Operações Militares e Especiais dos EUA: Qual é a diferença?

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 13 DEZEMBRO, 2012

Bem como os interesses públicos e privados se uniram nos últimos 20 anos, assim aconteceu com as operações terroristas da agência mais corrupta que existe — a CIA — e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Dadas as operações mal sucedidas no Iraque e no Afeganistão, depois de declarar guerra a ambas as nações e caçar os fantasmas que a América criou e dirige hoje, a Casa Branca concordou em dar ainda mais poder à CIA para realizar mais ‘operações anti-terror’ no exterior, que são operações terroristas contra os regimes não alinhados.

Exemplos recentes destas operações terroristas são as ações tomadas pela CIA antes e durante a Primavera Árabe no Egito, na Líbia e agora na Síria, onde forças ocidentais da OTAN e agentes da CIA lançaram ataques contra o reino de Bashar al-Assad desde a Turquia. Os novos poderes dados à CIA incluem a melhoria de suas operações com a mais recente tecnologia de espionagem, tais como veículos aéreos não tripulados, conhecidos como drones armados, que são controlados remotamente pelo Pentágono, sob a direção da mesma CIA.

Não é nenhuma surpresa que o governo dos EUA decidiu mudar a liderança da CIA ao instalar o comandante das operações militares no Oriente Médio no ano passado, em uma tentativa de padronizar o funcionamento do Pentágono e da CIA. A Casa Branca também tem aumentado a rede de espionagem que trabalha diretamente com o Pentágono para exercer maior controle sobre planos terroristas na Península Arábica, África e Ásia.

A decisão de combinar o poder da CIA e do Pentágono começou de forma mais ativa sob o governo de George W. Bush, mas acelerou-se rapidamente sob o presidente Barack Hussein Obama. A CIA tem aumentado suas operações nos territórios supostamente tomados por jihadistas, mas não para combater suas operações.

O Governo dos EUA conseguiu subornar grupos terroristas como fez no Afeganistão na década de 1970 com um grupo que é conhecido hoje como al-Qaeda. O fluxo de dinheiro do narcotráfico e de outros fundos que as grandes corporações bancárias lavam, alimentam o sistema de suborno que permite à CIA manter a lealdade de certos grupos terroristas que trabalham para eles, ao invés de trabalhar contra os interesses dos EUA em algumas das regiões mais voláteis do planeta.

A fusão da CIA e do Pentágono foi concluído após a directiva emitida por Barack H. Obama em 2011 para que o então diretor da CIA, Leon Panetta, se tornasse o chefe do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, enquanto David Petraeus, o comandante mais influente no Iraque e no Afeganistão foi nomeado diretor da Agência Central de Inteligência.

O general David Petraeus deixou a CIA novembro passado, depois que ele supostamente admitiu ter um caso com sua biógrafa. É pouco provável que tal caso seja a razão real para que Petraeus deixara a agência de espionagem. Ex-membros da comunidade de inteligência acreditam que Petraeus estava oposto à forma como os Estados Unidos conduzem operações militares e de inteligência, o qual fez com que ele deixara o cargo de chefe de espionagem.

Petraeus também estava investigando ativamente a morte do embaixador dos EUA na Líbia, que foi causado pela falta de ação dos Estados Unidos antes e durante o ataque no consulado em Benghazi. Foi revelado que, apesar de ter forças armadas dos Estados Unidos na zona, estas inexplicavelmente se recusaram a resgatar o então embaixador Chris Stephens, que foi capturado, espancado e arrastado pelas ruas de Benghazi antes de morrer.

Petraeus não é o primeiro general a deixar o Exército ou outras agências de inteligência dos EUA. Dois ou três outros generais foram demitidos ou pediram para ser afastados das suas funções por causa de sua discordância com a forma como as missões de combate estavam ocorrendo.

“Há uma tendência crescente por parte da CIA e os militares dos EUA a usar drones remotamente para realizar ataques no Oriente Médio, Norte da África e outras regiões e uma tendência decrescente a usar poder militar pesado. A nova forma de guerra envolve o uso de um comando de operações especiais e as forças especiais que realizam ataques a partir de posições terrestes e marítimas.

Ambos os grupos confiam mais e mais em agentes da CIA disfarçados na região com um maior número de analistas militares “, explica o professor Paul Rogers, especialista em segurança internacional da Universidade de Bradford. “Eu não acho que veremos o Governo dos EUA enviando um grande número de soldados para as regiões devastadas pela guerra como no Iraque e no Afeganistão. Longe ficaram os dias em que o exército necessitou enviar 100.000 soldados no campo de batalha “, acrescenta.

A chamada “lista da morte”, uma lista que tem como alvo pessoas que o presidente pede para que sejam assassinadas, nunca foi mais relevante, com a CIA ainda mais militarizada com sua própria frota de aviões teleguiados e a autorização presidencial para matar pessoas que o presidente acha que representam uma ameaça para os Estados Unidos.

Quem e por qué eles estão nessa lista é sabido apenas por poucas pessoas. Em setembro de 2011, o governo dos EUA realizou um ataque terrorista contra um ex-agente da CIA, Anwar al-Awlaki, que se reuniu no Pentágono nas semanas após os ataques de 11 de setembro. Al-Awlaki também era um cidadão dos EUA.

Depois do assassinato do al-Awlaki, os EUA tem realizado ataques com drones contra mais alvos, que se acredita são os cabeças das organizações terroristas que buscam atacar os Estados Unidos ou seus interesses na Ásia, África e Oriente Médio. No entanto, nem o Pentágono nem a CIA têm mostrado evidências de que a ameaça é real. A participação de Anwar al-Awlaki com a Al-Qaeda ou outras organizações terroristas nunca foi provada, enquanto o governo dos EUA sempre negou que a al-Awlaki tivesse jantado com membros da liderança do Pentágono.

Além da “lista da morte” nas mãos da CIA, o Exército dos EUA também tem sua própria lista de nomes de pessoas que serão assassinadas. Essa lista é atualizada uma vez por semana em uma reunião realizada por analistas militares. Analistas supostamente fazem recomendações ao presidente para adicionar ou remover nomes da lista durante um relatório de inteligência conhecido como “Terça-feira do terror”.

Ataques como o usado para matar al-Awlaki são realizados por aviões não tripulados que são controlados por assassinos treinados em várias bases militares ao redor do mundo. Desde 2002, militares os EUA e da CIA lançaram cerca de 500 missões para assassinar pessoas em países como Paquistão, Afeganistão, Iêmen e Somália, entre outros. Muitos desses ataques, causaram tensões entre os EUA e Paquistão, que repetidamente pediu os EUA deixar as bases em solo paquistanês e parar de matar seus cidadãos.

O responsável direto por ataques de drones é o comandante-em-chefe das forças armadas, ou seja, o presidente. Barack H. Obama autorizou ataques no Iêmen e na Somália, mas de acordo com funcionários da inteligência, Obama não é informado sobre os ataques de drones no Paquistão. Os militares dos EUA também usam ataques com drones contra alvos no Afeganistão, mesmo após terem concluído operações militares nesse pais.

Esses ataques supostamente não foram autorizados por Obama, mas conjuntamente organizados e geridos pela Agência Central de Inteligência e o Comando de Operações Especiais do Pentágono. Embora a Casa Branca nega a existência de um programa oficial militar onde drones são utilizados para matar as pessoas em diferentes partes do mundo, é bem sabido que a CIA e o Departamento de Defesa realizam operações de vigilância contínua, dentro e fora dos EUA. Dentro dos EUA, o Departamento de Segurança Nacional, ou Homeland Security, e o que gerencia a operação em conjunto com a CIA, embora isto seja ilegal.

Apesar de tentar manter essas operações em segredo, com o governo dos EUA justificando-se com o clássico “é uma questão de segurança nacional”, muitos dos ataques são conhecidos por estar baseados em informações falsas. “Eles não sabem o que estão fazendo”, diz o professor Clive Stafford, diretor da Reprieve, uma organização de direitos humanos.

“Por exemplo, no caso das informações fornecidas por fontes paquistanesas, a informação vem de pessoas que são pagas para encontrar e transmitir informações. Mas essas mesmas pessoas também são pagos por fontes do outro lado para fornecer informações falsas aos americanos. É por isso que a CIA pediu ao governo dos EUA gerenciar a contratação de 1.600 novos membros de inteligência, que de acordo com a agência de espionagem vai ajudar a melhorar a qualidade da informação recebida pelos militares e a mesma CIA.

Outro problema com ataques aéreos terroristas como os realizados pela CIA, diz Stafford, é que sempre matam pessoas que não têm nada a ver com os supostos terroristas. No entanto, ambas organizações acham que essas vítimas da guerra valem a pena se isso significa que suas operações continuarao a ter os fundos dos contribuintes norte-americanos e dinheiro da venda de drogas que financia a maior parte das operações da CIA no exterior.

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Operaciones Militares y Especiales Estadounidenses: ¿Cuál es la diferencia?

POR LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | 13 DICIEMBRE, 2012

Al igual que los intereses públicos y privados se han fusionado en los últimos veinte años, también lo han hecho las operaciones de la agencia terrorista más corrupta que existe — la CIA — y las del Departamento de Defensa de Estados Unidos. Dadas las infructuosas operaciones en Irak y Afganistán después de declarar la guerra a ambas naciones y de cazar a los elusivos fantasmas que Estados Unidos creó y dirige, la Casa Blanca aceptó dar a la CIA aún más poder para llevar a cabo las llamadas operaciones anti terroristas en el extranjero, que son operaciones terroristas contra regímenes no alineados.

Entre los ejemplos recientes de estas operaciones de terror están las acciones tomadas por la CIA antes y durante la Primavera Árabe en Egipto, Libia y ahora en Siria, donde las fuerzas occidentales de la OTAN y agentes de la CIA lanzaron ataques desde Turquía contra el reino de Bashar al-Assad. Los nuevos poderes dados a la CIA incluyen la mejora de sus operaciones con la última tecnología de vigilancia, por ejemplo, los vehículos no tripulados conocidos como drones armados, que son controlados a distancia por el Pentágono bajo la dirección de la CIA.

No es una sorpresa que el gobierno de EE.UU. decidiera cambiar la liderazgo de la CIA instalando al  comandante de operaciones militares en Oriente Medio el año pasado en un intento por homogenizar el funcionamiento del Pentágono y la CIA. La Casa Blanca también ha aumentado la red de espionaje que trabaja directamente con el Pentágono para ejercer un mayor control sobre planes terroristas en la Península Arábiga, África y Asia.

La decisión de combinar el poder de la CIA y el Pentágono comenzó más activamente bajo el gobierno de George W. Bush, pero se aceleró rápidamente bajo la presidencia de Barack Hussein Obama. La CIA ha aumentado sus operaciones en territorios supuestamente tomados por yihadistas, pero no para combatir sus operaciones.

El Gobierno de EE.UU. logró sobornar a grupos terroristas como lo hizo en Afganistán en los años 1970 con un grupo conocido hoy como al-Qaeda. El flujo de dinero de la droga y otros fondos que las las grandes corporaciones bancarias lavan, alimentan el sistema de soborno que le permite a la CIA mantener la fidelidad de ciertos grupos terroristas que trabajan para ellos, en lugar de operar en contra de los intereses de EE.UU. en algunas de las regiones más volátiles del planeta.

La fusión de la CIA y el Pentágono se completó después de la directiva emitida por Barack H. Obama en 2011 para que el entonces director de la CIA, Leon Panetta, se convirtiera en el capo del Departamento de Defensa de los Estados Unidos, mientras que David Petraeus, el comandante más influyente en Irak y Afganistán fue nombrado director de la Agencia Central de Inteligencia.

El general David Petraeus abandonó la CIA en noviembre pasado después de que supuestamente admitió haber tenido una relación extramarital con su biógrafa. Por supuesto, es poco probable que tal asunto sea la verdadera razón para que Petraeus abandonara la agencia de espionaje. Antiguos miembros de la comunidad de inteligencia creen que fue la oposición de Petraeus a la manera en que Estados Unidos lleva a cabo operaciones militares y de inteligencia que le hizo abandonar su puesto como jefe de espionaje.

Petraeus también estaba activamente investigando la muerte del embajador estadounidense en Libia, la cual fue causada por la inacción de Estados Unidos antes y durante el ataque al complejo que funcionaba como consulado en Bengazi. Ya se ha revelado que a pesar de haber tenido fuerzas armadas en la zona, Estados Unidos inexplicablemente se rehusó a rescatar al entonces embajador Chris Stephens, quien fue capturado, golpeado y arrastrado por las calles de Bengazi antes de morir.

Petraeus no es el primer general que deja el ejército u otras entidades de inteligencia estadounidenses. Dos o tres otros generales fueron despedidos o pidieron ser relevados de sus funciones debido a sus desacuerdos con la forma en que las misiones de combate estaban llevándose a cabo.

“Hay una tendencia creciente de parte de la CIA y los militares de EE.UU. a utilizar aviones no tripulados a control remoto para realizar ataques en el Oriente Medio, Norte de África y otras regiones y una tendencia decreciente a usar el poder militar pesado. La nueva forma de hacer la guerra incluye el uso de comandos de operaciones especiales así como las fuerzas especiales que llevan a cabo ataques desde posiciones terrestres y marítimas.

Ambos grupos dependen más y más de agentes encubiertos de la CIA en la región junto con un mayor número de analistas militares “, explica el profesor Paul Rogers, especialista en seguridad internacional de la Universidad de Bradford. “Creo que no veremos al Gobierno de los EE.UU. enviando un gran número de tropas a la guerra en regiones devastadas como ocurrió en Irak y Afganistán. Lejos están los días en que el ejército necesitaba enviar 100.000 soldados al campo de batalla “, añade.

La llamada ‘kill list’, una lista presidencial que apunta a personas que deben ser asesinadas, nunca ha sido más relevante, ya que la CIA se ha militarizado aún más con su propia flotilla de aviones no tripulados y la autorización presidencial para asesinar a las personas que el presidente cree que representan una amenaza para Estados Unidos. ¿Quiénes y por qué están en esa lista es conocida solamente por pocas personas. En septiembre de 2011, el gobierno de los EE.UU. llevó a cabo un ataque terrorista contra un ex agente de la CIA, Anwar al-Awlaki, que había reunido en el Pentágono en las semanas posteriores a los ataques del 11 de Septiembre. Al-Awlaki era también ciudadano estadounidense.

Después de al-Awlaki, los EE.UU. ha llevado a cabo aún más ataques con aviones no tripulados contra objetivos que se cree que son los jefes de las organizaciones terroristas que pretenden atacar a Estados Unidos o sus intereses en Asia, África y el Oriente Medio. Sin embargo, ni el Pentágono ni la CIA han mostrado pruebas de que la amenaza es real. La participación de Anwar al-Awlaki con al-Qaeda o cualquier otras organizaciones terroristas nunca fue probada, mientras que el gobierno de EE.UU. siempre negó que al-Awlaki hubiese cenado alguna vez con miembros de la dirección del Pentágono.

Además de la ‘kill list’ en manos de la CIA, el Ejército de EE.UU. también tiene su propio bloc de notas lleno de nombres de personas que tienen que ser asesinadas. Esta lista se actualiza una vez por semana en una reunión celebrada por los analistas militares. Los analistas supuestamente hacen recomendaciones al presidente para añadir o eliminar nombres de la lista durante un informe de inteligencia conocido como “el martes de terror”.

Ataques como el que se usó para matar a al-Awlaki se llevan a cabo por aviones no tripulados que son controlados por asesinos entrenados en diversas bases militares alrededor del mundo. Desde 2002, los militares de EE.UU. y la CIA han puesto en marcha cerca de 500 misiones para asesinar personas en países como Pakistán, Afganistán, Yemen y Somalia, entre otros. Muchos de esos ataques aumentaron las tensiones entre los EE.UU. y Pakistán, que en varias ocasiones pidieron a los EE.UU. abandonar las bases en suelo paquistaní y que dejaran de matar a sus ciudadanos.

La persona directamente responsable de los ataques con aviones no tripulados es el comandante en jefe de las fuerzas armadas, o sea, el o la presidente. Barack H. Obama ha autorizado ataques en Yemen y Somalia, pero de acuerdo a funcionarios de inteligencia a Obama se le mantiene en la oscuridad acerca de los ataques con aviones no tripulados lanzados en Pakistán. El ejército de EE.UU. también utiliza los ataques con aviones no tripulados contra objetivos en Afganistán, incluso después que las operaciones militares concluyeran.

Esos ataques que supuestamente no son autorizados por Obama, son conjuntamente organizados y gestionados por la Agencia Central de Inteligencia y el Comando Especial de Operaciones del Pentágono. Aunque la Casa Blanca niega la existencia de un programa militar oficial donde aviones no tripulados se utilizan para asesinar personas en diferentes partes del mundo, es bien sabido que la CIA y el Departamento de Defensa llevan a cabo operaciones de vigilancia continua, tanto dentro como fuera de los Estados Unidos.

A pesar de intentar mantener estas operaciones en secreto, pues el gobierno estadounidense lo justifica con el clásico “se trata de un asunto de seguridad nacional”, muchos de los ataques son conocidos por estar basados en falsa inteligencia. “Ellos no saben lo que están haciendo”, dice el profesor Clive Stafford, director de Reprieve, una organización de derechos humanos.

“Por ejemplo, en el caso de la información proporcionada por fuentes paquistaníes, la información viene de la gente a quien se les paga para buscar y transmitir la información. Pero a esta misma gente también se les paga por fuentes en el otro lado para proporcionar información falsa a los estadounidenses. Es por eso que la CIA ha pedido al gobierno de EE.UU. gestionar la contratación de 1.600 nuevos activos de inteligencia, que de acuerdo a la agencia espía le ayudará a mejorar la calidad de la información recibida por los militares y la propia CIA.

Otro problema con los ataques aéreos terroristas, dice Stafford, es que los ataques siempre matan a personas que no tienen nada que ver con los supuestos terroristas. Sin embargo, tanto para el ejército como para la CIA, estas víctimas de la guerra valen la pena si eso significa que sus operaciones continuarán teniendo fondos de los contribuyentes estadounidenses y dinero de la droga con la que una organización terrorista como la CIA financia la mayor parte de sus operaciones.

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American Military and black operations: Where is the red line?

By LUIS MIRANDA | THE REAL AGENDA | DECEMBER 11, 2012

Just as public and corporate partnerships have merged over the past two decades, so has the connection between the worlds most corrupt terrorist agency – the CIA – and the United States Department of Defense. Given the unsuccessful operations in Iraq and Afghanistan after declaring war on both nations to hunt those ghost organizations that the United States itself created and managed, the White House agreed to give the CIA even more power to carry out so-called anti-terrorist operations abroad, which are terrorist operations against non-aligned regimes.

Recent examples of these terror operations are the actions taken by the CIA previous and during the Arab Spring in Egypt, Libya and now in Syria, where western forces including NATO and CIA operatives launched attacks from Turkey into the kingdom of Bashar al-Assad. The new powers given to the CIA include enhancing its operations with the latest surveillance technology, for example unmanned armed remotely controlled drones which are operated by the Pentagon under CIA direction.

It is not a surprise that the U.S. Government decided to switch the head of the CIA and the commander of military operations in the Middle East last year in an attempt to homogenize the operations of both government organizations. The White House has also increased the spy network that works directly with the Pentagon to exercise a greater control over terrorist plots in the Arab Peninsula, Africa and Asia.

The move to inadvertently combine the power of both the CIA and the Pentagon began more actively under the George W. Bush administration, but rapidly accelerated under the presidency of Barack Hussein Obama. The CIA has grown its operations over territories supposedly taken over yihadists, but not to combat their operations.

The U.S. Government managed to buy off terrorists groups as it did in Afghanistan back in the 1970s with a group known today as al-Qaeda. The flow of drug money and other funds laundered by large banking corporations fuel the bribery system that allows the CIA to keep certain key terrorist groups working for them, as supposed to against U.S. Interest in some of the most volatile regions of the planet.

The merge of the CIA and the Pentagon was completed after the 2011 summer directive issued by Barack H. Obama to have the then CIA Director, Leon Panetta, take over the United States Department of Defense, while David Petraeus, the most influential ground operations commander in Iraq and Afghanistan was named the head of the Central Intelligence Agency.

General David Petraeus left the CIA last november after he allegedly admitted to have had an extramarital affair with his biographer. Of course, it is unlikely such an affair was the real reason Petraeus left the spy agency. Former intelligence insiders believe it was Petraeus opposition to America’s way of conducting military and intelligence operations what made him leave his post as the top spy chief.

Petraeus is not the first top General to exit U.S. military entities. Two or three other strong men inside the military were fired or asked to be relieved of their duties due to their disagreements with the way combat missions were being conducted.

There is an increased trend from the part of the CIA and the U.S. military to use remotely controlled drones to carry out attacks in the Middle East, North Africa and other regions and a diminishing trend to use heavy military power. The new way to wage war includes the use of special operations commandos as well as special forces which carry out attacks from land and sea positions.

Both of these operational groups rely more often than not on CIA assets in the region along with a higher number of military analysts”, explains professor Paul Rogers, a specialist on international security from Bradford University. “I think we won’t see the U.S. Government sending large numbers of troops to war-torn regions as it happened in Iraq and Afghanistan. Long are the days when the Army needed to send 100,000 soldiers to the battlefield,” he adds.

The so-called presidential kill list has never been more relevant, as the CIA becomes more militarized with its own drone flotilla and presidential authorization to people who the president believes represent a threat to the United States. Who and why are on that list is known by just a few people. In September 2011, the U.S. government carried out a terrorist attack on a former CIA asset, Anwar al-Awlaki, who had dined at the Pentagon weeks after the 9/11 terror attacks on New York and Washington.

After al-Awlaki, the U.S. has carried out even more drone attacks against targets who are thought to be heads of terrorist organizations that intend to attack America or its interests in Asia, Africa and the Middle East. However, neither the Pentagon nor the CIA have shown proof that such a threat exists. Anwar al-Awlaki’s involvement with al-Qaeda or any other terrorist organizations was never proven while the U.S. government always denied he had ever dined with members of the Pentagon’s leadership. Al-Awlaki was a United States citizen.

Besides the kill list in the hands of the CIA, the U.S. Army also has its own note pad full of names of people who need to be put down. This list is updated on a weekly basis in a meeting held by military analysts. Those analysts supposedly make recommendations to the president to add or remove names from the list during an intelligence briefing known as “terror Tuesday”.

Attacks such as the one that killed Awlaki are carried out by unmanned drones which are controlled by trained assassins in various military based around the world. Since 2002, the U.S. military and the CIA have launched almost 500 kill missions in countries like Pakistan, Afghanistan, Yemen and Somalia. Many of those attacks raised tensions last year between the U.S. and Pakistan who in several occasions asked the U.S. to vacate bases on Pakistani soil and to stop killing its citizens.

The person directly responsible for the drone attacks is the commander-in-chief of the armed forces, whomever this person may be. Barack H. Obama himself has authorized attacks on both Yemen and Somalia, but according to intelligence officials Obama is kept in the dark about most drone attacks launched in Pakistan. The U.S. military also employs drone attacks against supposed targets in Afghanistan, even after major murder operations concluded.

Those attacks which are not supposedly authorized by Obama, are jointly organized and managed by the Central Intelligence Agency and the Pentagon’s Special Operations Command. Although the White House denies the existence of an official military program where drones are used, it is well-known that both the CIA and the Department of Defense carry out continuous surveillance operations both inside and outside the United States.

Despite the secrecy, which the American government justifies with the classic “it is a matter of national security” many of the attacks are known to be based on false intelligence. “They don’t know what they’re doing,” says Professor Clive Stafford, the head of REPRIEVE, a Human Rights organization. “For example, in the case of the information provided by Pakistani sources, such intelligence information comes from people who are paid to seek and pass the information. But this same people are also paid by sources on the other side to provide false information to the Americans. That is why the CIA has now asked the U.S. government to support the recruitment of 1,600 new intelligence assets, which according to the spook agency will help improve the quality of the information received by the military and the CIA itself.

Another problem with the terrorist air attacks, says Stafford, is that the attacks always take the lives of people who have nothing to do with the supposed terrorists. But both for the military and the CIA, these casualties of war are worthwhile if it means that their operations will continue to have funding from the U.S. tax payers and drug money with which a terrorist organization such as the CIA finances most of its operations.

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Senado de EE.UU. Aprueba Ley que permite secuestro, prisión, tortura y asesinato de Estadounidenses

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
30 de noviembre 2011

Un nuevo proyecto de ley presentado en el Senado de los EE.UU., (S.1867) La Ley de Autorización de Defensa Nacional, establece que el Presidente de los Estados Unidos, quienquiera que sea, puede detener por tiempo indefinido, encarcelar, torturar y asesinar a alguien si él o ella se considera un sospechoso de cualquier cosa que el gobierno de EE.UU. quiera decir. La detención, encarcelamiento, tortura y asesinato se produce sin que la persona haya sido acusada o llevada a juicio. Las personas podrán ser secuestradas en cualquier lugar dentro o fuera de los Estados Unidos.

La nueva ley amenaza tanto las libertades civiles y constitucionales de los ciudadanos, que sus autores supuestamente quieren proteger al darle al presidente la facultad antes citada, que sus colegas senadores han llevado al Senado enmiendas que eliminen la parte del texto que permitiría que cualquier presidente ejecute lo que antes era una detención ilegal, pero que ahora es perfectamente legal.

El senador Rand Paul es uno de los que tratan de preservar lo que muchos consideran las libertades fundamentales protegidas por la Constitución de los Estados Unidos. En el Senado, el Sr. Paul recordó a sus colegas que nunca es una buena idea cambiar libertad por seguridad. Asimismo, explicó que eliminar el derecho de los ciudadanos a ser formalmente acusados y declarados culpables en un tribunal de justicia, en lugar de simplemente ser designado como un sospechoso que puede ser secuestrado y llevado preso para siempre, sería como dejar que los terroristas ganen.

La parte más controvertida de la ley dice: “El Congreso afirma la autoridad del Presidente de utilizar toda la fuerza necesaria y apropiada de conformidad con la Autorización del Uso de Fuerza Militar, incluyendo la autoridad de las Fuerzas Armadas de los Estados Unidos para detener a las personas quedando pendiente declaraciones en el marco del derecho de la guerra. ” ¿Dónde está la parte jugosa? pueden pensar muchos de ustedes. No dice que las personas pueden ser torturadas o asesinadas! Bueno, lo de asesinar ya se habían aplicado antes, cuando el Presidente fue galardonado con el poder de secuestrar y matar a cualquiera que se encontrara luchando con un grupo terrorista, incluso si se trataba de un ciudadano estadounidense. Así es como el Sr. Anwar al-Awlaki, el ex-agente de la CIA y supuesto miembro de Al-Qaeda fue asesinado.

Pero específicamente en esta ley, el concepto de dar al Presidente facultades para decidir cuándo utilizar las Fuerzas Armadas para secuestrar y mantener en prisión a alguien en el territorio de los EE.UU. o en el extranjero es claramente un concepto renovado. Pero no sin antes tratar de ocultarlo de la vista del público. A principios de esta semana, el senador Lindsey Graham llegó al pleno del Senado para aclarar las cosas con respecto a lo que el entonces nuevo proyecto de ley permitiría hacer al presidente. “… La sección sobre la custodia militar, tiene muchas salidas e excepciones; una gran flexibilidad, y no se aplica a los ciudadanos estadounidenses. El Artículo 1031 sí se aplica a los ciudadanos estadounidenses, y en este se designa el mundo como el campo de batalla, lo cual incluye el territorio estadounidense”. En otras palabras, cualquier persona puede ser detenida en los EE.UU. o en el extranjero, según lo determine el Presidente, ser detenido sin cargos por un período indefinido de tiempo. Este tratamiento se ha aplicado hasta ahora sólo a los prisioneros de guerra (POW) muchos de los cuales fueron enviados a la prisión de Abu Ghraib y la Bahía de Guantamo en Cuba.

Otros senadores como Kelly Ayotte, republicana de New Hampshire, también defendió el entonces proyecto de ley diciendo que en S.1867 “Simplemente estamos diciendo que usted tiene la opción de asegurarse de que podamos juntar datos de inteligencia como la principal prioridad.” Además de Lindsey Graham y la señora Ayotte, otros patrocinadores incluyen al senador John McCain, republicano de Arizona, y Carl Levin, un Senador demócrata. Aunque el presidente Obama ha amenazado con vetar la ley si la sección de la detención indefinida no se quita, una enmienda para hacer exactamente eso fracasó anoche en el Senado, y el proyecto de ley, con la condición de detención ilegal y todo, fue aprobado ayer por la noche en Washington .

La situación jurídica de los ciudadanos en los Estados Unidos y en el extranjero es aún más grave cuando se pone en perspectiva. Es decir, cuando se revisan las últimas leyes, disposiciones, poderes presidenciales y la literatura dada a las diferentes agencias de ley. De hecho, ha hay un plan abierto para utilizar a los militares de EE.UU. en las calles de los Estados Unidos, y el ejército ya está en las calles. Se les ha visto en las carreteras locales y caminos acompañados por la policía local deteniendo vehículos y solicitando de manera ilegal que los conductores les permitan registrar sus autos. Junto con estas acciones, informes como el del Departamento de Seguridad Nacional y el MIAC indican que la actual tendencia a colocar a los militares en las calles y carreteras no tiene nada que ver con el terrorismo, sino que todo es para los ciudadanos estadounidenses. Estos incluyen pero no se limitan a soldados retirados, propietarios de armas, los libertarios, la gente que protesta contra el gobierno y sus políticas, activistas contra la guerra y así sucesivamente.

“Sólo hace unos años me dijeron, bueno, eso es absurdo. No queremos usar a los marines y el ejército contra el pueblo estadounidense. Esto sería una tiranía, que solo se ve en un país del tercer mundo. Es como imponer la ley marcial. Pero ahora sí quieren hacerlo para supuestamente mantenernos a salvo de Al-Qaeda “, explica el periodista de radio Alex Jones, que ha pasado la mayor parte de los últimos 16 años hablando del acaparamiento de poder sin control del gobierno y la forma en que el poder es por lo general empleado para oprimir a los ciudadanos. Jones declaró en la televisión Russia Today que la ley tiene una sección que dice que los estadounidenses están exentos de la detención, el encarcelamiento, la tortura y el asesinato, pero que luego tiene otra sección en la que establece claramente que la exención llega tan lejos como el Presidente y el Ejército lo digan. En otras palabras, la exención se puede eliminar en cualquier momento. La observación de Alex Jones es apoyada por el congresista Justin Amash, quien dijo que “esta ley fue cuidadosamente diseñada para engañar al público “.

La aprobación de este proyecto de ley en el Senado, literalmente significa el fin del Estado de Derecho, así como el fin de Posse Comitatus, que prohíbe el uso del Ejército de Estados Unidos en territorio de EE.UU..

Citando a James Madison, el senador Rand Paul advirtió al Senado anoche que “Los medios de defensa contra los peligros exteriores históricamente se han convertido en instrumentos de tiranía en casa”, y luego añadió el parecer de Abraham Lincoln sobre la importancia de la verdadera libertad: “Estados Unidos nunca será destruido de afuera hacia dentro. Si fallamos y perdemos nuestras libertades, será porque lo destruimos nosotros mismos. ”

El joven senador de Kentucky dijo que siempre ha sido durante los conflictos que han habido luchas por mantener y proteger las libertades civiles, como el habeas corpus y la libertad de prensa. El Sr. Paul advirtió de que los derechos y libertades que se regalen ahora no volverán como sucedió en el pasado por la sencilla razón que el propio Estado ha logrado mantener un estado constante de guerra y conflicto. “Estos derechos a los que renunciemos ahora nunca se podrán restaurar.” , dijo el senador Paul.

Toda la base de la ley es, según las directrices del Presidente, dar a los militares el poder de arrestar a personas sospechosas de estar vinculados a un determinado grupo terrorista. La detención y las nuevas medidas impuestas por las autoridades a los sospechosos automáticamente violan el debido proceso, uno de los pilares más importantes de cualquier nación democrática, el derecho a ser formalmente acusado y juzgado en un tribunal de justicia, ya sea por un juez o un jurado y el derecho a defenderse en ese órgano jurisdiccional. La nueva ley establece claramente que esto se aplica a los ciudadanos estadounidenses en el país y el extranjero. “Esta propuesta es una reminiscencia de lo que hizo Egipto con su ley de emergencia permanente”, destacó el senador Paul.

Como la ley funciona ahora en los Estados Unidos, la legislación aprobada por el Congreso de los EE.UU. ya define como un crimen el ayudar a un terrorista o una organización terrorista de cualquier ninguna manera. “José Padilla fue condenado y sentencias a 17 años de prisión por conspirar para proveer apoyo material a Al-Qaeda”, afirmó el Senador Paul. La ley S.1867 ahora sólo podría ser detenida en la Cámara de Representantes, porque aunque el presidente Obama ha dicho que la vetaría, la verdad es que el propio Obama ha aprobado gran parte de lo que está escrito en la Ley de Autorización de Defensa Nacional, es decir, las detenciones secretas y torturas de los detenidos. Estas medidas han sido aprobadas bajo la Ley de Comisiones Militares y la Ley Patriota, cuyos poderes se han aumentado desde que George W. Bush la aprobó por primera vez. Por lo tanto, no, no podemos contar con el actual Presidente de los EE.UU. para detener la implementación de prácticas como la detención, encarcelamiento, tortura y asesinato de ciudadanos estadounidenses ni en casa ni en el extranjero.

“Usted puede ser secuestrado y nadie sabe a dónde lo llevaron nunca más”, advirtió Alex Jones en Russia Today.

Tal vez uno de los hechos más reveladores acerca de la ley S.1867, es que nadie en la prensa estadounidense está hablando de ello. Sólo los llamados medios alternativos de prensa y medios de comunicación extranjeros se ocupan de que la gente en el Congreso quieran permitan a los militares gobernar el país. Sin embargo, este comportamiento de los medios tradicionales no es una sorpresa, pues han hecho lo mismo con respecto a otras noticias que afectan directamente a los estadounidenses en el país y el extranjero. Por ejemplo, mientras que los medios de comunicación extranjeros, o medios de comunicación estadounidenses publicados y distribuidos en el extranjero describen las protestas de los ciudadanos del mundo contra las medidas de austeridad, los rescates bancarios, la inconformidad de los afganos de Pakistán, y los sirios contra los estadounidenses y los bombardeos de la OTAN en sus países, las ediciones locales de la prensa estadounidense se concentra en temas que distraen, como el número de mujeres que acusan al pre-candidato presidencial republicano Herman Cain de acoso sexual, cuándo empezaremos la temporada en la NBA o el número de años de cárcel que el médico de Michael Jackson obtiene después de haber sido encontrado culpable. La gran prensa ni siquiera ha hablado mucho acerca de algunos casos de congresistas que con información privilegiada, han sacado provecho de los desfalques bancários, invirtiendo su dinero con éxito con la ayuda de información privilegiada dada a ellos por gente en Wall Street. Tampoco han informado el hecho de que John Corzine, ni siquiera ha sido llamado a declarar por el escándalo financiero de MF Global.

“Ellos son ladrones que quieren que los militares protejan sus crímenes”, afirmó Alex Jones. Hace mucho tiempo, los estadounidenses eran las personas mejor informadas en el mundo desarrollado, pero en las últimas décadas se han convertido en los menos informado de todos. Esto es debido al hecho de que los medios han asumido la responsabilidad de alimentar únicamente información que los mantenga ignorantes del hecho que su país y su gobierno están cada vez más dominados por las corporaciones y los bancos.

El problema con leyes como S.1867 es que se hace usa términos peligrosamente indefinidos y amplios, dando poderes igualmente amplios y abiertos a aquellos que buscan tenerlos. Por ejemplo, una década después de 9/11, ninguna autoridad ha definido con precisión el concepto de pertenencia o afiliación a cualquier organización terrorista. En estos momentos, la policía utiliza simples acusaciones como la base para ejecutar el tipo de esquemas que se imponen a través de legislación como S.1867. Esto es así, porque la mayoría de las acusaciones hechas por las agencias policiales son casi imposibles de probar. La consecuencia de esto es que la nueva legislación se hace a mano de lenguaje vago en cuanto sea posible para que más y más personas (sospechosos) puedan ser incluidas bajo el paraguas de tal legislación.

En este momento, sólo las personas detenidas en el campo de batalla pueden ser enviadas a prisión en lugares secretos y por tiempos indefinidos. Es por eso que S.1867 efectivamente etiqueta el territorio estadounidense como parte del campo de batalla, de modo que cualquiera que viva o en cualquier momento se movilice en el territorio de los EE.UU. pueda ser legalmente secuestrado para siempre sin ninguna repercusión legal. La disposición que busca detener indefinidamente a cualquier sospechoso de hecho implica un perpetuo estado de guerra, porque como ha sucedido con legislación anterior, este no explica o establece ningún límite o meta clara para los conflictos en los que Estados Unidos está involucrado. La disposición dice que no hay nada en ella contenida que implica ninguna restricción en el uso de la fuerza militar. La legislación no prevé la revisión del Congreso o de cualquier definición de lo que es “victoria” o cuándo las disposiciones adoptadas en virtud de la ley S.1867 serían anuladas.

“El uso de la fuerza militar debe comenzar en el Congreso. El Congreso tiene el poder de declarar guerra, y no debemos dar ese poder al Presidente. No debemos permitir que el Presidente participe de manera unilateral en decisiones de guerra. El Congreso debe recuperar sus funciones constitucionales “, concluyó el Senador Paul.

Senate Gives Power to Military to Detain, Imprison, Torture and Kill Americans

Washington Times
November 30, 2011

Defying a veto threat by President Obama, the Senate voted Tuesday to give the U.S. military first crack at holding al Qaeda operatives, even if they are captured in the U.S. and are American citizens, and also reaffirmed the policy of indefinite detention.

“We’re no longer going to have an absurd result that if we capture you overseas where you’re planning an attack on the United States, we can blow you up or put you in a military prison indefinitely, but if you make it to America, all of a sudden you get Miranda rights and you go to federal court,” said Sen. Lindsey Graham, a South Carolina Republican who has fought the Bush and Obama administrations on treatment of suspected terrorist detainees.

Tuesday’s 61-37 vote to buck Mr. Obama and grant the military dibs exposed a deep rift within the Democratic Party. Sixteen Democrats and one independent who caucuses with them defied the veto threat and joined 44 Republicans.

The vote was the latest chapter in a debate that has raged since the Sept. 11, 2001, terrorist attacks plunged the U.S. into the war on terrorism and created the problem of how to handle self-professed enemies who belong to shadowy terrorist groups when they are caught far from traditional battlefields.

In a deal between Armed Services Committee Chairman Carl Levin, Michigan Democrat, and the ranking Republican, Sen. John McCain of Arizona, the military is given custody of anyone who has planned or carried out an attack against the U.S. and its allies, or who is deemed to be a member of al Qaeda or one of its affiliates. The compromise gives the administration the authority to waive military custody but only if top Cabinet officials certify that national security dictates civilian control.

Mr. Obama and his top advisers fought the provisions, arguing that it amounted to micromanaging the war on terrorism. The administration said it should be able to decide on a case-by-case basis whether the military or civilian law enforcement is better able to handle a situation.

“The best method for securing vital intelligence from suspected terrorists varies depending on the facts and circumstances of each case,” Director of National IntelligenceJames R. Clapper wrote in a letter to senators detailing the administration’s objections.

He said the national security waiver given to the administration still doesn’t allow enough flexibility.

The White House this month threatened to veto the legislation if it “challenges or constrains the president’s critical authorities to collect intelligence, incapacitate dangerous terrorists and protect the nation.” An official on Tuesday said that threat still stands.

The bill also recodifies existing law on indefinite detention and the right of the administration to try suspected terrorists in military commissions rather than civilian courts — authority that the Bush and Obama administrations have exercised, but which Mr. Levin said he wanted to reiterate. Mr. Levin said the administration thought the restatement unnecessary, but didn’t object to the language.

Sen. Mark Udall, Colorado Democrat, tried to strip the detention and the military custody provisions from the bill and replace them with a call for further study of the issue.

“We’re ignoring the advice and the input of the director of the FBI, the director of our intelligence community, the attorney general of the United States,” Mr. Udall said.

His effort won the support of two Republicans, Sens. Rand Paul of Kentucky and Mark Kirk of Illinois, both of whom won their seats in last year’s elections.

Among the Democrats who bucked the administration were members of the Armed Services Committee, and also a host of lawmakers who hold politically vulnerable seats up for election next year. Among them were Sens. Robert P. Casey Jr. of Pennsylvania, Claire McCaskill of Missouri, Robert Menendez of New Jersey, Ben Nelson of Nebraska, Joe Manchin III of West Virginia and Debbie Stabenow of Michigan.

The fight was part of a broader debate over the annual defense policy bill, which is considered one of the few must-pass pieces of legislation Congress considers each year.

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