Alimentos Transgênicos são Armas Biológicas

“Nós temos uma estufa cheia de plantas de milho que produzem anticorpos anti-esperma”, disse Mitch Hein, presidente da Epicyte, uma empresa de biotecnologia da Califórnia.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
02 junho de 2011

Os organismos geneticamente modificados (OGM) usados para criar novos alimentos e sementes são verdadeiras armas biológicas para criar infertilidade em nível mundial. Existem várias empresas que trabalham no campo da biotecnologia e da nano tecnologia, que existem com o único propósito de estudar, experimentar e criar organismos geneticamente modificados que causem infertilidade em animais, plantas e seres humanos. A mais famosa dessas empresas é a Monsanto, cujos executivos disseram publicamente que querem que Monsanto seja a única produtora de sementes do mundo e que nenhum alimento deve ser produzido por outra empresa que não seja a sua.

A Monsanto é apoiada por outros gigantes da biotecnologia e da química como Cargill, DuPont e ConAgra. Mas a criação e aplicação de organismos transgênicos não se limita a essas corporações multinacionais. Há empreiteiros menores que fazem o mesmo trabalho com resultados talvez mais impressionantes devido ao know-how dos seus trabalhos. Um exemplo é Epicyte, uma empresa na Califórnia, cujo presidente tem demonstrado a satisfação de estar na posse de grandes quantidades de produtos alimentares infectados com ingredientes transgênicos, que, depois de ser consumidos, causam a esterilização de quem ingeri-los.

Um relatório com data 28 de maio afirma que a organização do Codex internacional, fundada pelas Nações Unidas, e que regulamenta todos os alimentos, minerais e ervas em todo o mundo, não acredita que os produtos transgênicos são alimentos, e isto coloca alimentos com esses ingredientes em um local diferente do que o alimento produzido naturalmente, e como tal pode ser usado para diversas práticas, incluindo o controle da natalidade e a criação de infertilidade em uma nação ou povo.

Em uma de suas publicações, o Salem News indica que há esforços a nível local, regional, nacional e internacional para identificar e rotular OGM em produtos destinados ao consumo humano, mas os governos e as empresas se recusam a aceitar tal pedido. Após a implementação do Codex Alimentarius em 2009 a vontade das grandes empresas se tornou realidade, porque dentro das normas estabelecidas pelo Codex, afirma-se claramente que os OGM não são considerados alimentos e, portanto, não podem ser identificados.

A existência de milho geneticamente modificado foi analisado em testes realizados pelo Departamento de Agricultura de Estados Unidos, que trabalhou com a empresa Epicyte. Ao anunciar o seu sucesso numa conferência de imprensa de 2001, o presidente da Epicyte, Mitch Hein, disse que suas plantas transgênicas de milho fabricam “anticorpos anti-esperma.”

Hein disse que a criação de organismos transgênicos e sua aplicação em alimentos “poderia ser usado como uma ferramenta para resolver a superpopulação”-. Salem News

Em 1996, após a criação e utilização de OGM em milho e outros grãos em lugares como América do Sul, México e África, surgiram dados relacionados com a fertilidade nos EUA, onde quase imediatamente após a aprovação do famoso -ou infame- milho Bt de Monsanto, a taxa de natalidade diminuiu de forma acelerada, apenas três anos após a introdução de OGM no abastecimento alimentar americano.

Muitas fundações empurram a expansão e aceitação de OGM nos alimentos; e na lista estão, claro, o milho, soja e arroz. Estes três são os grãos mais utilizados na erradicação da fome e da pobreza no mundo. As fundações Gates, Rockefeller, e Agra, fundada por Kofi Annan, são três das mais prestigiadas organizações que se esforçam para aumentar a oferta de fundos e alimentos às populações mais carenciadas do mundo. Todos estes alimentos contêm OGM.

A Fundação Bill e Melinda Gates gasta bilhões de dólares “ajudando” com o plantio e colheita de culturas geneticamente modificadas na África, América Latina e Ásia. Você reconhece o genocídio? Essas fundações não apenas fogem do pago de impostos com a sua alegada filantropia, mas colaboram com o assassinato de milhões de pessoas que não sabem que seus alimentos contém OGM’s, ou mesmo sabendo, não tem nenhuma escolha mas que se alimentar com estes venenos.

Nos Estados Unidos existe uma luta contínua entre os consumidores e a Food and Drug Administration (FDA) para rotular os produtos que contêm OGMs. No entanto, a agência do governo deu lugar às exigências das grandes empresas, antes dos pedidos do público. A maioria dos desinformados ou mal informados cidadãos compram e continuam consumindo alimentos contaminados. Enquanto isso, embora os alimentos GM não são considerados “alimentos” pelo Codex Alimentarius, a FDA permite que as corporações usem estes organismos em grãos básicos utilizados para fabricar a maioria dos produtos que as pessoas comem, bebem e usam diariamente.

A criação de um organismo transgênico que é usado na fabricação de alimentos consumidos pelos seres humanos depois de ser modificado para esterilizar, é essencialmente um exemplo do uso de uma arma biológica com o único objectivo de reduzir a população mundial secretamente. Bem, isso não é mais um segredo. Os alimentos transgênicos não são considerados pelo Codex Alimentarius como “alimentos”, mas ao mesmo tempo, é permitido que pequenas e grandes empresas de biotecnologia usem estes na fabricação de produtos de consumo mundial. O objectivo é muito claro.

Alimentos Transgénicos son Armas Biológicas

“Tenemos un invernadero lleno de plantas de maíz que producen anticuerpos anti-esperma,” dijo Mitch Hein, presidente de Epicyte, una compañía de biotecnología de California.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
01 de junio 2011

Los organismos genéticamente modificados (OGM) que se utilizan para crear nuevas semillas de alimentos y cultivos, son verdaderas armas biológicas para crear infertilidad en todo el mundo. Existen varias compañías que trabajan en el ramo de la biotecnología y la nanotecnología, las cuales existen con el único propósito de estudiar, experimentar y crear organismos genéticamente modificados que causen infertilidad en animales, plantas y humanos. La más famosa de estas empresas es Monsanto, cuyos ejecutivos han dicho públicamente que quieren que Monsanto sea el único productor de semillas en el mundo y que ningún alimento será producido por una empresa que no sea la suya.

 A Monsanto se le unen otras gigantes de la biotecnología y la química como Cargill, Du Pont y Con Agra. Pero la creación y aplicación de organismos transgénicos no es limitado a estas grandes transnacionales. Existen contratistas de menor tamaño que realizan el mismo trabajo; quizás con resultados más impactantes debido a la especialización de su labor. Este es el ejemplo de Epicyte, una empresa localizada en California, cuyo presidente se ha mostrado complacido de tener en su poder cantidades masivas de productos agrícolas -léase alimentos- infestados con ingredientes transgénicos que, después de ser consumidos, causarían la esterilización de quienes los ingieran.

Un informe del 28 de mayo establece que la organización internacional del Codex -fundada por las Naciones Unidas- que desde 2009 regula todos los alimentos, minerales y hierbas en el mundo, no considera que los productos transgénicos sean alimentos, y por esto coloca a los alimentos con estos ingredientes en un lugar diferente a los alimentos producidos naturalmente, y como tal pueden ser usados para diversas prácticas, incluyendo el control de la natalidad y la creación de infertilidad en una nación o población.

 En una de sus publicaciones, el Salem News indica que hay esfuerzos a nivel local, regional, nacional e internacional para identificar y etiquetar organismos transgénicos en los productos de consumo humano, pero que los gobiernos y las corporaciones se niegan a aceptar tal pedido. Después de la implantación del Codex Alimentarius en 2009 la voluntad de las grandes transnacionales se hizo realidad, pues dentro de las reglamentaciones establecidas en Codex, se dice claramente que los organismos transgénicos no son considerados alimentos y por lo tanto no deben ser identificados.

La existencia de organismos genéticamente modificados en el maíz fue analizado en pruebas hechas por el Departamento de Agricultura de EE.UU., que trabajó con la empresa Epicyte. Al anunciar su éxito en una conferencia de prensa de 2001, el presidente de Epicyte, Mitch Hein, señaló que sus plantas de maíz transgénico, “producen anticuerpos anti-esperma.”

Hein dijo que la creación de organismos transgénicos y su implantación en alimentos podría usarse como una herramienta para resolver el “exceso de población. – Salem News

En 1996, luego de la creación y el uso de transgénicos en maíz y otros granos básicos en, por ejemplo, América del Sur, México y África, ha emergido un dato descubierto en los EE.UU. casi inmediatamente después de que el famoso -o infame- maíz Bt de Monsanto se aprobara. La tasa de natalidad en EE.UU. cayó de una manera acelerada, tan solo tres años después de la introducción de los OMG en el suministro de alimentos.

Muchas fundaciones presionan para que los gobiernos expandan y acepten el uso de organismos transgénicos en los alimentos, y en esa lista están por supuesto el maíz, la soya y el arroz. Estos tres son los granos básicos más usados en programas de erradicación del hambre y la pobreza en el mundo. Las fundaciones Gates, Rockefeller, y la organización Agra, fundada por Kofi Annan, son tres de las más prestigiosas entidades que se esfuerzan por incrementar el suministro de fondos y alimentos a las poblaciones más necesitadas del planeta. Todos estos alimentos contienen OGM.

La Fundación Bill y Melinda Gates gasta miles de millones de dólares “ayudando” con la plantación y cosecha de cultivos transgénicos en África, América Latina y Asia. ¿Se da cuenta del genocidio? Estas fundaciones no solo evaden el fisco con su supuesta filantropía, sino que colaboran con el asesinato de millones de personas que no saben lo que sus alimentos contienen, o que aún sabiéndolo, no tienen otra opción más que alimentarse con OGM.

En Estados Unidos hay una lucha continua entre los consumidores y la Administración de Alimentos y Farmacéuticos (FDA) para que se etiqueten aquellos productos que contienen organismos transgénicos. Sin embargo, la agencia gubernamental ha cedido terreno a los requerimientos de las grandes corporaciones antes de escuchar a los ciudadanos. La mayoría del público desinformado o mal informado continua comprando y consumiendo alimentos contaminados. Mientras tanto, debido a que los alimentos transgénicos no son considerados “alimentos” por Codex Alimentarius, los que se oponen al uso de estos ingredientes en la comida no entienden porqué la FDA aún permite que se usen en los granos básicos usados para fabricar la mayor parte de los productos que las personas comen, beben y usan diariamente.

La creación explícita de un organismo transgénico que es usado en la fabricación de alimentos consumidos por humanos, el cual fue modificado para esterilizarlos, es en esencia un ejemplo del uso de una arman biológica con el único objetivo de reducir la población mundial a escondidas. Bueno, esto no es más un secreto. Los OGM no son considerados alimentos según Codex Alimentarius, pero al mismo tiempo se permite a grandes y pequeñas empresas de biotecnología usarlos en la creación de productos de consumo mundial. El propósito es muy claro.