David Cameron: No More Power to Brussels

Times Online

David Cameron gave a blunt warning to Angela Merkel today that he would veto any attempt to reopen the Lisbon treaty to give the EU more power over national budgets.

Standing alongside the German Chancellor, Mr Cameron insisted that he wanted to see a strong single European currency but pledged to block moves to prop it up that involved a transfer of power from Westminster to Brussels.

The Prime Minister held robust and cordial talks with Mrs Merkel in Berlin where they also disagreed over hedge-fund regulation and Mr Cameron refused to reconsider his decision to pull the Conservatives out of the main centre-Right group in Europe.

The two leaders put on a relaxed show for the cameras, with Mrs Merkel’s mood buoyed by securing a “yes” vote in the German Parliament for the eurozone’s 750 billion euro bailout fund, to which Berlin will contribute up to €147 billion in loan guarantees.

But the convivial atmosphere could not mask their differences, with Germany leading calls at a finance ministers’ meeting in Brussels today for EU treaty changes to help restore confidence in the euro by introducing new sanctions and powers of co-ordination.

“There is no question of agreeing to a treaty that transfers power from Westminster to Brussels. That is set out 100 per cent clearly in the coalition agreement,” Mr Cameron said.

“Britain obviously is not in the euro and Britain is not going to be in the euro, and so Britain would not be agreeing to any agreement or treaty that drew us further into supporting the euro area.”

The Prime Minister added: “It goes without saying that any treaty, even one that just applied to the euro area, needs unanimous agreement of all 27 EU states including the UK, which of course has a veto. I think these are very important points to understand.”

His remarks left open the possibility that the 16 eurozone countries could introduce greater control from Brussels that applied just to them.

Mrs Merkel suggested that she had not given up on her desire to re-open the Lisbon treaty but played down its significance today. “There are certain ideas that Germany has tabled where treaty change plays a role. But this is the beginning. It is very early days as yet,” she said.

She added: “I have made it clear that we need to stabilise the euro but at a later stage we will be able to say what we can do and how should we do it.

“And then we will see what the majority will want and the interests of the eurozone.”

Mr Cameron showed that he had not given up trying to persuade Mrs Merkel to relax tough new proposed EU rules for hedge funds driven by Berlin and Paris.

“We do have our concerns because we do not think actually hedge funds were the cause of the problems in our financial markets and in our economies,” Mr Cameron said.

“We accept the need for regulation but it does need to be fair and proportionate.

“We have a particular issue about hedge funds that are based in other countries but have operations within one EU country and whether they would be able to access the so-called passporting system. So we have concerns; it is still being discussed.”

He refused to be drawn into open criticism of Mrs Merkel’s surprise decision this week to ban certain types of risky trading in shares and bonds, which began a slide of confidence in European shares that continued today.

Mr Cameron said: “Obviously we should respect each other’s decisions on these issues.”

“All I would say is this, and I’m sure there would be agreement on this: what matters is are we dealing with the real causes rather than just the symptoms?

“It seems to me that the cause of many of our problems in the European economies is excessive debt, excessive deficits, financial systems that haven’t worked, banking systems that have ground our economies down.

“Those are the problems. We’ve got to tackle the problems and get to the source of the problems and then actually we’ll find the symptoms will be less of a problem.”

Relations between Mr Cameron and Mrs Merkel were soured by the Conservative pull-out from the centre-Right European group over its support for closer political union in Europe.

Mrs Merkel is understood to have told him that she was saddened by the move which saw the Tories ally themselves with right-wing parties from Poland, the Czech Republic and Latvia.

Peter Ramsauer, the German Transport Minister and old Etonian, who forged links with Mr Cameron through their alma mater, said: “I have tried my very utmost best to try to keep things together. I said ‘David, can you imagine the great British Tories can be a partner of people like Topolánek from the Czech Republic? Never, ever.’ Maybe we can bring them together again. There are lingering hopes very far on the horizon.”

Banco Central Europeu: U$ 1 trilhão só serve para ganhar tempo

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 17, 2010

A corrupção e as mentiras do Banco Central Europeu e das suas filiais ao redor do mundo são ilimitadas. Há um ano atrás, o seu escritório nos Estados Unidos, -a Reserva Federal- solicitou 700 milhões de dólares para ‘salvar’ a economia. Isso, nós aprendemos mais tarde, revelou-se uma mentira. Foi uma mentira não só porque o dinheiro não era para fazer “mágica” econômica tal como foi prometido, mas também porque não erão somente U$700 milhões e, sim, mais de U$ 25 bilhões. Há poucos dias atrás, a União Européia lançou um pacote de ajuda de 1 trilhão de dólares que, segundo eles, serviria para manter a região economicamente estável. Agora, o BCE disse que o trilhão só serve para ganhar tempo. Tempo para quê? Resposta: Tempo para os bancos fazerem os preparativos finais para o colapso total da economia global. Existe alguém que ainda não vê isso?

Este tem sido o padrão mostrado ao longo da história com a elite liderada pelos bancos.  Eles criam problemas e apresentam soluções “milagrosas” que, também, ajudam a consolidar o poder e controle. Desta vez, porém, é definitiva. A linha inferior é esta, os banqueiros jogaram todas as suas cartas e, de uma vez, se converterão nos proprietários de tudo e de todos. A economia e o estado do mundo correram para baixo de modo incontrolável e nem mesmo eles podem salvá-los neste momento. Não que eles tiveram a intenção de fazê-lo.

Um por um, os países que foram vítimas de abutres financeiros ao longo de 100 anos fazem fila para pular além da borda do cânion. Como nos lembramos, tudo começou na Islândia, onde os funcionários agora parecem tentar lutar contra a corrupção enviando banqueiros para a cadeia. A crise mudou-se para a Grécia, onde as nuvens de dívida fiscal envolveram um país que, pelo contrário, é considerado um paraíso. Com Goldman Sachs como portador da lança, os banqueiros adicionaram mais um país à sua valiosa coleção. Nenhum banqueiro foi preso ou processado ainda. Em contrapartida, a Grécia sucumbiu à União Européia, enquanto os banqueiros tomam conta dos fundos de pensão e da poupança através do endividamento.  Os gregos agora estão imersos em uma dívida ainda maior através de um pacote de ajuda que assegura que a jóia do Mediterrâneo seja propriedade dos bancos.

Dois gigantes estão em linha para seguir os passos da Grécia e a Islândia. Portugal e Espanha começaram o processo de colapso através da redução dos salários, congelamento das pensões e o aumento dos impostos. Com uma população à beira do colapso social, as duas nações podem ver protestos no estilo tailandês mais cedo do esperado. A razão pela qual isso não aconteceu ainda? A Engenharia Social, é claro. A atenção do povo é desviada para o futebol e os torneios de tênis assím como cinzas vulcânicas imaginárias. Com o desemprego em torno de 20%, tanto Espanha como Portugal tiveram uma queda quieta livre de dor, mas as últimas medidas de austeridade provavelmente estouraram a bolha que isolou os dois países nos últimos dois anos. As subidas de impostos e os cortes nos serviços sociais foram bastante aplaudidos pelo Banco Central Europeu, bem como o líder do mundo em falências, Barack Obama. Esses aplausos decorrem do fato que as medidas os ajudam a ganhar tempo para consolidar o poder e os recursos. Cada vez que um país anuncia um pacote de medidas de austeridade, significa que mais dinheiro do povo, que já pagam impostos para tudo, é usado para pagar os empréstimos que os bancos já fizeram para estes países. É o banco que tem a prerrogativa de pedir aos países para reembolsar o empréstimo na totalidade, se desejar. Foi o que aconteceu na Islândia, Grécia e é por isso que eles precisam ser resgatados. O problema é que o plano de resgate financeiro vem dos banqueiros com quem os países inicialmente estavam em dívida. Você começa a entender a idéia? Por isso é chamado Consolidação.

A forma na qual os bancos operam é como um pescador que pesca um peixe grande. O pescador coloca a isca, -o banco oferece empréstimos-, o peixe morde a isca -os países aceitam os empréstimos-, e o pescador pode, então, escolher puxar o peixe para fora devagar, esperando que este continue travado no gancho, ou decide dar um grande puxão. A primeira opção fará com que a captura seja quase certa, mas vai demorar mais tempo. A segunda, dará uma recompensa mais rápida, mas o resultado pode ser também que o cordão seja cortado e, como resultado, o peixe escape. Há quase um século atrás, os banqueiros decidiram tentar a primeira opção para puxar a corda devagar deixando que o peixe se sentisse confortável. Agora, o peixe -a gente-, sabe que está preso e está fortemente puxando a corda. O pescador está desesperado porque o peixe pode escapar e está pensando seriamente em puxar a corda rápido e forte.

Parece impossível escapar do desastre econômico mundial que começou há aproximadamente uma década e que somente foi mascarado pelos números falsos de crescimento e recuperação econômica. Não houve geração de empregos significativa nas maiores economias do mundo e, até Jean Claude Trichet,  manifestou o seu pessimismo sobre as esperanças de um final feliz. Ele, claro, conhecia o resultado há muito tempo, provavelmente desde que chegou ao BCE. Ele disse, na semana passada, que os Estados Unidos estavam em uma situação semelhante à da Grécia. Outros cúmplices de Trichet também contribuiram à lista de frases memoráveis. George Soros, por exemplo, disse que o euro estava em uma situação precária e muito perto do colapso.

Pode-se facilmente ver o desespero da elite quando Nicolas Sarkozy bate o punho na mesa e Angela Merkel relutantemente apóia um pacote de ajuda que, em teoria, salvaria a Europa da ruína, mas na verdade não salvará ninguém. Como o BCE disse, o pacote só serve para ganhar tempo. O colapso financeiro foi precipitado ainda mais rapidamente devido ao fato de que mais pessoas estão entendendo este tipo de fraude e como elas foram enganadas durante as últimas décadas submetendo as suas poupanças e pensões  às organizações supranacionais. Como alguém disse, você pode enganar algumas pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo. O mundo tem sido oprimido durante séculos, até mesmo milhares de anos, pelos impérios, os banqueiros e a elite. Agora, a moeda se inverteu e a pressão está sobre os opressores.  Eles têm que escolher entre fazer o colapso ocorrer de forma lenta ou abrupta. A Comissão Trilateral reuniu-se este mês. A reunião do Grupo Bilderberg é em Junho. O pescador está desesperadamente pensando em puxar a corda fortemente.

Fique atento.

Banco Central Europeo: $1 trillón de dólares solo sirve para ganar tiempo

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 16, 2010

La corrupción y mentiras del Banco Central Europeo y sus sucursales en todo el mundo no tienen límites. Hace un año, su oficina en los Estados Unidos, -la Reserva Federal- solicitó $700 millones de dólares para ‘salvar’ la economía. Esto, después supimos, resultó ser una mentira. Una mentira no solo porque el dinero no era para hacer ‘magia’ económica como lo habían prometido, sino también porque no era el total previsto, Hasta donde supimos eran más de $25 billones de dólares. Hace unos días, la Unión Europea creó un paquete de ayuda de $1 trillón de dólares que, dijeron, serviría para mantener a la región economicamente estable. Ahora, el mismo BCE, dice que ese trillón de dólares sólo sirve para ganar tiempo. ¿Tiempo para qué?  Respuesta: Tiempo para que los banqueros puedan hacer los últimos preparativos del colapso completo de la economía mundial. ¿Hay alguien que todavía no lo vé?


Este ha sido el patrón que se muestra a lo largo de la historia con el que las élites encabezada por los bancos causan problemas para presentar a continuación una solución ‘milagrosa’ que además les ayuda a consolidar el poder y control.
Esta vez, sin embargo, es definitiva. El final es este y los banqueros ya jugaron todas sus cartas para finalmente y de una vez por todas convertirse en los dueños de todo y de todos. La economía y el estado del mundo se han precipitado cuesta abajo de manera tan incontrolable, que ni siquiera ellos pueden salvarla esta vez. No es que alguna vez tuvieran la intención de hacerlo.

Una a una, las naciones que han sido presa de los buitres financieros a lo largo de 100 años, hacen cola para dar un salto más allá del borde del cañón. Como recordamos, todo comenzó en Islandia, donde las autoridades parecen estar ahora poniéndose al día con la corrupción encarcelando y demandando banqueros. La crisis se trasladó a Grecia, donde nubes de deuda fiscal envolvieron por completo a un país que de otro modo es considerado un paraíso. Con Goldman Sachs como portador de lanza, los banqueros añadieron una nación más a su valiosa colección. Todavía no hay banqueros encarcelados o demandados. En cambio, Grecia sucumbió a la Unión Europea, el sueño de los oficiales administrativos de aprovechar los fondos de pensiones y los ahorros griegos mediante una mayor inmersión del país en deuda a través de un paquete de ayuda que les asegura la Joya del Mediterráneo.

Dos gigantes ahora están en línea para seguir a Grecia e Islandia.  Portugal y España iniciaron el proceso de colapso mediante la reducción de los salarios, congelando las pensiones, y aumentando los impuestos. Con una población al borde del colapso social, ambas naciones podrían ver protestas en las calles al estilo tailandés más pronto de lo esperado. La razón por la cual no ha ocurrido todavía? Ingeniería Social, por supuesto. La atención de la gente es desviada hacia torneos de fútbol y tenis así como ceniza volcánica imaginaria. Con alrededor del 20% de desempleo tanto España como Portugal habían tenido un descenso tranquilo, pero las últimas medidas de austeridad seguramente desinflarán el colchón de goma en el que se han sentado en los últimos dos años. Las alzas de impuestos y recortes de servicios sociales fueron muy aplaudidos por el Banco Central Europeo, así como por el líder del mundo en bancarrota, Barack Obama. Ese aplauso se origina en el hecho de que les ayuda a ganar tiempo para seguir consolidando el poder y los recursos. Cada vez que un país anuncia un paquete de medidas de austeridad, significa que más dinero de la gente -que ya paga impuestos por todo- se usa para pagar a los bancos los préstamos previamente contraídos por esos países. Es el banco, el que tiene la prerrogativa de pedirle al país que pague el préstamo en su totalidad si así lo desea. Eso es lo que pasó en Islandia, Grecia y es por eso que necesitan ser rescatados. El problema es que el plan de rescate financiero proviene de los mismos banqueros con quien inicialmente estaban en deuda. Se entiende la idea? Se entiende por qué se llama Consolidación?

La forma en que operan los bancos es como un pescador que coge un pez grande. El hombre pone el cebo, -el banco ofrece los préstamos-, el pez muerde -los países aceptan los préstamos-, el pescador puede entonces elegir tirar del pez fuera lentamente, con la esperanza que este siga atrapado en el anzuelo, o puede decidir darle un gran jalón. La primera opción hará que la captura sea casi segura, pero llevará más tiempo. La segunda, retribuye al pescador más rápido, pero el resultado también podría ser que el cordón se corte y como consecuencia, el pescado se escape. Hace casi un siglo, los banqueros decidieron probar la primera opción para tirar de la cuerda lentamente y dejar que el pez se sintiera cómodo. Ahora, el pez -el pueblo- descubrió que está atrapado y está fuertemente tirando de la cuerda. El pescador está desesperado porque el pez puede escapar y está considerando seriamente dar un tirón grande.

Parece imposible que el mundo escape de la catástrofe económica en la que ha estado en la última década, que sólo fue enmascarado por números falsos de crecimiento y recuperación. Sin empleo real generado en las economías más grandes del planeta, hasta Jean Claude Trichet mostró su pesimismo sobre las esperanzas de un final feliz. Él, por supuesto, ha sabido de esto por mucho tiempo, probablemente todo el tiempo que ha estado en el BCE. Él dijo la semana pasada que Estados Unidos estaba en una situación similar a la de Grecia. Otros baqueros cómplices de Trichet y las élites han contribuido también a la lista de frases memorables.  George Soros, por ejemplo, dijo que el Euro se encontraba en una situación muy precaria y muy cerca del colapso.

Uno puede fácilmente ver la desesperación de las élites cuando Nicolas Sarkozy puñetea la mesa y Angela Merkel participa a regañadientes de un paquete de ayuda que en teoría salvaría a Europa de la ruina, pero que en realidad no salva a nadie. Como dice el BCE, sólo gana tiempo. El colapso financiero se precipitó aún más rápido debido al hecho que más gente entiende de que se trata este fraude y cómo fueron engañados por las últimas décadas al confiarle sus ahorros y pensiones a organizaciones supranacionales. Como alguien decía, se puede engañar a algunas personas por algún tiempo, pero se puede engañar a toda la gente todo el tiempo. El mundo ha sido oprimido durante siglos, incluso miles de años por los imperios, banqueros y las élites. Ahora la moneda se ha invertido y la presión es para los opresores. Tienen que elegir entre hacer que el colapso ocurra despacio o que ocurra precipitadamente. La Comisión Trilateral se reunió este mes. El Grupo Bilderberg se reúne en junio. El pescador está desesperadamente pensando en dar un tirón grande.

Manténgase en sintonía.

President Nicolas Sarkozy: France out of Euro zone

President Nicolas Sarkozy slammed his fist on the table and threatened to pull France out of the euro at a meeting of European leaders deciding Greece’s aid package last Friday, according to Spain’s El Pais newspaper.

UK Telegraph

He newspaper cited comments by Spanish Prime Minister Jose Luis Rodriguez Zapatero to members of his party onWednesday as relayed by people present at that meeting.

A spokesman for the Spanish Prime Minister’s office confirmed the meeting between Zapatero and other socialist party members on Wednesday, but could not immediately confirm what was said at the meeting.

Sarkozy demanded a “commitment from everyone to suppport Greece…or France would reconsider its position in the euro,” according to one source cited by El Pais.

Another source present at the meeting between Zapatero and his party members and cited by the paper said: “Sarkozy ended up banging his fist on the table and threatening to leave the euro…This forced Angela Merkel to give in and reach an agreement.”

The European Union and International Monetary Fund agreed a 110 billion euro rescue plan for Greece last week. But Germany, which must shoulder a good deal of the burden, had proven reluctant to commit itself to a plan.

Zapatero told his party members that France, Italy and Spain had formed a united front against Germany at the Brussels meeting and that Sarkozy had threatened to break up a traditional France-Germany “hold” on the rest of Europe, according to El Pais.

The Elysee had no comment on the El Pais article.

1 Trillón de dólares Robado de los Contribuyentes para Salvar los Bancos

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 11, 2010

Los estrategas políticos europeos dieron a conocer un paquete de préstamos sin precedentes por el valor de casi $ 1 trillón de dólares  y un programa de compras de valores, para detener una crisis de deuda soberana que amenaza con destruir la confianza en el euro. El Euro fue sacudido la semana pasada después de 14 meses de altos rendimientos de los bonos en Portugal y España, los gobiernos de las naciones acordaron conceder préstamos de hasta 750 millones de euros (962 mil millones dólares) a los países que fueron atacados por especuladores.  En realidad, estos dineros no serán dados a los gobiernos, sino transferidos a los grandes bancos que originalmente causaron la crisis a los que los gobiernos de Grecia, Islándia, España y Portugal deben billones en interéses y capital.

Además, el Banco Central E uropeo se embarcará en “operaciones muy importantes”, dijo a la Unión Económica y Monetaria, Olli Rehn, la periodistas en Bruselas después de la reunión de 14 horas. “El BCE ha adoptado una decisión de intervenir en los mercados secundarios de valores gubernamentales.”

Bajo la presión de los EE.UU. y Asia para estabilizar los mercados, los gobiernos europeos apostaron a que la demostración de fuerza financiera podría prevenir una crisis de la deuda soberana y la especulación por las que el euro podría colapsar.

El fracaso de Europa para contener la crisis fiscal de Grecia provocó una caída del euro de 4,1 por ciento en la última semana, la mayor caída semanal desde las secuelas del colapso de Lehman Brothers Holdings Inc. ‘. Se le pidió al presidente Barack Obama que llamara a la canciller alemana, Angela Merkel y el presidente francés Nicolas Sarkozy para instarlos a adoptar “medidas enérgicas” en Europa para evitar que la crisis se extienda en todo el mundo.

En el marco del paquete de préstamos, los gobiernos de la zona euro se comprometieron a disponibilizar € 440 000 000 000, con 60 billones de euros más del presupuesto de la UE así como 250 billones de euros del Fondo Monetario Internacional, dijo el ministro de Economía español, Elena Salgado.

“Estamos poniendo sumas considerables en aras de inestabilidad en Europa”, dijo Salgado a los periodistas tras presidir la reunión.

Sin embargo, estas medidas han tenido poco efecto en la recuperación o estabilización de la economía mundial y los mercados.  Después de dos días, la fiesta por la aprobación del paquete de prestamos desapareció.  Los mercados bursátiles volvieron a caer y ahora los baqueros que provocaron la crisis parecen haberse quedado sin opciones para detener una crisis que según expertos será mucho peor que la de 1929.