Is American Airlines heading for Bankruptcy?

Shares of American Airlines parent AMR Corp (AMR.N) fell as much as 41 percent on Monday.

Reuters
October 3, 2011

The stock’s decline to its lowest price since 2003 outpaced share losses posted by rival carriers, which also suffered on worries that economic weakness could drain travel demand this autumn.

“When can they stop the bleeding of cash?” asked Basili Alukos, an equity analyst at Morningstar. AMR had a second-quarter net loss of $286 million, while rivals showed profits.

“If it appears we’re coming into somewhat of a rough patch or slowdown, how is that going to fare for them?” Alukos said. “I don’t think very well, because they were unable to generate a profit kind of in the best of times for the airlines last year.”

American is seen financially as the weakest major, and its stock was down 35 percent at $1.93 in late afternoon trading on the New York Stock Exchange. Shares of companies that declare bankruptcy usually become worthless, and new shares are typically issued once the restructuring is complete.

AMR stock was halted seven times on the New York Stock Exchange. Shares of a stock are halted on the NYSE each time it moves more than 10 percent in a five-minute period.

AMR spokesman Andrew Backover acknowledged the speculation but declined to say whether AMR was considering a Chapter 11 filing.

“That is certainly not our goal or our preference,” Backover said in an e-mail. “We know we need to improve our results, and we have a sense of urgency as we work to achieve that.”

Ray Neidl, a senior aerospace sector analyst with Maxim Group, said in a recent research note, “Some believe that a prepackaged bankruptcy filing would be the best thing for AMR and the industry.”

In 2003, American retained lawyers from Weil Gotshal & Manges to advise it on a potential bankruptcy filing that ultimately did not happen. It was unclear whether the airline has kept the firm on retainer. Weil could not immediately be reached for comment on Monday.

American Airlines is the only major carrier that did not restructure in Chapter 11 during the recent industry downturn. As a result the airline has operating costs, including labor costs, that are higher than those of competitors. The company is currently renegotiating contracts with its labor unions.

Its top rivals, UAL Corp and Delta Air Lines (DAL.N), both used bankruptcy protection to slash costs in the last decade and have since found merger partners. Delta bought Northwest Airlines and UAL Corp bought Continental Airlines to form United Continental Holdings (UAL.N).

American Airlines was not part of the latest wave of airline consolidation, although some experts believe US Airways Group (LCC.N) is a likely partner for AMR at some point.

In July, American placed a giant order for 460 single-aisle jets worth up to $40 billion, splitting the business between Boeing Co (BA.N) and EADS (EAD.PA) unit Airbus. The record-large order for fuel-efficient planes is meant to help the carrier cut costs.

The sharp decline of AMR shares was reflected in the options market where implied volatility, a barometer of anxiety, shot up 136.39 percent to 194.42 percent in early-afternoon trade on fears the U.S. economy may be heading into recession and concern that AMR may declare bankruptcy, according to a note from Interactive Brokers Group options analyst Caitlin Duffy.

…E agora por um Banco e uma Moeda Mundial

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 19, 2010

Desde a infância tenho ouvido sobre a possibilidade de uma moeda global. Naquele tempo, ninguém por perto conseguia me explicar como iria surgir e quem a controlaria. A resposta a estas questões já estão claras. Dominic Strauss-Kahn respondeu às minhas questões de infância. Uma moeda global gerida por um Banco Central Global. O chefe do FMI disse que isto é necessário durante uma reunião na qual reafirmou sua opinião de que esta crise é uma “oportunidade.”

Segundo Kahn, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Pagamentos Internacionais seriam de última instância nos casos em que a economia global ficasse em ruínas. Kahn disse que a nova moeda seria um ativo “livre de risco para o sistema independente de moedas nacionais” e um banco mundial central “também poderia servir como um emprestador de última instância”. Que inteligente o Sr. Kahn! O problema é que estas ideias não são novas e não são dele. A criação de uma instituição financeira global tem estado em formação ao longo de décadas.

A idéia de um órgão mundial que controle a emissão de moeda e a política financeira como um todo foi criado antes do nascimento das Nações Unidas, a Liga das Nações e da União Européia. Este princípio de concentração do poder e política foi originalmente concebido para acumular o controle sob o pretexto de evitar a corrupção econômica e os desastres financeiros. No entanto, não demorou muito para descobrirmos que é exatamente o oposto. Assim como a criação da Liga das Nações, as Nações Unidas e a União Européia não acabou com as guerras, a instabilidade econômica não terminará com a criação de uma organização supranacional -na verdade será perpetuada.

Revisemos alguns acontecimentos passados. Desde que as Nações Unidas nasceram, temos experimentado conflitos em todos os continentes. Esses conflitos não ocorreram entre países, mas eram desestabilizações realizadas com grupos criminosos patrocinados por governos ou agências de inteligência. Mossad, a MI6, a CIA, os talibãs e o IRA são apenas alguns exemplos. Guerras patrocinadas por países são uma coisa do passado, pois os banqueiros entenderam que poderiam causar conflitos usando e controlando as organizações terroristas que fariam o trabalho para eles.

No mundo da economia e finanças, os impérios, ou os países que aspiravam a tornar-se impérios, tinham e ainda têm os instrumentos para a realização de terrorismo económico e financeiro. As corporações que operavam fora dos governos, inicialmente contrataram instituições financeiras para realizar atividades fraudulentas. Depois, as corporações se tornaram o governo e, em seguida, era mais fácil realizar suas operações de terrorismo financeiro. Multinacionais da Banca estabeleceram uma nova ordem controlada por elas, acabaram com a supervisão dos governos e criaram políticas que efetivamente as transformou em donas da economia mundial.

Assim, os banqueiros não precisam de Al-Qaeda, MI6, Mossad ou a CIA para colocar o mundo de joelhos. Esse objetivo poderia ser alcançado através de Wall Street, o FMI e o Banco Internacional de Pagamentos. A criação de blocos regionais para promover o comércio e a troca era uma desculpa para consolidar o poder e os recursos. Essa idéia foi mais tarde provada em todo o mundo, promovendo a criação de uma instituição financeira global que irá lidar com a questão do dinheiro e em que condições este é fornecido.

Quais foram os resultados da concentração de política financeira e económica na Europa? Nós estamos vendo agora. Islândia, Grécia e agora Espanha, Portugal e Inglaterra estão em ruínas. Por quê? Porque a homogeneização financeira não se destina a promover economias estáveis e políticas econômicas sólidas, mas a reforçar o controle e a implementação de políticas que permitam aos banqueiros consolidar ainda mais poder. O objetivo dos banqueiros nunca foi uma economia estável, com uma política monetária sólida, porque nesse tipo de mundo eles têm menos controle e a riqueza não está concentrada em suas mãos.

Vejamos outro exemplo que a historia nos dá: A criação de políticas globalistas como acordos de livre comércio. NAFTA, CAFTA, GATT por citar alguns, foram as tropas no terreno para os banqueiros. O fim do mundo industrial, o fim do capitalismo como funcionou com sucesso durante algum tempo, deu lugar à abertura das fronteiras para o fluxo de produtos tóxicos e baratos assim como imigrantes ilegais. Os acordos de livre comércio não só destruiram a indústria, mas também aniquilaram a rede de segurança social nas nações do mundo ocidental. Enquanto o dinheiro das cidades e povos foi roubado e usado para investir em produtos financeiros imaginários, estrangeiros ilegais espremiam os serviços sociais básicos, já enfraquecidos, em todas as nações da América e da Europa.

Hoje, os políticos mais influentes e as estrelas da cultura pop justificam a falta de respeito para as nações, suas constituições e leis, para permitir não só acordos de livre comércio, mas o fluxo contínuo de imigrantes ilegais nas fronteiras. Aplicar as leis de imigração e a constituição é visto como racista e os defensores da imigração legal são rotulados como injustos, desumanos e simplesmente loucos. Este é exatamente o resultado que os banqueiros queriam. Dividir para conquistar nunca foi melhor. As políticas de imigração são definitivamente radicais em um mundo onde todas as pessoas, inconscientemente, acreditam que a abertura das fronteiras é normal e as mercadorias baratas feitas pelos escravos na América Latina e Ásia são os melhores pelo seu preço.

Agora que demos uma olhada para trás, vamos olhar para o futuro. Como seria um mundo com maior concentração de poder e controle nas mãos dos responsáveis pela crise atual? Vamos ser otimistas e dizer que não poderia ser pior, certamente, não melhor. A centralização de poder e do governo a nível regional é o que causou a confusão em que estamos agora, a centralização nas mãos daqueles que financiaram Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein e que agora controlam as finanças e os governos dos Estados Unidos, Inglaterra, Ásia e África vai fazer o mundo mais caótico do que já é. Para seu benefício, é claro. A história não mente, não é?

Aqueles que prometeram o fim da guerra, só trouxeram mais conflito. Aqueles que prometeram estabilidade financeira só criaram mais desigualdade, pobreza e miséria. Será que você deixaria as chaves de sua casa nas mãos do ladrão que está fora de sua propriedade para cuidar dela? Você não faria isso. Você não deveria. Na eleição seguinte, sem importar onde você mora, vote por você e vote os ladrões fora do governo. Essa é a única forma de derrotar a sua agenda de conquista e escravidão. Muitas pessoas já estão trabalhando ativamente para acabar com a tirania global criada décadas atrás, assim que você não está sozinho.

Agora, basta de falar! Vamos agir! Abaixo está uma lista de algumas das empresas fraudulentas que controlam o mundo de hoje. Eu estou esperando que você lhes negue o privilégio de conduzir a sua vida. Pare o uso, a compra e o consumo dos seus produtos. Vamos usar o globalismo contra eles mesmos. Um boicote mundial dos seus produtos baratos, tóxicos e fraudulentos é o primeiro passo.

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

Sugira o nome de mais empresas através da seção de comentários. Além disso, participe na nossa pesquisa sobre as corporções e seu controle sobre os governos.

…Y ahora Por Un Banco y Una Moneda Global

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Mayo 18, 2010

Desde que era niño he oído sobre la posibilidad de una moneda mundial. En aquel entonces nadie a mi alrededor supo explicar cómo surgiría y quién la controlaría. La respuesta a estas preguntas ya están claras. Dominic Strauss-Kahn, respondió a mis preguntas de infancia. Una moneda mundial administrada por un banco central global. El jefe del FMI dijo que esto era necesario en Zürich, Suiza, durante una reunión en la que confirmó su opinión de que esta crisis “es una oportunidad”.

Según Kahn, el Fondo Monetario Internacional y el Banco Internacional de Divisas serían una cosa de último recurso, en los casos en que la economía mundial cayera en ruinas. Kahn dijo que la nueva moneda sería un “activo libre de riesgo para el sistema independiente de las monedas nacionales”, y que un “banco central mundial también podría servir como un prestamista de última instancia”. Qué inteligente del Sr. Kahn! El problema es que estas ideas no son nuevas y no son suyas. La creació de un organismo financiero mundial ha estado en formación durante décadas.

La idea de un organismo mundial que controle la emisión de moneda y de toda la política financiera se creó antes que las Naciones Unidas, la Liga de Naciones y la Unión Europea. Este principio de concentrar el poder y la política fue originalmente concebido para amasar control con la excusa de que evitaría la corrupción económica y el desastre. Sin embargo, no pasó mucho tiempo para descubrir que es exactamente lo contrario. Así como la creación de la Liga de Naciones, las Naciones Unidas y la Unión Europea no puso fin a las guerras, la inestabilidad económica tampoco acabará con la creación de una organización supranacional. De hecho, lo perpetuarán.

Echemos un vistazo a los acontecimientos pasados. Desde que las Naciones Unidas nació, hemos experimentado conflictos en todos los continentes. Esos conflictos no fueron las obras de países contra países, sino la desestabilización llevada a cabo con grupos de delincuentes patrocinados por gobiernos o por organismos de inteligencia. Mossad, el MI6, la CIA, los talibanes y el IRA son sólo algunos ejemplos. Guerras patrocinadas por países son cosa del pasado, y en sus cartas de intención, los países que impulsaron la creación de la Liga de Naciones y la ONU sabían que no serían necesarias como una herramienta, ya que ellos también controlan las organizaciones terroristas que harían el trabajo para ellos.

En el mundo de la economía y las finanzas, los imperios, o los países que aspiran a convertirse en imperios también tienen sus herramientas para llevar a cabo terrorismo económico y financiero. Las corporaciones que inicialmente operaban fuera del gobierno contrataron entidades financieras para llevar a cabo sus actividades fraudulentas. A continuación, las Corporaciones se convirtieron en el gobierno y entonces fue más fácil llevar a sus operaciones de terrorismo financiero. Las corporaciones multinacionales de Banca establecieron un nuevo orden controlado por ellos mismos, acabaron con la supervisión gubernamental y crearon las políticas que efectivamente los convirtieron en los amos de la economía mundial.

Así, los banqueros no necesitaban de Al-Qaeda, el MI6, el Mossad o la CIA para poner al mundo de rodillas. Ese objetivo se podría lograr a través de Wall Street, el FMI y el Banco Internacionales de Divisas. La creación de bloques regionales para promover el comercio y el intercambio fue una excusa para consolidar el poder y los recursos. Esta idea más tarde se probó a nivel mundial, promoviendo la creación de una entidad financiera global que controlará la emisión de dinero y las condiciones en que se prestáse ese dinero.

¿Cuáles fueron los resultados de la concentración de la política financiera y económica en Europa? Los estamos viendo ahora. Islandia, Grecia y ahora España, Portugal e Inglaterra están en ruinas. ¿Por qué? Debido a que la homogeneización financiera no está destinada a promover economías estables y políticas económicas saludables, sino para reforzar los controles y llevar a cabo políticas que permitan a los banqueros consolidar aún más. El objetivo de los banqueros nunca ha sido contar con una economía estable, con una política monetaria sólida, ya que en ese tipo de mundo ellos tienen menos control y la riqueza no se concentra en sus manos.

Echemos un vistazo a otro ejemplo nos ofrece la historia: La creación y adopción de políticas globalistas como los acuerdos de libre comercio. NAFTA, CAFTA, GATT por mencionar algunos, fueron las tropas sobre el terreno para los banqueros. El fin del mundo industrial, el fin del capitalismo -ya que trabajó con éxito durante algún tiempo-, dio paso a la apertura de las fronteras para el flujo de productos tóxicos baratos y de inmigrantes ilegales. Los acuerdos de libre comercio no sólo destruyeron la industria, sino también aniquilaron la red de seguridad social en las naciones del mundo occidental. Mientras que los dineros de las ciudades y pueblos fueron robados y usados para invertir en productos financieros imaginarios, los extranjeros ilegales exprimieron los servicios sociales básicos -ya debilitados- en todas las naciones de las Américas y Europa.

Hoy en día, los políticos más influyentes y las estrellas de la cultura pop  justifican la falta de respeto hacia las naciones, sus constituciones y leyes al permitir que no sólo los acuerdos de libre comercio, pero el continuo flujo de inmigrantes ilegales a través de todos los lugares posibles en las fronteras. Hacer cumplir leyes de inmigración y la constitución es visto como racista y los que proponen la inmigración legal son etiquetados como injustos, inhumanos y simplemente locos. Este es exactamente el resultado que los globalistas bancarios esperaban. Dividir y conquistar nunca ha tenido mejores resultados. Las políticas de inmigración, son definitivamente radicales en un mundo donde todos inconscientemente creen que las fronteras abiertas son lo normal y los artículos baratos hechos por esclavos en Asia y América Latina son lo mejor por su precio.

Ahora que hemos dado una mirada hacia atrás, vamos a echar una mirada hacia adelante.¿Cómo sería un mundo con más concentración de poder y el control en manos de los responsables de la actual crisis? Seamos optimistas y digamos que no podría ser peor; ciertamente no será mejor. La centralización del poder y del gobierno a nivel regional es lo que causó el lío en que estamos en este momento, la centralización en manos de los que financiaron a Hitler, Mao, Stalin, Noriega, Pinochet, Saddam Hussein y que ahora controlan las finanzas y los gobiernos de los Estados Unidos, Gran Bretaña, Asia y África, hará que el mundo gire aún más fuera de control. Para su beneficio, por supuesto. La historia no miente, ¿verdad?

Aquellos que prometieron el fin de las guerras, sólo trajeron más, y los que prometieron la estabilidad financiera sólo crearon más desigualdad, pobreza y miseria. ¿Confiaría las llaves de su casa al ladrón que está fuera de su propiedad para que cuide de ella? Usted no lo haría. Usted no debería. En las próximas elecciones, donde viva donde viva, vote por usted y vote a los ladrones fuera del gobierno. Esa es la única manera de derrotar su agenda de conquista y esclavitud. Muchas personas ya están trabajando activamente para poner fin a la tiranía mundial que crearon hace décadas, por lo que usted no está solo.

Ahora, basta de charla! Vamos a actuar! Abajo aparece una lista de algunas de las empresas que en forma fraudulenta están a cargo del mundo de hoy. Estoy esperando que usted les niegue el privilegio de dirigir su vida. Deje de usar, comprar o de cualquier manera consumir sus productos. Vamos a utilizar su globalismo en su contra. Un boicot global de sus productos baratos, tóxicos y fraudulentos será el primer paso.

Disney                              Adidas                         Time Warner                  IBM

Merck                              Napa                              Holiday Inn                    ACE

Old Navy                        Ford                              Seven Eleven                  USPS

Comcast                         Chevrolet                    Citgo                                  VISA

CNN                                 Dyncorp                       Pepsi                                  Chevron

Coca Cola                      True Value                   Kraft                                  Chrysler

Exxon Mobile             General Electric         Starbucks                        Westinghouse

Taco Bell                       Wells Fargo                  America Online             KFC

NBC Universal            American Airlines    Royal Dutch Shell         Bank of America

CBS                                  The Carlyle Group    GAP                                     Master Card

Master Card                Stop&Shop                   HBO                                     ABC

Nike                               Wal Mart                       Jiffy Lube                          JP Morgan

GM                                 Volkswagen                 Fox News Channel        Monsanto

Du Pont                        NASA                             Pizza Hut                           Syngenta

Microsoft                    Mc Donald’s                 Home Depot                    Safe Way

Burger King               Sony                                Dodge                                Intel

Staples                         Verizon                          Toro                                  John Deere

Firestone                    Bechtel                           MSNBC                             Goodyear

Amoco                        AT&T                               Mitsubishi                       Nestle

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