Estudo do Governo: Engenharia Climática é muito Perigosa

As consequências negativas da geoengenharia são claras.

Geoengenharia tem sido usada desde há décadas em formas conhecidas como chemtrails, ondas eletromagnéticas e raios laser.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
7 de setembro de 2011

Geoengenharia é essencialmente a manipulação artificial e deliberada do clima, aplicando as

Moscow "Halo" 2009. O "Case Orange" cita isto como evidência de semeação de nuvens, mas outros suspeitam que é um experimento eletromagnético.

tecnologias existentes para mudar os padrões climáticos e o tempo em uma área do planeta Terra. O uso dessas tecnologias tem sido sugerido por uma parte da comunidade científica e do influente grupo de alarmistas que acham que a humanidade é responsável pela mudanças climáticas. No entanto, as tecnologias utilizadas para modificar o clima vão além da mudança climática e ampliam suas funções para outras áreas, tais como a ativação das placas tectônicas e a criação de armamento militar. Mas cientistas influentes não discutem os usos listados acima, mas apenas sugerem práticas como a fertilização dos oceanos, a semeação de nuvens e o seqüestro de CO2, entre outros.

Técnicas como a fertilização dos oceanos, e o seqüestro de CO2 não são as mais populares entre aqueles que consideram que essas práticas devem ser usadas para salvar a humanidade. Os Estados Unidos, principalmente, e outros países desenvolvidos têm experimentado com outras tecnologias, menos discutidas que sao deixadas fora da discussão. O que todas essas práticas têm em comum é o fato de que nenhum deles é seguro e que a sua implementação poderia causar mais danos do que elas querem evitar. Esta é a conclusão de um estudo publicado em julho passado pela United States Accountability Office.

Estudo do governo chega meio século atrasada

Você pode pensar que este e outros estudos seriam realizados antes de qualquer uma destas técnicas de modificação do tempo fossem testadas ao ar livre, mas isso não é o caso. Ao dar uma olhada 50 anos atrás, é fácil encontrar exemplos de como técnicas e tecnologia para mudar o clima e o tempo tem sido usadas. Durante a Guerra do Vietnã, os EUA usou a semeação de nuvens para inundar as terras onde o exército vietnamita estava com a intenção de enfraquecer a sua operação contra a invasão. O projeto Stormfury envolveu a utilização de aeronaves que voaram dentro de tempestades tropicais depositando iodetos de prata para afetar seu desenvolvimento. O projeto foi conduzido pelo Governo dos Estados Unidos nos anos de 1962-1983. O projeto Cirrus foi mais uma tentativa de manipular o clima, desta vez afetando o comportamento de um furacão. O projeto foi liderado pela General Electric, o Exército Signal Corps, o Escritório de Pesquisa Naval e a Força Aérea dos Estados Unidos. Durante este ensaio no dia 13 de outubro de 1974, cientistas do governo tentaram modificar um furacão que se movimentava em direção oeste nos Estados Unidos. Hoje, até países como a China têm burocracias dedicadas à prática da modificação do tempo. Em Pequim, o Escritório de Modificação do Tempo coordena o uso de tecnologias para prevenir ou fazer chover quando necessário. Para as Olimpíadas de 2008, a China tinha 30 aeronaves, 4.000 lançadores de foguetes e 7.000 armas antiaéreas para parar a chuva. (1)

No seu relatório, o Government Accountability Office (GAO) começa por explicar que a razão do seu estudo é a análise das “tecnologias de engenharia climática, com foco na sua condição técnica, a direção futura da pesquisa e possíveis respostas.” Depois o documento diz que “o GAO revisou a literatura científica e relatórios governamentais, conselhos de especialistas com uma grande variedade de origens e pontos de vista, e entrevistou 1.006 adultos nos Estados Unidos.” (2)

Uso pesado de Chemtrails para o propósito de modificar o clima. Imagem da NASA.

Entre as conclusões do GAO o relatório diz que “as tecnologias de engenharia climática não oferecem uma resposta viável à mudança climática global.” De acordo com o documento, as tecnologias estudadas pelo GAO incluiu a remoção de dióxido de carbono (o gás que as plantas respiram para viver) e a gestão de radiação solar (SRM). Esta última técnica inclui o bloqueio da luz solar -que é a origem da vida- dizem alguns cientistas e alarmistas do clima, para evitar o super aquecimento do planeta. Tecnologias SRM têm sido amplamente utilizadas em muitos países que visitei, incluindo os Estados Unidos, Brasil, Costa Rica e outros como a Inglaterra e outros países da Europa Ocidental. O que esta tecnologia faz é pulverizar cristais e produtos químicos tóxicos, tais como aerossóis de sulfato e bário na estratosfera. “Por mais de uma década, os cidadãos dos EUA e Canadá têm sido vítimas de um assalto com aerossóis em suas cidades com uma mistura tóxica de metais pesados tóxicos, produtos químicos e outras substâncias perigosas. Nada disso foi relatado pela mídia. O Departamento de Defesa [DOD] e os militares tem sistematicamente usado trilhas químicas (Chemtrails), também conhecido como geoengenharia com aerossóis estratosféricos”, disse a médica Ilya Sandra Perlingieri. (3)

O estudo do GAO passa a relatar as suas conclusões dizendo que as técnicas de geoengenharia atuais são imaturas e muitas delas poderiam ter conseqüências negativas. Isto confirma os riscos à saúde já referidos pela médica Perlingieri. No entanto, o estudo também encoraja o pensamento coletivo (coletivismo), onde não importa os riscos envolvidos na utilização destas tecnologias, os pesquisadores ainda acreditam que vale a pena praticar versões controladas de modificação do tempo e do clima. O relatório diz que muitos cientistas se opõem a pesquisar e executar estas técnicas devido a que os “riscos tecnológicos sao significativos ou porque acreditam que a mudança climática sera muito limitada no futuro.” A maioria das pessoas entrevistadas disseram que não estavam familiarizados com a modificação do tempo, mas estavam abertas para fazer mais investigação, diz o GAO. Esses entrevistados não só não sabem da existência de técnicas de geo-engenharia -principalmente porque o governo e as empresas envolvidas têm tentado escondê-lo com algum sucesso- mas também não sabem que esses experimentos já foram realizados em todo o mundo sem o seu consentimento .

Como explicado acima, estudos como o realizado pelo GAO deveriam ter sido realizados e publicados antes que os experimentos patrocinado pelo governo e as empresas foram autorizados. No entanto, como muitas vezes acontece, os governos se sentem no direito de fazer o que quiserem, sem informar o público. Embora o estudo do GAO é relevante porque mostra a realidade do que muitos chamaram “teorias da conspiração” como fatos, ele falha miseravelmente porque ignorar a história da modificação do tempo e experimentação que tem sido feita em todo o mundo .

O estudo do GAO, a pedido do representante Eddie Bernice Johnson, avaliou as tecnologias de modificação do tempo em uma escala de 1-9 de acordo com a sua “disponibilidade”. Embora este critério é irrelevante do ponto de vista do perigo que a geoengenharia representa para a saúde humana, nenhuma das técnicas de modificação disponíveis obteve uma nota maior que 3 na escala do estudo. “Tanto os defensores destas tecnologias como os oponentes alertaram que a pesquisa e a implementação de experimentos de modificação do tempo tem riscos, tanto no desempenho de certos tipos de investigação como na utilização dos resultados (por exemplo, a implantação de tecnologias potencialmente perigosas que têm sido desenvolvidas com base em pesquisas). ”

O estudo do Government Accountability Office parece ter se originado em grande parte na desacreditada crença de que a atividade humana é a causa do que alguns cientistas chamam aquecimento global antropogênico (a Terra tem experimentado resfriamento global na última década), que segundo eles é causado pelas emissões de dióxido de carbono. Você poderia dizer que o estudo começou com o pé esquerdo, já que é baseado em uma premissa que é pelo menos duvidosa. Pelo menos mil cientistas de renome têm questionado a teoria do aquecimento global antropogênico e esta crença deve ser no mínimo investigada com mais profundidade antes de ser adotada como base para implementação de políticas relacionadas com a conservação ambiental. (4)

A premissa do estudo que os seres humanos causam o aquecimento global está cheia de meias verdades e falácias anteriormente expostas, como a crença de que algumas ilhas vão afundar como resultado da elevação dos mares, que o gelo nos pólos se derreteria e que ursos polares morreram porque não podem nadar. (5) O estudo também considera outras mudanças geofísicas do planeta, que ocorrem como resultado do aquecimento, tais como mudanças na vegetação e das chuvas, mas estes possíveis eventos são, sem qualquer fundamento, enquadradas em cenários negativos. De fato, o estudo observa que muitos cientistas “têm sugerido que o aumento da temperatura poderia ser beneficiosa em determinadas áreas geográficas ou setores econômicos. Por exemplo, a produtividade agrícola poderia aumentar em algumas áreas … … enquanto a temperatura da superfície aumenta, esse aumento não está acontencendo de maneira uniforme … “A primeira idéia que a agricultura em muitas partes do mundo poderia se beneficiar do aquecimento global, é consistente com registros científicos que indicam que a Terra era uma vez mais quente e continha 10 vezes mais CO2 do que hoje, resultando em mais vegetação e abundância de alimento.

Como The Real Agenda informou anteriormente, a única preocupação dos que defendem a teoria do aquecimento global antropogênico é suas amadas “torres de marfim” e “centros de controle primário” sejam mantidos a salvo de mudanças climáticas que ocorrem naturalmente. No relatório, o GAO citou a preocupação de alguns cientistas em relação ao “aumento do nível do mar” porque pode comprometer vários portos e grandes cidades nos Estados Unidos, como Miami, Nova York e Norfolk.” Mas essas mesmas pessoas não têm nenhum problema em impedir o desenvolvimento do terceiro mundo para que seu povo não possa desfrutar dos níveis de conforto que eles desfrutam hoje. Estes defensores do alarmismo climático não se importam se a civilização é levada a níveis de desenvolvimento típico da era anterior à Revolução Industrial, se é isso que é necessário para reduzir as emissões a níveis só vistos antes desse tempo.

Mais recentemente, um estudo realizado pelo CERN chamado CLOUD (Cosmic Leaving Outdoor Droplets),

Os resultados do experimento CLOUD mostram que a poucos quilômetros acima na atmosfera, o ácido sulfúrico e o vapor de água podem rapidamente formar aglomerados de nuvens, e que os raios cósmicos aumentam a taxa de formação em até dez vezes ou mais.

confirmou mais uma vez que a radiação solar e não a atividade humana e que impulsiona o clima da Terra. O relatório sobre as conclusões deste estudo foram proibidos de serem publicados, em parte, pelo chefe do CERN, o Rolf-Dieter Heuer, porque ele acha que os resultados das observações podem ser usadas para uma discussão pública, que uma vez por todas iria “cortar o rabo e as orelhas” da teoria do aquecimento global antropogênico. (6)

O que o estudo do GAO não detalha

Como explicado acima, o estudo do GAO, parece chegar com pelo menos 50 anos de atraso e, além disso, não tem nenhuma informação a respeito da evidência inequívoca de que experimentos como os descritos como “potencialmente perigosos” já foram realizados por muitas décadas. Mesmo alguns meios de comunicação fizeram eco das sugestões dos cientistas que defendem o uso de técnicas de modificação do tempo para “nos salvar do desastre.” Em março passado, o jornal USAToday publicou propaganda em suas páginas anunciando o uso de pulverização de químicos no ambiente (Chemtrails), que utiliza alumínio, bário, e outros produtos químicos letais como uma alternativa para salvar o mundo da destruição causada pelo o homem. (7) O artigo relata que alguns cientistas dizem que é uma oportunidade de fazer as coisas antes que a geoengenharia seja considerada uma necessidade. Um dos cientistas entrevistados chegou sugerir que a geoengenharia é uma opção viável para nos salvar do desastre. “A pesquisa em geoengenharia cria uma outra opção para o público”, disse David Victor, da Universidade da Califórnia-San Diego.

Além disso, a National Geographic publicou um artigo sugerindo o uso de armas nucleares para reverter o aquecimento global. O artigo da revista ecoou um programa patrocinado pelo governo, onde uma pequena guerra nuclear entre os países pequenos pode ajudar a reduzir os efeitos do aquecimento global. O artigo também advertiu que uma pequena guerra faria com que o planeta Terra perdesse os verões por vários anos, causando o surgimento e a propagação de doenças, mas que talvez esta seria uma boa idéia. (8)

Apesar da evidência histórica, o estudo do GAO não mencionou especificamente que a mudança do clima por meio de geoengenharia apresenta riscos à vida humana e para o próprio planeta. No entanto, há uma abundância de evidências a esse respeito. “Durante décadas nós temos sabido que os metais pesados e produtos químicos podem causar danos físicos graves. O livro da Rachel Carson intitulado “Primavera Silenciosa”, ensinou-nos sobre as graves conseqüências do uso ou exposição a esses venenos em nossas atividades diárias. Milhares deles são bem documentados como causadores de câncer “, escreve a médica Ilya Sandra Perlingieri.

    “Aeronaves comerciais e militares estão envolvidas em mais de 60 operações secretas. Ano passado, quando eu voei através do país, vi um avião da United Airlines (voando abaixo de nós a cerca de 37 mil pés), pulverizando um spray preto que se extendia por milhas e milhas no céu. Este programa clandestino agora inclui a pulverização aérea na América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia [todos os países da NATO]. Centenas (se não milhares) de pessoas pediram explicações a funcionários públicos para obter respostas. As respostas das autoridades dos EUA e Canadá nunca foram recebidas, ou na ausência de resposta, as consultas foram descartadas como insignificantes.

Os militares dos EUA fazem pulverizaçoes de armas químicas e biológicas em ensaios ao ar livre sobre os civis desde a década de 1940. Eles são chamados de “evidência de vulnerabilidade.” Esta não é uma declaração polêmica. O Exército reconheceu esta prática muitas vezes e há uma abundância de documentação por parte do governo para provar isso. Existe também documentação de fumigação intencional e radiação experimental sobre a população civil. Infelizmente, esta informação só foi publicada mais tarde, o que tornou impossível salvar vidas ou aliviar o sofrimento das vítimas.

Esta propriedade com aparência de HAARP é chamada Jicamarca, e é um Obervatório de Rádio que faz parte do Instituto Geofísico do Peru. Ele recebe a maior parte do seu apoio financeiro da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos através de um acordo de cooperação com a Universidade de Cornell.

Mas Chemtrails não é a única técnica de modificação do tempo para o uso exclusivo de experiências de governo, ou aquelas patrocinadas pelo governo. “A existência e aplicação da tecnologia para modificar o clima, a ionosfera e causar atividade das placas tectônicas está documentado e não é apenas uma teoria da conspiração.” Os cientistas envolvidos em testes usam estas tecnologias com permissão do governo para executar experiências ao redor do mundo “, diz Andrei Areshev, vice-diretor da Fundação Estratégica para a Cultura Russa. De acordo com Areshev “armas do clima tem sido aperfeiçoadas e podem ser usadas para causar seca, destruir áreas cultivadas e induzir vários fenômenos anômalos em alguns países.” Talvez o Sr. Areshev está falando sobre o Programa de Pesquisa de Alta Frequência Auroral (HAARP), (9) uma arma que a grande mídia e alguns cientistas de renome chamam “teoria da conspiração”, enquanto se recusam a falar sobre ela. No entanto, mudando o clima já foi considerado uma teoria da conspiração, certo? E o uso de Chemtrails também é considerado uma teoria da conspiração, certo? Mas elas existem.

Em seu livro de 1995 intitulado Angels Don’t Play This HAARP, Dr. Nick Begich explica como HAARP eletrifica a atmosfera superior com raios eletromagnéticos. “É um modelo avançado de um aquecedor ionosférico.” De acordo com Begich, HAARP é uma tecnologia de ondas de rádio super-poderosa, que afeta áreas da ionosfera, dirigindo um raio nessas áreas. Como resultado, as ondas eletromagnéticas sao dirigidas para a Terra penetrando tudo no seu caminho. (10)

Uma terceira forma de técnicas de modificação do tempo que se transformou em armas e a tecnologia laser no espaço. Em 1998, o tenente-coronel da Forca Aérea dos Estados Unidos, William H. Possel escreveu um relatório de pesquisa apresentado ao corpo docente da Air War College, explicando a atual situação das armas laser estabelecidas no espaço. No seu relatório intitulado: Armas Laser no Espaço: Uma Analise Critica, Possel fala sobre as vantagens que as armas espaciais tem para atacar e destruir mísseis balísticos. Ele ainda vai mais longe e explica os tipos de lasers que podem ser usados para fins militares. Entre eles, lasers de fluoreto de hidrogênio, laser de fluoreto de deutério e laser químico de oxigênio-iodo. Além disso, Possel entra em detalhes sobre como é vantajoso ter armas a laser no espaço. “Elas tem a vantagem sobre os sistemas terrestres de ser capaz de cobrir um grande teatro de operações estando apenas limitadas pela altura da órbita que é a plataforma. Ao aumentar a altitude aumentam as possibilidades. Chame-me um teórico da conspiração, mas o que acontece se alguém conseguiu aperfeiçoar o uso de raios de ondas eletromagnéticas (HAARP), e armas baseadas no espaço. E não era que as tecnologias de modificação do tempo seriam usadas em uma tentativa de evitar uma catástrofe, em vez de causar eventos catastróficos? Se você não entende, nós estamos falando sobre o uso de tecnologias para a modificação do tempo, as quais foram modificadas para criar armas de guerra em qualquer lugar do mundo. (11)

Modificação do Tempo não é uma Teoria da Conspiração

Em um artigo intitulado Geoengenharia Atmosférica: “Case Orange” A Manipulação do Clima e Chemtrails, o escritor Rady Ananda apresenta uma revisão do relatório “Case Orange” que de acordo com Anando, foi escrito para confirmaram que a manipulação do tempo não é nem um piada nem uma teoria da conspiração. “É totalmente operacional, com um forte passado de 60 anos de história.” De acordo com a história recente da Organização Meteorológica Mundial, existe um declínio no apoio à investigação da modificação do tempo e do clima e uma tendência acelerarada no uso de técnicas existentes que são chamadas de projetos operacionais. (12)

Como cita Ananda em seu artigo, “Case Orange” está ligado a um relatório de 1996 que foi escrito por militares. O relatório, intitulado: Tempo como um Multiplicador de Força: Controlando o Tempo em 2025 explica as evidências relacionadas a programas de pulverização estratosférica patrocinados por ordens dos governos, nomenclatura química nos manuais de operação aérea, e apelos por economistas para usar a geoengenharia. “Controlando o Tempo em 2025”, prevê um calendário específico para o uso da tecnologia e técnicas de modificação ambiental em colaboração com a Associação de Modificação do Clima (WMA), uma parceria entre empresas privadas e o governo que promove o uso benéfico de técnicas de modificação do ambiente. “Bem, não são tão benéficas como relatado pelo Government Accountability Office. Algumas das medidas a serem tomadas como parte do projeto “Controlando o Tempo em 2025” são: a criação de espelhos estratosféricos com a introdução de ions, com um aumento acentuado em 2008, o uso de produtos químicos para a modificação de nuvens por empreiteiros civis (e militares) criação de nuvens usando nanotecnologia, com um aumento exponencial a partir de 2010 e a introdução de ‘pó de carvão negro.”

O relatório sobre “Case Orange” termina com uma prática que é reveladora mas ao mesmo tempo familiar por parte do governo, militares e empresas do governo:

    “Nossa pesquisa conclui que programas de controle do clima, controlados pelos militares, mas adotados por governos, devem permanecer em segredo para evitar o pior dos casos, o que obviamente não se quer. Os dois instrumentos básicos são o controle de temperatura através da geração de nuvens artificiais e a manipulação da ionosfera através do aquecimento da mesma. (HAARP)

Ambos os sistemas continuam sendo essencialmente para o uso militar com a opção de tomar a ofensiva, se necessário. No entanto, devido a que existem vários aquecedores ionosféricos instalados em vários locais ao redor do mundo, pode-se supor que existe uma ampla cooperação entre os governos, a fim de alcançar as metas climáticas para 2025: o controle do clima e, portanto, do planeta.

Então vamos ver o que temos. Um dos objectivos claramente declarados é o de mudar o clima do planeta Terra, tal como apresentado por organizações governamentais, corporações, e uma parte da comunidade científica. Existe um plano para controlar o tempo até 2025. Existe um relatório escrito pelos militares que explica como a manipulação da ionosfera é realizada através de raios eletromagnéticos (HAARP), cuja infra-estrutura se estende por todo o globo, e é usado para operações de controle do clima. Um relatório escrito pelo tenente-coronel William H, Possel, do U. S. Air Force, explica a realidade das armas no espaço que são resultantes da tecnologia de manipulação do tempo. Existe uma apresentação histórica feita pelo Dr. Nick Begich em seu livro Angels Don’t Play This HAARP, explicando como a tecnologia de ondas eletromagnéticas e usada para afetar negativamente o clima pelo a través do aquecimento da ionosfera. Andrei Areshev lançou uma advertência explicando de forma independente, a existência e aplicação de tecnologia para mudar o clima, a ionosfera e as placas tectônicas. Existe documentação do uso histórico da tecnologia de modificação do tempo para artificialmente contaminar o planeta Terra em uma insana tentativa de “evitar um cenário fictício de destruição global”. Sugestões foram feitas pela mídia sobre quanto beneficioso é usar tecnologias de modificação do tempo, não importa o quão perigoso estas são. Relatórios médicos provam além de qualquer dúvida razoável como a mudança climática artificial afeta negativamente a saúde dos humanos, a quem os partidários da modificação artificial do tempo, ironicamente, dizem que estão protegendo. E finalmente, um estudo pelo Government Accountability Office dos Estados Unidos, remove qualquer dúvida sobre os perigos que apresenta para a humanidade e o planeta, o uso de tecnologias de modificação do tempo.

Você precisa de mais provas de que a modificação artificial do tempo, a fim de nos salvar de uma catástrofe global fictícia é uma má idéia? E se o aquecimento global e as mudanças climáticas são reais, como eles querem que nós pensemos, é prudente arriscar nossas próprias vidas e a saúde do nosso planeta para agradar a um grupo de cientistas malucos e burocratas controladores que querem militarizar tudo para criar mais guerras? (13) Não há já suficientes armas, guerras e morte? Quantos de nós tem que morrer para que os controladores estejam felizes? Parece que o número é 6.5 bilhoes.