jamais demonstrasse que uma vacina curou ou ajudou a tratar nenhuma doença.

Se você está curioso para saber quais são alguns dos ingredientes utilizados na produção de vacinas — muitos dos que se acumulam em seu corpo — por favor, seja corajoso e veja a lista fornecida pela CDC.

As vacinas nunca ajudaram a reduzir a incidência de nenhuma doença, muito menos a cura-las. Veja os gráficos abaixo que demonstram como as vacinas sempre foram usadas DEPOIS que as doenças começaram a desaparecer o qual foi usado para justificar o seu uso.

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CDC oculta Evidencia de Relación entre las Vacunas y el Autismo

Gracias a una solicitud de documentos a través de la Ley de Libertad de Información (FOIA), se sabe que la CDC deliberadamente alteró datos para tratar de ocultar las pruebas que relacionan el mercurio en las vacunas con el autismo.

Traducción Luis Miranda
NaturalNews.com
02 de Noviembre 2011

Quienes niegan el vínculo entre el mercurio usado en las vacunas y el autismo va a tenerla difícil negando los hallazgos más recientes de la Coalición para el Uso de Medicamentos sin Mercurio (COMED). El grupo sin fines de lucro ha obtenido documentos importantes a través de la Ley de Libertad de Información (FOIA), que expone como el Centro para el Control de Enfermedades de los EE.UU. (CDC) miente deliberadamente y manipuló un estudio danés que mostraba una clara relación entre las vacunas que contienen mercurio y el autismo.

En 2003, la revista Pediatrics publicó un estudio realizado en Dinamarca en que se observa un descenso significativo en las tasas de autismo tras la eliminación de timerosal, un componente hecho a base de mercurio, usado en las vacunas. Pero gracias a la influencia corruptora de la CDC, la versión publicada del estudio en la revista Pediatrics en realidad afirma lo contrario, y alega que la falta de uso de timerosal provocó un aumento en las tasas de autismo. Vea aquí por qué la versión del Estudio publicada por la CDC es falsa.

Según los documentos, los funcionarios de la CDC eliminaron grandes cantidades de datos del estudio que mostró una disminución en las tasas de autismo después que se eliminó el timerosal. La agencia entonces manipuló el resto de los datos e implicó un aumento en las tasas de autismo después de la eliminación del timerosal, y sugirió que no existía ningún vínculo entre el timerosal y el autismo.

Tras la presentación de la versión corrompida de la CDC en el estudio de Pediatrics, los autores del estudio se pusieron en contacto con funcionarios de la CDC para hacerles saber que la agencia había interpretado erróneamente los datos. Se trató de decir a la CDC que sus cifras y las conclusiones eran erróneas, y que correcciones eran necesarias. Vea aquí los 14 estudios utilizados para apoyar la afirmación falsa de que las vacunas no causan autismo y otros trastornos neurológicos.

La CDC supuestamente respondió diciendo que echaría un vistazo a los datos incorrectos, pero procedió a presentar la versión falsa del estudio. Tras pedir a los editores de Pediatrics que llevaran a cabo una revisión acelerada del falso estudio, la CDC terminó por convencer a la revista que publicara el estudio fraudulento, lo cual se hizo en 2003.

Ahora que esta información es revelada al mundo, CoMeD está presionando a la CDC para llevar a cabo una investigación criminal completa sobre el asunto, y a hacer una declaración formal acerca de si hubo o no fraude científico. CoMeD también pide una rectificación completa e inmediata del estudio fraudulento de Pediatrics.

“Esto no debe ser tolerado por aquellos que están encargados de la salud y el bienestar de nuestros hijos”, dice Lisa Sykes, Presidente de CoMeD.

Influenza H1N1: A fraude que foi… o Perigo que está por chegar

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Setembro 9, 2010

Gostaria de uma vacina contra a gripe comum, misturada com um vírus H1N1? Como você se sentiria se esta vacina fosse obrigatória? As pessoas não acreditaram a fraude do ano passado, mas como na melhor das seqüelas de Hollywood, os vilões se tornaram mais agressivos do que nunca. As empresas farmacêuticas estão trabalhando em um plano destinado a, através de seus governos controlados, proibir as pessoas ir à escola, trabalhar ou ter uma vida normal, se não se injetam com seus produtos tóxicos. Os controladores chegam de mãos vazias, como no ano passado, sem estudos científicos, e sem ciência.

Os países da Oceania e Finlândia já provaram o amargor da nova vacina híbrida. Crianças e adultos que tomaram o novo “coquetel” sofrem de efeitos colaterais terríveis tais como temperaturas corporais elevadas, convulsões, vômitos e hemorragias graves. Tanto assim, que o governo australiano tem parado de usar a mistura tóxica. Barbara Loe Fisher, fundadora da National Vaccine Information (NVIC), é uma das especialistas que estudam e analisam a fraude da falsa pandemia de gripe H1N1 do ano passado, e as alterações potencialmente nocivas que são introduzidas na nova vacina contra a gripe A nesta temporada. Os resultados da sua pesquisa evidenciam coisas que vão além do que qualquer cidadão doutrinado ou desinformado poderia duvidar.

É relatado que na Finlândia os casos de narcolepsia em crianças aumentaram em 300 por cento após a injeção com a nova vacina durante a campanha de vacinação mais recente. O Instituto Nacional de Saúde da Finlândia (THL) suspendeu o uso de vacina H1N1 pelo medo que a vacina continue causando distúrbios neurológicos em crianças e jovens, como tem acontecido nos últimos seis meses. A narcolepsia é um distúrbio neurológico que pode ser desencadeado por um vírus. “Um paciente que sofre de narcolepsia pode adormecer, de repente, por exemplo, enquanto, fala ou come, sem aviso prévio. Seus músculos também podem enfraquecer de repente, e subitamente colapsar. Nenhuma cura é conhecida para a doença “, relata o site de notícias YLE da Finlândia.

“Há uma correlação clara entre o tempo dos casos e a vacina contra a gripe H1N1”, relata o Helsingin Sanomat. Um número anormalmente elevado de casos de narcolepsia, na Suécia, também surgiram como resultado da vacina H1N1 durante um programa de vacinação. De acordo com a Kari Lankinen, médica chefe da agência finlandesa de medicamentos, os médicos foram cúmplices em esconder a relação entre a vacina contra a gripe A e a narcolepsia e como isto afetaria a sua carreira, a publicação de artigos em revistas internacionais, etc. Os médicos que fizeram os comentários nos últimos meses, agora trabalham com o Instituto Nacional de Saúde e Assistência (THL) “, relata YLE.fi. No total, cerca de 750 finlandeses têm experimentado efeitos colaterais resultantes da vacina H1N1, de acordo com o Times de Helsínquia.

Tanto a FDA como a Organização Mundial da Saúde recomendam a vacina H1N1 para ser incluída na vacina contra a gripe tradicional e, portanto, os serviços de saúde em todo o mundo combinam agora as duas vacinas. Como informamos no início deste ano, o presidente do Conselho de Saúde da Europa, Wolfgang Wodarg confirmou que o surto de gripe H1N1 de 2009 foi uma farsa fabricada por empresas farmacêuticas em conjunção com a OMS para obter enormes lucros, sem se importar com a saúde pública.

O perigo que vem

Ambas as vacinas contra a gripe tradicional e a H1N1 estão associadas a uma série de efeitos colaterais em todo o mundo, incluindo síndrome de Guillain-Barré e distonia, uma doença neurológica incapacitante. A vacina contra a gripe tradicional também tem sido associada com convulsões em crianças menores de 5 anos de idade.

Muitos lotes de vacinas contra a gripe H1N1 incluem esqualeno e mercúrio entre os seus ingredientes, duas substâncias que foram directamente ligados à explosão de autismo entre crianças, bem como outras doenças. Enquanto isso, pessoas dentro do governo e as forças armadas tiveram o privilégio de receber a vacina sem estes aditivos. Por quê? A chanceler alemã, Angela Merkel e os ministros do governo, bem como os soldados alemães estavam entre aqueles que receberam a versão “amigavel” da vacina.

A fim de evitar ações judiciais contra as empresas farmacêuticas, estas foram legalmente isentas por todos os governos que utilizaram a vacina em suas populações. Sanofi-Pasteur, GlaxoSmithKline e outros fabricantes de vacinas têm agora direito a imunidade. Por quê? A verdade é que a vacina contra a gripe para o inverno de 2010-2011, terá três vírus de tipo A ou B, e um deles é o H1N1. No ano passado, os cidadãos tinham a opção entre a vacina contra a gripe comum ou H1N1, mas este ano vão ser forçados a usar ambas. Então, as vacinas que causam o síndrome de Guillain-Barré, que afetaram e continuam a afetando a criação de células brancas no sangue, causando uma reação auto-imune e paralisia facial, devem ser tomadas por todos, porque nenhuma outra opção existe para aqueles que confiam a sua saúde e suas vidas para as vacinas. Os governos é claro, dizem que não sabem se essas reações são causadas pelas vacinas.

“Eu acho que não é razoável pedir às mulheres grávidas se injetar uma vacina que não tenha sido estudada, e cujos efeitos colaterais têm sido tão nitidamente negativos para os pacientes”, diz Barbara Loe Fisher, diretora do Centro de Informação sobre Vacinas

Mas a questão é mais séria do que um estudo clínico pode revelar. Timerosal, o preservativo de mercúrio usado em quase todas as vacinas é uma substância que não pode ser descartada no lixo uma vez que as vacinas expiram. A razão é que é tão tóxico que está proibido descartá-lo como qualquer outro produto. Mas para as autoridades de saúde é uma boa ideia usar vacinas com timerosal nas pessoas. Cerca de 12.000 crianças nos Estados Unidos foram usados como cobaias para uma vacina contra a gripe H1N1 contendo esqualeno, um ingrediente perigoso que tem sido diretamente relacionado com casos de Síndrome da Guerra do Golfo e uma série de outras doenças debilitantes. (NVIC.org). “É perigoso para as mulheres e as crianças que estão em suas barrigas.” A pergunta que Fisher e outros que monitoram a criação e utilização de vacinas é, onde esta a ciência que apoia a eficácia e segurança de produtos farmacêuticos tais como vacinas? A resposta que Fisher encontra uma e outra vez é que os dados obtidos nestes dois aspectos são quase inexistentes ou inconclusivos. “Como é que estão solicitando que todos se injetem com algo que não sabemos como nos afetará?”, diz Fisher.

E para aqueles que acreditam que a dose de mercúrio é muito baixa em uma vacina para prejudicar um ser humano, devem saber que a vacina contra a gripe A tem uma dose 25.000 vezes superior ao que é considerado uma quantidade segura. O Dr. Kent Holtorf, especialista em doenças infecciosas, alertou que a vacina é mais perigosa que a gripe. “Tenho uma grande preocupação com a vacina contra a gripe A H1N1. Foi introduzida no mercado muito rapidamente, e tem níveis muito mais elevados de adjuvantes, timerosal e esqualeno “, acrescenta Holfort. Quando o repórter perguntou se ele iria injetar a vacina nos seus filhos, Holtorf disse que “absolutamente não. Seria uma aposta muito arriscada.”

Outros doutores têm enfatizado os efeitos colaterais de outros ingredientes. O esqualeno contribuiu para a cascata de reações chamada síndrome da Guerra do Golfo. (Desenvolvido por soldados que foram vacinados), que também ficaram doentes com problemas de artrite, fibromialgia, linfadenopatia, erupção cutânea, erupção fotossensível, fadiga crônica, dores de cabeça crônica, perda de cabelo anormal do corpo, lesões de pele que não cicatrizam, úlceras, tontura, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações de humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, hemossedimentação (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, doença de Raynaud, síndrome de Sjogren , diarreia crónica, suores nocturnos e febre. Esses sintomas e problemas de saúde foram confirmados pelo médico e micropaleontologo Viera Scheibner.

“As vacinas, como tem sido constantemente encontrado, são prejudiciais para os seres humanos. Nunca foi provado que uma vacina trata ou cura qualquer doença, mas para aquelas pessoas que querem usar as vacinas, o mínimo que eles merecem é ter estudos científicos comprovando a eficácia e segurança das vacinas”, diz Barbara Loe Fisher. “Nem o governo nem nenhuma organização internacional têm o direito ou o poder de obrigar ninguém a usar um produto, muito menos se não foi cientificamente testado e aprovado. Fisher assim como médicos que foram consultados para este artigo concordam que as pessoas têm e devem conservar o direito de escolher se querem ou não usar uma vacina ou qualquer outro produto.

Assim, quando o médico, o diretor da escola ou da faculdade ou o seu patrão diga que é necessário injetar a vacina para trabalhar ou estudar, ensine-lhe a diferença entre um mandato e uma lei, e explique que não há lei obrigando ninguém a usar nenhuma vacina. Nenhum governo tem o poder de criar uma lei que obrigue um cidadão a ser injetado. Isso é inconstitucional. Se você é discriminado porque não vacinou-se ou não vacinou suas crianças, saiba que as leis, a ciência e a verdade estão do seu lado.

Influenza H1N1: El Fraude que fue … el Peligro por venir

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Agosto 26, 2010

¿Le gustaría una vacuna contra la gripe común mezclada con un virus H1N1? ¿Cómo se sentiría si esta vacuna fuera obligatoria? La gente no creyó el fraude el año pasado, pero como sucede en la mejor de las secuelas, los villanos han vuelto más agresivos que nunca. Las empresas farmacéuticas están preparando un plan con la intención de ejecutarlo a través de sus gobiernos controlados para que se prohíba que las personas vayan a la escuela, tengan un trabajo o una vida normal si no se inyectan con sus productos tóxicos. Los controladores vienen con las manos vacías como el año pasado, sin estudios científicos, sin ciencia.

El los países de Oceanía así como Finlandia ya han saboreado la amargura de la nueva vacuna híbrida. Los niños y adultos que tomaron el nuevo cóctel están sufriendo de efectos secundarios terribles como temperaturas corporales altísimas, convulsiones, vómitos graves e inclusive hemorragias. Tanto es así, que el gobierno australiano ha parado el uso de la mezcla tóxica. Barbara Loe Fisher, fundadora del Centro Nacional de Información sobre Vacunas (NVIC), es una de las expertas que estudio y continua analizando la debacle de la gripe A del año pasado, y los cambios potencialmente dañinos que se introducen en la nueva vacuna contra la gripe A de esta temporada. Los resultados de su investigación muestran pruebas que van más allá de lo que cualquier ciudadano mal informado o adoctrinado podría dudar.

Según noticias, en Finlandia los casos de narcolepsia en los niños aumentaran 300 por ciento tras inyectarse con la nueva vacuna durante la más reciente campaña de vacunación. El Instituto Nacional de Salud de Finlandia (THL) ha suspendido el uso de la vacuna contra el H1N1 por temor a que la vacuna continúe afectando a los pacientes con trastornos neurológicos en los niños y los jóvenes como ha sucedido en los últimos seis meses. La narcolepsia es un trastorno neurológico que puede ser desencadenado por un virus. “Un paciente que sufre de narcolepsia puede quedarse dormido de repente, por ejemplo, mientras, habla o come; sin previo aviso. Sus músculos también puede debilitarse repentinamente, y colapsar de repente. No se conoce ninguna cura para la enfermedad “, informa el sitio web de noticias finlandesa YLE.

“Hay una correlación clara entre el tiempo de los casos y la vacuna contra la gripe H1N1”, informa el Helsingin Sanomat. Un número inusualmente elevado de casos de narcolepsia también han surgido en Suecia a raíz del programa de vacunación H1N1. Según Kari Lankinen, médico jefe de la agencia finlandesa de medicamentos, los médicos fueron cómplices en ocultar la relación entre la vacuna contra la gripe A y la narcolepsia y como afectaría sus carreras, tales como publicar sus artículos en revistas internacionales. Los médicos que realizaron las observaciones en los últimos meses, ahora trabajan con el Instituto Nacional de Salud y Bienestar (THL) “, informa YLE.fi. En total, unos 750 finlandeses han experimentado efectos secundarios nocivos como resultado de tomar la vacuna H1N1, según el Helsinki Times.

Tanto la FDA como la Organización Mundial de la Salud han recomendado la vacuna H1N1 para que sea incluida en la vacuna contra la gripe estacional, y como consecuencia los departamentos de salud en todo el mundo combinarán las dos vacunas. Como ya informamos a principios de este año, el Presidente del Consejo de Salud de Europa, Wolfgang Wodarg confirmó que el brote de gripe H1N1 de 2009 fue un engaño fabricado por compañías farmacéuticas en conjunto con la OMS para que estas tuvieran gigantescas ganancias mientras ponían en peligro la salud pública.

El Peligro por Venir

Ambas vacunas contra la gripe estacional y gripe H1N1 y se han relacionado con una serie de diferentes efectos secundarios en todo el mundo, incluyendo el síndrome de Guillain-Barré, así como la distonía, un trastorno neurológico paralizante. La vacuna contra la gripe estacional también se ha relacionado con convulsiones en menores de 5 años de edad.

Muchos lotes de la vacuna contra la gripe H1N1 incluyen escualeno y mercurio entre sus ingredientes, dos sustancias que se han conectado directamente con la explosión de autismo entre los niños, así como otras enfermedades. Los individuos dentro del gobierno y los militares tuvieron el privilegio de recibir vacunas libres de aditivos como estas sustancias. ¿Porqué? La canciller alemana, Angela Merkel, y los ministros del gobierno, así como los soldados alemanes, se encontraban entre los que recibieron las versiones “amigables” de la vacuna.

Con el fin de evitar demandas contra las corporaciones farmacéuticas, estas fueran legalmente eximidas por todos los gobiernos que usaron la vacuna en sus poblaciones. Sanofi Pasteur, GlaxoSmithKline y otros fabricantes de vacunas ahora tienen inmunidad general legal. ¿Porqué? Lo cierto es que en la vacuna contra la gripe común del invierno 2010-2011, habrán tres viruses del tipo A o B y uno de ellos será H1N1. El año pasado los ciudadanos podían escoger entre la vacuna contra la gripe común o la H1N1, pero este año será forzada en los pacientes. Entonces, la vacuna que fue determinada como la causante del Síndrome Guillain-Barré, que afectó y aún afecta la creación de glóbulos blancos en la sangre al causar una reacción auto inmune, así como parálisis facial, deberá ser tomada por todos pues no hay otra opción para aquellos que confían su salud y sus vidas a las vacunas. Desde luego los gobiernos dicen no saber si estas reacciones son causadas por las vacunas.

“Pienso que es descabellado pedirle a las mujeres gestantes que se inyecten una vacuna que no ha sido estudiada, y cuyos efectos secundários han sido tan claramente negativos para los pacientes,” dice Barbara Loe Fisher, Directora del Centro de Información sobre Vacunas. “No es seguro para ellas y los niños que se están formando en sus vientres.” La pregunta que Fisher y otros que siguen de cerca la creación y uso de vacunas es ¿dónde está y que dice la ciencia sobre la efectividad y seguridad de productos farmacéuticos como las vacunas? La respuesta que Fisher encuentra una y otra vez, es que los datos obtenidos sobre estos dos aspectos son casi nulos o inconclusos. “¿Cómo es que se pide que todos nos inyectemos con algo que no sabemos como nos va a afectar?” replica Fisher.

Pero el asunto es más serio que lo que un estudio clínico pueda revelar. Timerosal, el conservante de mercurio usado en prácticamente todas las vacunas es una sustancia que no se puede desechar en la basura una vez que las vacunas expiran. La razón es que este ingrediente es tan tóxico que es prohibido descartarlo como cualquier otro producto. Sin embargo, es permitido que el timerosal se use en vacunas que se inyectan a las personas. Alrededor de 12.000 niños de EE.UU. fueron utilizados como conejillos de indias para la vacuna contra la gripe H1N1, que también se sabe contienen escualeno; el ingrediente peligroso que ha estado directamente relacionado con los casos de Síndrome de la Guerra del Golfo y una multitud de otras enfermedades debilitantes. Y para quienes creen que la dosis de mercurio es muy baja en una vacuna para dañar a un ser humano ajustence el cinturón, porque la vacuna contra la gripe A tiene una dosis 25,000 veces mayor a lo que se considera como una cantidad segura. El doctor Kent Holtorf, un experto en enfermedades infecciosas, advirtió que la vacuna es más peligrosa que la gripe que pretende curar. “Tengo mucha preocupación sobre la vacuna contra la gripe A H1N1. Ha sido introducida en el mercado muy rápidamente, y tiene niveles mucho más altos de adyuvantes, timerosal y escualeno,” agrega Holfort. Cuando el reportero le preguntó si se inyectaría la vacuna o si la inyectaría en sus hijos, Holtorf dijo “absolutamente no. Sería una apuesta muy riesgosa”.
Otros doctores han enfatizado en los efectos secundários de otro de los ingredientes. El escualeno contribuyó a la cascada de reacciones llamadas síndrome de la Guerra del Golfo. (desarrollado por soldados que fueron vacunados) quienes además se enfermaron con problemas de artritis, fibromialgia, linfadenopatía, erupciones cutáneas, erupciones fotosensibles, fatiga crónica, dolores de cabeza crónicos, pérdida anormal de vello corporal, lesiones en la piel que no sanan, úlceras aftosas, mareos, debilidad, pérdida de memoria, convulsiones, cambios de humor, problemas neuropsiquiátricos, efectos anti-tiroides, anemia, velocidad de sedimentación globular (VSG), lupus eritematoso sistémico, esclerosis múltiple, ALS, fenómeno de Raynaud, síndrome de Sjorgren, diarrea crónica, sudoración nocturna y fiebre. Estos síntomas y problemas de salud fueron confirmados por el doctor y micropaleontologista Viera Scheibner.

“Las vacunas, como se ha probado constantemente, son dañinas para los humanos. Nunca se ha probado que una vacuna trate o cure ninguna enfermedad, pero para esas personas que desean usar vacunas, lo mínimo que ellos merecen es que hayan estudios científicos que prueben la eficacia y seguridad de las mismas,” dice Barbara Loe Fisher. “Ni el gobierno, ni ninguna organización internacional tienen el derecho o el poder de forzar a nadie a usar un producto, mucho menos si este no está científicamente probado y aprobado.” Fisher así como los otros doctores consultados para este artículo coinciden en que las personas tienen y deben mantener el derecho de escoger si quieren o no usar una vacuna o cualquier otro producto.

Así que cuando el médico, el director de la escuela o colegio o su jefe le diga que es obligatorio inyectarse la vacuna para poder estudiar o trabajar, edúquelo(a). Enseñele la diferencia entre un mandato y una ley, y explíquele que no hay ninguna ley que obligue a nadie a inyectarse. Ningún gobierno tiene el poder de crear una ley que obligue a un ciudadano a inyectarse, pues es inconstitucional. Si usted es discriminado porque no se vacuna o no vacuna a sus hijos, sepa que la ley, la ciencia y la verdad están de su lado.

Medicinas Psiquiátricas: Un Descubrimiento Sorprendente

Por Shane Ellison
Master en Ciéncias
Traducción: Luis R. Miranda

Hago preguntas con la intención de acortar las conversaciones. Evito el contacto visual con extraños por miedo (tal vez es la ansiedad) por aprender mucho de ellos. En secreto, creo que Metallica estaría haciendo mejor música si usaran drogas y alcohol, en lugar de “terapia.” Estoy tratando de dominar la Ley de la no atracción para protegerme del “trabajo real, “casas pequeñas y coches viejos. Y, estoy dando constantemente consejo sólo para darmelos a mi mismo.

Pueden los medicamentos Psiquiatricos ayudarme?

Tal vez estas preguntas son las que me motivaron a seguir una carrera como químico y a hacer diseño de fármacos, ganando varios premios por mi trabajo. No hay nada que me entusiasme más que las drogas y cómo afectan al cuerpo (excepto los abdominales de mi esposa). He estudiado su anatomía molecular, arriesgo mi vida para mezclar y combinar productos químicos explosivos en un matraz de fondo redondo, e incluso vendí mi alma a las grandes empresas farmacéuticas a cambio de un laboratorio químico y una capucha.

Durante este tiempo, he hecho algunos descubrimientos sorprendentes sobre medicamentos psiquiátricos, que incluyen antidepresivos, antipsicóticos, estimulantes y drogas contra la ansiedad. Entender lo que he aprendido lo protegerá de la inundación de efectos secundarios que ahora se están descubriendo a velocidades vertiginosas, por cortesía de la gran cantidad de pacientes que los toman en nombre de la salud mental.

Su propio infierno

Los antidepresivos aumentan la “capacidad” de enfrentar momentos difíciles al modificar los niveles de la molécula conocida como serotonina en el cerebro. Se supone que nos ayuda a encontrar la felicidad cuando estamos cubiertos por una avalancha de maldad. Pero, nunca ha sido probado. Sin embargo, los medicamentos intentan aumentar los niveles de serotonina al “selectivamente” detener la recaptación de entre las células cerebrales. Aquí es de donde la sigla ISRS fue implementada – “inhibidor selectivo de recaptación de serotonina.” Es un nombre innovativo, pero una idea estúpida. Nada es selectivo en el cuerpo.

Al tratar de bloquear la recaptación de la serotonina, los antidepresivos también pueden impedir su liberación y la de otro compuesto del cerebro conocido como dopamina. Las áreas del cerebro responsables de la liberación y recaptación de estos neurotransmisores son tan similares (después de todo, trabajan en la misma molécula) que un medicamento antidepresivo no es lo suficientemente inteligente como para entender como funcionan. Así que hace lo que cualquier tonto medicamento haría, bloquea los dos. Es por eso que los usuarios suelen llevar una mirada vidriosa en sus ojos. Completamente bajo el hechizo psiquiátrico, con la mirada perdida.

Profunda tristeza, miedo, ira y agresión pueden aparecer con el tiempo. Al eliminar la serotonina y la dopamina del cerebro, los usuarios de antidepresivos a largo plazo no pueden encontrar o sentir la felicidad. En su lugar, pueden quedar enterrados en una avalancha de maldad. Y si usted no puede encontrar o sentir la felicidad en la vida, ¿qué sentido tiene? ¿Qué le va detener de romperse su propio cuello o asesinar a tiros a sus compañeros de clase? No mucho, cuando se vive en un infierno antidepresivo.

Piensa que todo esto es opinión?

Según la FDA, los antidepresivos pueden causar pensamientos suicidas y comportamiento, empeoramiento de la depresión, ansiedad, ataques de pánico, insomnia, irritabilidad, hostilidad, impulsividad, agresividad, episodios psicóticos y violencia. Algunos incluso causan la ideación homicida de acuerdo con los fabricantes. Muchos usuarios de antidepresivos a largo plazo dicen que ya no se sienten normales -son zombies entumecidos.

Pero los efectos secundarios de estos fármacos no se limitan al secuestro de sus sentimientos y estado emocional, provocando estados violentos y psicóticos. Los efectos físicos secundarios ocurren demasiado e incluyen sangrado anormal, defectos de nacimiento, ataque al corazón, convulsiones y muerte súbita. Más de ciento setenta advertencias reguladoras de medicamentos y estudios han sido emitidos en los antidepresivos, para hacer sonar la alarma sobre estos efectos secundarios.

Para Uso Exclusivo del Elefante

Los psiquiatras prescriben medicamentos antipsicóticos como Zyprexa y Seroquel, para cualquier cosa; desde la esquizofrenia, trastorno bipolar, trastorno delirante, depresión psicótica, autismo o cualquier otra cosa que pueda imaginar, incluso de “trastorno generalizado del desarrollo,” que es perfecto para aumentar las ventas porque está dirigida a los niños que sufren de irritabilidad, agresividad y agitación. Es una pena porque estos medicamentos no sirven para nada, solo para sedantes elefantes furiosos, no curar la enfermedad psiquiátrica.

Según un estudio publicado en Psychological Medicine, los fármacos antipsicóticos causan la reducción del cerebro -el volumen de la masa cerebral. Originalmente diseñado para quienes son considerados “esquizofrénicos”, las compañías farmacéuticas crearon una campaña de marketing brillante para vender estos medicamentos a un mayor número de usuários de antidepresivos en el mercado. Usted probablemente ha visto los anuncios, si su “medicación de la depresión” no está funcionando, entonces no culpe al medicamento, pues usted tiene un trastorno bipolar! ”

Una vez ingeridos, los antipsicóticos navegan a través del torrente sanguíneo, donde son transportados al cerebro. Al igual que un derrame de petróleo gigante, los antipsicóticos cubren el cerebro en una mancha de medicamentos, donde se bloquea la transmisión de las ondas cerebrales. El usuario queda sin actividad cerebral normal. La motivación, la unidad y los sentimientos de recompensa son exterminados. Si la psiquiatría considera esto un tratamiento, ellos son los locos.

Si alguna vez has visto a alguien que ha sufrido del “derrame” cortesía de seguir las órdenes del médico, no puede equivocarse al detectar uno de los efectos secundarios más comunes. Se llama Acatisia. Movimientos involuntarios, tics, espasmos en la cara y el cuerpo entero puede llegar a ser los efectos secundarios permanentes para los usuarios de antipsicóticos.

Los antipsicóticos también causan obesidad, diabetes, problemas cerebrovasculares, eventos cardíacos, problemas respiratorios, pensamiento delirante y psicosis. Los reguladores de medicamentos en EE.UU., Canadá, Reino Unido, Irlanda, Australia, Nueva Zelanda y África del Sur advierten que también pueden conducir a la muerte. No me sorprendería que los psiquiatras consideran esta una cura…

Use esto para saltar el Gran Cañón

Si usted va a intentar saltar sobre el Gran Cañón en su moto, o andar deslizarse por las faldas del Monte Kilimanjaro, los estimulantes son muy buenos. Ellos inundan el cerebro con dopamina y desencadenan una oleada de adrenalina inhumana, responsable de hacer que creamos que la vida es grandiosa, a pesar de la muerte eminente al intentar estas proezas. Fuera de eso, o eres un monstruo de la velocidad, un estudiante universitario tratando de aprender todo un semestre de Biología en 4 horas, o un niño de quinto grado “, siguiendo las órdenes del médico.”

Los mejores estimulantes que se recetan hoy en día no son más que una mezcla de anfetaminas empaquetados con nombres comerciales como Adderall, Dexedrine y Ritalin. Matones callejeros que los venden como metanfetamina, la cocaína del pobre, cristal, hielo, cristal y velocidad. No es de extrañar que los niños abusan de Ritalin, Adderall y estos medicamentos más que de drogas de la calle, pues son más baratos de obtener y son “legales”, por lo tanto, son llamados la cocaína para niños.

Incluso la DEA de los EE.UU. clasifica Ritalin en la Lista ll, lo que significa que tiene un alto potencial de abuso, igual que la cocaína y la morfina. Todos ellos tienen los mismos efectos independientemente de cómo se llamen: la sobrecarga en le sistema nervioso central conduce a ataques al corazón y / o insuficiencia cardíaca. Y los niños están cayendo más rápido que los adictos a Metanfetamina en las calles.

No estoy exagerando.

Once agencias de reglamentación internacional de las drogas y nuestra propia FDA ha emitido advertencias de que los estimulantes como el Ritalin causan adicción, depresión, insomnio, dependencia de drogas, manías, psicosis, problemas cardíacos, problemas cerebrovascular y muerte súbita.

Quémese el cerébro con medicamentos contra la ansiedad

Si aún no eres lo suficientemente hombre para una droga que podría sedar a un elefante, como los antipsicóticos, los psiquiatras te prescribirán medicamentos contra la ansiedad, sobre todo las benzodiacepinas. La elección entre los dos es similar a decidir si te quieres golpear la cabeza con un bate de aluminio o una de madera. Los medicamentos contra la ansiedad serían el bate de madera.

Descubiertos en los laboratorios de química de Hoffman La Roche en 1955, medicamentos contra la ansiedad tienen como objetivo activar los receptores del sueño en el cerebro, sólo un poco. Así, en vez de estar lleno de ansiedad, se le pone a dormir. Se trata de un “tratamiento” que los psiquiatras han estado “practicando” durante décadas. Pero, todavía no ha funcionado, porque drogar sus problemas es más peligroso que la ansiedad. El uso de medicamentos contra la ansiedad se acompaña de una serie de desagradables efectos secundarios tales como convulsiones, agresión y la violencia una vez que la droga desaparece. Alucinaciones, delirios, confusión, comportamiento anormal, hostilidad, agitación, irritabilidad, depresión y pensamientos suicidas son todos los resultados posibles de acuerdo con documentos que las grandes empresas farmacéuticas habían custodiado investigación fuertemente hasta hace poco tiempo.

Al dejar de usarlas, las drogas podrían ser más difíciles de abandonar que cuando se trata de dejar la heroína. Algunos han calificado la reacción a algo similar a tirar cientos de anzuelos de pescar de su piel, sin anestesia. Si usted duda de su naturaleza adictiva, vaya a Google y escriba los nombres de algunas de las drogas principales para “tratar” la ansiedad como Xanax y Klonopin y esto es lo que encontrará:

“Abstinencia Klonopin” 1.860.000 resultados
“Abstinencia Xanax” 1.980.000 resultados
La exposición de Psiquiatría: Cómo obtener la verdad

En resúmen, los efectos secundarios de medicamentos psiquiátricos se extienden incontrolablemente. Y la mayoría se ocultan de los pacientes y médicos por igual. Afortunadamente, la Tercera Comisión de Derechos Humanos ha resuelto este problema con una base de datos de última generación que permite a la gente buscar la lista de reacciones adversas de los informes enviados a la FDA sobre los medicamentos psiquiátricos. También proporciona advertencias internacionales de reglamentación farmacéutica y estudios publicados sobre los efectos secundarios de los fármacos.

Entonces, ¿la psiquiatría me puede ayudar? No. Y eso es sorprendente debido a que los medicamentos psiquiátricos son algunos de los medicamentos de mayor venta, a punto de sellar las esperanzas y los sueños de millones. Independientemente del estado mental en el que yo pueda estar (o cualquier otra persona ), no hay un solo medicamento que cure, trate o resuelva los problemas de la salud mental.

Mientras que las personas pueden sufrir miserablemente de presión emocional o mental que puede afectar su estilo de vida, la pseudo-ciencia de la psiquiatría aún tiene que resolver todos estos problemas, pues por ahora de hecho sólo contribuye a la mala salud como se ha visto con la amplia gama de efectos secundarios. Las campañas de marketing y escritos fantasmas en revistas médicas están diseñados para ocultar estos hechos. Pero la base de datos sobre los efectos secundarios de los medicamentos psiquiátricos cortesía de CCHR asegura que todos los pacientes tengan acceso a la verdad, a los hechos documentados, lo que podría salvar su vida o la de un ser querido.